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<title>Moosala Notícias &#45; Moosala</title>
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<description>Moosala Notícias &#45; Moosala</description>
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<dc:rights>© 2025 Moosala Notícias – Todos os direitos reservados. “ GRUPO DIINASTIA”</dc:rights>

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<title>Com ebola avançando para a Nigéria, OMS recomenda preparação redobrada</title>
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<description><![CDATA[ Surto com a expansão mais rápida da história cruzou fronteiras e confirmou casos nos territórios nigeriano e queniano; já são mais de 9,7 mil infecções e 4,7 mil mortes; OMS mantém 22 países em alerta máximo enquanto vírus atinge novas províncias congolesas. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Carneiro diz que presidente do IHRU foi &amp;quot;infeliz&amp;quot; mas não pede demissão</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS, José Luís Carneiro remeteu hoje para o primeiro-ministro uma eventual demissão do presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), reconhecendo, todavia, que as declarações de Benjamim Pereira foram infelizes.
 
&quot;Ele próprio se retratou dando conta de que eram palavras infelizes. Já nos tinha chegado aquela frase relativa ao egoísmo dos jovens da responsabilidade do primeiro-ministro. Temos agora o responsável do IHRU, que em vez de se concentrar naquilo que tem de se concentrar, vem considerar que os mais jovens têm de fazer sacrifícios&quot;, criticou o líder socialista em declarações à entrada para o plenário de esclarecimento sobre o Orçamento do Estado para 2027, que decorreu esta noite em Ermesinde, concelho de Valongo,
Numa sessão sobre a proposta do Plano Diretor Municipal de Gaia, na quinta-feira, o presidente do IHRU referiu não saber se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício da anterior, recordando que os próprios avós e o pai emigraram para ter uma casa.
Nesse mesmo dia, e numa entrevista ao Jornal Nacional da TVI, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, considerou infelizes essas declarações e revelou já ter pedido explicações.
Já hoje, Benjamim Pereira admitiu que as expressões que utilizou sobre a capacidade de sacrifício dos jovens foram infelizes, esclarecendo que não teve intenção de desvalorizar as dificuldades na habitação ou sugerir a emigração.
O PCP, o Livre e o PAN pediram hoje a audição parlamentar do presidente do IHRU, considerando que as suas declarações foram inaceitáveis e infelizes, enquanto o BE insistiu que Benjamim Pereira deve demitir-se.
Alertando que &quot;os jovens já fazem muitos sacrifícios, porque estão a viver até mais tarde na casa dos seus pais, porque não conseguirem ter maior autonomia de vida e autonomia para realizar os seus projetos de vida&quot;, o deputado recorreu aos números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para destacar que &quot;no segundo trimestre deste ano, o aumento com habitação ultrapassou os 18%, o que significa que desde que este Governo está em funções, houve um aumento do custo com habitação superior a 41%&quot;.
&quot;Além disto, foi este Governo que trouxe o conceito da renda moderada de 2.300 euros, que provocou uma aceleração dos custos com arrendamento em 34% no país. Mais grave, houve um aumento em 18% do número de jovens que hoje estão a viver em casas partilhadas, ou seja, um em cada cinco jovens está a viver em casas partilhadas&quot;, continuou José Luís Carneiro.
O dirigente garantiu o compromisso de &quot;tudo fazer&quot; para encontrarem soluções, propostas, para responderem, com &quot;confiança, no futuro, na defesa do Serviço Nacional de Habitação Acessível, na garantia de condições para o arrendamento, para que os jovens possam entrar no arrendamento, para que as famílias das classes médias possam entrar no arrendamento, para que proprietários e inquilinos tenham confiança na proposta&quot; que o PS apresentou.
&quot;Na conversa que tivemos ainda há dias com a nossa coordenadora do programa [Luísa Salgueiro], com a Associação Portuguesa de Bancos e com a Associação Nacional de Seguradoras, nos transmitiram que estavam disponíveis para viabilizar e para apoiar essa proposta, porque consideraram essa proposta a única proposta que equilibra a vontade dos proprietários com também a segurança dos inquilinos&quot;, revelou.



 Do &quot;não vejo caso&quot; ao &quot;inaceitável&quot;: Partidos reagem à polémica do IHRU 
Os partidos políticos continuam a reagir esta sexta-feira às declarações do presidente do IHRU sobre os &quot;sacrifícios&quot; que gerações anteriores faziam e a sociedade atual não estaria disposto fazer - dando o exemplo da emigração.
 Notícias ao Minuto, Lusa | 16:15 - 23/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Carneiro, diz, que, presidente, IHRU, foi, infeliz, mas, não, pede, demissão</media:keywords>
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<title>Carneiro justifica viabilização do OE27 com crise em Portugal (e não só)</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS recusou hoje, em Valongo, ter-se precipitado no anúncio da viabilização do Orçamento de Estado 2027, invocando a crise que os portugueses vivem e as crises em Espanha, França, Alemanha, Estados Unidos e Brasil.
 
&quot;Os portugueses estão a viver uma crise muito expressiva no custo de vida. O custo com os bens alimentares, os combustíveis, a eletricidade e com o gás. E, por isso, vamos levar propostas à especialidade para responder a essas necessidades vitais&quot;, afirmou José Luís Carneiro que lembrou ainda as &quot;dificuldades na habitação&quot;.
E prosseguiu: &quot;imaginem que eu votava contra o orçamento e que criávamos com isso uma crise política no país. Essa crise política iria agudizar, iria tornar mais aguda a dificuldade que as pessoas já estavam a passar, num momento em que o mundo está perigoso. Temos uma guerra nas portas da Europa, temos uma guerra no Médio Oriente, temos uma crise política em Espanha, uma crise política na França, uma crise política na Alemanha, uma crise política nos Estados Unidos e também no Brasil, com grande instabilidade política e social&quot;.´
Em declarações à entrada para o plenário de esclarecimento sobre o Orçamento do Estado para 2027, que decorreu esta noite em Ermesinde, concelho de Valongo, o deputado reiterou que o seu dever &quot;é defender Portugal&quot; apesar de o Governo apresentar &quot;um mau orçamento&quot;, não querendo ficar associado a &quot;uma crise política no país, que teve eleições em 2022, que teve eleições em 2024, que teve eleições em 2025, e há alguns que queriam já uma crise em [20] 26, por isso apresentaram uma moção de censura [Chega].
Continuando a tentar separar as águas, José Luís Carneiro, sobre a estratégia socialista, afirmou que &quot;entre um Governo que é insensível e tem mostrado incompetência em responder às necessidades das pessoas e o populismo e a demagogia&quot;, procuram &quot;demonstrar aos portugueses&quot; que estão a colocar &quot;Portugal em primeiro lugar&quot;.
Leia Também: Carneiro diz que presidente do IHRU foi &quot;infeliz&quot; mas não pede demissão ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Fizeram&#45;se filas nas lojas da Apple para receber o iPhone Duo</title>
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<description><![CDATA[ Depois de algumas semanas de espera desde que foi anunciado, o iPhone Duo foi oficialmente lançado nas lojas esta sexta-feira, dia 23, e tal como era esperado fizeram-se filas à porta das lojas da Apple.
 
O entusiasmo em volta do primeiro dobrável da “Empresa da Maçã” fez-se sentir um pouco por todo e em algumas das maiores metrópoles como Shangai, Mumbai ou Nova Iorque. Lembrar que, em Portugal, o preço do iPhone Duo começa nos 2.399 euros e está disponível em duas cores.
Na galeria acima pode encontrar algumas fotografias recolhidas pela Getty e pela Reuters onde é possível ver o entusiasmo em torno deste novo lançamento da Apple.



 As 6 coisas que tem de saber antes de comprar o iPhone Duo 
O iPhone Duo, o primeiro telemóvel dobrável da Apple, chega às lojas esta sexta-feira, dia 23, com um preço que começa nos 2.399 euros. A Apple limitou a compra a duas unidades por pessoa, e o dispositivo já está a gerar grande expectativa entre os fãs.
 Miguel Patinha Dias | 22:30 - 21/10/2026 

É importante lembrar que, depois de lançar o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max, o HomeView, novas gerações da HomePod mini e da Apple TV 4K e agora o iPhone Duo, o ano de 2026 da Apple ainda não terminou e a empresa tem reservadas mais algumas novidades.
Acontece que a Apple fará, no dia 28 de outubro, mais uma das suas apresentações onde revelará novos produtos.
O novo evento dá pelo nome de “Pro and Tell” e, ainda que a Apple não revele o que pretende mostrar nesta ocasião, é um forte indicador que podemos esperar novidades no catálogo de portáteis MacBook.
Na verdade, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, nota que o próprio logótipo da Apple parece ter sido desenhado com o dedo, apontando assim para a possibilidade de ficarmos a conhecer nesta ocasião o muito falado portátil MacBook com ecrã sensível ao toque.



 Terá de esperar por 2027 para conseguir comprar o iPhone Duo 
A Apple decidiu aumentar os objetivos de produção do iPhone Duo antes de iniciar o período de pré-venda do telemóvel dobrável e, a julgar pelas previsões de entrega na loja online da marca, a decisão parece ter sido acertada.
 Miguel Patinha Dias | 08:00 - 18/10/2026 

Gurman fez outra publicação na rede social X onde nota que, entre os produtos oficialmente revelados pela Apple na próxima semana, devem estar não só este MacBook Pro com ecrã sensível ao toque, como também um novo MacBook Pro de 14 polegadas com processador M6, um novo iMac com processador M6 e ainda um iPad mini que, pela primeira vez, terá direito a um ecrã OLED.
Apesar dos fortes indicadores de que estes produtos serão anunciados na próxima semana, teremos de continuar atentos para saber o que a Apple vai revelar oficialmente. Caso sejam confirmados, é de esperar que os lançamentos destes produtos aconteçam no início de novembro.
Leia Também: iPhone Duo chega hoje. Mas há um bom motivo para esperar pela 2.ª geração ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Câmara do novo topo de gama da Oppo tem três sensores de 200MP</title>
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<description><![CDATA[ A Oppo anunciou oficialmente a série de telemóveis Find X10 para os mercados internacionais, um lançamento que acontece cerca de um mês depois do anúncio na China. No que diz respeito a este lançamento global, os mercados fora da China terão direito ao Find X10 e ao Find X10 Pro Max.
 
O destaque vai, claro, para o topo de gama Find X10 Pro Max. O telemóvel está equipado com um ecrã AMOLED LPTO de 6,78 polegadas com uma taxa de atualização de 144Hz; um processador Dimensity 9600 Pro; 12GB de memória RAM; 512GB de armazenamento interno; e uma bateria de 7.150mAh com carregamento rápido de 80W com fios e 50W sem fios.
O grande diferencial do Oppo Find X10 Pro Max está na câmara, a qual volta a contar com certificação Hasselblad e está equipada com três sensores de 200MP. Além do sensor principal, está ainda presente uma ultra grande angular e uma lente periscópica de 70mm.



 Voz baixa no WhatsApp? Saiba como limpar o microfone do seu telemóvel 
Se a sua voz está muito baixa nas mensagens de voz do WhatsApp, pode ser por causa de sujidade nos microfones do telemóvel. Veja como limpar de forma eficaz.
 Miguel Patinha Dias | 15:11 - 21/10/2026 

A série de telemóveis Find X10 conta com o ColorOS 17, a versão da Oppo criada a partir da mais recente atualização do sistema operativo Android e que conta com o seu próprio design e funcionalidades de Inteligência Artificial.
“A série Oppo Find X tem sido sempre impulsionada pelo nosso compromisso de fazer evoluir a imagem móvel e ajudar as pessoas a captar a beleza da vida, sem esforço&quot;, afirmou o vice-presidente sénior e Chief Product Officer da Oppo, Pete Lau. “Com a Série Oppo Find X10, estamos a dar um dos passos mais significativos até à data no domínio da imagem móvel. Desde o sistema de câmara tripla de 200 MP, pioneiro no setor, presente no Oppo Find X10 Pro Max, até ao motor de imagem LUMO True Image de última geração, a série Oppo Find X10 foi concebida para reproduzir o mundo tal como o vemos e manter cada fotografia fiel ao momento”.
Tanto o Find X10 como o Find X10 Pro Max estarão disponíveis a partir do dia 2 de novembro. O Find X10 poderá ser adquirido em cinza titânio por 1.499 euros, enquanto o Find X10 Pro Max estará disponível em cinza titânio e branco lunar por 1.599 euros.
Pode ver acima as imagens destes dois novos telemóveis.
Leia Também: As 4 desvantagens de ter o modo poupança de energia sempre ativo ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 22:00:20 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Meta pode ter cobrado mais a Lula do que a Flávio Bolsonaro</title>
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<description><![CDATA[ Um estudo do NetLab publicado hoje identificou indícios de que a Meta cobrou mais à campanha presidencial de Lula da Silva do que à de Flávio Bolsonaro pelos anúncios publicados durante a primeira volta das eleições.
 
A análise, realizada em parceria com o International Panel on the Information Environment (IPIE), indica, nos principais modelos estatísticos, que o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula, pagou entre 33% e 43% mais do que o Partido Liberal (PL), de Flávio, para alcançar o mesmo número de pessoas.
O estudo analisou 7.677 anúncios político-eleitorais impulsionados nas plataformas da Meta entre 16 de agosto e 04 de outubro, período correspondente à campanha da primeira volta.
Os dados foram extraídos em 08 de outubro através da API (sigla inglesa para Interface de Programação de Aplicações) da Biblioteca de Anúncios da Meta e permitiram aos investigadores identificar 19 páginas de anunciantes associadas a 11 das 12 candidaturas à Presidência da República.
A investigação comparou o custo para alcançar mil pessoas e considerou características dos anúncios e das campanhas, como segmentação demográfica, plataforma, dimensão do público potencial, duração, concorrência no leilão e distribuição geográfica das impressões.
Em quatro estimativas sobre a diferença entre PT e PL, três foram estatisticamente significativas e indicaram que o PT pagou entre 33% e 43% mais para alcançar o mesmo número de pessoas.
A magnitude da diferença variou conforme a forma de comparação dos anúncios, chegando a 10% quando consideradas apenas escolhas semelhantes de campanha e a 43% quando também foram comparados públicos e distribuição regional semelhantes.
O NetLab realizou depois uma revisão metodológica para avaliar a robustez dos resultados, considerando que anúncios de uma mesma página de campanha tendem a apresentar preços semelhantes.
Nessa revisão, nenhuma das estimativas da diferença entre PT e PL se mostrou estatisticamente significativa, levando os autores a concluir que os dados da Meta não permitem afirmar com segurança que o PT pagou mais do que o PL.
Os investigadores ressalvam, contudo, que a revisão também não demonstra que os preços tenham sido iguais, devido à pequena quantidade de páginas associadas aos dois partidos e às limitações das informações disponíveis.
&quot;Os dados que poderiam esclarecer definitivamente a questão estão sob o controle da Meta&quot;, afirmam os investigadores, que criticam a divulgação de gastos e impressões apenas em faixas amplas de valores.
Os investigadores, contudo, ressalvam que os dados disponibilizados pela Meta não permitem afirmar com segurança que houve uma diferença sistemática de preços entre as duas campanhas.
Segundo o estudo, a plataforma também não disponibiliza informações sobre objetivos das campanhas, estratégias de lances e outros &quot;fatores que poderiam ajudar a explicar como os preços são determinados&quot;.
O NetLab considera que essas limitações dificultam a fiscalização independente e a avaliação sobre a existência de critérios de preços aplicados de forma equitativa às diferentes candidaturas.
Segundo o estudo, a Meta já faturou quase 300 milhões de reais (53,1 milhões de euros) com publicidade eleitoral em 2026, de acordo com dados disponibilizados no painel de transparência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para o NetLab, a falta de transparência sobre os preços da publicidade política pode dificultar a fiscalização das condições de competição eleitoral, sobretudo se determinadas candidaturas tiverem de pagar sistematicamente mais para alcançar públicos equivalentes.
Em comunicado à imprensa, a Meta rebateu a metodologia utilizada na pesquisa, que classificou como &quot;equivocada&quot;, e negou que estabeleça preços segundo a identidade ou o posicionamento político dos seus anunciantes.
&quot;Cada vez que um anúncio pode ser exibido para alguém, ele compete por esse espaço com outros anúncios, num leilão&quot;, informou a empresa.



 Editores alertam para uso de notícias pela Meta sem autorização 
A Associação Mundial de Editores de Notícias (WAN-IFRA) pediu à Meta a suspensão, até 30 de outubro, de uma cláusula que permitiria rastrear e recolher conteúdos jornalísticos de sites de meios de comunicação, alertando sobre os riscos para o jornalismo.
 Lusa | 13:20 - 23/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:00:13 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>CDU de Mirandela teme dissolução do matadouro do Cachão</title>
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<description><![CDATA[ A CDU de Mirandela considerou, hoje, que o encerramento do matadouro do Cachão seria &quot;um crime económico&quot; para Trás-os-Montes e teme a sua dissolução, apesar da anulação da insolvência pelo Tribunal da Relação de Guimarães.
 
&quot;Seria (…) um crime económico que seria cometido à região de Trás-os-Montes com a possibilidade do encerramento do matadouro, visto que é um ativo público que presta um serviço incomparável na nossa região, aos produtores de gado, portanto, achamos, dessa forma, positivo essa revogação do pedido de insolvência&quot;, frisou o líder da CDU/Mirandela, Jorge Humberto Fernandes.
Em abril deste ano, um dos credores do matadouro, a Ares Lusitani, pediu a insolvência da unidade de abate devido a uma dívida que terá chegado a perto de um milhão de euros.
No entanto, a 15 de outubro, como a Lusa noticiou na quarta-feira, o Tribunal da Relação de Guimarães anulou o processo de insolvência, que inicialmente tinha sido aprovado pelo Tribunal de Bragança, alegando que o matadouro do Cachão é uma empresa local, de natureza intermunicipal, estando sujeita a uma legislação especial.
Ainda assim, salientou Jorge Humberto Fernandes, a CDU está preocupada com a possível &quot;dissolução&quot; do matadouro do Cachão, situado em Frechas, no concelho de Mirandela, distrito de Bragança, e que dá emprego a 23 pessoas.
&quot;Há, digamos também, dentro da lei, a possibilidade da extinção do próprio matadouro do Cachão, que está em cima da mesa (…) através de um decreto-lei que está que pode ser pedida, digamos, a dissolução do matadouro, visto que a insolvência não se aplica, porque é um (…) organismo público&quot;, afirmou.
A CDU fez críticas à gestão da unidade de abate, colocando em causa a &quot;transparência&quot; do processo e apontou falta de esclarecimento e respostas, por parte da câmara municipal de Mirandela, às questões que têm sido colocadas por Jorge Humberto, enquanto deputado, na Assembleia Municipal.
Em causa está um empréstimo feito pelo município, em 2005, na altura ao Banco Espírito Santo (BES), no valor de &quot;750 mil euros&quot;, &quot;que pretendia concretizar um investimento para promoção da marca Nordeste e a compra da quota do lagar que funcionava no espaço do Complexo Agroindustrial do Cachão&quot;, segundo a CDU.
&quot;Passado este tempo todo, o lagar foi vendido e não conseguimos perceber ainda, porque essa informação a câmara municipal ainda não nos disponibilizou, o que é foi feito outra vez do dinheiro que foi arrecado pela venda (…) queremos saber se esse dinheiro foi, digamos, aproveitado para salvar ou colmatar a dívida, que a câmara municipal tinha&quot;, apontou.
Além disso, pede que o Governo &quot;assuma responsabilidades&quot; e suportar &quot;aquilo que é uma função social do matadouro&quot;, porque se fechar &quot;é toda uma região prejudicada&quot;.
&quot;Tem de ser o Estado a assumir a sua responsabilidade, porque foi essa questão principal, que foi o Estado desresponsabilizar-se da sua função quando entregou o Cachão (…) às câmaras municipais, sem depois fazer aquilo que é o mais essencial, um envelope financeiro, porque nós sabemos que são as câmaras municipais, quer a de Mirandela, quer a de Vila Flor, que estão a suportar exatamente a questão do Cachão&quot;, defendeu.
A CDU garantiu ainda que &quot;não há falta de trabalho&quot; no matadouro, segundo informações dos trabalhadores, contrariando as declarações dadas pelo administrador do matadouro, Michel Monteiro, à Lusa, na quinta-feira, que alegou que o negócio é &quot;autossustentável&quot;, porque houve &quot;enorme decréscimo&quot;, no abate de animais e um aumento do custo do combustível, do gás e da eletricidade, mantendo os mesmos postos de trabalho.
Desde o início do processo de insolvência, o matadouro industrial do Cachão manteve-se aberto e em funcionamento, mas os trabalhadores chegaram a anunciar uma greve, por alegados atrasos no pagamento de salários e subsídios de férias, mas acabou por ser cancelada.
No nordeste transmontano há ainda mais três matadouros: em Miranda do Douro, Vinhais e Bragança, estando ainda a ser construído outro em Mogadouro.
Leia Também: CDU pede auditoria à Indaqua na Feira após lucro de 9 milhões em 2025 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Chega quer ouvir mais de 50 pessoas no inquérito, incluindo António Costa</title>
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<description><![CDATA[ O Chega propôs a audição de mais de 50 pessoas na comissão de inquérito aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária (PJ), incluindo o agora ministro da Administração Interna e o antigo primeiro-ministro António Costa.
 
De acordo com a lista divulgada hoje pelo partido que forçou esta comissão de inquérito, o Chega quer ouvir o antigo primeiro-ministro, António Costa, e o seu antigo chefe de gabinete Vítor Escária, a atual ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, e as antecessoras Francisca Van Dunem e Catarina Sarmento e Castro.
Além de Luís Neves, na qualidade de anterior diretor nacional da PJ, o Chega quer chamar também ao Parlamento o atual, Carlos Cabreiro, e o antigo diretor Almeida Rodrigues.
O juiz Carlos Alexandre, o ex-secretário-geral do ministro da Administração Interna Ricardo Carrilho, a adjunta do ministro da Administração Interna Valentina Marcelino, a chefe de gabinete de Luís Neves, as jornalistas Sandra Felgueiras e Felícia Cabrita e os sindicatos ligados à PJ também constam da lista.
Da PJ, o partido de André Ventura propõe a audição de nomes que ainda estão ligados à direção daquela polícia e outros que já não, como Pedro do Carmo, João Melo, Veríssimo Milhares ou Álvaro Pires, diretor de serviços de gestão financeira e patrimonial.
Também o empresário da empresa que fez obras na propriedade de Luís Neves, a Construbarcelos, o presidente da Câmara Municipal de Odemira, a presidente da Entidade para a Transparência, o coordenador da operação Pacoba, advogados dos arguidos desta operação ou o motorista que transportou o atrelado com os químicos apreendidos constam desta lista.
Em comunicado, o Chega justifica que a escolha das pessoas a ouvir &quot;foi definido dentro de uma lógica específica: os titulares políticos que interagiram com Luís Neves, os titulares hierárquicos que agiram sob seu comando ou impulso e ainda a teia de obras/ empreitadas, etc., que remetem para um outro conjunto de pessoas e empresas que, por estarem envolvidos grandes montantes de dinheiro público também é importante ouvir&quot;.
Quanto a documentos, o Chega quer ter acesso ao organograma da PJ durante as direções de Luís Neves, bem como informação relativa a nomeações, renovações, exonerações, distribuição de pelouros e delegações de competências.
O partido igualmente que seja enviado ao Parlamento informações sobre a operação Pacoba, incluindo um mapa atualizado da localização e situação de todos os bens apreendidos, orçamentos para a destruição de químicos, comunicações (incluindo mensagens) sobre o armazenamento dos químicos.
São pedidos ainda documentos sobre as obras efetuadas pela Construbarcelos nas sedes da PJ e na casa do ministro, o desaparecimento de &#039;bitcoin&#039; e armas, bens apreendidos que terão sido utilizados por Luís Neves e, ainda, sobre a operação &#039;Influencer&#039;, entre as quais comunicações entre PSP, PJ e Ministério Público.
O Parlamento irá atribuir uma sala reservada para consulta dos documentos com informações mais sensíveis.
A comissão parlamentar de inquérito para &quot;avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor da PJ durante todos os seus mandatos (2018-2026) e eventual responsabilidade de membros do Governo que o nomearam e tutelaram&quot; tomou posse na semana passada.
As próximas reuniões estão agendadas para segunda-feira (de mesa e coordenadores) e para terça-feira (reunião ordinária), duas horas antes do arranque da discussão na generalidade do Orçamento do Estado para 2027. O líder do Chega, André Ventura, preside a este inquérito.
Este inquérito foi forçado pelo Chega na sequência das polémicas que vieram a público nos últimos meses envolvendo Luís Neves, relacionadas com obras numa propriedade do agora ministro feitas por uma empresa que celebrou contratos com a PJ, ou o atrelado com químicos apreendidos numa operação que ficou guardado nas instalações dessa empresa.
Leia Também: Ministro anuncia aumento de 5% no financiamento aos bombeiros em 2027 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:00:15 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Chega, quer, ouvir, mais, pessoas, inquérito, incluindo, António, Costa</media:keywords>
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<title>Livre quer ouvir Luís Neves, Ventura e empreiteiro na comissão à PJ</title>
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<description><![CDATA[ O Livre propôs a audição de Luís Neves na comissão de inquérito aos seus mandatos à frente da Polícia Judiciária (PJ), bem como do presidente da comissão e líder do Chega, André Ventura, e do empreiteiro da Construbarcelos.
 
Da lista divulgada hoje pelo partido constam 25 pessoas, com Luís Neves, atual ministro da Administração Interna e anterior diretor nacional da PJ à cabeça.
O partido propõe também que o presidente da comissão, André Ventura, passe para a cadeira de depoente por ter afirmado &quot;ter na sua posse documentos relevantes para o trabalho da comissão parlamentar de inquérito&quot; que nunca foram divulgados e terão sido levados no alegado assalto ao seu gabinete.
O Livre quer chamar ao Parlamento o empreiteiro da Construbarcelos, empresa que fez obras em edifícios da PJ e numa propriedade de Luís Neves no Alentejo, João Santos Carvalho, bem como a atual ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, e as antecessoras Francisca Van Dunem e Catarina Sarmento e Castro.
Da PJ, o Live quer ouvir o atual diretor nacional, Carlos Cabreiro, o diretor nacional adjunto João Melo, os antigos diretores nacionais adjuntos Veríssimo Milhazes, Luísa Proença e Carlos Farinha, o diretor de serviços de gestão financeira e patrimonial Álvaro Pires, o diretor da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, o diretor do Departamento de Investigação Criminal de Braga e, ainda, vários inspetores e dirigentes.
No que toca a documentos, os deputados do Livre querem aceder a informação sobre a operação Pacoba, incluindo e-mails e comunicações internas sobre a guarda, movimentação e entrega dos químicos apreendidos, e sobre a gestão de bens apreendidos e veículos da PJ, incluindo regulamentos sobre procedimento interno e registos e comunicações sobre a sua utilização e afetação.
O Livre pede ainda documentação sobre contratos celebrados com a Construbarcelos, sobre o desaparecimento de armas e de criptomoeda, nomeadamente relatórios periciais e de investigação, sobre a divulgação de informação sensível sobre inspetores da PJ e agentes do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e, ainda comunicações entre o Governo e a PJ sobre gestão, supervisão e fiscalização.
O Parlamento irá atribuir uma sala reservada para consulta dos documentos que cheguem à comissão de inquérito com informações mais sensíveis.
A comissão parlamentar de inquérito para &quot;avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor da PJ durante todos os seus mandatos (2018-2026) e eventual responsabilidade de membros do Governo que o nomearam e tutelaram&quot; tomou posse na semana passada.
As próximas reuniões estão agendadas para segunda-feira (de mesa e coordenadores) e para terça-feira (reunião ordinária), duas horas antes do arranque da discussão na generalidade do Orçamento do Estado para 2027. O líder do Chega, André Ventura, preside a este inquérito.
Este inquérito foi forçado pelo Chega na sequência das polémicas que vieram a público nos últimos meses envolvendo Luís Neves, relacionadas com obras numa propriedade do agora ministro feitas por uma empresa que celebrou contratos com a PJ, ou o atrelado com químicos apreendidos numa operação que ficou guardado nas instalações dessa empresa.
Leia Também: PCP, Livre e PAN pedem audição do presidente do IHRU no Parlamento ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Depois de &amp;quot;Penguin&amp;quot;, HBO pode lançar mais uma série com vilã de Batman</title>
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<description><![CDATA[ Enquanto os fãs das sagas de banda desenhada da DC Comics continuam a aguardar pelo próximo capítulo de “The Batman” no cinema, parece que a HBO poderá avançar com uma nova série para o serviço de streaming.
 
Tal como aconteceu com “The Penguin”, uma série centrada no vilão Pinguim interpretado por Colin Farrell, a nova série também será focada num vilão conhecido do ‘Cavaleiro das Trevas’. Mais precisamente, numa vilã.
A informação avançada pelo site Deadline indica que esta série será focada em Poison Ivy, a icónica vilão de “Batman” capaz de controlar todo o tipo de plantas e flores. É bom lembrar que a vilã já foi interpretada no passado por Uma Thurman em “Batman &amp; Robin” (de 1997) e também por Lake Bell na série animada “Harley Quinn”.



 HBO revela estrelas para nova temporada de &quot;True Detective&quot; 
Nicolas Cage e Antonio Banderas são os atores escolhidos pela HBO para interpretarem os dois protagonistas da quinta temporada de “True Detective”, cuja produção arrancará no próximo ano de 2027.
 Miguel Patinha Dias | 13:00 - 18/10/2026 

Não se conhecem ainda pormenores sobre a série, com a publicação a indicar que esta série da HBO Max dedicada a Poison Ivy ainda se encontra numa fase muito inicial de desenvolvimento. Assim sendo, também não há rumores sobre qual a atriz que seria escolhida para interpretar Poison Ivy.
Além disso, ficam as dúvidas se esta série terá alguma ligação com os filmes “The Batman” ou com o universo de filmes da DC Comics que estão a ser desenvolvidos por James Gunn.
Por enquanto parece que a produtora executiva e “showrunner” de “The Penguin”, Lauren LeFranc, se encontra em negociações para estar envolvida nesta série de Poison Ivy, mas também teremos de aguardar um pouco mais para termos novidades.
Leia Também: &quot;Girls&quot; está de volta à HBO. Produção com elenco original arranca em 2027 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:00:14 +0100</pubDate>
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<title>PS quer rever portaria de comparticipação de medicamentos para obesidade</title>
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<description><![CDATA[ O PS defendeu hoje que o Governo deve rever a portaria que fixa em 15% a comparticipação dos medicamentos para a obesidade por dificultar o acesso a doentes com menos rendimentos, propondo o alargamento da prescrição aos médicos de família.
 
Numa pergunta enviada, através do Parlamento, à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, os deputados socialistas reconhecem a importância de dar este passo, mas consideram que esta portaria levanta &quot;questões relevantes&quot; no que diz respeito &quot;à adequação da comparticipação, à restrição dos médicos habilitados a prescrever, à capacidade de resposta das unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e à igualdade de acesso em todo o território nacional&quot;.
&quot;A comparticipação de apenas 15% (escalão D) deixa ao doente cerca de 85% do custo de medicamentos de preço elevado, tornando a medida inacessível a grande parte das famílias de rendimentos baixos e médios&quot;, condenam.
O PS aponta ainda o dedo à exclusão dos especialistas em Medicina Geral e Familiar da prescrição destes medicamentos, o que dizem levantar &quot;dúvidas quanto à coerência da medida&quot; já que são estes médicos que acompanham regularmente os doentes.
&quot;Importa justificar a sua exclusão e avaliar a possibilidade de prescrição segundo critérios clínicos definidos e em articulação com as equipas multidisciplinares&quot;, defendem.
Assim, os socialistas perguntam ao Governo se está disponível para rever esta portaria &quot;antes da sua entrada em vigor&quot; com o objetivo de alargar a prescrição aos médicos de família e eliminar a exigência de afetação ao centro de custo da Equipa Multidisciplinar de Obesidade (EMO).
O PS quer ainda conhecer a &quot;fundamentação clínica e técnica&quot; que esteve na base da decisão do Governo &quot;fixar em 15% a comparticipação destes medicamentos&quot; e também de &quot;excluir outros especialistas, entre eles os médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar da prescrição destes medicamentos ao abrigo do regime comparticipado&quot;.
&quot;Foram ouvidos a Ordem dos Médicos, o respetivo Colégio de Especialidade e a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar&quot;, questionam.
Os socialistas perguntam ainda ao ministério tutelado por Ana Paula Martins por que razão &quot;a prescrição fica limitada a endocrinologistas, internistas e pediatras que integrem formalmente o Núcleo de Cuidados Hospitalares da EMO e afetos ao respetivo centro de custo&quot;, o que impede a prescrição por outros especialistas destas mesmas áreas no SNS.
Entre os outros aspetos sobre os quais os socialistas querem esclarecimentos são o número de Unidades Locais de Saúde que têm uma Equipa Multidisciplinar de Obesidade em funcionamento e quantos médicos estão hoje habilitados a prescrever ao abrigo deste regime.
O PS pede ainda que seja adiantado qual o tempo de espera previsto para uma primeira consulta e como será garantida a equidade territorial no acesso tendo em conta os critérios fixados nesta portaria.
&quot;O que acontece aos doentes ao fim dos 12 meses de comparticipação, tratando-se de uma doença crónica? Está prevista a continuidade da comparticipação para os doentes que atinjam os objetivos terapêuticos?&quot;, perguntam também.
Leia Também: Diabéticos lamentam que comparticipação de medicamentos fique nos 15% ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:00:16 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Galaxy Fit4: Novas imagens revelam design do novo relógio da Samsung</title>
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<description><![CDATA[ O último relógio inteligente da Samsung dedicado à prática de exercício físico, o Galaxy Fit3, foi lançado em fevereiro de 2024 e, se tem esperado ansiosamente por uma nova geração do dispositivo, parece que não terá de esperar muito mais.
 
O site Android Authority acaba de partilhar imagens do Galaxy Fit4, o que nos permite ver pela primeira o design e algumas das cores que foram escolhidas pela Samsung para esta nova geração do relógio.
Esta fuga de informação indica que a Samsung deverá continuar a seguir o design do antecessor com o Galaxy Fit4, que volta a exibir um mostrador rectangular com cantos arredondados. No que diz respeito às cores, acredita-se que estará disponível em preto, branco e azul claro.



 Nova imagem revela novo design dos Galaxy S27 topos de gama 
A Samsung só deverá anunciar oficialmente a série Galaxy S27 entre janeiro e fevereiro de 2027, mas uma nova imagem já confirmou o tipo de design que os interessados poderão encontrar no Galaxy S27 Pro e no Galaxy S27 Ultra.
 Miguel Patinha Dias | 18:00 - 20/10/2026 

Mesmo que a Samsung não tenha aproveitado esta nova oportunidade para integrar novidades no departamento de design, é possível que estes quase dois anos de espera tenham servido para a tecnológica rechear o Galaxy Fit4 de novas funcionalidades.
Não se sabe ainda quando é que a Samsung anunciará oficialmente este Galaxy Fit4, mas é possível que o relógio acabe por ser lançado no começo de 2027 juntamente com a série de telemóveis Galaxy S27.
Pode ver acima um vídeo que mostra o Galaxy Fit4 de praticamente todos os ângulos.
Leia Também: O próximo dobrável da Samsung será exclusivo da China ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Francisco César entrega recandidatura à liderança do PS/Açores</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS/Açores, Francisco César, entregou hoje a sua recandidatura à presidente Comissão Regional de Jurisdição, Isabel Almeida Rodrigues, sendo o único socialista que se apresenta a votos.
 
O socialista sublinhou, na sede do PS/Açores, em Ponta Delgada, que a sua recandidatura significa que será o candidato do partido às próximas eleições legislativas regionais, em 2028, uma vez, uma vez que o próximo mandato &quot;ultrapassa a marcação regular do próximo ato eleitoral, em 2028&quot;.
Numa declaração aos jornalistas, o candidato considerou que &quot;é possível voltar a acreditar que os Açores têm futuro&quot; e que &quot;pode existir um governo que tem a capacidade de resolver e ajudar as pessoas a terem o futuro que sempre quiseram&quot;.
Afirmando que &quot;há muita gente hoje que, apesar de trabalhar, de ter um rendimento, não consegue cumprir o mínimo para o seu dia a dia, e passam por muitas dificuldades&quot;, Francisco César defendeu que tem de se &quot;ter sensibilidade e dar respostas a quem verdadeiramente precisa, não apenas numa perspetiva assistencialista, mas também acreditando que é possível fazer a economia crescer e fazer o Governo funcionar&quot;.
Para Francisco César, também tem de se ter a &quot;capacidade de perceber que hoje, nos Açores, há que ter um nível de qualificação que seja compatível, ou pelo menos semelhante, ao que existe no resto da Europa&quot;.
O candidato considerou que existem &quot;desafios relacionados com a situação financeira da região&quot; que &quot;estão a condicionar quer a atividade económica, quer o provimento de bens públicos, como, por exemplo, a saúde&quot;, que &quot;necessita de respostas diferentes&quot;.
Francisco César afirmou que pretende uma &quot;mudança tranquila que tenha a capacidade de reformar, de fazer melhor&quot;, que &quot;permita contar com todos e não apenas os simpatizantes do PS&quot;, um vez que &quot;os Açores não podem ser construídos separando&quot;.
A 26 de setembro, o líder do PS/Açores admitiu abster-se na votação do Orçamento regional de 2027, mas estabeleceu como condições que a coligação PSD/CDS-PP/PPM contribua para a redução do custo de vida e a descida do preço dos combustíveis.
&quot;Se o Governo Regional quer que o PS/Açores seja parceiro na aprovação do Orçamento, através de uma abstenção, vai ter que ter em atenção várias questões, nomeadamente a questão do custo de vida e a descida do preço dos combustíveis&quot;, afirmou, na altura, Francisco César.
O PS/Açores agendou para 15 a 17 de janeiro o congresso regional, em Angra do Heroísmo.
A 14 de novembro, terão lugar as eleições para delegados ao congresso e para a liderança do partido.
Leia Também: Parlamento dos Açores rejeita redução de financiamento comunitário ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:00:12 +0100</pubDate>
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<title>PCP quer ouvir Luís Neves e atual diretor da PJ na comissão de inquérito</title>
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<description><![CDATA[ O PCP quer chamar à comissão de inquérito aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária, o atual ministro da Administração Interna, a ex-diretora nacional adjunta e o atual diretor da PJ, Carlos Cabreiro.
 
A lista de pessoas que o PCP quer chamar à comissão de inquérito, hoje divulgada, é composta por apenas quatro nomes.
Os comunistas querem ouvir a figura que está no centro deste inquérito, o atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, na qualidade de ex-diretor nacional da PJ, cargo que exerceu entre 2018 e o início deste ano, e também Luísa Proença, que foi diretora nacional adjunta no mesmo período.
O PCP quer chamar também o atual diretor nacional da Judiciária, Carlos Cabreiro, que sucedeu a Luís Neves, e ainda Álvaro Pires, diretor de serviços de gestão financeira e patrimonial da PJ.
No que toca a documentos, o PCP não pediu nenhum para já. Fonte oficial do grupo parlamentar indicou à Lusa que essa questão será avaliada &quot;dependendo do andamento das audições&quot;.
A comissão parlamentar de inquérito para &quot;avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor da PJ durante todos os seus mandatos (2018-2026) e eventual responsabilidade de membros do Governo que o nomearam e tutelaram&quot; tomou posse na semana passada.
As próximas reuniões estão agendadas para segunda-feira (de mesa e coordenadores) e para terça-feira (reunião ordinária), duas horas antes do arranque da discussão na generalidade do Orçamento do Estado para 2027. O líder do Chega, André Ventura, preside a este inquérito.
Esta comissão de inquérito foi forçada pelo Chega na sequência das polémicas que vieram a público nos últimos meses envolvendo Luís Neves, relacionadas com obras numa propriedade do agora ministro feitas por uma empresa que celebrou contratos com a PJ, ou o atrelado com químicos apreendidos numa operação que ficou guardado nas instalações dessa empresa.
[Notícia atualizada às 17h50]
Leia Também: Ministro anuncia aumento de 5% no financiamento aos bombeiros em 2027 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:00:12 +0100</pubDate>
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<title>PSD diz que Orçamento da Madeira vai ser superior ao deste ano</title>
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<description><![CDATA[ O PSD indicou hoje que o Orçamento da Madeira para 2027 vai ser superior em mais de 100 milhões de euros face ao deste ano, que é de 2.329 milhões, e mantém a redução da carga fiscal como uma prioridade.
 
&quot;É um bom Orçamento para 2027, é um Orçamento que cresce, apesar de não ter verbas do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], é um Orçamento que mantém prioridades, como a redução da carga fiscal&quot;, disse o líder do grupo parlamentar social-democrata, Jaime Filipe Ramos, vincando que os madeirenses pagam menos 220 milhões de euros de impostos por ano em relação aos contribuintes do continente.
Jaime Filipe Ramos falava aos jornalistas após uma audiência com o secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, no Funchal, no âmbito da preparação da proposta de Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2027.
O governante insular recebeu hoje em audiência prévia os representantes dos seis partidos com assento no parlamento regional – PSD, JPP, PS, Chega, CDS-PP e IL.
O dirigente social-democrata disse que a proposta do executivo madeirense (PSD/CDS-PP) aponta um acréscimo de mais de 100 milhões no próximo ano.
O Orçamento da Madeira em vigor este ano, no valor de 2.329 milhões de euros, foi aprovado em 17 de dezembro de 2025, em votação final global, com os votos favoráveis da maioria PSD/CDS-PP, contra de JPP, PS e Chega e abstenção da IL.
O Plano de Investimentos do Governo da Madeira, no montante de 1.002 milhões de euros, também foi aprovado por maioria, com os votos a favor de PSD/CDS-PP, contra do PS e a abstenção de JPP, Chega e IL.
Jaime Filipe Ramos destacou que o Orçamento para 2027 não conta com verbas do PRR, mas, por outro lado, regista um aumento das transferências do Orçamento do Estado, num total de 308,6 milhões de euros, mais 14,3 milhões do que este ano.
O social-democrata disse ainda que a região vai baixar o IRC para 12,6% em 2027 e vai manter a taxa reduzida do IVA em 4% para 96 bens e serviços essenciais.
&quot;O Governo mantém uma aposta na área social, com destaque na habitação&quot;, disse, explicando que &quot;apesar de não haver PRR, o Governo tem uma estimativa de construção anual entre 200 a 250 novas casas&quot;.
Segundo Jaime Filipe Ramos, também haverá um reforço de 40 milhões de euros na área da saúde.
&quot;É acima de tudo um Orçamento positivo e é um Orçamento que ajuda as famílias num momento difícil e ajuda a região também a continuar a sua vitalidade económica, importante para manter o baixo nível de desemprego e melhorar os salários&quot;, afirmou.
Leia Também: JPP quer IVA mais baixo e habitação pública no Orçamento da Madeira 2027 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:00:12 +0100</pubDate>
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<title>Ucrânia: Aplicação mostra drones e mísseis russos em tempo real</title>
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<description><![CDATA[ As autoridades ucranianas começaram a transmitir em direto a presença e os movimentos dos drones e mísseis de cruzeiro russos através da aplicação de alerta aéreo, enquanto o país procura adaptar-se a ataques quase constantes.
 
Quando em Lviv (oeste) começam a soar as sirenes antiaéreas, a primeira reação de muitos dos transeuntes é pegar nos telemóveis.
Nos últimos sete dias, a cidade passou mais de 72 horas em alerta, mas a maioria das lojas permanece aberta e as ruas continuam cheias de carros e peões, segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Mais de dez milhões de ucranianos descarregaram a aplicação patrocinada pelo Governo que agora mostra, quase em tempo real, a localização e a direção aproximadas das ameaças aéreas inimigas.
&quot;Durante os ataques aéreos, cada minuto conta para a segurança das pessoas. Por isso, é importante que as pessoas tenham acesso rápido a informações verificadas pelo exército&quot;, afirmou o primeiro-ministro Serhii Koretskyi aquando do lançamento da versão atualizada da aplicação.
O objetivo do mapa com informações em tempo real é ajudar a população, as empresas e as instituições a organizar as suas atividades diárias de forma mais eficiente, agora que os ataques russos ocorrem várias vezes ao dia, e não apenas durante a noite, como costumava acontecer há apenas alguns meses.
&quot;Faz-me lembrar serviços de táxi como o Uber&quot;, disse, em Lviv, a professora de inglês Zoreslava Taraj, de 38 anos, referindo-se à aplicação.
Durante os intensos ataques noturnos, mantém-se afastada das janelas para minimizar os riscos.
Durante o dia, consulta a aplicação para verificar a que distância estão os drones antes de ir para o trabalho ou sair para fazer recados.
Antes do aparecimento deste mapa, as autoridades locais e a Força Aérea emitiam apenas alertas gerais sobre a presença de drones e mísseis, sem fornecer números, localizações ou rumo.
Por isso, muitos ucranianos recorriam a canais informais do Telegram, que combinavam informações passadas por soldados com acesso aos radares do Exército, declarações institucionais e avistamentos relatados pela população nas redes sociais ou em aplicações especializadas.
A longa duração dos alertas também fez com que muitos deixassem de reagir por completo, para poderem continuar com a sua vida quotidiana.
A Rússia tem intensificado os bombardeamentos de longo alcance contra a Ucrânia, num momento em que Kyiv dispõe de um arsenal reduzido de intercetores de mísseis balísticos.
Moscovo também tem massificado a sua utilização de drones com propulsor a jato, mais difíceis de intercetar.
Leia Também: Ucrânia: UE estará representada nas próximas conversações de paz ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:00:11 +0100</pubDate>
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<title>Do &amp;quot;não vejo caso&amp;quot; ao &amp;quot;inaceitável&amp;quot;: Partidos reagem à polémica do IHRU</title>
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<description><![CDATA[ As declarações do presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) estão a marcar o final desta semana e, entre &quot;não ter sido feliz&quot; naquilo que disse sobre a sociedade atual não estar &quot;disponível para o mesmo  nível de sacrifício&quot; que gerações anteriores, houve reações partidárias.
 
As reações começaram a chegar ainda na quinta-feira, quando as declarações foram feitas, mas, entretanto, já os partidos fizeram as suas considerações sobre o que foi dito.
Recorde-se que, enquanto falava aos jornalistas, Benjamim Pereira disse: &quot;Já fomos todos jovens, não é? (...) E percebemos essa dificuldade. Eu não sei se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício que os nossos pais e os nossos avós fizeram para ter uma casa. E a casa, apesar de estar&quot;.
Já esta sexta-feira, o presidente do IHRU emitiu um comunicado, no qual admitiu que suas declarações sobre o sacrifício dos jovens para comprar casa não foram felizes. &quot;Embora sem qualquer intenção, aceito não ter sido feliz em todas as expressões que utilizei, mas acredito no que estou a fazer, acredito no caminho delineado pela tutela e dou todos os dias o meu melhor, colocando ao serviço dos portugueses a minha experiência profissional e política adquirida ao longo de anos de trabalho e de serviço público&quot;.
Das justificações suficientes ao pedido de demissão
Os responsáveis políticos dividem-se entre quem condena - e quem não -, passando até por aqueles que, não ficando muito &quot;felizes&quot; com as declarações do responsável do IHRU, não querem a sua demissão.
O deputado do Chega Francisco Gomes pediu hoje a demissão de todo o Governo, acusando o Executivo de &quot;incompetência&quot; e defendendo que o seu partido liderado por André Ventura está pronto para governar e virar a página. &quot;Que se vá ele [Benjamim Pereira], que se vá Montenegro, que vão todos os amigos do PSD, porque nós precisamos de uma nova página na política. E uma nova página não se escreve com os mesmos de sempre. Nós precisamos de mudar de pessoas. Só assim é que conseguimos mudar o país&quot;, enfatizou.
Também o Bloco de Esquerda exigiu a saída do presidente do IHRU e, pela voz do deputado único Fabian Figueiredo, foi justificado: &quot;Benjamim Pereira não está, nem tecnicamente, nem politicamente, apto para o cargo que ocupa. Ele está no cargo há dois anos e ainda não conseguiu pôr o apoio à renda a funcionar. Incompetência técnica&quot;.
O porta-voz do Livre, Jorge Pinto, condenou as declarações de Benjamim Pereira e criticou o silêncio do primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre as manifestações contra a crise da habitação. &quot;As declarações foram vergonhosas, foram inaceitáveis e foram em boa medida até provocatórias, perante tudo aquilo que está a acontecer no país&quot;, criticou Jorge Pinto, em declarações à agência Lusa.
Para Jorge Pinto, o recuo dado pelo presidente do IHRU no comunicado &quot;não basta&quot;, sustentando que as palavras do responsável do IHRU demonstraram que as pessoas que estão &quot;no topo do Estado&quot; e têm &quot;uma palavra a dizer sobre o que fazer para solucionar os problemas da habitação&quot; mostram estar afastados dos &quot;problemas concretos dos portugueses&quot;.
Já a Iniciativa Liberal (IL) considerou infelizes as declarações do presidente do IHRU, mas não pediu a sua demissão, alegando que os problemas do setor da habitação são mais profundos e não se resolvem com a saída de uma pessoa.
&quot;[...] Nós, na Iniciativa Liberal, não queremos cabeças a rolar, nós queremos gruas a funcionar. O problema do IHRU não é este presidente, vem de trás, vem de há muitos anos e nunca foi resolvido&quot;, disse líder parlamentar da IL, Mário Amorim Lopes.
Paula Santos, líder parlamentar do PCP, considerou as declarações do presidente do IHRU &quot;inaceitáveis&quot;. &quot;Revelam um profundo desprezo pela situação dos jovens no nosso país [...]. O PCP vai requerer audição do presidente do IHRU na respetiva Comissão porque, de facto, estas declarações exigem um Confronto&quot;, apontou.
O PAN também quer chamar o Benjamim Pereira à Assembleia da República. &quot;Não apenas para esclarecer as suas declarações, porque o mesmo já se veio retratar, mas acima de tudo, [para explicar] o que é que o IHRU está a fazer para dar a resposta à crise habitacional que estamos a viver e que, de forma legítima, os jovens se estão a manifestar&quot;, disse a porta-voz do partido, Inês Sousa Real.
Do lado do Partido Social Democrata (PSD), Hugo Soares reagiu desde logo, ainda na quinta-feira, dizendo que não via &quot;caso&quot; neste episódio. &quot;Eu não vejo aqui caso, honestamente. Percebo que nós estamos todos com um grau de conflitualidade no debate político e público demasiado alto, mas eu não vejo caso nas palavras do senhor presidente do IHRU, porque eu entendi-as desta forma: &#039;Os jovens não querem fazer nem devem fazer este sacrifício&#039;. Ele diz que os jovens não devem emigrar, ele diz exatamente isso&quot;, afirmou, em entrevista à SIC Notícias.
Pedido de desculpas aceite pelo Governo
Por outro lado, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, considerou infelizes as declarações em causa, exigindo explicações a Benjamim Pereira - que mais tarde emitiu o comunicado referido acima.
Já esta tarde, confrontado novamente sobre o que foi dito ontem, Pinto Luz apontou que Benjamim Pereira se &quot;retratou&quot; na nota e que as explicações foram &quot;necessárias e suficientes&quot;. Desta forma, considerou, &quot;estão reunidas condições para que o instituto prossiga com o seu trabalho&quot;.



 Presidente do IHRU questiona sacrifícios dos jovens para ter casa 
O presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) disse hoje não saber &quot;se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício&quot; da anterior, recordando que os seus próprios avós emigraram &quot;para poderem ter uma casa&quot;.
 Lusa | 16:12 - 22/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>JPP quer IVA mais baixo e habitação pública no Orçamento da Madeira 2027</title>
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<description><![CDATA[ O JPP defendeu hoje que o Orçamento da Madeira para 2027 deve contemplar a redução do IVA e medidas para promover a construção de habitação pública, bem como apoios aos bananicultores e verbas para uma rampa portuária.
 
&quot;Achamos que o Governo [PSD/CDS-PP] deve pensar em aprovar estas quatro propostas&quot;, afirmou o líder do Juntos Pelo Povo (JPP), Élvio Sousa, vincando que, no total, o partido vai apresentar cerca de 20 medidas para incluir no Orçamento.
O dirigente falava aos jornalistas após uma audiência com o secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, no Funchal, no âmbito da preparação da proposta de Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2027.
O governante insular recebe hoje em audiência prévia os representantes dos seis partidos com assento no parlamento regional, tendo já ouvido IL, CDS-PP, Chega e PS estando ainda agendado um encontro com o PSD, que suporta o executivo em coligação com o CDS-PP.
&quot;Está na altura de baixar o IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado], menos 3 pontos percentuais [na taxa geral de 22%]. É benéfico para as famílias e para as empresas&quot;, disse Élvio Sousa.
Já ao nível da habitação, a proposta do JPP visa o estabelecimento de contratos-programa com municípios que disponham de bolsas de terreno, para construir habitação pública.
Em relação aos bananicultores, Élvio Sousa defende a fixação do preço da banana extra em 1,36 euros/quilograma, considerando que representa um ganho expressivo, face ao preço atualmente praticado (1 euro).
O JPP considera, por outro lado, que o Governo Regional deve programar a construção de uma nova rampa portuária, face à eventual entrada em funcionamento de uma ligação ferry de passageiros e mercadorias entre a Madeira e o continente, que diz ser uma &quot;vontade política de todos&quot;.
O Juntos Pelo Povo é o maior partido da oposição madeirense, com 11 deputados num total de 47 que compõem a Assembleia Legislativa.
O Orçamento da Madeira em vigor este ano, no valor de 2.329 milhões de euros, foi aprovado em 17 de dezembro de 2025, em votação final global, com os votos favoráveis da maioria PSD/CDS-PP, contra de JPP, PS e Chega e abstenção da IL.
O Plano de Investimentos do Governo da Madeira, no montante de 1.002 milhões de euros, também foi aprovado por maioria, com os votos a favor de PSD/CDS-PP, contra do PS e a abstenção de JPP, Chega e IL.
Leia Também: Parlamento levanta imunidade a deputado do JPP suspeito de crime ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:00:10 +0100</pubDate>
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<title>PS questiona Governo sobre LPM e calendário para substituição dos F&#45;16</title>
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<description><![CDATA[ O PS quer saber quando é que o Governo tenciona apresentar ao parlamento a Lei de Programação Militar, que tem que ser revista este ano, e se a substituição dos caças F-16 vai constar ou não desta proposta.
 
Numa pergunta dirigida ao Ministério da Defesa Nacional, tutelado por Nuno Melo, a bancada do PS lembra que a Lei de Programação Militar (LPM), que estabelece o investimento público em meios e equipamentos para as Forças Armadas a 12 anos, tem revisão prevista para este ano, com entrada em vigor em 2027, &quot;e coincide com um momento em que Portugal tem de decidir a substituição da esquadra de aeronaves F-16, que se aproxima do fim do seu ciclo de vida, num investimento que se afigura muito avultado&quot;.
O PS defende que, nos últimos meses, &quot;o Governo tem prestado declarações públicas sobre esta matéria que nem sempre coincidem, deixando por esclarecer o calendário da revisão da LPM, o momento da decisão sobre os F-16 e a relação entre os dois processos&quot;.
Citando várias declarações, os socialistas recordam que em maio, Nuno Melo afirmou que a substituição dos F-16 iria &quot;estar na LPM ou fora da LPM, dependendo desde logo também das conclusões de um grupo de trabalho&quot; criado para rever a lei.
Em setembro, em entrevista à Lusa, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), general Cartaxo Alves, afirmou que o programa de substituição dos F-16 &quot;já estava previsto ser incluído na Lei de Programação Militar&quot; e que constaria da nova proposta, que se encontrava &quot;em fase final de elaboração&quot;. Depois desta entrevista, Nuno Melo continuou a deixar em aberto a inclusão ou não deste investimento na LPM.
Esta semana, em entrevista ao Público e à Renascença, Nuno Melo afirmou que a revisão da LPM &quot;acontece este ano, necessariamente, havendo já um documento preliminar fechado para discussão ao nível do Governo&quot;. Sobre a substituição das aeronaves F-16, declarou que a decisão &quot;este ano não será certamente, mas será tão breve quanto possível&quot;.
Para o PS, perante estas declarações, &quot;não é claro se a revisão da LPM que «acontece este ano» significa a entrega da proposta de lei na Assembleia da República ou apenas a sua conclusão no plano do Governo, quando faltam pouco mais de dois meses para o fim do ano e o documento está ainda em fase preliminar&quot;.
Os socialistas alertam que a Assembleia da República vai entrar em breve no processo de debate da proposta de Orçamento do Estado para 2027, altura em que os trabalhos se dedicam apenas a este tema, &quot;e o processo de apreciação da LPM, entre fase de generalidade e especialidade, tem um tempo próprio que deve ser respeitado para que a Comissão de Defesa Nacional faça o escrutínio próprio e devido&quot;.
A bancada do PS também não compreende se o programa de substituição dos F-16 &quot;constará afinal da LPM, como afirma o senhor general CEMGFA, ou poderá ficar fora dela, como admitiu o senhor ministro&quot;.
Realçando que está em causa &quot;uma das decisões de investimento mais relevantes das próximas décadas para as Forças Armadas&quot;, o PS considera que o parlamento &quot;não pode acompanhar este processo através de entrevistas com informação parcial e por vezes contraditória&quot;.
Neste contexto, os socialistas querem saber quando é que o Governo prevê entregar no parlamento a proposta de lei de revisão da LPM e se o programa de substituição dos F-16 &quot;vai ou não constar&quot; da proposta. O PS questiona ainda &quot;como é que o Governo pretende assegurar o financiamento desse investimento&quot;.
&quot;Constando o programa de substituição das aeronaves F-16 na proposta de revisão da LPM que dará entrada na Assembleia da República até ao final do ano, como pode o senhor ministro afirmar que a decisão só será tomada no próximo ano?&quot;, perguntam.
A bancada quer ainda saber se &quot;há ou não uma decisão final&quot; sobre a substituição dos caças, e &quot;qual o calendário previsto para a abertura do processo e para a decisão final&quot;.
O negócio de substituição dos F-16 está a ser disputado entre os norte-americanos da Lockheed Martin (que produzem os F-35 Lightning II), os suecos da Saab (Gripen E), o consórcio europeu que inclui a Airbus (caças Eurofighters Typhoon) e os franceses da Dassault Aviation (Rafale).
Leia Também: PS garante que propostas ao OE2027 não agravam saldo orçamental ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:00:16 +0100</pubDate>
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<title>PCP, Livre e PAN pedem audição do presidente do IHRU no Parlamento</title>
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<description><![CDATA[ O PCP, o Livre e o PAN pediram hoje a audição parlamentar do presidente do IHRU, considerando que as suas declarações foram inaceitáveis e infelizes, enquanto o BE insistiu que Benjamim Pereira deve demitir-se.
 
Os partidos reagiam no Parlamento às declarações do presidente do IHRU, Benjamim Pereira, que disse, esta quinta-feira, não saber &quot;se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício&quot; da anterior, recordando que os seus próprios avós emigraram &quot;para poderem ter uma casa&quot;.
A líder parlamentar do PCP, Paula Santos, considerou que as declarações de Benjamim Pereira &quot;foram inaceitáveis e revelam um profundo desprezo pela situação dos jovens&quot; e &quot;insensibilidade relativamente àquilo que são as consequências das políticas que estão a ser seguidas pelo Governo&quot;.
&quot;O PCP vai requerer audição do presidente do IHRU na respectiva comissão porque, de facto, estas declarações exigem um confronto&quot;, anunciou, considerando que o comunicado divulgado hoje pelo dirigente &quot;não limpa a face&quot;.
A deputada comunista afirmou que as palavras do dirigente são contrárias à Constituição e considerou ainda que a intervenção do IHRU tem ficado &quot;muito aquém daquilo que é necessário para enfrentar o problema da habitação&quot;.
A líder do Livre Isabel Mendes Lopes considerou as declarações &quot;absolutamente inaceitáveis&quot; e anunciou que o partido também pedirá a audição do presidente do IHRU no Parlamento.
&quot;Nós precisamos, à frente das entidades que promovem as políticas de habitação, de pessoas que percebam o que é que está em causa, percebam o nível de sacrifício, percebam o nível de dificuldade com que jovens e não jovens se deparam com este problema em Portugal [...]. Não é isso que vemos nem por parte do Governo nem por parte do Presidente do IHRU&quot;, justificou.
A porta-voz e deputada única do PAN, Inês de Sousa Real, afirmou que as palavras do presidente do IHRU foram &quot;manifestamente infelizes&quot;, solidarizando-se com os &quot;jovens que em Portugal não conseguem sair de casa do país&quot;.
Sousa Real defendeu que &quot;seria importante&quot; perceber &quot;o que é que o IHRU anda a fazer efetivamente&quot; e que é &quot;será necessário&quot; chamar à Assembleia da República Benjamim Carvalho.
&quot;Para esclarecer não apenas as suas declarações, porque o mesmo já se veio retratar, mas acima de tudo o que é que o IHRU está a fazer para dar a resposta à crise habitacional que estamos a viver e pela qual, de forma legítima, os jovens se estão a manifestar&quot;, frisou.
Também o BE falou no Parlamento, com o deputado Fabian Figueiredo a insistir no pedido de demissão do presidente do IHRU, acusando-o de não estar &quot;nem tecnicamente nem politicamente apto para o cargo que ocupa&quot;.
O bloquista disse que o dirigente &quot;está no cargo há dois anos e ainda não conseguiu pôr o apoio à renda a funcionar&quot;, revelando &quot;incompetência técnica&quot;, e demonstrou, com as declarações desta quinta-feira, que está &quot;completamente desfasado da realidade&quot;.
Fabian Figueiredo elogiou as palavras do ministro da Habitação, Miguel Pinto Luz, a criticar a intervenção de Benjamim Pereira e sublinhou que o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, &quot;foi o único português deste país que achou que as declarações do presidente do IHRU são aceitáveis&quot;.
&quot;Não será certamente indiferente o facto de Benjamim Pereira ser um &#039;boy&#039; do PSD Braga. Benjamim Pereira fez carreira pública no PSD Braga. Foi presidente da Câmara de Esposende&quot;, acrescentou.



 Presidente do IHRU: &quot;Aceito não ter sido feliz em todas as expressões&quot; 
O presidente do IHRU, Benjamim Pereira, admitiu que suas declarações sobre o sacrifício dos jovens para comprar casa não foram felizes, após o ministro Miguel Pinto Luz pedir esclarecimentos.
 Beatriz Vasconcelos com Lusa | 10:30 - 23/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:00:16 +0100</pubDate>
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<title>PSD acusa Câmara de Coruche de inaugurar equipamentos sem condições</title>
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<description><![CDATA[ O eleito do PSD na Câmara de Coruche, Francisco Gaspar, acusou hoje o executivo de ter inaugurado ou anunciado equipamentos públicos antes de estes reunirem condições para entrar em funcionamento, defendendo que a situação está a prejudicar a população.
 
&quot;Aquilo que mais me preocupa não é o investimento realizado, mas as expectativas que foram criadas junto das pessoas. Estamos a falar de idosos, de doentes oncológicos e de cidadãos que precisavam destas respostas e que continuam à espera delas&quot;, afirmou o eleito social-democrata.
Entre os exemplos apontados está a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) da Fajarda, inaugurada em 2025.
Francisco Gaspar recordou que o equipamento resultou de um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros, com aproximadamente 700 mil euros de financiamento comunitário, mas considerou &quot;incompreensível&quot; que, passados 16 meses, continue sem estar disponível para os utentes.
Segundo o vereador, após a inauguração foram identificadas &quot;várias patologias no edifício e problemas relacionados com infraestruturas essenciais&quot;, situação que obrigou a intervenções posteriores.
&quot;Quando uma infraestrutura é inaugurada e depois é preciso corrigir problemas estruturais e técnicos para que possa funcionar, isso significa que a inauguração aconteceu cedo demais&quot;, considerou.
O responsável classificou a inauguração como uma iniciativa &quot;puramente eleitoralista&quot;, argumentando que criou expectativas junto da população idosa sem que o equipamento estivesse preparado para receber utilizadores.
O vereador criticou igualmente a situação da unidade de cuidados continuados destinada a doentes oncológicos, projeto apresentado em 2025 com um investimento estimado em 800 mil euros e cuja entrada em funcionamento chegou a ser apontada para o final de 2026.
&quot;Estamos a falar de uma resposta extremamente importante para pessoas que enfrentam situações de grande fragilidade. Criou-se a expectativa de que esta unidade estaria disponível num determinado prazo e, neste momento, percebe-se que isso dificilmente acontecerá&quot;, referiu.
Outra das críticas incidiu sobre o elevador panorâmico da Calçadinha, também inaugurado em 2025, integrado numa intervenção de requalificação avaliada em cerca de dois milhões de euros.
De acordo com Francisco Gaspar, o equipamento tem registado sucessivas avarias e permanecido mais tempo fora de serviço do que em funcionamento.
O vereador referiu que o executivo municipal tem apontado problemas relacionados com peças e com a manutenção do sistema, justificações que considerou insuficientes perante o montante investido e &quot;os objetivos de melhoria da mobilidade na vila&quot;.
Para o vereador, os três casos revelam uma prática &quot;de comunicação política centrada no anúncio e inauguração das obras, em detrimento da sua efetiva utilização&quot;.
&quot;As obras não existem para serem inauguradas. Existem para servir as pessoas. O que interessa aos munícipes não é cortar uma fita, é poder utilizar os equipamentos quando deles necessitam&quot;, concluiu.
Na última reunião do executivo, o presidente da Câmara de Coruche, Nuno Azevedo, anunciou que a autarquia prevê entregar à Associação de Reformados e Pensionistas da Fajarda as instalações da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) no início de novembro, depois de concluídos os testes necessários ao funcionamento do edifício.
Relativamente à futura Unidade de Cuidados Continuados, o presidente da câmara explicou que o edifício da antiga Zona Agrária tem sido alvo de &quot;trabalhos de limpeza e desobstrução&quot;, enquanto decorre o levantamento arquitetónico necessário à elaboração do projeto.
De acordo com o autarca, a conclusão daqueles trabalhos permitirá finalizar o levantamento técnico do imóvel, estando a entrega do respetivo relatório prevista para o final deste mês pela empresa responsável.
Na mesma reunião, o presidente da Câmara reconheceu ainda que o elevador panorâmico da Calçadinha está avariado &quot;há demasiado tempo&quot;, justificando o atraso na reparação com divergências entre o instalador e a empresa de manutenção e com a necessidade de importar uma peça para substituir o variador de velocidades. Segundo o autarca, o equipamento deverá voltar a funcionar durante a próxima semana.
Leia Também: Morreu Jorge Neto, antigo deputado do PSD. Tinha 69 anos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:00:16 +0100</pubDate>
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<title>Meta reporta crescimento de 39% no lucro até setembro</title>
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<description><![CDATA[ A tecnológica norte-americana Meta anunciou hoje um lucro de 52,481 mil milhões de dólares (46,7 mil milhões de euros) até setembro, mais 39% face ao período homólogo, impulsionado pela publicidade nas suas redes sociais e pela inteligência artificial (IA).
 
Detentora das redes WhatsApp, Instagram e Facebook, a empresa registou uma receita de 181,712 mil milhões (161,8 mil milhões de euros) entre janeiro e setembro, mais 29% face ao período homólogo, segundo comunicado divulgado após o fecho do mercado de Wall Street.
O fundador e diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, destacou que a empresa alcançou no último trimestre &quot;marcos&quot; em IA, como o lançamento do Muse e do Muse Wonder, o seu &quot;primeiro modelo de fronteira&quot;, do mesmo género que os das concorrentes OpenAI e Anthropic.
Os &quot;investimentos estão a dar frutos&quot; e a empresa apresenta um &quot;avanço acelerado&quot;, afirmou Zuckerberg, segundo o comunicado da Meta.
Leia Também: Facebook ordenado a pagar 25 mil milhões em processo nos EUA ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:00:15 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Não queremos cabeças a rolar, queremos gruas a funcionar&amp;quot;, diz IL</title>
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<description><![CDATA[ A IL considerou hoje infelizes as declarações proferidas pelo presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), mas não pediu a sua demissão, alegando que as respostas aos problemas do setor não passam por esse ato.
 
