EUA apelam a apoio a Musk na contestação a multa aplicada pela UE
"Não toleraremos que a Comissão Europeia ultrapasse as suas prerrogativas regulamentares para controlar os motores americanos da inovação e do crescimento", disse, em comunicado, Brett Shumate, adjunto do ministro da Justiça, Todd Blanche.
A X, agora integrada na SpaceX, tinha apelado da decisão em fevereiro no Tribunal da UE.
A UE tinha sancionado a rede social pela alteração das regras de atribuição do sinal azul. Depois de o atribuir a fontes de informação certificados, a X mudou bruscamente e passou a atribui-lo às assinaturas pagas.
Isto constituiu uma infração ao regulamento europeu sobre os serviços digitais, o DSA.
Depois, a X propôs medidas corretivas e já cumpre a legislação europeia.
Para justificar a sua intervenção no processo o governo Trump afirmou que uma confirmação da multa teria "consequências significativas" para todas as plataformas tecnologias norte-americanas.
Oe EUA criticam a UE por investigar também as outras empresas de Musk, mesmo que não tenham ligação com a X.
O patrão da SpaceX é um apoiante de Trump a quem financiou a candidatura presidencial de 2024 com 300 milhões de dólares.
Depois da eleição, Musk dirigiu um departamento governamental, com a missão formal de obter poupanças no governo.
A via escolhida para tal - cortes drásticos e despedimentos macios de funcionários - degradaram a sua imagem pública.
Em maio de 2025, Musk distanciou-se do departamento e confrontou-se publicamente com Trump, a quem critica o laxismo orçamental. Mas já se reconciliaram.
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