Esta posição foi tomada pelo líder parlamentar da Iniciativa Liberal, Mário Amorim Lopes, em declarações aos jornalistas, no Parlamento, numa reação às afirmações feitas pelo presidente do IHRU, Benjamim Pereira.
Na quinta-feira, em Vila Nova de Gaia, Benjamim Pereira disse não saber &quot;se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício&quot; da anterior, argumentando que os seus próprios avós emigraram &quot;para poderem ter uma casa&quot;.
Para o líder parlamentar da IL, essas declarações do presidente do IHRU &quot;não foram felizes&quot; e &quot;o próprio já hoje o reconheceu&quot;.
&quot;A política serve precisamente para que as próximas gerações não tenham de fazer os sacrifícios dos nossos avós e dos nossos pais. Não quero que os meus filhos e que os filhos dos portugueses tenham de emigrar para amealhar dinheiro, para depois voltarem a Portugal e então conseguirem comprar uma casa&quot;, salientou Mário Amorim Lopes.
Porém, para o presidente da bancada dos liberais, na atual conjuntura, &quot;não se pode perder o foco do essencial&quot; em relação ao setor da habitação.
&quot;E, antecipando a pergunta se [o presidente do IHRU] deveria demitir-se, nós, na Iniciativa Liberal, não queremos cabeças a rolar, nós queremos gruas a funcionar. O problema do IHRU não é este presidente, vem de trás, vem de há muitos anos e nunca foi resolvido&quot; contrapôs.
Mário Amorim Lopes apontou depois que há &quot;bairros e habitações sociais completamente degradados que o IHRU não consegue manter&quot;.
&quot;Temos projetos de construção com dois, três, quatro e cinco anos à espera que o IHRU avance. O IHRU é um bom exemplo de um Estado que não funciona e que não é capaz de ajudar a resolver os problemas da habitação&quot;, sustentou.
Ainda de acordo com o líder parlamentar da IL, Portugal tem &quot;um Estado que possui dezenas de milhares de imóveis devolutos, que poderiam ser requalificados para que estarem no mercado com rendas acessíveis, com habitação acessível, a ajudar a resolver o problema, mas nada aconteceu&quot;.
&quot;Mais do que estarmos a apontar culpados importa começar a resolver esses problemas. E esse é o repto que lançamos e, infelizmente, não foi acolhido pelos restantes partidos no sentido de conversarmos sobre as matérias em relação às quais existe entendimento&quot;, acrescentou.
Mário Amorim Lopes deixou ainda um conjunto de questões: &quot;Alguém acha que os tempos de licenciamento são aceitáveis em Portugal, ou que a burocracia é aceitável em Portugal? Temos habitação pública suficiente para acomodar as necessidades que existem? Creio que não&quot;, completou.
Na quinta-feira, o presidente do IHRU falou sobre as manifestações pela habitação que têm ocorrido sobretudo no Porto e em Lisboa. Questionado sobre se a geração atual está a ter menor sacrifício do que a geração anterior, Benjamim Pereira disse não querer ir &quot;por esse caminho&quot;.
&quot;Só estou a dizer que os meus avós emigraram para o Brasil e para a Argentina para poderem ter uma casa. O meu pai emigrou durante 20 anos, sacrificou a vida&quot;, prosseguiu.
Após pedir aos jornalistas para concluir o seu raciocínio, Benjamim Pereira disse que os seus familiares emigraram &quot;porque a casa era, efetivamente, uma coisa muito importante para a sua vida, a sua base logística, como é hoje&quot;.
&quot;É preciso que haja um compromisso de todos. Reparem, os jovens podem organizar-se, fazer cooperativas&quot;, afirmou.
Já hoje, em comunicado, o presidente do IHRU admitiu que foram infelizes as expressões que utilizara na véspera sobre a capacidade de sacrifício dos jovens e alegou que não teve intenção de desvalorizar as dificuldades na habitação ou sugerir a emigração.
&quot;Embora sem qualquer intenção, aceito não ter sido feliz em todas as expressões que utilizei, mas acredito no que estou a fazer, acredito no caminho delineado pela tutela e dou todos os dias o meu melhor&quot;, afirmou Benjamim Pereira.



 Presidente do IHRU recuou, mas Livre avisa: &quot;Não basta&quot; 
O porta-voz do Livre, Jorge Pinto, condenou as declarações do presidente do IHRU e criticou o silêncio do primeiro-ministro sobre as manifestações contra a crise da habitação.
 Lusa | 13:43 - 23/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 15:00:15 +0100</pubDate>
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<title>OIM prevê deslocamento de 800 mil pessoas por enchentes na Somália</title>
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<description><![CDATA[ As chuvas previstas para os próximos meses podem agravar crise humanitária no país do extremo leste africano; com acampamentos já superlotados, risco de doenças e prejuízos à produção agrícola; cenário é agravado pela estação chuvosa influenciada pelo fenômeno El Niño. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:11 +0100</pubDate>
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<title>Deputado do Chega pede demissão de Governo por incompetência</title>
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<description><![CDATA[ O deputado do Chega Francisco Gomes pediu hoje a demissão de todo o Governo, acusando o executivo de incompetência, e afirmou que o seu partido &quot;está pronto para governar e virar a página&quot;.
 
&quot;Todo este Governo deve apresentar a sua demissão, porque este Governo é completamente incompetente&quot;, afirmou o deputado em declarações aos jornalistas no Parlamento.
O deputado, que reagia às recentes declarações polémicas do presidente do IHRU, Benjamim Pereira, defendeu também que este dirigente deve apresentar a sua demissão.
&quot;Que se vá ele [Benjamim Pereira], que se vá Montenegro, que vão todos os amigos do PSD, porque nós precisamos de uma nova página na política. E uma nova página não se escreve com os mesmos de sempre. Nós precisamos de mudar de pessoas. Só assim é que conseguimos mudar o país&quot;, enfatizou.
O deputado madeirense afirmou que PS e PSD há 50 anos que dão &quot;o mesmo prato, mais do mesmo, a mesma incompetência&quot; e o &quot;gamanço deste país&quot;, acrescentando que, assim, Portugal &quot;só vai para o fundo&quot;.
&quot;O país está farto de incompetência, as famílias estão fartas de incompetência e os jovens estão fartos de incompetência. Se não conseguem governar este país, se não conseguem resolver a crise na habitação, têm uma resposta muito simples e uma via muito prática. Demitam-se, porque o Chega está pronto para governar e virar a página deste Governo de incompetência&quot;, insistiu.
Francisco Gomes considerou que o Governo não está a saber responder à crise da habitação, criticando a falta de mobilização do património do Estado para habitação acessível, a ausência de garantias aos proprietários para colocarem imóveis no mercado e o ritmo de construção.



 OE2027: Chega acusa Governo de &quot;traição aos madeirenses&quot; 
O deputado do Chega na Assembleia da República, Francisco Gomes, criticou o Orçamento do Estado para 2027, acusando-o de &quot;fraude política&quot; e &quot;traição aos madeirenses&quot;, destacando o &quot;desprezo político&quot; da República pela Madeira.
 Lusa | 11:10 - 09/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:11 +0100</pubDate>
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<title>Presidente do IHRU recuou, mas Livre avisa: &amp;quot;Não basta&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O porta-voz do Livre Jorge Pinto condenou hoje as &quot;declarações inaceitáveis e vergonhosas&quot; do presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) e o silêncio do primeiro-ministro sobre as manifestações contra a crise no setor.
 
&quot;As declarações [do presidente do IHRU] foram vergonhosas, foram inaceitáveis e foram em boa medida até provocatórias, perante tudo aquilo que está a acontecer no país&quot;, criticou Jorge Pinto, em declarações à agência Lusa à margem de uma visita ao &quot;Amadora BD&quot;, um festival de banda desenhada, na Amadora, distrito de Lisboa.
O dirigente do Livre reagia ao facto de o presidente do IHRU, Benjamim Pereira, ter dito na quinta-feira não saber &quot;se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício&quot; da anterior, recordando que os seus próprios avós emigraram &quot;para poderem ter uma casa&quot;.
Ainda na quinta-feira o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, considerou infelizes as palavras do responsável, que entretanto, hoje, em comunicado, admitiu não ter sido feliz e recuou.
Para Jorge Pinto, este recuo &quot;não basta&quot;, sustentando que as palavras do responsável do IHRU demonstraram que as pessoas que estão &quot;no topo do Estado&quot; e têm &quot;uma palavra a dizer sobre o que fazer para solucionar os problemas da habitação&quot; mostram estar afastados dos &quot;problemas concretos dos portugueses&quot;.
&quot;Se o senhor presidente do IHRU disse aquilo que disse ontem, é também porque não tem a real noção da importância que o IHRU tem de ter para dar resposta a estes problemas&quot;, acusou.
Jorge Pinto rejeitou ainda que os jovens sejam &quot;o bode expiatório para a falta de ação política por parte do Governo&quot; na habitação.
&quot;Nós recusamos ter toda uma geração que, contrariamente aos seus pais, contrariamente aos seus avós, não conseguiu ter acesso a uma habitação a um preço que consiga pagar, mesmo trabalhando, e mesmo trabalhando muitas horas&quot;, salientou.
Interrogado sobre se Benjamim Pereira deveria demitir-se ou ser demitido, Jorge Pinto remeteu para as palavras de Miguel Pinto Luz, que afirmou já ter pedido explicações sobre as declarações do responsável, devendo tirar as suas conclusões.
Jorge Pinto criticou ainda o facto de o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não se ter pronunciado sobre o tema nos últimos dias, marcados por vários protestos em Lisboa e no Porto.
&quot;Nós vimos uma atitude muito belicosa, muito provocatória por parte de membros do Governo nos primeiros dias quando os portugueses se manifestavam nas ruas, vimos depois uma tentativa de corrigir esta mensagem quase com um pedido de desculpas em relação àquilo que os próprios tinham dito anteriormente, e da parte do senhor primeiro-ministro nada é dito&quot;, criticou.
O porta-voz do Livre salientou, contudo, que é importante &quot;não nos desviarmos do essencial&quot;, insistindo na criação de um Fundo Público de Habitação para &quot;em dez anos duplicar a habitação pública no país&quot;, um Serviço Nacional para a Habitação e a existência de um IHRU &quot;que seja parte da solução e não parte do problema&quot;.
&quot;Nós estamos a falar de um IHRU que, às vezes, até com autarquias a disponibilizar terrenos, não tem a capacidade para lhes dar algum fim que seja o fim de uma habitação a preço acessível. Ora, isso acontece certamente por muitas razões, nomeadamente falta de meios profissionais e o Livre já várias vezes propôs o reforço do IHRU em termos de recursos humanos, mas para além disso é preciso alguém na presidência do IHRU que não seja alguém lá colocado por afinidade partidária, como é o caso do atual presidente&quot;, argumentou.
Interrogado sobre o porquê de ter marcado hoje presença no &quot;Amadora BD&quot;, um festival de banda desenhada criado nos anos 90, Jorge Pinto considerou importante &quot;valorizar a Cultura, num momento em que ela é muitas vezes desvalorizada&quot; e realçou a importância de investir neste setor no âmbito do próximo Orçamento do Estado.



 Presidente do IHRU: &quot;Aceito não ter sido feliz em todas as expressões&quot; 
O presidente do IHRU, Benjamim Pereira, admitiu que suas declarações sobre o sacrifício dos jovens para comprar casa não foram felizes, após o ministro Miguel Pinto Luz pedir esclarecimentos.
 Beatriz Vasconcelos com Lusa | 10:30 - 23/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:10 +0100</pubDate>
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<title>CNCS adotou medidas para atualizar sites com PHP após alerta de segurança</title>
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<description><![CDATA[ O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) manifestou-se oficialmente sobre as vulnerabilidades encontradas na linguagem de programação PHP e, em declarações enviados ao Notícias ao Minuto, afirmou que “emitiu um alerta público” de forma a alertar para a gravidade da situação.
 
Diz o CNCS que este alerta foi “difundido junto das comunidades de cibersegurança que dinamiza, da Administração Pública através dos vários Ministérios”. Sublinhou igualmente que o mesmo aviso foi disseminado através das suas redes sociais oficiais, ao qual juntou “medidas recomendadas” para que a atualização lançada para corrigir os problemas encontrados.
“Estas mesmas medidas foram também adotadas pelo CNCS, cujos sites públicos usam PHP, levando a uma indisponibilidade temporária, necessária para realizar esta atualização urgente”, explica o CNCS.



 PHP? Governo diz que entidades públicas estão a corrigir falha 
O ministro da Presidência disse hoje que o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) emitiu recomendações para resolver falhas de segurança em sites com PHP.
 Lusa | 18:29 - 22/10/2026 

O organismo nota que, apesar de não existirem estimativas públicas sobre o impacto destas vulnerabilidades, acredita que “a ampla utilização do PHP em serviços digitais sugere uma potencial exposição relevante também a nível nacional”.
“Até ao momento não há qualquer notificação de tentativas de exploração das vulnerabilidades críticas em território nacional”, explica o CNCS. “Preventivamente, iniciámos uma procura ativa de sites vulneráveis no ciberespaço nacional, dando prioridade a Gov.pt e sites de entidades essenciais e importantes para um contato mais direto e avaliação da situação nacional”.
O CNCS nota também que “continua a acompanhar” esta situação e a “desencadear todos os esforços de prevenção, monitorização, deteção, reação, análise e correção face a qualquer ameaça ao ciberespaço nacional”.
O que se passou com a linguagem PHP?
Esta semana ficou marcada pelo anúncio da descoberta de duas vulnerabilidades na linguagem de programação PHP, uma das mais utilizadas em sites da Internet e que engloba não só sites governamentais como também de sistemas de gestão de conteúdos como o WordPress ou o Joomla.
O alerta foi dado pela equipa responsável por manter esta linguagem de programação, que lançou também uma atualização de emergência criada para corrigir estas duas vulnerabilidades.
A PHP Foundation, a entidade responsável por manter esta linguagem de programação, já se pronunciou oficialmente sobre a descoberta das duas vulnerabilidades. A organização explica que as vulnerabilidades são críticas por se encontrarem em partes do código PHP acedidas em praticamente todos os pedidos.



 Especialista alerta para falhas no PHP: &quot;Potencial desastre&quot; 
O Notícias ao Minuto contactou o professor do Instituto Superior Técnico e especialista em cibersegurança, Miguel Correia, para saber mais sobre o caso que está a dar que falar no mundo da cibersegurança: as vulnerabilidades encontradas na linguagem de programação PHP que está presente na maioria dos sites na Internet.
 Miguel Patinha Dias | 18:00 - 22/10/2026 

O caso torna-se ainda mais grave tendo em conta o elevado número de sites que recorrem a linguagem PHP. Estima-se que 70% dos sites na Internet recorram a código PHP, o que significa que (muito provavelmente) todos os internautas têm por hábito usar um site afetado por estas vulnerabilidades.
&quot;A sua posição central no PHP é o que torna ambas as vulnerabilidades graves e, ao mesmo tempo, difíceis de corrigir sem comprometer a compatibilidade, prejudicar o desempenho ou exigir alterações num vasto ecossistema de extensões de terceiros”, pode ler-se no comunicado da PHP Foundation.
Leia Também: Agentes de IA acedem a contas de clientes em bancos dos EUA ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>CNCS, adotou, medidas, para, atualizar, sites, com, PHP, após, alerta, segurança</media:keywords>
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<title>Tráfego de Internet triplica em Cabo Verde graças à rede Starlink</title>
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<description><![CDATA[ A quota de tráfego de Internet via satélite através da rede Starlink triplicou no segundo trimestre deste ano em Cabo Verde, em termos homólogos, de acordo com os últimos dados da Autoridade Reguladora Multissectorial da Economia (ARME).
 
A operadora representava 6% do tráfego de Internet pouco depois de se estrear no arquipélago, no segundo trimestre de 2025, e cresceu para 18% entre abril e junho deste ano.
No mesmo período, a quota de tráfego da operadora estatal Cabo Verde Telecom recuou de 89% para 78% e a da operadora Unitel desceu de 6% para 4%.
CV Telecom e Unitel são as duas marcas com redes de telemóvel e oferta de fibra com televisão por assinatura no país.
O tráfego representa o volume de informação que circula na Internet, tanto em sentido ascendente (&#039;upload&#039;), quando alguém envia uma mensagem ou partilha um ficheiro através de uma pasta virtual, por exemplo, como em sentido descendente (&#039;download&#039;), ao puxar anexos, consultar páginas, jogar ou ver filmes (que geram mais tráfego).
A rede de satélites Starlink representa agora quase um quinto do tráfego de Internet no país, apesar de ainda não chegar a um 1% das assinaturas de acesso à Internet.
A tecnologia mais usada pelos cabo-verdianos para consultar informação são os telemóveis, fazendo com que CV Telecom tenha 73% de assinaturas de acesso à Internet e a Unitel tenha 27%, refletindo a tendência no mercado dos cartões SIM (cartões com número de telemóvel).
Os números sugerem que, em média, circula muito mais informação por cada assinatura da rede satélite do que por outras formas de ligação à Internet em Cabo Verde.
As estatísticas da ARME são feitas a partir de um questionário unificado enviado aos operadores.



 ARC considera insuficientes fundamentos para destituição da TCV 
A Autoridade Reguladora da Comunicação Social (ARC) de Cabo Verde rejeitou o processo de destituição da direção da Televisão de Cabo Verde (TCV), considerando insuficientes os fundamentos apresentados pela administração.
 Lusa | 18:13 - 22/10/2026 
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Série de &amp;quot;Senhor dos Anéis&amp;quot; recebe novo trailer (e lançamento em breve)</title>
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<description><![CDATA[ Depois de um período de espera de dois anos, os fãs de J. R. R. Tolkien podem ficar satisfeitos com a chegada de mais uma temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” à Prime Video.
 
É importante notar que oito episódios que compõem esta temporada não serão disponibilizados em simultâneo no serviço e que a Prime Video também não irá adotar uma cadência semanal para estes lançamentos. Em vez destas duas estratégias, a Prime Video decidiu dividir a terceira temporada num lançamento em três fases.
Caso esteja a planear ver esta nova temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, saiba que no dia 11 de novembro ficarão disponíveis os primeiros quatro episódios. Uma semana depois, no dia 18 de novembro, serão lançados mais dois episódios, com os dois últimos episódios a terem estreia marcada para o dia 25 de novembro.
A terceira temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” será marcada pelo começo da guerra contra Sauron, com o vilão a selecionar os humanos que se tornarão os seus aliados mais poderosos - os Nazgûl. Além disso, a temporada também terá como destaque a criação do Anel Um.
“Desde o começo que esta série incorpora a escala, a ambição e a narrativa cinematográfica que definem a maior série global da Prime Video”, afirmou em maio o responsável pela televisão global da Amazon MGM Studios, Peter Friedlander. “A resposta extraordinária de milhões de fãs de todo o mundo deixou claro que esta viagem pela Terra Média continua a ter repercussões e este ímpeto só aumentou à medida que nos aproximamos da terceira temporada”.
É bom lembrar que, apesar do número mais reduzido de espectadores da segunda temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, a Prime Video manifestou confiança na série e reafirmou, em 2024, a intenção de se manter fiel “com o plano original de cinco temporadas”.
Pode ver acima o mais recente trailer da terceira temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”.
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:00:16 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Série, Senhor, dos, Anéis, recebe, novo, trailer, lançamento, breve</media:keywords>
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<title>Agentes de IA acedem a contas de clientes em bancos dos EUA</title>
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<description><![CDATA[ Alguns dos maiores bancos dos EUA estão a detetar a presença de agentes de Inteligência Artificial em contas de clientes, afirma o site Axios com base em relatos de fontes com conhecimento desta situação.
 
Estas mesmas fontes indicam que os agentes de Inteligência Artificial estão a agir independentemente das instruções dos utilizador, algo que está a preocupar os responsáveis pelas áreas de cibersegurança destas instituções bancárias.
Sabe-se até que, em alguns casos, os clientes destes bancos partilharam as suas credenciais de acesso com agentes de Inteligência Artificial, com os bancos a não terem forma de considerar as transações feitas por estes agentes como não autorizadas a partir do momento que contam com as credenciais de acesso.
Sabe-se que a Morgan Stanley já decidiu bloquear o acesso de agentes de Inteligência Artificial de terceiros às suas plataformas, com a publicação a adiantar que não haviam sido detetadas situações de acesso não autorizado de agentes de Inteligência Artificial a agirem de forma autónoma.
Recorda a Reuters que, no começo deste mês, O CEO da JPMorgan Chase, Jamie Dimon, explicou que a instituição bancária estava a tomar medidas para prevenir que agentes de Inteligência Artificial agissem de forma autónoma dentro dos seus próprios sistemas. “Não vamos permitir que qualquer agente [de Inteligência Artificial] entre na empresa, porque é demasiado arriscado para os clientes e para a JPMorgan”, afirmou Dimon.
A mesma ideia foi reforçada pelo CEO da Charles Schwab, Richard Wuster, que afirmou que a plataforma também havia bloqueado o acesso de agentes de Inteligência Artificial. “Recebo um relatório todos os dias sobre a quantidade de vezes que tivemos de bloquear um dos diferentes agentes”, disse Wuster, adiantando que de momento as ocasiões não eram tão numerosas quanto se possa pensar.
“Estamos a bloquear [agentes] porque queremos controlar a autenticação e a experiência”, explicou Wuster.
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:00:16 +0100</pubDate>
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<title>Surge trailer do &amp;quot;Mass Effect&amp;quot; cancelado após encerramento da BioWare</title>
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<description><![CDATA[ A Electronic Arts comunicou esta semana a decisão de encerrar a BioWare, um estúdio de videojogos com mais de 30 anos de história que trabalhou em sagas como “Baldur’s Gate”, “Neverwinter Nights”, “Dragon Age” e “Mass Effect”.
 
Os aficionados por videojogos e fãs destas sagas lamentaram a decisão da Electronic Arts, que foi acompanhada pelo despedimento de cerca de 400 pessoas. Além disso, o encerramento da BioWare significa também que a produção de um novo “Mass Effect”, que já estava em desenvolvimento, também será cancelada.
Pois bem, pouco depois de o encerramento da BioWare ser oficial, foi partilhado no Reddit um trailer deste jogo que estava em desenvolvimento. Como conta o site PC Gamer, não se sabe quem foi o responsável pela partilha deste trailer que, como poderá comprovar qualquer jogador que tenha tido contacto com “Mass Effect” reúne elementos bem conhecidos da série.



 Líder da Xbox está a planear mais três rondas de despedimentos 
A divisão de videojogos da Microsoft foi a principal impactada nos despedimentos anunciados pela gigante tecnológica em julho. Além de novos despedimentos no horizonte, a Fortune afirma que a Microsoft ainda está a considerar uma venda da Xbox
 Miguel Patinha Dias | 18:00 - 21/10/2026 

Além de apresentar um novo protagonista acompanhado por Liara T&#039;Soni (uma personagem icónica da série e que marcou presença na trilogia original), o trailer indica que o jogo se chamaria “Mass Effect: Universe”. A existência deste trailer parece contrariar a ideia que havia sido passada pela Electronic Arts de que o desenvolvimento do jogo estava no início.
Um utilizador do Reddit, que afirma ser um trabalhador da Electronic Arts, diz que o trailer é real, com o jornalista Jason Schreier, da Bloomberg, a também indicar ter tido informações de que o vídeo foi produzido para promover o novo “Mass Effect”.
“Posso confirmar que este é um trailer real para o jogo de ‘Mass Effect’ que a BioWare estava a desenvolver até ser encerrada”, escreveu Schreier na rede social Bluesky.

Can confirm that this is a real trailer of the Mass Effect game that BioWare was developing up until its closure yesterday www.reddit.com/r/masseffect...[image or embed]
— Jason Schreier (@jasonschreier.bsky.social) 22 de outubro de 2026 às 18:30



Com estes (fortes) sinais de que o trailer é, de facto, do novo “Mass Effect” que se encontrava em desenvolvimento, os fãs têm-se mostrados entristecidos pela possibilidade de, potencialmente, este novo título nunca ver a luz do dia.
Apesar de o último jogo da série - “Mass Effect: Andromeda”, lançado em 2017 - não ter sido aclamado pela crítica, a trilogia original continua a ser considerada uma das sagas mais icónicas dos videojogos, tanto que a Prime Video se encontra a desenvolver uma série baseada na saga.
De acordo com o site IGN esta série de “Mass Effect” continua a ser produzida pela Prime Video, não tendo portanto sido afetada pelo encerramento da BioWare.
Leia Também: Prepare-se para ver mais videojogos a chegarem ao cinema e televisão ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:00:16 +0100</pubDate>
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<title>CDS quer valorização dos salários no Orçamento da Madeira para 2027</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:00:14 +0100</pubDate>
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<title>PS garante que propostas ao OE2027 não agravam saldo orçamental</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:00:14 +0100</pubDate>
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<title>O próximo dobrável da Samsung será exclusivo da China</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Startup quer criar cães geneticamente modificados para exército dos EUA</title>
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<media:keywords>Startup, quer, criar, cães, geneticamente, modificados, para, exército, dos, EUA</media:keywords>
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<title>Os 6 auriculares sem fios que não vão custar os olhos da cara</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:00:13 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>auriculares, sem, fios, que, não, vão, custar, olhos, cara</media:keywords>
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<title>IL quer Orçamento da Madeira para 2027 com medidas para a habitação</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:00:16 +0100</pubDate>
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<media:keywords>quer, Orçamento, Madeira, para, 2027, com, medidas, para, habitação</media:keywords>
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<title>Agentes de IA acedem contas de clientes em bancos dos EUA</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:00:15 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Agentes, acedem, contas, clientes, bancos, dos, EUA</media:keywords>
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<title>Série de “Senhor dos Anéis” recebe novo trailer (e lançamento em breve)</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 10:00:18 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Série, “Senhor, dos, Anéis”, recebe, novo, trailer, lançamento, breve</media:keywords>
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<title>iPhone Duo chega hoje. Mas há um bom motivo para esperar pela 2.ª geração</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 09:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>iPhone, Duo, chega, hoje., Mas, há, bom, motivo, para, esperar, pela, 2.ª, geração</media:keywords>
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<title>WhatsApp. Depois do Android, já é possível agendar mensagens no iPhone</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 09:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>WhatsApp., Depois, Android, já, possível, agendar, mensagens, iPhone</media:keywords>
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<title>Grécia proíbe menores de 15 anos de usar redes sociais a partir de 2027</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 08:00:13 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Grécia, proíbe, menores, anos, usar, redes, sociais, partir, 2027</media:keywords>
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<title>EUA propõem restrições ao investimento em tecnologias sensíveis na China</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 08:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Declarações do presidente do IHRU? &amp;quot;Eu não vejo aqui caso, honestamente&amp;quot;</title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 00:00:14 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Declarações, presidente, IHRU, Eu, não, vejo, aqui, caso, honestamente</media:keywords>
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<title>CDS&#45;PP/Madeira rejeita uso político da crise da habitação</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 22:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Bloco requer audição urgente do presidente do IHRU no Parlamento</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 21:00:18 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Bloco, requer, audição, urgente, presidente, IHRU, Parlamento</media:keywords>
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<title>Guterres fala de protestos e pede que líderes encarem desigualdades e altos preços</title>
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<description><![CDATA[ Chefe da ONU alerta que inflação, custo de vida e conflitos em cascata estão levando a população às ruas no mundo todo; em pronunciamento a jornalistas, ele cobrou ação de autoridades globais contra desigualdades e em favor da diplomacia. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:00:11 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Guterres, fala, protestos, pede, que, líderes, encarem, desigualdades, altos, preços</media:keywords>
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<title>Candidatura de Marques Mendes foi a única com resultado negativo. Quanto?</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:00:11 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Candidatura, Marques, Mendes, foi, única, com, resultado, negativo., Quanto</media:keywords>
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<title>&amp;quot;Presidente do IHRU ganha 7.600€ e tem descaramento de pedir sacrifícios&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:00:11 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Presidente, IHRU, ganha, 7.600€, tem, descaramento, pedir, sacrifícios</media:keywords>
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<title>“GTA VI” ainda não foi lançado e já gerou 630 milhões de dólares</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>“GTA, VI”, ainda, não, foi, lançado, já, gerou, 630, milhões, dólares</media:keywords>
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<title>Continental investe 10 milhões em centro de inovação em Famalicão</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Continental, investe, milhões, centro, inovação, Famalicão</media:keywords>
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<title>PS mantém apoio a autarcas de Valongo condenados por abuso de poder</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>mantém, apoio, autarcas, Valongo, condenados, por, abuso, poder</media:keywords>
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<title>Raimundo diz que Chega &amp;quot;está todo contente&amp;quot; com &amp;quot;frete&amp;quot; do PS</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Raimundo, diz, que, Chega, está, todo, contente, com, frete</media:keywords>
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<title>PS acusa Governo de ter alterado legislação sobre habitação: &amp;quot;Enviesada&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
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<media:keywords>acusa, Governo, ter, alterado, legislação, sobre, habitação:, Enviesada</media:keywords>
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<title>Especialista alerta para falhas no PHP: &amp;quot;Potencial desastre&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
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<title>PHP? Governo diz que entidades públicas estão a corrigir falha</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Bloco pede a Montenegro que retire queixa&#45;crime contra humorista</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:00:15 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>&amp;quot;Onde anda o primeiro&#45;ministro?&amp;quot; Montenegro visita escola de &amp;quot;surpresa&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Ventura gastou 3,7 milhões nas presidenciais. Seguro, 1,2 milhões</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:00:15 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Ventura, gastou, 3, 7, milhões, nas, presidenciais., Seguro, 1, 2, milhões</media:keywords>
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<title>Ventura critica silêncio de Montenegro e avisa para crise na habitação</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:00:24 +0100</pubDate>
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<title>Ventura questiona Passos Coelho: &amp;quot;Será o momento&amp;quot; de falar de aborto?</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:00:24 +0100</pubDate>
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<title>Países reúnem&#45;se em Genebra para discutir cessar&#45;fogo no Sudão</title>
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<description><![CDATA[ Ataques letais com recurso a drones armados tornaram-se uma característica marcante da guerra no país africano; bombardeamentos de espaços e infraestruturas fazem vítimas, sobretudo civis, incluindo crianças. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:00:11 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Reunião pedida pela IL não vai acontecer: &amp;quot;Total inflexibilidade&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:00:11 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Spotify soma mais de 300 milhões de subscritores pagos</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Despejos: PCP vai voltar a propor revogação da chamada &amp;quot;lei Cristas&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:00:18 +0100</pubDate>
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<title>Elon Musk: “Haverá mais robôs humanoides na Terra do que humanos”</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:00:17 +0100</pubDate>
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<title>MPF pede que Meta restabeleça contas suspensas durante eleições no Brasil</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:00:17 +0100</pubDate>
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<title>Pureza pede mais protestos: &amp;quot;Governo está a perder nas ruas&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:00:14 +0100</pubDate>
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<title>Revolut alerta sobre atrasos em saldos após falha na Google Cloud</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Facebook ordenado a pagar 25 mil milhões em processo nos EUA</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:00:13 +0100</pubDate>
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<title>eBay vai despedir (mais uma vez). Serão afetadas mil pessoas</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:00:13 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Slow Horses&amp;quot; já tem 7.ª temporada a caminho. Quando estreia?</title>
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<description><![CDATA[ Chegou ao fim a sexta temporada de “Slow Horses”, o que significa que os fãs desta série de espionagem exclusiva da Apple TV terão agora de enfrentar o tempo de espera por mais episódios.
 
Felizmente, a Apple TV já habituou os fãs de “Slow Horses” a contarem com uma temporada por ano. Com exceção das duas primeiras temporadas - ambas lançadas em 2022 - “Slow Horses” teve, desde então, uma temporada por ano.
É preciso recordar que a Apple TV terá direito a (pelo menos) mais duas temporadas de “Slow Horses”, tendo já disponibilizado o primeiro teaser da sétima temporada. Apesar de ainda não ter sido anunciada uma data de estreia, os fãs acreditam que a estreia do primeiro episódio acontecerá em setembro de 2027.



 &quot;A melhor série a chegar este ano à Apple TV&quot; 
A Apple TV recebeu &quot;Small Prophets&quot;, uma série que está a ser apontada pelos críticos como &quot;a melhor a chegar este ano&quot; ao serviço de streaming da “Empresa da Maçã”.
 Miguel Patinha Dias | 18:09 - 07/10/2026 

Acontece que a quarta, a quinta e sexta temporadas de “Slow Horses” todas lançadas durante o mês de setembro. Mesmo se recuarmos às temporadas anteriores conseguimos perceber que só a primeira temporada foi lançada na primeira metade do ano, com a segunda temporada a ter começado em dezembro e a terceira em novembro.
Lembrar que “Slow Horses” é baseada na série de livros da autoria de Mick Herron. Sabe-se que a sétima e oitava temporadas seguirão o enredo dos livros “Bad Actors” e “Clown Town” (respetivamente).



 Série adiada pela Apple pode, afinal, ser lançada em 2027 
“The Savant” tem Jessica Chastain no papel de protagonista e era suposto ter estreado na Apple TV em setembro do ano passado. Quase um ano depois, a Apple revelou que pretende lançar a série na primavera de 2027.
 Miguel Patinha Dias | 12:37 - 21/09/2026 

A série é protagonizada por Gary Oldman no papel do espião veterano Jackson Lamb e mostra os casos de emergência nacional que, de alguma forma, acabam por envolver o departamento para onde vão os agentes ostracizados pelo MI5 - a Slough House.
Entretanto, pode ver acima o primeiro teaser da sétima temporada que foi partilhado oficialmente pela Apple TV.
Leia Também: Apple vence Emmys e supera (com estrondo) rivais HBO e Netflix ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:12 +0100</pubDate>
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<title>Quem lava os pratos? A questão que está a gerar conflito na Airbnb</title>
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<description><![CDATA[ Por muito conveniente que seja (em determinadas ocasiões) ficar numa casa encontrada através da Airbnb, há sempre algum tipo de incerteza em relação às expetativas dos anfitriões para com as pessoas que ficam alojadas nas suas casas.
 
Uma dessas incertezas está relacionada com a limpeza, com alguns anfitriões a exigirem que as suas casas sejam limpas pelos utilizadores da Airbnb apesar de, anteriormente, já terem pago a taxa de limpeza cobrada através da plataforma.
Pois bem, esta incerteza passou a ser uma coisa do passado na Airbnb, com a empresa a decidir proibir que os anfitriões exijam uma lista de tarefas às pessoas que fiquem nas suas casas. Significa isto que os anfitriões não poderão mais exigir que sejam lavados e arrumados os pratos usados, que a roupa de cama seja lavada ou que o lixo seja colocado fora da habitação.



 Os 6 pontos a considerar antes de comprar um novo eletrodoméstico 
A compra de um eletrodoméstico é muito mais complexa do que possa imaginar e deverá passar por considerações sérias sobre o tipo de utilização que pretende dar a um equipamento, assim como sobre o seu estilo de vida.
 Miguel Patinha Dias | 10:44 - 02/10/2026 

Esta nova regra começará a ser aplicada dentro de um mês, a partir do dia 20 de novembro.
A Airbnb nota que os anfitriões poderão continuar a fazer “pedidos” aos utilizadores, mas nota que esses pedidos “devem ser razoáveis”. A empresa fez saber que pretende aplicar esta nova regra e, caso os anfitriões não a cumpram, pode haver consequências.
&quot;Se a regra de uma casa ou um pedido do anfitrião não seguir as diretrizes, podemos tomar medidas adequadas, incluindo orientar o anfitrião para as nossas políticas, pedir que atualize a página do anúncio e emitir avisos&quot;, pode ler-se na publicação da Airbnb. &quot;Se a violação persistir, pode resultar num aviso na página do anúncio alertando os hóspedes para o problema, na redução da visibilidade do anúncio ou outras medidas previstas nos nossos Termos de Serviço&quot;.
Leia Também: Meta admite falhas na moderação de conteúdos eleitorais no Brasil e EUA ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:12 +0100</pubDate>
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<title>Abalou mundo da cibersegurança e sites da Internet: O que é a PHP?</title>
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<description><![CDATA[ O mundo da cibersegurança está a ser abalado pela descoberta de duas vulnerabilidades em sites com linguagem de programação PHP - uma das mais populares em sites da Internet, que engloba não só sites governamentais como também de sistemas de gestão de conteúdos como o WordPress ou o Joomla.
 
O alerta foi dado pela equipa responsável por manter esta linguagem de programação, que lançou também uma atualização de emergência criada para corrigir estas duas vulnerabilidades.
A Agência Nacional de Segurança dos EUA partilhou uma mensagem na rede social X sobre o caso, onde refere que “todas as organizações que usem PHP nos seus sistemas” façam uma “atualização para corrigir duas vulnerabilidades críticas”.

Effective Immediately, all organizations using PHP for their systems are advised to be prepared for an update addressing two critical vulnerabilities. PHP is widely used for web applications. These vulnerabilities often provide a direct path to the server&#039;s file system or database. If an immediate update is not feasible, it is recommend that organizations take the system offline until it can be fully mitigated. NSA will follow up shortly with more specific guidance.
— NSA Cyber (@NSACyber) October 21, 2026



“Estas vulnerabilidades costumam oferecer um caminho direto o sistema de ficheiros ou base de dados de um servidor”, pode ler-se na publicação. “Se realizar uma atualização de imediato não for possível, é recomendado que as organizações coloquem os sistemas fora do ar até que possa ser feita”.
O alerta também foi lançado por múltiplas agências europeias de cibersegurança, incluindo o Centro Nacional de Cibersegurança (CNC), em Portugal, que fez uma publicação no Facebook sobre o caso.
“A equipa de desenvolvimento do PHP divulgou uma atualização de emergência para corrigir duas vulnerabilidades críticas, ambas classificadas com CVSS v4.0 de 9.2”, pode ler-se na publicação do Facebook, com o CNC a indicar que “as vulnerabilidades não foram ainda divulgadas publicamente”.

O CNC também avança com alguns conselhos para organizações com sites que recorram ao PHP, recomendando a “a aplicação da atualização assim que for disponibilizada, consultando as fontes oficiais do projeto para as versões corrigidas”.
Além de dar conta da importância de fazer uma análise completa aos sistemas dando “prioridade aos sistemas acessíveis a partir da Internet”, o CNC afirma que deve ser ponderado “o isolamento das aplicações expostas face às redes públicas”.
“Havendo indícios de comprometimento, isolar o servidor, preservar os logs do servidor web e do PHP, e procurar webshells e ficheiros novos na raiz web, bem como tarefas agendadas e contas criadas recentemente”, pode ler-se na publicação do CNC.
O que diz a equipa da PHP?
A PHP Foundation, a entidade responsável por manter esta linguagem de programação, já se pronunciou oficialmente sobre a descoberta das duas vulnerabilidades. A organização explica que as vulnerabilidades são críticas por se encontrarem em partes do código PHP acedidas em praticamente todos os pedidos.
O caso torna-se ainda mais grave tendo em conta o elevado número de sites que recorrem a linguagem PHP. Estima-se que 70% dos sites na Internet recorram a código PHP, o que significa que (muito provavelmente) todos os internautas têm por hábito usar um site afetado por estas vulnerabilidades.
&quot;A sua posição central no PHP é o que torna ambas as vulnerabilidades graves e, ao mesmo tempo, difíceis de corrigir sem comprometer a compatibilidade, prejudicar o desempenho ou exigir alterações num vasto ecossistema de extensões de terceiros”, pode ler-se no comunicado da PHP Foundation.
Vulnerabilidades foram encontradas com Inteligência Artificial
Conta a Reuters que estas vulnerabilidades na linguagem de programação PHP foram detetadas pela empresa de cibersegurança Calif em colaboração com a OpenAI. A deteção foi possível recorrendo ao modelo GPT-5.6 Sol da empresa de Inteligência Artificial e foi reportada pela primeira vez no dia 11 de agosto.
Pouco depois, no dia 24 de agosto, a empresa de cibersegurança Wiz - detida pela Alphabet, da Google - também detetou a existência destas vulnerabilidades recorrendo a ferramentas de Inteligência Artificial.
Sobre a descoberta, a Wiz contou que as vulnerabilidades em questão estiveram presentes ao longo de décadas e que “estão entre as mais críticas já detectadas em PHP e, possivelmente, na história do software”. Mais ainda, a empresa de cibersegurança também nota que era excecionalmente difícil para investigadores humanos provarem a existência destas vulnerabilidades, indicando que estavam “na fronteira daquilo que os investigadores humanos era capazes de conseguir na prática”.
[Notícia atualizada às 10h51]
Leia Também: Japão deteta uso de ferramenta chinesa de IA em ciberataques ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:00:09 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Nove horas por dia no mundo digital é uma prisão. Enfraquece democracia&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Sete anos de investigação e milhares de páginas de notas tiradas culminaram em &quot;Imaginação&quot;, livro de Francisco Louçã cujo segundo volume acaba de chegar às livrarias.
 
Em entrevista ao Notícias ao Minuto, o economista, fundador do Bloco de Esquerda (BE), apresentou o trabalho. A forma como explorou a arte, a religião e o amor no primeiro volume, e como se dedicou às utopias, à ciência e à vida quotidiana no segundo.
A obra, editada pela Bertrand Editora, nasceu do desejo de compreender o que nos distingue enquanto espécie dos outros seres: &quot;a capacidade única de criar linguagem e acumular cultura através da imaginação&quot;.
A pesquisa levou o antigo Conselheiro de Estado, a viajar por bibliotecas mundiais e edições raras digitalizadas, destacando-se a visita à Biblioteca do Vaticano, onde manuseou cartas com 500 anos, escritas por Galileu. Entre as descobertas que alimentam &quot;Imaginação&quot;, sobressai também a análise de cartas de amor, um património cultural que o autor lamenta ver ameaçado pelas efémeras SMS.
No centro da reflexão deste novo volume está a evolução do conceito de utopia, hoje em grande parte substituído por visões distópicas. Perante este cenário, o escritor, que é também professor universitário, deixa um apelo à &quot;lentidão num tempo de precipitação&quot;, criticando o ritmo acelerado imposto pelas redes sociais e pelo consumo digital. Para Louçã, a aceleração desenfreada enfraquece o debate democrático e isola os indivíduos num &quot;narcisismo líquido&quot;.
Apesar das críticas ao isolamento contemporâneo, Francisco Louçã encerrou a entrevista com uma nota de esperança, lembrando que o futuro depende das nossas escolhas.
São sete anos de trabalho sobre este tema de base, que é saber o que é que distingue os humanos dos outros animais, em medida que a imaginação especificou um processo de acumulação cultural, que é único
Lançou recentemente o segundo volume de &quot;Imaginação&quot;. No primeiro explorou a pintura, a religião, as viagens. Agora, dedica-se às utopias, ciências e vida quotidiana. Em tempos de crises sobrepostas, acha que exercitar a imaginação tornou-se também num ato político e de sobrevivência?
Não, o livro não é escrito a partir de uma motivação associável aos ciclos políticos ou, digamos, aos temores civilizacionais. Eu comecei a juntar notas em dezembro de 2019. Dois meses depois começou a pandemia da Covid-19 e ficamos fechados em casa, intermitentemente, durante um ano ou dois anos. E a partir daí trabalhei intensamente. São sete anos de trabalho sobre este tema de base, que é saber o que é que distingue os humanos dos outros animais, em medida que a imaginação especificou um processo de acumulação cultural, que é único. Outros animais também imaginam, o Darwin dizia, e bem, que os mamíferos imaginam porque sonham, portanto também imaginam. Mas nós criámos ao longo do tempo um processo de imaginação que criou uma linguagem - que é talvez o grande transformador da civilização humana - e ela permite uma acumulação cultural.
Então, escrevi o livro como explorando alguns dos campos em que essa faculdade de imaginação se exerceu, em parte para mostrar a sua cumulatividade. Como é que ela se evoluiu, por exemplo, nas viagens. Uso viagens imaginárias, viagens fantasiosas, ou as descrições das viagens dos exploradores, que eram militares, diplomatas, sacerdotes, que iam descrevendo outras civilizações, viagens míticas. 
No segundo volume, trato de imaginário, que é um pouco diferente. São sistemas culturais que têm uma narrativa sobre si própria, que é o caso das utopias. Quando a utopia surge no princípio do século XVI, é a ideia de uma sociedade perfeita, uma sociedade em que os homens e mulheres vivem em paz, em que não há guerra, em que não há moeda, não há propriedade privada, não há perseguição religiosa, a ideia de uma espécie de sociedade bondosa, que tem, depois, grandes efeitos, porque o género utópico transforma-se num género literário de grande potência, que, aliás, chega inspirar algumas experiências comunitárias no século XIX.
Durante os sete anos em que escreveu &quot;Imaginação&quot;, falou com muitos especialistas, esteve em diversas bibliotecas, analisou documentos com séculos de história. Como é que foi essa experiência? De que forma foi progredindo o livro?
Fui compilando em livros de capa preta, que é como gosto de trabalhar. Algumas de várias dezenas, de milhares e milhares de páginas de notas variadas, e depois fui escrevendo, em alguns casos, por uma ordem completamente diferente da que aparece nos livros. Há esboços de capítulos que foram escritos 12 vezes [risos]. Por exemplo, comecei a escrever alguns capítulos que estão agora no segundo volume e não o primeiro. E ia compilando informações, conversando com muita gente, aliás, a sua lista de agradecimentos está no livro.
Um dos imaginários mais poderosos da humanidade, da história da humanidade, são as religiões. O que é natural, dos primeiros imaginários, é dar um nome ao desconhecido, aos poderes desconhecidos. E eu conhecia pouco, hoje conheço um pouco mais, mas não sou um especialista nem na história do cristianismo, nem da cultura hebraica que o precede, nem do islamismo, e, portanto, tenho de me basear muito em imensas leituras e em muitas conversas com muitas pessoas diferentes. E visitei bibliotecas. Aliás, estive na Biblioteca do Vaticano, que é uma joia da arquitetura e de uma maravilha, de um ponto de vista simbólico. Estive em muitas outras bibliotecas e beneficiei de uma coisa que há 20 anos não teria: algumas das grandes bibliotecas mundiais já digitalizam muitos livros. Ou seja, se preciso ler um livro de Molière ou um livro de Descartes e ver as edições do século XVIII, ele está digitalizado na Biblioteca Nacional Francesa. Ou seja, houve muitas bibliotecas e muitos livros, digamos, centenas de livros que pude ler online. E que são livros raros, não é? Nem era muito fácil encontrar numa biblioteca. Em alguns casos, só em bibliotecas muito especializadas. E isso é um grande serviço à cultura, devo dizer.
Como foi essa visita à Biblioteca do Vaticano? 
Na Biblioteca do Vaticano, o diretor, que é o nosso cardeal Tolentino de Mendonça, mostrou-me cartas do Galileu ao Papa. Quando o Galileu registava manchas solares. Olhar para aquele papel que ele teve na mão, aquele papel que tem 500 anos...
Chega a ser emocionante...
É emocionante. É fantástico.
Portanto, além da sua biblioteca pessoal e do conhecimento que já tinha consultou muitos livros digitalizados de várias bibliotecas espalhadas pelo mundo...
Sim, pude ler muito na base da biblioteca pessoal, de muitos livros que adquiri, de muitas notas que tomei. E, sobretudo, de muitas bibliotecas digitais. E há muitas, em universidades, Congresso Americano, Museu Britânico. Muitas universidades norte-americanas, europeias. Muitos acessos. Não tive, em geral, dificuldades. A não ser, num ou noutro caso, onde só havia textos originais em latim ou grego. E eu não sei nem latim nem grego. Tinha de pedir ajuda a colegas. Há, por exemplo, uma expressão muito artificiosa de Tomás de Aquino, sobre os pecados veniais. Nesse caso tive de pedir ajuda a um especialista em latim. O Frederico Lourenço traduziu a Bíblia a partir da versão grega. Não sei grego, portanto, baseei-me muito nas traduções dele, que dizem que são excelentes. E eu acredito. Têm notas formidáveis. E ele é um grande classicista. Enfim, com todos esses recursos, pude fazer este trabalho.
As utopias esgotaram-se. Em grande medida, esgotaram-se (...) A sobrevivência da utopia como escrita sobre a bondade humana foi muito atropelada pela realidade da luta, das guerras, da política
E qual foi a descoberta que mais o surpreendeu durante estes sete anos? 
Houve muitas coisas. Muitas viagens que não conhecia. Conhecia Marco Polo, mas não conhecia o Ibn Battuta, que é um pouco posterior e que viajou praticamente o dobro da distância de Marco Polo. E também escreveu, como eu, sobre o Marco Polo no final do século XIII. E, portanto, ver estas descrições de alguém que chega a uma civilização diferente, que conta os hábitos, as roupas, os alimentos, que consegue ir traduzindo a língua, enfim, tudo isso era novidade para mim. Quando escrevi sobre os amores, dediquei um capítulo à correspondência entre amantes. Há muitas, eu tratei de algumas, poucas. Do tempo em que ainda havia cartas [risos]. Há um espólio cultural extraordinário.
Que se vai perder, infelizmente...
Sim, que vai deixar de existir. No século XXI, com o envio de SMS, vamos perder isso, vai ser uma tristeza [risos]. Mas há coisas maravilhosas. O Cântico dos Cânticos, o último livro da Bíblia Hebraica, que é uma carta de amor. E outras. Algumas são muito conhecidas, outras não. Por exemplo, as cartas da Simone de Beauvoir ao seu amante americano, Nelson Algren. As cartas entre Anaïs Nin e Henri Miller. Tudo isso é muito conhecido. As cartas da Virginia Woolf à sua amante, Rita Sackville West. Foram publicadas nos diários, nos livros. Tudo isso é um material que eu discorri. Mas encontrei algumas que não tinham sido ainda divulgadas, embora fossem durante o período em que eu estive a trabalhar. Por exemplo, as cartas de James Joyce à sua mulher. Porque a família, os filhos, não tinha autorizado que fossem publicadas. E depois mudaram de posição e as cartas foram publicadas. E são cartas eróticas e densas, com um perfil literário interessante e sobretudo uma descrição de um enamoramento que é fascinante. Ou seja, toda esta pesquisa permitiu-me encontrar coisas que não conhecia. Imensas coisas que não conhecia.
Se acho que o imaginário religioso é dos primeiros porventura na história dos seres humanos, tenho a certeza de que a fome é das primeiras realidades da vida de grande parte da humanidade que nos precede
Neste volume de &quot;Imaginação&quot; diz que o imaginário da utopia requer &quot;consistência&quot;. Numa altura em que as utopias parecem ter sido substituídas por distopias, como é que encontra essa consistência? Como é que a reconstruímos?
As utopias esgotaram-se. Em grande medida, esgotaram-se. Então, é mais uma reconstrução. A minha tese, como defendo no livro, é que, digamos, as utopias do género literário do século XVI, com o Thomas More, foi desde o princípio muito posta em causa. Aliás, pouco tempo depois, há textos que nós hoje tratamos como literatura da aventura juvenil, mas que, na verdade, foram escritos e publicados com a intenção de atacar a ideia utópica, que é o &quot;Robinson Crusoe&quot; e as &quot;As Viagens de Gulliver&quot;. Nós tratamos como texto de divertimento que, na verdade, são letras de utopias escritas contra Thomas More. E, portanto, essa polémica existiu sempre. Ao chegar ao século XIX, quando as utopias se começam a transformar em comunidades pela inspiração do Euler ou do Cabet, ou, sobretudo, do Fourier, são desastres. Elas fracassam. Os revolucionários da comuna de Paris não se consideram utópicos. Os revolucionários russos de 1917 consideram têm algum desprezo pela ideia da utopia. Nem todos, mas, em geral, têm. Definem a utopia como uma coisa impraticável. E, na verdade, na literatura, na passagem do século XIX ao século XX e, sobretudo, no século XX, o que há é distopia. A distopia é que é poderosa. O &quot;Admirável Mundo Novo&quot;, a ficção científica, que é essencialmente distópica, fala, sobretudo, de mundos apocalípticos.
Portanto, a sobrevivência da utopia como escrita sobre a bondade humana foi muito atropelada pela realidade da luta, das guerras, da política. E, portanto, perdeu consistência. Em alguns casos, sobrevive. Há alguns laivos utópicos. Ursula K. Le Guin, Kim Stanley Robinson ou mesmo a Margaret Atwood, que é muito famosa por causa de &quot;A História de Uma Serva&quot;, tem livros em que há vislumbres utópicos dentro das distopias. Há casos de amor que sobrevivem ao autoritarismo. Portanto, digamos, há reconstruções de bondades por interpretação emancipatória que aparecem nesses contextos. Mas o mundo de hoje é marcado por um mundo distópico.
A lentidão é a afirmação do primado da consciência, da atitude antinarcísica, a atitude de procurar comunidades, encontros, linguagens
A certa altura, defende &quot;a lentidão num tempo de precipitação&quot;. O que quer dizer com isto? Onde é que quer chegar?
A última parte é sobre a vida quotidiana. Eu exploro vários aspetos. Se acho que o imaginário religioso é dos primeiros porventura na história dos seres humanos, tenho a certeza de que a fome é das primeiras realidades da vida de grande parte da humanidade que nos precede. Portanto, há a procura do alimento, há abundância, e o livro trata para isso. Agora, há um capítulo em que trata das formas de comunicação. Da avalanche de informação, da intoxicação da informação, da transformação dos modos de nos vermos como sociedade a partir, sobretudo, das redes sociais e do poder algorítmico. E isso é um mundo de precipitação porque é um mundo de comunicação em que é como se tudo recomeçasse no dia seguinte, como se qualquer informação recomeçasse no dia seguinte, como se tudo partisse do zero, como se nunca houvesse uma memória, como se nunca houvesse uma continuidade. Isso é precipitação, e é um tempo acelerado. E eu creio que, para a democracia e para as formas de comunicação, a lentidão é a afirmação do primado da consciência, da atitude antinarcísica, a atitude de procurar comunidades, encontros, linguagens. Enfim, o que o desenvolvimento da acumulação cultural nos fez, e que não pode ser destroçada por um algoritmo.
A linguagem é infinita. Nós podemos sempre escrever um romance novo. A Inteligência Artificial também pode, mas só pode imitar. Com muita capacidade, mas só pode imitar
A Inteligência Artificial (IA) promete substituir algumas tarefas também neste âmbito. Na criação artística, no pensamento abstrato. Acha que corremos o risco de delegar até a nossa imaginação às máquinas?
Trato muito pouco a Inteligência Artificial. Sou prudente, leio com atenção. O meu ponto de partida é que a inteligência artificial não imagina. Não cria imaginação. Associa memórias, registos, que no nosso caso são memórias, mas nós que precisamos das memórias para imaginar, também imaginamos algumas coisas que não existem. Concebemos relações amorosas ou objetos culturais ou narrativas que não existem e queremos que existam. Portanto, são atos de vontade e de criação e isso acho que é a humanidade. Não acho que a Inteligência Artificial o faça. Por isso acho que essa é a diferença.
O António Damásio discute isto no último livro dele: a inteligência natural e a inteligência artificial. A inteligência natural é esta forma de conceber para além do existente que nos permitiu inventar a escrita e comunicá-la. Uma criança que estivesse sozinha nunca falaria, mas fala porque tem a capacidade cerebral e anatómica que permite ir aprendendo essa capacidade. Isso é a acumulação cultural. É o que nós fazemos. Por isso mesmo a linguagem é infinita. Nós podemos sempre escrever um romance novo. A Inteligência Artificial também pode, mas só pode imitar. Com muita capacidade, mas só pode imitar.
Nos últimos anos, a vida quotidiana mudou radicalmente. Além das muitas horas de trabalho, o tempo é passado muitas vezes atrás de um computador, de um telemóvel, nas redes sociais. Como é que o afastamento do espaço público e dos momentos coletivos, dos momentos em comunidade, enfraquecem a democracia?
Sim. Acho que sim, acho que é um perigo. Li agora que, no Brasil, a média de tempo das pessoas - e é a média nacionalmente, de pobres e ricos, de toda a gente - nas redes sociais e no mundo digital é de nove horas por dia. Isto é uma prisão. É um sistema de narco-satisfação. É uma intoxicação alienante, é um narcisismo líquido, é a expressão que uso no livro, é compensatória, mas é enganadora porque cria uma sociedade de gente separada. Isto enfraquece muito a democracia e, aliás, prova que são esses mecanismos da alta intensidade intoxicante que são mais vulneráveis à mentira e ao ódio, e à violência e à destruição.
Acha que isso tem contribuíndo para o aumento da extrema-direita, para empolar medos, mitos e até saudosismos? E levado, por sua vez, a Esquerda a perder militantes, a perder a capacidade de encantar os eleitores e fazer sonhar?
Não trato esse tema no livro. Porque acho que isso o levaria para uma análise das circunstâncias no tempo político de hoje. Não é o que pretendo fazer. Percebo que a associação surja, mas não é o que pretendo fazer. Embora sei que há esse risco de desencantamento do mundo e da perda de capacidade de criação de imaginários poderosos, mas isso em grande medida é uma escolha. São responsabilidades nossas. Nós já tivemos o fascismo. Já tivemos a escravatura e ela acabou. Já houve a tortura generalizada e hoje, enfim, é ilegal. Já se ostentou que a mulher não podia votar e agora essa simples ideia parece grotesca. Portanto, há mudanças que vão ocorrendo ao longo do tempo e cuja naturalização é disputada sempre. O mundo tem sempre esses avanços e recursos.
De regresso ao livro - e para terminar-, apesar da imensa erudição demonstrada, declara-se aprendiz e demonstra esperança. Não esperança no sentido ingénuo mas como uma decisão quase política, uma vontade humana. Que motivos encontra em Portugal e no mundo de hoje para ter esperança?
A realidade da vida, o ser humano constituiu uma capacidade extraordinária de sociabilidade. Nós não existíamos sempre sem comunidade. Nós transformámos a plasticidade do nosso cérebro através de uma linguagem que inventámos. É, portanto, um resultado evolutivo maravilhoso. A Irene Valero, uma grande escritora espanhola, dizia que &#039;nós somos os únicos que articulam o poder contando histórias a nós próprios&#039;. Nós contamos histórias, inventamos histórias, criamos narrativas, criamos ligações, criamos empatia e simpatia. E, portanto, a possibilidade humana está inscrita no que nos trouxe a este processo de acumulação cultural. Outros animais imitem sons. Outros animais têm formas de imaginação, formas preliminares de imaginação, mas não houve nenhum que se constituísse uma comunidade como nós.
Portanto, a nossa força é essa. Isso pode significar o bem e o mal, pode significar a bondade, pode significar os campos de concentração. Tudo isso é realidade humana, mas a escolha é nossa. A decisão de como somos e o que vivemos é nossa e, portanto, acho que o sentido da esperança mais radical é esse. Nós temos uma capacidade infinita de organização social e de comunidade. E, portanto, temos essa escolha. Podemos escolher sim ou não.
Leia Também: &quot;O PCP, ao apoiar Putin, apoia os EUA e luta pelo declínio da Europa&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:00:12 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Televisões baratas: As 10 coisas que são as primeiras a ser cortadas</title>
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<description><![CDATA[ Ainda que nos dias de hoje muito conteúdo seja consumido através dos telemóveis, a verdade é que há determinadas séries e filmes que merecem ser vistos num ecrã de maiores dimensões.
 
É por isso que, apesar de termos um telemóvel que carregamos sempre connosco, todos gostamos de ver séries, filmes, reality shows (e até vídeos no YouTube) num ecrã maior e de partilhar esses bons momentos de lazer com familiares e amigos na mesma divisão.
Comprar uma televisão, contudo, é uma conversa um pouco diferente e obedece a um processo de pesquisa de mercado, comparação de modelos e de reflexão sobre as funcionalidades que não quer abdicar. A resolução é importante para si? Tem uma soundbar para ajudar a melhorar o som? É apreciador de videojogos e não abdica de uma boa taxa de atualização de imagem?



 TV em modo standby? Há benefícios (mesmo com algum gasto de energia) 
Apesar de gastar alguma energia elétrica, o modo standby das televisões tem alguns propósitos que valem a pena ter em mente e que deve considerar antes de desligar o equipamento da tomada.
 Miguel Patinha Dias | 08:12 - 21/09/2026 

Os motivos que o podem levar a comprar um modelo em detrimento do outro são variados mas, caso deseje poupar na compra de uma televisão, tem de saber que há certas capacidades e funcionalidades das quais pode estar prestes a abdicar. Pelo que convém estar atento.
Algumas dessas capacidades estão relacionadas com a tecnologia da televisão. O escurecimento local do ecrã, por exemplo, é uma funcionalidade encontrada em modelos com ecrã OLED ou mini-LED - que são mais caros por oferecem um maior controlo da iluminação do painel, contribuindo para pretos mais profundos.
Como explica o site BGR, a taxa de atualização variável do ecrã é outra funcionalidade que normalmente só se encontra nos modelos mais caros de televisões. Esta capacidade permite à televisão ajustar automaticamente a taxa de atualização (por exemplo) de jogos que esteja a jogar caso exista alguma quebra nos frames, ajudando a tornar a cena mais fluida.



 Limpar o ecrã da TV: 7 dicas para evitar danos 
O ecrã da sua televisão é uma das partes mais sensíveis e requer cuidados especiais para manter a qualidade da imagem. Veja como limpar o ecrã de forma segura e eficaz, evitando danos.
 Miguel Patinha Dias | 22:36 - 08/10/2026 

No final das contas, o que importa realmente é o motivo que o leva a escolher um modelo em detrimento do outro e do que está disposto a abdicar para que esta aquisição caiba no seu orçamento. Não obstante, pode saber abaixo as 10 funcionalidades e capacidades que talvez tenha de abdicar em modelos mais baratos de televisões.
As 10 coisas que são sacrificadas em televisões mais baratas:

Escurecimento local;
Taxa de atualização variável;
Ecrãs de 120Hz ou 144Hz;
Iluminação suficiente para um HDR de qualidade;
Gama de cores mais vasta;
Tratamento antirreflexo;
Tecnologia de limpeza e melhoria de imagem;
Tempo de resposta dos pixéis;
Maior largura de banda nas entradas HDMI;
Colunas integradas de qualidade;

Leia Também: As televisões (gigantes) de 100 polegadas que vai querer considerar ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:00:11 +0100</pubDate>
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<title>Loja da Apple em Lille foi saqueada durante protestos. Veja o vídeo</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 09:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Estados Gerais do PS arrancam em novembro para preparar alternativa</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 08:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Rita Matias propõe criação de sala de amamentação no Parlamento</title>
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<title>As 6 coisas que tem de saber antes de comprar o iPhone Duo</title>
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<title>Novo agente de IA da Anthropic promete revolucionar o trabalho</title>
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<title>Comissão Política do PS manifestou &amp;quot;consenso total&amp;quot; sobre abstenção no OE</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 07:00:11 +0100</pubDate>
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<title>PS acusa AD de tentar reduzir manifestações a &amp;quot;ações de extrema&#45;esquerda&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 00:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Habitação? &amp;quot;Falta de coragem e cobardia não resolvem problema&amp;quot;</title>
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<title>Líder da Xbox está a planear mais três rondas de despedimentos</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 23:00:15 +0100</pubDate>
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<title>A popular IA chinesa DeepSeek foi banida pelos EUA</title>
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<title>&amp;quot;Santo António &#45; O Casamenteiro de Lisboa&amp;quot; tem estreia marcada na Disney+</title>
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<title>Electronic Arts encerra histórico estúdio de videojogos BioWare</title>
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<title>Parlamento levanta imunidade a deputado do JPP suspeito de crime</title>
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<title>Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025</title>
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<title>Letria: AR lembra acutilância e irreverência de &amp;quot;figura incontornável&amp;quot;</title>
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<title>BE assegura que cumpre escrupulosamente lei no que toca a financiamento</title>
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<title>Projetos do PAN e Chega sobre bem&#45;estar animal aprovados na generalidade</title>
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<title>PS acusa Governo de incumprir carta de compromisso com freguesias</title>
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<title>Deputados aprovam nova lei de organização e processo do Tribunal de Contas</title>
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<title>PS pede ao TC que declare inconstitucionais sete normas do Processo Penal</title>
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<title>Inquérito aos negócios dos incêndios suspenso durante debate do OE2027</title>
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<title>Habitação: Carneiro desafia Montenegro a pôr lei das rendas na gaveta</title>
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<title>Ana Catarina Mendes mantém vice&#45;presidência dos socialistas na Europa</title>
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<title>Habitação divide AR: &amp;quot;A conversa das portas escancaradas não cola&amp;quot;</title>
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<title>Projetos de investigação do cancro ficam sem fundos. PSD pede respostas</title>
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<title>Deputados do PS eleitos no Porto questionam MAI sobre carga policial</title>
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<title>PSD ataca PS no Parlamento: &amp;quot;A lei é tábua rasa quando convém&amp;quot;</title>
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<title>Habitação? Direita e Esquerda trocam acusações sobre quem tem culpa</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:00:07 +0100</pubDate>
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<title>PS vai forçar audição de Pinto Luz por suspeita de conflito de interesses</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:00:07 +0100</pubDate>
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<title>ARTE alerta para mensagens fraudulentas sobre Chave Móvel Digital</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Salvar o clima ainda é possível mesmo após ultrapassar 1,5 °C</title>
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<description><![CDATA[ ONU diz que mundo segue para quase 3 °C de aquecimento global se políticas atuais continuarem; secretário-geral, António Guterres, avisa que superar o limite jamais será desculpa para baixar a guarda na ação climática. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:00:08 +0100</pubDate>
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<title>PSD/Matosinhos acusa Luísa Salgueiro de esquecer segurança na cidade</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Oposição aprova debate proposto pelo Livre contra decisão do PAR</title>
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<title>PCP propõe fim das propinas e restantes custos no Superior em dois anos</title>
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<title>Zero reconhece redução da central Sophia mas diz que ainda é insuficiente</title>
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<title>Voz baixa no WhatsApp? Saiba como limpar o microfone do seu telemóvel</title>
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<title>Documentos sensíveis do inquérito a Luís Neves terão sala reservada</title>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:00:10 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Dinheiro será irrelevante&amp;quot;, diz Elon Musk (a pessoa mais rica do mundo)</title>
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<title>Seguro convoca partidos para audiências sobre coesão social</title>
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<title>BE/Lisboa exige esclarecimentos sobre contratos da Câmara com Iberdrola</title>
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<title>As 5 melhores séries da Netflix que nunca ouviu falar</title>
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<title>Vergonha do ChatGPT? Uma das opções mais pedidas já está entre nós</title>
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<title>iPhone Duo chega esta sexta&#45;feira. Veja como é abrir a caixa do novo telemóvel</title>
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<title>SpaceX e Tesla estão a avaliar fusão, revela Elon Musk</title>
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<title>Parlamento é assistente no processo sobre assalto a gabinete de Ventura</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República anunciou hoje que o Parlamento constitui-se como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao gabinete do líder do Chega, tendo como advogado em regime &quot;pro bono&quot; José António Barreiros.
 
Este passo agora dado pelo Parlamento foi comunicado pelo gabinete de José Pedro Aguiar-Branco através de uma carta dirigida aos vice-presidentes da Assembleia da República, líderes parlamentares, deputados únicos do BE, PAN e JPP, e à qual a agência Lusa teve acesso.
Na missiva, refere-se que a Assembleia da República, na terça-feira, &quot;apresentou um requerimento para a sua constituição como assistente no âmbito do processo judicial em que estão a ser investigados factos suscetíveis de integrar a prática dos crimes de introdução em lugar vedado ao público, furto qualificado e dano, relacionados com as instalações e o património parlamentar&quot;.
Salienta-se, depois, que esta decisão &quot;surge numa fase em que o desenvolvimento da investigação e as diligências já realizadas justificam uma intervenção processual mais ativa da Assembleia da República, com vista ao acompanhamento dos factos em investigação e à salvaguarda dos interesses da instituição&quot;.
Neste contexto, refere-se então que o patrocínio judiciário do Parlamento será assegurado pelo advogado José António Barreiros, &quot;em regime pro bono, sem encargos com honorários para a instituição&quot;.
Na carta, realça-se, ainda, que &quot;em conformidade com o compromisso assumido em conferência de líderes&quot;, José Pedro Aguiar-Branco &quot;continuará a acompanhar de perto o desenvolvimento deste assunto, com vista ao cabal esclarecimento dos factos e à salvaguarda dos interesses e do património da Assembleia da República&quot;.
Na manhã de 28 de julho, o presidente do Chega divulgou nas redes sociais imagens do seu gabinete no Parlamento com armários abertos e documentos espalhados pelo chão, o que indiciava ter sido vandalizado.
Em conferência de imprensa, André Ventura disse que tinham desaparecido duas pens USB e outros objetos que incluíam material relacionado com a comissão parlamentar de inquérito que o Chega impôs potestativamente sobre a atuação do ministro Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ e com informação política relativa ao gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Nesse mesmo dia, a Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ deslocou-se ao Parlamento para recolher elementos, tendo sido procuradas informações que permitissem esclarecer as entradas e saídas das instalações entre a noite de 27 de julho e a madrugada do dia seguinte, assim como a sequência dos acontecimentos.
Em 30 de julho, o Ministério Público anunciou a instauração de um inquérito, que corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional de Lisboa. Um inquérito que está a ser coadjuvado na investigação pela PJ. E no início de setembro, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, afirmou que este inquérito do Ministério Público à alegada invasão e roubo no gabinete de André Ventura tem caráter urgente.
Já no passado dia 18 de setembro, foram aprovadas pelo Parlamento, por unanimidade, as autorizações para André Ventura e os deputados do Chega Francisco Gomes e Paulo Seco prestarem depoimento por escrito, na qualidade de testemunhas.
Leia Também: Parlamento aprova audição de Pinto Luz sobre privatização da TAP ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:00:20 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Parlamento, assistente, processo, sobre, assalto, gabinete, Ventura</media:keywords>
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<title>Xiaomi 18 Pro pode custar mais de 1.400 euros na Europa</title>
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<description><![CDATA[ A Xiaomi já confirmou que planeia lançar a série de telemóveis Xiaomi 18 Pro fora da China e é provável que tenhamos novidades nos próximos tempos - até porque já andam a circular informações sobre os preços dos dois modelos.
 
A informação foi avançada pelo site YTechB, que afirma que tanto o Xiaomi 18 Pro como o Xiaomi 18 Pro Max terão preços mais altos do que vimos no ano passado com a série Xiaomi 17.
Lembrar que, em muitos territórios, o preço da versão base do Xiaomi 17 foi de 999 euros e o do Xiaomi 17 Ultra foi de 1.499 euros. Pois bem, diz a publicação que o Xiaomi 18 Pro de 12GB de RAM e 256GB ficará por 1.449 euros e que o Xiaomi 18 Pro Max de 12GB de RAM e 512GB custará 1.849 euros, verificando-se portanto um aumento considerável nos valores destes novos topos de gama.



 Xiaomi apresenta estendal que revoluciona a secagem de roupas em casa 
A Xiaomi revelou o Mijia Smart Clothes Dryer 3 Max, um estendal inteligente que, além de permitir secar roupas em casa de forma rápida e sem ocupar espaço em sua casa, também pode servir como candeeiro de teto.
 Miguel Patinha Dias | 11:30 - 08/10/2026 

É bom lembrar que, em Portugal, o Xiaomi 17 começou por ser vendido a um preço de 1.099 euros, pelo que esta diferença de 100 euros também se pode vir a verificar no XIaomi 18 Pro.
A mesma publicação nota também que as baterias das versões europeias do Xiaomi 18 Pro e do Xiaomi 18 Pro também terão menos capacidade do que os modelos já disponíveis na China.
Enquanto os modelos do Xiaomi 18 Pro e do Xiaomi 18 Pro Max contam na China com bateria de 7.000mAh e de 8.500mAh (respetivamente), parece que as versões europeias contarão com uma capacidade inferior de 6.000mAh e 7.050mAh.



 Os 5 gadgets que podem ficar (ainda) mais caros em 2027 
A escassez de componentes de memória que se tem verificado nos últimos tempos poderá continuar em 2027 e, com esta realidade, há cinco gadgets que podem vir a ficar ainda mais caros.
 Miguel Patinha Dias | 22:50 - 09/10/2026 

A mesma redução é verificada na capacidade de carregamento rápido, que no Xiaomi 18 Pro desce de 100W para 90W, enquanto no Xiaomi 18 Pro Max se manterá nos 100W.
Não se sabe ainda ao certo quando é que a empresa chinesa apresentará oficialmente as versões internacionais do Xiaomi 18 Pro e do Xiaomi 18 Pro Max. No entanto, dado que o Xiaomi 17 foi apresentado no final de fevereiro, é possível que tenhamos de aguardar pelo primeiro trimestre de 2027 para ter novidades oficiais.
Leia Também: Amazon apresenta novos gadgets de IA para gravar conversas ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:00:19 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Xiaomi, Pro, pode, custar, mais, 1.400, euros, Europa</media:keywords>
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<title>As 3 dicas (simples) para &amp;quot;afinar&amp;quot; as recomendações do YouTube</title>
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<description><![CDATA[ É comum surgirem alguns nomes específicos sempre que falamos em serviços de streaming, como é o caso da Netflix, da HBO Max, da Prime Video, da Disney+, da SkyShowtime ou até da Apple TV. Ainda que não seja visto como tal pela maioria, o YouTube também é um serviço de streaming e, na verdade, encontra-se até entre os mais vistos.
 
O motivo prende-se não só com a quantidade de conteúdo produzido por criadores e que é partilhado todos os dias na plataforma, como também com o sistema de recomendações do YouTube - que está indubitavelmente entre os melhores das plataformas de streaming.
Afinal de contas, quem nunca se deixou arrastar para um “vórtice” de vídeos sobre um tema sobre o qual nunca havia pensado? Pode dizer-se que o sistema de recomendações é o “coração” do YouTube e um dos motivos pelo qual a plataforma é tão usada pelos internautas.



 YouTube quer competir com Spotify e Audible com audiolivros na Premium 
O YouTube planeia integrar audiolivros na subscrição Premium, em paralelo com o Spotify, que vai lançar audiolivros em Portugal até ao final do ano.
 Miguel Patinha Dias | 09:40 - 16/10/2026 

Contudo, como nota o site BGR, é muito fácil tornar impreciso o sistema de recomendações do YouTube, com o algoritmo a apresentar-lhe cada vez mais vídeos fora dos seus interesses. Este algoritmo leva em conta não só o histórico de vídeos visualizados, como também os canais que subscreveu, os vídeos que partilhou com amigos, os likes que dá e as pesquisas que faz, pelo que deve ter estes parâmetros em atenção.
Caso esteja com vontade de “afinar” o sistema de recomendações da sua conta no YouTube, temos abaixo alguns conselhos que o vão ajudar a ter um algoritmo feito à medida dos seus interesses.
Como “afinar” o sistema de recomendações do YouTube:

Diga explicitamente o que não quer ver clicando no ícone de três pontos de um vídeo e selecionando a opção Sem interesse;
Faça uma análise dos canais que subscreveu até aqui e retire a sua subscrição dos que deixou de ver;
Limpe a sua pesquisa através da área dedicada ao histórico, onde poderá eliminar toda a informação de histórico ou remover de forma cirúrgica os temas que não quer que sejam levados em conta pelo sistema de recomendação;

Leia Também: YouTube e Deezer estão a mudar a forma como lidam com músicas de IA ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 09:00:13 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>SpaceX atinge primeiro lucro trimestral positivo</title>
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<description><![CDATA[ A empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA) SpaceX anunciou terça-feira um prejuízo de 1.084 milhões de dólares (965 milhões de euros) de janeiro a setembro, uma melhoria de 58% face ao período homólogo, e alcançou o primeiro lucro trimestral positivo.
 
A empresa fundada e dirigida pelo magnata Elon Musk faturou 27.083 milhões de dólares (24 mil milhões de euros) entre janeiro e setembro, um aumento de 97,5% face ao ano anterior, segundo os resultados divulgados após o fecho do mercado de Wall Street.
A melhoria dos resultados foi impulsionada pelo terceiro trimestre, no qual a SpaceX obteve um lucro líquido de 4.404 milhões de dólares, em contraste com um prejuízo de 1.054 milhões registado no mesmo período de 2025.



 SpaceX pode tornar-se a próxima grande operadora de telecomunicações 
A SpaceX adquiriu licenças que permitem operar em espectro de baixa frequência, o que pode torná-la uma das maiores operadoras de telecomunicações nos EUA, competindo com empresas como a Verizon e a T-Mobile.
 Miguel Patinha Dias com Lusa | 18:02 - 09/10/2026 

O primeiro lucro trimestral registado pelo grupo deveu-se em grande parte graças à sua atividade de computação remota (&quot;cloud&quot;), adiantou.
Estes foram os primeiros resultados apresentados pela empresa desde a oferta pública de venda (OPV) de ações da empresa em junho.
A OPV rendeu 75 mil milhões de dólares, mais do que o dobro da anterior recordista, a Saudi Aramco em 2019, avaliando a empresa em 1,77 biliões de dólares.
Após a operação, Elon Musk mantém mais de 80% dos votos da empresa.
Leia Também: Elon Musk fez um (raro) elogio à União Europeia ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>China rejeita sanções dos EUA a empresas ligadas a ex&#45;Google</title>
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<description><![CDATA[ Os dirigentes chineses expressaram na terça-feira uma &quot;firme oposição&quot; às sanções decididas pelo governo dos EUA a cinco empresas chinesas ligadas a um antigo engenheiro da Google, acusado de roubo de propriedade intelectual.
 
A decisão &quot;prejudica severamente os direitos e interesses legítimos&quot; das empresas chinesas, disse o ministro do Comércio, em comunicado.
O ministro apelou aos EUA para &quot;corrigirem esta prática errada&quot; e assegurou que o país iria tomar &quot;as medidas necessárias&quot;, sem especificar.
A queixa chinesa aconteceu um dia depois de o Departamento de Estado impor sanções a cinco empresas chinesas ligadas a Linwei Ding, fundador da Shanghai Zhisuan Technology. O Departamento argumentou que ele elogiou a sua experiência com a Google e proclamou que a sua empresa pode replicar a infraestrutura tecnológica da inteligência artificial (IA) da norte-americana.



 Taiwan acusa China de usar IA para interferir nas eleições locais 
As autoridades taiwanesas acusaram a China de intensificar o uso de inteligência artificial para manipular informação eleitoral, visando influenciar os resultados das eleições locais de 28 de novembro.
 Lusa | 12:20 - 20/10/2026 

Ding fi acusado em 2024 de roubar segredos comerciais da IA da Google, enquanto trabalhava em segredo com duas empresas baseadas na China. Em janeiro foi condenado por um júri federal em San Francisco por espionagem económica e roubo de segredos comerciais.
Posteriormente, um juiz anulou as acusações de espionagem económica e sentenciou-o a 12 meses de prisão. O Departamento de Justiça recorreu da anulação das acusações de espionagem económica.
O ministro chinês assegurou que o desenvolvimento da IA na China é &quot;o resultado do fomento de longo prazo da investigação básica, de um contínuo investimento na inovação, da aderência à inovação cientifica e tecnológica independente e d uma cooperação aberta&quot;.
Os sucessos da China &quot;não têm nada a ver com o dito &#039;roubo de segredos comerciais&#039;&quot;, acrescentou.
Leia Também: China reforça controlos à exportação de drones e tecnologias associadas ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Favorecimento da Meta? Lula e Bolsonaro trocam pedidos de desqualificação</title>
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<description><![CDATA[ O candidato presidencial Flávio Bolsonaro pediu à justiça do Brasil a desqualificação do rival Luiz Inácio Lula da Silva, pouco depois do atual Presidente ter ameaçado fazer o mesmo, devido ao papel das plataformas da Meta na campanha.
O recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos advogados do senador de extrema-direita e citado pela agência de notícias France-Presse (AFP), acusa Lula da Silva de propaganda abusiva numa conta governamental do WhatsApp.
A queixa evoca um &quot;abuso de poder&quot; por parte do líder de esquerda, que terá realizado através da plataforma uma divulgação massiva de conteúdos sobre a atuação do Governo, em pleno período eleitoral.
A equipa de Flávio Bolsonaro denunciou ainda uma alegada &quot;ofensiva de propaganda negativa&quot; conduzida pelo adversário, &quot;com o aval&quot; da gigante tecnológica norte-americana Meta.
Horas antes, a equipa de campanha de Lula tinha anunciado que iria apresentar um recurso ao TSE para anular a candidatura de Flávio Bolsonaro.
A ação baseia-se numa alegada &quot;manipulação algorítmica&quot; por parte da Meta, empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp, com o objetivo de prejudicar Lula, explicou fonte da equipa, que pediu para não ser identificada.
O coordenador da campanha, o senador Camilo Santana, declarou posteriormente à imprensa que a apresentação formal do pedido ocorreria hoje.
Na segunda-feira, o TSE deu à gigante tecnológica norte-americana um prazo de 24 horas para comprovar a implementação de medidas para garantir a igualdade de tratamento, nas suas plataformas, entre as duas campanhas, sob pena de multa.
Um dia depois, a Meta garantiu que conclui &quot;a implementação das medidas para dar resposta às solicitações do TSE&quot; e que &quot;os conteúdos referentes a ambas as candidaturas estão a ser tratados de forma igualitária e não discriminatória&quot;.
Lula, que ficou ligeiramente atrás, na primeira volta, do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciou uma ingerência da Meta na eleição e acusou a empresa de restringir conteúdos favoráveis ao Presidente em exercício e favorecer Flávio Bolsonaro através dos seus algoritmos e ferramentas de inteligência artificial.
A sua equipa acusou a tecnológica norte-americana de restringir a circulação dos seus conteúdos no Instagram e no WhatsApp.
O Partido dos Trabalhadores, de Lula, também acionou a Organização dos Estados Americanos.
A Meta sempre negou qualquer parcialidade nas eleições.
Na semana passada, a empresa reconheceu a ocorrência de problemas, como a desativação, por engano, de anúncios da campanha de Lula, mas atribuiu o facto a questões técnicas que não afetaram apenas o Brasil.
Na primeira volta, realizada em 04 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula da Silva, uma vantagem de 2.224.965 votos, sendo que, desde a introdução do sistema de duas voltas nas presidenciais brasileiras, em 1989, nenhum candidato que terminou a primeira votação em segundo lugar conseguiu vencer a eleição. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
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<title>ONU lança iniciativa para abordar usos militares da IA</title>
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<description><![CDATA[ A Organização das Nações Unidas (ONU) vai lançar uma nova iniciativa sobre as utilizações militares da inteligência artificial (IA), para enfrentar as preocupações sobre a ameaça que o desenvolvimento da tecnologia representa para a humanidade.
 
A iniciativa, do Instituto das Nações Unidas para a Investigação sobre o Desarmamento (UNIDIR, na sigla em inglês), tem lançamento previsto para esta quinta-feira e vai estabelecer o primeiro fórum internacional para que os principais interessados procurem enfrentar a questão.
O diretor do instituto sediado em Genebra, Robin Geiss, alertou em conferência de imprensa da ONU na terça-feira que &quot;a margem para o julgamento humano é cada vez mais estreita, incluindo no domínio nuclear&quot;.
É difícil avaliar o quão próximo o mundo está de máquinas que possam vir a agir fora do controlo humano, disse Geiss, acrescentando que a incerteza &quot;é a questão&quot; que se está a &quot;tentar resolver&quot;.
Um dos problemas é que a IA está a penetrar, cada vez mais, em diversas áreas — sistemas de alerta precoce, recolha de informação e reconhecimento — e &quot;é muito difícil determinar em que ponto estamos, de facto, a perder o controlo&quot;, afirmou.
Segundo Geiss, durante algum tempo houve uma resistência generalizada em estabelecer salvaguardas para a IA. Contudo, a proliferação das capacidades e o potencial impacto da tecnologia levaram a &quot;uma crescente perceção de que estamos perante uma encruzilhada e que agora é o momento de agir, incluindo no que diz respeito à IA militar&quot;.
Geiss observou que a ONU reconhece que a competição global pela liderança em IA impõe obstáculos sérios.
&quot;Mas as preocupações com o impacto da IA já transcendem os blocos geopolíticos e estão a levar as grandes potências a tomar medidas&quot;, disse, mencionando uma proposta feita em setembro para que os EUA e a China criem um sistema de alerta de segurança em IA, dirigido a questões que possam ameaçar a segurança nacional.
Os riscos associados à IA foram um tema central nos discursos dos líderes de muitas das 193 nações-membros da ONU, durante a reunião anual de alto nível realizada em setembro.
Este verão, o UNIDIR estabeleceu um Centro de Excelência em IA, Paz e Segurança, a primeira plataforma permanente da organização mundial dedicada a estes temas.
Geiss afirmou que a iniciativa recebeu financiamento das cinco principais potências nucleares: EUA, Rússia, China, Reino Unido e França.
Na quinta-feira, o UNIDIR vai lançar um novo fórum, ligado ao centro, para reunir &quot;atores de todos os setores relevantes e de diferentes partes do mundo&quot;, de forma a trabalhar na questão da IA nas aplicações militares.
Geiss não detalhou exatamente o que a iniciativa fará, mas mencionou que integrará outros esforços relacionados com a IA que o centro lançará esta semana.
Outra iniciativa irá focar-se no papel da indústria, visando desenvolver &quot;uma estrutura para uma conduta industrial responsável&quot;, explicou.
As decisões tomadas pelas empresas durante as fases de conceção e desenvolvimento &quot;determinam se as capacidades militares baseadas em IA serão, de facto, fiáveis e previsíveis, e se poderão operar em conformidade com o direito internacional&quot;, disse Geiss.
Por esse motivo, o UNIDIR está a desenvolver uma estrutura de conduta industrial responsável que fornecerá &quot;orientações práticas e voluntárias&quot;, alinhadas com o direito internacional e orientadas para a garantia dos direitos humanos, acrescentou.
O UNIDIR está também a lançar uma iniciativa dirigida aos riscos do uso indevido de IA por grupos armados, alertou Geiss, sublinhando que tais grupos já utilizam a tecnologia para apoiar o planeamento operacional, a execução de ações e a logística.
&quot;A questão urgente da IA no âmbito militar não pode mais permanecer nas sombras&quot;, afirmou Geiss. &quot;Chegou o momento de unir forças e enfrentar, de frente, a questão da IA no setor militar&quot;, acrescentou.
Leia Também: Elon Musk terá cortado o acesso da Ucrânia à rede de satélites Starshield ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 07:00:14 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>IL quer sentar partidos à mesa sobre habitação.&amp;quot;Cinismo&amp;quot;? As respostas</title>
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<description><![CDATA[ A presidente da IL anunciou que vai convidar os líderes de todos os partidos com assento parlamentar para uma &quot;conversa aberta e franca&quot; sobre a habitação. A ideia é encontrar consensos que permitam responder à crise no setor, mas o convite parece não estar a ser bem acolhido nem pela Esquerda... nem pela Direita.
 
&quot;Nós vamos convidar os líderes partidários dos vários partidos com assento parlamentar a sentarem-se à mesa connosco, para podermos ter uma conversa aberta, franca, com propostas, e tentarmos chegar a consensos&quot;, anunciou esta terça-feira Mariana Leitão, em declarações aos jornalistas após uma reunião com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP).
A líder dos liberais disse que o objetivo é encontrar soluções que se tornem &quot;uma realidade o mais depressa possível&quot;, em vez de &quot;processos legislativos que se arrastam durante meses, que muitas vezes acabam por nem sequer ver a luz do dia&quot;.
Questionada sobre se pretende promover reuniões individuais ou um encontro com todos os partidos em simultâneo, Mariana Leitão esclareceu que o objetivo é que &quot;se sentem todos à mesa&quot;, dependendo da disponibilidade das forças políticas.
As respostas, contudo, não foram muito positivas.
O porta-voz do Livre, Jorge Pinto, assumiu que o seu partido &quot;está sempre aberto para discussões&quot;, mas considerou o convite da Iniciativa Liberal &quot;no mínimo irónico&quot;.
&quot;É no mínimo irónico que o mesmo partido que apoiou convictamente, achando que não vai longe sequer o suficiente, o novo regime de arrendamento urbano proposto pelo Governo, venha agora dizer, se calhar pela pressão das ruas, que é preciso encontrar soluções. As soluções existem, mas são certamente no caminho oposto daquilo que a Iniciativa Liberal propõe&quot;, defendeu Jorge Pinto.
&quot;O Livre tem trazido para cima da mesa uma série de discussões relativas à habitação&quot;, acrescentou, em declarações no Parlamento. &quot;O que nós queremos é um Estado que assuma as suas responsabilidades no campo da habitação. É um novo ímpeto às políticas de habitação cooperativa, tal como já existiu no passado no país e são políticas fiscais também, mas direcionadas para a classe média, direcionadas para aqueles que estão afastados da habitação, a um preço que consigam pagar e que não venham aquecer ainda mais o mercado e que não venham trazer ainda mais incerteza ao mercado, como é o que acontece com as políticas que a Iniciativa Liberal propõe.&quot;
A líder parlamentar do PCP afirmou hoje que o partido não estará presente na reunião proposta pela IL sobre habitação, acusando os liberais de &quot;descaramento e cinismo&quot; e de serem corresponsáveis pelos problemas no setor.
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Paula Santos, questionada sobre o convite dirigido pela presidente da IL, Mariana Leitão, aos líderes partidários para uma reunião conjunta sobre habitação, afirmou que não há &quot;ponto de encontro possível&quot; com os liberais, porque, argumentou, &quot;são corresponsáveis daquilo que está a acontecer&quot;.
&quot;É de um enorme descaramento e cinismo por parte da Iniciativa Liberal, porque a verdade é que este partido, ao longo de todo este tempo e na sua intervenção, tem-se comportado como os porta-vozes dos fundos, como os porta-vozes da banca, dos interesses dos grandes proprietários. A sua intervenção é exatamente no sentido de promover a especulação imobiliária&quot;, criticou.
O presidente do Chega, André Ventura, foi questionado sobre o convite de Mariana Leitão durante uma entrevista ao programa &quot;Importa-se de repetir?&quot;, na SIC Notícias, onde defendeu que a solução para o problema só pode ser decidida pelo seu partido em conjunto com PSD e PS.
&quot;A Iniciativa Liberal conta pouco neste momento. Do ponto de vista parlamentar, isso não tem nenhum impacto na vida das pessoas&quot;, afirmou. &quot;Isto pode ser decidido apenas e exclusivamente por dois partidos: pelo Chega, pelo PS e pelo PSD. Não vale a pena andarmos a andarmos a multiplicar-nos em reuniões, a falarmos através de jornalistas, de uns para os outros, senão percebermos o óbvio.&quot; 
Na ótica de André Ventura, para resolver o problema é necessário &quot;deixar de entrar gente descontroladamente no nosso país - porque precisam de casa e não há casas para eles&quot;. Por outro lado, é também preciso &quot;percebermos que temos de pegar no Orçamento do Estado e dar apoios a quem está a pagar renda e a quem tem crédito à habitação&quot;. 
O presidente do Chega reconhece que o responsável pela crise da habitação não é só fluxo migratório, mas é &quot;um deles&quot;.
João Almeida, do CDS-PP, também foi questionado sobre o convite dirigido pela presidente da IL, Mariana Leitão, aos líderes partidários para uma reunião conjunta sobre habitação. O deputado disse compreender a proposto, mas considerou não fazer &quot;grande sentido&quot; ser um partido a liderar este tipo de discussão.
&quot;O fundamental é aquilo que conseguirmos fazer, não é propriamente o método, certamente que esse funcionará no quadro da Assembleia da República e nós estamos em véspera do debate do Orçamento, é o quadro ideal para isso&quot;, considerou.
Leia Também: Habitação? Equipa médica responde a ansiedade, medo e cansaço extremo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 01:00:17 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Stickers do WhatsApp vão ganhar som: o que precisa saber</title>
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<description><![CDATA[ Se é uma daquelas pessoas que não consegue conversar no WhatsApp sem mandar um ou outro sticker, então vai gostar de saber que o WhatsApp está a testar a opção de adicionar som a estas imagens. Se, por outro lado, não é fã de stickers, vai certamente encontrar mais motivos para não gostar deles.
 
A informação está a ser avançada pelo site WABetaInfo, que diz que a atualização 2.26.41.3 da versão beta do WhatsApp para Android permite aos utilizadores adicionarem som aos stickers que partilham nas conversas.
De acordo com a publicação, “no futuro os utilizadores poderão criar os seus próprios stickers sonoros”, com o WhatsApp a trabalhar numa “funcionalidade para combinar um sticker com um clipe de áudio para produzir um sticker sonoro que podem enviar para outras pessoas”.



 Uma das funcionalidades mais pedidas do WhatsApp está (quase) a chegar 
Há anos que os utilizadores do WhatsApp pedem que a empresa lance a funcionalidade que permite agendar o envio de mensagens e, ao que parece, a opção chegou agora à versão beta da app.
 Miguel Patinha Dias | 12:06 - 12/10/2026 

“Por exemplo, os utilizadores serão capazes de conversar um vídeo num sticker animado para criarem um novo sticker sonoro”, afirma o WABetaInfo. “Esta funcionalidade vai trazer uma dimensão criativa à experiência dos stickers que nunca foi possível com stickers de avatares”.
A publicação refere que o som de um sticker poderá ser ativado pressionando o símbolo de som no canto superior direito da imagem estática/animada, com a faixa sonora a ter no máximo dez segundos de duração. Naturalmente, se o telemóvel do utilizador estiver no modo silencioso, não será reproduzido qualquer som.
Por enquanto parece que esta funcionalidade ainda se encontra em fase de desenvolvimento e ainda não está disponível para os utilizadores da versão beta do WhatsApp. Tal como é costume, a funcionalidade começará por chegar a esta versão da app antes de a lançar para os utilizadores da versão final do WhatsApp.
 © WABetaInfo  
Leia Também: WhatsApp permite chamadas sem conta ou app instalada ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 23:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>AR adia eleições dos representantes para Conselho Consultivo da Lusa</title>
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<description><![CDATA[ A Assembleia da República vai adiar, novamente, a eleição dos seus representantes para o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República (CFSIRP) e Conselho Consultivo da Lusa, disse hoje à agência Lusa fonte parlamentar.
 
De acordo com o calendário estabelecido na reunião da conferência de líderes do passado dia 07, as candidaturas dos representantes do Parlamento a estes órgãos externos teriam de dar entrada formal até hoje, o que não vai acontecer. As eleições, por voto secreto, estavam marcadas para o próximo dia 28.
Ao início da tarde, Chega e PS adiantaram à agência Lusa que ainda não tinham concertado ou negociado nomes de candidatos com o maior grupo parlamentar, o PSD. E as negociações envolvendo as principais bancadas parlamentares – PSD, Chega e PS - são consideradas essenciais porque, por exemplo, a lista dos três candidatos ao Conselho de Fiscalização das &quot;secretas&quot; requer uma aprovação por maioria de dois terços dos deputados.
Só no que respeita à atual sessão legislativa, esta é já a segunda vez que as eleições para os órgãos externos são adiadas. Inicialmente, estiveram previstas para o início de outubro, tendo depois sido remarcadas para 28 deste mês. Agora, na próxima reunião da conferência de líderes, terá de ser encontrada uma nova data para estas eleições.
O CFSIRP foi eleito em abril de 2022 e é presidido pela antiga ministra socialista da Administração Interna Constança Urbano de Sousa, integrando também Mário Belo Morgado e Joaquim da Ponte. Este Conselho de Fiscalização das &quot;secretas&quot; portuguesas, de acordo com a lei em vigor, &quot;é composto por três cidadãos de reconhecida idoneidade (…), cujo perfil dê garantias de respeitar, durante o exercício de funções e após a cessação destas, os deveres decorrentes do cargo, nomeadamente os de independência, imparcialidade e discrição&quot;.
Os membros do CFSIRP são eleitos pela Assembleia da República &quot;por voto secreto e maioria de dois terços dos deputados presentes, não inferior à maioria dos deputados em efetividade de funções&quot;, cabendo-lhes fiscalizar a atividade dos agentes do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e do Serviço de Informações e Segurança (SIS).
Em relação ao Conselho Consultivo da Agência Lusa, de acordo com os estatutos em vigor, cabe ao Parlamento eleger três membros dos 13 elementos desse órgão, &quot;segundo o método da média mais alta de Hondt&quot;.
Além destas suas entidades, o Parlamento também terá de escolher os seus representantes em órgãos como o Conselho de Fiscalização do Sistema Integrado de Informação Criminal, a Entidade Fiscalizadora do Segredo de Estado, o Conselho de Fiscalização da Base de Dados de perfis de ADN e o Conselho Nacional de Ética para as ciências da vida.
A Assembleia da República terá ainda de eleger os membros do Conselho Nacional de Saúde e do Conselho Nacional pela Proteção da Gravidez e dos Cuidados Perinatais.
Leia Também: Habitação: Manifestantes decidem voltar a montar tendas no Rossio ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 22:00:12 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Netflix despede executivo responsável pelos filmes da plataforma</title>
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<description><![CDATA[ O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, está insatisfeito com a qualidade dos filmes e das séries que têm sido lançados no serviço de streaming e tem como objetivo lançar mais conteúdos que mostrem ser grandes sucessos.
 
Diz o The Wall Street Journal que Sarandos “queixou-se internamente durante vários meses que os americanos estavam a passar menos tempo a ver Netflix”, notando ainda que o serviço “tinha falta de novas séries de sucesso”.
Esta insatisfação de Sarandos terá atingido Dan Lin, o executivo que estava responsável pelo departamento cinematográfico da Netflix e que está assim de saída da empresa com efeitos imediatos.



 Um dos grandes filmes do ano estreia na Netflix em novembro 
A Netflix confirmou que o filme &quot;Obsession&quot; estará disponível no serviço de streaming nos EUA a partir de 17 de novembro. A data de lançamento em outros mercados ainda não foi divulgada.
 Miguel Patinha Dias | 18:00 - 19/10/2026 

É importante notar que Dan Li não é o único executivo a ser despedido recentemente pela Netflix. Conta a revista Variety que a Chief Content Officer da empresa, Bela Bajaria, está entre os funcionários da Netflix que foram removidos dos seus postos. Bajaria estava há dez anos na empresa e era responsável pelos conteúdos que eram aprovados para chegar ao serviço de streaming.
O lugar de Bajaria será ocupado por Peter Rice, que passou anteriormente pela Disney e pela Fox e estará agora a liderar o departamento responsável pelo conteúdo global da empresa - incluindo séries, reality shows, competições, filmes, eventos transmitidos ao vivo, entre outras coisas.
“Queria agradecer à Bela [Bajaria] por esta década de dedicação, inovação, criatividade e liderança”, pode ler-se no comunicado da autoria de um dos CEOs da Netflix, Ted Sarandos. “Liderou enormes mudanças na Netflix. Ajudou a alargar a nossa oferta de conteúdo e para incluir a expansão a larga escala de programação sem guião, os lançamentos de eventos ao vivo e de desporto, além de criar e gerir uma diversidade de séries e filmes globais. Estou incrivelmente agradecido por tudo o que fez para ajudar a Netflix a entreter o mundo”.
Serve recordar que a mais recente vaga de despedimentos da Netflix afetou principalmente os departamentos de produto, tecnologia, assuntos jurídicos e recursos humanos, num contexto de abrandamento do crescimento e de preocupação com a evolução da interação dos utilizadores com a plataforma, informaram hoje o The Wall Street Journal (WSJ) e a CNBC.



 A minissérie da Netflix (baseada num clássico) que não pode perder 
A minissérie &quot;A Leste do Paraíso&quot;, baseada no clássico de John Steinbeck, estreou na Netflix em 1 de outubro e já se tornou uma das séries mais vistas da plataforma, com 12,6 milhões de visualizações e 87 milhões de horas acumuladas.
 Miguel Patinha Dias | 08:47 - 19/10/2026 

Num memorando enviado aos trabalhadores esta manhã, os administradores, Ted Sarandos e Greg Peters, justificaram a decisão pela necessidade de priorizar recursos.
&quot;A nossa missão, entreter o mundo, é ambiciosa, e cumpri-la exige que sejamos disciplinados quanto às áreas em que priorizamos o nosso pessoal e os nossos recursos&quot;, assinalaram os dirigentes, segundo os meios de comunicação citados.
Apesar das demissões, a direção da Netflix garantiu que o negócio &quot;continua forte&quot; e a caminho de cumprir as suas previsões financeiras para o ano como um todo, além de antecipar que continuarão a &quot;investir agressivamente em áreas de alto impacto&quot;.
Embora a Netflix mantenha uma das taxas de cancelamento de assinaturas mais baixas do setor (ligeiramente superior a 2% nos Estados Unidos), as suas ações registaram uma queda acumulada de mais de 40% nos últimos doze meses.
Leia Também: Os 11 filmes da Netflix que mereciam ser vistos no cinema ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 22:00:11 +0100</pubDate>
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<title>Bugalho falha eleição e PSD perde lugar no PPE após 22 anos</title>
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<description><![CDATA[ O eurodeputado do PSD Sebastião Bugalho falhou hoje a eleição para vice-presidente do grupo parlamentar do Partido Popular Europeu (PPE), ficando a delegação social-democrata sem qualquer representante na liderança da bancada pela primeira vez desde 2004.
 
A nova liderança do grupo parlamentar do PPE, família política a que pertencem o PSD e o CDS-PP, foi hoje eleita pelos eurodeputados em Estrasburgo para um novo mandato.
Sebastião Bugalho, vice-presidente e porta-voz do PSD, candidatou-se pelo partido, substituindo a eurodeputada Lídia Pereira, que ocupava o cargo de vice-presidente desde 2024.
No entanto, a candidatura de Sebastião Bugalho tinha sido acolhida com surpresa no seio do PPE, uma vez que punha em causa o equilíbrio em termos de paridade de género estabelecido pelo grupo parlamentar que dita que quatro das 10 vice-presidências têm de ser ocupadas por mulheres.
Saindo Lídia Pereira e avançando Bugalho, um dos outros vice-presidentes teria de ser substituído por uma mulher.
O grupo político optou por trocar apenas uma vice-presidência: sai Lídia Pereira, que é substituída pela eurodeputada húngara Eszter Lakos, do partido Tisza, sendo todos os restantes vice-presidentes reconduzidos.
O PSD fica assim sem qualquer representante nas vice-presidências do PPE pela primeira vez desde 2004, ano em que o eurodeputado João de Deus Pinheiro tinha sido eleito para o cargo.
Seria depois substituído em 2009 pelo atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, vice-presidente do grupo parlamentar do PPE ininterruptamente até 2024, quando foi substituído pela eurodeputada Lídia Pereira.
Numa nota enviada à agência Lusa, o eurodeputado Sebastião Bugalho assume a responsabilidade pela derrota.
&quot;Foi uma candidatura pessoal e é, por isso, um resultado exclusivamente pessoal&quot;, afirma.
Os eurodeputados optaram também por manter o eurodeputado Manfred Weber na liderança do grupo parlamentar do PPE. Será o seu 13.º mandato consecutivo à frente do maior grupo político europeu.
Leia Também: Passos Coelho? Bugalho não disse &quot;nada nem de errado, nem de disputável&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:00:15 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PCP acusa Carlos Moedas de apoiar interesses do imobiliário em Lisboa</title>
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<description><![CDATA[ O PCP acusou hoje o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), de falhar na resposta à crise da habitação e afirmou que &quot;não é incompetência, é projeto&quot; de apoio aos interesses do imobiliário e do turismo.
 
&quot;Mais do que falhar na resposta à crise da habitação, [Carlos Moedas] assumiu uma opção clara ao lado das políticas de mercado. Não é incompetência, é projeto. Apoia, com as suas medidas, uma lógica em que os interesses do imobiliário e do turismo moldam a cidade para extrair dela o máximo rendimento, fazendo com que o direito a viver em Lisboa dependa apenas da capacidade financeira de cada um&quot;, criticou a deputada do PCP Sofia Lisboa, na reunião da Assembleia Municipal (AML).
A autarca comunista falava no âmbito do debate sobre o estado da cidade, que se realiza anualmente, tendo este sido o primeiro do segundo mandato de Carlos Moedas como presidente da Câmara de Lisboa e em que o autarca social-democrata assegurou que a habitação é uma prioridade.
Contestando as opções da governação PSD/CDS-PP/IL, Sofia Lisboa reforçou a oposição quanto à devolução de IRS aos munícipes, frisando que beneficia sobretudo &quot;os mais ricos&quot;, com a autarquia a abdicar de &quot;cerca de 90 milhões de euros em 2026&quot;, valor que o PCP considera que deveria responder aos problemas da cidade.
&quot;Vivemos uma gravíssima crise habitacional. Lisboa está a expulsar as suas populações. […] Os preços das casas e das rendas tornaram-se incomportáveis para uma grande parte da população&quot;, realçou a eleita do PCP.
Solidarizando-se com os milhares de manifestantes que têm protestado nos últimos dias pelo direito à habitação, Sofia Lisboa considerou &quot;incompreensível a diferença entre a rapidez com que se executam despejos e a lentidão com que se disponibilizam casas para quem delas precisa&quot;.
Sobre a intervenção policial nas recentes manifestações em Lisboa e no Porto, a deputada advertiu que &quot;não é com bastonadas&quot; que se resolve a crise da habitação, mas sim &quot;com respostas que sirvam às pessoas e não o especulador&quot;.
&quot;Pelo que faz e deixa por fazer, esta maioria [PSD/CDS-PP/IL] deixa claro de que lado está, não do lado de quem precisa de uma casa, mas do lado de quem vê na crise da habitação uma oportunidade ainda maior de negócio&quot;, declarou a comunista, lamentado a falta de uso de milhares de imóveis devolutos na cidade e a venda de terrenos municipais em hasta pública.
Para o PCP, a crise em Lisboa &quot;não é uma fatalidade&quot;, mas sim o resultado de escolhas políticas de PSD/CDS-PP/IL, bem como do PS, apontando como &quot;exemplo dramático&quot; a concessão do Quartel da Graça para um hotel.
Intervindo com &#039;t-shirts&#039; brancas com uma mensagem de luta pelo direito à habitação, os deputados do BE e do Livre reforçaram a necessidade de responder à crise habitacional em Lisboa.
A deputada do BE Joana Teixeira criticou a intervenção policial na &quot;manifestação pacífica&quot; em Lisboa, referindo que os manifestantes &quot;não incomodavam ninguém a não ser o Governo e o executivo camarário&quot;: &quot;Dizem que não querem que a praça seja um parque de campismo para quem precisa de casa, mas estão muito confortáveis em fazer dela um parque de diversões.&quot;
Já João Monteiro, do Livre, avisou que o governo de Lisboa &quot;não serve para proteger o lucro especulativo dos fundos de investimento em prejuízo dos direitos da população&quot;, e frisou que são urgentes soluções, como o uso de imóveis devolutos.
Também Cláudia Madeira, do PEV, manifestou solidariedade com as manifestações, referindo que a governação de Moedas tem &quot;demasiadas promessas por cumprir, projetos adiados e problemas que persistem ou se agravaram&quot;.
Do PAN, António Morgado Valente frisou que Lisboa precisa de uma política de habitação centrada nas pessoas, que controle a especulação, que combata o alojamento local ilegal e que &quot;impeça que a habitação continue a ser tratada como um ativo financeiro e não como um direito&quot;.
A social-democrata Liliana Fidalgo comparou as governações socialistas com as de Moedas, exemplificando com o anúncio de Fernando Medina (PS) para 14 novas unidades de saúde até 2020, mas em maio de 2021 apenas uma estava em funcionamento. &quot;É a partir desta diferença, entre anunciar e concretizar, que devemos discutir o estado da cidade&quot;, afirmou.
Carla Rothes (PS) respondeu que &quot;quem tem as rédeas da cidade há meia década já teve tempo de sobra para mudar o destino&quot; e o rumo das políticas, considerando que &quot;insistir no passado é admitir a incapacidade para gerir o presente&quot;.
A socialista acusou a liderança de Moedas de sofrer de uma condição psicológica em que &quot;os governantes se deitam no divã municipal apenas para fazer uma coisa, que é culpar o ex&quot;, levando a um protesto da eleita do Chega Margarida Bentes Penedo, alegando que a deputada do PS tinha chamado &quot;doentes mentais&quot; a grande parte dos autarcas.
Rothes vincou ainda que, ao contrário do que a direita tem dito sobre as alegadas poucas casas entregues nas governações PS, a diferença é, na realidade, de apenas menos 60 casas do que desde 2021, sendo que o PS não usufruiu de 500 milhões de euros de fundos comunitários.
No momento em que a deputada dizia &quot;imaginem o que faríamos se tivéssemos 500 milhões&quot;, o deputado Luís Pereira Nunes, do Chega, afirmou da bancada: &quot;roubavam mais&quot;.
Isto motivou um aviso do presidente da AML, André Moz Caldas, assegurando que na próxima vez que o deputado proferir difamações será feita participação criminal.
Da IL, Pedro Bugarin defendeu que é preciso &quot;abandonar discussões estéreis que nada resolvem&quot; e disse que, no final deste primeiro ano de mandato, este executivo tem trabalho para apresentar, incluindo na habitação.
Já Francisco Camacho, do CDS-PP, considerou legítimo o motivo do protesto pela habitação e realçou que o executivo &quot;já fez muito&quot; nesta área, mas tem de &quot;continuar a fazer mais&quot;, para que os lisboetas não tenham de abandonar a cidade, considerando &quot;indecorosa&quot; a postura da esquerda, liderada pelo PS, acusando-a de se &quot;encavalitar&quot; com o problema da crise habitacional.
Luís Pereira Nunes, do Chega, elogiou a atuação policial nas manifestações, inclusive ao ordenar que &quot;um grupo de energúmenos deixasse de incorrer num crime de desobediência, mantendo-se ilegalmente a acampar no centro da cidade&quot;, e sublinhou que Lisboa precisa de uma Câmara que resolva os problemas, em particular no acesso à habitação.



 AO MINUTO: Governo admite rever lei das rendas; Ventura elogia polícia 
Acompanhe aqui AO MINUTO os protestos pela habitação, que contam com acampadas em Lisboa e no Porto.
 Notícias ao Minuto | 07:31 - 20/10/2026 
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Habitação? CDS diz que &amp;quot;há clima para ir mais além&amp;quot; após ação da PSP</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Habitação? PS acusa PSD de &amp;quot;desculpas de mau pagador&amp;quot;</title>
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<title>Chega admite viabilizar propostas do PS para a habitação</title>
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<title>Parlamento aprova audição de Pinto Luz sobre privatização da TAP</title>
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<title>Apple limita compras do iPhone Duo a dois telemóveis por pessoa</title>
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<description><![CDATA[ O período de pré-venda do iPhone Duo teve início na última sexta-feira, dia 16, e desde então já se verificou que quem decidir comprar o telemóvel dobrável a partir da loja online da Apple terá de esperar por janeiro de 2027.
 
O interesse dos consumidores no iPhone Duo tem ficado claro, mas a Apple quer garantir que os telemóveis são comprados por pessoas que os querem realmente usar e não para vender em outras plataformas. Por isso mesmo, os interessados em comprar o iPhone Duo só poderão adquirir duas unidades.
A medida já foi aplicada pela Apple nos EUA, no Reino Unido, no Japão e também em Portugal. Após experimentar comprar três destes telemóveis dobráveis, verificámos que o limite de duas unidades do iPhone Duo por cliente também foi aplicado na versão portuguesa da loja online da Apple.



 Terá de esperar por 2027 para conseguir comprar o iPhone Duo 
A Apple decidiu aumentar os objetivos de produção do iPhone Duo antes de iniciar o período de pré-venda do telemóvel dobrável e, a julgar pelas previsões de entrega na loja online da marca, a decisão parece ter sido acertada.
 Miguel Patinha Dias | 08:00 - 18/10/2026 

Na loja online da Apple, ao adicionar o iPhone Duo ao carrinho de compras, é possível ir para o check-out e (uma vez lá) só é possível adicionar mais uma unidade. Sem desfazer o carrinho, tentámos adicionar manualmente mais unidades do iPhone Duo e, uma vez regressados à página do carrinho de compras da loja, fomos brindados com uma mensagem.
“Pode ser adquirido um máximo de 2 iPhone Duo por cliente”, pode ler-se na notificação que aparece no topo da página. “Altere a quantidade total de iPhone Duo na encomenda antes de efetuar o pagamento”.



 iPhone Duo é um dos telemóveis da Apple com mais bateria 
O iPhone Duo, o primeiro telemóvel dobrável da Apple, chega às lojas no dia 23 de outubro com uma bateria de 4.883mAh e autonomia de 51 horas por ciclo. A previsão de entrega para novas encomendas é para o início de 2027.
 Miguel Patinha Dias | 21:00 - 19/10/2026 

De facto, vimo-nos impedidos de prosseguir com a compra de três unidades do iPhone Duo e só quando reduzimos para duas unidades é que foi possível avançar no processo de compra.
Os primeiros clientes da Apple a fazer a pré-compra do iPhone Duo receberão o telemóvel na sexta-feira, dia 23 de outubro. Entretanto, o telemóvel já está a ser vendido através de plataformas como o eBay e atinge preços entre os 7 mil e os 10 mil euros. Lembrar que a versão base do telemóvel está a ser vendida na loja online da Apple por 2.399 euros.
Leia Também: Reparar o iPhone Duo fica mais caro do que comprar um iPhone 17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Antecipar salva vidas: Medicina do viajante vai muito além de vacinas, diz especialista</title>
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<description><![CDATA[ A área da saúde sofre com a falta crónica de fundos; para médica cabo-verdiana Liliana Alves, gerir crises como surtos de ebola, cólera ou vírus de Marburgo exige uma mudança cultural profunda: mais do que remediar, é preciso antecipar. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:00:14 +0100</pubDate>
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<title>Habitação? PCP acusa liberais de &amp;quot;descaramento e cinismo&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Paula Santos, questionada sobre o convite dirigido pela presidente da IL, Mariana Leitão, aos líderes partidários para uma reunião conjunta sobre habitação, afirmou que não há &quot;ponto de encontro possível&quot; com os liberais, porque, argumentou, &quot;são corresponsáveis daquilo que está a acontecer&quot;.
 
&quot;É de um enorme descaramento e cinismo por parte da Iniciativa Liberal, porque a verdade é que este partido, ao longo de todo este tempo e na sua intervenção, tem-se comportado como os porta-vozes dos fundos, como os porta-vozes da banca, dos interesses dos grandes proprietários. A sua intervenção é exatamente no sentido de promover a especulação imobiliária&quot;, criticou.
Para Paula Santos, o convite da IL &quot;só pode ser lido como uma falsidade e um cinismo&quot; relativamente a este problema da habitação.
A deputada comunista recordou também que os liberais votaram favoravelmente, na generalidade, a autorização legislativa para alterar a lei do arrendamento e argumentou que a IL &quot;tem estado do outro lado da barricada com os especuladores&quot;.
Sobre a possibilidade de alcançar entendimentos com o Governo, como pediu o Presidente da República, Paula Santos sublinhou que &quot;há um consenso muito evidente&quot;, referindo-se ao direito à habitação previsto na Constituição Portuguesa.
&quot;Nós estamos a ver um Governo que se está a comportar como se fosse um especulador imobiliário e não para garantir o direito à habitação. Para falar de consensos, vamos falar daquilo que é necessário, que é cumprir a legislação, garantir e tomar medidas concretas para garantir o cumprimento e garantir o direito à habitação&quot;, apelou.
Também em declarações no Parlamento, a deputada única do PAN, Inês de Sousa Real, manifestou-se disponível para se reunir com outras forças políticas, incluindo a IL, mas defendeu que é em sede de Orçamento do Estado que devem ser aprovadas novas medidas para combater a crise da habitação.
&quot;É uma oportunidade que não pode ser desperdiçada para, de uma vez por todas, acabarmos com alguns benefícios que existem no nosso país, nomeadamente aos residentes não habituais, que todos os anos beneficiam de mais de 1.000 milhões de euros que não estão a ser canalizados para a habitação em Portugal&quot;, disse, insistindo numa proposta já apresentada pelo partido.
Apesar de o ministro das Finanças ter dito que as políticas fiscais deveriam ficar fora da discussão orçamental, a deputada e porta-voz do PAN avisou que se o primeiro-ministro não estiver disponível para esse diálogo no parlamento &quot;vai ter de dialogar mais tarde ou mais cedo com uma população que, e bem, está revoltada porque não tem condições nem qualidade de vida&quot;.
A presidente da IL anunciou hoje da manhã que vai convidar os líderes de todos os partidos com assento parlamentar para uma &quot;conversa aberta e franca&quot; conjunta destinada a encontrar consensos que permitam responder à crise da habitação.
Esta tarde, fonte oficial do partido divulgou o convite enviado a todos os líderes partidários, no qual é proposto que este encontro se realize no Parlamento na próxima quinta-feira, dia 22, pelas 15:00.
Leia Também: IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:00:13 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Habitação, PCP, acusa, liberais, descaramento, cinismo</media:keywords>
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<title>Nova imagem revela novo design dos Galaxy S27 topos de gama</title>
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<description><![CDATA[ Ainda falta algum tempo até termos notícias sobre a próxima geração de telemóveis da Samsung mas, graças à página Ice Universe na rede social X, podemos agora ter uma confirmação do design dos quatro modelos da série Galaxy S27.
 
A imagem partilhada por esta página mostra o que parecem ser as capas protetoras dos quatro modelos - o Galaxy S27, o Galaxy S27+, o (novo) Galaxy S27 Pro e o Galaxy S27 Ultra.
A julgar por esta imagem, o Galaxy S27 e o Galaxy S27+ contarão com um design bastante semelhante ao que tem sido adotado pela Samsung nos últimos anos. Isto significa que os sensores da câmara traseira estarão orientados na vertical e localizados no canto superior esquerdo.



 Samsung considera aumentar preços dos Galaxy S27 em 2027 
Uma publicação sul-coreana afirma que a Samsung planeja aumentar os preços dos novos telemóveis da série Galaxy S27, que serão lançados no primeiro trimestre de 2027. O aumento de preços está associado à escassez de componentes de memória.
 Miguel Patinha Dias | 11:26 - 14/10/2026 

Por outro lado, a área dedicada ao módulo de câmara do Galaxy S27 Pro e do Galaxy S27 Ultra indicam que poderemos encontrar nestes topos de gama um design mais próximo do adotado pela Apple com os modelos Pro da série iPhone 17 ou nos últimos telemóveis da Nothing e da Xiaomi.
É preciso lembrar que este design do Galaxy S27 Pro e do Galaxy S27 Ultra já havia sido revelado por imagens que têm circulado destes dois modelos. Ainda que a Samsung não tenha confirmado até agora a existência deste design, os sinais que se têm vindo a “acumular” já tornam bastante provável que a decisão final esteja tomada.



 Novos topos de gama da Samsung terão mais bateria do que o S26 Ultra 
Os dois topos de gama da série Galaxy S27 terão mais bateria do que o Galaxy S26 Ultra. Apesar disso, a velocidade de carregamento deverá manter-se a mesma do telemóvel lançado no começo do ano.
 Miguel Patinha Dias | 12:11 - 21/09/2026 

Acredita-se que, além dos tamanhos dos ecrãs, o Galaxy S27 Pro e o Galaxy S27 Ultra terão especificações semelhantes. Significa isto que ambos terão câmaras com sensores principais de 200MP, mas acredita-se que o Pro terá uma teleobjetiva de apenas 12MP enquanto no Ultra encontraremos 50MP. Além disso, acredita-se que o Ultra virá acompanhado por uma caneta stylus.
Como referimos acima, ainda é cedo para termos confirmações do que a Samsung se encontra a preparar para a sua nova geração de telemóveis. No entanto, circulam rumores que a tecnológica sul-coreana deverá anunciar oficialmente a série Galaxy S27 no primeiro trimestre de 2027, algures entre janeiro e fevereiro.
  Galaxy S27, Galaxy S27+, Galaxy S27 Pro e Galaxy S27 Ultra © X / UniverseIce  
Leia Também: O próximo de topo de gama da Samsung tornará as fotos mais realistas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:00:12 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE/Porto responsabiliza Pedro Duarte pela carga policial</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão Concelhia do Bloco de Esquerda no Porto repudiou hoje a atuação da PSP perante o movimento pela habitação na Praça D. João I, pedindo &quot;medidas concretas&quot; à câmara para a crise da habitação.
 
&quot;A atuação [das forças policiais] levanta questões sérias sobre o recurso à força policial e o respeito pelo direito constitucional de manifestação, perante a posição assumida por membros do Governo que disseram que não cederiam aos gritos que vêm da rua e por Pedro Duarte [presidente da Câmara do Porto] que disse que seria &#039;absolutamente implacável&#039; com a acampada do Porto&quot;, pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa.
Segundo os bloquistas, o autarca &quot;lamenta o circo mediático que ele próprio montou&quot;, considerando-o &quot;politicamente responsável&quot; pela carga policial da última semana, que causou 39 feridos entre os manifestantes, dois deles graves, e um polícia ferido.
&quot;E depois simulando vontade de diálogo que apenas serviu para justificar nova intervenção policial, menos de 24 horas após o convite formal aos manifestantes para discutir as reivindicações sobre a habitação no Porto. A incapacidade de lidar com a vitalidade democrática, com expressão nacional e internacional, marcará o seu mandato&quot;, criticam.
Hoje, às primeiras horas da manhã, os manifestantes desmontaram as dezenas de tendas no local em minutos, após terem acatado as ordens da PSP para desmobilizar, tendo hoje marcado nova concentração para as 19:00, enquadrado num pré-aviso de manifestação até ao final do ano que entregaram.
O BE pede a Pedro Duarte que tenha &quot;coragem&quot; e tome &quot;medidas concretas&quot;, a começar por se opor às alterações à lei das rendas e &quot;propor novas que protejam inquilinos&quot;, liderando ele uma cidade &quot;profundamente afetada, em que quase metade da população arrenda&quot;.
Entre as reivindicações deste partido, que tem representação na assembleia municipal mas não no executivo, estão ainda a notificação dos proprietários dos mais de 20 mil fogos vazios quanto ao &quot;agravamento do IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis] para o triplo&quot;, a atualização das necessidades de realojamento habitacional na Estratégia Local de Habitação e garantir &quot;financiamento de habitação através da linha de crédito do Banco Europeu de Investimento&quot;.
Entre as propostas estão ainda que o município exerça &quot;o direito de preferência em vendas na cidade&quot;, limitações ao alojamento local e a limitação de rendas para benefícios nas Operações de Reabilitação Urbana, além de uma quota de 25% em novos licenciamentos para habitação pública e a custos controlados, além da constituição do Conselho Local de Habitação com pessoas afetadas.
&quot;Juntamos as nossas vozes às dos manifestantes e dizemos não à nova lei das rendas (que irá diminuir os direitos dos inquilinos), exigimos o fim dos despejos, fim à compra de casas pelos fundos imobiliários, mais habitação pública, (...) recuperação de imóveis devolutos e tetos às rendas&quot;, defendem.
A comissão concelhia termina recordando a guerra civil entre 1832 e 1834, durante a qual decorreu o Cerco do Porto, para lembrar que &quot;o povo irá lutar e resistir ao cerco pelos novos absolutistas&quot;.



 AO MINUTO: &quot;Acampamentos terminaram&quot;, diz MAI; Manifestantes libertados 
Acompanhe aqui AO MINUTO os protestos pela habitação, que contam com acampadas em Lisboa e no Porto.
 Notícias ao Minuto | 07:31 - 20/10/2026 
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 18:00:14 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>BEPorto, responsabiliza, Pedro, Duarte, pela, carga, policial</media:keywords>
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<title>Meta garante igualdade entre campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro</title>
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<description><![CDATA[ A Meta anunciou hoje que &quot;implementou as medidas&quot; exigidas pela Justiça Eleitoral do Brasil para garantir a igualdade de tratamento, nas suas plataformas, às campanhas do Presidente, de esquerda, Lula da Silva e de Flávio Bolsonarodo, conservador.
 
Os dois candidatos defrontam-se no domingo, na segunda volta da eleição presidencial.
Na segunda-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tinha dado à gigante tecnológica norte-americana um prazo de 24 horas para comprovar a implementação destas medidas, sob pena de multa.
&quot;Concluímos a implementação das medidas para dar resposta às solicitações do TSE&quot;, declarou a empresa no seu site.
Num documento enviado ao tribunal e divulgado pelo veículo local Poder360, a Meta enumera uma série de ajustes técnicos realizados.
Segundo a empresa, isto &quot;atesta que os conteúdos referentes a ambas as candidaturas estão a ser tratados de forma igualitária e não discriminatória&quot;.
Luiz Inácio Lula da Silva, que ficou ligeiramente atrás, na primeira volta, do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciou uma &quot;ingerência&quot; da Meta na eleição.
A sua equipa acusou a plataforma norte-americana de restringir a circulação dos seus conteúdos no Instagram e no WhatsApp.
O Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula, também acionou a Organização dos Estados Americanos (OEA).
A Meta sempre negou qualquer parcialidade nas eleições.
Na semana passada tinha reconhecido a ocorrência de problemas, como a desativação, por engano, de anúncios da campanha de Lula, mas atribuiu o facto a &quot;incidentes&quot; técnicos que não afetaram apenas o Brasil.



 Meta admite falhas na moderação de conteúdos eleitorais no Brasil e EUA 
O Conselho de Supervisão da Meta, empresa que controla Facebook, Instagram e WhatsApp, reconheceu hoje &quot;falhas recorrentes&quot; na moderação de conteúdos relacionados com as eleições presidenciais no Brasil e intercalares nos EUA.
 Lusa | 14:08 - 20/10/2026 
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 18:00:12 +0100</pubDate>
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<title>Livre recorre ao plenário após rejeição do debate de urgência</title>
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<description><![CDATA[ O Livre vai recorrer para plenário da decisão do presidente do Parlamento de rejeitar um debate de urgência sobre a crise na habitação e considera irónico o pedido da IL para uma reunião dedicada ao tema.
 
Esta decisão foi anunciada pelo porta-voz do Livre Jorge Pinto, em conferência de imprensa na Assembleia da República, depois de José Pedro Aguiar-Branco ter indeferido hoje a reapreciação requerida pelo Livre para realizar na quarta-feira um debate de urgência sobre habitação, alegando que se mantém a inobservância do intervalo temporal entre debates de urgência.
Jorge Pinto considerou que o presidente do Parlamento bloqueou a realização deste debate, com um entendimento do qual discordou, e afirmou que a sua bancada vai desafiar os restantes partidos a pronunciarem-se sobre a questão no início do plenário de quarta-feira, apresentando um recurso.
A intenção do partido é que a discussão ocorra na quarta-feira, único dia com plenários previstos esta semana. Jorge Pinto afirmou que o recurso vai ser apresentado logo no início dos trabalhos dando tempo para que, caso seja aprovado, um membro do Governo possa participar na discussão, uma vez que esta presença é obrigatória.
O porta-voz do Livre foi ainda interrogado sobre o facto de a IL ter hoje anunciado que vai convidar os líderes de todos os partidos com assento parlamentar para uma &quot;conversa aberta e franca&quot; conjunta destinada a encontrar consensos que permitam responder à crise da habitação.
Jorge Pinto deixou em aberto a presença nesse encontro, afirmando que ainda não falou com Isabel Mendes Lopes, com quem partilha a liderança do partido, mas considerou &quot;no mínimo irónico&quot; o pedido dos liberais.
O deputado lembrou que a IL apoiou o novo regime de arrendamento urbano apresentado pelo Governo e distanciou-se das propostas até agora avançadas pelos liberais.
&quot;Não alinhamos em jogadas de marketing político nas quais a IL é useira e vezeira. O que pedimos é que esse debate seja feito na Assembleia da República, da maneira mais aberta possível para o país&quot;, acrescentou.
Leia Também: Aguiar-Branco indefere pedido do Livre para debate sobre habitação ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:00:12 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Livre, recorre, plenário, após, rejeição, debate, urgência</media:keywords>
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<title>Aguiar&#45;Branco indefere pedido do Livre para debate sobre habitação</title>
<link>https://noticias.moosala.co/aguiar-branco-indefere-pedido-do-livre-para-debate-sobre-habitacao</link>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República indeferiu hoje a reapreciação requerida pelo Livre para realizar na quarta-feira um debate de urgência sobre habitação, alegando que se mantém a inobservância do intervalo temporal entre debates de urgência.
 
No seu novo despacho, porém, José Pedro Aguiar-Branco acrescenta que esta sua decisão relativamente à intenção de agendamento pelo Livre respeita exclusivamente à realização do debate de urgência na data solicitada – a próxima quarta-feira -, &quot;não prejudicando o exercício do correspondente direito potestativo em momento que observe os pressupostos regimentais aplicáveis&quot;.
Na segunda-feira, o Livre apresentou um pedido de reapreciação de um anterior despacho do presidente do Parlamento, que indeferiu o requerimento para a realização de um debate de urgência subordinado ao tema &quot;Responder à emergência: um Serviço Nacional de Habitação&quot; – debate esse proposto para quarta-feira.
Esse indeferimento, por parte de José Pedro Aguiar-Branco, teve por fundamento a limitação estabelecida no Regimento da Assembleia da República, &quot;segundo o qual, em cada quinzena, pode realizar-se um debate de urgência a requerimento potestativo de um grupo parlamentar&quot;. Ora, no dia passado dia 08, já se tinha realizado um debate da mesma natureza, este requerido pelo Chega.
No seu pedido de reapreciação, o Livre contestou, sustentando que o conceito de &quot;quinzena&quot; deveria ser interpretado uniformemente no âmbito das diferentes disposições regimentais e, também, alegando que o entendimento reiterado pela conferência de líderes, segundo o qual a quinzena corresponde a uma quinzena de agendamentos, deve prevalecer na apreciação do requerimento.
O Livre argumentou, ainda, que a conferência de Líderes de 23 de setembro passado efetuou agendamentos para três semanas parlamentares distintas, pelo que o dia 21 de outubro deverá considerar-se integrado numa quinzena diferente [na segunda] daquela em que ocorreu o debate do Chega [na primeira].
Na resposta, José Pedro Aguiar-Branco observa que o legislador &quot;estabeleceu um limite à frequência&quot; da realização de debates de urgência, &quot;destinado a compatibilizar o exercício desta prerrogativa com a organização dos trabalhos parlamentares e com os direitos dos demais grupos parlamentares&quot;.
&quot;Trata-se de uma opção normativa que importa respeitar, sob pena de a natureza potestativa do direito ser confundida com a possibilidade de afastar unilateralmente os limites que o próprio Regimento determina. A interpretação desta disposição já foi objeto de apreciação expressa pela conferência de líderes&quot;, salienta o presidente da Assembleia da República.
Invoca, depois, um precedente de setembro de 2024, quando a conferência de líderes &quot;não considerou suficiente, para permitir a realização do segundo debate, a circunstância de este se encontrar integrado numa quinzena de agendamentos diferente daquela em que se realizaria o debate anterior&quot;.
&quot;Pelo contrário, foi expressamente adotado (…) um critério temporal assente no intervalo entre a realização dos debates, independentemente da delimitação das quinzenas de agendamentos&quot;, assinala José Pedro Aguiar-Branco.
Depois, em maio passado, acrescenta o presidente do Parlamento, a conferência de líderes &quot;reiterou, sem que tenha ficado registada oposição, o entendimento de que, para efeitos daquela disposição, a quinzena corresponde a uma quinzena de agendamentos em conferência de líderes&quot;.
José Pedro Aguiar-Branco invoca ainda a forma como se efetua a calendarização dos debates quinzenais com o primeiro-ministro: &quot;É efetuada, na prática parlamentar, por referência às quinzenas de agendamentos definidas em conferência de líderes&quot;.
Por isso, para o presidente da Assembleia da República, &quot;não se identifica fundamento regimental que permita afastar agora esse mesmo critério exclusivamente em razão da circunstância de o debate pretendido pelo Livre incidir sobre um tema diferente ou de o calendário parlamentar apresentar constrangimentos específicos&quot; - aqui, uma alusão à circunstância de se iniciar no Parlamento, na próxima semana, o debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027.
&quot;De resto, admitir que a limitação quinzenal possa ser afastada em função dessas circunstâncias, sem que tal possibilidade decorra do Regimento ou de entendimento parlamentar previamente estabelecido, introduziria um elemento de imprevisibilidade no exercício dos direitos potestativos&quot;, adverte José Pedro Aguiar-Branco no seu despacho sobre o pedido de reapreciação feito pelo Livre.



 Livre apela a debate de urgência sobre habitação após recorrer decisão 
O Livre recorreu da decisão do presidente do Parlamento de indeferir um debate de urgência sobre habitação, argumentando que a interpretação do Regimento da Assembleia da República deve ser coerente e proporcionada.
 Lusa | 20:00 - 19/10/2026 
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:00:19 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Aguiar-Branco, indefere, pedido, Livre, para, debate, sobre, habitação</media:keywords>
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<title>Evento reúne especialistas internacionais de ciência e espaço em Coimbra</title>
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<description><![CDATA[ Uma das cientistas responsáveis pela missão Artemis da NASA, Kelsey Young, e o astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Andreas Mogensen vão estar entre os especialistas internacionais que estarão em Coimbra para debater o futuro da exploração espacial.
 
&quot;Vamos ter a figura que neste momento está na linha da frente e que é a Kelsey Young. É a cientista-chefe da missão Artemis e é ela a responsável pela missão lunar, quer do ponto de vista científico, quer do ponto de vista de preparação das equipas&quot;, revelou o CEO da Expanding World e cofundador da GLEX Summit, Manuel Vaz.
A cidade de Coimbra vai acolher, nos dias 29 e 30, o GLEX Ignition 2026, que irá reunir cientistas, astronautas e especialistas internacionais para discutir os desafios da exploração lunar, a procura de vida extraterrestre, a evolução de Vénus e o papel da tecnologia espacial na proteção do planeta.
Durante a apresentação do evento, Manuel Vaz explicou que a cidade de Coimbra foi escolhida para receber esta &quot;cimeira global da exploração&quot; porque &quot;produz conhecimento há séculos&quot;.
&quot;Esta edição da GLEX Ignition irá reafirmar o papel histórico e futuro de Portugal e de Coimbra na exploração, reunindo os principais exploradores, cientistas e inovadores de todo o mundo para trocar conhecimentos e debater os temas mais prementes do planeta&quot;, acrescentou.
Kelsey Young, que lidera desde 2022 a integração das equipas científicas do programa Artemis nas operações de controlo de voo da NASA, vai abordar os objetivos científicos da missão Artemis II e os desafios da exploração lunar.
Para além desta cientista norte-americana, estarão em Coimbra Andreas Mogensen, que é astronauta da ESA e antigo comandante da Estação Espacial Internacional (ISS), bem como Pete Worden, antigo diretor do NASA Ames Research Center e atual diretor executivo das Breakthrough Initiatives, que incluem um projeto de 100 milhões de dólares para investigar viagens interestelares.
Entre os 11 oradores internacionais – que irão abordar a Lua, a exploração de Vénus, a procura de outros planetas habitáveis, a observação da Terra e a ligação entre ciência, cultura e conhecimento ancestral - figura ainda Sue Smrekar, responsável pela missão VERITAS da NASA a Vénus.
Segundo a organização, o programa principal decorre no dia 29, no Convento São Francisco, enquanto no dia seguinte o Coimbra Supernova – Frontiers in Action prevê um fórum, de participação limitada, com duas conferências e perguntas dos inscritos.
Para a presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, este evento é para Coimbra uma oportunidade para aproximar os seus investigadores, instituições e empresas de uma comunidade internacional que trabalha em algumas das áreas mais avançadas da ciência e da tecnologia.
&quot;Coimbra tem conhecimento, talento, capacidade científica e tecnológica e empresas capazes de competir internacionalmente. O nosso desafio é transformar cada vez mais esse conhecimento em inovação, investimento, atividade económica e emprego qualificado&quot;, sustentou.
Já o reitor da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão, indicou que o GLEX Ignition 2026 reforça Coimbra enquanto território de conhecimento, inovação e ambição global.
&quot;Para a UC, cuja estratégia tem vindo a conferir particular relevância às áreas do espaço, esta iniciativa constitui uma oportunidade para promover a excelência da investigação desenvolvida na nossa instituição e fortalecer ligações com parceiros nacionais e internacionais&quot;, afirmou.
O GLEX Ignition 2026 é organizado pela Expanding World Portugal, em parceria com o The Explorers Club, de Nova Iorque, e pretende reforçar a ligação entre a comunidade científica internacional e o ecossistema de inovação de Coimbra.
Leia Também: Corsair desvenda nova geração de um dos seus melhores ratos ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:00:17 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PSD acusa PS de ser o &amp;quot;evidente responsável&amp;quot; pela crise da habitação</title>
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<description><![CDATA[ O vice-presidente do PSD Alexandre Poço acusou hoje o PS de &quot;falta de decoro&quot; e de ser o &quot;evidente responsável&quot; pelo agravar da crise na habitação, mas manifestou abertura para avaliar &quot;propostas complementares&quot; à política do Governo.
 
Em conferência de imprensa na sede nacional do partido sobre habitação, o deputado e vice-presidente da bancada do PSD defendeu as políticas do Governo em matéria de habitação, manifestando-se convicto de que o conjunto das medidas em curso ou em discussão no parlamento vão permitir moderar os preços.
&quot;No arrendamento, a lei que está hoje em vigor não é a lei que nós propomos. A lei que está hoje em vigor e que tem causado problemas no acesso ao mercado de arrendamento é a lei do anterior governo&quot;, afirmou Alexandre Poço.
Numa crítica dirigida ao PS, o dirigente social-democrata considerou &quot;extraordinário e revelador de falta de decoro&quot; ouvir os que governaram durante oito anos e &quot;assistiram ao preço da habitação a dobrar&quot; falarem do tema como se não tivessem &quot;nenhuma responsabilidade&quot;.
Questionado se responsabiliza o PS pelas manifestações de Lisboa e Porto centradas no custo da habitação, Alexandre Poço escusou-se a fazer essa correlação direta.
&quot;Parece-me óbvio que se, entre 2015 e 2023, o preço das casas dobrou há um evidente responsável&quot;, insistiu.
Já à pergunta se o PSD admite deixar cair o novo regime de arrendamento urbano, aprovado na generalidade com o Chega depois de um acordo escrito com os sociais-democratas, o &#039;vice&#039; do partido e da bancada manifestou intenção de prosseguir o processo, dizendo disse esperar que as duas partes &quot;honrem a sua palavra.&quot;
Alexandre Poço defendeu que &quot;o Governo está a fazer muito&quot; na área da habitação, admitindo que as medidas podem ainda não estar a ter efeito no mercado.
&quot;O PSD está disponível para, no quadro da Assembleia da República, discutir com os outros partidos, outras soluções que possam complementar estas&quot;, afirmou, dizendo que tal já aconteceu no passado com diplomas já aprovados na área da habitação.



 PSD compromete-se a cumprir lei do aborto (sem prever novas alterações) 
O PSD comprometeu-se a cumprir a lei do aborto sem alterações, segundo Paulo Lopes Marcelo, que reforçou o compromisso do partido com a vida e o cumprimento da lei em vigor.
 Lusa | 19:17 - 19/10/2026 
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:00:16 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>PSD, acusa, ser, evidente, responsável, pela, crise, habitação</media:keywords>
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<title>Corsair desvenda nova geração de um dos seus melhores ratos</title>
<link>https://noticias.moosala.co/corsair-desvenda-nova-geracao-de-um-dos-seus-melhores-ratos</link>
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<description><![CDATA[ A Corsair, uma das marcas de acessórios de gaming mais conhecidas entre os aficionados por videojogos que têm o PC como a sua plataforma favorita, anunciou oficialmente um dos seus novos ratos - o Sabre V3 PureVector Ultralight.
 
A grande novidade desta nova geração do rato da Corsair está na tecnologia PureVector. Desenvolvida em colaboração com a Aimalabs, esta tecnologia permite calibrar a sensibilidade de acordo com o perfil do utilizador e melhorar a precisão em até 81ms. A marca refere que isto traduz-se numa melhoria de 33% face à geração anterior, com o perfil a ficar gravado no próprio rato sem necessidade de recorrer a aplicações externas.
O Corsair Sabre V3 PureVector Ultralight está equipado com um sensor MARKSMAN X de 42.000 DPI e permite desfrutar de um ‘hyper-polling’ de 8,000Hz, o que significa que a posição do rato será a mais precisa possível quando usado em modo sem fios.
 © Corsair  
Caso decida usar este novo rato sem o ligar ao computador, poderá desfrutar de uma autonomia para 140 horas de utilização contínua. Se costuma participar em torneios ou competições de videojogos, vai certamente apreciar não ter de pensar constantemente em carregar o Sabre V3 PureVector Ultralight.
O Sabre V3 PureVector Ultralight tem tudo para competir eficazmente pela atenção dos jogadores, apresentando um design sóbrio (em preto ou branco) e um peso de apenas 37 gramas, o que também facilitará o fácil transporte para onde quer que precise de estar.
 © Corsair  
Claro está, o Web Hub da Corsair permitirá aos jogadores mais exigentes personalizarem os vários elementos do Sabre V3 PureVector Ultralight, incluindo não só a DPI como também as funções de cada um dos botões. Poderão ainda criar as suas próprias macros, elevando ainda mais o grau de personalização.
O Corsair Sabre V3 PureVector Ultralight está disponível através da loja online da marca e custa 179,99 euros. Pode ver acima algumas imagens deste novo rato da Corsair.
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:00:14 +0100</pubDate>
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<title>Meta admite falhas na moderação de conteúdos eleitorais no Brasil e EUA</title>
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<description><![CDATA[ O Conselho de Supervisão da Meta, empresa que controla as redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp, reconheceu hoje &quot;falhas recorrentes&quot; na moderação de conteúdos do grupo relacionadas com as eleições presidenciais no Brasil e intercalares nos Estados Unidos.
&quot;Desde a remoção de contas de ativistas políticos durante manifestações nos Estados Unidos, antes das eleições intercalares, até restrições técnicas que afetaram as contas de um candidato presidencial no Brasil — gerando acusações de interferência eleitoral —, é evidente que a Meta precisa de fazer mais para garantir que as suas práticas de moderação durante os períodos eleitorais são transparentes e consistentes&quot;, declarou o Conselho de Supervisão em comunicado.
Este organismo é financiado pela Meta, que é obrigada a acatar as suas decisões, mas não as suas recomendações.
No dia anterior, a Justiça brasileira tinha dado um prazo de 24 horas para que o grupo norte-americano comprovasse que estava a dispensar um tratamento igualitário nas suas redes às campanhas do Presidente em exercício, Luiz Inácio Lula da Silva, e do seu adversário conservador Flávio Bolsonaro.
A segunda volta da eleição presidencial, que se realiza este domingo, vai definir o vencedor entre os dois candidatos, que aparecem atualmente empatados nas sondagens de intenção de voto.
No entanto, o Presidente de esquerda, Lula, acusou a Meta de restringir a circulação dos seus conteúdos no Instagram e no WhatsApp.
A Meta negou qualquer parcialidade no processo eleitoral. A empresa reconheceu ter desativado, por engano, anúncios da campanha de Lula, atribuindo o facto a &quot;incidentes&quot; técnicos que não se limitam ao Brasil.
&quot;Alertamos repetidamente que, durante eleições e períodos de elevada tensão política, as falhas na moderação de conteúdos da Meta costumam manifestar-se de duas formas: uma aplicação excessiva das regras, que reprime o discurso político, e uma aplicação insuficiente, que compromete a integridade do processo eleitoral&quot;, destacou o Conselho de Supervisão da Meta.
O organismo reiterou ainda o pedido para que o grupo adapte os seus sistemas de moderação aos contextos eleitorais.
Dezenas de manifestantes protestaram hoje em frente à sede da Meta em São Paulo para exigir que a multinacional tecnológica pare de interferir nas presidenciais brasileiras e de favorecer Flávio Bolsonaro na campanha eleitoral.
&quot;Meta, não se meta&quot; era a palavra de ordem entoada pelos manifestantes na segunda-feira, à frente do edifício que alberga o escritório da empresa dona do Whatsapp, Instagram e Facebook, no famoso centro financeiro da capital paulista, Faria Lima, onde bandeiras e cartazes criativos erguidos no meio da concentração davam o tom ao protesto. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:00:14 +0100</pubDate>
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<title>Ciberataque expõe e&#45;mails de dirigentes do partido AfD da Alemanha</title>
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<description><![CDATA[ O principal partido da oposição alemã, a formação de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), anunciou hoje ter sido alvo de um ataque informático que expôs o conteúdo de mensagens de correio eletrónico de membros da organização política.
 
A AfD confirmou hoje à agência noticiosa espanhola EFE, &quot;em setembro de 2026, ocorreu um ataque informático contra um fornecedor de serviços de alojamento &#039;web&#039; do partido, durante o qual, aparentemente, foram copiadas ilegalmente partes de algumas caixas de correio eletrónico&quot;.
O partido esclareceu que a maioria das caixas de correio cujo conteúdo foi pirateado &quot;não era utilizada há vários anos&quot;, embora o meio digital especializado em cibersegurança International Cyber Digest tenha noticiado, na conta na rede social X, que o ataque terá exposto 421.179 mensagens.



 Ciberataque a supermercados na França pode estar em andamento 
A autoridade francesa de cibersegurança alertou hoje para a probabilidade de um ciberataque a supermercados ainda estar em curso, depois de sistemas de refrigeração de centenas de lojas terem sido alvo de hackers na segunda-feira.
 Lusa | 16:14 - 14/10/2026 

Segundo o jornal Bild, entre os remetentes das mensagens figuram destacados dirigentes políticos da AfD, como a copresidente do partido e candidata a chanceler nas eleições legislativas de 2025, Alice Weidel.
Entre os remetentes figura também Leif-Erik Holm, que venceu, a 20 de setembro, as eleições regionais à frente do partido de extrema-direita no estado federado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste da Alemanha.
&quot;Este ataque foi detetado e travado rapidamente, tendo todos os utilizadores sido posteriormente informados do sucedido. As caixas de correio eletrónico atualmente utilizadas pela estrutura federal da AfD não foram afetadas&quot;, indicaram fontes do partido contactadas pela EFE, acrescentando que está em curso uma investigação.
&quot;Só será possível fazer uma primeira avaliação da situação depois de concluída essa investigação&quot;, acrescentaram.



 Japão deteta uso de ferramenta chinesa de IA em ciberataques 
A empresa japonesa de cibersegurança GMO confirmou a utilização de uma ferramenta chinesa de inteligência artificial (IA) em ataques informáticos contra cerca de 20 empresas no Japão, após incidentes semelhantes contra instituições financeiras sul-coreanas.
 Lusa | 07:10 - 20/10/2026 

O Bild, que teve acesso a algumas das mensagens de correio eletrónico divulgadas, noticiou que o conteúdo exposto &quot;inclui uma fotografia do documento de identificação de Markus Frohnmaier, vice-presidente do grupo parlamentar da AfD no Bundestag&quot; (Parlamento Federal), além de &quot;fotografias de outros documentos de identificação, faturas, extratos bancários e certificados&quot;.
Entre os documentos consultados pelo jornal figuram também &quot;pedidos de filiação e listas de membros das estruturas locais da AfD&quot; no estado federado da Renânia do Norte-Vestefália, no oeste da Alemanha, região onde o partido de extrema-direita conta com o maior número de filiados.
De acordo com dados da AfD relativos a 2025, o partido tinha 10.021 filiados nesse estado federado, o que faz da estrutura regional a maior do partido na Alemanha.
Segue-se a organização do estado federado de Bade-Vurtemberga, no sudoeste do país, com quase 9.000 filiados, segundo estimativas de 2025.
Leia Também: Ciberataque expõe dados não classificados das secretas portuguesas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:00:09 +0100</pubDate>
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<title>IL quer reunião com todos os partidos para resolver crise da habitação</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:00:08 +0100</pubDate>
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<title>PS reúne Comissão Política Nacional para discutir abstenção no OE2027</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Carneiro espera que Montenegro deixe cair nova lei das rendas</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, disse hoje esperar que o primeiro-ministro deixe cair a nova lei das rendas, que considera injusta, defendendo uma garantia pública para proteger jovens, famílias de classe média e idosos.
 
&quot;É muito importante que até ao fim desta semana possamos ouvir uma palavra do primeiro-ministro sobre a sua disponibilidade para deixar cair a lei das rendas&quot;, afirmou José Luís Carneiro aos jornalistas, à margem de uma visita a obras de habitação a custos controlados e de habitação social em Lagos, no Algarve.
O líder socialista considerou que a legislação, aprovada na generalidade com o apoio da AD, do Chega e da Iniciativa Liberal, &quot;dificulta o acesso à habitação e facilita os despejos&quot;, acusando o Governo de agravar a crise habitacional.
&quot;É uma lei desumana e injusta&quot;, afirmou, defendendo que as políticas de habitação devem responder às dificuldades dos jovens, das famílias de classe média e dos idosos.
José Luís Carneiro criticou ainda a definição de uma renda moderada de 2.300 euros, considerando que o valor demonstra &quot;um afastamento do Governo em relação à realidade económica&quot; das famílias portuguesas.
Segundo o secretário-geral do PS, um casal com um rendimento mensal próximo de 2.100 euros, correspondente a dois rendimentos medianos de cerca de 1.040 euros, não consegue suportar uma renda daquele valor.
O dirigente socialista defendeu que os encargos com a habitação, seja através da compra ou do arrendamento, não devem ultrapassar 35% do rendimento do agregado familiar.
Como alternativa, o PS propõe a criação de uma garantia pública que permita aos jovens e às famílias cumprir as obrigações de pagamento das rendas em caso de dificuldades financeiras, dando simultaneamente segurança aos proprietários.
A medida pretende também proteger os idosos de aumentos das rendas que possam comprometer a sua permanência nas localidades onde vivem, acrescentou.
Carneiro defendeu ainda o reforço do investimento na oferta pública de habitação, a simplificação dos procedimentos de licenciamento e a disponibilização de terrenos para construção por parte dos municípios, em parceria com o Estado, cooperativas, associações de moradores e privados.
Durante a visita, o líder socialista destacou investimentos de cerca de 50 milhões de euros na recuperação e construção de habitações, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelos municípios.
O secretário-geral socialista sustentou, contudo, que esse esforço não é suficiente para responder às necessidades futuras e voltou a defender a criação de um Serviço Nacional de Habitação, envolvendo a administração central, regional e local, bem como os setores privado e social.
Questionado sobre as manifestações contra as políticas de habitação, o dirigente socialista considerou legítimo que os cidadãos &quot;expressem a sua indignação&quot;, desde que o façam no respeito pela lei e pelo Estado de direito democrático.
No entanto, escusou-se a comentar a atuação policial para desmobilizar as &quot;acampadas&quot; em Lisboa e no Porto.
O dirigente socialista afirmou que a crise habitacional não se limita a Portugal, mas acusou o Governo de agravar os seus efeitos através das políticas adotadas.
José Luís Carneiro iniciou hoje uma visita aos empreendimentos habitacionais em construção nos municípios de Lagos, Portimão e Lagoa, no âmbito do processo de auscultação para a construção de uma Solução Estratégica Nacional para a Habitação em Portugal.
Leia Também: Ventura acusa Carneiro de &quot;hipocrisia&quot;: &quot;Fugir à responsabilidade&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:00:15 +0100</pubDate>
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<title>Estudo procura explicar processo de formação do disco da Via Láctea</title>
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<description><![CDATA[ Uma equipa internacional descobriu com grande precisão como o disco da Via Láctea se tornou mais plano, um processo que, segundo a investigação, decorreu em duas etapas bem distintas.
 
O estudo contou com a participação de investigadores das universidades espanholas de La Laguna e Granada, da Universidade de Victoria (Canadá), do Instituto Carlos I de Física Teórica e Computacional, do Instituto Nacional de Astrofísica (INAF, Observatório Astronómico de Abruzzo) e do Instituto Nacional de Física Nuclear (ambos de Itália).
Num comunicado divulgado na segunda-feira, o Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC) divulgou que, com base nos dados do satélite Gaia e nas idades precisas determinadas pelo projeto ChronoGal, os investigadores identificaram duas fases, um processo de &quot;afinamento&quot; muito rápido, que terminou há cerca de 10,8 mil milhões de anos, e outro, muito mais lento, que perdura até aos dias de hoje.



 Novo instrumento de telescópio no Chile tem &quot;mão&quot; portuguesa 
O mais recente instrumento instalado no telescópio VLT, no Chile, o espetrógrafo &#039;Moons&#039;, fez a sua primeira observação, anunciou hoje a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), que tem cientistas envolvidos no equipamento.
 Lusa | 09:38 - 03/09/2026 

O IAC salientou que a maior parte das estrelas da Via Láctea está distribuída por dois discos, um fino e jovem, e outro mais espesso e antigo.
A questão de como estes discos se formaram tem sido um dos grandes desafios da astrofísica galáctica.
Até agora, as observações eram compatíveis com duas explicações. Na primeira, as estrelas nascem sempre num disco fino e, com o passar do tempo, os encontros com nuvens de gás, braços espirais ou a barra galáctica acabam por &quot;agitá-las&quot;, afastando-as do plano central.
Na segunda explicação, as estrelas nascem com distribuições cada vez mais finas, à medida que o gás a partir do qual se formam se vai acomodando.
Distinguir entre ambas exigia conhecer com precisão a idade das estrelas, algo muito difícil de obter, sobretudo no caso das mais antigas.
Com este estudo, publicado no The Astrophysical Journal Letters, os investigadores mostraram que, quanto mais jovens são as estrelas, mais próximas do plano se encontram, mas não a um ritmo constante.
Há um ponto de viragem ocorrido há cerca de 10,8 mil milhões de anos, detalhou o centro astrofísico.
Antes, o disco achatou-se muito rapidamente, em apenas 2 mil milhões de anos, a sua espessura passou de mais de 4.100 anos-luz (1,26 kpc) para cerca de 1.600 anos-luz (0,5 kpc).



 Sonda japonesa está a caminho de lua de Marte para recolher amostras 
A agência espacial japonesa anunciou hoje que a sonda MMX, que pretende ser a primeira a recolher amostras de uma das luas de Marte, está a caminho da região marciana.
 Lusa | 08:39 - 20/10/2026 

Depois, o adelgaçamento tornou-se muito gradual, atingindo uma espessura de cerca de 400 anos-luz (0,1 kpc) para as estrelas recém-formadas.
Se as estrelas nascessem sempre num disco fino e se afastassem do plano pouco a pouco, o disco ter-se-ia tornado mais espesso de forma lenta e contínua. No entanto, os dados mostram algo diferente.
Assim, uma mudança tão rápida não pode ser explicada por um processo lento e gradual, ainda mais numa galáxia jovem que colidia frequentemente com outras galáxias.
Em contrapartida, o cenário condiz com o modelo conhecido como &#039;upside-down&#039; (de &quot;cima para baixo&quot; ou &quot;invertido&quot;): o disco não nasce fino, mas sim espesso, pois o gás a partir do qual as estrelas se formam está muito agitado e vai-se tornando mais fino à medida que este gás se acalma e estabiliza.
Segundo os autores do estudo, o disco espesso formou-se nesta primeira etapa agitada, enquanto o disco fino surgiu posteriormente, numa fase muito mais tranquila.
&quot;Este resultado resolve um problema clássico da astrofísica&quot;, realçou David Mirabal, investigador no IAC e na Universidade de La Laguna (ULL) e autor principal do estudo.
&quot;Nas simulações, os dois modelos de formação de discos eram possíveis, mas faltava uma evidência observacional que permitisse determinar qual deles ocorreu na Via Láctea. Esta é a primeira evidência observacional clara que aponta para um dos dois modelos no que diz respeito à fase inicial da Galáxia. E isto foi possível graças à grande precisão que conseguimos para as idades mais remotas&quot;, destacou.
Leia Também: Astrofotografia. Português entre vencedores de competição com foto do Sol ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:00:13 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Alternativas à GoPro? Eis as 5 melhores propostas que deve considerar</title>
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<description><![CDATA[ Ainda que há uns anos a grande proposta no segmento das câmaras de ação fosse a GoPro, a verdade é que este mercado evoluiu bastante desde então e já conta hoje em dia com uma grande diversidade de marcas e modelos diferentes.
 
Apesar disso, a GoPro continua a ser a marca mais conhecida neste segmento, o que não significa que deve continuar a ser a única escolha de quem procura uma boa câmara de ação.
Se está à procura de alternativas às câmaras da GoPro para considerar como sua próxima câmara de ação, o site BGR tem 5 propostas que vai certamente querer conhecer e que, quem sabe, podem vir a acompanhá-lo numa das suas próximas viagens ou durante a prática de atividades mais radicais.
Sem mais demoras, pode ficar a conhecer acima estas alternativas.
Leia Também: Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta chegaram a Portugal. Veja os preços ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Revolut afetada por falhas na Google Cloud</title>
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<description><![CDATA[ Foram verificados problemas nos serviços de cloud da Google que estão a impactar alguns serviços digitais, como é o caso da Revolut. Se é um utilizador desta plataforma digital, verá uma mensagem de erro ao tentar iniciar a app e a indicar para tentar novamente mais tarde.
 
As falhas na Revolut com origem no Google Cloud podem ser comprovadas pelo site DownDetector, o qual exibe um pico de denúncias feitas pelos utilizadores durante as últimas horas.
Como conta o The Guardian, os problemas nos serviços de cloud da Google foram verificados em servidores localizados na região de Londres, no Reino Unido, e impactaram também outras instituições financeiras britânicas, como é o caso da Rightmove, da Halifax, do Lloyds Bank, do HSBC e do Royal Mail.
No caso da Revolut, a empresa fez um comunicado na rede social X onde confirma estar a ter “perturbações em múltiplos serviços”, assegurando “os dados e dinheiro dos clientes estão seguros”.
“Estamos a tentar resolver o problema desde que foi identificado esta manhã e pedimos desculpas a todos os que foram afetados por esta inconveniência”, pode ler-se na publicação partilhada pela Revolut.

We are currently experiencing a service disruption affecting multiple services. We can confirm that all our customers’ money and data are safe. We’ve been working to fix the issue since it was identified this morning and apologise to anyone affected and for any inconvenience caused.
— Revolut (@Revolut) October 20, 2026



A Google Cloud também confirma a existência destas perturbações. Ao visitar a página onde é possível ver o estado dos serviços de cloud, a gigante tecnológica afirma que “múltiplos serviços estão a registar um elevado número de erros e falhas intermitentes de rede na região ‘europe-west2’”.
“A nossa equipa de engenharia continua a investigar o problema”, assegura a equipa da Google Cloud. “Pedimos desculpa a todos os que foram afetados por esta perturbação”.
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Os 10 gadgets (potencialmente) &amp;quot;perigosos&amp;quot; que não deve oferecer</title>
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<description><![CDATA[ Estamos na reta final do mês de outubro, o que significa que nos aproximamos a passos largos não só para o Natal como também para a Black Friday - uma data dedicada a promoções e oportunidade que podem ser aproveitadas para adquirir alguns gadgets cuja compra pode ter vindo a adiar.
 
Apesar de ser uma altura propícia à compra de novos gadgets e até à possibilidade de comprar um ou outro com o objetivo de oferecer pelo Natal, há que ter em conta que nem todos são as melhores prendas por serem potencialmente perigosos.
Convém sublinhar que estes gadgets não são perigosos por si só, mas podem ser uma prenda que podem vir a dar problemas. Além dos drones e das hoverboards que podem causar acidentes caso sejam usados por crianças mais novas, as balanças inteligentes e relógios de pulso (sobretudo na cultura chinesa) também podem ser ofertas mal interpretadas.
Caso queira oferecer um gadget ou dispositivo eletrónico a um familiar ou amigo, o site SlashGear fez uma lista com os gadgets cuja compra deve reconsiderar dependendo da pessoa que tem em mente.
Pode ver na galeria acima os gadgets selecionados como potencialmente perigosos ou que podem ser sujeitos a más interpretações.
  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 11:00:21 +0100</pubDate>
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<title>É oficial. Apple vai revelar novos produtos na próxima semana</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Estudo procura explica processo de formação do disco da Via Láctea</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:00:13 +0100</pubDate>
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<title>Os óculos inteligentes Ray&#45;Ban Meta chegaram a Portugal. Veja os preços</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Elon Musk fez um (raro) elogio à União Europeia</title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Sonda japonesa está a caminho de lua de Marte para recolher amostras</title>
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<title>Um dos grandes filmes do ano estreia na Netflix em novembro</title>
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<title>iPhone Duo é um dos telemóveis da Apple com mais bateria</title>
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<title>Samsung pode adiar Galaxy S27 (por custos e problemas técnicos)</title>
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<title>Japão deteta uso de ferramenta chinesa de IA em ciberataques</title>
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<title>Manifestantes protestam contra favorecimento da Meta a Flávio Bolsonaro</title>
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<title>Escolas de ciência e tecnologia da Europa reúnem&#45;se esta semana em Lisboa</title>
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<title>Habitação? &amp;quot;Governo não tem nenhuma ligação com a realidade&amp;quot;</title>
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<title>&amp;quot;OE merecia um voto contra. Mas o nosso primeiro dever é servir o país&amp;quot;</title>
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<title>Livre apela a debate de urgência sobre habitação após recorrer decisão</title>
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<title>PSD compromete&#45;se a cumprir lei do aborto (sem prever novas alterações)</title>
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<title>Raimundo ataca Ventura: &amp;quot;Ao primeiro vento, dá a cambalhota&amp;quot;</title>
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<title>Ventura acusa Carneiro de &amp;quot;hipocrisia&amp;quot;: &amp;quot;Fugir à responsabilidade&amp;quot;</title>
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<title>Debates de urgência e interpelação marcam plenário dos Açores</title>
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<title>Aguiar&#45;Branco indefere debate de urgência sobre habitação do Livre</title>
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<title>PCP propõe revogação de portagens nas ex&#45;SCUT do Porto</title>
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<title>Microsoft retira&#45;se do projeto com a Nscale no Reino Unido</title>
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<title>PS alerta para risco de limitação de construção no PDM de Salvaterra</title>
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<title>Passos Coelho defende reabrir discussão sobre regras do aborto</title>
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<title>BE pede a Montenegro que desista de alterar lei do arrendamento</title>
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<title>Habitação? Políticos a mexer na lei são proprietários (vários, senhorios)</title>
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<title>PS de Santarém propõe grupo para acompanhar investimento em Tancos</title>
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<title>Os 3 sinais de que está na hora de comprar um novo computador</title>
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<title>Noivo chora em casamento ao receber placa gráfica de 10 mil euros</title>
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<title>Samsung planeia lançar seis telemóveis dobráveis em 2027</title>
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<title>Habitação? Maioria dos políticos do Governo são proprietários e senhorios</title>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:00:05 +0100</pubDate>
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<title>PSD defende ampliação do Hospital de Santo André em Leiria</title>
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<title>Chega quer escola de pilotos em Tancos como ponte para polo aeronáutico</title>
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<title>Namorado de IA? &amp;quot;Uso terrível de IA&amp;quot;, diz presidente da Anthropic</title>
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<title>Um dos jogos mais peculiares dos últimos anos vai chegar aos telemóveis</title>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
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<media:keywords>dos, jogos, mais, peculiares, dos, últimos, anos, vai, chegar, aos, telemóveis</media:keywords>
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<title>China reforça controlos à exportação de drones e tecnologias associadas</title>
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<description><![CDATA[ A China anunciou hoje um reforço dos controlos à exportação de drones, componentes essenciais e tecnologias associadas, incluindo sistemas de navegação, cuja venda ao estrangeiro passará a exigir uma licença a partir de 18 de novembro.
 
Num comunicado, o ministério do Comércio chinês explicou que a medida visa &quot;salvaguardar a segurança e os interesses nacionais&quot; e foi aprovada pelo Conselho de Estado (Executivo) e pela Comissão Militar Central, o principal órgão de comando das Forças Armadas.
Entre os equipamentos abrangidos estão drones concebidos para operar fora do alcance visual direto do operador, incluindo aparelhos com uma autonomia entre 30 minutos e três horas, capazes de manter um voo estável perante rajadas de vento fortes, e outros com capacidade para voar durante três horas ou mais.



 Mais de dois anos depois, IA da Apple está a caminho da China 
A Apple Intelligence, originalmente introduzida em 2024 com a atualização iOS 18 para os iPhones, chegará oficialmente à China em dezembro de 2026, de acordo com informações avançadas pelas Bloomberg.
 Miguel Patinha Dias | 13:39 - 15/10/2026 

As restrições abrangem também motores, hélices e equipamentos de radiocomunicação específicos para estes aparelhos.
O ministério do Comércio limitou ainda a exportação de drones com um alcance igual ou superior a 300 quilómetros, bem como de equipamentos dotados, ou concebidos para serem equipados, com sistemas de pulverização com capacidade superior a 80 litros.
No domínio tecnológico, as novas regras incluem sistemas de controlo de voo, nomeadamente de enxames de drones, navegação autónoma, deteção e prevenção de obstáculos e tecnologias de conceção integral das aeronaves.
A decisão surge dois meses e meio depois de Pequim ter reforçado os controlos à exportação para os Estados Unidos de drones, componentes e tecnologias de dupla utilização, num contexto de tensões tecnológicas entre as duas maiores economias mundiais.



 China promove uso de robôs domésticos para idosos 
As autoridades chinesas estão a promover robôs domésticos, dispositivos de monitorização da saúde e soluções inteligentes de cuidados para idosos, com o objetivo de estimular o &quot;consumo de casas inteligentes&quot;.
 Lusa | 07:35 - 15/09/2026 

Os controlos à exportação tornaram-se um dos principais instrumentos de resposta de Pequim às restrições impostas por Washington ao acesso das empresas chinesas a tecnologias avançadas.
Um relatório publicado este ano pela Câmara de Comércio da União Europeia na China alertou que Pequim tem recorrido cada vez mais a estes mecanismos como instrumento de pressão, após ter alargado, nos últimos anos, as restrições à exportação de produtos considerados sensíveis.
A China ocupa uma posição dominante no mercado mundial de drones civis, graças a fabricantes como a DJI, líder mundial do setor.
O Governo chinês considera esta indústria estratégica, tanto pelas suas aplicações comerciais como pelo potencial de utilização militar e tecnológica.
Leia Também: Vídeo de mão robótica (a andar) é um dos mais arrepiantes que vai ver ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Apple prepara novidades para o final do mês</title>
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<description><![CDATA[ Com lançamento marcado para o dia 23 de outubro e já disponível em pré-venda, o iPhone Duo está (naturalmente) a ser o grande motivo de conversa entre os fãs da Apple - até porque é o primeiro telemóvel dobrável da “Empresa da Maçã”.
 
No entanto, há outros motivos para estar atento à tecnológica de Cupertino durante este mês de outubro uma vez que, como conta o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, tudo indica que a Apple tem mais produtos para apresentar nos próximos tempos.
Gurman afirma que a Apple pretende fazer mudanças na sua loja online entre os dias 5 e 6 de novembro, o que é um forte indicador que a empresa planeia de facto introduzir novos produtos até ao final do mês de outubro.



 Apple confirmou existência de novo iPad mini por acidente 
A Apple confirmou, por acidente, a existência de um novo iPad mini, que terá um ecrã OLED e será apresentado no final deste mês de outubro. Os rumores sobre o modelo já circulavam há algum tempo, mas a confirmação veio através de uma referência no site da empresa.
 Miguel Patinha Dias | 21:00 - 16/10/2026 

Lembrar que, anteriormente, circularam rumores que a Apple estava a planear realizar uma apresentação no dia 27 de outubro. Alegadamente, esta ocasião servirá para revelar novos modelos do MacBook Pro e iMac com processador M6, um iPad mini com ecrã OLED e também um novo portátil MacBook equipado com ecrã sensível ao toque.
Serve recordar que, no começo deste mês, a Apple desvendou novos modelos da coluna HomePod mini e da Apple TV 4K, além do HomeView que foi a grande novidade introduzida pela empresa no seu catálogo de produtos.
É importante sublinhar, contudo, que a Apple ainda não anunciou oficialmente a intenção de realizar uma nova apresentação durante este mês. Teremos de aguardar que a empresa dê novidades sobre este assunto.
Terá de esperar por 2027 para conseguir comprar o iPhone Duo
O primeiro telemóvel dobrável da Apple, o iPhone Duo, entrou oficialmente no período de pré-venda na sexta-feira, dia 16 de outubro. Os primeiros a encomendar o dispositivo poderão começar a usá-lo na data de lançamento, marcada para o dia 23 de outubro. Contudo, todos os outros terão de esperar um pouco mais.
Isto porque, conforme indica a loja online da Apple em Portugal, os interessados em adquirir o iPhone Duo estão a ter atualmente uma previsão de entrega apenas para começo de 2027 - mais precisamente para o dia 22 de janeiro.
Serve lembrar que o iPhone Duo foi anunciado em setembro tal como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. Estes modelos topo de gama já foram lançados no mercado, com o lançamento deste dobrável a ter sido apontado para o final de outubro.



 Reparar o iPhone Duo fica mais caro do que comprar um iPhone 17 
O período de pré-venda do iPhone Duo começa esta sexta-feira, dia 13 de outubro, mas há uma coisa importante que tem de saber antes de apostar no telemóvel dobrável da Apple. Está relacionado com os custos de reparação.
 Miguel Patinha Dias | 08:38 - 16/10/2026 

É também importante recordar que, antes de ser iniciado o período de pré-venda do iPhone Duo, a Apple decidiu aumentar os objetivos de produção do dobrável. Ao invés dos 6 a 7 milhões que seriam produzidos até ao final de 2026, serão agora produzidos 10 milhões de unidades.
A decisão terá sido tomada depois de a Apple verificar um interesse dos consumidores acima do que esperava e, tendo em conta o período de espera pelo iPhone Duo, a adesão dos interessados em comprar o dobrável parece ter comprovado que a estratégia foi a acertada.
Lembrar que o iPhone Duo estará disponível numa versão base de 256GB pelo preço de 2.399 euros. O dobrável também estará disponível em versões de 512GB por 2.649 euros, de 1TB por 3.149 euros e de 2TB por 3.899 euros.
A previsão de entrega para novas encomendas do iPhone Duo parece ser transversal a todas estas configurações de armazenamento. Significa isto que, independentemente da configuração que escolha do iPhone Duo, continuará a ter de esperar pelo começo de 2027 para começar a usar o seu telemóvel.
É claro que esta informação não é suficiente para termos a certeza a respeito do sucesso que o iPhone Duo terá. Contudo, o facto de terem sido feitas compras suficientes para que novas encomendas do dobrável só sejam satisfeitas em 2027 é um bom indicador que a adesão do iPhone Duo poderá estar a ser do agrado da Apple.
Leia Também: Um dos produtos mais populares da Apple tornou-se &quot;obsoleto&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>As 4 desvantagens de ter o modo poupança de energia sempre ativo</title>
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<description><![CDATA[ Quase todos os telemóveis modernos estão equipados com um modo de poupança de energia que (como o nome indica) lhe permite reduzir o consumo de bateria e prolongar a autonomia do seu telemóvel.
 
Este modo foi criado para que os utilizadores de telemóveis consigam, numa situação em que estão prestes a ficar sem bateria, usar o dispositivo por mais algum tempo até conseguirem ter uma oportunidade para recarregar o telemóvel.
Há, no entanto, pessoas mais ansiosas que - por receio de ficarem sem bateria a meio do dia - podem querer ter este modo sempre ativado, sem perceberem que podem ter de lidar com algumas desvantagens na forma como usam os respectivos telemóveis.



 Estes 9 gadgets duram mais do que o seu telemóvel 
Por motivos de hardware e de software, os telemóveis de hoje em dia não apresentam a mesma durabilidade e longevidade dos dispositivos mais antigos, o que faz com que os consumidores tenham de comprar novos modelos mais frequentemente.
 Miguel Patinha Dias | 22:30 - 16/10/2026 

O site SlashGear fez uma lista com as 4 principais desvantagens de ter o modo poupança de energia sempre ativado, as quais podem ir desde um desempenho mais lento do que era suposto até notificações em falta.
Pode conhecer abaixo esta lista com as principais desvantagens
As 4 desvantagens de usar o modo poupança de energia:

O desempenho do telemóvel será pior, com as animações de abertura de apps e a taxa de atualização de ecrã a serem as principais prejudicadas;
As apps que estejam a funcionar em segundo plano são encerradas, o que significa que pode perder algumas notificações potencialmente importantes;
Certas funcionalidades - como o ecrã Always On - são desativadas e a velocidade de Internet via dados móveis também fica mais lenta;
A poupança de energia pode não ser tão significativa quanto pensa;

Leia Também: Os 6 cuidados que deve ter com o seu novo telemóvel dobrável ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Livre quer debate de urgência na AR esta quarta&#45;feira sobre Habitação</title>
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<description><![CDATA[ O Livre requereu hoje a marcação de um debate de urgência na Assembleia da República sobre a crise na habitação para quarta-feira, numa altura marcada por protestos no Porto e em Lisboa.
 
Num requerimento dirigido ao presidente do parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, o grupo parlamentar do Livre solicita a marcação de um debate de urgência para o próximo dia 21 de outubro com o tema &quot;Responder à emergência: um Serviço Nacional de Habitação&quot;.
Em comunicado, o partido sustenta que &quot;nas últimas semanas tem havido uma mobilização forte e transversal no país pelo direito à habitação&quot;, que exige políticas de habitação acessível.
Para o partido, este &quot;tem sido um sinal claro que a crise na habitação é um problema incontornável para grande parte da população&quot;.
O Livre, liderado por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto, adianta que voltará a apresentar medidas como a criação de um &quot;Serviço Nacional de Habitação&quot;, do Fundo para a Habitação Pública, o alargamento do Programa Porta 65 ou a revisão do Apoio Extraordinário à Renda.
Entre as propostas do partido estão ainda o apoio ao setor cooperativo e o fim de benefícios fiscais &quot;que fomentam a especulação imobiliária&quot;.
O Livre diz acreditar que &quot;a mobilização cidadã tenha aberto caminho para soluções concretas e imediatas que garantam a concretização do direito à habitação para todas as pessoas em Portugal&quot;.
No fim de semana decorreram vários protestos no país, nomeadamente em Lisboa e no Porto, com alguns manifestantes a continuar acampados na Praça D. João I, na cidade Invicta, e no Rossio, na capital.
De acordo com o Regimento da Assembleia da República, cada grupo parlamentar pode, por sessão legislativa, requerer a realização de debates de urgência de forma potestativa (ou seja, obrigatória) e o Governo é obrigado a estar representado.
Leia Também: PS propõe isenção de mais-valias na venda de casas até 300 mil euros ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 10:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Livre, quer, debate, urgência, esta, quarta-feira, sobre, Habitação</media:keywords>
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<title>Havi TechHub Lisboa cresce e planeia contratar mais 20 profissionais</title>
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<description><![CDATA[ O Havi TechHub Lisboa cresceu, em dois anos e meio, &quot;de sete para mais de 140 profissionais&quot; e agora vai expandir o escritório, contando contratar mais 20 no próximo ano, diz o administrador Reto Sahli à Lusa.
 
&quot;O Havi TechHUB Lisboa foi inaugurado em março de 2024 com uma ambição que ia muito além da abertura de um novo escritório: criar, a partir de Portugal, uma capacidade tecnológica com impacto global&quot;, explica, em entrevista à Lusa o administrador (&#039;chief digital information officer&#039;) da Havi, Reto Sahli.
Lisboa foi escolhida pela &quot;qualidade e diversidade do talento português, pela força do ecossistema tecnológico nacional e pela capacidade de Portugal ligar pessoas, culturas e fusos horários&quot; e &quot;estas vantagens revelaram-se ainda mais significativas do que antecipávamos&quot;, sublinha o responsável.



 &quot;IA veio reduzir a distância entre uma startup e uma grande empresa&quot; 
Uma iniciativa lançada pela RedBridge Lisbon, a Unicorn Factory Lisboa e a Startup Portugal levou dez startups portuguesas à SF Tech Week, um dos principais eventos tecnológicos de San Francisco.
 Miguel Patinha Dias | 08:35 - 09/10/2026 

Ou seja, &quot;em apenas dois anos e meio, a operação em Lisboa cresceu de sete para mais de 140 profissionais&quot; e, &quot;atualmente, as equipas sediadas na capital contribuem para capacidades globais nas áreas de inteligência artificial, dados e analytics, produtos digitais, &#039;cloud&#039;, cibersegurança e transformação de negócio&quot;.
O TechHUB terminou 2024 com 34 colaboradores e, aquando da inauguração oficial do escritório, em setembro de 2025, já tinha atingido os 87 colaboradores. Atualmente, conta com 143 profissionais especializados.
Lisboa &quot;é uma das operações de crescimento mais acelerado dentro da estrutura tecnológica global da Havi&quot;, sublinha.
Agora o centro de inovação tecnológica Havi TechHub Lisboa, que é um dos quatro TecHubs do grupo, expandiu, com mais um piso adicional, prevendo continuar a recrutar talento das áreas especializadas.
&quot;Temos atualmente cerca de 20 posições abertas ou planeadas para 2027&quot;, avança Reto Sahli, referindo que está previsto continuar a &quot;recrutar profissionais nas áreas de engenharia de software, dados e analytics, automação, inteligência artificial [IA], cibersegurança, cloud e infraestruturas, produtos digitais e transformação de negócio&quot;.



 Startup brasileira com operações em Lisboa vence prémio mundial de IA 
Uma startup brasileira de inteligência artificial, com operações em Lisboa, venceu um prémio internacional de inteligência artificial (IA) pela sua tecnologia de utilização de dados empresariais.
 Lusa | 07:35 - 02/10/2026 

Acima de tudo, &quot;procuramos pessoas que queiram trabalhar em desafios com impacto global, colaborar com equipas de diferentes países e disciplinas e perceber claramente a ligação entre o seu conhecimento técnico e os resultados que ajudam a alcançar&quot;, salienta o responsável.
A Havi conta atualmente com quatro TechHUBs: Chicago, Cracóvia, Lisboa e Kuala Lumpur.
&quot;Estes não funcionam como centros isolados com responsabilidades geográficas independentes&quot;, mas &quot;operam como uma rede tecnológica global integrada e interligada&quot;, explica.
Tal permite que &quot;as equipas trabalhem de forma colaborativa além-fronteiras, entre diferentes disciplinas e fusos horários&quot;, sendo que &quot;este modelo &#039;follow the sun&#039; de operação contínua reforça a colaboração, a capacidade de resposta, a continuidade do negócio e a resiliência da organização&quot;, salienta o administrador.
A partir de Lisboa, &quot;os profissionais contribuem para capacidades e soluções tecnológicas que apoiam as operações globais da HAVI e geram valor para clientes em mais de 30 mercados&quot;.
A estratégia para o mercado para português em 2027 &quot;passa por continuar a investir nas pessoas e por atribuir às equipas de Lisboa uma responsabilidade crescente no desenvolvimento de capacidades tecnológicas globais&quot;.
&quot;Da automação em armazéns e centros de distribuição ao planeamento preditivo e à tomada de decisões baseada em dados, o nosso foco é transformar conhecimento operacional e informação em soluções que tornem as cadeias de abastecimento mais conectadas, eficientes, resilientes e preparadas para o futuro&quot;, aponta Reto Sahli.
A tecnologia &quot;é um elemento essencial dessa transformação, mas serão as pessoas a concretizá-la. O talento, a criatividade e o espírito colaborativo que encontramos em Portugal reforçam a nossa confiança no contributo que Lisboa continuará a dar para o futuro da Havi&quot;, remata.
Leia Também: Meo e Nokia reforçam colaboração para redes autónomas e nativas de IA ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 10:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Quando o tema é saúde mental, é preciso tratar os sintomas e os estigmas</title>
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<description><![CDATA[ Considerado um veneno silencioso, o preconceito transforma a dor em culpa e afasta quem precisa de cuidado; médico brasileiro Renato Oliveira e Souza, da Organização Pan-Americana da Saúde, falou à ONU News sobre passos que podem ajudar quem vive com doenças mentais. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Farto de ecrãs grandes? Estes são os telemóveis mais pequenos já lançados</title>
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<description><![CDATA[ Se anda atento às tendências nos telemóveis dos últimos anos é provável que tenha reparado que estes dispositivos móveis estão cada vez maiores, com a chegada de cada vez mais telemóveis dobráveis a ser um claro sinal de que há um “apetite” dos consumidores por ecrãs maiores.
 
Esta tendência resulta da forma como os telemóveis estão a ser usados, nomeadamente para atividades de lazer como visionamento de vídeos, consulta de redes sociais e para apresentar a maior quantidade de informação possível num mundo cada vez mais acelerado.
Contudo, é importante recordar que nem sempre foi assim. Quem viveu durante o final dos anos 90 e começo dos anos 2000 estará certamente lembrado que, antigamente, toda a gente queria telemóveis tão pequenos quanto possível.



 Estes 9 gadgets duram mais do que o seu telemóvel 
Por motivos de hardware e de software, os telemóveis de hoje em dia não apresentam a mesma durabilidade e longevidade dos dispositivos mais antigos, o que faz com que os consumidores tenham de comprar novos modelos mais frequentemente.
 Miguel Patinha Dias | 22:30 - 16/10/2026 

Caso esteja a considerar voltar atrás no tempo e se encontra avaliar a compra de um telemóvel de menores dimensões, recomendamos que dê uma vista de olhos aos telemóveis indicados pelo site BGR e que pode encontrar na galeria acima.
Ao contrário do que acontece hoje em dia - em que um telemóvel considerado pequeno tem mais de 6 polegadas - os telemóveis mais pequenos alguma vez criados não vão além das 4 polegadas, pelo que são as opções certas para quem considera adquirir dispositivos de pequenas dimensões.
Convém mencionar também que estes dispositivos contam com funcionalidades limitadas e, desta forma, também são boas propostas para quem quiser ter uma experiência mais minimalista e focada no essencial.
Leia Também: Os 10 telemóveis que lhe vão poupar tempo a carregar a bateria ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>A minissérie da Netflix (baseada num clássico) que não pode perder</title>
<link>https://noticias.moosala.co/a-minisserie-da-netflix-baseada-num-classico-que-nao-pode-perder</link>
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<description><![CDATA[ A Netflix lançou no dia 1 de outubro uma nova adaptação de “A Leste do Paraíso”, um livro clássico da autoria de John Steinbeck e que foi transformado numa minissérie que, desde que estreou, só tem sido elogiada pela crítica especializada e subscritores da plataforma.
 
“A Leste do Paraíso” tem apenas sete episódios e tem Florence Pugh no papel de Cathy Ames, uma mulher que entra na vida de dois irmãos no Connecticut, nos EUA, e cujo impacto é sentido ao longo de décadas.
A minissérie encontra-se atualmente na segunda posição das séries mais vistas da Netflix, reunindo um total de 12,6 milhões de visualizações a 87 milhões de horas acumuladas.



 As 10 minisséries que vai adorar ver na Netflix 
Se aproveitou o feriado na segunda-feira, dia 5, para marcar férias e ter uma semana de descanso, sugerimos 10 minisséries da Netflix para relaxar e aproveitar o tempo livre da melhor maneira.
 Miguel Patinha Dias | 09:46 - 07/10/2026 

Desde que foi lançada que “A Leste do Paraíso” se encontra entre as dez séries mais vistas da Netflix em todo o mundo, ficando apenas atrás de “Below”, com Josh Hartnett. Contudo, a “A Leste do Paraíso” é a série mais vista em 25 países onde a Netflix está presente e está entre as dez séries mais vistas nas tabelas do serviço num total de 86 países.
É importante lembrar que “A Leste do Paraíso” já recebeu no passado uma adaptação para o cinema. Esta versão, que conta com James Dean no elenco, foi dirigida por Elia Kazan. Curiosamente, esta adaptação do clássico de 1952 de Steinbeck da Netflix tem a neta de Elia Kazan, Zoe Kazan, como criadora, argumentista e showrunner.
Pode ver acima um pequeno trailer de “A Leste do Paraíso”.
Leia Também: Os 11 filmes da Netflix que mereciam ser vistos no cinema ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
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<title>PS propõe isenção de mais&#45;valias na venda de casas até 300 mil euros</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do Partido Socialista (PS) vai propor ao Governo mais medidas para a habitação como a isenção de mais-valias na venda de casas já existentes até 300 mil euros para habitação própria.
 
Num artigo de opinião divulgado hoje no jornal Público, José Luís Carneiro, lembra que o Partido Socialista (PS) tinha enviado uma carta ao primeiro-ministro a 05 de agosto de 2025 com propostas concretas para a habitação, mas não obteve resposta, pelo que agora se dirige aos portugueses, propondo mais medidas.
O PS propõe agora um regime excecional, válido durante três anos, lembrando que Portugal tem centenas de milhares de casas vazias em condições de serem habitadas.
Entre as medidas estão a isenção de mais-valias na venda de casas já existentes, até 300 mil euros, para habitação própria, tributação reduzida entre 300 e 500 mil euros e a isenção de imposto do selo nestas compras e no respetivo crédito à habitação.
Propõe igualmente um &quot;contrato de arrendamento de cinco anos, por opção das partes, com as rendas tributadas a uma taxa de 5% e com garantia pública para o senhorio em caso de falta de pagamento&quot;.
&quot;Pôr a funcionar o Balcão do Arrendatário e do Senhorio, que hoje não cumpre a sua função. A próxima geração de políticas de habitação deve ser desenhada como resposta estrutural, aliando respostas de curto prazo, com um horizonte consistente para o médio e para o longo prazo&quot;, realça.
O secretário-geral do PS destaca também o Serviço Nacional de Habitação Acessível, o SENHA.
&quot;Em setembro, anunciámos o Serviço Nacional de Habitação Acessível (SENHA), um programa para a próxima década. O SENHA vai juntar num só sistema os instrumentos que o Estado já tem e mobilizar autarquias, cooperativas, associações e os setores público e privado para aumentar a oferta de habitação acessível&quot;, refere.
De acordo com José Luís Carneiro, a &quot;proposta está a ser construída através de uma auscultação nacional, em cinco eixos: oferta e inovação na construção; arrendamento e fiscalidade; habitação pública, municipal e cooperativa; necessidades dos jovens; e apoio social. Será apresentada publicamente no final deste processo&quot;.
José Luís Carneiro exige ao Governo &quot;que deixe de adiar e intervenha, sem ser, como até aqui, no sentido de agravar o problema&quot;.
O secretário-geral do PS diz ainda que tem &quot;faltado ao Governo vontade política para avançar e capacidade para desenhar e executar boas políticas&quot;, referindo que as novas propostas do partido vão ser entregues em breve.
Na carta enviada em agosto de 2025 a Luís Montenegro, o PS propôs sete medidas, entre as quais que o Estado assumisse a responsabilidade de garantir o direito à habitação e dar às autarquias os meios financeiros, técnicos e humanos para executar as políticas locais e uma rede pública nacional de alojamento urgente e temporário, lembra no artigo.
Leia Também: &quot;Compreendo a indignação das pessoas na rua, mas também faço um apelo&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 08:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>propõe, isenção, mais-valias, venda, casas, até, 300, mil, euros</media:keywords>
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<title>Anthropic destina 5% das ações a novo fundo de &amp;quot;benefício público&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A Anthropic anunciou que irá atribuir 5% das ações a um novo fundo de &quot;benefício público&quot;, cujo valor poderá aumentar à medida que as ações da empresa norte-americana de inteligência artificial (IA) se valorizarem.
 
As ações serão incorporadas no &quot;Anthropic Public Benefit Fund&quot; (Fundo de Benefício Público da Anthropic), uma nova entidade dentro da empresa.
O fundo &quot;terá maior flexibilidade e escala, permitindo-nos prosseguir a nossa missão de novas formas: por exemplo, poderemos explorar grandes doações a organizações sem fins lucrativos tradicionais ou distribuições diretas a populações específicas&quot;, afirmou a Anthropic, numa publicação no blogue da empresa, no domingo.
A tecnológica citou os impactos no mercado de trabalho como exemplo. Embora já tenha reservado 200 milhões de dólares (178 milhões de euros) para estudar os efeitos da IA, a empresa observou que, &quot;dado o ritmo de progresso da IA, podem ser necessárias abordagens mais ousadas&quot;.



 Anthropic gera 16,8 mil milhões de dólares antes de entrar na bolsa 
A Anthropic anunciou receitas de 16,8 mil milhões de dólares no terceiro trimestre, um aumento de 45% em relação ao trimestre anterior, a poucas semanas de entrar na bolsa.
 Lusa | 07:19 - 15/10/2026 

O atual líder Dario Amodei e os outros cinco cofundadores estabeleceram a Anthropic como uma &quot;corporação de benefício público&quot;, uma designação adotada por empresas com fins lucrativos que procuram equilibrar objetivos financeiros e impacto social.
Além dos cofundadores se comprometerem a doar 80% do seu património pessoal, existe um programa, no qual participam cerca de metade dos colaboradores da empresa, que lhes permite destinar parte das suas participações acionistas, sendo que a Anthropic oferece uma contribuição equivalente.
Após o anúncio do domingo, a Anthropic garantiu que cerca de 20% das ações da empresa serão dedicadas ao &quot;bem público&quot;, além de qualquer percentagem adicional que possa ser incluída, caso o valor de mercado da empresa atinja marcos específicos.
A Anthropic planeia realizar uma operação de listagem em bolsa, possivelmente já em novembro.
Leia Também: Anthropic proíbe que utilizadores sejam cruéis com os seus modelos de IA ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 08:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Montenegro &amp;quot;não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ João Cotrim Figueiredo comentou, este domingo, as manifestações pela habitação que têm ocorrido no Porto e em Lisboa, salientando que &quot;o primeiro-ministro não foi feliz&quot; na sua reação e &quot;acabou por atirar gasolina para a fogueira&quot;. O liberal questionou ainda &quot;onde é que estão as bodycams que o Parlamento aprovou&quot; e que &quot;ajudariam muito a perceber&quot; o que aconteceu - e chamou ainda a atenção para as &quot;infiltrações&quot; nestes protestos.
 
&quot;As pessoas têm direito a manifestar-se, têm direito a mostrar a sua indignação dentro da lei. Se assim não for, por outro lado a polícia tem o dever de repor a legalidade usando meios proporcionais&quot;, começou por afirmar no habitual espaço semanal &quot;Visto Assim&quot;, na SIC Notícias.
E &quot;há indícios, neste caso&quot;, referindo-se ao sucedido no Porto, &quot;que nem houve todo o cumprimento da lei por parte dos manifestantes, nem houve o uso de apenas força proporcional do lado da polícia&quot;.
&quot;Vamos aguardar por aquilo que o relatório da IGAI e outras investigações nos digam e, a propósito, faço uma pergunta: Onde é que estão as bodycams que o Parlamento aprovou e que nos ajudariam muito a perceber exatamente o que se passou nessa madrugada?&quot;, questionou.
Falando daquilo &quot;que é talvez menos óbvio&quot; e, no seu entender, &quot;mais preocupante&quot;, Cotrim Figueiredo salientou as &quot;infiltrações nestas manifestações - quer a instrumentalização partidária quer as infiltrações de elementos mais radicais, mais violentos&quot;. 
No nosso país &quot;isso ainda não se nota particularmente, mas hoje este apelo a um movimento ibérico faz-me crer que aqueles fenómenos que hoje em França foram já muitas vezes mostrados podem vir a chegar a Portugal e isso seria o pior que podíamos ter aqui&quot;. &quot;São os amigos do caos, são aquelas pessoas que fazem do caos uma estratégia política para obter os seus ganhos de causa que não conseguiram nas urnas&quot;, considerou.
&quot;Nós olhamos para as manifestações, vemos símbolos de vários partidos, nomeadamente do PCP e do Bloco, [que] tiveram 3 e 4% nas urnas - já tiveram 19%, no caso do PCP, e 10%, no caso do Bloco. Estão em perda nas urnas e vêm ganhar para a rua? Desculpem lá, a democracia não é assim que funciona&quot;, apontou o eurodeputado no mesmo espaço de comentário. 
&quot;As pessoas têm toda a legitimidade de se manifestarem em relação a este tema da habitação&quot;, com Cotrim a deixar, contudo, uma &quot;advertência&quot;: &quot;Todas as organizações que se deixaram infiltrar - que seja instrumentalização por partidos políticos ou de outros - acabaram por perder relevância&quot;. &quot;E o caso mais fácil de as pessoas entenderem são as confederações sindicais, que tinham 60% de sindicalização nos anos 70 e hoje mal chegam aos 15 porque se deixaram instrumentalizar pelos partidos políticos&quot;, opinou o liberal. 
Cotrim Figueiredo reiterou que &quot;esta infiltração é absolutamente perigosa&quot; e &quot;digo que quem fazer política na rua não é um verdadeiro democrata&quot;.
Montenegro &quot;não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira&quot;
Questionado sobre as reações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e do presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, o antigo líder da Iniciativa Liberal considerou-as &quot;diferentes&quot;. 
&quot;Acho que o primeiro-ministro não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira. Num primeiro momento, o presidente da Câmara do Porto também usou algumas expressões que não foram particularmente apaziguadoras, mas num contexto de uma intervenção onde referiu as tradições do Porto como cidade aberta e de liberdade de expressão e o foco de nascimento de muitas ideias liberais neste país - que corrigiu o tiro a tempo&quot;, salientou. 
Cotrim fez ainda questão de afirmar que &quot;há pessoas que também precisam de alguns espaços que vão ficar limitados ou impedidos para a sua vida diária, para os seus negócios&quot;. &quot;Há direitos que estão a ser infringidos com estas manifestações que ultrapassam as horas para as quais foram autorizadas. Com proporcionalidade, com calma, vamos resolver a situação que é de potencial escalada&quot;, terminou.



 Acampada de Lisboa quer &quot;greve ibérica&quot; e articular ações com o Porto 
Os participantes na acampada pela habitação em Lisboa aprovaram em assembleia popular apelar para uma greve geral ibérica em 11 de novembro, como admitida no Porto, e articular ações com o movimento da Invicta.
 Lusa | 22:16 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 23:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Montenegro, não, foi, feliz, acabou, por, atirar, gasolina, para, fogueira</media:keywords>
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<title>BE diz que lei do arrendamento vai para &amp;quot;o lixo&amp;quot;. Ventura? &amp;quot;À rasca&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O coordenador do BE defendeu hoje que a lei do arrendamento terá como destino o &quot;caixote do lixo&quot; e considerou que o presidente do Chega está &quot;à rasca&quot; depois de se ter disponibilizado para viabilizar a proposta do Governo.
 
Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, após uma reunião da Mesa Nacional do BE, José Manuel Pureza defendeu que o Governo, &quot;perante a grandeza das mobilizações, perante a enorme capacidade de juntar gente, não tem outro remédio que não seja ouvir, e ouvir bem, aquilo que a rua está a dizer&quot;.
&quot;O Governo, se fosse responsável, não faria outra coisa que não fosse ouvir, escutar com atenção e tomar decisões em relação a isso&quot;, sustentou, criticando as palavras do ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, que disse que o executivo não vai ceder &quot;aos gritos que vêm da rua&quot;.
Minutos depois de André Ventura ter anunciado um conjunto de medidas para a habitação, Pureza afirmou que o presidente do Chega demonstrou estar numa &quot;situação aflitiva&quot; depois do acordo com o PSD que permitiu aprovar na generalidade as alterações à lei do arrendamento propostas pelo Governo.
&quot;Dizendo as coisas em bom português, André Ventura está à rasca. É o que resulta claramente daquela conferência de imprensa&quot;, atirou.
O líder bloquista antecipou que as alterações à lei do arrendamento terão o mesmo destino da revisão da lei laboral que o Governo pretendia fazer: &quot;Isso vai acontecer e já todos perceberam que isso vai ser assim, dada a força das mobilizações [...]. O destino dessa lei é o mesmo que teve o pacote laboral, ou seja, o caixote do lixo&quot;.
Inquirido sobre as propostas anunciadas pelo Chega, Pureza acusou Ventura de ter dedicado mais de metade da conferência de imprensa à imigração enquanto votou favoravelmente o regime dos vistos &#039;gold&#039;.
&quot;A única coisa que seria séria por parte de André Ventura, é essa única proposta que, na verdade, ele tem que fazer, é a proposta de rasgar o acordo que fez com o PSD&quot;, afirmou.
Pureza afirmou que &quot;só a esquerda está em condições de apresentar propostas&quot; que respondam à &quot;aflição das pessoas&quot;, recordando as iniciativas do Bloco para fixar tetos nas rendas e atribuir à Caixa Geral de Depósitos &quot;um papel orientador em matéria de política de crédito para a compra de habitação&quot;, reduzindo as suas margens de lucro na mesma proporção de eventuais aumentos das taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE).
Questionado sobre a postura do Presidente da República nesta matéria, o coordenador do Bloco sublinhou que o partido &quot;nunca teve nenhuma ilusão&quot; sobre António José Seguro, mas considerou &quot;lamentável&quot; que o chefe de Estado se tenha pronunciado &quot;não para falar de habitação&quot;, mas sim de segurança.
A reunião da Mesa Nacional do BE confirmou ainda que o partido votará contra a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), uma posição que já tinha sido anunciada por José Manuel Pureza em 08 de outubro, quando recusou passar um &quot;cheque de má governação ao primeiro-ministro&quot;.
O coordenador bloquista reiterou as críticas ao documento, considerando que as alterações que possa surgir durante a discussão na especialidade não serão suficientes para modificar as opções do Governo.
[Notícia atualizada às 19h38]



 Chega anuncia pacote legislativo de emergência para habitação 
O líder do Chega, André Ventura, anunciou hoje um pacote legislativo de emergência para a habitação, incluindo aumento de deduções em IRS e possibilidade de défice orçamental para financiar as medidas.
 Lusa | 18:00 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 20:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>diz, que, lei, arrendamento, vai, para, lixo., Ventura, À, rasca</media:keywords>
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<title>Chega anuncia pacote legislativo de emergência para habitação</title>
<link>https://noticias.moosala.co/chega-anuncia-pacote-legislativo-de-emergencia-para-habitacao</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Chega anunciou hoje que o partido vai apresentar um &quot;pacote legislativo de emergência&quot; para a habitação, propondo aumentar as deduções em IRS, e admitiu défice orçamental para financiar as medidas.
 
Numa conferência de imprensa na sede nacional do Chega, em Lisboa, André Ventura defendeu a necessidade de um entendimento entre os partidos para aprovar medidas que possam &quot;tocar verdadeiramente nos pontos que interessam em matéria da habitação em Portugal e dos grandes problemas&quot; dos últimos anos.
O Chega vai propor &quot;a reavaliação dos benefícios fiscais de quem está em Portugal com muito dinheiro para comprar casas&quot;, uma revisão do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e um aumento em 50% das deduções em IRS relativas a rendas e prestações do crédito à habitação
Questionado sobre se a aplicação destas propostas pode comprometer o excedente orçamental previsto para o próximo ano, André Ventura admitiu que &quot;vale a pena correr o risco&quot; de ter défice se isso significar uma melhoria nas condições de habitação dos portugueses.
&quot;Porque não interessa de nada termos um país de contas ricas com pessoas pobres. Sinceramente, não interessa de nada termos um país com contas certas com pessoas todos os meses com contas incertas. Eu acho que é esse cálculo que temos que fazer&quot;, defendeu.
Questionado sobre se este pacote significa que o acordo com o PSD para alterar a lei do arrendamento fica sem efeito, Ventura frisou que o que foi acordado foi um conjunto de alterações que o Governo deveria fazer na discussão na especialidade e que esse processo ainda não avançou.
&quot;Até ao momento não tivemos nenhum sinal de que o Governo quisesse corrigir isto, mas o processo também ainda não começou&quot;, disse, enfatizando que se o executivo &quot;não corrigir&quot; o diploma, as alterações à lei do arrendamento &quot;não passarão&quot;.
Em relação às manifestações pela habitação e a nova lei do arrendamento proposta pelo Governo, o líder do Chega antecipou que se nada for feito os protestos escalem &quot;com mais força, mais garra, mais ambição&quot; e a adesão de outras organizações, inclusive partidos políticos.
&quot;Pode deixar de ser uma manifestação ou um grupo de manifestações minoritárias e tornarem-se verdadeiramente gritos de insatisfação transversais à sociedade com associações, partidos, movimentos&quot;, considerou, frisando que o &quot;Chega lutará pela habitação se o problema da habitação não for resolvido&quot;.



 Habitação? Ventura aponta a &quot;Governo insensível&quot;, migrações e Costa 
André Ventura fez, este domingo, declarações sobre o problema da habitação em Portugal, apontando à &quot;grave crise demográfica e migratória&quot;, à &quot;falta de empatia&quot; e &quot;egoísmo do próprio primeiro-ministro&quot; e a António Costa.
 Notícias ao Minuto | 17:50 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Ventura? &amp;quot;Diria que está em condições de ganhar Nobel da hipocrisia&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Osecretário-geral do PS considerou hoje que o líder do Chega, André Ventura, poderá ganhar o prémio Nobel da hipocrisia porque se mostra preocupado com a habitação, mas apoia a lei das rendas do Governo.
 
&quot;Eu diria que ele está mesmo em condições de poder ganhar o prémio Nobel da hipocrisia&quot;, disse José Luís Carneiro à margem da apresentação de um livro sobre Germano Sousa no Palácio da Bolsa, no Porto.
O líder socialista lembrou que André Ventura se mostrou, esta tarde, preocupado com as rendas das casas quando, ele próprio, apoiou a lei das rendas do Governo PSD/CDS-PP e esteve contra os movimentos que se manifestaram pelo direito à habitação.
&quot;Ele [André Ventura] apoiou a lei das rendas do Governo que permite lançar na instabilidade e na imprevisibilidade os mais jovens e que, por esta via, têm mais dificuldades em aceder ao arrendamento e que lançou, igualmente, a imprevisibilidade no futuro dos mais idosos que vivem nas grandes cidades&quot;, insistiu.
Numa conferência de imprensa na sede nacional do Chega, em Lisboa, André Ventura defendeu a necessidade de um entendimento entre os partidos para aprovar medidas que possam &quot;tocar verdadeiramente nos pontos que interessam em matéria da habitação em Portugal e dos grandes problemas&quot; dos últimos anos.
José Luís Carneiro prometeu bater-se &quot;com todas as forças&quot; para fazer cair a lei das rendas que o Governo de Luís Montenegro pretende aprovar no Parlamento e que lançará na imprevisibilidade e na insegurança os mais jovens, as famílias das classes médias e, particularmente, os mais idosos.
&quot;Esta é a palavra de confiança que eu quero deixar ficar às portuguesas e aos portugueses&quot;, frisou, acrescentando que o PS fez da habitação, a par da saúde e do aumento do custo de vida, uma das suas prioridades.
Questionado sobre as manifestações pela habitação, o secretário-geral do PS salientou que o direito de manifestação é um direito fundamental e deve compatibilizar-se com a ordem pública, a segurança e o bem-estar de todos.
&quot;É esse equilíbrio que deve ser garantido por parte de quem se manifesta, que tem naturalmente a minha solidariedade, porque quem se manifesta está a manifestar-se por um direito fundamental, está a manifestar-se pelas suas dificuldades em enfrentar o custo de vida, o custo de vida com a habitação, o custo de vida com os combustíveis, o custo de vida com os bens alimentares e, portanto, eu estou solidário com essa causa&quot;, concluiu.
[Notícia atualizada às 18h26]



 Chega anuncia pacote legislativo de emergência para habitação 
O líder do Chega, André Ventura, anunciou hoje um pacote legislativo de emergência para a habitação, incluindo aumento de deduções em IRS e possibilidade de défice orçamental para financiar as medidas.
 Lusa | 18:00 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Windows: 8 funcionalidades que devem ser desativadas imediatamente</title>
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<description><![CDATA[ Uma das queixas habituais de quem lida diariamente com computadores está na lentidão dos processos e abrandamentos inesperados que se verificam nestes sistemas depois de alguns anos de uso.
 
Confrontado com esta situação, pode até dar-se o caso de se frustrar e resignar-se a pensar que tem de comprar um novo computador.
É sempre livre de o fazer, sobretudo se quer um computador voltado para videojogos e pretende contar com uma melhor capacidade de desempenho para títulos mais “pesados”.



 Um dos produtos mais populares da Apple tornou-se &quot;obsoleto&quot; 
A lista de produtos considerados pela Apple como “obsoletos” tem três novidades e, entre elas, está um dos produtos mais populares da marca na categoria de computadores portáteis. Significa que as reparações deixam de ser fornecidas pela Apple.
 Miguel Patinha Dias | 19:30 - 15/10/2026 

Se não for esse o seu objetivo, nota o site BGR que pode dar-se o caso de o seu computador só estar a precisar de uma pequena afinação. Uma forma de fazer isso é aliviar o peso que coloca no sistema operativo logo quando o computador é iniciado, sendo que para tal recomendamos que desative algumas funcionalidades que possam estar a perturbar o desempenho do seu sistema.
Pode ficar a conhecer abaixo as funcionalidades presentes em computadores Windows que pode desativar sem qualquer tipo de culpa e que contribuirão para deixar o seu sistema um pouco mais leve e ágil.
As 8 funcionalidades do Windows que deve desativar:

O campo de esquisa da barra de tarefas;
O assistente de Inteligência Artificial Copilot;
Apps que são iniciadas automaticamente quando liga o sistema;
As notificações de sites;
Telemetria (que recolhe dados sobre o computador e serve para apresentar anúncios personalizados);
Os widgets no ecrã;
Início rápido de sessão;
Reconhecimento de voz online;

Leia Também: Rato de computador demasiado sujo? Saiba o que fazer para limpar ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Morreu Leonel Nunes, antigo deputado do PCP/Madeira, aos 76 anos</title>
<link>https://noticias.moosala.co/morreu-leonel-nunes-antigo-deputado-do-pcpmadeira-aos-76-anos</link>
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<description><![CDATA[ O antigo deputado do PCP no Parlamento da Madeira Leonel Nunes morreu aos 76 anos, indicou hoje a estrutura regional do partido, destacando o seu compromisso com a defesa dos trabalhadores.
 
O PCP/Madeira manifesta o seu &quot;sentido pesar&quot; aos familiares e amigos do antigo dirigente nacional do PCP, um homem com coragem e &quot;capacidade de militância político-sindical em favor da edificação de uma sociedade mais justa&quot;.
Leonel Nunes fez parte do Comité Central do PCP, entre 1992 e 2015, foi dirigente sindical da hotelaria e deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, eleito pela CDU.
Foi também candidato em eleições legislativas, regionais e autárquicas, tendo sido eleito à Assembleia Municipal do Funchal em 1989.
O processo judicial em torno do seu despedimento do Hotel Reid&#039;s, onde trabalhava, foi &quot;um dos episódios mais marcantes da sua vida&quot;, salientam os comunistas.
Depois de &quot;uma longa batalha judicial&quot;, durante quase 18 anos, Leonel Nunes acabou por ser reintegrado como rececionista no hotel.
&quot;O caso tornou-se uma referência na história do sindicalismo e do direito laboral português&quot;, salienta o partido.

A presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, Rubina Leal, manifestou pesar pela morte de Leonel Nunes, numa nota publicada no &#039;site&#039; oficial do parlamento insular, destacando que o seu &quot;percurso de intervenção cívica, política e sindical esteve ligado à defesa dos direitos dos trabalhadores e à participação cívica&quot; na região.
Também o PS/Madeira e o JPP emitiram notas de pesar pela morte do antigo dirigente comunista.
Leia Também: JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 18:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Habitação? Ventura aponta a &amp;quot;Governo insensível&amp;quot;, migrações e Costa</title>
<link>https://noticias.moosala.co/habitacao-ventura-aponta-a-governo-insensivel-migracoes-e-costa</link>
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<description><![CDATA[ André Ventura reagiu, este domingo, à questão da habitação em Portugal, apontando à &quot;grave crise demográfica e migratória&quot;, à &quot;falta de empatia&quot; e &quot;egoísmo do próprio primeiro-ministro&quot; e a António Costa. O Governo, considerou, é &quot;completamente insensível ao tema&quot;.
 
Para o líder do Chega, &quot;podemos tentar mascarar os dados como quisermos, mas toda ou quase toda a grave crise de habitação que passamos na Europa tem que ver também com grave crise demográfica e migratória que enfrentamos&quot;, afirmou em declarações aos jornalistas na sede do Chega.
&quot;Depois, temos a falta de empatia e o egoísmo do próprio primeiro-ministro nesta matéria. Um Governo que é completamente insensível àquele que é, provavelmente, o problema de maior impacto financeiro do nosso tempo na vida das famílias. Há distritos de Portugal onde as rendas aumentaram 75% nos últimos cinco anos&quot;, onde &quot;o peso da renda nas finanças das famílias se tornou brutal&quot;. 
E André Ventura continuou a apontar ao Executivo: &quot;Um Governo completamente insensível ao tema e perante um primeiro-ministro que acusa de egoísmo aqueles que lutam para ter um direito: o direito a terem uma habitação digna e a viverem com a sua família numa habitação digna&quot;. 
O líder do Chega considerou, em seguida, que &quot;um Governo completamente insensível, alheado da realidade prática das pessoas, trouxe aos resultados que temos hoje&quot;. 
&quot;Não foram só as rendas que aumentaram brutalmente nos últimos anos em Portugal. Os juros bancários de quem tem uma casa para pagar em crédito habitação tornaram-se absolutamente insustentáveis, e tornaram-se insustentáveis porque, evidentemente, os dados mostram que a taxa de juro subiu gravemente nos últimos cinco anos&quot;, vincou ainda. 
Para André Ventura, &quot;devemos falar do aumento real no impacto e face ao rendimento das famílias que estes aumentos tiveram&quot;. &quot;É impossível num país em que os salários estagnaram, ou subiram até oito ou nove por cento, ter aumentos de 300% no pagamento da respetiva habitação. É impossível achar que isto se resolverá facilmente, é impensável pensar que o mercado resolverá isto sozinho, ou despejando as pessoas, ou criando leis que permitem aumentar as rendas selvaticamente ou também desprotegendo completamente os proprietários&quot;, explanou.
&quot;O que essa esquerda radical não vê&quot;, prosseguiu, &quot;é que se as pessoas que têm as casas não as puserem a arrendar, também não haverá casas para arrendar&quot;. Deste modo, para Ventura, &quot;não é a atacar nem proprietários nem inquilinos que resolveremos o problema da habitação&quot;. 
André Ventura também acusa António Costa
Na mesma declaração, André Ventura considerou que, &quot;nos últimos cinco anos, Portugal teve um problema de habitação que não foi apenas criado pelo contexto internacional. Foi criado por um contexto seu, de fazer aumentar artificialmente a sua população, fazendo entrar descontroladamente no território pessoas que precisavam de casa e de um lugar onde estar&quot;. 
&quot;Esse aumento, responsabilidade de António Costa, essencialmente, e depois de Luís Montenegro, não foi acompanhado de um aumento proporcional da construção de novas casas nem da facilitação de colocar no mercado casas para arrendar&quot;, sendo que, advogou Ventura, &quot;pelo contrário, as pessoas sabiam, como hoje ainda sabem, que se alguém decide não pagar casa porque por exemplo não quer, os tribunais demoram anos a resolver o problema&quot;. 
E, &quot;se continuarmos a deixar gente entrar indiscriminadamente, não haverá nem saúde, nem habitação, nem nenhum dos segmentos da vida social que precisamos, porque não há condições de responder a entradas de 20% a mais de população no território&quot;, salientou ainda. 
Para Ventura, &quot;o país tem razões para estar desiludido, incomodado e frustrado com as políticas quer do Partido Socialista de habitação, quer do PSD de Luís Montenegro desde 2024&quot;. 



 &quot;Não dá mais? Então monta a tua tenda!&quot; As imagens da acampada em Lisboa 
As primeiras tendas da &#039;acampada&#039; pela habitação começaram no sábado a serem montadas no Rossio, em Lisboa, pelas 17 horas. Noite fora, os manifestantes gritaram palavras de ordem e, quem ficou esta noite na praça, acordou sem polícia perto mas com turistas a fotografar - e um vento forte que empurrava as tendas vazias para a estrada.
 Notícias ao Minuto com Lusa | 16:27 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 18:00:05 +0100</pubDate>
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<title>JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira</title>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 16:00:08 +0100</pubDate>
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<title>IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027</title>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 16:00:08 +0100</pubDate>
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<title>HBO revela estrelas para nova temporada de &amp;quot;True Detective&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A HBO anunciou oficialmente os dois atores que interpretarão a dupla de protagonistas na quinta temporada de “True Detective”. Os nomes escolhidos são Nicolas Cage e Antonio Banderas, que interpretarão (respetivamente) Henry Logan e Rai García.
 
Não se conhecem ainda pormenores sobre o enredo da quinta temporada de “True Detective” mas, pelos vistos, a HBO está apostada em dar continuidade à tradição de recrutar nomes conhecidos de Hollywood para interpretarem protagonistas da série.
Recordar que a primeira temporada (lançada em 2014) foi protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson; a segunda temporada (de 2015) teve Colin Farrell, Vince Vaughn e Rachel McAdams; a terceira temporada (de 2019) teve Mahershala Ali e Stephen Dorff; enquanto a quarta temporada (2024) contou com Jodie Foster e Kali Reis.



 &quot;Girls&quot; está de volta à HBO. Produção com elenco original arranca em 2027 
A HBO anunciou que vai produzir cinco novos episódios de &quot;Girls&quot;, a icónica série de Lena Dunham, que terminou em 2017. A produção arranca em 2027, mas ainda não há data de estreia definida.
 Miguel Patinha Dias | 09:00 - 14/10/2026 

Além de não haver pormenores sobre o enredo, também não se conhecem detalhes sobre quando a HBO planeia lançar a quinta temporada de “True Detective”. Sabe-se somente que a produção será iniciada no próximo ano, pelo que é possível que, na melhor das hipóteses, a temporada seja lançada entre o final de 2027 e o começo de 2028.
Lembrar que a quinta temporada continuará a ter Issa López como “showrunner”, que também foi responsável pela temporada anterior.
 © HBO  
Leia Também: Filme protagonizado por Corceiro estreia-se na HBO Max em outubro ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 14:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Emigrantes brasileiras criam plataforma de boleias para incentivar o voto</title>
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<description><![CDATA[ Duas brasileiras a residir na Europa criaram uma plataforma que liga eleitores no estrangeiro que precisam de transporte ou alojamento a quem pode oferecer ajuda, para combater a abstenção e incentivar a participação na segunda volta das presidenciais.
 
&quot;Quem quiser votar não deixe de votar porque não tem dinheiro para a passagem ou porque não tem a possibilidade de reservar um hotel&quot;, disse à Lusa Tamara Menezes, de 45 anos, uma das criadoras da plataforma Voto Sem Fronteiras, residente em Munique, na Alemanha.
Natural do Rio de Janeiro e a viver na Europa há 11 anos, Tamara Menezes criou a plataforma com uma amiga residente em Copenhaga, na Dinamarca, e já reúne cerca de 600 inscritos, tendo permitido aproximadamente 100 cruzamentos entre pessoas que precisam de ajuda e outras disponíveis para a prestar.
&quot;A maior parte das pessoas são da Europa, tem algumas pessoas na América do Norte, algumas pessoas na América do Sul e na Ásia-Oceania, mas a maior parte é realmente na Europa&quot;, indicou, referindo-se à segunda volta das presidenciais que vão ocorrer a 25 de outubro entre o atual Presidente brasileiro, Lula da Silva, e Flávio Bolsonaro.
A iniciativa procura combater a abstenção entre os brasileiros no estrangeiro, ajudando a ultrapassar os custos e as distâncias que separam os brasileiros dos locais de voto.
Na primeira volta das eleições gerais brasileiras de 2026, a abstenção total atingiu 21,08%, com mais de 33 milhões de eleitores a não compareceram às urnas.
&quot;O apelo que eu faço é que vá votar, vá votar, vá votar&quot;, afirmou Tamara, defendendo que, &quot;mesmo estando fora do país, é importante participar da vida política&quot;.
Na primeira volta das eleições no dia 04 de outubro, a abstenção entre os brasileiros inscritos para votar no estrangeiro atingiu 62,69% na primeira volta, a taxa mais elevada das últimas cinco eleições presidenciais, com cerca de 574 mil eleitores ausentes das urnas.
Dos cerca de 916 mil eleitores registados, apenas cerca de 342 mil votaram, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo que entre os votos válidos no estrangeiro, Lula da Silva obteve 47,6%, à frente de Flávio Bolsonaro, com 43,5%.
&quot;Eu sou uma pessoa de esquerda, eu tenho lado, mas a plataforma, ela é aberta para qualquer um. A gente não pergunta em quem a pessoa vota, por que a pessoa quer votar, a gente só pede quem quer ajudar e quem precisa de ajuda&quot;, sublinhou a criadora da plataforma.
Tamara acrescentou ainda &quot;gostaria muito que todas essas pessoas fossem votar no Lula, mas, na prática é uma ferramenta aberta para todo mundo&quot;.
&quot;A gente recomenda só que as pessoas que têm um viés, que elas perguntem e combinem entre si, se combina ou não, se funciona ou não, dar carona ou dar pouso nessas condições&quot;, detalhou.
Flávio Bolsonaro foi o candidato mais votado na primeira volta das presidenciais brasileiras, com 47,14% dos votos válidos, contra 45,03% de Lula da Silva.
Os dois disputam a segunda volta em 25 de outubro.
Leia Também: Caetano Veloso organiza ato musical pela democracia no Rio de Janeiro ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 11:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Ana Catarina Mendes acusa Leitão Amaro de ceder ao Chega e promover medo</title>
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<description><![CDATA[ A ex-ministra socialista com a tutela da imigração acusou hoje o seu sucessor, António Leitão Amaro (PSD), de ceder ao discurso extremista do Chega e de promover o medo em relação aos imigrantes em Portugal.
 
&quot;Eu acho que a chegada de Luís Montenegro ao Governo e, em particular, a ação do ministro Leitão Amaro, permitiu aumentar um sentimento negativo sobre a imigração que nunca houve em Portugal&quot;, afirmou, em entrevista à Lusa, a eurodeputada Ana Catarina Mendes, antiga ministra dos Assuntos Parlamentares.
Em entrevista à Lusa sobre os três anos de criação da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que se assinalam em 29 de outubro, Ana Catarina Mendes recordou que, durante anos, PS e PSD consensualizaram as políticas de migração.
Elogiou em particular o antigo ministro da Administração Interna social-democrata Miguel Macedo, que &quot;foi o responsável pela transposição da diretiva do retorno&quot; e &quot;procurou criar consensos&quot;, sem &quot;opções radicais ou extremadas&quot;.
Contudo, um acontecimento recente mudou a visão da política migratória do centro-direita: &quot;O aparecimento de um partido extremista em Portugal, que usou a imigração para causar medo&quot;, o que tornou impossível aos governos socialistas de António Costa encontrar pontos de encontro com o PSD para a política de imigração.
A ex-governante recordou que os sociais-democratas &quot;votaram contra a extinção do SEF&quot; (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que veio a dar lugar à AIMA), sem haver &quot;uma tentativa sequer de perceber o que isto queria dizer&quot; do ponto de vista da política migratória.
Para a ex-ministra, o PSD &quot;renunciou à própria história&quot; neste tema por medo de perder eleitorado: &quot;Julgo que o medo de que um partido extremista tivesse mais votos do que o PSD&quot; levou à construção desta ideia de que &quot;os socialistas descontrolam a imigração&quot;, subscrevendo os discursos de André Ventura.
&quot;Todos os relatórios internacionais saúdam a política de imigração de então&quot;, disse Ana Catarina Mendes, considerando por isso &quot;que falta rigor e às vezes falta estudo sobre as matérias&quot;.
&quot;Eu acho que nós hoje estamos confrontados com um mundo do imediato, do sensacionalismo, onde as perceções se tornam verdade, onde as redes sociais disseminam desinformação&quot;, salientou.
As sociedades lidam, &quot;em termos mundiais, com uma agenda claramente contra a imigração e que encontrou na imigração o bode expiatório para o ressentimento, os males do mundo&quot;.
&quot;A AIMA tem condições para ter orçamento próprio&quot;, deu lucro e &quot;não faz política de integração porque o governo não sabe (…) ou não quer&quot;, acusou a ex-governante.
Ana Catarina Mendes lamentou o que classificou como uma &quot;quebra de solidariedade europeia&quot;: &quot;A primeira reação de 22 Estados-membros, que Portugal, felizmente, não subscreveu, a pedir suspensão de Schengen em Espanha&quot; por causa dos incidentes em Ceuta, quando se trata de &quot;uma fronteira externa da União Europeia&quot;, que é uma responsabilidade partilhada.
A eurodeputada criticou também o comportamento dos deputados do Partido Popular Europeu (PPE), que integra PSD e CDS, na aprovação do Regulamento do Retorno na UE, com o apoio da extrema-direita.
&quot;Naquele dia, celebraram efusivamente, dizendo &#039;Vão para casa. Devolvam-nos aos seus países&#039;&quot;, recordou a eurodeputada, que disse estar a lutar em Bruxelas para que &quot;o projeto europeu continue a ser um projeto de solidariedade, de democracia e de liberdade&quot;.
Por isso, &quot;as políticas de migração devem ser políticas olhadas com aquilo que é o rigor dos factos&quot;, resumiu.
Ana Catarina Mendes reconheceu no entanto que os serviços públicos têm de acompanhar o aumento da procura.
Por isso, a primeira das 34 lojas AIMA previstas foi aberta no Algarve, na loja do Cidadão, para &quot;criar um caminho de integração documental&quot;.
&quot;Nós, na altura, também fomos dizendo que não estava tudo bem e que era preciso reforçar os serviços públicos e isso estava interligado&quot;, porque as &quot;coisas não se fazem por gavetas&quot; e a imigração é &quot;também uma política integrada&quot; com várias áreas do governo, como a saúde ou a educação.
Defendeu por isso a necessidade de &quot;serviços públicos para todos os cidadãos, sejam nacionais ou sejam estrangeiros, que estejam em Portugal&quot;.
&quot;Sempre houve imigração&quot; e &quot;cabe aos governos gerir a situação&quot;, e &quot;não culpar os mais fracos&quot;, acusou Ana Catarina Mendes.



 Ana Catarina Mendes alerta para risco de abusos de autoridade na AIMA 
A eurodeputada socialista Ana Catarina Mendes elogiou a regularização das pendências migratórias, mas lamentou a interrupção do projeto original da AIMA e alertou para o risco de abusos de autoridade.
 Lusa | 06:39 - 18/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 09:00:08 +0100</pubDate>
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<title>Terá de esperar por 2027 para conseguir comprar o iPhone Duo</title>
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<description><![CDATA[ O primeiro telemóvel dobrável da Apple, o iPhone Duo, entrou oficialmente no período de pré-venda na sexta-feira, dia 16 de outubro. Os primeiros a encomendar o dispositivo poderão começar a usá-lo na data de lançamento, marcada para o dia 23 de outubro. Contudo, todos os outros terão de esperar um pouco mais.
 
Isto porque, conforme indica a loja online da Apple em Portugal, os interessados em adquirir o iPhone Duo estão a ter atualmente uma previsão de entrega apenas para começo de 2027 - mais precisamente para o dia 22 de janeiro.
Serve lembrar que o iPhone Duo foi anunciado em setembro tal como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. Estes modelos topo de gama já foram lançados no mercado, com o lançamento deste dobrável a ter sido apontado para o final de outubro.



 Reparar o iPhone Duo fica mais caro do que comprar um iPhone 17 
O período de pré-venda do iPhone Duo começa esta sexta-feira, dia 13 de outubro, mas há uma coisa importante que tem de saber antes de apostar no telemóvel dobrável da Apple. Está relacionado com os custos de reparação.
 Miguel Patinha Dias | 08:38 - 16/10/2026 

É também importante recordar que, antes de ser iniciado o período de pré-venda do iPhone Duo, a Apple decidiu aumentar os objetivos de produção do dobrável. Ao invés dos 6 a 7 milhões que seriam produzidos até ao final de 2026, serão agora produzidos 10 milhões de unidades.
A decisão terá sido tomada depois de a Apple verificar um interesse dos consumidores acima do que esperava e, tendo em conta o período de espera pelo iPhone Duo, a adesão dos interessados em comprar o dobrável parece ter comprovado que a estratégia foi a acertada.
Lembrar que o iPhone Duo estará disponível numa versão base de 256GB pelo preço de 2.399 euros. O dobrável também estará disponível em versões de 512GB por 2.649 euros, de 1TB por 3.149 euros e de 2TB por 3.899 euros.



 CEO da Nothing: &quot;iPhone Duo é um desperdício de dinheiro&quot; 
O CEO da Nothing, Carl Pei, criticou o iPhone Duo, afirmando que é um &quot;desperdício de dinheiro&quot; devido ao seu preço elevado e à falta de funcionalidades em comparação com outros modelos da Apple.
 Miguel Patinha Dias | 11:41 - 14/10/2026 

A previsão de entrega para novas encomendas do iPhone Duo parece ser transversal a todas estas configurações de armazenamento. Significa isto que, independentemente da configuração que escolha do iPhone Duo, continuará a ter de esperar pelo começo de 2027 para começar a usar o seu telemóvel.
É claro que esta informação não é suficiente para termos a certeza a respeito do sucesso que o iPhone Duo terá. Contudo, o facto de terem sido feitas compras suficientes para que novas encomendas do dobrável só sejam satisfeitas em 2027 é um bom indicador que a adesão do iPhone Duo poderá estar a ser do agrado da Apple.
Apple já está a trabalhar em novas gerações do iPhone Duo
Com este sucesso do iPhone Duo, é de esperar que a Apple opte por lançar mais dobráveis no futuro. Quem o diz é o jornalista Mark Gurman da Bloomberg, que indica que a Apple até já tem idealizados mais alguns modelos, que apresentarão diferenças no que diz respeito à dimensão e capacidades.
De acordo com Gurman, a Apple está a planear lançar um modelo de maiores dimensões (iPhone Duo Max), com ecrã mais pequeno (iPhone Duo mini) e também um dispositivo mais modesto (iPhone Duo SE).



 iPhone Duo pode levar Samsung a antecipar lançamento do Galaxy Z TriFold 
O sucessor do Galaxy Z TriFold poderá ser lançado mais cedo do que estava previsto graças à forma como o iPhone Duo foi recebido no mercado. Há quem especule que pode chegar às lojas no primeiro semestre.
 Miguel Patinha Dias | 20:09 - 15/09/2026 

Notar que nenhum destes modelos e respetivos nomes são oficiais, mas estão a ser considerados pela Apple de forma a complementar a sua oferta de telemóveis dobráveis no mercado.
Gurman acrescenta ainda que acredita que “no começo do próximo ano”, o iPhone Duo se tornará “o telemóvel dobrável predominante no mercado”. Mais ainda, o jornalista acredita que a procura pelo iPhone Duo será “tão intensa que as pessoas revenderão o dispositivo no estrangeiro, os preços no eBay dispararam e a escassez de oferta atingirá níveis extremos”.
Além disso, prevê-se ainda que o sucesso do iPhone Duo “levará o resto da indústria a aumentar dramaticamente o investimento na categoria”.
Leia Também: Dúvidas com o iPhone Duo? Os 5 detalhes (exclusivos) que o vão convencer ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Ana Catarina Mendes alerta para risco de abusos de autoridade na AIMA</title>
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<description><![CDATA[ A eurodeputada socialista Ana Catarina Mendes elogiou hoje a regularização das pendências migratórias, mas lamentou a interrupção do projeto original da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e alertou para o risco de abusos de autoridade.
 
Em entrevista à Lusa, a responsável pela criação da AIMA, há três anos, considera que o projeto foi interrompido pela queda do Governo e considerou &quot;um erro clamoroso&quot; o regresso de uma unidade de estrangeiros e fronteiras à PSP.
Essa mudança &quot;volta a colocar a componente policial sobre a imigração, para dizer que são todos criminosos&quot; e &quot;põe nas mãos da polícia a decisão do retorno e a execução da decisão&quot;, lamentou.
Em 2020, um cidadão ucraniano, Ihor Homenyuk, morreu às mãos de agentes do antigo SEF no aeroporto de Lisboa.
&quot;Eu espero não voltarmos a ter nenhum caso como o do cidadão ucraniano, mas acho um perigo [esta concentração de poderes]&quot;, alertou a ex-ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares do último governo socialista e promotora da criação da agência.
Quanto à AIMA, a ex-ministra disse que &quot;a parte administrativa está a fazer o seu caminho, com dificuldades&quot;, mas acrescentou que existem outros problemas por resolver.
O &quot;SEF foi um serviço absolutamente essencial durante estes anos todos, para gerir as fronteiras de Portugal, para gerir a política de imigração em termos europeus, mas na nossa perspetiva havia uma questão que se colocava, que era a questão da integração&quot;, que &quot;não pode ser feita sob o chapéu da polícia, que tem outras funções&quot;.
Com a criação da AIMA, passou a caber às autoridades policiais &quot;fazer o controlo das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas, o combate ao crime organizado, desde logo o tráfico de seres humanos&quot;, ficando a AIMA com &quot;o tratamento dos papéis&quot;.
A inclusão do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) na AIMA visou alargar as funções da agência para que &quot;não tratasse só da questão da regularização dos papéis, mas que se pudesse fazer o acompanhamento de toda a integração&quot; dos imigrantes.
Contudo, &quot;não estava escrito nos astros&quot; que a AIMA &quot;iniciasse os seus trabalhos no dia 29 de outubro de 2023 e que, no dia 7 de novembro de 2023, o Governo terminasse e depois houvesse eleições antecipadas&quot;.
&quot;Tenho pena, porque sinto que não concluí o trabalho que tinha para fazer&quot;, disse Ana Catarina Mendes, admitindo &quot;alguma alegria&quot; ao ver que alguns dos projetos como o prazo anunciado de regularização das pendências (dezembro de 2025) se tenha cumprido com o atual Governo, justificou Ana Catarina Mendes.
A ex-ministra reconheceu que &quot;um dos problemas principais&quot; na transição do SEF para a AIMA teve a ver &quot;com as pendências&quot;, que justificou com a pandemia de covid-19, mas também com o facto de o anúncio da extinção do SEF ter deixado algum mal-estar, que &quot;gerou um atraso significativo&quot;.
De acordo com a antiga ministra, existiam &quot;350 mil manifestações de interesse que estavam pendentes no SEF, a que se somavam 175 mil autorizações de residência CPLP e ainda 30 mil vistos &#039;gold&#039;&quot;, números que ficaram &quot;na pasta de transição para o ministro Leitão Amaro&quot;.
A estrutura de missão entretanto criada &quot;já estava prevista&quot; e &quot;foi presidida, e bem, pelo presidente da AIMA&quot; que o PS nomeou e que &quot;conseguiu concluir esse plano de ação que tinha ficado destinado&quot;.
Para o número de pendências, defendeu Ana Catarina Mendes, contribuiu a resistência à reestruturação e os atrasos causados pela Covid-19, mas também o facto de o sistema informático ser obsoleto.
&quot;Do meu ponto de vista, ainda bem que em 2025 ficaram concluídas essas pendências&quot;, disse a ex-ministra, que criticou o ataque do governo PSD/CDS à manifestação de interesse, um recurso jurídico eliminado em junho de 2024 que permitia a regularização de quem chegasse com visto de turista.
Para a ex-governante, &quot;a manifestação de interesse não é nenhum papão&quot;, existe &quot;na lei dos estrangeiros desde 2007 e foi criada como um mecanismo excecional para dar autorização de residência&quot; porque antes só tinham condições para aceder a autorização de residência &quot;cidadãos que estivessem a trabalhar em Portugal e que tivessem 12 meses de descontos para a Segurança Social&quot;.
&quot;Nos governos socialistas tivemos sempre o cuidado de ter canais seguros e legais de imigração&quot;, defendeu, alertando que a falta de políticas de integração pode causar problemas sociais futuros.
Ana Catarina Mendes recordou que o seu ministério deixou ao sucessor na &quot;pasta de transição&quot; um conjunto de projetos nessa área, como o &quot;Plano Nacional de Português para a Aprendizagem da Língua Estrangeira&quot;.
&quot;Depois, não vi nada&quot;, acusou Ana Catarina Mendes, insistindo que o seu governo contemplava também medidas de formação profissional e &quot;projetos de alojamento&quot;.
Durante o período de regresso ao crescimento económico após a intervenção da &#039;troika&#039;, &quot;cerca de 60% daqueles empregos criados destinavam-se a mão-de-obra estrangeira&quot;, disse, recusando a ideia de que os &quot;estrangeiros vivam de subsídios&quot;.
&quot;Em 2024, mais de 1,03 milhões de cidadãos estrangeiros contribuíram para a segurança social, segundo os dados apresentados pelo próprio governo, já do PSD&quot;, disse.
Há também &quot;uma percentagem muito significativa e muito positiva de mão-de-obra qualificada estrangeira em Portugal&quot;, graças à transposição de diretivas comunitárias, a par de outros, menos qualificados, que contribuem agora para o recorde de exportações agrícolas, o &#039;boom&#039; turístico ou os cuidados em lares e creches.



 Último diretor do SEF critica extinção e AIMA: &quot;Foram 2 anos estranhos&quot; 
O último diretor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) criticou hoje o encerramento do serviço em 2023 e considerou que a gestão dos problemas migratórios continua por resolver, lamentando também a criação de serviços na PSP.
 Lusa | 08:06 - 13/10/2026 
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<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 07:00:06 +0100</pubDate>
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<title>OE2027: Líder da IL lamenta retirada do investimento para o IC31</title>
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<description><![CDATA[ A líder da Iniciativa Liberal lamentou hoje a retirada do Orçamento do Estado (OE) para 2027 das rubricas referentes ao investimento no IC31 e ao Tribunal Central Administrativo Centro.
 
&quot;É lamentável vermos que essas rubricas, que estavam previstas no orçamento anterior [2026], agora desapareceram por completo, em particular o IC31, que é algo que está prometido há muitos anos e que é essencial para a ligação a Espanha&quot;, afirmou Mariana Leitão, à margem de uma visita ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco.
A líder da IL sublinhou que é necessário criar as condições para haver desenvolvimento económico nesta região do Interior do país.
&quot;Os políticos falam muito do Interior quando estão em campanha, da necessidade de haver desenvolvimento económico no interior. Mas, na prática, é isto que vemos, um desinvestimento e rubricas que desaparecem do orçamento sem nenhuma justificação&quot;, vincou.
A também deputada da IL relembrou que em relação ao Tribunal Central Administrativo Centro, a Câmara Municipal de Castelo Branco já realizou investimentos adquirindo um imóvel para esse efeito.
&quot;Agora desaparece do orçamento sem que haja uma justificação plausível para que assim seja. Era mais uma forma de trazer mais desenvolvimento, mais pessoas e atividade para esta região. Era importante que o governo justificasse porque é que retirou essas verbas e o que vai fazer com esses investimentos que estavam previstos, se vão ou não avançar&quot;, disse.
Deixou ainda a promessa de questionar na Assembleia da República estas tomadas de decisão face ao orçamento e saber quais as perspetivas para o futuro em relação a estes dois casos.
Leia Também: IL desafia Governo a disponibilizar imóveis devolutos do Estado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Nem os executivos escaparam aos despedimentos da Netflix</title>
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<description><![CDATA[ A Netflix anunciou esta semana o despedimento de 6% da sua força laboral, o que equivale a cerca de mil postos de trabalho. É a maior ronda de despedimentos da Netflix e, ao que parece, nem os executivos foram poupados.
 
Conta a revista Variety que a Chief Content Officer da empresa, Bela Bajaria, está entre os funcionários da Netflix que foram removidos dos seus postos. Bajaria estava há dez anos na empresa e era responsável pelos conteúdos que eram aprovados para chegar ao serviço de streaming.
O lugar de Bajaria será ocupado por Peter Rice, que passou anteriormente pela Disney e pela Fox e estará agora a liderar o departamento responsável pelo conteúdo global da empresa - incluindo séries, reality shows, competições, filmes, eventos transmitidos ao vivo, entre outras coisas.



 Netflix. Uma das séries mais aguardadas de outubro recebeu novo trailer 
“Cyberpunk: Edgerunners 2” é uma nova temporada da aclamada série iniciada em 2022 mas, apesar de se passar na mesma cidade, conta uma história que não tem qualquer relação com a anterior.
 Miguel Patinha Dias | 10:35 - 15/10/2026 

“Queria agradecer à Bela [Bajaria] por esta década de dedicação, inovação, criatividade e liderança”, pode ler-se no comunicado da autoria de um dos CEOs da Netflix, Ted Sarandos. “Liderou enormes mudanças na Netflix. Ajudou a alargar a nossa oferta de conteúdo e para incluir a expansão a larga escala de programação sem guião, os lançamentos de eventos ao vivo e de desporto, além de criar e gerir uma diversidade de séries e filmes globais. Estou incrivelmente agradecido por tudo o que fez para ajudar a Netflix a entreter o mundo”.
Serve recordar que a mais recente vaga de despedimentos da Netflix afetou principalmente os departamentos de produto, tecnologia, assuntos jurídicos e recursos humanos, num contexto de abrandamento do crescimento e de preocupação com a evolução da interação dos utilizadores com a plataforma, informaram hoje o The Wall Street Journal (WSJ) e a CNBC.
Num memorando enviado aos trabalhadores esta manhã, os administradores, Ted Sarandos e Greg Peters, justificaram a decisão pela necessidade de priorizar recursos.



 Os 11 filmes da Netflix que mereciam ser vistos no cinema 
A Netflix tem produzido diversos filmes originais, mas alguns deles poderiam ter tido uma estreia mais abrangente nas salas de cinema. Ainda que alguns títulos sejam exibidos em cinemas, a disponibilidade é muitas vezes limitada.
 Miguel Patinha Dias | 11:29 - 16/10/2026 

&quot;A nossa missão, entreter o mundo, é ambiciosa, e cumpri-la exige que sejamos disciplinados quanto às áreas em que priorizamos o nosso pessoal e os nossos recursos&quot;, assinalaram os dirigentes, segundo os meios de comunicação citados.
Apesar das demissões, a direção da Netflix garantiu que o negócio &quot;continua forte&quot; e a caminho de cumprir as suas previsões financeiras para o ano como um todo, além de antecipar que continuarão a &quot;investir agressivamente em áreas de alto impacto&quot;.
Embora a Netflix mantenha uma das taxas de cancelamento de assinaturas mais baixas do setor (ligeiramente superior a 2% nos Estados Unidos), as suas ações registaram uma queda acumulada de mais de 40% nos últimos doze meses.
Leia Também: O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 19:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Habitação e custo de vida? Esquerda acusa Governo de ignorar dificuldades</title>
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<description><![CDATA[ Os partidos de Esquerda acusaram hoje o Governo de ignorar as dificuldades na habitação e custo de vida, com o Livre a denunciar desprezo, o PCP a acusar o executivo de alheamento e o BE a considerar Montenegro desesperado.
 
Estas posições foram assumidas pelos líderes dos três partidos em declarações aos jornalistas durante a manifestação da CGTP por aumentos salariais e contra o aumento do custo de vida, que decorre esta tarde em Lisboa.
A co-porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes defendeu a adoção de medidas para a habitação que &quot;promovam o arrefecimento dos mercados&quot;, criticando o caminho seguido pelo Governo.
&quot;Rendas moderadas de 1.300 euros, facilitar os despejos, dar mais poder a grandes senhorios face a pequenos senhorios e a inquilinos, tudo isto são medidas que aquecem o mercado de habitação e quando deveríamos estar a fazer exatamente o contrário&quot;, afirmou, frisando que as &quot;pessoas estão desesperadas&quot; e não &quot;veem respostas do lado político&quot;.
A dirigente do Livre acusou ainda o Governo de mostrar &quot;desprezo&quot; pelos manifestantes e de &quot;viver numa bolha&quot;, porém defendeu que &quot;é importante manter a calma&quot; e repudiou &quot;quaisquer declarações que possam ser entendidas como uma ameaça direta, como aconteceu no Porto&quot;, numa referência a um vídeo divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro em que uma pessoa que participava no protesto terá ameaçado atacar a casa de Luís Montenegro.
&quot;A salvaguarda da integridade física e da integridade de qualquer pessoa e de qualquer político e das suas famílias, acho que isso me parece essencial&quot;, enfatizou.
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, afirmou ver na adesão à manifestação uma &quot;grande força para abrir um novo rumo para o país&quot; e responsabilizou particularmente o primeiro-ministro &quot;pela situação em que o país está e pela situação de vida de cada uma das pessoas&quot; presentes no protesto.
Inquirido sobre se a adesão à manifestação terá saído beneficiada pelas declarações dos membros do Governo nos últimos dias, o líder comunista recusou essa leitura, argumentando que as &quot;pessoas vêm para a rua porque têm problemas, salários curtos, pensões que são baixas&quot;.
Depois de o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, ter dito que o Governo não cederá aos &quot;gritos que vêm da rua&quot;, Raimundo considerou ainda que quem não ouve estes manifestantes está &quot;completamente fora da realidade&quot;.
O coordenador do BE, José Manuel Pureza, salientou que se mobilizou hoje &quot;gente que não é egoísta e que vem para a rua lutar pelos seus direitos e pelos direitos dos outros, e que sabe que a vida com o preço da habitação como está é um exercício de aflição&quot;.
Questionado sobre se o executivo devia olhar de outra forma para estas pessoas, Pureza disse ter &quot;muitas dúvidas de que algum dia este Governo olhe para o povo de outra maneira daquela que olha agora&quot;.
&quot;Estas políticas não têm realmente qualquer tipo de resposta para o essencial. Quem paga com aflição cada vez maior a renda de casa, quem paga a conta do supermercado com cada vez maior dificuldade, olha para este Governo e diz que isto assim não pode ser. E, portanto, é isso que é necessário, é mudar uma política que está a dar cabo do país&quot;, frisou.
O líder bloquista acusou ainda o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de querer desviar as atenções &quot;daquilo que é essencial&quot; ao divulgar o vídeo do manifestante que terá ameaçado atacar a sua casa, considerando que o líder do Governo está desesperado.
&quot;O primeiro-ministro sabe que nas concentrações que tem havido pelo direito à habitação, a esmagadoríssima maioria das pessoas são pessoas que se manifestam de uma maneira totalmente pacífica e, portanto, que o primeiro-ministro escolha uma gota de água no oceano é muito revelador do seu desespero&quot;, atirou.



 CGTP reclama controlo de preços e acusa Governo de desconhecer dificuldades 
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, acusou o Governo de desconhecer as dificuldades dos trabalhadores e defendeu o controlo dos preços durante uma manifestação em Lisboa.
 Lusa | 16:50 - 17/10/2026 
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 18:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE pede ao Governo que apoie venda da Visão para evitar encerramento</title>
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<description><![CDATA[ O BE pediu hoje ao Governo que o Estado, maior credor da Trust in News, apoie a venda imediata da Visão, mantida por jornalistas que pretendem comprá-la, alertando para o risco de encerramento até ao fim do ano.
 
Numa pergunta enviada aos ministros das Finanças, da Presidência e do Trabalho, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, considera que o Estado português, enquanto principal credor da empresa proprietária da revista, deve defender aquela que considera ser a &quot;solução racional, para os credores e para o interesse público&quot; de &quot;vender a Visão já, como um todo e a quem garanta a continuidade do título&quot;.
&quot;A revista Visão, publicada desde 1993, pode deixar de existir antes do fim do ano. Não por falta de leitores, nem de jornalistas, nem de quem a queira comprar. Pode acabar porque o processo de insolvência da sua proprietária, a Trust in News, Unipessoal, Lda. (TiN), está prestes a ser encerrado ao abrigo de um plano desenhado para uma empresa que, na prática, já não existe. O maior credor dessa empresa é o Estado&quot;, alerta o bloquista.
A revista continua a ser publicada por um grupo de jornalistas que, após o despedimento dos cerca de 80 trabalhadores da empresa proprietária da Visão, juntou mais de 200 mil euros numa campanha de angariação de fundos e criou uma sociedade para tentar comprar a publicação.
&quot;A revista tem aumentado as vendas em banca, que o seu diretor situava em março numa média de 10 mil exemplares por semana, e acaba de receber o Prémio Património Editorial da Associação Portuguesa de Imprensa. Não é um ativo moribundo. É a parte viva de uma empresa que deixou de funcionar&quot;, salienta o Bloco.
Porém, a venda ficou suspensa quando o Supremo Tribunal de Justiça homologou, em março deste ano, o plano de insolvência da TiN, que prevê pagar as dívidas ao Estado em 150 prestações mensais e uma injeção de até 1,5 milhões de euros do proprietário, Luís Delgado.
&quot;Considera o Governo exequível um plano desenhado para uma empresa com 16 títulos e cerca de 80 trabalhadores, quando essa empresa cessou a atividade em outubro de 2025, despediu todos os trabalhadores e viu os seus gerentes declarados inibidos pela sentença de 6 de junho de 2026?&quot;, questiona Fabian Figueiredo.
O partido recorda que o tribunal recusou recentemente convocar uma nova assembleia de credores e o administrador da insolvência pediu mais 60 dias para pagar dívidas antes do encerramento do processo, que deixaria a publicação &quot;sem enquadramento&quot;.
O BE quer saber quais são os montantes devidos à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e ao Instituto da Segurança Social (ISS) pela TiN e com base em que avaliação da viabilidade da empresa é que a AT e o ISS votaram favoravelmente ao plano de insolvência.
O partido pergunta também se, desde a decisão do Supremo Tribunal de Justiça, o Estado recebeu algum pagamento e que parte do aporte de 1,5 milhões de euros foi efetivamente realizado.
O deputado pretende ainda saber que contactos estabeleceu o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, enquanto membro do Governo responsável pela comunicação social, &quot;com os jornalistas que asseguram a Visão, com o administrador da insolvência e com a Entidade Reguladora para a Comunicação Social sobre o futuro do título&quot;.
&quot;O ministro da Presidência afirmou em julho, a propósito do apoio público aos media, que não acredita na &#039;socialização de perdas de más decisões de negócios&#039;, noticiou o ECO. Ninguém lhe pede isso. O que se pede é o contrário: que o Estado credor não assista à destruição da parte viva de uma empresa que deve milhões aos contribuintes&quot;, lê-se na pergunta.
Leia Também: Fundos pendentes de dez milhões deixam contas da Guarda &quot;no vermelho&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 15:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>IL desafia Governo a disponibilizar imóveis devolutos do Estado</title>
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<description><![CDATA[ A líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, desafiou hoje o primeiro-ministro a assumir a sua responsabilidade na resolução do problema da habitação e a avançar com medidas como a prometida disponibilização de imóveis devolutos do Estado.
 
&quot;Em 2024, o primeiro-ministro [Luís Montenegro] disse que iria pôr os imóveis do Estado à disposição das pessoas em 60 dias. Passaram-se dois anos e meio. Porque é que não está a ser feito? O que é preciso para o fazer?&quot;, questionou Mariana Leitão.
A também deputada da IL, que esteve hoje no concelho de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, a visitar uma empresa de produção de sementes biológicas, deu como exemplo a cidade de Castelo Branco, onde existe uma centena de imóveis do Estado devolutos.
&quot;Temos mais de 100 imóveis devolutos, fechados, [em Castelo Branco] que podiam ser disponibilizados para arrendamento acessível. Todos sabemos que os salários são baixos e as rendas estão elevadíssimas. O governo tem de garantir que os imóveis devolutos do Estado têm de estar à disposição das pessoas. Estamos a falar de Castelo Branco. Agora imaginem pelo resto do país. Estes imóveis têm de estar à disposição das pessoas. Isso tem de ser feito e já&quot;, vincou.
Mariana Leitão deixou também um desafio aos partidos de esquerda para apresentarem propostas para resolver o problema, &quot;mas propostas que resultem&quot;.
&quot;Apresentem propostas que funcionem e não propostas que já são conhecidas e que já tivemos exemplos noutros países que não funcionam. Pelo contrário, agravam o problema da habitação&quot;, disse.
Deu como exemplo, Espanha, onde no dia em que foi aprovado um decreto para por tetos às rendas &quot;foram quatro mil as casas que saíram do mercado de arrendamento. É isso o que as propostas da esquerda, do PS, fazem ao mercado da habitação&quot;.
Questionada sobre a carga policial que se registou na manifestação do Porto, a líder da IL lembrou que existe uma averiguação em curso sobre a situação para se perceber se a reação policial foi ou não proporcional.
&quot;Se se verificar que foi desproporcional deve haver consequências. Agora vamos aguardar pelo resultado dessa averiguação, dessa auditoria que está a ser feita para podermos concluir e não estar a fazer antecipações ao seu resultado&quot; disse.
Leia Também: Movimento diz que última semana no Porto foi o &quot;despertar de um povo&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Novo líder regional da IL quer preparar partido para governar os Açores</title>
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<description><![CDATA[ O deputado regional Nuno Barata, que foi hoje eleito líder da IL/Açores com 74% dos votos, anunciou que pretende preparar o partido para governar a região e criar uma &quot;verdadeira agenda de governação liberal&quot;.
 
&quot;Temos o compromisso de preparar a Iniciativa Liberal para governar os Açores. Tudo isso exige propostas e uma organização política capaz de as transformar em realidade. E esse é o grande desafio que assumo enquanto coordenador regional&quot;, afirmou Nuno Barata no discurso de encerramento do plenário eleitoral regional realizado hoje em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.
Nuno Barata, que foi o primeiro coordenador regional dos liberais açorianos, voltou a assumir o cargo para o mandato 2026-2028, sucedendo a Hugo Almeida que não se recandidatou.
O candidato único à liderança da IL/Açores, que foi eleito com 74% dos votos (obteve 17 votos em 23 inscritos), disse no discurso que a Iniciativa Liberal &quot;não se pode limitar a existir nos momentos eleitorais, nem pode depender apenas do trabalho de um pequeno número de pessoas&quot;.
&quot;Todos temos de estar presentes e temos de estar presentes nas nove ilhas dos Açores&quot;, assumiu.
Segundo Barata, a IL deve &quot;ouvir empresas, trabalhadores, agricultores e pescadores, profissionais de saúde, da educação, associações, instituições e cidadãos que muitas vezes sentem que a política não os escuta&quot;.
&quot;Temos de aproximar da elaboração das nossas propostas pessoas com conhecimento e experiência, mesmo quando não têm cargos partidários. E temos de investir na formação dos nossos quadros, no conhecimento das instituições e na capacidade de transformar princípios liberais em soluções concretas&quot;, apontou o também deputado único da IL/Açores no parlamento açoriano.
Na sua opinião, é preciso conhecer os problemas, avaliar as alternativas, compreender os custos e preparar a sua execução.
&quot;Por isso, queremos construir durante este mandato de dois anos uma verdadeira agenda de governação liberal para os Açores, com prioridades claras, propostas legislativas e administrativas, estimativas financeiras, indicadores de execução e metas de resultado. Uma agenda preparada antes das eleições e não improvisada no dia a seguir às eleições&quot;, anunciou o novo coordenador regional.
Quanto à intervenção política, Nuno Barata deixou um princípio claro: &quot;Não seremos oposição por sistema, mas também não seremos apoio por conveniência&quot;.
&quot;Avaliaremos, como temos feito até agora, cada medida pelos seus efeitos, pela sua coerência com os nossos princípios e pela sua responsabilidade financeira. […] Apoiaremos aquilo que considerarmos correto para os Açores, contestaremos aquilo que aumentar a dependência, a burocracia, a discricionariedade ou a despesa sem resultados demonstráveis&quot;, prometeu.
Nuno Barata referiu que a sua liderança terá uma responsabilidade cívica e política assente em seis &quot;princípios inalienáveis&quot;: criar uma nova ambição para a autonomia; devolver liberdade financeira aos Açores; reformar a administração pública e libertar a economia; ligar as nove ilhas e transformar a geografia em oportunidade; construir uma região onde valha a pena ficar, regressar e viver; e preparar a Iniciativa Liberal para governar os Açores.
Na intervenção, sublinhou que assumir a coordenação regional da IL açoriana &quot;não é apenas assumir a liderança de uma estrutura partidária&quot;, pois é também &quot;assumir a responsabilidade de ajudar a construir uma alternativa política para os Açores&quot;.
&quot;Por isso, os próximos dois anos não podem ser apenas mais dois anos de atividade partidária. Têm de ser dois anos de preparação para mudar os Açores&quot;, concluiu.
Na reunião magna dos liberais, Pedro Ferreira foi eleito vice-coordenador e Alexandra Cunha secretária-geral da IL/Açores.
A Mesa do Plenário Regional passou a ser presidida por Luís Miguel Quental.
Leia Também: IL desafia Governo a disponibilizar imóveis devolutos do Estado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>A aclamada série da Disney+ que já mereceu elogios de Stephen King</title>
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<description><![CDATA[ Os subscritores da Disney+ não têm falta de séries de qualidade para verem no serviço de streaming, sendo que os verdadeiros aficionados por televisão sabem bem que há uma série em particular que merece a atenção de qualquer pessoa que tenha acabado de ativar uma subscrição.
 
A série em questão é “Paradise”, a mais recente criação de Dan Fogelman (“Crazy, Stupid, Love”, “This Is Us”) que conta com Sterling K. Brown (“American Fiction”, “Black Panther”) como protagonista e que até já mereceu elogios de Stephen King.
King, responsável por livros clássicos como “Carrie”, “It”, “The Shining”, “The Long Walk”, entre muitos outros, recorreu à sua página na rede social Threads para elogiar publicamente “Paradise”. Mais ainda, sublinhou que o que o mais impressionou na série foi que, depois de gostar da primeira temporada, perceber que a segunda era ainda melhor.



 &quot;A variedade é especiaria da vida. Há muitas pessoas a viver em mim&quot; 
Estivemos à conversa com Sterling K. Brown, ator mais conhecido por ‘This Is Us’ e que é o protagonista de ‘Paradise’ da Disney+. O último episódio da primeira temporada estreia no dia 4 de março.
 Miguel Patinha Dias | 11:43 - 26/02/2025 

“A primeira temporada é boa, a segunda é ainda melhor. Que raro, não é? As atuações são boas, a história faz sentido e o diálogo é a melhor parte. Acutilantes. Pouco clichês. Melhor elogio: o Elmore Leonard veria isto”, afirmou King, referindo-se a um autor norte-americano conhecido pelo contributo para géneros como suspense, thriller e crime.
É preciso lembrar que a primeira temporada de “Paradise” foi lançada em 2025 e que a segunda chegou no começo deste ano. A terceira temporada já está garantida e sabe-se também que será o final da série.
Não se sabe ainda ao certo quando é que a terceira temporada será lançada, mas dado que as filmagens foram concluídas no mês de agosto, é altamente provável que vejamos o final de “Paradise” no próximo ano.


 
Ver no Threads





Leia Também: Disney+ traz nova versão de &quot;Ficheiros Secretos&quot; com Ryan Coogler ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 14:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Nova lei das rendas? &amp;quot;É pegar na lei e metê&#45;la na gaveta&amp;quot;, diz Carneiro</title>
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<description><![CDATA[ &quot;Para mim só há um caminho: é pegar na lei e metê-la na gaveta, porque vem desproteger os mais jovens e as famílias e que vem lançar na incerteza os mais idosos. A não ser que se queira alimentar este rastilho social lançado pela AD (PSD/CDS-PP), Chega e Iniciativa Liberal (IL)&quot;, afirmou José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas à chegada ao Museu Bienal de Cerveira, em Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo.
 
Carneiro assinalou que &quot;mais do que criticar&quot;, o PS apresentou uma proposta alternativa, mas a &quot;AD, o Chega e os liberais estão unidos&quot; nesta nova lei de rendas &quot;que dificulta o acesso dos jovens e das classes médias a uma casa e lança na insegurança os mais idosos, que estão aliás muito preocupados, particularmente os que vivem nas grandes cidades&quot;.
Fora de causa está a possibilidade de o PS alterar o sentido de voto (abstenção)no Orçamento do Estado (OE) caso o Governo não recue na &quot;lei Montenegro, Ventura e IL&quot;, garantiu Carneiro.
&quot;Só temos uma palavra [relativamente ao OE]. O PS não anda ao sabor dos ventos. Criar uma crise política nesta altura seria de uma grande irresponsabilidade. Mas é evidente que essa responsabilidade maior compete ao governo, porque é o governo que tem de garantir a estabilidade no país&quot;, afirmou.
O secretário-geral socialista referiu que &quot;há vários meses que alerta Montenegro &quot;para os efeitos do aumento do custo de vida na vida das pessoas&quot;, designadamente em abril, quando começou a guerra no Médio Oriente.
&quot;Como sempre, a insensibilidade, a altivez, a arrogância, a sobranceria, fez com que não tivessem entendido, nem compreendido, aquilo que estava a passar na vida social&quot;, criticou.
Com a nova lei das rendas, Carneiro voltou a chamar a atenção de Montenegro &quot;para a insensibilidade e indignidade da proposta, que desequilibra de novo a relação entre proprietários e inquilinos&quot;.
O líder socialista notou que &quot;o Governo não teve em consideração as propostas do PS&quot;.
&quot;Tivemos a lei de Assunção Cristas durante a crise financeira [2012], que acelerou todo este processo de especulação imobiliária nas grandes cidades. Agora, temos uma lei Montenegro, Ventura e também IL, que lança na precariedade e na indignidade os mais jovens&quot;.
Carneiro garantiu que &quot;o PS está a fazer tudo para procurar garantir a estabilidade ao país e evitar uma crise política&quot; e, por outro lado, está &quot;a trabalhar para uma solução duradoura do ponto de vista da habitação&quot;.
&quot;Nós temos agora uma discussão na especialidade que vai ser feita e vamos levar à especialidade propostas, nomeadamente relativas ao custo de vida&quot;, destacou.
Protestos pelo direito à habitação e manifestações da CGTP contra o &quot;brutal aumento&quot; dos preços das casas, dos combustíveis e do cabaz alimentar decorrem hoje em várias cidades do país, incluindo Lisboa, Porto e Coimbra.
No Porto, na madrugada de quinta-feira, uma acampada pelo direito à Habitação que começou no sábado foi alvo de uma carga policial da qual resultaram quatro dezenas de feridos, com a organização a garantir ter sido pacífica e a PSP a defender que houve &quot;resistência&quot;.
Na noite de quinta-feira, cerca de três mil pessoas concentraram-se no Porto para se manifestar pelo direito à habitação.
[Notícia atualizada às 12h48]



 António José Seguro defende que &quot;ninguém deve viver&quot; sem habitação 
O Presidente da República defendeu que a pobreza não pode ser encarada como inevitável e que ninguém deve viver sem acesso à habitação, saúde ou trabalho digno, apelando a um compromisso contra a exclusão.
 Lusa | 11:03 - 17/10/2026 
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 13:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Líder do PS solidário com manifestantes (e pede protestos responsáveis)</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS manifestou-se hoje solidário com os manifestantes indignados com as condições de vida, pediu protestos responsáveis e que as autoridades, caso seja necessário recorrer à força, &quot;o façam de forma adequada e proporcional&quot;.
 
&quot;É muito importante que se clarifique os termos em que o uso da força foi utilizado [na madrugada de quinta-feira no Porto], mas a minha solidariedade para com aqueles que manifestam a sua indignação com as condições de vida e com a dificuldade das condições de vida&quot;, afirmou José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas antes de visitar e Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo.
Sobre as manifestações que hoje se vão realizar em vários pontos do país, pelo direito à Habitação e contra o aumento do custo de vida, Carneiro deixou um apelo: &quot;Para que o direito à manifestação livre, democrática e responsável, que é um direito fundamental conquistado com o 25 de Abril [de 1974], respeite as regras do Estado do Direito&quot;,
Às forças de segurança, o secretário-geral socialista pediu que, &quot;no uso da força, o façam de forma adequada e proporcional às necessidades&quot;.
&quot;É isso que está em apreço agora com a investigação da Inspeção Geral da Administração Interna [IGAI]. É muito importante que se clarifique os termos em que o uso da força foi utilizado&quot;, observou.
A PSP enviou para o Ministério Público (MP) uma participação com imagens de vídeo sobre a intervenção policial na manifestação pela habitação na madrugada de quinta-feira no Porto, disse na sexta-feira à Lusa fonte policial.
Questionado sobre o vídeo divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro (PM), Luís Montenegro, o líder do PS disse que &quot;o direito à manifestação tem de respeitar a ordem, a tranquilidade e a segurança pública&quot;.
Para Carneiro, &quot;a compatibilização desses dois valores é fundamental&quot; e que &quot;é preciso aguardar pelas conclusões do inquérito da IGAI&quot;.
O secretário-geral do PS recomendou ao PM que &quot;procure acompanhar mais de perto o que diz o Serviço de Informações e aquilo que diz o próprio Sistema de Segurança Interna&quot;, referiu.
&quot;O sistema de segurança interna é a instituição que deve e que serve para que, nestes momentos, se possam acompanhar com todo o detalhe aquilo que são expressões, muitas das vezes utilizando a boa fé das pessoas e que por vezes estão presentes nas manifestações&quot;, justificou.
Para Carneiro &quot;o direito de manifestação é um direito fundamental que deve ser respeitado e valorizado, mas deve ser feito no quadro do Estado de Direito&quot;.
Na sexta-feira, o PM disse ter visto imagens nas quais se ameaça a sua casa.
Em Bruxelas, Montenegro disse ter visto um vídeo, que considerou preocupante, &quot;de uma das passagens das intervenções feitas nessas manifestações&quot;, onde &quot;se faz um apelo direto à violência, à importação de conflitualidade (…) que tem ocorrido noutros países&quot;.
&quot;Onde até se ameaça diretamente a casa de habitação do primeiro-ministro e da sua família&quot;, afirmou.
Pouco depois, o gabinete do primeiro-ministro divulgou à imprensa o vídeo a que se referia Montenegro, no qual se vê uma pessoa a afirmar numa manifestação, perante dezenas de pessoas, que é &quot;preciso descobrir o endereço da casa do primeiro-ministro e jogar um tijolo&quot;.
&quot;Acabou essa porra de ser pacífico. É para queimar alguma coisa, sim&quot;, afirma esse manifestante.
Leia Também: Jovens do movimento recebidos com palmas em desfile de milhares da CGTP ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 13:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Atual Governo &amp;quot;fez mais pela paz social do que PS em oito anos&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Defesa e líder do CDS-PP, Nuno Melo, defendeu que o atual Executivo fez mais pela &quot;paz social&quot; de Portugal em dois anos e meio do que o Partido Socialista (PS) &quot;em oito anos&quot;, rejeitando assim a necessidade de uma remodelação do Governo.
 
&quot;Eu avalio a política, como a vida, pelos resultados e quando nós esbatemos a poeira e nos concentramos nos dados objetivos, percebemos um país que fez mais pela paz social em Portugal do que o Partido Socialista em oito anos&quot;, atirou Nuno Melo, numa entrevista dada ao final da manhã deste sábado, 17 de outubro, na SIC Notícias, dia em que há várias manifestações a ocorrer um pouco por todo o país pelo direito à habitação, contra o aumento do custo de vida e descontentes com a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
Questionado se o Executivo da Aliança Democrática (AD) está a necessitar de uma remodelação, o governante centrista sustentou que este &quot;resolveu problemas de várias classes socioprofissionais que estavam na rua antes a reivindicar e agora, como vê, resolvem pacificadas porque veem que foi dada resposta&quot;, passando ao lado da greve dos funcionários do Metro e do facto de milhares de pessoas terem ido para a rua protestar, esta semana, contra as medidas tomadas pelo atual Governo.
&quot;Tem um país que cresce mais do que alguns tendencialmente mais poderosos e ricos da zona Euro, tem um país que tem um superavit, um país que não aumentou um único imposto, que reduziu vários e o IRS quatro vezes, que o The Economist considerou a economia do ano, que está a fazer em diferentes áreas, nomeadamente na Defesa nacional, aquilo que não aconteceu em 52 anos em democracia e, portanto, se os resultados interessam para alguma coisa, os resultados são bons&quot;, enumerou, atirando para o primeiro-ministro a questão do jornalista da SIC Notícias sobre a necessidade de uma remodelação do Executivo.



 Fim de semana de luta: Das acampadas às &#039;manifs&#039;, saiba onde e quando 
Portugal será palco de uma grande mobilização social este fim de semana, com manifestações e acampadas um pouco por todo o país. E começam já hoje. Eis o que já está programado.
 Natacha Nunes Costa | 15:27 - 16/10/2026 
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Tradições lusófonas reforçam importância do patrimônio imaterial</title>
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<description><![CDATA[ Dia Internacional destaca preservação de saberes, rituais e expressões culturais transmitidos entre gerações; de Portugal a Timor-Leste, tradições como o Bumba-meu-boi, o Tchiloli e a tecelagem do Tais revelam riqueza e a diversidade das nações de língua portuguesa. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>A cibersegurança decide&#45;se na administração</title>
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<description><![CDATA[ &quot;Todos os anos, quando outubro chega, a Europa dedica um mês inteiro à cibersegurança. Durante muito tempo olhei para esta data com algum ceticismo, entre cartazes com cadeados e conselhos sobre palavras-passe que toda a gente já ouviu. Este ano o tema merece outra conversa, porque o terreno mudou e muitas empresas ainda não deram por isso.
 
Há mais de vinte anos que acompanho PME portuguesas. Vi chegar o email, a cloud, o teletrabalho. Nenhuma dessas mudanças alterou tão depressa a natureza do risco como a inteligência artificial o está a fazer agora.
Durante anos ensinámos as pessoas a desconfiar de mensagens mal escritas e de pedidos urgentes num português aos tropeções. Esses sinais deixaram de funcionar. Um atacante escreve hoje um email impecável, no tom exato de um fornecedor habitual, com referências a faturas reais. Imita uma voz ao telefone e prepara em minutos uma fraude que antes exigia semanas.
A firewall, o antivírus e as cópias de segurança continuam indispensáveis, mas o ataque mais perigoso já não força a porta. Bate, apresenta-se com boas maneiras e pede para entrar. E quem abre é quase sempre alguém bem-intencionado, com pressa de despachar trabalho.
Por isso, quando um empresário me diz que tem alguém da informática que trata disso, fico preocupado. Nenhum técnico protege sozinho uma empresa onde basta um email convincente para que alguém autorize uma transferência.
A cibersegurança também depende de quem dirige a empresa. A equipa técnica protege os sistemas, mas cabe à gestão definir como se confirma um pedido de pagamento ou uma alteração de IBAN e o que fazer se os sistemas ficarem indisponíveis. A tecnologia ajuda, mas precisa de regras claras que toda a equipa conheça.
A própria legislação europeia já o reconheceu. A diretiva NIS2 coloca a responsabilidade nos órgãos de gestão, e muitas empresas que se julgavam fora do seu alcance vão descobrir que fazem parte da cadeia de fornecimento de quem está abrangido. Mesmo para as que não estão, a lógica é a mesma. Um ataque pode interromper a atividade da empresa, abalar a confiança dos clientes e comprometer anos de trabalho.
O que proponho para este outubro é simples. Que cada gestor reserve uma hora com quem trata da tecnologia da empresa e faça três perguntas. Se amanhã perdêssemos o acesso a tudo, em quanto tempo voltávamos a trabalhar? Quem na empresa poderia ser enganado por um email perfeito? E o que acontece quando alguém pede uma transferência fora do habitual? As respostas, ou a falta delas, dirão mais do que qualquer relatório.
Depois, que se fale disso com toda a equipa, sem alarmismo e sem culpabilizar ninguém, mas com a franqueza de quem sabe que a próxima tentativa de fraude vai chegar com bom aspeto e no momento menos oportuno.
A próxima fraude não vai pedir licença à informática. Vai bater à porta de quem decide.&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 09:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Coreia do Norte anuncia testes de novo tipo de torpedo guiado por IA</title>
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<description><![CDATA[ A Coreia do Norte realizou testes de lançamento de um &quot;novo tipo&quot; de torpedo de precisão que utiliza inteligência artificial nos seus sistemas de guiamento e deteção de alvos, anunciou hoje a agência oficial KCNA.
 
O teste subaquático deste sistema, batizado de Zam-2.0, decorreu na quinta-feira, informou a KCNA, acrescentando que &quot;a tecnologia de IA foi aplicada à deteção de alvos e à função de condução do novo torpedo — um modelo super-rápido com guiamento de alta precisão&quot;.
Também esta semana, o regime comunista de Pyongyang anunciou o teste de lançamento de dois tipos de mísseis de cruzeiro estratégicos, na quarta-feira em direção ao Mar do Japão (leste), sem &quot;qualquer impacto negativo na segurança dos países vizinhos&quot;, segundo a KCNA.
Os militares lançaram os mísseis, de tipo estratégico — passíveis de transportar ogivas nucleares — e que podem ser lançados de submarinos, segundo a imprensa oficial do regime comunista. Não foi especificado se foram lançados a partir de um submarino ou de uma plataforma de testes subaquática.
Os testes visam avaliar a prontidão dos sistemas de combate submarino do país, melhorar a capacidade da Marinha para realizar missões estratégicas e demonstrar a fiabilidade da sua capacidade de dissuasão nuclear, adiantou a imprensa oficial do regime de Kim Jong Un.
O Estado-Maior Conjunto (JCS, na sigla em inglês) da Coreia do Sul indicou ter detetado na segunda-feira o lançamento de vários mísseis balísticos a partir da zona de Pyongyang, que percorreram mais de 900 quilómetros.
Já o Ministério da Defesa japonês afirmou na rede social X ter detetado a queda do projétil.
O anterior lançamento de um míssil balístico pela Coreia do Norte ocorreu em 03 de outubro, quando o país disparou um projétil em direção ao mar do Japão - denominado mar do Leste nas duas Coreias - que caiu fora da Zona Económica Exclusiva do arquipélago, sem que fossem registados danos.
Por outro lado, na quinta-feira, Seul afirmou ter realizado com sucesso um teste do primeiro míssil hipersónico do país, que se encontra em fase de investigação e desenvolvimento.
No início de outubro, Pyongyang anunciou ter testado com sucesso um míssil hipersónico de alcance intermédio que utiliza IA para alterar a trajetória a baixa altitude.
Em setembro, o líder norte-coreano Kim Jong Un destacou a necessidade de melhorar &quot;o nível de inteligência artificial&quot; nos sistemas de armamento do país.
Os analistas avaliam que a Coreia do Norte pode avançar rapidamente na sua tecnologia de mísseis graças ao apoio militar russo, prestado em troca do envio de tropas e armamento para sustentar a guerra travada por Moscovo contra a Ucrânia.
Seul e Pyongyang, tecnicamente ainda em guerra, viram-se envolvidas numa escalada de tensão na sequência da explosão de duas minas, em 21 de setembro, na Zona Desmilitarizada entre as duas Coreias, que deixou dois soldados sul-coreanos gravemente feridos, além de outro soldado com ferimentos ligeiros.
A Coreia do Sul acusou Pyongyang de ter colocado os explosivos e exigiu um pedido de desculpas por parte do regime hermético, além de ter realizado, há uma semana, uma operação de remoção de minas na zona, enquanto as autoridades norte-coreanas negaram qualquer envolvimento e acusaram Seul de mentir para justificar provocações na fronteira.
Os mais recentes lançamentos deram continuidade a uma recente série de demonstrações de armamento, incluindo testes de vários sistemas de mísseis hipertónicos — visando avançar no desenvolvimento de um arsenal concebido para superar os sistemas de defesa antimíssil da Coreia do Sul e do Japão, segundo o regime comunista.
Nas últimas semanas, a Coreia do Norte também realizou exercícios com munições reais e incorporou um novo navio de guerra na sua frota, enquanto o líder Kim Jong Un continua a exibir o seu programa de armas nucleares e a rejeitar as ofertas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul para retomar as paralisadas negociações de paz.
Nos últimos anos, Kim interrompeu toda a diplomacia e cooperação com a Coreia do Sul, classificando o país como um inimigo permanente no meio de um impasse de longa data nas negociações nucleares mais amplas com Washington.
Até à data, rejeitou os apelos do Presidente norte-americano, Donald Trump, para retomar a diplomacia, que tinha fracassado em 2019. O regime exigiu que Washington abandonasse a política &quot;hostil&quot; em relação a Pyongyang e deixasse de exigir a desnuclearização da Coreia do Norte como pré-condição para as negociações.
Leia Também: Wall Street encerra em queda devido a preocupações com a IA ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 07:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Brasileiras e angolana entre as 100 mulheres que transformam agricultura</title>
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<description><![CDATA[ FAO reconhece liderança feminina que nutre o mundo; grupo inclui Luena Pataxó e Joana Mousinho, do Brasil, Teresa Mariz de Angola entre 100 Heroínas; integrantes atuam es áreas desde pesca sustentável à agricultura. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 00:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PSD, Chega e CDS querem que estrangeiros não residentes paguem pelo SNS</title>
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<description><![CDATA[ PSD, Chega e CDS-PP defenderam hoje que os estrangeiros não residentes devem efetivamente pagar pelos tratamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a esquerda acusou estes partidos de tentarem culpar estas pessoas pelos problemas.
 
Em debate no Parlamento estiveram projetos de lei de PSD, CDS-PP e Chega para restringir o acesso ao SNS por cidadãos estrangeiros não residentes em Portugal, nomeadamente no que toca ao pagamento de taxas moderadoras, diplomas que já tinham sido aprovados mas caducaram com a mudança de legislatura.
Também através de um projeto de lei, o BE propõe o fim do pagamento de taxas moderadoras.
O PS apresentou um projeto de resolução (sem força de lei) que recomenda ao Governo uma recolha de dados sobre o acesso de cidadãos estrangeiros não residentes ao SNS, a IL sugeriu que a cobrança aconteça à chegada à unidade de saúde e o Livre quer melhorar o acesso dos imigrantes à saúde.
No arranque do debate, a deputada Marta Silva, do Chega, alegou que as &quot;estimativas que circulam por fontes credíveis&quot; de cidadãos estrangeiros não residentes que recorrem ao SNS e não pagam apontam para um &quot;impacto pode gerar um benefício de 15 milhões ao ano&quot; e defendeu que esses &quot;abusos&quot; devem ser travados.
&quot;Os profissionais têm o dever de tratar, mas o Governo tem o dever de impedir que esta solidariedade seja explorada&quot;, defendeu, indicando que o partido não confunde &quot;imigrantes residentes com visitantes oportunistas, nem cuidados vitais com tratamentos programados&quot;.
Pelo PSD, o deputado Alberto Machado considerou que foi a lei de bases aprovada pelo &quot;PS e os seus parceiros da geringonça&quot; que permitiu o acesso ao SNS por &quot;cidadãos estrangeiros, mesmo aqueles que se encontravam ilegais no país ou outros que apenas viajam para Portugal para aceder a cuidados de saúde de borla&quot;.
O social-democrata alertou para a dificuldade em cobrar os valores devidos e referiu que esses encargos são suportados pelos contribuintes portugueses.
Alberto Machado referiu também que a proposta conjunta de PSD e CDS-PP &quot;não retira direitos aos imigrantes que residem regularmente&quot; em Portugal, &quot;não impede os estrangeiros não residentes de aceder ao SNS quando necessitam de cuidados urgentes&quot; e estabelece que os cuidados &quot;devem ser pagos pelo próprio ou por uma apólice de seguro do próprio&quot;.
O PS, por seu turno, considerou que os projetos dos partidos à direita não resolvem os problemas identificados por essas forças políticas, classificando-os como &quot;propaganda&quot;.
A deputada socialista Mariana Vieira da Silva recusou que os cidadãos estrangeiros sejam responsabilizados pelos problemas de acesso ao SNS e referiu que a atual lei de bases da saúde já prevê que aqueles que não residam em Portugal tenham de pagar.
Livre e BE afirmaram que 15 milhões de euros representam &quot;0,08% no orçamento da saúde&quot;.
Paulo Muacho, do Livre, alegou não existirem estatísticas oficiais sobre estes casos e acusou PSD e CDS-PP de quererem &quot;arranjar justificações para o falhanço das suas políticas&quot;.
O deputado João Almeida, do CDS-PP, falou em &quot;oportunismo de saúde&quot;, defendeu que &quot;quem deve, paga&quot;, e acusou os socialistas de não terem feito &quot;absolutamente nada&quot; para resolver o problema durante os anos em que governaram o país.
Também a IL, pela voz da deputada Joana Cordeiro, acusou PSD, Chega e CDS-PP de de tentarem &quot;encontrar um culpado&quot; para os problemas na saúde &quot;porque é mais fácil apontar o dedo a quem vem de fora do que responder a quem cá está e continua a desesperar à espera de cuidados de saúde&quot;.
A liberal pediu que não se confundam imigrantes com turistas e defendeu uma melhor gestão do SNS, com mecanismos que assegurem a cobrança dos valores devidos.
Pelo PCP, a líder parlamentar acusou o Chega e os partidos que suportam o Governo de trazerem mais uma vez &quot;a retórica reacionária, racista e xenofobia, para culpabilizar os trabalhadores imigrantes pelos problemas do SNS&quot; e procurarem &quot;um bode expiatório para sacudir as suas responsabilidades sobre a situação a que o SNS chegou&quot;.
Leia Também: Parlamento aprova Estatuto do CNPMA para regular PMA em Portugal ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 00:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Crise da habitação &amp;quot;não se resolve sem construir casas&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O socialista João Soares defendeu que a crise da habitação &quot;não se resolve sem construir casas&quot;, destacando a necessidade de ir além dos problemas burocráticos em torno da construção de habitação acessível.
 
&quot;O direito à habitação não se resolve sem construir casas, sem construir habitação social&quot;, afirmou, em entrevista na noite desta sexta-feira na RTP Notícias. 
Na ótica do antigo presidente da Câmara de Lisboa e ex-ministro da Cultura, mais do que um entendimento entre os principais dois partidos tradicionais, &quot;é preciso, sobretudo, que se construam as casas para as pôr no mercado&quot;. 
&quot;E algumas para as pôr no mercado fora das regras do mercado. Você não constrói habitação social para as pessoas que não têm condições para pagar renda - não é com rendas a 2.300 euros que você consegue resolver os problemas das pessoas que estão a ganhar os ordenados mínimos. Têm de ser casas acessíveis&quot;, explicou João Soares.
O socialista deu os exemplos &quot;do que se fez em Lisboa&quot; - destacando a junta de freguesia de Benfica, que &quot;tem feito um trabalho absolutamente admirável&quot; -, e do que estão a fazer o presidente da Câmara Municipal de Oeiras e a presidente da Câmara Municipal de Matosinhos.
Nesse sentido, João Soares considerou que faz falta alguma descentralização para resolver o problema da habitação, mas &quot;com uma coordenação e com um apoio para evitar as burocracias do lado do Governo central&quot;.
&quot;Uma parte da culpa do que se está a passar em matéria de habitação vem da incapacidade que o Governo tem tido de resolver os problemas de habitação em Portugal&quot;, indicou, acrescentando à lista de culpados &quot;as autarquias&quot; e os &quot;Governos anteriores&quot;.
&quot;Eu reconheço que, mesmo em Governos anteriores, foi produzida muita legislação que constitui um embaraço para quem quer fazer coisas&quot;, assumiu. &quot;O que importa aqui é construir e construir no terreno. E, por outro lado, usar também as muitas casas que estão vazias. A própria Igreja tem um património vastíssimo, e as câmaras têm, a Câmara de Lisboa também tem...&quot;
Além disso, importa também, defendeu, &quot;oferecer habitação em condições à classe média&quot;.
Sobre as manifestações que têm ocorrido, João Soares vincou que &quot;são sempre uma chamada de atenção e são um direito democrático básico, [mas] têm de ser contidas naquilo que é a liberdade democrática e, enfim, de forma pacífica&quot;.
&quot;Não creio que haja um problema de extremismo e não há, claramente. Já houve um extremismo de extrema-esquerda nos anos 70 [...] que causou problemas de ordem pública sérios. Mas, neste momento, o extremismo que existe é um extremismo de Direita, de extrema-direita e do populismo&quot;, disse.
João Soares recusou a ideia da necessidade uma espécie de ASAE para a habitação, sugerida por Helena Roseta, ontem, na mesma estação de televisão: &quot;Nós não precisamos de criar mais estruturas&quot;, defendeu.
Na noite de quinta-feira, a partir das 19h00, cerca de três mil pessoas concentraram-se para manifestar pelo direito à habitação, na sequência de uma acampada que começou no sábado e teve intervenção de limpeza municipal na segunda-feira, primeiro, e uma carga policial na madrugada de quinta-feira, depois, da qual resultaram quatro dezenas de feridos, com a organização a garantir ter sido sempre pacífica e a PSP a defender que houve &quot;resistência&quot;.
A última concentração deslocou-se, durante alguns minutos, até à Câmara do Porto, em frente à qual o protesto decorreu antes de regressar à Praça D. João I, em que tem decorrido desde que começou.
Os organizadores apelaram ao regresso no sábado ao local, com autorização camarária, durante todo o dia, em paralelo com a ação convocada para esse dia pela CGTP.



 Movimento pela habitação decide não passar madrugada na Praça D. João I 
O movimento pela habitação, em protesto desde sábado no Porto, informou que não vai passar a próxima madrugada na Praça D. João I, alegando falta de condições para o fazer. A desmobilização acontecerá após a assembleia, com a retomada do protesto na manifestação da CGTP às 10:30.
 Lusa | 21:46 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 23:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Crise, habitação, não, resolve, sem, construir, casas</media:keywords>
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<title>Parlamento aprova Estatuto do CNPMA para regular PMA em Portugal</title>
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<description><![CDATA[ O projeto-lei apresentado pelo grupo parlamentar do PSD para a criação do Estatuto do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) foi hoje aprovado, na generalidade, sem votos contra.
 
A iniciativa legislativa da bancada social-democrata foi aprovada com a abstenção do PS, do Livre, do PCP, do BE, do PAN e do JPP, baixando agora à Comissão de Saúde.
O PSD avançou com este projeto de lei depois de uma iniciativa sobre a mesma matéria, que já tinha sido aprovada na generalidade, ter caducado em 2025, na sequência do fim da anterior legislatura.
O partido justificou o seu projeto de lei, que apresenta algumas alterações face ao anterior, com a necessidade de adaptar a estrutura organizativa e o estatuto jurídico do CNPMA para responder às responsabilidades e funções que as legislações nacional e europeia foram sucessivamente atribuindo, mas também às crescentes solicitações dos centros de procriação medicamente assistida (PMA) que funcionam no país.
Está prevista a possibilidade de o seu presidente exercer as funções a tempo inteiro e em exclusividade, com o PSD a admitir ainda que o regime dos trabalhadores do CNPMA possa ser revisto, em função das conclusões que serão apresentadas pelo grupo de trabalho que foi criado para analisar as entidades administrativas independentes que funcionam junto da Assembleia da República.
No debate que decorreu na quinta-feira, a deputada social-democrata Sofia Machado Fernandes salientou que a sua bancada defende que a &quot;qualidade da regulação é uma condição essencial para a confiança no sistema&quot; de PMA, com o PS a levantar reservas sobre as competências previstas no projeto de lei.
&quot;Na anterior legislatura, o PSD apresentou um projeto que incluía referências às competências do conselho nesta matéria da gestação de substituição. Surpreendentemente, no projeto que hoje discutimos essas referências colapsaram, desapareceram&quot;, alertou a deputada socialista Elza Pais.
Nas votações de hoje, os deputados aprovaram ainda um projeto de resolução do Chega – iniciativa sem força de lei – que recomenda ao Governo o reforço do acesso à PMA no Serviço Nacional de Saúde e do banco público de gâmetas, entre outras medidas.
Com esta iniciativa, o Chega pretende diminuir os elevados tempos de espera para tratamentos de PMA, propondo reduzir para 90 dias a mediana de espera pela primeira consulta e estabelecer a meta de 180 dias até ao início do primeiro ciclo.
O Livre também tinha avançado com um projeto de resolução a recomendar ao executivo o reforço das competências do CNPMA para os casos de encerramento súbito de centros de PMA, como aconteceu no final de agosto com uma clínica de Cascais, mas que foi hoje rejeitado.
O CNPMA é uma autoridade independente e especializada com competências para regular, disciplinar e acompanhar a prática da PMA em Portugal.
Mais de 43.000 crianças nasceram em Portugal através da PMA, representando, em 2024, 4,9% do total de nascimentos, segundo dados divulgados em setembro por ocasião dos 20 anos da lei que regulou essas técnicas.



 PMA permitiu mais de 43 mil nascimentos e tratamentos aumentaram 300% 
Mais de 43.000 crianças nasceram em Portugal através de técnicas de Procriação Medicamente Assistida, representando, em 2024, 4,9% do total de nascimentos, segundo dados hoje divulgados, que apontam um aumento de 300% do número de tratamentos em 15 anos.
 Lusa | 15:12 - 29/09/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 23:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Parlamento, aprova, Estatuto, CNPMA, para, regular, PMA, Portugal</media:keywords>
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<title>Parlamento aprova novas regras para publicação de decisões das autarquias</title>
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<description><![CDATA[ O parlamento aprovou hoje, em votação final global, alterações ao modelo e aos prazos da obrigação de publicitar em órgãos de comunicação social locais e regionais as decisões com eficácia externa aprovadas pelas autarquias locais.
 
As alterações foram aprovadas por unanimidade na votação na especialidade e com a abstenção do PCP em votação final global.
As novas regras tiveram por base uma proposta do Governo para flexibilizar e alterar o modelo, os prazos e o alcance da obrigação de publicação das decisões dos órgãos colegiais e dos titulares de cargos executivos das autarquias locais no boletim municipal e em jornais regionais ou locais (incluindo em formato digital).
É estabelecido que, além da publicação em Diário da República nos casos em que a lei o determina expressamente, as deliberações dos órgãos das autarquias locais e as decisões dos respetivos titulares destinadas a ter eficácia externa devem também ser afixadas num edital físico e divulgadas no sítio oficial da autarquia na Internet.
Esta afixação deve ocorrer pelo menos durante cinco dos 10 dias subsequentes à tomada da deliberação ou decisão.
Estas deliberações devem ser divulgadas também no boletim da autarquia e, nos 30 dias subsequentes à tomada da deliberação, em um dos órgãos de comunicação social regionais ou locais editados e distribuídos no respetivo concelho ou freguesia, seja em suporte impresso e/ou em suporte digital, desde que registados na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).
No caso de jornais impressos, estão excluídos os de distribuição gratuita e os que têm periodicidade superior à mensal e, no caso da imprensa digital (incluindo as rádios locais, exceto aquelas que apenas fazem retransmissão de outros programas), esta deve ter uma atualização diária.
Na ausência de qualquer órgão de comunicação social regional ou local elegível no município, &quot;a divulgação é promovida em órgão regional ou local de município limítrofe, de âmbito intermunicipal ou metropolitano, de âmbito regional ou de âmbito nacional&quot;.
Este regime de divulgação atinge ainda os atos administrativos praticados por titulares dos órgãos das autarquias locais que determinem a celebração de contratos públicos de valor igual ou superior ao limiar legalmente aplicável ao ajuste direto, quando produzam efeitos externos e envolvam a realização de despesa pública.
Nos municípios onde exista mais de um órgão de comunicação social regional ou local elegível em suporte impresso e em suporte digital, a divulgação é efetuada de forma alternada entre os órgãos de comunicação social elegíveis.
O edital afixado e publicado na página da autarquia na Internet &quot;contém obrigatoriamente o texto integral das deliberações&quot;, mas na publicação na imprensa poderá ter uma &quot;descrição sumária&quot;, com o endereço (&#039;link&#039;) e o código de leitura rápida (QR code) para consulta na Internet.
As tabelas de referência de preços relativas à publicação das deliberações são estabelecidas anualmente por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da comunicação social e da administração local e as verbas para os encargos adicionais das autarquias para aplicação destas normas devem estar previstas no Orçamento do Estado.
O Governo deve avaliar a aplicação deste regime, nomeadamente os custos e os efeitos, no prazo de dois anos, remetendo um relatório à Assembleia da República.
O novo modelo entra em vigor 90 dias após a sua publicação no Diário da República.



 Ministro pede mobilização de autarcas para resolver crise da habitação 
O ministro da Economia e Coesão Territorial, Castro Almeida, apelou hoje aos autarcas para resolver a crise da habitação em Portugal, destacando a necessidade de maior mobilização e celeridade na construção de novas casas.
 Lusa | 17:30 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 23:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Estes 9 gadgets duram mais do que o seu telemóvel</title>
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<description><![CDATA[ Ainda recentemente relembrámos aqueles que são considerados os melhores telemóveis alguma vez lançados pela Nokia, uma marca que se tornou motivo de memes por utilizadores de telemóveis que recordam a durabilidade e fiabilidade destes telemóveis - sobretudo o icónico Nokia 3310.
 
Entre as muitas queixas que são apontadas aos telemóveis de hoje em dia, uma das mais frequentes está relacionada precisamente com a sua durabilidade e longevidade. Além de materiais que muitas vezes se mostram incapazes de apresentar a resistência que seria desejável em equipamentos tão caros, a verdade é que o software também fica muitas vezes rapidamente desatualizado.
Além de não haver atualizações de sistema operativo para sempre, as apps também deixam de funcionar passado alguns anos e é frequentemente vermos os consumidores de telemóveis a verem-se obrigados a adquirir novos modelos a cada 3 a 5 anos.



 As melhores câmaras de viagem que cabem no bolso do casaco 
Ainda que as câmaras de telemóveis permitam captar fotografias e vídeos das suas viagens sem tomar muito espaço na sua bagagem, a verdade é que há hoje em dia câmaras de pequenas dimensões que oferecem experiências de grande qualidade.
 Miguel Patinha Dias | 10:02 - 15/10/2026 

Ao longo dos anos temos assistido a ciclos cada vez mais curtos no que diz respeitos aos telemóveis, com as fabricantes a procurarem incentivar à compra de novos modelos com inovações e sucessivas atualizações ao mesmo tempo que tratam de tornar obsoletos os seus telemóveis existentes.
Tendo isto em conta, o site BGR decidiu criar uma lista de 9 dispositivos de eletrónica de consumo que apresentam hoje em dia uma longevidade superior à que vemos nos telemóveis atuais. Pode ficar a conhecer a lista completa na galeria acima.
Os 9 gadgets que duram mais do que telemóveis:

Impressora a laser
Relógio Pebble
Auscultadores
Colunas
Amplificadores
Consolas de jogos
Câmaras
Calculadora científica
Teclados mecânicos

Leia Também: Os 10 telemóveis que lhe vão poupar tempo a carregar a bateria ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 23:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Estes, gadgets, duram, mais, que, seu, telemóvel</media:keywords>
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<title>Apple confirmou existência de novo iPad mini por acidente</title>
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<description><![CDATA[ Desde o final do ano passado que vemos rumores a circular sobre a possibilidade de, em 2026, termos direito a um iPad mini equipado com um ecrã OLED. Mais recentemente tivemos direito a mais destes rumores, mencionando até que a apresentação poderá ter lugar no final deste mês de outubro e indicando que este novo modelo pode ser “consideravelmente mais caro”.
 
Agora, o site MacRumors encontrou sinais de que esta apresentação poderá mesmo ter lugar nos próximos tempos, descobrindo num site da Apple uma referência a este novo modelo do iPad mini.
Como conta a publicação, foi encontrada a referência A3632 para um modelo da capa Smart Folio e, dado que a referência em questão não coincide com nenhuma disponível para modelos vendidos agora ou no passado pela Apple.



 Um dos produtos mais populares da Apple tornou-se &quot;obsoleto&quot; 
A lista de produtos considerados pela Apple como “obsoletos” tem três novidades e, entre elas, está um dos produtos mais populares da marca na categoria de computadores portáteis. Significa que as reparações deixam de ser fornecidas pela Apple.
 Miguel Patinha Dias | 19:30 - 15/10/2026 

A capa em questão foi adicionada ao site da Apple recentemente, em setembro, por volta da mesma altura em que adicionou os acessórios disponíveis para o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max.
Ainda que a capa não revele quaisquer especificações para o iPad mini em questão, as informações contidas neste site indicam que estão previstas mudanças de design para o novo modelo. Assim sendo, se já conta com um iPad mini e esperava usar os seus atuais acessórios no novo modelo, é improvável que o consiga fazer.
Lembrar que o novo iPad mini com ecrã OLED tem apresentação prevista para o dia 27 ou 28 de outubro, com a apresentação deste novo tablet a ser acompanhada pela chegada de novos modelos do MacBook Pro e do iMac e também novo portátil equipado com um ecrã sensível ao toque.
Leia Também: Reparar o iPhone Duo fica mais caro do que comprar um iPhone 17 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 22:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>IL quer que postos divulguem peso dos impostos em vez do desconto do ISP</title>
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<description><![CDATA[ A IL apresentou hoje um projeto de lei para obrigar os postos de abastecimento a divulgar o peso dos impostos no preço final dos combustíveis, no lugar da afixação do desconto no ISP determinada pelo Governo.
 
Os liberais propõem alterar o decreto-lei do Governo publicado a 07 de outubro, que determina que, a partir de sábado, dia 17, os postos de abastecimento de combustíveis passam a ter de afixar, em local visível, o desconto em vigor do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP).
Em alternativa, a IL propõe que os postos sejam obrigados a divulgar o valor dos impostos cobrados por litro de combustível e o seu respetivo peso no preço final, considerando que estes são dados &quot;mais relevantes para os consumidores&quot;.
Esta informação, defende o partido nesta iniciativa, deve ser afixada junto de equipamentos de abastecimento acompanhada da menção &quot;Carga fiscal sobre os combustíveis&quot;.
A IL propõe ainda revogar as coimas de entre 1.000 euros e 3.000 euros previstas no decreto-lei para os postos que afixem informação falsa, incorreta ou desatualizada sobre o desconto do ISP.
Na exposição de motivos desta iniciativa, os liberais lamentam a &quot;forma completamente imprevista e sem qualquer discussão pública&quot; como o Governo decidiu sobre esta obrigação, considerando-a ineficiente para resolver a subida do preço dos combustíveis e classificando-a como uma &quot;medida altamente paternalista&quot;.
&quot;Trata-se igualmente de uma obrigação com impactos financeiros para os postos de combustíveis que, para além de terem de implementar um sistema para afixar a informação, serão punidos com coimas pela ausência desta afixação ou por se encontrar afixada informação desatualizada, no valor mínimo de 1.000 euros e valor máximo até 3.000 euros&quot;, frisa o partido.
A IL argumenta também que o executivo concedeu um prazo de 10 dias aos operadores de mercado para montar uma infraestrutura que permita a afixar a informação sobre o desconto de ISP que o próprio Governo &quot;seria incapaz de aplicar para si mesmo&quot;.
O partido questiona também o facto de o executivo ter estabelecido, através de decreto-lei, uma obrigação sem prazo de vigência para divulgar um desconto que o próprio Governo &quot;prontamente indica&quot; que é uma &quot;medida temporária, atualizada semanalmente e sujeita a flutuações positivas ou negativas&quot;.
A aplicação deste decreto, acrescenta, &quot;perante uma estabilização e redução dos preços significará &#039;reduções&#039; negativas ou uma nova alteração da Lei para abolir esta obrigação de afixação quando os dados deixarem de ser favoráveis à narrativa do Governo&quot;.



 Câmara do Porto vota licenciamento de loteamentos do Aleixo na 3.ª-feira 
A Câmara do Porto vai votar, na terça-feira, o licenciamento dos loteamentos do antigo bairro do Aleixo, prevendo-se a edificação de 78,1 mil metros quadrados e um contrato de urbanização entre o município e os proprietários.
 Lusa | 19:43 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 21:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>quer, que, postos, divulguem, peso, dos, impostos, vez, desconto, ISP</media:keywords>
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<title>Livre critica Governo: &amp;quot;Quase parece que querem que haja violência&amp;quot;</title>
<link>https://noticias.moosala.co/livre-critica-governo-quase-parece-que-querem-que-haja-violencia</link>
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<description><![CDATA[ O porta-voz do Livre Jorge Pinto considerou hoje evidente que a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) teria de abrir um processo administrativo aos incidentes ocorridos na madrugada de quinta-feira no Porto e que causou 39 feridos.
 
&quot;Era evidente que a IGAI teria de averiguar aquilo que aqui se passou e, na verdade, o Livre, logo imediatamente a seguir a ter acontecido aquilo que aconteceu aqui na madrugada de quarta-feira, enviou uma série de perguntas ao ministro da Administração Interna, onde, entre outras coisas, exigíamos esclarecimentos em relação à cadeia de comandos, quem é que afinal deu ordens para acontecer aquilo que aconteceu e quem é que tem a responsabilidade por toda a violência gratuita e completamente desproporcional que aqui vimos&quot;, disse no Porto onde se juntou ao protesto do movimento pela habitação.
E prosseguiu: &quot;este processo que a IGAI agora irá abrir faz todo o sentido, é o processo natural das coisas, esperaremos ansiosamente pelas suas conclusões&quot;.
Jorge Pinto criticou também a &quot;desproporcionalidade de uma brutalidade inaudita&quot;, verificada naquela madrugada, &quot;algo que é, eu julgo, inédito na história&quot; da democracia em Portugal, &quot;contra manifestantes pacíficos (…), que continuam a ser pacíficos e, se calhar, é isso que também não agrada ao Governo&quot;.
Para o deputado, o Governo tem &quot;feito declarações quase provocatórias&quot; em relação ao que aconteceu no Porto, &quot;seja o primeiro-ministro quando fala de razões egoístas para aqui estar, seja hoje mesmo o ministro Carlos Abreu Amorim uma vez mais a tentar provocar os manifestantes quase que parecendo que querem que haja violência&quot;.
Para o político, aquilo que &quot;estas pessoas no Porto têm mostrado é que são pacíficas, que estão a exercer o seu direito legítimo e democrático à manifestação de uma maneira pacífica&quot;, afirmando, ainda, &quot;muito convencido que vai continuar a ser assim&quot;, dessa forma mostrando que &quot;o Governo não está a agir corretamente&quot;
Jorge Pinto atribuiu também responsabilidades pelo sucedido ao presidente da Câmara do Porto, quando &quot;vem dizer que é preciso ser implacável, é evidente que aquilo que acontece no dia a seguir a estas declarações não pode ser desligado destas declarações de Pedro Duarte&quot;.
&quot;E no dia a seguir vir chorar sobre o leite derramado, quase fazendo um meã culpa em relação àquilo que aqui aconteceu, bem, se calhar devia tê-lo feito antes. deveria ter pensado como é que podia haver um diálogo mais eficaz com as pessoas que aqui estão e assumir as suas responsabilidades enquanto Presidente da Câmara&quot;, apontou o deputado.
Na noite de quinta-feira, a partir das 19:00, cerca de três mil pessoas concentraram-se para manifestar pelo direito à habitação, na sequência de uma acampada que começou no sábado e teve intervenção de limpeza municipal na segunda-feira, primeiro, e uma carga policial na madrugada de quinta-feira, depois, da qual resultaram quatro dezenas de feridos, com a organização a garantir ter sido sempre pacífica e a PSP a defender que houve &quot;resistência&quot;.
A última concentração deslocou-se, durante alguns minutos, até à Câmara do Porto, em frente à qual o protesto decorreu antes de regressar à Praça D. João I em que tem decorrido desde que começou.
Os organizadores apelaram ao regresso no sábado ao local, com autorização camarária, durante todo o dia, em paralelo com a ação convocada para esse dia pela CGTP.



 Relatório aponta seis riscos elevados de corrupção na Câmara do Porto 
Um relatório intercalar identificou na Câmara do Porto seis situações de risco de corrupção e infrações conexas de nível elevado, duas com medidas implementadas e quatro em curso.
 Lusa | 20:34 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 21:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Um carro alugado e 1.619 euros. O que está em causa no caso Filipe Sousa?</title>
<link>https://noticias.moosala.co/um-carro-alugado-e-1619-euros-o-que-esta-em-causa-no-caso-filipe-sousa</link>
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<description><![CDATA[ Filipe Sousa, deputado único do Juntos Pelo Povo (JPP), está indiciado por recebimento indevido de vantagem, tendo o Ministério Público (MP) pedido já para que a sua imunidade parlamentar seja levantada. O deputado, eleito pelo círculo eleitoral da Madeira, já contestou a suspeita levantada sobre si, tendo também acusado o MP de perseguição política.
 
Filipe Sousa não deixou correr muito tempo para falar sobre o assunto, e o mesmo aconteceu com o presidente do governo regional da Madeira, Miguel Albuquerque, que, apesar de ser seu &quot;adversário político&quot;, não tem dúvidas sobre o deputado madeirense na Assembleia da República: &quot;É um homem honesto&quot;.
Mas, afinal, por que razão Filipe Sousa foi indiciado?
Foi conhecido, esta sexta-feira, que o MP pediu à Assembleia da República o levantamento da imunidade do deputado do JPP, Filipe Sousa, estando o ofício do Tribunal da Comarca da Madeira, ao qual a agência Lusa hoje teve acesso, em apreciação na Comissão Parlamentar de Transparência. Tem como relator o ex-líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, e relaciona-se com uma alegada prática do deputado do JPP enquanto presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz no mandato 2021-2025.
Segundo o MP, em causa está um crime de recebimento ou oferta indevidos de vantagem punível com pena de prisão de um a cinco anos - moldura penal que configura uma situação de levantamento obrigatório da imunidade parlamentar do deputado do JPP por parte da Assembleia da República, por ser superior a três anos.
O MP considera que Filipe Sousa está indiciado por celebrar com a sociedade Cassiano&#039;s Rent Car, Lda, em 10 de fevereiro de 2025, um contrato de aluguer de veículo automóvel pelo período de 28 dias e pelo preço global de 1.618,96 euros, tendo restituído o veículo em 10 de março de 2025.
De acordo com o Ministério Público, o gerente da referida sociedade terá decidido não cobrar o aluguer &quot;unicamente em virtude de este ser o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz e por causa dessas funções&quot;. E Filipe Sousa terá &quot;aceitado não pagar o aluguer, bem sabendo que tal correspondia a uma vantagem patrimonial que não lhe era devida&quot;, o que se poderá enquadrar na prática de &quot;crime com dolo direto&quot;.
O deputado único do JPP foi ouvido na Comissão Parlamentar de Transparência a 8 de setembro e, mais tarde,  Filipe Sousa apresentou uma pronúncia, alegando que à data da celebração do contrato e durante todo o período de aluguer e utilização do veículo, o seu mandato de presidente da autarquia em causa se encontrava suspenso, entre 7 de fevereiro e 23 de março de 2025, por ser candidato às eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.
Com base nos mesmos documentos, Filipe Sousa assegurou que nunca negociou ou aceitou qualquer dispensa de pagamento, tendo, após a restituição do veículo, ficado a aguardar a emissão da fatura, que solicitou à entidade locadora. Essa fatura, no montante de 1.618,96 euros, foi emitida em 2 de julho de 2026 e integralmente paga em 20 de julho de 2026.
&quot;Estou na vida política com a total transparência&quot;
Já esta sexta-feira, Filipe Sousa acusou o MP de fazer-lhe uma perseguição política, classificando o processo como uma &quot;narrativa&quot; sem fundamento. &quot;Até agora não fui notificado pelo Ministério Público, mas ainda bem que a minha imunidade [parlamentar] será levantada, porque irei esclarecer esta narrativa que criaram à volta de uma situação que, para mim, não tem qualquer fundamento&quot;, defendeu Filipe Sousa em conferência de imprensa, na Assembleia da República.
Quanto à altura em que Filipe Sousa era autarca, e sobre a qual recaem as suspeitas, o deputado assegurou que provará com facilidade, através de cópias de documentos que estão na sua posse, que efetivamente pagou o aluguer do carro.
Filipe Sousa disse que o procurador do processo estava a &quot;manchar o processo credível&quot; que todos querem por parte do MP e foi ainda mais longe nas referências que fez ao responsável, começando por dizer que está &quot;ansioso por conhecê-lo&quot;.
&quot;Acho que este senhor procurador devia pôr a mão na consciência. Antes de entrar para os serviços do Ministério Público foi advogado e jurista do Grupo Espírito Santo. E tinha uma missão muito concreta: geria as contas offshore do Grupo Espírito Santo. Portanto, se ele julga que aquilo que fez ou faz na sua vida pessoal, na sua trajetória, é a mesma que o cidadão Filipe Sousa, que agora é deputado, desengane-se&quot;, advertiu.
Segundo o deputado do JPP, em 12 anos que esteve na Câmara de Santa Cruz, todos os anos foi constituído arguido: &quot;Estas situações dão-me força. No início, quando era confrontado com esta perseguição política, utilizando as instituições judiciais para esse facto, confesso que ficava preocupado. Muitas vezes deixava de dormir. Mas aos poucos fui-me habituando&quot;.
Albuquerque sai em defesa de Filipe Sousa
Já o presidente do governo da Madeira classificou como &quot;uma baboseirada&quot; o processo judicial que envolve o deputado Filipe Sousa. &quot;Ele é meu adversário político, agora não tenho nenhuma dúvida de que é um homem honesto&quot;, disse.
&quot;Acho isso tudo uma baboseirada&quot;, afirmou Miguel Albuquerque.
Falando à margem de uma visita ao Bloco Operatório Central do Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, considerou também que &quot;é tudo uma hipocrisia&quot;, vincando, por outro lado, ser preciso ter &quot;algum cuidado&quot; face às denúncias junto do Ministério Público.
&quot;Assim vão acabar com os políticos&quot;, observou, acrescentando: &quot;Esta história de denunciar tudo é tudo uma hipocrisia.&quot;
&quot;Disseram-me que tinha sido por causa de um carro de aluguer. Isso é tudo umas baboseiras&quot;, reforçou, com ironia, para logo salientar: &quot;É preciso a gente se centrar naquilo que é importante, que é o desenvolvimento da região.&quot;
Leia Também: Filipe Sousa acusa Ministério Público da Madeira de perseguição política ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
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<media:keywords>carro, alugado, 1.619, euros., que, está, causa, caso, Filipe, Sousa</media:keywords>
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<title>PSD diz que espaço aéreo para fins militares e formativos é incompatível</title>
<link>https://noticias.moosala.co/psd-diz-que-espaco-aereo-para-fins-militares-e-formativos-e-incompativel</link>
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<description><![CDATA[ O PSD explicou hoje que a exclusão de Beja para acolher uma escola de pilotos prende-se com a incompatibilidade entre a utilização do espaço aéreo para uso militar e formativo, criticando a posição da Cimbal.
 
Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o deputado do PSD eleito por Beja, Gonçalo Valente, afirmou que a Base Aérea n.º11, em Beja, é &quot;a maior base&quot; da Força Aérea Portuguesa, acolhendo &quot;as principais esquadras de aeronaves e helicópteros, além de simuladores&quot; que asseguram a formação de &quot;pilotos KC390 e brevemente também Super Tucano, oriundos de muitos países&quot;.
&quot;A utilização permanente do espaço aéreo em Beja pela Força Aérea não é compatível com a utilização do aeródromo para a formação de pilotos com alta intensidade, por uma empresa como a Lufhtansa Tecnics&quot;, reforçou.
De acordo com o parlamentar, &quot;a instalação desta escola de pilotos em Beja implicaria o encerramento da base da Força Aérea&quot; o que, no seu ponto de vista, seria &quot;inaceitável&quot; e &quot;fortemente lesivo do interesse nacional e local&quot;.
&quot;Ao contrário do que sucede com o Aeródromo Militar de Beja, o Aeródromo Militar de Tancos é uma infraestrutura do Exército que está subaproveitada, necessita de fortes investimentos que serão assegurados pela Lufthansa e tem ampla disponibilidade de espaço aéreo&quot;, referiu.
Gonçalo Valente recordou, ainda, que Beja foi &quot;escolhida para a instalação de uma unidade de produção de aeronaves militares A29 Super Tucano&quot; que criará &quot;postos de trabalho altamente qualificados e melhor remunerados&quot; que se traduzirão num &quot;forte fator de dinamização económica, coesão e fixação de pessoas e outras empresas na região&quot;.
&quot;Se a aposta na formação civil de pilotos, assente em critérios de lógica e racionalidade, recaiu em Tancos, a aposta de industrialização e reforço do cluster aeronáutico, disputada por muitos outros distritos recaiu em Beja, com grande vantagem para ambas as regiões e perspetiva de desenvolvimento integrado do país&quot;, garantiu.
Na mesma nota de imprensa, o deputado do PSD acusou a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) de ser &quot;completamente alarmista e servilista&quot; ao tomar uma posição de &quot;profunda irresponsabilidade e falta de noção&quot; perante o assunto.
&quot;Se [a CIMBAL] tivesse procurado conhecer as razões que levaram Tancos a receber a escola de pilotos e não Beja, entre outras opções, não tinha feito a figura que fez&quot;, criticou.
Segundo Gonçalo Valente, a comunidade intermunicipal &quot;deveria servir os interesses do território e não se comportar como um braço armado do PS&quot; e deixar de colocar os &quot;interesses partidários à frente da região&quot;.
Afirmando, também, que tem sido devido a esta postura de oposição que o Baixo Alentejo nunca foi &quot;respeitado enquanto território pelo poder central&quot;.
Por sua vez, a CIMBAL, que integra 13 dos 14 concelhos do distrito de Beja (Odemira é a exceção), manifestou publicamente, na quinta-feira, &quot;o seu desagrado e a oposição&quot; à escolha de Tancos para receber a nova escola de pilotos.
&quot;A opção do Governo configura mais uma forte desconsideração pelo Baixo Alentejo e, evidentemente, mais um contributo para desvalorizar estrategicamente e de forma clara o Aeroporto de Beja&quot;, argumentou o presidente da CIMBAL, António José Brito (PS).
Também o deputado do Chega eleito por Beja, António Carneiro, criticou hoje a escolha de Tancos e afirmou que vai exigir ao Governo que apresente os &quot;critérios&quot; desta opção em detrimento de Beja.
&quot;A escolha de Tancos para instalar uma escola de pilotos, num investimento anunciado de 500 milhões de euros, é uma decisão que merece uma explicação séria aos habitantes do distrito de Beja&quot;, frisou em comunicado.
O Governo selecionou, na quarta-feira, a Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.
A proposta da empresa alemã prevê um investimento de 500 milhões de euros numa nova escola de pilotos em Tancos, no distrito de Santarém, com o Governo a admitir que a pista deste aeródromo militar poderá vir a ter uso civil.



 Chega questiona escolha de Tancos em vez de Beja para escola de pilotos 
O Chega criticou a escolha de Tancos para acolher uma escola de pilotos, no âmbito do processo de privatização da TAP, e anunciou que vai exigir ao Governo que apresente os &quot;critérios&quot; desta escolha em detrimento de Beja.
 Lusa | 10:22 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>PSD, diz, que, espaço, aéreo, para, fins, militares, formativos, incompatível</media:keywords>
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<title>Será mais fácil entrar nas tendências dos Instagram Reels</title>
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<description><![CDATA[ Se é um utilizador do Instagram e costuma assistir a Reels é altamente provável que já tenha assistido ao aparecimento das mais variadas tendências, as quais muitas vezes envolvem algum tipo de coreografia ou movimentos sincronizados com uma qualquer música.
 
É provável também que já tenha tido vontade de fazer o seu próprio vídeo com uma destas tendências, acabando por desistir pela dificuldade que é de memorizar todos os movimentos para fazer um vídeo com sucesso. Pois bem, o Instagram decidiu lançar uma funcionalidade que o vai ajudar a reproduzir vídeos que tenha visto na rede social.
A funcionalidade foi revelada pela empresa na respetiva página na rede social Threads, onde é indicado que, ao gravarem um vídeo, os utilizadores poderão criar uma versão em miniatura do vídeo que os inspirou. Este vídeo ficará por cima do ecrã de gravação e poderá ser repetido quantas vezes seja necessário até que fique satisfeito.
“Viu algum Reel que o inspirou? A partir de hoje, podes tê-lo julho à sua câmara enquanto gravas um vídeo”, pode ler-se na publicação partilhada na página da Threads dedicada aos criadores de conteúdos.
É preciso mencionar que esta é uma funcionalidade que, de acordo com a Meta, está de momento só disponível para dispositivos iOS. Não se sabe quando é que acontecerá o lançamento para telemóveis Android, mas a empresa acrescenta que chegará “em breve” aos dispositivos com sistema operativo da Google.
Pode encontrar abaixo uma pequena explicação de como usar esta funcionalidade:

Abra um vídeo Reels com menos de 90 segundos;
Prima o botão com três pontos;
Selecionem Usar como referência;
Será aberta uma pequena janela na câmara com o vídeo que pode ser reproduzido tantas vezes quanto quiser;
Ao pressionar e arrastar o vídeo, pode movê-lo para a posição em que lhe seja mais cómodo;
Pode também pressionar o vídeo para o pausar, de forma a ter tempo de praticar;
Quando estiver pronto, basta começar a gravar;
Será então iniciado um contador, para que comece quando a música começar.



 
Ver no Threads





Leia Também: Reclamações sobre Facebook, Instagram, Google e X disparam 195% ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS considera suspensão de trotinetes em Lisboa como falhanço de Moedas</title>
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<description><![CDATA[ Os vereadores do PS na Câmara de Lisboa consideraram hoje que a suspensão das trotinetes partilhadas representa o reconhecimento do falhanço da política de regulação e fiscalização do presidente da autarquia, Carlos Moedas (PSD).
 
A reação dos socialistas surge na sequência do anúncio feito na quinta-feira por Carlos Moedas de que pretende suspender o sistema de trotinetes partilhadas na capital, proposta que deverá ser discutida na reunião da Câmara Municipal da próxima quarta-feira.
Em comunicado, os vereadores do PS criticam a sucessão de decisões do autarca, que em 2023 anunciou um acordo com os operadores para resolver os problemas de estacionamento e circulação destes veículos e que, posteriormente, reforçou as regras e incentivou a sua utilização
&quot;Em janeiro de 2023, Carlos Moedas assinou um acordo com os operadores de mobilidade suave para acabar com o estacionamento abusivo, limitar a velocidade e controlar o número de trotinetes em circulação. Na ocasião, garantiu que se tratava de um acordo sólido e que permite resolver o problema e permite resolver o problema e que estava a elaborar um Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, que ainda não se conhece&quot;, referem.
Os vereadores socialistas salientam ainda que, há cerca de um ano, o município voltou a reforçar as regras de circulação e estacionamento e integrou as trotinetes no passe Navegante, oferecendo 200 minutos gratuitos por mês aos residentes em Lisboa.
&quot;Em menos de quatro anos, passou de anunciar que tinha resolvido o problema a incentivar a utilização das trotinetes e, finalmente, a propor a sua suspensão. Esta sucessão de decisões revela, mais uma vez, a sua atuação errática e, sobretudo, o falhanço de uma política que o próprio presidente da Câmara concebeu, anunciou e apresentou como solução para os problemas da cidade&quot;, criticam.
O PS ressalva que a suspensão não deve afastar a responsabilidade política pela gestão do sistema desde o primeiro mandato de Carlos Moedas.
&quot;A suspensão agora anunciada não pode servir para apagar a responsabilidade de quem, ainda no seu primeiro mandato, garantiu que tinha encontrado solução. É o reconhecimento de que a sua governação falhou&quot;, apontam os autarcas socialistas, defendendo a necessidade de &quot;um reforço e investimento sério e urgente&quot; na rede de bicicletas partilhadas Gira.
Os vereadores socialistas referem ainda que tiveram conhecimento de que a proposta de suspensão das trotinetes será submetida à reunião da Câmara Municipal de Lisboa da próxima quarta-feira através da comunicação social, aguardando conhecer o conteúdo e fundamentação antes de se pronunciar sobre a medida concreta.
Num vídeo publicado na rede social X, na quinta-feira, Carlos Moedas anunciou que o sistema de trotinetes partilhadas ia ser suspenso na capital, referindo vários problemas com a circulação deste veículo.
O autarca afirmou que o município recolhe mais de mil trotinetes por mês devido ao estacionamento irregular e que o número de remoções aumentou 40% entre 2024 e 2026.
Entretanto, o Automóvel Clube de Portugal (ACP) anunciou ter recolhido cerca de 20 mil assinaturas válidas para uma iniciativa popular que propõe a realização de um referendo municipal sobre a continuidade das trotinetes elétricas partilhadas em Lisboa.
A entrega das assinaturas na Assembleia Municipal de Lisboa está prevista para segunda-feira.
A recolha de assinaturas arrancou no início de agosto junto dos sócios do ACP e foi posteriormente alargada às ruas da cidade, com pontos de recolha em diferentes locais de Lisboa.



 Moedas promete apostar nas bicicletas após suspensão de trotinetes 
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), anunciou a suspensão das trotinetes partilhadas, justificando a decisão pelo número de acidentes e abandono dos equipamentos, e prometeu investir nas bicicletas partilhadas do sistema Gira.
 Lusa | 17:38 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:00:11 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>considera, suspensão, trotinetes, Lisboa, como, falhanço, Moedas</media:keywords>
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<title>&amp;quot;Compreendo a indignação das pessoas na rua, mas também faço um apelo&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS admite compreender a &quot;indignação das pessoas na rua&quot; em defesa da habitação, mas pediu aos manifestantes que respeitem as &quot;regras democráticas&quot;.
 
O pedido surge depois de, ontem, José Luís Carneiro ter pedido &quot;explicações urgentes&quot; do ministro da Administração Interna sobre a intervenção policial nas manifestações pela habitação no Porto.
&quot;Compreendo a indignação das pessoas na rua, mas também faço um apelo: que manifestem a sua indignação, mas que procurem respeitar as regras democráticas e que procurem respeitar o direito de manifestação. O direito de manifestação implica também respeitar a ordem e a segurança públicas&quot;, apelou esta sexta-feira,  antes de participar nas II Conferências de Fafe - &quot;Portugal: Que Ambição?&quot;, no Teatro-Cinema de Fafe, moderadas por Luís Marques Mendes.
Na ótica do líder do PS, &quot;é necessário avançar com um novo ciclo para uma nova política de habitação&quot;.
Para isso, José Luís Carneiro elenca algumas prioridades, de modo a criar oferta do lado da habitação. A primeira dessas prioridades é &quot;uma política de solos&quot;. Em segundo lugar, &quot;uma política fiscal e, em terceiro lugar, uma política de construção de habitação acessível em todo o país que mobilize o Estado, as autarquias, as cooperativas, as associações de moradores, para respondermos às 380 mil casas que são necessárias hoje para que as famílias portuguesas, os jovens portugueses, possam emancipar-se o mais cedo possível&quot;.
&quot;Para mim, há um número que é especialmente grave, e é este: nos últimos dois anos, os custos com a habitação cresceram 28% em Portugal. Este número é ainda comparável também para pior com a chamada renda moderada. O Governo lançou a chamada renda moderada com 2.300 euros, que levou a um aumento dos custos com arrendamento em 34%. Um em cada cinco jovens no país hoje está a viver em casas partilhadas&quot;, criticou.
&quot;Há dias, em Lisboa, pude saber que, no conjunto de candidaturas às casas que foram disponibilizadas pela freguesia de Benfica, 40% viviam em casa partilhada com familiares e, em muitos casos, com desconhecidos&quot;, notou ainda José Luís Carneiro.
Já ontem, o líder socialista tinha defendido que, no que se refere às manifestações, é preciso &quot;salvaguardar dois valores fundamentais: por um lado, a liberdade de manifestação e, por outro lado, também a ordem pública&quot;.
&quot;É preciso avaliar e pedir explicações urgentes ao ministro da Administração Interna para saber se a aplicação da lei se fez com a proporcionalidade devida. Mas sobre isso é preciso aguardar pelas explicações e pelas informações adicionais&quot;, sustentou.
Questionado se viu as imagens da carga policial, José Luís Carneiro admitiu que não, por ter estado ocupado com os trabalhos da cimeira do PSE, mas reiterou que irá procurar saber se &quot;a intervenção foi feita com proporcionalidade&quot;.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado, com uma acampada que ali começou nesse dia, denunciou uma carga policial na madrugada de quinta-feira que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Em reação, a PSP alegou que &quot;as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além da 00h30&quot; e que os manifestantes no Porto adotaram &quot;comportamentos de resistência&quot;, que levaram à atuação policial, provocando &quot;alguns feridos&quot;.
A PSP disse ter conhecimento de feridos entre os manifestantes, mas acrescenta que ainda não é &quot;possível indicar o seu número&quot;.



 Montenegro nega ter falado em &quot;egoísmo&quot; dos manifestantes pela habitação 
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, negou ter falado em &quot;egoísmo&quot; dos manifestantes pela habitação e leu, em Bruxelas, as declarações feitas por si esta semana - depois de as transcrever.
 Ana Teresa Banha | 18:17 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:00:11 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Um dos jogos mais esperados do ano teve “um forte começo”</title>
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<description><![CDATA[ O mais recente título desenvolvido pela Remedy Entertainment (“Max Payne”, “Alan Wake”) fez história dentro da empresa, tornando-se o jogo que mais rapidamente chegou à marca do primeiro milhão de unidades vendidas.
 
“Control Resonant” foi originalmente lançado no dia 24 de setembro para a PlayStation 5, Xbox Series e PC, sendo que só esta quinta-feira, dia 15 de outubro, chegou às lojas em formato físico. Assim, “Control Resonant” alcançou o primeiro milhão de unidades vendidas em apenas três semanas.
Para comparação, o anterior jogo da Remedy Entertainment, “Alan Wake II” foi lançado a 27 de outubro de 2023 e só alcançou esta marca no final de dezembro desse mesmo ano. Até à data este título vendeu 3 milhões de cópias, mas com “Control Resonant” parece estar no bom caminho para ultrapassar este patamar.



 Nintendo mantém jogos físicos, ao contrário da PlayStation 
A Nintendo confirmou que não tem planos para abandonar os jogos em formato físico, apesar da decisão da PlayStation de deixar de oferecer jogos físicos a partir de 2028. O vice-presidente da empresa na América Latina, Bill van Zyll, destacou que a decisão é baseada nas preferências dos consumidores.
 Miguel Patinha Dias | 20:10 - 12/10/2026 

A Remedy Entertainment aproveitou a oportunidade para celebrar o feito, partilhando na rede social X uma mensagem de agradecimento aos fãs. “Obrigado pelo apoio”, pode ler-se na mensagem da produtora. “Por jogarem, por partilharem e por fazerem parte da comunidade”.
O próprio diretor de comunicações da Remedy Entertainment, Thomas Puha, fez uma publicação no X onde apontou que este número de vendas é “um forte começo”.
Os críticos e os jogadores também parecem estar satisfeitos com “Control Resonant”. Esta continuação de “Control” (2019) e parte do universo de jogos da Remedy Entertainment conta atualmente com uma média de 83 em 100 nas avaliações da crítica especializada no Metacritic e uma pontuação de 8.8 dos jogadores.



 &quot;GTA VI&quot; pode ser lançado no PC no começo de 2027 
“GTA VI” continua a ter lançamento marcado apenas para a PlayStation 5 e Xbox Series e, apesar de a versão PC ainda não estar oficialmente anunciada, a chegada a esta plataforma é praticamente garantida.
 Miguel Patinha Dias | 21:01 - 13/10/2026 

As mesmas impressões positivas podem ser verificadas na Steam. “Control Resonant” já conta com mais de 12 mil avaliações nesta plataforma para PC, com a impressão geral a ser “muito positiva”.
Com tal sucesso, é altamente provável que “Control Resonant” consiga algumas nomeações para a próxima edição dos The Game Awards - cerimónia que tem data marcada para o dia 10 de dezembro.

There we go. Strong start.
— Thomas Puha (@RiotRMD) October 15, 2026



Leia Também: &quot;Forza Horizon 6&quot; adiado para 2027 na PS5. Mas há bons motivos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>dos, jogos, mais, esperados, ano, teve, “um, forte, começo”</media:keywords>
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<title>Candidato à liderança da IL/Açores quer mudar modelo de desenvolvimento</title>
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<description><![CDATA[ O candidato único à liderança da IL/Açores, o deputado regional Nuno Barata, quer &quot;transformar o modelo&quot; de desenvolvimento do arquipélago, defendendo &quot;contas certas&quot; e uma &quot;nova ambição para a autonomia&quot; açoriana.
 
Nas vésperas da reunião magna da estrutura regional do partido, no sábado, em Ponta Delgada, Nuno Barata referiu que pretende &quot;preparar o partido para as próximas eleições regionais e construir uma alternativa liberal capaz de transformar o modelo de desenvolvimento da região&quot;.
No seu documento de orientação política, citado em nota de imprensa, o candidato apontou a &quot;necessidade urgente de contas certas&quot;.
Os Açores, referiu, encontram-se &quot;perante uma escolha entre a continuidade de um modelo excessivamente dependente da despesa pública, dos subsídios e de uma administração regional pesada, e a construção de uma região com mais liberdade económica, maior responsabilidade financeira e melhores condições para criar riqueza&quot;.
O deputado único da IL no arquipélago defende que a sustentabilidade das finanças públicas &quot;é uma condição essencial para uma autonomia efetiva&quot;, destacando &quot;a redução estrutural da dívida, a proteção do equilíbrio das contas correntes, a avaliação dos investimentos públicos e a transparência das responsabilidades financeiras regionais&quot; como prioridades políticas.
O documento propõe igualmente uma reforma da administração pública regional, &quot;orientada para a simplificação, a redução da burocracia, a valorização do mérito e a avaliação dos resultados&quot;.
Já na área da saúde, a candidatura defende &quot;metas públicas para reduzir as listas de espera e uma gestão integrada da capacidade hospitalar&quot;.
Para o setor da educação, propõe &quot;a redução da burocracia suportada pelos professores, o reforço das competências dos alunos e uma maior ligação entre a formação e as necessidades do mercado de trabalho&quot;.
Na economia, o candidato à liderança da IL/Açores quer &quot;menos dependência de incentivos públicos e mais condições para o investimento privado, a concorrência, a inovação e a criação de emprego&quot;.
Entre as propostas apresentadas encontram-se também &quot;a avaliação dos sistemas de incentivos, a simplificação dos licenciamentos e a criação de uma via verde do investimento estratégico&quot;.
No plano partidário, o documento assume que a IL/Açores deve evoluir &quot;de uma força política que reage às decisões do Governo Regional para uma organização capaz de antecipar problemas, apresentar reformas e demonstrar preparação para governar&quot;.
Para concretizar esse objetivo, Nuno Barata propõe uma presença política permanente nas nove ilhas, bem como a criação da Academia Liberal dos Açores, uma bolsa de especialistas liberal e uma Agenda de Governação Liberal antes das próximas eleições regionais, previstas para 2028.
Leia Também: IL acusa PCP e BE de instigarem escalada de manifestações no Porto ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>CDU pede auditoria à Indaqua na Feira após lucro de 9 milhões em 2025</title>
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<description><![CDATA[ A CDU de Santa Maria da Feira exigiu hoje uma auditoria ao contrato de exploração da rede de água e saneamento entre a autarquia e a empresa Indaqua, que registou lucros de nove milhões de euros em 2025.
 
A coligação entre PCP e Partido Ecologista Os Verdes justifica essa reivindicação com as dúvidas geradas por sucessivos aditamentos ao contrato de concessão entre a empresa e a referida autarquia do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto.
&quot;Para a CDU, este acordo deve ser auditado, para se avaliar a legalidade do contrato inicial, o cumprimento das obrigações da Indaqua e os aditamentos que prorrogaram a concessão para 50 anos, até 2047&quot;, defende.
O alerta da coligação surge na sequência do relatório de contas de 2025 da Indaqua Feira, atendendo a que, &quot;durante mais de duas décadas, a empresa apresentou prejuízos, com o erário público a assumir a sua estabilidade&quot;, mas, agora, registou &quot;um lucro superior a nove milhões de euros, distribuído pelos acionistas&quot; – entre os quais não se inclui a Câmara da Feira.
O problema, diz a CDU, é que, enquanto a Indaqua partilha os lucros proporcionados pelo município, os utentes locais &quot;continuam a pagar uma das tarifas mais altas do país: o indicador de acessibilidade económica é de 0,52% para os feirenses, bem acima da média nacional de 0,32%&quot;.
Notando que as autarquias cuja água está sob gestão pública &quot;praticam tarifas mais acessíveis&quot;, como acontece no Seixal, a coligação reclama o fim da concessão de água, saneamento e resíduos sólidos entre a Câmara da Feira e a Indaqua.
&quot;A CDU exige a reversão deste contrato, devolvendo-se a gestão destes serviços essenciais à esfera pública e autárquica&quot;, afirmam no comunicado.
E, salientando que &quot;a água doce é um bem escasso, precioso e insubstituível&quot;, a CDU diz não entender &quot;a água de outra forma que não seja como bem público – nunca como mercadoria&quot;.
Recorda ainda que a água se tornou &quot;apetecível para os grandes senhores do dinheiro, que tudo querem transformar em comércio e lucro&quot;, a CDU defende assim que &quot;só o setor público pode e deve garantir o acesso de todos à água e assegurar a sua qualidade&quot;.
Questionada pela Lusa, a Indaqua Feira não quis comentar a posição da CDU sobre o tema.
Leia Também: CDU/Porto critica declarações de Pedro Duarte após ação no Viaduto de Grijó ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>CDU, pede, auditoria, Indaqua, Feira, após, lucro, milhões, 2025</media:keywords>
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<title>EuRoC deixa legado na formação de engenheiros e &amp;quot;próprias empresas&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Agência Espacial Portuguesa considerou hoje que os sete anos do European Rocketry Challenge (EuRoC) deixaram um legado na formação de jovens engenheiros, muitos dos quais já trabalham no setor espacial ou criaram empresas.
 
&quot;Fizemos um percurso fantástico. Há muitos jovens que, desde a primeira edição, já estão nas empresas, têm as suas próprias empresas, trabalham no setor. Podemos dizer que temos uma missão cumprida&quot;, afirmou Ricardo Conde à agência Lusa.
O responsável falava em Constância, no distrito de Santarém, à margem da abertura da sétima edição do EuRoC, competição universitária de foguetes que reúne cerca de 690 estudantes de 13 países e contou com a presença do astrofísico norte-americano Neil deGrasse Tyson.
Criada em 2020, a iniciativa tem acompanhado o crescimento do setor espacial nacional, com mais estudantes, universidades e empresas envolvidos na engenharia aeroespacial.
Ricardo Conde destacou a evolução das equipas portuguesas e a crescente ligação entre as universidades e a indústria espacial, considerando que a competição contribuiu para impulsionar a formação em engenharia aeroespacial.
&quot;Não há inovação sem falhas&quot;, sublinhou, defendendo a importância de os estudantes poderem testar, errar e aperfeiçoar soluções em condições próximas das exigências da indústria.
O presidente da agência admitiu a possibilidade de crescimento internacional do EuRoC, embora reconhecendo os desafios financeiros, logísticos e de segurança, e destacou o reforço do apoio da Agência Espacial Europeia (ESA) e a colaboração do Exército.
&quot;Se não fosse o Exército, nós não fazíamos isto em Portugal&quot;, afirmou, defendendo a continuidade da competição em Constância.
A cerimónia ficou marcada pela presença de Neil deGrasse Tyson, uma das figuras mais conhecidas da divulgação científica mundial, recebido com entusiasmo e prolongados aplausos pelas centenas de universitários presentes no Pavilhão Desportivo Municipal.
Perante uma plateia, o astrofísico evocou a história da exploração espacial e desafiou os jovens engenheiros a ultrapassarem os limites do conhecimento, defendendo que o espaço pode aproximar a humanidade.
Recordando as imagens da Terra obtidas durante as missões Apollo, destacou como a observação do planeta a partir do espaço alterou a perceção das fronteiras e dos conflitos, apelando aos jovens para que usem o conhecimento científico na construção de um futuro melhor, sem perderem a curiosidade e a vontade de explorar.
Aos jornalistas, Tyson elogiou a energia dos participantes: &quot;Quando essa energia é direcionada para a engenharia espacial, há esperança para o futuro&quot;.
No final, percorreu os espaços das equipas, observou os foguetes e conversou com os estudantes sobre os projetos, tirando fotografias, distribuindo autógrafos e concedendo entrevistas.
Na abertura participou também o chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão, que salientou a importância de apoiar os jovens e dar espaço às suas ideias.
Alexander Kinnaird, da ESA Academy, destacou a necessidade de formar novas gerações para assegurar o futuro espacial europeu: &quot;A Europa precisa da vossa curiosidade, tenacidade e competências técnicas para continuar competitiva&quot;.
O presidente da Câmara de Constância, Sérgio Oliveira, falou da projeção internacional do concelho e dos benefícios para a hotelaria e restauração da região, uma vez que a capacidade de alojamento local não chega para acolher todos os participantes.
A edição deste ano registou um máximo histórico de 64 candidaturas de 26 países, tendo chegado à competição 21 equipas universitárias.
Segundo Ricardo Conde, sete equipas portuguesas estiveram envolvidas no processo, mas apenas duas, do Instituto Superior Técnico e da Universidade do Minho, chegaram à fase final de lançamento dos foguetes.
Os lançamentos começam no sábado, no Campo Militar de Santa Margarida, com foguetes desenvolvidos pelas equipas para atingir altitudes de três ou nove quilómetros. A competição termina em 21 de outubro, com a entrega de prémios.



 Dois astronautas que orbitaram a lua deixam de realizar voos espaciais 
Os astronautas da NASA Reid Wiseman e Victor Glover, dois dos quatro tripulantes da missão Artemis II que viajaram recentemente para órbita lunar, vão deixar de realizar voos espaciais, adiantou hoje a agência espacial norte-americana.
 Lusa | 07:22 - 10/09/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PCP questiona Bruxelas sobre implicações da entrada da Lufthansa na TAP</title>
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<description><![CDATA[ O eurodeputado do PCP João Oliveira questionou hoje a Comissão Europeia sobre possíveis implicações para a TAP da entrada da Lufthansa no capital da companhia aérea portuguesa, nomeadamente eventuais novas restrições à atividade e dimensão.
 
&quot;Em situações similares, temos assistido ao surgimento de imposições - feitas por quem impõe a concentração, mas depois preocupa-se com a concorrência - que implicaram a redução das companhias adquiridas, em aviões, trabalhadores, slots [faixas horárias para descolagem e aterragem] ou destinos. […] Pode a TAP vir a ser vítima de um processo similar, a partir das instituições europeias, de imposição da redução da sua actividade/dimensão na sequência da sua venda à Lufthansa?&quot;, questiona João Oliveira numa pergunta dirigida ao executivo comunitário.
O eurodeputado comunista argumenta que o processo de reestruturação da TAP, associado às ajudas estatais de 3,2 mil milhões de euros aprovadas pela Comissão Europeia em 2021, implicou &quot;a redução da sua atividade, restrições ao número de aviões e trabalhadores&quot; e a &quot;venda ao desbarato de setores estratégicos da companhia a multinacionais&quot;.
João Oliveira critica, também, o que descreve como um &quot;processo de concentração monopolista à escala europeia&quot;, promovido pela Comissão Europeia, que, na sua perspetiva, procura aprofundar &quot;a entrega de instrumentos estratégicos para a soberania e o desenvolvimento dos Estados-membros ao grande capital europeu&quot;.
O eleito comunista manifesta, também, preocupação com os termos da operação anunciada pelo Governo português, alegando que o acordo previsto com a Lufthansa poderá entregar ao acionista minoritário &quot;o efetivo controlo da empresa&quot;.
O processo de reestruturação da TAP foi aprovado pela Comissão Europeia em 2021, na sequência da crise financeira da transportadora durante a pandemia de covid-19, incluindo medidas de redução de custos, diminuição da frota e ajustamento da rede de rotas, bem como a alienação de ativos considerados não essenciais.
Há dois dias, o Governo português selecionou a Lufthansa para adquirir até 49,9% do capital da TAP, numa operação avaliada em 1.201 milhões de euros, no âmbito da privatização da companhia aérea.
Leia Também: Porto: PCP questiona MAI sobre intervenção policial &quot;desproporcional&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Parlamento recomenda aplicação para denunciar assédio em transportes</title>
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<description><![CDATA[ O parlamento recomendou hoje ao Governo a criação de uma aplicação para denunciar situações de assédio e violência em transportes públicos, permitindo o reporte em tempo real às autoridades competentes.
 
A resolução – sem força de lei – foi apresentada pelo Chega e aprovada hoje com as abstenções de PSD, PS, Livre, PCP e BE.
No texto, que visa a proteção de &quot;mulheres e outros utilizadores vulneráveis&quot; como idosos, menores ou pessoas com deficiência em transportes públicos, o Chega propõe que o Governo &quot;reforce a instalação de sistemas de videovigilância, botões de emergência, iluminação adequada e monitorização permanente nos veículos, estações, apeadeiros, interfaces e paragens de transporte público, especialmente nos períodos noturnos e nos locais identificados como mais vulneráveis à ocorrência de situações de assédio, violência ou criminalidade&quot;.
O partido sugere ainda que o executivo desenvolva &quot;uma aplicação digital e um sistema nacional de denúncia imediata de situações de assédio, violência, perseguição ou intimidação ocorridas nos transportes públicos&quot;, permitindo o reporte &quot;em tempo real às autoridades competentes e aos operadores&quot;.
São ainda sugeridas campanhas nacionais de sensibilização e prevenção do assédio e da violência nos transportes públicos, incentivando a denúncia, a intervenção de testemunhas e a proteção das vítimas.
Durante a manhã, o parlamento aprovou também uma resolução do CDS-PP que recomenda ao Governo a requalificação do parque prisional português. Esta resolução contou apenas com a abstenção do PSD, parceiro de coligação dos centristas que apoiam o executivo.
No texto, o CDS-PP sugere que o Governo &quot;proceda a uma auditoria técnica nacional ao estado de conservação, segurança, salubridade e operacionalidade de todos os estabelecimentos prisionais portugueses&quot;.
É também sugerido que o executivo &quot;elabore e execute um Plano Integrado de Requalificação e Modernização do Parque Prisional Português&quot;, priorize a &quot;intervenção imediata&quot; nos estabelecimentos prisionais que apresentem situações de degradação estrutural, risco sanitário ou falhas graves de segurança, e que garanta &quot;melhores condições de trabalho, segurança e proteção aos profissionais do Corpo da Guarda Prisional e restantes trabalhadores do sistema prisional.
Os deputados aprovaram também uma resolução do PS que visa reforçar os direitos das mulheres em menopausa.
Os socialistas querem que o Governo &quot;proceda ao reforço e alargamento da capacidade de resposta das consultas de acompanhamento de mulheres em perimenopausa e menopausa, no âmbito dos cuidados de saúde primários&quot; e crie um regime especial de comparticipação para &quot;hidratantes vaginais e vulvares, com ou sem hormonas, bem como para outras terapêuticas e farmacológicas e não farmacológicas com evidência científica, destinadas a atenuar ou eliminar sintomas associados à menopausa, desde que prescritos por médico&quot;.
A bancada do PS sugere ainda a criação de um &quot;programa nacional de literacia em menopausa, sob a tutela da Direção-Geral da Saúde, com metas, prazos e indicadores de execução, envolvendo o Ministério da Educação e organizações da sociedade civil&quot; e a realização de um estudo sobre o impacto da menopausa e da andropausa.
Leia Também: Torres Vedras com problemas resultantes do crescimento populacional ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Custo de vida aquece debate: Esquerda ataca Governo por falta de soluções</title>
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<description><![CDATA[ Os partidos da esquerda acusaram hoje o Governo de alheamento da realidade e de insuficiência de medidas para responder ao aumento do custo de vida, com o executivo a insistir que não vai abdicar de &quot;contas certas&quot;.
 
Na abertura da interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre custo de vida, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, elencou vários dados e medidas do Governo para responder à subida dos preços, fazendo a defesa da política económica do executivo e frisando que é preciso &quot;ter contas certas para poder chegar às contas justas&quot;.
&quot;Desenganem-se quer o PCP, quer os deputados que ainda sobrevivem nas saudades do PREC. Para este executivo, o equilíbrio orçamental nunca foi, nem nunca será, um fim em si mesmo. O rigor orçamental é, para nós, essencial porque constitui um elemento indissociável da possibilidade de poder existir a justiça social&quot;, sublinhou.
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, na primeira intervenção de um debate que acabou por se centrar no problema da habitação, criticou uma &quot;política egoísta, violenta e ao serviço da especulação imobiliária e dos especuladores&quot; e de &quot;promoção das injustiças e desigualdades&quot;, pedindo uma &quot;verdadeira política de habitação&quot;.
Pelo PS, João Torres acusou o Governo de ter semeado ventos cujas tempestades quem está a colher agora são os portugueses, convidando &quot;o Governo a enfrentar a realidade&quot;, a &quot;abandonar a arrogância e a deixar de ignorar alertas&quot;.
Sandra Pereira, do PSD, aproveitou esta intervenção para ironizar e dizer que o PS &quot;tem uma fé extraordinária neste Governo&quot; ao exigir soluções para problemas que, &quot;não só não resolveram nos tempos em que governaram o país, como os deixaram agravar&quot;.
&quot;Eu queria perguntar-lhe que autoridade moral tem o PS para falar do custo de vida quando em 2022, com a inflação no 7,8%, um choque brutal no custo de vida, o que é que os senhores fizeram? Decidiram não atualizar as pensões de acordo com a lei, não cumpriram sequer a fórmula de atualização das pensões&quot;, acusou a social-democrata.
João Torres acusou o Governo e as bancadas parlamentares que o suportam de estarem &quot;perfeitamente alheados da realidade&quot;, apontando que a deputada do PSD de &quot;não ser capaz de ter uma palavra de empatia para com quem está a passar por dificuldades&quot; e falar de estatísticas que não respondem às dificuldades do custo de vida diárias.
Jorge Pinto, co-porta-voz do Livre, juntou-se às críticas sobre o alheamento do Governo, acusando o executivo de &quot;governar para a bolha&quot; e sublinhando que &quot;as pessoas não comem números&quot; e &quot;não pagam a renda com estatísticas&quot;.
O PAN, pela deputada Inês de Sousa Real, também criticou os números trazidos a debate pelo executivo, apontando que &quot;há portugueses, neste momento, que trabalham e não conseguem pagar casa&quot;.
Pelo JPP, o deputado único Filipe Sousa considerou que os direitos não podem existir apenas no Diário da República e depois não se fazerem sentir na vida dos portugueses, a quem as respostas para fazer face ao aumento do custo de vida &quot;não estão a chegar&quot;.
António Carneiro, do Chega, considerou que este debate foi &quot;uma sessão de teatro parlamentar&quot;, defendendo que &quot;o Governo tem de responder pelo presente, mas o PS tem de responder pelo passado&quot;.
&quot;O Chega recusa este faz de conta. Enquanto a esquerda se limita a chorar as consequências das políticas que ela própria criou, nós queremos uma rutura total com este rumo&quot;, disse.
O deputado da IL Miguel Rangel defendeu que o problema do custo de vida não se deve só à subida do preço dos combustíveis, mas também aos níveis de produtividade do país e às consequências dos &quot;erros políticos de décadas do PS e PSD&quot;.



 BE/Açores propõe aumento de rendimentos para bolseiros 
O Bloco de Esquerda (BE) nos Açores vai apresentar, em novembro, uma proposta no parlamento visando garantir melhores rendimentos e proteção social aos coadjuvantes de apoio extraordinário.
 Lusa | 11:09 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Filipe Sousa acusa Ministério Público da Madeira de perseguição política</title>
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<description><![CDATA[ O deputado do JPP, Filipe Sousa, acusou hoje o Ministério Público da Madeira de fazer-lhe perseguição política ao indiciá-lo por crime de recebimento de vantagem num processo que classifica como uma &quot;narrativa&quot; sem fundamento.
 
O deputado do Juntos Pelo Povo (JPP) fez estas afirmações na Assembleia da República, numa conferência de imprensa que convocou para reagir ao pedido de levantamento da sua imunidade parlamentar feito através de ofício pelo Tribunal da Comarca da Madeira.
&quot;Até agora não fui notificado pelo Ministério Público, mas ainda bem que a minha imunidade [parlamentar] será levantada, porque irei esclarecer esta narrativa que criaram à volta de uma situação que, para mim, não tem qualquer fundamento&quot;, defendeu Filipe Sousa.
O Ministério Público considera que Filipe Sousa celebrou com a sociedade Cassiano&#039;s Rent Car, Lda, em 10 de fevereiro de 2025, um contrato de aluguer de veículo automóvel pelo período de 28 dias e pelo preço global de 1.618,96 euros, tendo restituído o veículo em 10 de março de 2025.
De acordo com o Ministério Público, o gerente da referida sociedade terá decidido não cobrar o aluguer &quot;unicamente em virtude de este ser o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz e por causa dessas funções&quot;. E Filipe Sousa terá &quot;aceitado não pagar o aluguer, bem sabendo que tal correspondia a uma vantagem patrimonial que não lhe era devida&quot;, o que se poderá enquadrar na prática de &quot;crime com dolo direto&quot;.
Perante os jornalistas, Filipe Sousa contrapôs que nessa altura tinha o mandato suspenso como presidente da Câmara e assegurou que provará com facilidade, através de cópias de documentos que estão na sua posse, que efetivamente pagou o aluguer do carro.
Depois, atacou o procurador deste processo: &quot;Está a manchar o trabalho credível que todos nós queremos dos serviços do Ministério Público&quot;.
&quot;Infelizmente, ele não o faz por razões da leitura que eu faço político-partidária. Mais do que isto não posso falar, porque há muita coisa que vou percebendo em todo este processo e todos os outros que já se desenvolveram&quot;, disse.
Mas Filipe Sousa foi ainda mais longe nas referências que fez ao procurador do seu processo, começando por dizer que está &quot;ansioso por conhecê-lo&quot;.
&quot;Acho que este senhor procurador devia pôr a mão na consciência. Antes de entrar para os serviços do Ministério Público foi advogado e jurista do Grupo Espírito Santo. E tinha uma missão muito concreta: geria as contas offshore do Grupo Espírito Santo. Portanto, se ele julga que aquilo que fez ou faz na sua vida pessoal, na sua trajetória, é a mesma que o cidadão Filipe Sousa, que agora é deputado, desengane-se&quot;, advertiu.
Segundo o deputado do JPP, em 12 anos que esteve na Câmara de Santa Cruz, todos os anos foi constituído arguido. Uma observação que lhe serviu para falar também sobre as relações entre poder político regional e instâncias judiciais na Madeira.
&quot;Estas situações dão-me força. No início, quando era confrontado com esta perseguição política, utilizando as instituições judiciais para esse facto, confesso que ficava preocupado. Muitas vezes deixava de dormir. Mas aos poucos fui-me habituando&quot;, contou.
Neste contexto, classificou as suspeitas de que agora está a ser alvo como &quot;perfeitamente normais&quot; na sua vida política enquanto autarca e, no presente, como deputado.
&quot;Na Madeira, criam-se narrativas para tentar manchar um partido político, que tem demonstrado a falência do poder político na região. Por outro lado, através da minha pessoa, tentam também criar aqui, no Parlamento, através uma narrativa e manchar. Mas não vão conseguir, porque já tenho calos&quot;, respondeu.
Do ponto de vista político, Filipe Sousa entende que a Madeira tem &quot;um regime totalitário de mais de 50 anos com o mesmo partido a governar, que persegue aqueles que, com verdade, querem demonstrar alternativas de Governo&quot;.
&quot;Estou na vida política com a total transparência. Aliás, costumo dizer que quando cheguei à política já tinha casa, carro, mulher e filhos. Tinha dois animais e agora tenho quatro. É a minha riqueza&quot;, acrescentou.
Leia Também: Filipe Sousa indiciado por vantagem indevida. MP quer levantar imunidade ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Lei do TdC é &amp;quot;bar aberto à corrupção&amp;quot;. Ventura pede veto de Seguro</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega, André Ventura, disse hoje, em Bruxelas, que, se a nova lei do Tribunal de Contas (TdC) for aprovada, conta com o Presidente da República para a travar.
 
&quot;Ficou claro que a nova legislação, se for aprovada pelo Partido Socialista e pelo PSD, vai levar a que [o ministro da Administração Interna] Luís Neves seja absolvido, seja amnistiado na prática de todas as infrações financeiras&quot; de que Ventura considera o ministro suspeito.
O líder do Chega referiu ainda - em declarações aos jornalistas, em Bruxelas -, que a nova lei sobre o TdC &quot;não é só um bar aberto à corrupção, por permitir que os novos contratos abaixo dos oito milhões de euros passem sem qualquer controlo do Tribunal de Contas, como vai permitir também que o próprio Luís Neves, que é ministro interessado neste Governo, seja amnistiado ou que beneficie da retroatividade desta lei&quot;.
Depois de deixar um apelo ao PSD e PS para que votem ao lado do Chega na rejeição da lei na próxima quarta-feira, no voto na especialidade, o líder nacionalista acrescentou que se a legislação passar, vai apelar ao veto por António Seguro.
&quot;Eu queria apelar ao presidente da República que, mesmo que a lei venha a ser aprovada na Assembleia da República, não promulga esta legislação&quot;, referiu ainda, classificou a proposta como &quot;uma afronta direta à separação de poderes, é um cartão verde à corrupção e neste caso tem um interessado, um interessado muito específico que é a Luís Neves, é legislar em causa própria, é legislar para benefício próprio&quot;.
Segundo noticia hoje o Público, a nova lei que o parlamento aprovou nesta semana obriga o TdC a ilibar o ministro da Administração Interna das infrações financeiras que lhe imputou na altura em que liderava a dirigia a Polícia Judiciária.
Ventura anunciou ainda tencionar chamar o antigo secretário-geral do MAI, Ricardo Carrilho, a prestar declarações na comissão de inquérito sobre a atuação do ministro Luís Neves.
André Ventura reuniu-se, em Bruxelas, com líderes dos Patriotas pela Europa, o grupo que o seu partido integra no Parlamento Europeu.



 Luís Neves avança com queixa-crime contra ex-secretário-geral do MAI 
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, vai avançar com uma queixa-crime contra o ex-secretário-geral do MAI, Ricardo Carrilho. Em causa estão declarações classificadas de &quot;caluniosas e difamatórias&quot;, além de &quot;grotescas falsidades&quot;.
 Márcia Guímaro Rodrigues com Lusa | 15:07 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Meta aperfeiçoa filtros de IA após polémica com Lula e Flávio no Brasil</title>
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<description><![CDATA[ A Meta informou hoje ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral brasileiro (TSE), Kassio Nunes Marques, que aperfeiçoou os filtros da sua ferramenta de inteligência artificial após problemas envolvendo conteúdos relacionados às campanhas de Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
 
A informação foi transmitida durante uma reunião entre Nunes Marques, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, e representantes no Brasil da empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp.
Em comunicado, o TSE cita que a Meta informou que começou a trabalhar no aperfeiçoamento dos filtros da Meta AI na noite de terça-feira, após as duas campanhas terem sido afetadas «pela geração de conteúdos de inteligência artificial considerados inadequados».
A reunião ocorreu um dia após a campanha do Presidente brasileiro, Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), acionar o TSE contra a Meta, acusando a plataforma de tratamento desigual entre os candidatos e de restringir o alcance de publicações ligadas ao atual líder de esquerda.



 Flávio Bolsonaro lidera sondagem, mas vantagem diminui em relação a Lula 
Candidatos estão em empate técnico, mas Flávio Bolsonaro reúne 47% das intenções de voto. Bolsonaro e e Lula da Silva disputarão a presidência do Brasil numa segunda volta, marcada para 25 de outubro.
 Notícias ao Minuto | 23:59 - 15/10/2026 

Na ação apresentada ao TSE, a campanha de Lula afirmou que publicações da sua candidatura e de apoiantes teriam tido o alcance restringido, enquanto conteúdos associados à candidatura de Flávio Bolsonaro teriam recebido distribuição desproporcional.
No fim de semana, a própria Meta reconheceu erros técnicos ao não impulsionar conteúdo da campanha do Lula e interrupções na contagem de visualizações, mas negou viés no algoritmo.
Ainda na ação, a campanha de Lula cita a polémica com a Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp, após testes realizados por utilizadores identificarem diferenças na geração de imagens a partir dos nomes e números dos dois candidatos.
A campanha de Lula também reportou este problema com a Meta a observadores internacionais, entre eles a Organização dos Estados Americanos (OEA), ao falar de favorecimento a Flávio Bolsonaro e alegar suposta interferência estrangeira nas eleições.



 Campanha de Lula aciona Justiça contra Meta por uso enviesado de IA 
A campanha do Presidente brasileiro, Lula da Silva, candidato à reeleição, acionou hoje a Justiça Eleitoral contra a Meta por acusar a plataforma de viés em favor de Flávio Bolsonaro, e reportou a denúncia a entidades internacionais.
 Lusa | 21:36 - 14/10/2026 

Ainda em nota, o TSE destacou que questão central é garantir uma «paridade de armas» entre as candidaturas presidenciais, para assegurar que os eleitores possam escolher livremente o seu candidato.
Além da inteligência artificial, Nunes Marques e André Mendonça discutiram com a Meta a preservação de dados relacionados com mensagens publicadas em canais do WhatsApp para fins eleitorais, tema que também é alvo de uma ação no tribunal.
A Meta informou que as mensagens dos canais não são criptografadas e comprometeu-se a preservar os metadados de publicações de campanha que sejam objeto de processos na Justiça Eleitoral, fornecendo-os quando houver ordem judicial.
Segundo comunicado do TSE, a empresa comprometeu-se ainda a fazer esforços para impedir eventuais impulsionamentos de propaganda eleitoral realizados com moeda estrangeira e por apoiantes das candidaturas.
Um relatório do NetLab, laboratório de pesquisa sobre estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado hoje revela que mais de 1.600 anúncios pagos do exterior expõem falhas da Meta.



 Meta revela novos modelos de IA: Muse Wonder e Muse Wonder Full 
A Meta lançou dois novos modelos de Inteligência Artificial, o Muse Wonder e o Muse Wonder Full, que alcançam avaliações semelhantes a modelos de outras grandes empresas, como o Fable 5.1 da Anthropic e o GPT-6 Astra da OpenAI.
 Miguel Patinha Dias | 19:46 - 13/10/2026 

O NetLab conclui que a combinação de atuação de terceiros com financiamento estrangeiro «levanta indícios de violação das regras eleitorais e de interferência estrangeira», embora o próprio estudo ressalve que os anúncios identificados representam apenas uma parte do problema.
A Meta recebeu até 2 milhões de reais, o equivalente a 353 mil euros no câmbio atual, pagos em moeda estrangeira, sendo que 99,5% foi em dólares norte-americanos.
Além disso, aponta o NetLab, 98% das fontes pagadoras de anúncios estrangeiros na plataforma estão nos Estados Unidos.
Leia Também: Facebook testa nova funcionalidade de personalização do feed com IA ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:00:05 +0100</pubDate>
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<title>AR aprova por unanimidade alargamento da licença parental</title>
<link>https://noticias.moosala.co/ar-aprova-por-unanimidade-alargamento-da-licenca-parental</link>
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<description><![CDATA[ O parlamento aprovou hoje, em votação final global, o alargamento da licença parental paga a 100% até aos seis meses e da jornada contínua para trabalhadores do setor privado com filhos até aos 12 anos.
 
O texto final, que resultou de uma proposta conjunta do PSD e PS, foi aprovado por unanimidade, encerrando um processo legislativo que começou em 2023 com uma iniciativa legislativa de cidadãos.
Assim, as licenças parentais que tenham início a partir de 01 de janeiro de 2027 passarão a ser pagas a 100% durante os primeiros 150 dias (cinco meses) sem partilha ou durante os primeiros 180 dias (seis meses) se partilhada entre os dois progenitores.
Para beneficiar do alargamento até aos 180 dias, cada um dos progenitores deve gozar, em exclusivo, de um período de pelo menos 30 dias consecutivos, ou dois períodos de 15 dias consecutivos, após o período obrigatório da mãe, que corresponde aos primeiros 42 dias após o parto.
Apesar de concordaram que as alterações aprovadas representam uma melhoria em relação à legislação atualmente em vigor - que limita a licença paga a 100% aos primeiros 120 dias sem partilha ou 150 dias se o pai gozar 30 dias exclusivos -, algumas bancadas consideraram que o texto defrauda as expectativas dos peticionários.
A iniciativa legislativa de cidadãos pedia que a licença fosse paga a 100% durante os primeiros 180 dias (seis meses) ou até 210 a 240 dias mediante partilha.
As novas regras asseguram, ainda assim, o pagamento de 83% da remuneração de referência para um período adicional de 30 dias sem partilha adequada, totalizando 180 dias de licença, de 86% até 210 dias com uma partilha de 30 dias e de 90% caso o pai goze em exclusivo pelo menos 60 dias num total de 210 dias.
Em relação à iniciativa de cidadãos, o texto do PSD acolhe a especificidade da monoparentalidade no acesso a períodos alargados, assegurando o pagamento a 100% durante os primeiros 180 dias, estendendo igualmente essa majoração aos progenitores vítimas de violência doméstica.
No entanto, define para as vítimas de violência doméstica um conjunto de condições cumulativas, incluindo a &quot;saída da vítima (…) ou do agressor da casa de morada de família durante o período de gestação ou do gozo da licença&quot;, além da apresentação de queixa-crime e da existência de uma medida de coação ou pena acessória de proibição de contacto entre progenitores.
À boleia da iniciativa de cidadãos, PSD e PS aproveitaram para incluir no texto uma alteração ao Código do Trabalho que estende ao setor privado a possibilidade de os trabalhadores com filhos até aos 12 anos beneficiarem do regime de jornada contínua, mas mediante concordância do empregador ou se estiver previsto em convenção coletiva de trabalho.
O texto aprovado é idêntico ao proposto pelo Governo no âmbito da reforma laboral &quot;Trabalho XXI&quot;, que acabou por ser chumbada pela oposição, e que previa igualmente a aplicação aos trabalhadores que, substituindo-se aos progenitores, vivam com o neto em comunhão de mesa e habitação.
A proposta conjunta do PSD e PS estabelece que a jornada contínua corresponde à prestação ininterrupta de trabalho, com um período de descanso de até 30 minutos e deverá &quot;ocupar, predominantemente, um dos períodos do dia&quot;, resultando na redução do período normal de trabalho em até uma hora.
No entanto, define um prazo limite de cinco anos, que não existe na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.
Essa limitação foi contestada pelo Livre e pela Iniciativa Liberal durante o período de discussão que antecedeu a votação final global, bem como a votação de dezenas de propostas de alteração do Chega, IL, Livre, PCP e BE, todas rejeitadas.
Entre as propostas rejeitadas, estava a criação de uma norma transitória que abrangesse as licenças em curso a 01 de janeiro de 2027, mas a alteração – que já tinha sido discutida pelo grupo de trabalho dedicado ao tema – voltou a ser travada pelo PSD, com a abstenção do PS.
Por outro lado, a maioria parlamentar confirmou os artigos mais polémicos da proposta do PSD e do PS relativos às vítimas de violência doméstica e à jornada contínua, que também já tinham sido aprovados pelo grupo de trabalho.
Leia Também: Licença parental paga a 100% até aos seis meses: Afinal, o que vai mudar? ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Parlamento levanta imunidade de Filipe Melo em processo de difamação</title>
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<description><![CDATA[ O Parlamento levantou hoje a imunidade ao deputado do Chega Filipe Melo, num processo em que está em causa um alegado crime de difamação no âmbito da campanha autárquica em Vila Verde, distrito de Braga.
 
Este processo contra Filipe Melo corre no Tribunal Judicial da Comarca de Braga e resultou de uma queixa apresentada por Jorge Manuel Rodrigues Oliveira.
O crime de difamação é punido pelo Código Penal com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 240 dias. Ou seja, não sendo superior a três anos, o levantamento da imunidade de Filipe Melo, por parte da Assembleia da República, não tinha caráter obrigatório.
Porém, em 23 setembro, Filipe Melo respondeu à Comissão Parlamentar de Transparência, dizendo que dava o seu acordo ao levantamento da sua imunidade parlamentar no sentido de ser constituído arguido e prestar declarações nessa qualidade.
Na Comissão Parlamentar de Transparência, foi salientado que as afirmações a que se reportam os autos foram proferidas no contexto da esfera de atividade político-partidária do deputado Filipe Melo, no quadro da campanha eleitoral autárquica para o Município de Vila Verde.
Ou seja, são alheias ao mandato parlamentar, razão pela qual se deveria autorizar o levantamento da imunidade do deputado Filipe Melo, eleito pelo círculo de Braga.
Licenciado em Relações Internacionais pela Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, Filipe Melo é presidente da Distrital de Braga do Chega, membro da Comissão Parlamentar de Economia e desempenha funções de secretário da mesa da Assembleia da República.
Enquanto secretário da mesa da Assembleia da República, Filipe Melo foi condenado pela Comissão Parlamentar de Transparência, que o instou a retratar-se publicamente pela &quot;conduta inapropriada&quot; que teve em relação à deputada socialista Isabel Moreira, durante uma sessão plenária do ano passado.
Em 25 de setembro do ano passado, durante uma reunião plenária, Filipe Melo, quando estava em funções na mesa da Assembleia da República, dirigiu-se a Isabel Moreira fazendo gestos considerados desrespeitosos. Mandou beijos e fez sinais para a deputada do PS se calar.
Além das conclusões da Comissão de Transparência, o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, classificou este episódio como inaceitável.
&quot;Entendo que o respeito entre os deputados é um pilar fundamental do funcionamento da nossa democracia parlamentar e os membros da Mesa têm deveres acrescidos, deveres de isenção, de urbanidade, de proteção do direito de todos os deputados a expressarem-se e, de algum modo, de nunca condicionar o debate democrático&quot;, advertiu José Pedro Aguiar-Branco.
Filipe Melo foi ainda admoestado pela Comissão da Transparência num outro caso em que, durante uma sessão plenária, disse à deputada do PS Eva Cruzeiro: &quot;Vai para a tua terra&quot;.
Na sequência destas afirmações, a deputada socialista apresentou uma queixa contra Filipe Melo por racismo e xenofobia, e a Comissão de Transparência concluiu que o deputado do Chega violou o código de conduta.
Leia Também: Invasão da RUC: Associação Académica faz queixa à Provedoria da Justiça ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Projetos de lei sobre novos estatutos da Lusa rejeitados na generalidade</title>
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<description><![CDATA[ Os projetos de lei do PS, IL, PCP e Livre sobre os novos estatutos da Agência Lusa foram hoje rejeitados na votação na generalidade na Assembleia da República.
 
Na votação na generalidade, os quatro projetos contaram com o voto contra dos deputados do PSD, CDS-PP e Chega.
O projeto de lei do PS, intitulado &quot;Aprova o modelo societário e os estatutos da Lusa – Agência de Notícias de Portugal&quot;, contou ainda com a abstenção da IL.
Já o projeto de lei da IL, &quot;Mais independência para a Lusa&quot;, não teve abstenções, mas contou com os votos contra de Livre, PCP e BE.
Tanto o projeto de lei do PCP (Aprova o modelo societário e os estatutos da Lusa - Agência de Notícias de Portugal, como Entidade Pública Empresarial), como o do Livre (Aprova o modelo societário e os estatutos da Lusa), contaram com os votos contra de PSD, Chega, IL e CDS-PP, sendo que a proposta comunista teve a abstenção do PS.
O plenário aprovou um projeto de resolução (uma recomendação ao Governo, sem força de lei) do Chega que recomenda ao executivo que &quot;assegure a independência editorial, a autonomia institucional, a transparência financeira e o escrutínio parlamentar da Lusa&quot;. A iniciativa contou com a abstenção de IL, PS, Livre, PCP e BE.
Em 09 de setembro, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou que a reestruturação da agência &quot;não está conforme com o quadro normativo aplicável&quot; nem com as recomendações e &quot;boas práticas do funcionamento independente de um meio de comunicação social público&quot;, considerando que as desconformidades terão efeitos sobre &quot;os níveis de independência da Lusa face ao poder político&quot;.
Leia Também: AR aprova por unanimidade alargamento da licença parental ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Parlamento aprova apoio à maternidade das atletas até um ano após o parto</title>
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<description><![CDATA[ O parlamento aprovou hoje, na generalidade, os projetos de lei do PS e do Chega para reforçar a proteção da maternidade das atletas de alto rendimento, incluindo apoios financeiros durante o período após o nascimento de um filho, com votos contra do PSD e do CDS-PP.
 
O projeto de lei do PS, aprovado com os votos contra do PSD e do CDS-PP e a abstenção da Iniciativa Liberal (IL), estabelece uma subvenção complementar para atletas de alto rendimento, praticantes desportivas profissionais e praticantes que integrem regularmente as seleções nacionais.
A medida prevê a atribuição, pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), de um apoio mensal equivalente ao Indexante dos Apoios Sociais (IAS), durante 360 dias após o nascimento de um filho.
O diploma determina ainda a manutenção do estatuto desportivo e dos apoios financeiros associados, bem como a contabilização daquele período como tempo útil de carreira, a adaptação dos treinos e o acompanhamento clínico e multidisciplinar. As infrações por clubes e entidades podem ser punidas com coimas entre 500 e 50.000 euros.
O projeto de lei do Chega, aprovado com os votos contra do PSD e do CDS-PP e as abstenções do PCP e do Livre, introduz alterações ao Decreto-Lei n.º 272/2009 e à Lei n.º 54/2017, com o objetivo de reforçar a proteção da maternidade no desporto, prolongando até 120 dias a subvenção do IPDJ para atletas de alto rendimento sem contrato desportivo, mediante requerimento e avaliação médica.
Prevê ainda a prorrogação do contrato das praticantes profissionais por mais uma época quando a gravidez ocorra na última época de vigência do vínculo.
A Assembleia da República aprovou também um projeto de lei da IL, com os votos contra do PSD e do CDS-PP, que reconhece os guias de atletas com deficiência ou incapacidade como agentes desportivos de alto rendimento, atribuindo-lhes os mesmos direitos previstos para treinadores e árbitros, atualizando ainda para 2.910 euros o limite máximo anual da isenção de IRS aplicável às bolsas de formação desportiva não profissionais.
Foram ainda aprovados dois projetos de resolução com recomendações ao Governo. O JPP propõe o reforço da proteção da gravidez e da maternidade no desporto federado, alargando as medidas às praticantes não profissionais sem estatuto de alto rendimento ou integração regular nas seleções nacionais.
A iniciativa prevê a adaptação dos prazos de inscrição, a gestão das ausências e condições para um regresso gradual à atividade, tendo sido aprovada com as abstenções do PSD e do CDS-PP.
Por sua vez, o PAN recomenda medidas para conciliar a maternidade e a amamentação com a prática desportiva, incluindo a disponibilização de tempo e espaços adequados para amamentar ou extrair leite durante treinos e competições.
Propõe ainda apoio às despesas de deslocação e alojamento de crianças lactentes e acompanhantes em serviço de seleção nacional, bem como a adaptação dos Centros de Alto Rendimento sob gestão do IPDJ. O projeto foi aprovado com as abstenções do PSD, do CDS-PP e da IL.
Já o projeto de resolução do Bloco de Esquerda, que defendia a criação de um programa estrutural de financiamento público para apoiar a dedicação exclusiva ao desporto, a requalificação de infraestruturas, a constituição de equipas multidisciplinares a tempo inteiro nas federações e o reforço das medidas de proteção da parentalidade, foi rejeitado com os votos contra do PSD e do CDS-PP e as abstenções do PS e da IL.
Leia Também: Cátia Azevedo arrasa Sporting: &quot;Foi uma falta de respeito&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Galaxy S26 Ultra é uma das invenções de 2026, segundo a Time</title>
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<description><![CDATA[ O Galaxy S26 Ultra, o telemóvel topo de gama lançado pela Samsung no começo do ano, figura entre as melhores invenções lançadas em 2026 de acordo com a revista Time.
 
Além do alto nível do desempenho e das funcionalidades de Inteligência Artificial, há outra funcionalidade do telemóvel que mereceu a atenção da publicação.
É o caso do ecrã Privacy Display, que consegue obscurecer certas áreas pré-definidas (como notificações) para impedir que pessoas nas proximidades consigam ter algum vislumbre.
“Juntos, estes avanços refletem a visão da Samsung para a tecnologia que se desvanece no fundo enquanto a utilidade vem para primeiro plano, fazendo da inovação algo que as pessoas podem usar todos os dias”, pode ler-se no comunicado da empresa.
É preciso sublinhar que o Galaxy S26 Ultra não é o único dispositivo no mundo da tecnologia de consumo a ser destacado nesta lista da Time. 
Além do topo de gama da Samsung também podemos encontrar a câmara Fujifilm Instax Mini Evo Cinema, os auriculares sem fios Nothing Ear (3a) e televisões como a LG OLED Evo AI W6 ou a TCL X11L SQD-Mini LED.
A lista também inclui a chegada de John Ternus ao cargo de CEO da Apple, com a revista Time a notar que, após uma liderança de Tim Cook que durou os últimos 15 anos, a “Empresa da Maçã” está prestes a entrar numa “nova era”.
  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Parlamento aprova voto por procuração para eurodeputadas grávidas</title>
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<description><![CDATA[ A Assembleia da República ratificou hoje uma alteração legislativa proposta pelo Parlamento Europeu (PE) que visa permitir o voto por procuração nas sessões plenárias por eurodeputadas durante a gravidez e após o parto.
 
A proposta de resolução, aprovada por unanimidade e apresentada à Assembleia da República pelo Governo, aprova a Decisão (UE, Euratom) 2026/1296 do Conselho, de 26 de Maio de 2026, que altera o Ato relativo à eleição dos representantes ao Parlamento Europeu por sufrágio universal direto.
Esta alteração visa introduzir a possibilidade de exercício do direito de voto por procuração pelas deputadas ao Parlamento Europeu durante o período de gravidez e após o parto nas sessões plenárias.
O objetivo, de acordo com a proposta, é &quot;assegurar o pleno exercício do respetivo mandato em condições de igualdade, contribuindo, simultaneamente, para uma participação política mais inclusiva&quot;.
A proposta já tinha sido aprovada em 17 de setembro pelo Conselho de Ministros.
O processo encontra-se ainda em discussão no Parlamento Europeu e exige uma ratificação a nível nacional pelos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), uma vez que implica alterações a legislação eleitoral.



 BE/Açores propõe aumento de rendimentos para bolseiros 
O Bloco de Esquerda (BE) nos Açores vai apresentar, em novembro, uma proposta no parlamento visando garantir melhores rendimentos e proteção social aos coadjuvantes de apoio extraordinário.
 Lusa | 11:09 - 16/10/2026 
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 14:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Carneiro pede que se apure uso da força policial no Porto</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS pediu hoje que se assumam &quot;todas as responsabilidades&quot; e se apure se o uso da força policial &quot;foi adequado e proporcional&quot; na manifestação da habitação do Porto, acusando o Governo de &quot;só trabalhar empurrado&quot;.
 
&quot;Este primeiro-ministro e este Governo só trabalham empurrados. Foi precisa a indignação dos cidadãos para que o Governo só agora tenha decidido abrir o inquérito por parte da IGAI aos acontecimentos vividos no Porto&quot;, disse José Luís Carneiro numa posição enviada à agência Lusa.
Para o secretário-geral do PS, &quot;é fundamental apurar com rigor se o uso da força [policial] foi adequado e proporcional e assumir todas as responsabilidades&quot;.
&quot;A defesa da segurança e da ordem públicas tem de ser compatível com o exercício das liberdades cívicas, entre elas o direito de manifestação&quot;, defendeu.
De acordo com o jornal Público, a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) informou esta sexta-feira que &quot;abriu um processo administrativo&quot; à intervenção policial ocorrida na madrugada desta quinta-feira, num protesto pela habitação, no Porto.
Na quinta-feira, José Luís Carneiro já tinha pedido &quot;explicações urgentes&quot; do ministro da Administração Interna sobre a intervenção policial nas manifestações pela habitação no Porto, que considerou comprovarem &quot;o falhanço&quot; do Governo nesta área.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto denunciou uma carga policial, na madrugada de quinta-feira, que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a &quot;comportamentos de resistência&quot;.
O presidente da Câmara do Porto disse hoje que a PSP se viu &quot;forçada&quot; a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.
Leia Também: IGAI abre processo à intervenção policial na manifestação do Porto ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Carneiro, pede, que, apure, uso, força, policial, Porto</media:keywords>
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<title>Os 11 filmes da Netflix que mereciam ser vistos no cinema</title>
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<description><![CDATA[ São vários os filmes que são lançados pela Netflix no seu serviço de streaming e, mesmo que muitos sejam títulos já bem conhecidos do público, outros são produções originais que a empresa usa para manter os subscritores.
 
Afinal, a programação original sempre foi um dos maiores argumentos da Netflix enquanto serviço de streaming e, por muito interessante que seja a proposta de ver novos filmes a partir do conforto de casa, a verdade é que alguns deles poderiam ter beneficiado de lançamento exclusivo nas salas de cinema.
Ainda que a Netflix tenha o hábito de lançar alguns dos seus filmes em salas de cinema, estes lançamentos têm muitas vezes uma disponibilidade (muito) limitada. Além de não chegarem aos cinemas de todos os países, o período de tempo em que estão em exibição é também por vezes demasiado curto.
Enquanto aficionados pelo mundo do cinema, decidimos fazer uma lista de 11 filmes da Netflix que gostaríamos que tivessem tido direito a uma estreia (abrangente) nas salas de cinema.
Pode ficar a conhecer esta nossa lista na galeria acima.
Os 11 filmes da Netflix que mereciam ter sido lançados no cinema:

“KPop Demon Hunters”
“Bird Box”
“Leave the World Behind”
“Da 5 Bloods”
“All Quiet on the Western Front”
“Glass Onion: A Knives Out Mystery”
“Rebel Ridge”
“The Irishman”
“Marriage Story”
“The Two Popes”
“Guillermo del Toro&#039;s Pinocchio”

Leia Também: O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>A análise de um fã de &amp;quot;Street Fighter&amp;quot; ao novo filme</title>
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<description><![CDATA[ Ainda que “Street Fighter” não tenha sido o primeiro jogo a passar-me pelas mãos, este é um daqueles títulos que parece que sempre marcou presença na minha vida enquanto jogador. A primeira memória que tive da franchise da Capcom foi (como acontece com milhões de pessoas em todo o mundo) com “Street Fighter II” na Super Nintendo e, desde então, tornou-se uma referência absoluta.
 
Mesmo que entre o final dos anos 90 e começo dos anos 2000 me tenha afastado dos jogos de luta em 2D devido aos mais vistosos (e muitos competentes) propostas com grafismo 3D como - como “Tekken” e “Soul Calibur” - foi com “Street Fighter IV” (em 2008) que me voltei a apaixonar pela série e voltei a ter o Ken como lutador favorito.
Desde então joguei todos os novos capítulos de “Street Fighter” que foram lançados e, ainda que não tenha mais tempo para investir na aprendizagem de combos ou participar em competições organizadas pela comunidade de jogos de luta, esta é uma saga que continua a ser muito próxima do meu coração.
  Ken e Ryu © Paramount Pictures  
Além dos jogos, também guardo um carinho especial pelo filme de 1994 e que tinha Jean-Claude Van Damme no papel de Guile como protagonista e Raul Julia numa interpretação memorável enquanto M. Bison. Este é um daqueles filmes que, apesar de ter sido duramente criticado durante os anos que se seguiram à estreia, acabou por se tornar uma adaptação acarinhada pelos fãs.
Foi portanto com curiosidade que marquei presença na antestreia a mais recente adaptação desta saga de jogos de luta, que volta a ser chamada simplesmente de “Street Fighter” e que conta com todo um novo elenco. O visionamento aconteceu na sala IMAX do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, e marcaram presença dezenas de fãs de “Street Fighter” naquilo que se pode dizer que foi uma autêntica celebração da série.
No que diz respeito ao filme propriamente dito, não é livre de críticas. Muito pelo contrário, aliás. O argumento explora muito poucas das várias personagens que marcam presença. Cheguei até a pensar se não teria sido mais inteligente focar a história na relação daqueles que são os verdadeiros protagonistas do enredo, nomeadamente Ryu e Ken.
A história tem lugar numa altura em que Ryu e Ken - outrora amigos e pupilos do mesmo mestre - estão afastados por vários anos depois de Ryu vencer a primeira edição do First World Fighting Tournament. Depois deste afastamento, os dois (e muitos outros lutadores) são recrutados por Chun-Li (ao serviço de M. Bison) para competirem na segunda edição, criada pelo vilão para atrair Ryu e extrair-lhe os poderes que exibiu no combate final do primeiro torneio.
  Chun-Li © Paramount Pictures  
Os motivos do afastamento entre os dois, assim como as razões que levam Chun-Li a aliar-se a M. Bison, são explorados pelo filme, mas senti que o desenvolvimento é demasiado espaçado e superficial para estas personagens icónicas serem devidamente aprofundadas. Assim, não espere que esta nova adaptação de “Street Fighter” tenha servido para aproveitar uma nova oportunidade para explorar estas personagens.
Também senti que, sendo um filme baseado num jogo de luta, as sequências de combate podiam (e deviam) ter sido mais trabalhadas. Muitas delas são demasiado curtas para ficar na memória, ainda que enquanto fã tenha apreciado ver movimentos saídos diretamente dos jogos numa atenção ao detalhe que vai muito além dos clássicos Hadouken e Shoryuken.
Colocando de parte estes defeitos (e outros que ainda mencionarei), “Street Fighter” é um filme inegavelmente divertido e, sobretudo, não pretende ser mais do que aquilo a que se propôs. Ao invés do filme de 1994, que só foi apreciado pelos fãs vários anos depois, a versão de 2026 é certamente reconhecida por ser uma boa proposta ao não se levar demasiado a sério.
Andrew Koji (Ryu) e Noah Centineo (Ken) têm uma boa química e sempre que estão juntos é certo que sairão cenas divertidas. A homenagem aos anos 90 também deve ser assinalada e as sequências acompanhadas por temas icónicos desta década - como “Black Hole Sun” dos Soundgarden e “Come Out and Play” dos The Offspring - são muito bem-sucedidas.
  Guile © Paramount Pictures  
Foram várias as ocasiões em que o filme arrancou gargalhadas genuínas do público que, novamente, era composto por fãs. Os produtores sabem disto e, antecipando esta resposta, incluíram músicas conhecidas da saga e alguns dos criadores de conteúdos mais próximos dos videojogos e da comunidade dos jogos de luta - como é o caso de Maximillian “Dood” Christiansen e de Justin Wong. A participação deste último conta até com uma referência direta a um dos momentos mais icónicos da cena competitiva de “Street Fighter”, o que servirá para arrancar alguns sorrisos.
Ainda que inicialmente tenham causado dúvidas, a escolha de personalidades públicas conhecidas para interpretarem algumas personagens - como o rapper 50 Cent enquanto Balrog ou o wrestler Cody Rhodes como Guile - mostraram-se acertadas. No entanto, o mesmo não acontece com o wrestler Roman Reigns enquanto Akuma.
Ainda que só apareça no final do filme, o vilão Akuma tem uma presença constante ao longo do filme e é um motivo de conflito interno em Ryu. Infelizmente, a caraterização - que podia ter sido feita por algum “cosplayer” - não faz justiça à imponência e impacto que o vilão devia ter no filme e a sequência final torna-se anticlimática, parecendo até ter sido feita apressadamente. Este não seria um problema tão grande se Akuma fosse uma mera personagem secundária, mas o filme faz questão de elevar a importância do vilão e, desta forma, a sua entrada em cena deixa a desejar.
Em jeito de conclusão, esta nova adaptação de “Street Fighter” é uma proposta que os apreciadores do filme (clássico) de 1994 vão certamente gostar de ir ver ao cinema e que é diversão garantida. Enquanto fã de “Street Fighter”, foi bom reparar em todas as referências e ver atores que claramente se divertiram a fazer um filme que, tudo somado, acaba por conseguir exatamente ao que se propôs - mesmo que não seja bem-sucedido com todos os elementos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE/Açores propõe aumento de rendimentos para bolseiros</title>
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<description><![CDATA[ O Bloco de Esquerda (BE) nos Açores vai apresentar, em novembro, uma proposta no parlamento visando garantir melhores rendimentos e proteção social aos coadjuvantes de apoio extraordinário que acompanham diariamente alunos com necessidades educativas especiais nas escolas.
 
A informação foi avançada pelo partido após um encontro do deputado único do BE/Açores, na Assembleia Legislativa Regional, António Lima, com representantes destes profissionais.
Os coadjuvantes de apoio extraordinário (bolseiros ocupacionais) integram um programa do executivo para apoio à educação inclusiva diária na escola dos alunos com necessidades educativas específicas.
Segundo nota de imprensa do partido, a proposta do Bloco será incluída no debate, em novembro, do Plano e Orçamento da Região para 2027 e pretende assegurar o pagamento de remuneração correspondente a 14 meses, passando a incluir o subsídio de férias e de Natal e a inscrição na Segurança Social, com os respetivos descontos para assegurar proteção social.
O BE/Açores denuncia que atualmente as coadjuvantes de apoio extraordinário continuam &quot;a não ter os direitos mais básicos que qualquer trabalhador tem, no setor público ou no privado, como um contrato de trabalho, com direito a férias pagas, descontos para a Segurança Social, ou subsídio de férias e de Natal&quot;.
No Orçamento de 2026, o Bloco já tinha apresentado uma proposta para &quot;resolver os problemas destes profissionais&quot;, mas a iniciativa &quot;foi rejeitada pelos partidos da coligação (PSD, CDS-PP e PPM), com a abstenção do Chega e da IL&quot;, recorda o partido.
O Bloco espera agora que a discussão do Plano e Orçamento da Região para 2027 permita &quot;garantir a valorização profissional&quot; dos coadjuvantes de apoio extraordinário, que desempenham &quot;um papel fundamental&quot; para assegurar um sistema de ensino &quot;verdadeiramente inclusivo&quot;.
&quot;Sem estes profissionais, muitos alunos com necessidades educativas especiais não teriam condições para frequentar a escola&quot;, sublinha o BE/Açores.
Em 12 de outubro, um grupo de bolseiros ocupacionais solicitou audiências aos partidos políticos com representação parlamentar para &quot;dar a conhecer a sua realidade laboral&quot; nas escolas dos Açores e apresentar propostas para &quot;corrigir situações de precariedade&quot;, foi hoje anunciado.
Os representantes dos trabalhadores sublinham que a necessidade deste apoio nas escolas &quot;é permanente e previsível&quot;, pelo que pedem &quot;soluções estáveis que garantam condições de trabalho justas e dignas para quem desempenha estas funções&quot;.
Entre as principais reivindicações apresentadas estão o pagamento de remuneração correspondente aos 14 meses anuais e a inscrição e os descontos para a Segurança Social durante &quot;todo o período necessário para assegurar uma proteção social efetiva&quot;.
O &quot;reconhecimento e a valorização profissional&quot; dos coadjuvantes de educação no sistema educativo regional é outra das reivindicações apresentadas.
Os representantes manifestaram ainda disponibilidade para reunir com os partidos nos próximos dias, procurando sensibilizar as forças políticas para a necessidade de &quot;promover alterações que garantam maior justiça laboral e proteção social&quot; aos profissionais.
Leia Também: BE/Porto questiona Câmara sobre intervenção policial na manifestação ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Filipe Sousa indiciado por vantagem indevida. MP quer levantar imunidade</title>
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<description><![CDATA[ O Ministério Publico pediu à Assembleia da República o levantamento da imunidade do deputado do JPP, Filipe Sousa, indiciado por um crime de recebimento ou oferta indevidos de vantagem, suspeita contestada pelo parlamentar madeirense.
 
Este ofício do Tribunal da Comarca da Madeira, ao qual a agência Lusa hoje teve acesso, está em apreciação na Comissão Parlamentar de Transparência. Tem como relator o ex-líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, e relaciona-se com uma alegada prática do deputado do Juntos Pelo Povo (JPP) enquanto presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz no mandato 2021-2025.
Está em causa, segundo o Ministério Público, um crime de recebimento ou oferta indevidos de vantagem punível com pena de prisão de um a cinco anos – moldura penal que configura uma situação de levantamento obrigatório da imunidade parlamentar do deputado do JPP por parte da Assembleia da República, por ser superior a três anos.
O Ministério Público considera que Filipe Sousa está indiciado por celebrar com a sociedade Cassiano&#039;s Rent Car, Lda, em 10 de fevereiro de 2025, um contrato de aluguer de veículo automóvel pelo período de 28 dias e pelo preço global de 1.618,96 euros, tendo restituído o veículo em 10 de março de 2025.
De acordo com o Ministério Público, o gerente da referida sociedade terá decidido não cobrar o aluguer &quot;unicamente em virtude de este ser o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz e por causa dessas funções&quot;. E Filipe Sousa terá &quot;aceitado não pagar o aluguer, bem sabendo que tal correspondia a uma vantagem patrimonial que não lhe era devida&quot;, o que se poderá enquadrar na prática de &quot;crime com dolo direto&quot;.
Ouvido pela Comissão Parlamentar de Transparência, no passado dia 08 de setembro, Filipe Sousa requereu que fosse solicitada ao tribunal informação complementar sobre os referidos elementos, bem como quaisquer outros elementos documentais ou informativos relevantes para a compreensão dos pressupostos de facto e de direito do pedido. Mas o Ministério Público contrapôs que o pedido inicial já continha todos os elementos necessários.
Após esta resposta do Ministério Público, em 22 de setembro passado, o deputado do JPP apresentou a sua pronúncia, acompanhada de quatro documentos. Alegou que à data da celebração do contrato e durante todo o período de aluguer e utilização do veículo, o seu mandato de presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz se encontrava suspenso, entre 7 de fevereiro e 23 de março de 2025, por ser candidato às eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.
Com base nos mesmos documentos, Filipe Sousa assegurou que nunca negociou ou aceitou qualquer dispensa de pagamento, tendo, após a restituição do veículo, ficado a aguardar a emissão da fatura, que solicitou à entidade locadora. Essa fatura, no montante de 1.618,96 euros, foi emitida em 2 de julho de 2026 e integralmente paga em 20 de julho de 2026.
Filipe Sousa pediu então à Assembleia da República que a pronúncia e esses documentos fossem remetidos ao tribunal, para que este esclarecesse se os conhecia e se, perante eles, mantinha o pedido e o juízo de fortes indícios. Mais: pediu que, até à receção desse esclarecimento, não fosse emitido parecer nem submetido o pedido de levantamento da sua imunidade ao plenário do Parlamento.
Porém, de acordo com o parecer do ex-presidente da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, entende-se que &quot;não compete à Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados pronunciar-se sobre a factualidade concreta do Inquérito ou quanto ao mérito da causa, mas tão-só avaliar se se encontram reunidos os pressupostos formais e materiais para o levantamento, ou não, da imunidade parlamentar&quot;.
&quot;As questões suscitadas pelo senhor deputado [Filipe Sousa] na sua pronúncia respeitam ao mérito da imputação e à valoração da prova, cuja apreciação compete às autoridades judiciárias e não a esta comissão, podendo ser apresentadas no próprio interrogatório e no exercício dos direitos processuais de arguido, pelo que não justificam a suspensão do presente parecer nem afastam a natureza vinculada da decisão&quot;, concluiu-se no parecer de Rui Rocha.
Por essa razão, conforme o mesmo parecer, a Assembleia da República deve autorizar Filipe Sousa a ser interrogado na qualidade processual de arguido (…), tal como foi solicitado pela juíza de direito do Juízo de Instrução Criminal do Funchal.
Leia Também: OE? Madeira não deve ter de &quot;estender a mão&quot; anualmente a Lisboa ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>11 filmes da Netflix que mereciam ser vistos no cinema</title>
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<description><![CDATA[ São vários os filmes que são lançados pela Netflix no seu serviço de streaming e, mesmo que muitos sejam títulos já bem conhecidos do público, outros são produções originais que a empresa usa para manter os subscritores.
 
Afinal, a programação original sempre foi um dos maiores argumentos da Netflix enquanto serviço de streaming e, por muito interessante que seja a proposta de ver novos filmes a partir do conforto de casa, a verdade é que alguns deles poderiam ter beneficiado de lançamento exclusivo nas salas de cinema.
Ainda que a Netflix tenha o hábito de lançar alguns dos seus filmes em salas de cinema, estes lançamentos têm muitas vezes uma disponibilidade (muito) limitada. Além de não chegarem aos cinemas de todos os países, o período de tempo em que estão em exibição é também por vezes demasiado curto.
Enquanto aficionados pelo mundo do cinema, decidimos fazer uma lista de 11 filmes da Netflix que gostaríamos que tivessem tido direito a uma estreia (abrangente) nas salas de cinema.
Pode ficar a conhecer esta nossa lista na galeria acima.
Os 11 filmes da Netflix que mereciam ter sido lançados no cinema:

“KPop Demon Hunters”
“Bird Box”
“Leave the World Behind”
“Da 5 Bloods”
“All Quiet on the Western Front”
“Glass Onion: A Knives Out Mystery”
“Rebel Ridge”
“The Irishman”
“Marriage Story”
“The Two Popes”
“Guillermo del Toro&#039;s Pinocchio”

Leia Também: O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Chega questiona escolha de Tancos em vez de Beja para escola de pilotos</title>
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<description><![CDATA[ O Chega criticou a escolha de Tancos para acolher uma escola de pilotos, no âmbito do processo de privatização da TAP, e anunciou que vai exigir ao Governo que apresente os &quot;critérios&quot; desta escolha em detrimento de Beja.
 
O Governo selecionou, na quarta-feira, a Lufthansa para a privatização parcial da companhia aérea TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.
A proposta da empresa alemã prevê um investimento de 500 milhões de euros numa nova escola de pilotos em Tancos, no distrito de Santarém, com o Governo a admitir que a pista deste aeródromo militar poderá vir a ter uso civil.
Num comunicado enviado hoje à agência Lusa, o deputado do Chega eleito por Beja, António Carneiro, afirmou que &quot;há decisões políticas difíceis de compreender&quot;, por constituírem &quot;verdadeiras afrontas a regiões que há demasiado tempo esperam por oportunidades de desenvolvimento&quot;.
&quot;A escolha de Tancos para instalar uma escola de pilotos, num investimento anunciado de 500 milhões de euros, é uma decisão que merece uma explicação séria aos habitantes do distrito de Beja&quot;, frisou.
Beja, lembrou, &quot;já dispõe de um aeroporto operacional, com uma pista de 3.450 metros, preparado para receber operações civis e militares&quot;, e &quot;tem condições meteorológicas favoráveis, extensas áreas disponíveis e condições de espaço aéreo que constituem vantagens importantes para a formação aeronáutica&quot;.
A par disso, indicou, a região conta com &quot;décadas de experiência na formação e treino de pilotos militares, inclusivamente alemães, na Base Aérea n.º 11&quot;.
Estão ainda estabelecidas em Beja várias empresas do setor aeronáutico, nomeadamente a MESA, &quot;com investimentos na manutenção de aeronaves, incluindo um projeto anunciado de 60 milhões de euros&quot;, acrescentou.
O parlamentar afirmou que o Baixo Alentejo &quot;não pode continuar a ser lembrado apenas nos discursos sobre desertificação, envelhecimento e falta de oportunidades&quot; e, por isso, vai exigir que o Governo &quot;apresente os critérios desta escolha e uma comparação rigorosa entre Tancos e Beja&quot;.
António Carneiro quer ainda saber que avaliação técnica demonstrou que Tancos é uma solução melhor do que Beja e quanto custaria instalar esta escola em cada uma das infraestruturas.
&quot;O Aeroporto de Beja não pode continuar a ser uma infraestrutura com enorme potencial, mas sem uma estratégia nacional suficientemente ambiciosa para a aproveitar&quot;, concluiu.
Também a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que integra 13 dos 14 concelhos do distrito de Beja (Odemira é a exceção), manifestou publicamente, na quinta-feira, &quot;o seu desagrado e a oposição&quot; à escolha de Tancos para receber a nova escola de pilotos.
&quot;A opção do Governo configura mais uma forte desconsideração pelo Baixo Alentejo e, evidentemente, mais um contributo para desvalorizar estrategicamente e de forma clara o Aeroporto de Beja&quot;, argumentou o presidente da CIMBAL, António José Brito (PS).
A decisão de privatização parcial da TAP foi tomada em Conselho de Ministros, após a análise das propostas vinculativas finais melhoradas apresentadas pela Air France-KLM e pela Lufthansa.
Na escolha pesou, sobretudo, a proposta financeira da Lufthansa, superior em 163 milhões de euros, ou 16%, à da Air France-KLM, tendo sido também avaliados os investimentos associados, nomeadamente na frota, e o modelo de governação proposto.
Segundo a apresentação do Governo, a proposta da Lufthansa prevê um encaixe potencial de 1.201 milhões de euros pela alienação de até 49,9% da TAP, incluindo a parcela de 5% reservada aos trabalhadores e os ajustamentos financeiros previstos. Caso esta parcela não seja subscrita, o vencedor da privatização terá direito preferencial.
Leia Também: Sindicato espera que trabalhadores não sejam chamados a resgatar a TAP ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Os 10 telemóveis que lhe vão poupar tempo a carregar a bateria</title>
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<description><![CDATA[  
 
A capacidade de carregamento rápido dos telemóveis modernos é uma das funcionalidades mais úteis dos últimos tempos, permitindo aos utilizadores destes dispositivos lidarem (na prática) com dois problemas comuns das baterias modernas.
Por um lado, o carregamento rápido torna-se necessário para abastecer a energia de baterias cada vez maiores. Por outro, por via de carregamentos inteligentes, também permite recarregar a bateria mais rapidamente num momento inicial - o que facilita aproveitar pequenas oportunidades de carregar o telemóvel e melhorar as hipóteses deste continuar a funcionar até ao final do dia.



 Auriculares sem fios não ligam ao telemóvel? Aqui tem 10 soluções fáceis 
Por muito úteis que sejam os auriculares sem fios, a verdade é que há frequentemente alguns problemas de conexão que obrigam os utilizadores a tentarem perceber o que se passa e a procurarem soluções.
 Miguel Patinha Dias | 09:37 - 15/10/2026 

É importante então olhar para quais os telemóveis que mais rapidamente carregam as respetivas baterias, com os sites GSMArena e PhoneArena a indicarem quais os modelos que mais garantias oferecem de que conseguirá abastecer o telemóvel a 100% no mais curto espaço de tempo.
Se está à procura de um telemóvel com a melhor capacidade de carregamento rápido do mercado, sugerimos que considere adquirir um dos modelos que pode encontrar na galeria acima.
Leia Também: Os melhores telemóveis (de sempre) lançados pela Samsung ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Nostalgia que sai cara. Sony revela novos Walkman</title>
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<description><![CDATA[ O Walkman é possivelmente um dos gadgets mais icónicos dos anos 80 e anos 90 e permitiu a milhões de pessoas de todo o mundo levarem as suas músicas e artistas favoritos para todo o lado.
 
Se tem saudades de ter um Walkman, vai certamente gostar de saber que a Sony apresentou oficialmente três novos modelos. Por outro lado, terá de estar disposto a investir um montante que ultrapassa até ao preço dos mais recentes iPhones.
Acontece que o modelo mais “acessível” do trio, o NW-ZX900, custa 1.899 dólares - o equivalente a 1.687 euros. Já o modelo mais caro, o NW-WM1ZM3, vai exigir que gaste 5.899 dólares - o equivalente a 5.241 euros.



 Os auscultadores mais populares da Sony têm uma nova versão 
Depois de seis longos anos desde o lançamento dos WH-1000XM4, a Sony decidiu lançar uma nova versão que, além do cancelamento de ruído, conta com afinações de áudio para corresponder às “tendências mais recentes” no mundo da música.
 Miguel Patinha Dias | 10:47 - 08/09/2026 

O preço do modelo topo de gama deve-se ao que a Sony diz ser uma face traseira de cobre com uma pureza de 99,99% banhada a ouro, com os próprios parafusos a terem direito este mesmo tratamento em outro.
Diz a Sony que estes parafusos oferecem uma ligação estável que proporciona ‘bass’ potente, um palco sonoro amplo e frequências altas suaves e estendidas”. Claro está, com preços tão avultados, os aficionados por leitores portáteis de música podem esperar a melhor tecnologia de áudio possível, proporcionando uma experiência de som que será difícil de competir.



 O primeiro grande evento de tecnologia de 2027 terá uma (grande) ausência 
A edição 2027 do O Consumer Electronics Show (CES) realizar-se-á entre os dias 6 e 9 de janeiro, mas a Sony já adiantou que não marcará presença. A decisão reflete uma mudança nas prioridades da empresa tecnológica japonesa.
 Miguel Patinha Dias | 18:18 - 29/09/2026 

É referido que estes modelos contam com software criado para dar aos ficheiros digitais um som mais “quente” e que se pareça mais com o analógico que os audiófilos tanto apreciam.
No que diz respeito à bateria, o NW-ZX900 conta com uma autonomia até 40 horas, enquanto o modelo mais caro NW-WM1ZM3 se fica pelas 35 horas. Não é referido se estes novos modelos do Walkman da Sony chegarão à Europa.
Pode ver acima algumas das imagens destes novos Walkman da Sony.
Leia Também: &quot;GTA VI&quot; recebe mais um trailer com música de Justice e Tame Impala ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS/Gaia quer compensações pela construção da estação de alta velocidade</title>
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<description><![CDATA[ O PS/Gaia exigiu hoje medidas de compensação pela construção da estação de alta velocidade em Santo Ovídio, como o financiamento dos acessos ao tabuleiro rodoviário da nova ponte sobre o Douro e um &quot;contrato de minimização de impactos&quot;.
 
Num comunicado enviado à Lusa, a estrutura liderada pelo vereador João Paulo Correia refere que &quot;pediu uma reunião urgente com o presidente da Câmara [Luís Filipe Menezes] para lhe apresentar as exigências que o Município deve apresentar ao Governo&quot;.
A primeira vinca que &quot;Gaia tem de ter uma estação de alta velocidade, sob pena de tornar a ser um subúrbio do Porto&quot;, pedindo também o &quot;financiamento do Governo dos acessos ao tabuleiro rodoviário&quot; da nova ponte rodoferroviária sobre o rio Douro, a construir no âmbito da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, cujo arranque foi assinalado na segunda-feira em Aveiro.
Os socialistas pretendem também que seja assinado entre o município, o Governo, a Infraestruturas de Portugal (IP) e a concessionária responsável pela construção da linha (AVAN) um &quot;contrato de minimização de impactos&quot; relativos à movimentação de camiões na obra, &quot;limpeza e reposição de pavimento, limites de ruído e poeiras, monitorização independente e compensação a habitação e a atividades económicas&quot;, bem como um &quot;plano de acessos de emergência ao Hospital de Gaia, acordado com a ULS Gaia/Espinho e com o INEM&quot;.
Quanto às infraestruturas e transportes, o PS/Gaia quer a &quot;garantia do terminal intermodal&quot; na zona da estação e &quot;ligação direta entre a estação D. João II do Metro e a estação de alta velocidade&quot;, bem como a construção de um &quot;túnel rodoviário entre a EN 222 e a Avenida da República, aproveitando a escavação da estação&quot; e o &quot;reforço do financiamento da oferta de transporte público durante os anos de obra&quot;.
Alguns destes temas constam também do comunicado que o presidente da Câmara, Luís Filipe Menezes (PSD/CDS-PP/IL), emitiu no dia 09 de outubro, tendo o Governo, dois dias depois, reafirmado que a estação de Gaia seria em Santo Ovídio.
No dia seguinte, em Aveiro o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, deu o projeto como &quot;fechado&quot; e salientou que &quot;teve avaliação de impacto ambiental&quot;, dizendo que não há de momento &quot;nada&quot; que o leve a alterar a decisão da IP &quot;e a adjudicação que foi feita&quot;.
Disse também que iria ouvir as preocupações de Menezes relativamente aos impactos da empreitada e depois &quot;tomar decisões&quot;.
Na terça-feira, ao Observador, Luís Filipe Menezes disse não acreditar numa mudança do local da estação, admitindo que &quot;seria hipócrita se dissesse que acreditava muito nisso&quot; quando lançou o comunicado na sexta-feira anterior, reconhecendo que põe &quot;a fasquia alta para avisar&quot; e ganhar &quot;um justo e legítimo espaço para exigir um conjunto de vias alternativas desde já construídas em simultâneo nos primeiros dois anos da obra, que evitem que o caos se instale&quot;.
No comunicado hoje enviado à Lusa, o PS/Gaia lamenta que &quot;entre a tomada de posse do atual executivo, a 04 de novembro de 2025, e o arranque das obras, a 12 de outubro de 2026, não se conheça uma única reunião entre o presidente da Câmara e o ministro das Infraestruturas sobre a passagem da alta velocidade em Gaia — e que tenha sido preciso entrarem as máquinas para existir diálogo entre Governo e Câmara Municipal&quot;.
Na segunda-feira, o ministro disse que tem &quot;falado muitas vezes&quot; com Menezes, com quem disse ter agendada uma conversa.
Segundo o PS, durante o ano que passou &quot;existiu a consulta pública do projeto de execução no outono de 2025, a decisão da Agência Portuguesa do Ambiente em dezembro de 2025 e a nova consulta pública de 08 a 29 de junho de 2026&quot;, lembrando ainda que &quot;foi criado um grupo de trabalho em novembro de 2025, que prometia soluções no prazo máximo de mês e meio, e do qual não se conhece até hoje uma ata, um relatório ou uma conclusão&quot;.
&quot;O Governo só tem criado indefinição na vida do concelho&quot;, critica o PS/Gaia.
Leia Também: Vereadores do PS no Porto lamentam violência &quot;desproporcional&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Amazon apresenta novos gadgets de IA para gravar conversas</title>
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<description><![CDATA[ A Bee, uma empresa adquirida pela Amazon em julho do ano passado, desvendou novos wearables que procuram partido de Inteligência Artificial para ajudar os utilizadores nos afazeres dos respectivos quotidianos.
 
A empresa desvendou esta quinta-feira, dia 15, um novo dispositivo chamado Bee Frontier que pode ser usado tanto como uma pulseira como um broche preso à camisa ou t-shirt. Na prática, o Bee Frontier serve para pessoas que queiram tirar notas sem estarem ocupadas ou preocupadas em fazê-lo.
Na prática, o Bee Frontier é capaz de gravar conversas recorrendo a Inteligência Artificial, com o dispositivo a emitir uma luz para indicar às pessoas à volta quando está a gravar. Com recurso à tecnologia de Inteligência Artificial, é possível obter resumos dos pontos abordados durante a conversa e até ter lembretes de tarefas pendentes.



 Sem Apple Watch? O próximo gadget da Apple pode convencê-lo 
A Apple continua a ter o Apple Watch como o único wearable de fitness e bem-estar no seu catálogo. No entanto, há rumores que a empresa está a desenvolver uma nova proposta baseada nos modelos da Whoop e da Google.
 Miguel Patinha Dias | 10:28 - 24/09/2026 

O dispositivo está equipado com dois microfones, tecnologia que permite filtrar o ruído de fundo, tem autonomia para sete dias de utilização e está disponível em três cores (preto, lavanda e verde)
O Bee Frontier já se encontra disponível através da Amazon e custa 66,89 euros.
Contudo, este não foi o único produto desvendado por esta empresa da Amazon. Foi também apresentado o Bee Eclipse que, apesar de cumprir o mesmo propósito do Bee Frontier, assume um formato ainda mais simples.



 Tamagotchi com IA? Meta desvenda novo gadget chamado Muse Charm 
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, aproveitou o evento anual da empresa, o Meta Connect, para apresentar oficialmente o Muse Charm. O novo gadget tem um ecrã com apenas 2 polegadas, está equipado com duas câmaras e permite ter contacto mais rápido com o agente de Inteligência Artificial da tecnológica.
 Miguel Patinha Dias | 10:47 - 24/09/2026 

O Bee Eclipse pode ser fixado magneticamente à traseira do telemóvel e tem uma dimensão semelhante ao de um simples cartão bancário. Este Bee Eclipse tem a vantagem de ter autonomia para mais de 21 dias, o que significa que poderá gravar mais conversas ao longo do tempo sem ter de se preocupar em carregar o dispositivo.
O Bee Eclipse ainda não tem data de lançamento, mas a Amazon adianta que a chegada à sua loja online acontecerá “em breve”. Estará disponível em preto, prateado, rosa e amarelo e custará 89,18 euros.
Leia Também: Os 5 gadgets que podem ficar (ainda) mais caros em 2027 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>YouTube quer competir com Spotify e Audible com audiolivros na Premium</title>
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<description><![CDATA[ Há cada vez mais pessoas que aproveitam a conveniência dos audiolivros para colocar em dia as suas leituras, com serviços como a Audible e o Spotify a serem considerados as duas grandes propostas nesta área.
 
O YouTube não quer ficar para trás e, de acordo com o The Wall Street Journal, a plataforma de vídeos está a trabalhar para integrar audiolivros diretamente no seu serviço de subscrição Premium.
O YouTube e a Google ainda não confirmaram oficialmente a existência destes planos de integrar audiolivros no Premium, mas a publicação norte-americana adianta que a chegada está prevista para o próximo ano.



 YouTube e Deezer estão a mudar a forma como lidam com músicas de IA 
O YouTube vai identificar músicas criadas com Inteligência Artificial, enquanto o Deezer vai permitir filtrar este tipo de conteúdo, anunciaram as plataformas esta semana.
 Miguel Patinha Dias | 21:00 - 15/10/2026 

Serve lembrar que já é possível adquirir audiolivros através da loja virtual Play Store desde 2018, mas este método só permite comprar audiolivros individualmente. Não é oferecido qualquer tipo de serviço de acesso a uma biblioteca virtual de audiolivros.
Acredita-se que esta possibilidade de o YouTube Premium vir a contar com audiolivros será uma forma de a empresa convencer mais pessoas a subscreverem este serviço ao invés do mais barato Premium lite - ajudando assim a distinguir as duas ofertas.
Teremos então de aguardar por mais informações sobre eventuais anúncios do YouTube relacionados com a aposta em audiolivros.
Spotify vai lançar audiolivros em Portugal até ao final do ano
O Spotify anunciou em outubro que vai lançar audiolivros em mais territórios, numa expansão que fará com que mais de 180 mercados passem a contar com estes conteúdos - incluindo Portugal.
O lançamento acontecerá de forma gradual ao longo dos próximos meses, sendo de esperar que no nosso país seja possível começar a desfrutar de audiolivros até ao final do ano.
Lembrar que, até aqui, os únicos territórios onde se podia desfrutar de audiolivros através do Spotify eram os EUA, o Reino Unido, a Irlanda, a Austrália, a Nova Zelândia e também a Alemanha. No que diz respeito a esta expansão, a empresa sueca diz que já conta com mais de 350 mil títulos pensados para este novo mercado e que está a trabalhar com mais de 300 editoras em todo o mundo para aumentar o número de audiolivros disponíveis na sua plataforma.



 Spotify já permite excluir músicas infantis das recomendações 
O Spotify anunciou a disponibilidade global de uma nova opção que permite excluir a música infantil e familiar do perfil de preferências do utilizador, fazendo com que estas reproduções deixem de influenciar as suas recomendações.
 Lusa | 06:05 - 16/09/2026 

Caso tenha interesse em começar a ouvir audiolivros assim que estes chegarem ao Spotify em Portugal, saiba que com uma subscrição Premium poderão ouvir até 12 horas destes novos conteúdos na plataforma. 
“Os livros mudam a forma como vemos o mundo e as pessoas nele”, pode ler-se no comunicado oficial do vice-presidente de Audiolivros do Spotify, Owen Smith. “Para muitas pessoas, os audiolivros são a forma como voltam a ler, seja nos transportes públicos, durante um passeio ou no final de um longo dia. Levar os audiolivros para mais de 180 mercados significa que milhões de pessoas podem descobrir isso e que os autores e editoras podem alcançar leitores aos quais nunca chegaram”.
No comunicado, o Spotify adianta que o número de pessoas que consome audiolivros na plataforma teve um crescimento de quase 40% ao longo do último ano, com o número de horas a também ter um &quot;salto&quot; superior a 30%.
Uma das grandes funcionalidades que será introduzida pelo Spotify com a chegada dos audiolivros dá pelo nome de Page Match. Esta funcionalidade permite aos leitores progredirem nas suas leituras independentemente se têm ou não o livro em formato físico.
Imaginando um cenário em que está prestes a ir de férias e terá de deixar um livro a meio porque não tem mais espaço na bagagem, o Page Match permite-lhe saber exatamente onde parou e continuar a história no formato de audiolivro.
Para tal, basta analisar o código de barras ISBN do livro e, sabendo a página em que parou, conseguirá continuar a história a partir daquele exato momento.
Leia Também: Há apenas uma forma (legal) de fazer download de vídeos no YouTube ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS leva ao TC alterações ao Código de Processo Penal</title>
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<description><![CDATA[ O grupo parlamentar do Partido Socialista (PS) decidiu levar ao Tribunal Constitucional (TC) a fiscalização sobre as alterações ao Código de Processo Penal, segundo o jornal Expresso.
 
O novo decreto, que limita direitos de defesa em tribunal, segundo o PS, foi uma proposta do Governo, aprovada no Parlamento pelo PSD, Chega, IL e Chega e pelo PAN. O PS diz que sete artigos são passíveis de violar a Constituição.
O Presidente da República promulgou em julho dois decretos da Assembleia da República que alteram o Código de Processo Penal e o Código Penal, considerando-os &quot;passos no sentido certo&quot; para a &quot;promoção da celeridade na administração da Justiça&quot;.
De acordo com o Expresso de hoje, o PS esperou pela decisão do Presidente da República, que acabou por promulgar &quot;um decreto do (...) que alterou o Código de Processo Penal limitando direitos de defesa nos tribunais, em nome da celeridade processual&quot;, refere o Partido Socialista.
Em causa está, segundo requerimento, o &quot;(des)respeito pelos direitos de defesa, pelo princípio da presunção da inocência e pelas garantias de um julgamento justo — tudo valores constitucionalmente consagrados&quot;.
Segundo o Expresso, Isabel Moreira, que é a autora do requerimento a apresentar ao TC, considera, &quot;gravíssimo&quot; que o decreto passe a admitir, mesmo no julgamento de crimes muito graves, que uma confissão do arguido possa dispensar em absoluto a produção de prova em tribunal.
&quot;Uma confissão pode ser voluntária e, ainda assim, inexata ou assentar numa compreensão incompleta dos elementos da acusação&quot;, lê-se no requerimento, a que o Expresso teve acesso.
No requerimento, os socialistas censuram igualmente a &quot;possibilidade de os juízes imporem multas (que podem ir até aos 10,2 mil euros) aos arguidos se os seus advogados praticarem atos em julgamento considerados &quot;manifestamente infundados&quot; e que &quot;visem ou tenham por efeito entorpecer ou retardar o andamento do processo ou a disposição substancial de tempo e meios&quot;.
Em causa está também &quot;o facto de o diploma agora determinar que não é passível de recurso a decisão de um juiz em audiência, obrigando um advogado a fazer por escrito um requerimento que antes podia ser feito apenas oralmente&quot;.
Segundo o PS, &quot;pode inviabilizar o exercício em tempo útil de direitos de defesa (como reações imediatas a produções de prova)&quot;.
Outra alteração que o PS pretende é a que permite &quot;a extensão do processo abreviado à criminalidade grave&quot;.
&quot;A simplificação pode impedir um controlo prévio e uma impugnação útil de questões cuja importância aumenta quando a condenação pode determinar uma privação prolongada da liberdade&quot;, segundo o requerimento.
Leia Também: &quot;PS defende manutenção de posição estratégica do Estado na TAP&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>leva, alterações, Código, Processo, Penal</media:keywords>
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<title>Reparar o iPhone Duo fica mais caro do que comprar um iPhone 17</title>
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<description><![CDATA[ Depois de ter sido anunciado em setembro, o iPhone Duo entra oficialmente em período de pré-venda esta sexta-feira, dia 13 de outubro, pelas 13:00 (hora de Lisboa). É natural que fique entusiasmado com a possibilidade de adquirir o primeiro telemóvel dobrável da Apple, sobretudo se for fã de longa data da “Empresa da Maçã”, mas há algumas coisas que tem de saber primeiro.
 
Acontece que, além do avultado preço do iPhone Duo, os custos relacionados com a reparação do telemóvel dobrável também são tudo menos acessíveis - sobretudo no que diz respeito ao ecrã interno.
Tal como pode ver no site oficial da Apple, uma assistência técnica no ecrã interno do iPhone Duo custa 1.149 euros - mais do que o as versões base do iPhone 17e (que custa 889 euros), do iPhone 16 (1.039 euros) e até do que o iPhone 17 (1.139 euros).



 Dúvidas com o iPhone Duo? Os 5 detalhes (exclusivos) que o vão convencer 
O iPhone Duo é lançado oficialmente no dia 23 de outubro com um preço de 2.399 euros. Se ainda tem dúvidas em relação ao telemóvel dobrável da Apple, há 5 funcionalidades exclusivas que o vão convencer.
 Miguel Patinha Dias | 08:10 - 19/09/2026 

Este é um valor significativamente maior do que os custos de reparação do ecrã exterior, que fica por 489 euros. Caso também verifique danos no vidro traseiro, reparar esta área do iPhone Duo juntamente com o ecrã exterior ascendeu a 629 euros.
Outras reparações são um pouco mais acessíveis, como é o caso dos danos na câmara posterior e assistência a baterias (ambas 269 euros), reparação de danos no vidro posterior (219 euros) e também danos na camada de cobertura (55 euros).
O iPhone Duo estará disponível em configurações de 256GB, 512GB, 1TB e 2TB, com a versão mais barata a custar 2.399 euros e a versão mais cara a chegar até aos 3.899 euros.
O lançamento está marcado para o dia 23 de outubro.
&quot;iPhone Duo é um desperdício de dinheiro&quot;
A poucos dias de começar o período de pré-venda do iPhone Duo começaram a circular informações que a Apple terá decidido aumentar as metas de produção do seu primeiro telemóvel de ecrã dobrável.
Tal notícia está a ser vista como um sinal de otimismo da Apple dado o interesse do público, mas nem todos consideram que a compra do iPhone Duo faça sentido. Uma dessas pessoas é Carl Pei, cofundador e CEO da Nothing e que também é conhecido por ter sido um dos criadores da OnePlus.



 Apple parece estar confiante no sucesso do iPhone Duo 
A Apple aumentou as metas de produção do iPhone Duo, prevendo uma produção de até 10 milhões de unidades até o final de 2026, segundo relatório partilhado por instituição chinesa.
 Miguel Patinha Dias | 09:50 - 13/10/2026 

Num pequeno vídeo partilhado no YouTube, Pei afirma que comprar um iPhone Duo &quot;é um desperdício de dinheiro”, afirmando que tem menos funcionalidades e capacidades do que outros telemóveis da Apple - como é o caso do recém-lançado iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.
“Custa mais do que um iPhone 18 Pro com menos funcionalidades, por isso estás a pagar mais por menos”, afirma Pei, apontando para as ausências do sistema de reconhecimento facial Face ID e de uma teleobjetiva, assim como da câmara frontal com menor qualidade.
O líder da Nothing nota, contudo, que a animação de abrir e fechar o iPhone Duo foi bem concebida pela Apple e um detalhe que salta à vista, argumentando que (no final do dia) acaba por ser “apenas uma animação” e não uma inovação propriamente dita.
Leia Também: Apple já está a trabalhar em novas gerações do iPhone Duo ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Governo adota abordagem flexível para IA nas escolas</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Educação, Ciência e Inovação afirmou hoje que as novas orientações sobre a utilização da inteligência artificial (IA) nas escolas não terão caráter vinculativo, privilegiando uma abordagem pedagógica que permita acompanhar a rápida evolução da tecnologia.
&quot;São orientações&quot;, afirmou Fernando Alexandre à agência Lusa, à margem da Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento do Ensino Profissional e Técnico, que decorre na cidade chinesa de Tianjin.
O governante explicou que a IA oferece oportunidades para o desenvolvimento das competências dos alunos e para a melhoria das práticas pedagógicas, mas também apresenta riscos que evoluem à medida que surgem novas aplicações.
&quot;Uma das mensagens nas orientações é precisamente a capacidade de adaptação àquilo que são as novas aplicações que vão surgindo, as novas possibilidades&quot;, afirmou.
Segundo Fernando Alexandre, o objetivo é ajudar as escolas e os professores a utilizar a tecnologia de forma eficaz, tendo como prioridade a melhoria das aprendizagens.
O ministro sublinhou que o desenvolvimento das competências digitais é central na estratégia do Governo, mas advertiu que a introdução de novas ferramentas nas escolas deve ser acompanhada de regras e de uma avaliação dos seus benefícios.
Como exemplo, apontou a regulamentação da utilização dos telemóveis nas escolas e a redução do recurso aos manuais digitais nos últimos dois anos.
&quot;Aquilo que aconteceu nos últimos dois anos foi uma redução até significativa do uso dos manuais digitais, precisamente porque a evidência do seu benefício não era óbvia&quot;, afirmou.
Fernando Alexandre explicou que as orientações sobre inteligência artificial resultam de um trabalho desenvolvido ao longo do último ano, que envolveu a auscultação de várias entidades e a recolha de centenas de contributos.
O documento, colocado em consulta pública na quinta-feira, pretende agora recolher novas contribuições das escolas e da comunidade educativa.
O ministro revelou ainda que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que está a acompanhar a reforma do sistema educativo português, deverá também contribuir para o documento, nomeadamente na vertente da transformação digital.
Questionado sobre a possibilidade de reforçar o peso das provas orais e presenciais para avaliar os conhecimentos dos alunos, numa altura em que muitos trabalhos são realizados com recurso à inteligência artificial, Fernando Alexandre considerou que essa preocupação é particularmente relevante no ensino superior.
&quot;No básico e no secundário, isso não tem uma grande relevância&quot;, afirmou, referindo-se ao peso dos trabalhos realizados fora da sala de aula na avaliação dos estudantes.
O governante reconheceu, contudo, que a utilização da inteligência artificial tem implicações tanto no ensino como na avaliação.
&quot;Estas orientações afetam não apenas o ensino, como também a avaliação&quot;, sublinhou.
Fernando Alexandre recordou que, enquanto professor universitário, alterou já em 2022 o modelo de avaliação de uma disciplina, devido à utilização de ferramentas de inteligência artificial.
&quot;Em 2022, mudei no próprio semestre a avaliação, porque tinha um ensaio e ele foi alterado para apresentações orais&quot;, afirmou. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 08:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Governo, adota, abordagem, flexível, para, nas, escolas</media:keywords>
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<title>IA? &amp;quot;Mudança mais consequente para a economia dos EUA&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana defendeu hoje que a inteligência artificial (IA) deverá alterar profundamente a forma como os bancos centrais conduzem a política monetária, ao melhorar a análise económica e impulsionar a produtividade.
Durante uma conferência organizada durante as Reuniões Anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Banguecoque, Kevin Warsh classificou a ascensão da IA como &quot;provavelmente a mudança mais consequente para a economia dos Estados Unidos e para a economia global&quot; ao longo da sua vida.
O FMI elevou a projeção de crescimento da economia global para 3,1% em 2026, impulsionada principalmente pelos investimentos massivos em IA.
Do ponto de vista da política monetária, o responsável pelo banco central dos EUA argumentou que a IA deverá inicialmente impulsionar a procura económica antes de produzir plenamente os ganhos de produtividade associados ao aumento da oferta.
&quot;Para qualquer banqueiro central, cujo trabalho é garantir estabilidade de preços e pleno emprego, é preciso reconhecer que isto é um choque&quot;, afirmou.
Contudo, ao contrário de choques provocados por guerras ou conflitos geopolíticos, Warsh considera que a IA representa, a prazo, um &quot;choque positivo da oferta&quot;, capaz de elevar a capacidade produtiva da economia.
&quot;Creio fundamentalmente que este será um choque positivo da oferta no médio prazo&quot;, disse, acrescentando que os benefícios para a economia norte-americana e mundial poderão ser significativos.
Segundo Warsh, uma das maiores mudanças ocorrerá na própria forma como os bancos centrais analisam a economia.
&quot;Atualmente, as autoridades monetárias dependem de estatísticas oficiais e de modelos económicos tradicionais para tentar identificar tendências subjacentes da inflação e da atividade económica. No futuro, os bancos centrais terão acesso, na ponta dos dedos, a toda a informação do mundo&quot;, destacou Walsh.
Com novas ferramentas analíticas baseadas em IA, acrescentou, será possível processar enormes quantidades de dados em tempo real e distinguir com maior precisão sinais económicos genuínos de flutuações temporárias ou erros de medição.
&quot;Vai mudar fundamentalmente a condução da política monetária&quot;, sustentou.
Warsh admitiu, contudo, que subsistem dúvidas sobre o impacto imediato da tecnologia na economia real, sobretudo no emprego. &quot;Não sabemos qual será o efeito sobre o emprego nos próximos 12 ou 18 meses&quot;, afirmou.
Ainda assim, disse acreditar que os países que conseguirem utilizar a IA de forma eficaz se tornarão mais produtivos, gerando mais riqueza e melhores níveis de vida.
O responsável alertou, porém, que a transição dificilmente será linear, e &quot;provavelmente muito acidentada&quot;, apontando para as incertezas sobre os modelos de negócio que prevalecerão, quem beneficiará economicamente da tecnologia e quais serão as consequências para empresas e investidores cujas apostas não correspondam à evolução do mercado.
Segundo o presidente da Fed, os bancos centrais e outras entidades públicas devem começar desde já a preparar-se para esse novo cenário, destacando que a Fed criou recentemente um &quot;grupo de trabalho dedicado a estudar os impactos da tecnologia sobre a produtividade e o emprego&quot;.
&quot;Esperamos que as conclusões desses trabalhos possam ser úteis não apenas para os Estados Unidos, mas também para outras instituições internacionais e bancos centrais do G20. O melhor desempenho deles significa também um melhor desempenho para nós&quot;, concluiu. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 08:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>As vantagens e desvantagens de uma balança inteligente</title>
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<description><![CDATA[ O período pós-férias é sempre propício a inscrições no ginásio ou ao retomar da prática do exercício físico depois de algumas semanas de descanso. Muitas destas pessoas procuram até obter resultados a longo-prazo e, para tal, algumas optam até pela compra de balanças inteligentes.
 
Além de serem mais precisas, estas balanças inteligentes permitem até medir outros parâmetros como é o caso do índice de massa corporal (IMC) e percentagem de massa gorda, com toda a informação a ficar muitas vezes reunida numa aplicação onde pode ser consultada toda a evolução na jornada de perder (ou manter) peso.
Contudo, como acontece com este tipo de gadgets, estão frequente associadas vantagens e desvantagens à compra e utilização de balanças inteligentes.



 Fotografias desfocadas no iPhone? Veja como melhorar com estas dicas 
Mesmo com câmaras avançadas, fotografias desfocadas podem acontecer por diversos motivos. Veja algumas dicas práticas para melhorar a qualidade das suas fotos.
 Miguel Patinha Dias | 10:29 - 13/10/2026 

Desta forma, aconselhamos que leve em conta todos os pontos relevantes antes de tomar uma decisão final e, para o ajudar, reunimos abaixo os argumentos a favor e contra este tipo de dispositivos.
Pode ficar a saber abaixo as melhores e as piores coisas de ter uma balança inteligente.
Argumentos a favor:

Maior precisão;
Capacidade de medir peso, IMC e outros parâmetros;
Informação é enviada automaticamente para app no telemóvel;
Possibilidade de ver a evolução ao longo do tempo;

Argumentos contra:

Alguns modelos não revelam se um ganho de peso é de gordura ou músculo;
Dificuldades na conectividade Wi-Fi e Bluetooth;
A necessidade de calcular determinados parâmetros pode tornar as conclusões mais complexas do que muitos gostariam.

Leia Também: Limpar o ecrã da TV: 7 dicas para evitar danos ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 23:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>YouTube e Deezer estão a mudar a forma como lidam com músicas de IA</title>
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<description><![CDATA[ O YouTube Music começará a identificar músicas que tenham sido criadas usando Inteligência Artificial generativa, tanto no que diz respeito ao departamento vocal como na composição da faixa.
 
A medida foi anunciada oficialmente esta quarta-feira, dia 14, e foi criada para melhorar a transparência da plataforma. A identificação surgirá na página de reprodução da música e, caso o utilizador decida clicar na etiqueta, poderá ficar a saber mais informações sobre a forma como a Inteligência Artificial foi usada.
Claro está, esta mesma medida aplicar-se-á também à app principal do YouTube e não apenas ao serviço de streaming de música da empresa. A empresa notou que colaborou com os seus parceiros na indústria da música para criar ferramentas de identificação de música gerada com Inteligência Artificial.



 Há apenas uma forma (legal) de fazer download de vídeos no YouTube 
A capacidade de fazer download de vídeos é apenas uma das vantagens oferecidas pelo YouTube Premium, a subscrição mensal da plataforma que permite ainda ver vídeos sem anúncios e em segundo plano.
 Miguel Patinha Dias | 10:15 - 08/09/2026 

De acordo com as informações reveladas pelo YouTube, as músicas passarão a ser identificadas como tendo sido criadas totalmente ou parcialmente com Inteligência Artificial generativa ou sem nenhum uso desta tecnologia.
O YouTube está longe de ser a única empresa no mundo dos serviços de streaming de música a tomar medidas para lidar com a crescente quantidade de músicas criadas com a Inteligência Artificial.
Deezer vai permitir filtrar músicas
A Deezer também anunciou esta semana a sua própria estratégia para lidar com músicas criadas com esta tecnologia, revelando na terça-feira, dia 13, que está a trabalhar numa forma de filtrar música criada com Inteligência Artificial.
De acordo com as informações partilhadas pelo site TechCrunch, esta funcionalidade em que a Deezer se encontra a trabalhar permitirá aos utilizadores deixarem de ver faixas, álbuns e artistas que usem Inteligência Artificial nos resultados de pesquisa.



 Confiantes que cancro será curado, investigadores de IA começaram a fumar 
O CTO da Palantir, Shyam Sankar, afirma que muitos investigadores de Inteligência Artificial estão tão confiantes que a tecnologia será capaz de curar o cancro que começaram até a fumar.
 Miguel Patinha Dias | 15:43 - 13/10/2026 

“Observamos uma clara exigência dos utilizadores pela possibilidade de filtrar música criada com Inteligência Artificial e, agora, estamos a oferecer a todos a opção de remover completamente este conteúdo da experiência de streaming no Deezer e ficarem-se apenas em criações e criadores humanos se assim o desejarem”, explica o CEO da Deezer, Alexis Lanternier.
Apesar desta funcionalidade ainda não estar disponível, a Deezer adiantou que o lançamento acontecerá antes do final do ano.
Leia Também: Microsoft: &quot;Os pacotes de leite são mais regulados do que IA&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 22:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>&amp;quot;O primeiro&#45;ministro é que é um verdadeiro egoísta&amp;quot;, atira Raimundo</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PCP recusou hoje comentar as acusações da IL de que os comunistas estão a instigar protestos, mas afirmou que o partido apoia todas as lutas pela habitação, e chamou &quot;verdadeiro egoísta&quot; ao primeiro-ministro.
 
Questionado pelos jornalistas, à margem de uma sessão pública do PCP na Amadora, Lisboa, sobre as declarações da líder da IL, Mariana Leitão, que acusou comunistas e bloquistas de instigar a escalada de manifestações no Porto, Paulo Raimundo disse não conhecer as declarações e não querer comentá-las.
&quot;Eu não conheço as declarações em concreto, mas também não me admira. E eu, como não quero ocupar o pouco tempo que tenho do ponto de vista da antena a alimentar a Iniciativa Liberal, recuso-me a fazer qualquer comentário a isso&quot;, disse.
Porém, inquirido sobre se o PCP se associa aos movimentos que se têm manifestado no Porto pela habitação, designadamente as acampadas, Paulo Raimundo afirmou que o partido apoia &quot;todas as ações de expressão de indignação e de exigência&quot; de soluções para o problema da habitação, que considerou &quot;central&quot;.
Paulo Raimundo reagiu ainda às palavras do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que pediu aos manifestantes que não fossem egoístas, devolvendo a acusação ao líder do Governo.
&quot;O senhor primeiro-ministro é que é um verdadeiro egoísta. Não só egoísta, como se coloca ao serviço dos egoístas, dos fundos imobiliários, da banca, dos especuladores&quot;, atirou, acrescentando que &quot;toda a sua política&quot;, como também do Chega e da IL, &quot;estão ao serviço dos egoístas&quot;, e que &quot;para egoísta, egoísta e meio&quot;.
Questionado também sobre as palavras do Presidente da República, António José Seguro, de que o pior que pode acontecer a uma causa, mesmo sendo justa, é violar a lei, Raimundo considerou que foi feita pelo chefe de Estado &quot;uma afirmação de princípio&quot;, não interpretando as suas palavras como uma imputação de culpa aos manifestantes pela intervenção policial.
O líder do PCP voltou ainda às críticas ao PS pela abstenção anunciada no Orçamento do Estado (OE) para 2027, acusando os socialistas de falarem do risco de eleições antecipadas como uma &quot;desculpa&quot; para viabilizar o documento.
&quot;O PS encontrou uma boa desculpa para, não querendo a instabilidade governativa, manter a instabilidade na vida das pessoas&quot;, disse.
Paulo Raimundo lembrou ainda que António José Seguro já tinha dito que a rejeição de uma proposta orçamental não resultaria necessariamente em novas eleições e sublinhou que num cenário em que o OE fosse chumbado o Governo deveria apresentar uma nova proposta e, se esta também não fosse aprovada, poderia governar em duodécimos.
Sobre a privatização parcial da TAP, Raimundo adiantou que os comunistas procurarão, através de iniciativas parlamentares, &quot;procurar travar&quot; a privatização da companhia aérea.
No discurso que encerrou a sessão pública organizada pelos comunistas, o líder do PCP classificou esta decisão como &quot;antipatriótica&quot; e um &quot;crime económico&quot; da responsabilidade de PSD, CDS-PP, Chega, IL e PS.
Encerrou a intervenção apelando à participação nas manifestações convocadas pela CGTP para sábado, dia 17, em Lisboa, Porto e Coimbra, contra o aumento do custo de vida.



 Porto: PCP questiona MAI sobre intervenção policial &quot;desproporcional&quot; 
O Grupo Parlamentar do PCP questionou hoje o ministro da Administração Interna, Luís Neves, sobre a intervenção policial na manifestação contra os custos da habitação no Porto, considerando-a &quot;desproporcional e incompreensível&quot;.
 Lusa | 15:29 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 21:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>primeiro-ministro, que, verdadeiro, egoísta, atira, Raimundo</media:keywords>
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<title>José Manuel Pureza: &amp;quot;Lei do despejo será derrotada como a Lei Laboral&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O coordenador do BE, José Manuel Pureza, afirmou hoje que, tal como a Lei Laboral foi derrotada, a lei do arrendamento urbano, que desde sábado é o mote de uma manifestação no Porto, não passará.
 
&quot;Derrotar o pacote laboral era impossível e o pacote laboral foi derrotado. A lei dos despejos também vai ser derrotada&quot;, afirmou o líder bloquista minutos depois de se ter juntado à manifestação que ocorre na Praça D. João I, no Porto, e que, pelas 20:00, reunia mais de duas mil pessoas.
Sobre o protesto dos jovens, que reclamam um melhor acesso à habitação, Pureza assinalou que o que está &quot;em causa é uma reação contra a inação em matéria de respeito pelo direito à habitação das pessoas&quot;, acusando quem quer &quot;arrastar para discutir outras coisas&quot;.
&quot;O que as pessoas exigem que nós discutamos é o direito à habitação de todas as pessoas. De quem tem uma renda da casa que cada vez é mais cara. De quem tem uma prestação ao banco que cada vez é mais esgotante do orçamento familiar. É isso que nós estamos aqui a discutir&quot;, frisou o dirigente bloquista.
Sublinhando que as &quot;pessoas se manifestaram sempre pacificamente&quot;, criticou quem &quot;não entenda isso e queira utilizar a lei do bastão contra quem se manifesta pacificamente&quot; facto que, assinalou, &quot;diz muito sobre a sua consciência por ter aprovado uma lei, o PSD, o CDS, o Chega, que facilita os despejos, que aumenta as rendas ilimitadamente&quot;.
Pureza deixou, no entanto, uma aviso ao afirmar ser &quot;muito importante que as manifestações, as grandes mobilizações que já aconteceram e que vão continuar a acontecer, sejam mobilizações pacíficas&quot;, enfatizando que será isso que &quot;permitirá discutir aquilo que é verdadeiramente importante, que é o direito à habitação das pessoas&quot;.
&quot;Não pode haver nada que dê bónus a quem não quer que nós discutamos o direito à habitação. Nós queremos mesmo discutir o direito à habitação, queremos mesmo garantir que as grandes mobilizações sejam uma forma de pressão para que a lei dos despejos, que foi aprovada recentemente no Parlamento, seja derrotada e não nos venham dizer que é impossível&quot;, disse.
Questionado se a manifestação, dias a fio, dos jovens do movimento pela habitação está politizada, José Manuel Pureza respondeu que &quot;quando um direito fundamental como o direito à habitação não é respeitado ao longo de anos e anos e anos por sucessivos governos, quando este Governo faz aprovar no Parlamento uma lei que é uma lei que facilita os despejos e facilita o aumento das rendas, isso tudo são escolhas políticas&quot;.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto denunciou hoje uma carga policial, esta madrugada, que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto ter dito na quarta-feira que seria &quot;absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas&quot; na Praça D. João I&quot;.
O movimento apresenta seis reivindicações principais: &quot;abaixo a lei das rendas; fim dos despejos; fim da compra de imóveis por fundos abutres; mais habitação pública; recuperação de imóveis devolutos para habitação; tetos às rendas&quot;.
Na nota de hoje, o movimento &quot;denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência&quot;, considerando a carga &quot;inaceitável&quot; e pedindo responsabilidades.
A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a &quot;comportamentos de resistência&quot;.
O presidente da Câmara do Porto disse hoje que a PSP se viu &quot;forçada&quot; a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.
Na quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades, como o que já está convocado para Lisboa no sábado.
Na segunda-feira, a Polícia Municipal retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.



 Casa que marcou luta contra a ditadura em Coimbra enfrenta despejo 
A Real República dos Pyn-Güyns, uma casa de estudantes com mais de 70 anos em Coimbra, lançou uma campanha de crowdfunding para tentar comprar o imóvel onde se encontra, após receber notificação de despejo do senhorio.
 Lusa | 14:43 - 14/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 21:00:08 +0100</pubDate>
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<media:keywords>José, Manuel, Pureza:, Lei, despejo, será, derrotada, como, Lei, Laboral</media:keywords>
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<title>PSD avança com Estatuto para CNPMA, PS manifesta preocupações</title>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Privatização &amp;quot;só existiu porque houve um Governo que resgatou a TAP&amp;quot;</title>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>PM pede a manifestantes: &amp;quot;Não sejam egoístas&amp;quot;. Em 2020 JSD também acampou</title>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Um dos produtos mais populares da Apple tornou&#45;se &amp;quot;obsoleto&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A Apple adicionou mais três dos seus gadgets à lista de produtos obsoletos, o que significa que estes dispositivos deixam de estar elegíveis para serviços oficiais de reparação da “Empresa da Maçã”.
 
Os produtos que passam a integrar esta lista são o MacBook de 12 polegadas lançado em 2017, o iPad de 6.ª geração e também os auriculares BeatsX nas várias cores em que estavam disponível.
Lembrar que, para um produto ser considerado como “obsoleto” pela Apple, tem de ter deixado de ser vendido há 7 ou mais anos.



 CEO da Nothing: &quot;iPhone Duo é um desperdício de dinheiro&quot; 
O CEO da Nothing, Carl Pei, criticou o iPhone Duo, afirmando que é um &quot;desperdício de dinheiro&quot; devido ao seu preço elevado e à falta de funcionalidades em comparação com outros modelos da Apple.
 Miguel Patinha Dias | 11:41 - 14/10/2026 

“A Apple descontinua toda a assistência a hardware para produtos obsoletos e os centros de assistência não podem encomendar peças para produtos obsoletos”, pode ler-se no site oficial da Apple, que nota ainda que o suporte de reparação no caso dos portáteis pode divergir um pouco. “Os portáteis Mac podem ser elegíveis para um período prolongado de reparação apenas de baterias até 10 anos após a data em que o produto foi distribuído para venda pela última vez, sujeito à disponibilidade de peças”.
Esta atualização da lista é notória pelo facto de o MacBook em questão ser o último desta linha a ser lançado. Desde então, a Apple só lançou novos modelos das linhas MacBook Pro, MacBook Air e, mais recentemente, o MacBook Neo.



 Onde está o iPhone 18? Ainda terá de esperar um pouco mais 
Novos rumores partilhados através da rede social chinesa Weibo indicam que a Apple tem intenções de lançar o iPhone 18 em março do próximo ano, notando que o início da produção está previsto para novembro.
 Miguel Patinha Dias | 11:48 - 15/10/2026 

Apesar de não ter tido direito a mais nenhum modelo, é importante sublinhar que o MacBook ainda é considerado por muitos como um dos mais populares portáteis da Apple - com os fãs a sentirem certamente a sua falta entre o catálogo da marca.
Serve lembrar que, antes de serem considerados “obsoletos”, os produtos da Apple passam por um período em que são considerados “vintage”. Explica a Apple que, para serem assim designados, os produtos têm de ter deixado de ser “distribuídos para venda há mais de 5 anos e menos de 7 anos”.
Leia Também: Apple apresenta o HomeView. Novo produto não chega (por agora) à Europa ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>BE/Porto questiona Câmara sobre intervenção policial na manifestação</title>
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<description><![CDATA[ O Bloco de Esquerda (BE) na Assembleia Municipal do Porto enviou hoje um conjunto de questões relativas à participação do município nas decisões quanto à carga policial desta madrugada sobre manifestantes pelo direito à habitação.
 
O grupo municipal, composto por Susana Constante Pereira, quer saber &quot;que contactos, pedidos ou comunicações&quot; existiram entre a autarquia, a Polícia Municipal (PM) e a PSP antes da intervenção, da qual resultaram 39 feridos, dois dos quais graves, entre os manifestantes, a que acresce um polícia, no incidente na Praça D. João I.
Susana Constante Pereira questiona se a intervenção foi solicitada pela Câmara ou pelo seu presidente, Pedro Duarte (PSD/CDS-PP/IL), e se sim &quot;com que fundamento&quot;.
&quot;Quem determinou a participação da PM na operação, que instruções concretas lhe foram transmitidas e que atos foram praticados pelos seus agentes antes, durante e após a carga policial?&quot;, pode ler-se no requerimento.
Os bloquistas querem saber se a PM participou &quot;em ações coercivas&quot;, e em que sustenta Pedro Duarte as declarações sobre a vontade de &quot;provocar&quot; por parte dos manifestantes e de cometer ilegalidades.
Constante Pereira pede a disponibilização de autos, ordens de serviço, registos de ocorrência e outros documentos relativos à operação, bem como informações sobre o paradeiro dos bens pessoais apreendidos aos manifestantes, incluindo os que possam ter sido danificados, e como serão devolvidos.
&quot;Não se pode desviar a atenção do que está aqui em causa, que é a garantia do direito à habitação, o alerta destas pessoas para uma realidade que afeta um número demasiado grande de pessoas na nossa sociedade, incluindo na cidade do Porto. Não podemos desviar a atenção dessa questão, substituindo-a por uma ideia de que temos cidadãos contra polícias, ou polícias contra cidadãos&quot;, disse à Lusa Susana Constante Pereira.
A deputada municipal considera que a manifestação decorreu &quot;ao abrigo da Constituição&quot;.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado, com uma acampada que ali começou nesse dia, denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, ter dito na quarta-feira que seria &quot;absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas&quot; na Praça D. João I&quot;.
O movimento apresenta seis reivindicações principais: &quot;abaixo a lei das rendas; fim dos despejos; fim da compra de imóveis por fundos abutres; mais habitação pública; recuperação de imóveis devolutos para habitação; tetos às rendas&quot;.
Na nota de hoje, o movimento &quot;denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência&quot;, considerando a carga &quot;inaceitável&quot; e pedindo responsabilidades.
A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a &quot;comportamentos de resistência&quot;.
Pedro Duarte disse hoje que a PSP se viu &quot;forçada&quot; a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.
Na quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades, como o que já está convocado para Lisboa no sábado.
Na segunda-feira, a PM retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.



 &quot;Pedro Duarte não resolve a habitação e decide bater nos manifestantes&quot; 
A eurodeputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, considera que violência contra manifestantes no Porto é forma de se não falar dos problemas da habitação na cidade.
 Andrea Pinto | 13:45 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>BEPorto, questiona, Câmara, sobre, intervenção, policial, manifestação</media:keywords>
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<title>CDS&#45;PP elogia intervenção da PSP na manifestação no Porto</title>
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<description><![CDATA[ O CDS-PP apresentou hoje voto de saudação pela intervenção da PSP na manifestação pela habitação no Porto, argumentando que foi assegurado o &quot;cumprimento da legalidade&quot; e que o número de feridos se deve à &quot;resistência das pessoas&quot;.
Num projeto submetido hoje no Parlamento, a bancada centrista enaltece a atuação da polícia &quot;na reposição da legalidade e na defesa da ordem pública&quot; contra os manifestantes que se encontravam na Praça D. João I, no Porto, e salienta que o exercício de direitos fundamentais &quot;deve ser acompanhado pelo respeito pelos direitos dos demais cidadãos e pelas regras que enquadram a vida em comunidade&quot;.
&quot;Na Praça D. João I, no Porto, teve lugar, desde 10 de outubro, uma iniciativa de protesto relacionada com o aumento do custo de vida e as dificuldades de acesso à habitação. Embora a legitimidade das preocupações sociais manifestadas não esteja em causa, o exercício do direito de manifestação não dispensa o cumprimento das regras relativas à utilização do espaço público, nem legitima a manutenção de situações contrárias à lei&quot;, lê-se no texto.
O CDS-PP considera que a &quot;atuação das forças de segurança em contextos de tensão constitui uma responsabilidade particularmente exigente, que requer preparação, capacidade de decisão e sentido de missão&quot;, frisando que &quot;cabe à PSP assegurar o cumprimento da lei, prevenir situações suscetíveis de comprometer a ordem pública e proteger pessoas e bens&quot;.
O partido argumenta que não se pode confundir &quot;a garantia do direito à manifestação com a aceitação de qualquer comportamento, independentemente das suas consequências para a utilização do espaço público ou para os direitos dos demais cidadãos&quot; e que &quot;a existência de reivindicações socialmente relevantes não confere a ninguém um estatuto de exceção perante a lei&quot;.
Por isso, a bancada centrista propõe o Parlamento louve a atuação da PSP, considerando-a &quot;destinada a pôr termo à ocupação do espaço público e a assegurar o cumprimento da legalidade, reconhecendo o papel das forças de segurança na defesa da ordem pública e da autoridade do Estado democrático&quot;.
O CDS-PP quer também que os deputados reafirmem &quot;que o direito à manifestação, sendo um pilar fundamental da democracia, deve ser exercido com respeito pela lei, pela liberdade dos demais cidadãos e pelas condições de utilização do espaço público&quot; e expressem o seu &quot;reconhecimento aos agentes da PSP pelo profissionalismo, sentido de serviço público e responsabilidade inerentes ao cumprimento das suas funções&quot;.
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, o deputado centrista João Almeida reagiu ao caso, criticando o que considerou ser uma atitude dos manifestantes de desrespeito pela lei e pela polícia.
Questionado sobre se o número de feridos relatado pela organização não comprova que a intervenção da polícia recorreu a força excessiva, João Almeida rejeitou essa ideia e afirmou que o &quot;número de feridos prova que quem estava a manifestar-se não cumpriu a lei e não saiu de forma ordeira&quot;.
&quot;Foi a resistência das pessoas que fez com que houvesse ferimentos de um lado e do outro&quot;, enfatizou.
O Movimento pela Habitação, que está em protesto no Porto desde sábado, na Praça D. João I, denunciou que durante a madrugada de hoje houve uma intervenção policial que causou ferimentos em 37 dos participantes. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>CDS-PP, elogia, intervenção, PSP, manifestação, Porto</media:keywords>
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<title>Licença parental paga a 100% durante seis meses avança no Parlamento</title>
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<description><![CDATA[ A comissão parlamentar de Trabalho ratificou hoje, por unanimidade, a proposta conjunta do PSD e PS que alarga a licença parental e estende ao setor privado a jornada contínua para trabalhadores com filhos até aos 12 anos.
 
A proposta do PSD, subscrita pelos socialistas, tinha sido aprovada pelo grupo de trabalho dedicado ao tema em votação indiciária realizada na terça-feira, dando o primeiro sinal de que o alargamento da licença parental inicial deverá mesmo avançar.
O resultado dessa votação foi hoje confirmado pela comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, seguindo-se a votação final global em plenário.
Os partidos dão assim luz verde ao alargamento da licença parental inicial paga a 100% durante os primeiros 150 dias (cinco meses) sem partilha ou durante os primeiros 180 dias (seis meses) se partilhada entre os dois progenitores.
À boleia da iniciativa de cidadãos, PSD e PS aproveitaram para incluir no texto uma alteração ao Código do Trabalho que estende ao setor privado a possibilidade de os trabalhadores com filhos até aos 12 anos beneficiarem do regime de jornada contínua, mas mediante concordância do empregador ou se estiver previsto em convenção coletiva de trabalho.
No que respeita à jornada contínua, o texto aprovado é idêntico ao proposto pelo Governo no âmbito da reforma laboral &quot;Trabalho XXI&quot;, que acabou por ser chumbada pela oposição, e que previa igualmente a aplicação aos trabalhadores que, substituindo-se aos progenitores, vivam com o neto em comunhão de mesa e habitação.
A proposta conjunta do PSD e PS estabelece que a jornada contínua corresponde à prestação ininterrupta de trabalho, com um período de descanso de até 30 minutos e deverá &quot;ocupar, predominantemente, um dos períodos do dia&quot;, resultando na redução do período normal de trabalho em até uma hora.
A discussão do alargamento da licença parental inicial partiu de uma iniciativa legislativa de cidadãos, no entanto mais ambiciosa, uma vez que pedia o pagamento a 100% durante os primeiros 180 dias (seis meses) ou até 210 a 240 dias mediante partilha.
A proposta aprovada assegura, ainda assim, o pagamento de 83% da remuneração de referência para um período de 180 dias sem partilha adequada, de 86% para 210 dias com uma partilha de 30 dias e de 90% caso o pai goze em exclusivo pelo menos 60 dias num total de 210 dias.
As novas regras deverão entrar em vigor a partir de 01 de janeiro de 2027, aplicando-se apenas às licenças que tenham inicio a partir dessa data.
Durante a discussão no grupo de trabalho, o Chega propôs a introdução de uma norma transitória que garantisse que as licenças em curso não seriam prejudicas, mas a alteração foi travada pelo PSD, com a abstenção do PS.



 Licença parental paga a 100% até aos seis meses: Afinal, o que vai mudar? 
O PSD e o PS aprovaram uma proposta conjunta para alargar a licença parental paga a 100% até aos seis meses, num acordo que segue agora para a comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão.
 Beatriz Vasconcelos com Lusa | 09:32 - 14/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Carga policial no Porto foi uma &amp;quot;atuação correta&amp;quot;, defende Chega</title>
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<description><![CDATA[ O Chega classificou hoje como correta a intervenção da PSP na &quot;manifestação legítima&quot; pela habitação no Porto, considerando que não estava a ser cumprida a lei e que Portugal não pode ser &quot;um país de tendas na rua&quot;.
 
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, começou por salientar que &quot;o direito à manifestação é legítimo&quot;, desde que cumpra a lei, e &quot;o direito à habitação é uma causa nobre&quot;, acusando o Governo de não estar a fazer o suficiente nesta área.
&quot;O que não é legítimo é não cumprirem a lei e não acatarem a ordem dos polícias. As forças de segurança tiveram que atuar, num contexto difícil, num contexto onde também eles foram agredidos&quot;, afirmou, dizendo ter visto imagens de polícias a serem empurrados.
Pedro Pinto afirmou ainda ter tido conhecimento pela comunicação social de que houve &quot;movimentos de extrema-esquerda infiltrados&quot; dentro da manifestação.
&quot;Não podemos deixar que estes movimentos de extrema-esquerda invadam as manifestações legítimas (…) Os manifestantes que ali estavam àquela hora não estavam a cumprir as ordens da polícia. Nós não podemos ter o país com tendas espalhadas por todo o lado, porque temos de cumprir a lei&quot;, defendeu.
Sobre a forma de intervenção da PSP, o deputado considerou que se tratou de &quot;uma atuação correta&quot;, dizendo ter ouvido vários manifestantes a dizer que apenas estavam &quot;a cantar canções&quot; às 03:00 da madrugada.
&quot;Não me parece que seja muito legítimo estarmos a incomodar a ordem pública às 03:00 da manhã a cantar canções. Tudo isto fez com que houvesse estes confrontos&quot;, considerou, elogiando que a política tenha percebido que era &quot;importante dispersar esse problema&quot;.
&quot;Portugal não é um país de tendas na rua, não é um país onde nós possamos admitir que nas nossas praças, nas bonitas praças que temos pelo país, as pessoas se manifestem desta maneira&quot;, insistiu.
O deputado do Chega aproveitou para criticar o Governo PSD/CDS-PP em matéria de habitação, dizendo que não tem conseguido cumprir as promessas que fez.
&quot;As pessoas estão com dificuldades em pagar as rendas de casa, estão com dificuldades em ter habitação, particularmente nas grandes cidades, e este Governo não conseguiu ainda responder a todos esses anseios das populações&quot;, disse.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais em estado grave.
Em reação, a PSP alegou que &quot;as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além da 00:30&quot; e que os manifestantes no Porto adotaram &quot;comportamentos de resistência&quot;, que levaram à atuação policial, provocando &quot;alguns feridos&quot;.
Mais tarde, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, defendeu que a PSP se viu forçada a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, já considerou legitima esta intervenção policial e sublinhou a necessidade de &quot;repor a ordem&quot;, lamentando &quot;qualquer incidente&quot; na sequência da atuação das forças de segurança.



 CDS-PP elogia intervenção da PSP na manifestação no Porto 
O CDS-PP elogiou a atuação da PSP na manifestação pela habitação no Porto, destacando o cumprimento da legalidade e o respeito pelas regras de utilização do espaço público.
 Lusa | 17:34 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Carga, policial, Porto, foi, uma, atuação, correta, defende, Chega</media:keywords>
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<title>Chega/Açores pede esclarecimentos sobre HDES e Hospital Modular</title>
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<description><![CDATA[ Os deputados regionais do Chega/Açores querem saber quanto custaram e quem prestou serviços jurídicos ao Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), a par da assessoria jurídica associada ao Hospital Modular, desde 2024.
 
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, aquela força política pede esclarecimentos sobre a contratação de advogados, juristas e sociedades de advogados desde 2024.
A bancada parlamentar pretende saber se foram contratados serviços jurídicos externos para fundamentar ou acompanhar ajustes diretos, aditamentos, trabalhos complementares, prorrogações ou reforços financeiros relacionados com o Hospital Modular e com a recuperação e funcionamento do HDES.
Citado em nota de imprensa, o líder parlamentar do Chega/Açores, José Pacheco, considera igualmente necessário esclarecer por que razão se recorre a assessoria jurídica externa quando existem recursos jurídicos no próprio hospital ou noutros serviços da Administração Regional.
&quot;Estamos a falar de procedimentos de elevada complexidade e de milhões de euros de dinheiro público. Os açorianos têm o direito de saber quem prestou estes serviços jurídicos, quem os contratou, quanto recebeu e quem pagou a conta&quot;, afirma José Pacheco.



 Açores exigem montantes justos no orçamento europeu 2028-2034 
O vice-presidente do Governo dos Açores, Artur Lima, defendeu que o orçamento europeu 2028-2034 deve contemplar montantes justos para a Região, devido às suas especificidades no contexto europeu.
 Lusa | 12:37 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>IL acusa PCP e BE de instigarem escalada de manifestações no Porto</title>
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<description><![CDATA[ A líder da Iniciativa Liberal acusou hoje o PCP e o BE de estarem a &quot;instigar a escalada&quot; das manifestações pela habitação no Porto e indicou ter recebido informações de que a polícia terá agido em conformidade com a lei.
 
Em declarações aos jornalistas em Bruxelas, onde participou numa reunião do grupo político europeu liberal Renew Europe, Mariana Leitão afirmou que se está a assistir a um &quot;escalar&quot; das manifestações no Porto, com &quot;instigação por parte de alguns partidos de extrema-esquerda&quot;.
Questionada sobre a que partidos se referia, a líder da IL respondeu que &quot;há dois diretos&quot;, começando por destacar o BE.
&quot;Há um vídeo do seu coordenador nesse sentido, nas redes sociais, é só irem consultar&quot;, afirmou, alegando também que a eurodeputada do BE Catarina Martins está a ir para o Porto &quot;exatamente com esse objetivo de, através de uma instigação, que a situação escale&quot;.
&quot;Até aproveitando exemplos de outros países onde isso tem acontecido e, de alguma forma, tentar fazer um aproveitamento político e tentar ter alguma relevância que, infelizmente ou felizmente, não teve via votos&quot;, acusou.
No que se refere ao PCP, Mariana Leitão pediu que se vejam as declarações do secretário-geral do partido, Paulo Raimundo, no último debate quinzenal.
&quot;A declaração que Paulo Raimundo faz, quase a ameaçar que as pessoas vão começar a ir para a rua e vão-se manifestar, mas não é manifestarem-se pacificamente, vão-se revoltar… Isso parece-me que, em tom de ameaça, é de facto uma forma de instigar também a que as coisas escalem que é algo que, acredito, ninguém quer&quot;, afirmou.
Mariana Leitão apelou a que as manifestações não escalem, salientando que &quot;é óbvio que as pessoas têm todo o direito de se manifestar, de ir para a rua, de fazer as suas manifestações&quot;.
&quot;Agora, isso tem de ser feito em cumprimento daquilo que é a lei e as regras que estão instituídas&quot;, defendeu.
Questionada se lhe parece que as forças policiais fizeram um uso proporcional da força, Mariana Leitão indicou que a informação que tem é que agiram &quot;dentro daquilo que é a conformidade da lei&quot;.
&quot;Obviamente que isso ainda estará a ser apurado – e certamente será devidamente apurado – agora, à partida, sim, terá feito uma intervenção de acordo com aquilo que está estabelecido, com as regras que estão em vigor&quot;, afirmou, apesar de salientar que, se não tiver sido o caso, será &quot;devidamente alvo de condenação&quot;.
&quot;Agora, o que é importante, parece-me, é que não se permita que estas situações ganhem proporções que ninguém no país quer. As pessoas querem pacificação, querem obviamente viver em tranquilidade e não sentir que têm as ruas ocupadas ou que os manifestantes possam ser alvo de violência exagerada. Ninguém quer isto&quot;, afirmou.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Em reação, a PSP alegou que &quot;as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além da 00:30&quot; e que os manifestantes no Porto adotaram &quot;comportamentos de resistência&quot;, que levaram à atuação policial, provocando &quot;alguns feridos&quot;.
A PSP disse ter conhecimento de feridos entre os manifestantes, mas acrescenta que ainda não é &quot;possível indicar o seu número&quot;.



 Pedro Abrunhosa condena carga policial no Porto e exige diálogo 
O músico Pedro Abrunhosa considera que o diálogo entre a Câmara do Porto, a polícia e os manifestantes poderia ter evitado a carga policial contra o acampamento pelo direito à habitação, e denuncia décadas de negligência dos sucessivos governos nas políticas de habitação.
 Lusa | 15:01 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Porto: PCP questiona MAI sobre intervenção policial &amp;quot;desproporcional&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O Grupo Parlamentar do PCP questionou hoje o ministro da Administração Interna, Luís Neves, sobre a intervenção policial na manifestação contra os custos da habitação no Porto, considerando-a &quot;desproporcional e incompreensível&quot;.
 
Numa pergunta assinada pela líder parlamentar comunista, Paula Santos, o PCP quer saber que &quot;razões levaram à decisão do uso da força por parte das forças de segurança na manhã de dia 12 e na madrugada de dia 15&quot; sobre os manifestantes que se encontravam na Praça D. João I, no Porto, e se o Governo &quot;reconhece o uso desproporcional da força&quot;.
O partido quer também que Luís Neves esclareça &quot;quem é responsável pela intervenção policial e que articulação existiu entre a PSP e a Polícia Municipal do Porto&quot;.
O PCP considera que a &quot;intervenção das forças policiais sobre os manifestantes, designadamente nos dias 12 e 15, é desproporcional e incompreensível&quot; e que se impõe o apuramento incluindo de responsabilidades políticas.
O partido escreve que a luta pelo direito à habitação &quot;é legítima e necessária&quot; e &quot;tem-se vindo a intensificar nos últimos anos, sob diversas formas, por todo o país&quot;, perante uma &quot;crescente dificuldade de acesso à habitação&quot; acentuada pelas &quot;políticas anti-sociais e anti-patrióticas deste Governo PSD/CDS&quot;.
&quot;O Governo está a atuar como especulador imobiliário e não como o garante do direito à Habitação como determina a Constituição. Beneficia aqueles que têm vindo a ganhar e muito com a especulação imobiliária, a banca, os fundos, os grandes proprietários, enquanto destrói a vida de milhares de famílias trabalhadoras&quot;, argumenta o partido.
Para os comunistas, as declarações do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, e do primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre estas manifestações &quot;não podem deixar de ser vistas como provocatórias e irresponsáveis&quot;, bem como &quot;claramente instigadoras&quot;.
O Movimento pela Habitação, que está em protesto no Porto desde sábado, na Praça D. João I, denunciou que durante a madrugada de hoje houve uma intervenção policial que causou ferimentos em 37 dos participantes.
Leia Também: &quot;Uma coisa é o direito ao protesto, outra é o desrespeito da lei&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Porto:, PCP, questiona, MAI, sobre, intervenção, policial, desproporcional</media:keywords>
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<title>&amp;quot;GTA VI&amp;quot; recebe mais um trailer com música de Justice e Tame Impala</title>
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<description><![CDATA[ Depois de termos tido a oportunidade de ver 30 minutos de jogabilidade através de uma apresentação especial na Netflix, eis que temos agora mais um trailer de “GTA VI” onde se podem ver mais cenas do jogo.
 
O trailer de lançamento permite aos jogadores verem várias personagens novas e admirar um pouco mais de Vice City - a localidade fictícia inspirada em Miami, nos EUA. Além disso, o trailer também dá um pequeno vislumbre do passado de um dos protagonistas (Jason) e menciona até que deixou o exército de uma forma algo conturbada.
Além disso, o trailer serve ainda para revelar uma das novas faixas originais da banda sonora de “GTA VI”, com este tema a reunir Justice, Tame Impala, SZA e King Gizzard &amp; The Lizard Wizard.



 Edição especial de &quot;GTA VI&quot; custa 400 euros… mas não tem o jogo 
A Rockstar Games anunciou o lançamento de uma edição especial de “GTA VI” que, apesar de incluir uma série de itens para colecionadores, não inclui o jogo (nem sequer em versão digital).
 Miguel Patinha Dias | 18:01 - 26/09/2026 

Este novo trailer de “GTA VI” tem apenas 1:30 de duração mas, com tanta informação que já foi partilhada pela Rockstar Games, fica claro que os fãs não precisam de muito mais para tomarem a decisão de embarcarem nesta nova aventura.
É importante lembrar que “GTA VI” continua com lançamento marcado para o dia 19 de novembro e que, de momento, está confirmado apenas para a PlayStation 5 e Xbox Series. Ainda assim, começaram a circular recentes alguns rumores sobre o eventual (e inevitável) chegada ao PC.
Quando chega “GTA VI” ao PC?
O site GamesBeat avançou recentemente com a informação que o jogo já tem lançamento planeado para esta plataforma, acrescentando que a chegada acontecerá algures durante o primeiro trimestre de 2027.
É preciso lembrar que esta não é a primeira vez que o lançamento de “GTA VI” no PC é apontado para o começo do próximo ano.



 &quot;GTA VI&quot; ainda não foi lançado e já está a estabelecer recordes 
O segundo trailer do jogo atingiu as 475 milhões de visualizações num único dia, tornando-se assim o trailer de um jogo mais visto de sempre. Antes de ser batido pelo trailer de “Spider-Man: Brand New Day”, este trailer chegou mesmo a ser o melhor lançamento de um vídeo de sempre.
 Miguel Patinha Dias | 13:01 - 13/09/2026 

Mais recentemente, o CEO da Twitch, Dan Clancy, afirmou em entrevista à Bloomberg que o lançamento de “GTA VI” no PC poderá acontecer no começo de 2027 e coincidir com os planos para disponibilizar uma nova versão do modo online.
“Passámos muito tempo a conversar com a Rockstar Games sobre os planos deles e também a ajudá-los a pensar sobre como podem lidar com os nossos criadores de conteúdos”, explicou Clancy durante a entrevista. “Verão um grande aumento com ‘GTA VI’, mas verão um aumento ainda maior no próximo ano quando for lançado o modo multijogador”.
Mesmo com toda esta especulação, não é ainda claro quando é que “GTA VI” será lançado no PC. No entanto, tendo em conta que os últimos jogos da Rockstar Games acabaram por chegar ao PC após o lançamento na consolas, é garantido que será uma questão de tempo.
Leia Também: &quot;GTA VI&quot; é traição? &quot;Não deixem os vossos namorados jogar&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>PS quer &amp;quot;explicações urgentes&amp;quot; de MAI sobre intervenção policial no Porto</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS pediu hoje &quot;explicações urgentes&quot; do ministro da Administração Interna sobre a intervenção policial nas manifestações pela habitação no Porto, que considerou comprovarem &quot;o falhanço&quot; do Governo nesta área.
 
Em declarações aos jornalistas em Bruxelas, onde participou na cimeira do Partido dos Socialistas Europeus (PES), José Luís Carneiro endereçou &quot;uma palavra de solidariedade aos jovens&quot; e &quot;às pessoas que estão feridas&quot;, incluindo elementos das forças de segurança, esperando que &quot;rapidamente possam recuperar a sua saúde&quot;.
O secretário-geral do PS defendeu que, no que se refere a estas manifestações, é preciso &quot;salvaguardar dois valores fundamentais: por um lado, a liberdade de manifestação e, por outro lado, também a ordem pública&quot;.
&quot;É preciso avaliar e pedir explicações urgentes ao ministro da Administração Interna para saber se a aplicação da lei se fez com a proporcionalidade devida. Mas sobre isso é preciso aguardar pelas explicações e pelas informações adicionais&quot;, sustentou.
Questionado se viu as imagens da carga policial, José Luís Carneiro admitiu que não, por ter estado ocupado com os trabalhos da cimeira do PSE, mas reiterou que irá procurar saber se &quot;a intervenção foi feita com proporcionalidade&quot;.
&quot;Porque as informações que recebi é de que teria havido uma intervenção desproporcional nos meios e no uso dos meios em relação àqueles jovens&quot;, afirmou, sustentando que é &quot;muito importante que quem procura garantir a ordem pública e o Estado de direito&quot;, o faça &quot;no quadro do respeito pelas liberdades e direitos fundamentais&quot;, entre os quais o de manifestar-se.
&quot;E com certeza que o ministro da Administração Interna deve ser o primeiro a explicar os termos em que a intervenção ocorreu&quot;, reiterou.
José Luís Carneiro considerou ainda que as manifestações pela habitação são &quot;a prova do falhanço da política de habitação do Governo&quot;, que não só &quot;falhou naquilo com que se comprometeu no que respeita a ter oferta pública de habitação&quot;, como agora faz &quot;uma aliança incompreensível com o Chega para uma nova lei do arrendamento&quot;.
&quot;O Governo não nos ouviu, mas, como se vê em função destes últimos acontecimentos, isto mostra um falhanço grave do Governo que, por exemplo, em vez de resolver o assunto, trouxe um acelerador de rendas quando veio considerar que rendas moderadas são rendas de 2.300 euros&quot;, criticou.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Em reação, a PSP alegou que &quot;as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além da 00:30&quot; e que os manifestantes no Porto adotaram &quot;comportamentos de resistência&quot;, que levaram à atuação policial, provocando &quot;alguns feridos&quot;.
A PSP disse ter conhecimento de feridos entre os manifestantes, mas acrescenta que ainda não é &quot;possível indicar o seu número&quot;.



 Violência policial ou &quot;desrespeito da lei&quot;? Protesto continua: As reações 
O presidente da Invicta, assim como o primeiro-ministro, defenderam hoje a PSP e a atuação desta na manifestação pelo direito à habitação, no Porto, que fez mais de 30 feridos, entre os quais uma pessoa portadora de deficiência. O caso está a gerar consternação mas não demoveu o protesto.
 Natacha Nunes Costa com Lusa | 14:34 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Livre/Porto condena violência policial contra manifestantes</title>
<link>https://noticias.moosala.co/livreporto-condena-violencia-policial-contra-manifestantes</link>
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<description><![CDATA[ O grupo municipal do Livre na Assembleia Municipal do Porto condenou hoje a violência &quot;inaceitável&quot; da carga policial sobre manifestantes pela habitação na Praça D. João I, durante a madrugada.
 
&quot;É inaceitável, num Estado de Direito Democrático, que as forças de segurança utilizem a violência como arma contra um protesto pacífico pela habitação, como aconteceu nesta madrugada&quot;, afirma o líder do grupo, Diamantino Raposinho, citado em comunicado hoje enviado à Lusa.
Segundo o partido, a atuação das forças de segurança e serviços camarários &quot;não é compatível com os valores que o Porto representa&quot;, e tanto o primeiro-ministro, Luís Montenegro, como o presidente da câmara, Pedro Duarte, &quot;devem um pedido de desculpas aos manifestantes pacíficos&quot;.
&quot;A manifestação é pacífica e nunca excedeu os limites da lei. Não pomos em causa a instituição policial, mas as ordens que lhes foram dadas&quot;, lê-se no comunicado.
O Livre/Porto &quot;reitera a sua solidariedade com os manifestantes e a causa maior que defendem, o direito a uma habitação digna para todas as pessoas&quot;.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado, com uma acampada que ali começou nesse dia, denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
&quot;Na madrugada desta quinta-feira, às 02:56, as forças policiais intervieram na acampada pela habitação na Praça D. João I, no Porto, numa operação destinada a pôr termo ao protesto&quot;, refere o movimento em comunicado.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, ter dito na quarta-feira que seria &quot;absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas&quot; na Praça D. João I&quot;.
Na nota de hoje, o movimento &quot;denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência&quot;, considerando a carga &quot;inaceitável&quot; e pedindo responsabilidades.
A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a &quot;comportamentos de resistência&quot;.
Na quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades, como o que já está convocado para Lisboa no sábado.
Na segunda-feira, a Polícia Municipal retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.



 Coordenador do BE solidário com manifestantes pela habitação no Porto 
O coordenador nacional do BE, José Manuel Pureza, expressou hoje solidariedade para com os manifestantes pela habitação no Porto que foram alvo de uma carga policial esta madrugada.
 Lusa | 12:36 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>LivrePorto, condena, violência, policial, contra, manifestantes</media:keywords>
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<title>Deputado do PS chama &amp;quot;Pequeno Xerife&amp;quot; a Pedro Duarte após carga policial</title>
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<description><![CDATA[ O deputado da Assembleia da República José Carlos Barbosa (PS) acusou hoje o presidente da Câmara do Porto de ser &quot;O Pequeno Xerife&quot;, referindo-se à carga policial na Praça D. João I, que provocou vários feridos.
 
&quot;O Pequeno Xerife&quot; pode ler-se na última publicação na página do Instagram do deputado José Carlos Barbosa, onde se destaca um desenho do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, vestido como os xerifes dos filmes americanos de cowboys e com uma estrela no colete.
&quot;Mais de 30 feridos numa manifestação pacífica contra o preço das casas. É inaceitável!&quot;, lê-se na legenda da publicação no Instagram do deputado eleito pelo círculo eleitoral do Porto.
O deputado socialista acusa também Pedro Duarte de ter falta de &quot;empatia&quot; e &quot;sensibilidade&quot; para lidar com o caso da manifestação pacífica que tem estado a decorrer desde sábado na Praça D. João I, no coração da baixa da cidade do Porto, onde estão a reivindicar pelo direito à habitação.
&quot;A falta de empatia e de sensibilidade que Pedro Duarte manifesta neste caso diz muito sobre a distância entre alguns políticos e a vida de quem trabalha. Era bom que calçassem os sapatos de um jovem trabalhador que recebe o salário mínimo e vê a renda levar-lhe quase tudo. Que tentassem pagar uma casa, comer e viver com o que sobra. Do conforto das suas casas, é fácil assobiar para o lado. Difícil é trabalhar um mês inteiro e nem conseguir pagar um teto&quot;, acrescenta o deputado na legenda da publicação.
Segundo o deputado da Assembleia da República, &quot;quem se manifesta por uma casa a um preço que possa pagar merece ser ouvido não merece levar porrada&quot;.
José Carlos Barbosa referia-se à carga policial que ocorreu esta madrugada com os manifestantes na Praça D. João I.
A PSP alegou hoje que &quot;as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além da 00:30&quot; e que os manifestantes no Porto adotaram &quot;comportamentos de resistência&quot;, que levaram à atuação policial, provocando &quot;alguns feridos&quot;.
Em comunicado enviado hoje, a PSP refere que pelas 03:00 &quot;desencadeou uma operação policial, tendo solicitado aos manifestantes que cessassem o ruído e recolhessem as tendas, o que continuaram a não fazer&quot;.
Na segunda-feira, a Polícia Municipal retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.
Nesta quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades.
O movimento pela habitação que desde sábado tem organizado uma acampada na Praça D. João I, no Porto, convocou hoje nova concentração, pelas 19:00, após a carga policial desta madrugada ter desmobilizado o ajuntamento.



 &quot;Uma coisa é o direito ao protesto, outra é o desrespeito da lei&quot; 
Declarações do presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, sobre a ação policial que teve lugar esta madrugada, na cidade, contra os manifestantes que estão em protesto pelo direito à habitação.
 Natacha Nunes Costa | 11:40 - 15/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Deputado, chama, Pequeno, Xerife, Pedro, Duarte, após, carga, policial</media:keywords>
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<title>&amp;quot;Pedro Duarte não resolve a habitação e decide bater nos manifestantes&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A eurodeputada Catarina Martins reagiu, nas redes sociais, ao que aconteceu na noite de quarta-feira, na Praça D. João I, quando a polícia e os manifestantes pelo direito à habitação entraram em confrontos. 
 
&quot;Esta noite, no Porto, os manifestantes receberam uma ordem  da polícia para desmontar as tendas que estavam na Praça D. João I e os manifestantes fizeram isso, obedeceram à polícia&quot;, começa por contar, num vídeo que partilhou na rede social X, defendendo que &quot;já depois de terem obedecido, terem tirado as tendas, a polícia carregou sobre os manifestantes&quot;.
&quot;Ou seja, quem obedeceu à polícia depois levou com uma carga policial&quot;, critica a antiga líder do Bloco de Esquerda, considerando que isto &quot;não parece fazer nenhum sentido&quot;.
&quot;É um ataque violento e é um ataque em que nós temos que pensar o que está a acontecer com o nosso país&quot;, urge, considerando que o objetivo é que &quot;a violência se torne na notícia, para que não se fale na habitação.
&quot;Pedro Duarte que não consegue resolver o problema da habitação, decidiu bater nos manifestantes. O MAI, que já sabemos que tem uma comissão de inquérito em cima, também decidiu que bater nos manifestantes é que valia a pena&quot;, diz, ainda, considerando que o que se passou é &quot;muito grave&quot; e que se pôs em causa &quot;o direito de toda a gente&quot;.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) e os manifestantes que estão desde sábado em protesto na Praça de D. João I, no Porto, entraram em confronto esta madrugada. A carga policial terá provocado 37 feridos, dois dos quais em estado grave.
De acordo com o movimento, entre as vítimas está uma pessoa com deficiência. Vários participantes na concentração foram hospitalizados e dois terão mesmo sofrido fraturas, o que faz com que as lesões sejam consideradas graves.
Em resposta, a PSP garantiu que os manifestantes não acataram as ordens das autoridades, o que desencadeou uma operação policial mais musculada.
Durante a intervenção, assegura ainda a PSP, &quot;alguns participantes adotaram comportamentos de resistência à atuação policial, procurando impedir o exercício das funções dos polícias no local&quot;.
O presidente da Câmara Municipal do porto já reagiu ao incidente, afirmando que a Polícia de Segurança Pública (PSP) foi &quot;forçada&quot; a intervir contra os manifestantes que estavam acampados na Praça D. João I, porque houve um &quot;desrespeito ostensivo da lei&quot;, no protesto pelo direito à habitação.
O autarca, eleito pela coligação PSD/CDS-PP/IL, começou por &quot;lamentar o sucedido&quot;, assegurando que &quot;o Porto orgulha-se de ser uma cidade de liberdade, onde, designadamente, o direito à manifestação, à livre expressão e até ao protesto é um direito absolutamente inegociável e intocável&quot;.
No entanto, apesar disso e de reconhecer que a causa &quot;erguida pela generalidade dos manifestantes [que estavam na Praça D. João I] é legítima e justa&quot;, Pedro Duarte considera que, na madrugada de ontem, o que estava em risco era o &quot;cumprimento da lei&quot; e um &quot;pequeno grupo que quis criar distúrbios&quot;.
Nova concentração esta tarde
Entretanto, o movimento convocou hoje nova concentração, pelas 19h.
Através da rede social Instagram, a acampada convoca nova concentração, pelas 19:00, no local onde começou o movimento que, desde sábado, tem ocupado o local, mesmo que na segunda-feira a Polícia Municipal lhes tenha retirado cerca de 50 tendas e, esta madrugada, uma carga policial tenha causado, segundo contas do movimento, 37 feridos, dois graves.
Leia Também: Coordenador do BE solidário com manifestantes pela habitação no Porto ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Pedro, Duarte, não, resolve, habitação, decide, bater, nos, manifestantes</media:keywords>
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<title>Vídeo de Ventura sobre deputados distorceu realidade, diz Parlamento</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão Parlamentar da Transparência concluiu que o presidente do Chega teve uma conduta institucional &quot;grave&quot; ao adulterar factos num vídeo que publicou sobre uma suposta ausência de deputados no Parlamento a uma sexta-feira à tarde.
 
Tal como o jornal Público hoje avançou, estas conclusões sobre o comportamento de André Ventura tiveram na quarta-feira apenas os votos contra do Chega, tendo sido aprovadas pelos restantes partidos.
Este inquérito sobre a conduta de André Ventura surgiu por determinação do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, na sequência de participações apresentadas pela Iniciativa Liberal e PS.
No passado 10 de julho, o presidente do Chega publicou nas redes sociais um vídeo visando transmitir a ideia de que, nessa sexta-feira, os deputados do PSD, PS, IL e Livre não se encontravam a trabalhar e estariam em incumprimento das respetivas funções.
Perante este episódio, a Comissão Parlamentar de Transparência concluiu que publicação deste vídeo por parte de André Ventura constitui &quot;um comportamento inadequado e inaceitável (…), não só porque não preserva a dignidade e a credibilidade do órgão de soberania Assembleia da República nem prestigia a instituição parlamentar, como também porque afeta os deveres de urbanidade, lealdade institucional e de respeito devidos entre deputados(as)&quot;.
&quot;Esta conduta adotada por André Ventura constitui uma violação grave dos deveres dos deputados&quot; previstos no Estatuto dos Deputados e no Código de Conduta dos Deputados&quot;, lê-se no parecer.
De acordo com o teor do parecer aprovado, que se encontra publicado no portal da Comissão de Transparência, &quot;a gravidade deste comportamento&quot; do presidente do Chega &quot;é acentuada pela omissão, na publicação que fez nas suas redes sociais, de que, nesse dia, não havia trabalhos parlamentares devido à realização do Congresso do Livre, circunstância que conhecia (não tinha como desconhecer)&quot;.
Por isso, assistiu-se a &quot;uma clara tentativa de adulteração da verdade dos factos, fazendo transparecer para o exterior a ideia de que não estava ninguém, nesse dia, na Assembleia da República, o que não corresponde, de todo, à verdade&quot;.
A Comissão de Transparência concluiu que as imagens e a mensagem política transmitidas nesse vídeo feito por André Ventura &quot;são de molde a criar no público a falsa perceção de que não estava ninguém, naquela sexta-feira, a trabalhar no Parlamento&quot;.
&quot;Quando a única realidade que o vídeo permite atestar é a de que, no momento da gravação do vídeo (e desconhece a data e hora da sua gravação), não estava ninguém a circular nos corredores afetos a grupos parlamentares, nem reunidos numa sala de reuniões de um grupo parlamentar&quot;, frisa-se no documento.
Ora, segundo o relatório aprovado, &quot;não é verdade que, nessa sexta-feira, dia 10 de julho de 2026, dia em que não havia trabalhos parlamentares agendados por força da realização do Congresso do Livre, não estivesse ninguém – nenhum deputado ou assessor de grupo parlamentar – a trabalhar na Assembleia da República&quot;.
&quot;É, por isso, manifestamente abusiva a distorção da realidade que o deputado André Ventura procurou transmitir no vídeo que publicou nas suas redes sociais, fazendo crer que os deputados dos grupos parlamentares visados se encontravam ausentes da Assembleia da República e em incumprimento dos seus deveres. Isso não corresponde minimamente à verdade e a prova disso é que, nessa sexta-feira dia 10 de julho de 2026, até foram realizadas cinco audiências de grupos parlamentares, que contam sempre com a presença de deputados e assessores&quot;, salienta-se no mesmo documento.
No parecer, condena-se ainda a utilização por André Ventura &quot;de espaços afetos a outros grupos parlamentares, sem o respetivo conhecimento ou consentimento, para a produção de conteúdos de comunicação política ou partidária, bem como a captação e divulgação não autorizadas de imagens no seu interior, correspondem a condutas que revestem especial gravidade institucional&quot;.
&quot;Tais condutas comprometem a reserva de espaços destinados ao exercício autónomo da atividade política e parlamentar, onde podem decorrer reuniões internas, preparar-se iniciativas, definir-se posições políticas e tratar-se informação confidencial e reservada, afetando as condições de confiança e de respeito mútuo indispensáveis ao regular funcionamento da Assembleia da República&quot;, acrescenta-se no parecer.



 PS diz que abstenção retira ao Chega &quot;possibilidade de chantagear o país&quot; 
O PS considerou hoje que a viabilização do Orçamento do Estado pela abstenção retira ao Chega a &quot;possibilidade de chantagear o país&quot; e o partido de André Ventura criticou os socialistas por darem uma &quot;carta branca&quot; ao Governo.
 Lusa | 16:44 - 14/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
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<title>Mais de dois anos depois, IA da Apple está a caminho da China</title>
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<description><![CDATA[ A Apple Intelligence foi anunciada oficialmente em 2024 e foi introduzida com a atualização iOS 18 para iPhones. Ainda que as funcionalidades de Inteligência Artificial da Apple tenham sido lançadas na esmagadora maioria dos territórios onde a empresa está presente, ainda há mercados que não receberam estas novidades.
 
Um dos países que ainda está para receber a Apple Intelligence é a China mas, de acordo com a Bloomberg, parece que a tecnológica de Cupertino poderá vir a lançar estas funcionalidades no mês de dezembro.
Conta a publicação que a Apple disponibilizará a Apple Intelligence na China com a atualização iOS 27.3 do seu sistema operativo, a qual tem lançamento previsto para o último mês de 2026.



 Apple apresenta o HomeView. Novo produto não chega (por agora) à Europa 
A Apple anunciou oficialmente o HomeView e adianta que o seu mais recente produto não será vendido na União Europeia, uma vez que a assistente digital Siri AI ainda não está disponível neste mercado.
 Miguel Patinha Dias | 14:31 - 13/10/2026 

Acontece que, apesar de no ocidente a Apple Intelligence ter como base os modelos Gemini da Google, na China a empresa foi obrigada pelas entidades reguladoras locais a estabelecer uma parceria com uma tecnológica local. A escolhida foi a Alibaba, que fornecerá então os modelos Qwen e Tongyi Wanxiang para servirem de base para as funcionalidades de Inteligência Artificial que estão à disposição dos utilizadores chineses do iPhone.
O Qwen será certamente o modelo que servirá para a maior parte das opções da Apple Intelligence, com o Tongyi Wanxiang a ser dedicado às funcionalidades que visam gerar imagens e vídeos.



 Ainda não é desta que a coluna HomePod da Apple vai chegar a Portugal 
A Apple anunciou uma nova geração da HomePod mini em cinco cores diferentes. A nova versão da coluna caseira da Apple parece que continuará a não ser lançada no nosso país.
 Miguel Patinha Dias | 18:04 - 13/10/2026 

É importante, contudo, notar que este lançamento da Apple Intelligence na China continuará a ter algumas limitações. Não será possível gerar texto dentro de todas as aplicações e a assistente digital Siri AI estará inacessível, tal como acontece na União Europeia.
Até a Apple conseguir chegar a acordo com as entidades reguladoras da China e da União Europeia, tudo indica que os utilizadores de iPhone terão de esperar um pouco mais para poderem usar a Siri AI.
Leia Também: Não um, mas dois. Apple prepara mais um evento para o final de outubro ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Mais, dois, anos, depois, Apple, está, caminho, China</media:keywords>
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<title>Coordenador do BE solidário com manifestantes pela habitação no Porto</title>
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<description><![CDATA[ O coordenador nacional do BE, José Manuel Pureza, expressou hoje solidariedade para com os manifestantes pela habitação no Porto que foram alvo de uma carga policial esta madrugada.
 
&quot;Os que aprovaram a lei dos despejos mandaram a polícia carregar sobre quem, no Porto, luta pacificamente pelo direito à habitação. Toda a nossa solidariedade com quem foi agredido por defender uma casa digna&quot;, lê-se numa publicação de José Manuel Pureza nas redes sociais.
O coordenador bloquista acrescenta: &quot;A força do bastão em vez do teto às rendas. Não nos intimidam.&quot;
O movimento pela habitação, que desde sábado tem organizado uma acampada na Praça D. João I, no Porto, convocou hoje nova concentração, pelas 19:00, após a carga policial desta madrugada ter desmobilizado o ajuntamento.
Os manifestantes denunciaram hoje uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
&quot;Na madrugada desta quinta-feira, às 02:56, as forças policiais intervieram na acampada pela habitação na Praça D. João I, no Porto, numa operação destinada a pôr termo ao protesto&quot;, refere o movimento em comunicado.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Leia Também: Pureza culpa Marco Rubio pela guerra no Médio Oriente ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Coordenador, solidário, com, manifestantes, pela, habitação, Porto</media:keywords>
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<title>OpenAI acusa Apple de ter recebido dados secretos de ex&#45;funcionário</title>
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<description><![CDATA[ A OpenAI acusa um dos seus antigos trabalhadores de, antes de abandonar a empresa de Inteligência Artificial, ter levado consigo mais de 100 ficheiros relacionados com planos para futuros produtos e de os ter apresentado à Apple.
 
As acusações são feitas pela OpenAI em novos documentos apresentados em tribunal esta quarta-feira, dia 14.
Nestes documentos, a OpenAI afirma que o ex-funcionário terá enviado os ficheiros em questão para uma conta pessoal no dia 2 de junho de 2026, apresentando posteriormente os planos da empresa de Inteligência Artificial diretamente à liderança da Apple - incluindo o vice-presidente da das operações da “Empresa da Maçã” na Ásia.
Este é o mais recente desenvolvimento na batalha legal que opõe a Apple e a OpenAI, com a tecnológica de Cupertino a ter movido, em julho, um processo por apropriação indevida de dados confidenciais contra a criadora do ChatGPT.
O novo capítulo da batalha legal
Lembrar que, neste processo, são especificamente visados dois antigos quadros da Apple, entre os quais Tang Tan, cofundador da startup io Products com Jony Ive, antigo responsável pelo design dos produtos da marca da maçã.
A io Products foi adquirida pela OpenAI em maio de 2025 por 6,5 mil milhões de dólares, um passo importante na diversificação da criadora do ChatGPT, que prevê lançar, até 2027, uma gama de dispositivos centrados na IA.



 Engenheiro da OpenAI detido por instalar dispositivo de gravação 
Um engenheiro da OpenAI foi detido por instalar um dispositivo de gravação numa sala de conferências da empresa. O caso foi revelado após a empresa identificar o dispositivo usando os seus próprios modelos de IA.
 Miguel Patinha Dias | 09:45 - 14/10/2026 

Segundo a Apple, Tang Tan levou consigo documentos internos quando saiu da empresa em 2024.
Agora responsável pelos produtos físicos na OpenAI, estaria a procurar ativamente obter dados adicionais junto de funcionários da Apple que se candidatam a um cargo na empresa líder em IA, de acordo com o documento judicial.
Outro ex-funcionário da Apple, Chang Liu, é acusado de ter guardado dispositivos internos depois de ter deixado a empresa em 2026 e de ter continuado a aceder à rede informática interna.
&quot;Na medida em que mais de 400 ex-funcionários da Apple trabalham atualmente na OpenAI, não é surpreendente que alguns tenham conhecimento de informações confidenciais e protegidas&quot;, reconhece o gigante da eletrónica de consumo.
&quot;Mas a OpenAI decidiu explorar essas informações&quot;, afirma, porém, o criador do iPhone.
As acusações da OpenAI
Acontece que, neste momento, foi a OpenAI a decidir atacar a Apple e a contratação de um dos seus funcionários, alegando que os ficheiros permitiu à empresa rival ter acesso a imagens de pelo menos um produto por lançar - além de informação de fornecedores, dados de engenharia, ficheiros de projeto, padrões para acabamentos cosméticos e também “revestimento e isolamento de componentes de hardware”.
Mais ainda, os documentos chegam até envolver o recente anúncio do HomeView. A OpenAI alega que a Apple terá decidido lançar-se no mercado de dispositivos equipados com Inteligência Artificial, notando que a iniciativa foi tomada após a já referida apresentação dos ficheiros roubados à OpenAI.



 Sam Altman: &quot;Elon Musk é um bully&quot; 
Apesar de considerar Elon Musk um &quot;bully&quot;, o CEO da OpenAI, Sam Altman, está disposto a trabalhar com o dono da Tesla e da SpaceX na área da Inteligência Artificial.
 Miguel Patinha Dias | 14:02 - 09/10/2026 

“Essa apresentação parece ter acontecido há meses e agora, na posse dessa informação, a Apple está a fazer uma nova investida em produtos com Inteligência Artificial”, pode ler-se nos documentos.
Apesar destas acusações, é preciso lembrar que desde 2024 que vemos rumores a circular sobre o HomeView. As informações disponíveis indicam que o dispositivo tem sofrido adiamentos sucessivos devido aos atrasos da Apple no desenvolvimento de Inteligência Artificial.
“A OpenAI está muito preocupada com a possibilidade de os seus segredos comerciais e informações confidenciais estarem a circular dentro da Apple, onde os engenheiros da Apple podem moldar futuros produtos da empresa a partir do trabalho secreto e inovador da OpenAI”, acusa a empresa de Inteligência Artificial. “A OpenAI levantou estas questões diretamente com a Apple mas, até à data, a Apple não providenciou à OpenAI com as garantias solicitadas de que não possui ou utilizou os segredos comerciais e as informações confidenciais da OpenAI”.
A Apple não se pronunciou oficialmente sobre estas acusações, mas adiantou à Reuters que “tem políticas e procedimentos para garantir que os novos trabalhadores não recorrem a informação confidencial de antigos empregadores”, notando que também não tem provas que apoiem as alegações da OpenAI.
Leia Também: Receita da OpenAI caiu 28% em setembro. São quase 20 mil milhões a menos ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>OpenAI, acusa, Apple, ter, recebido, dados, secretos, ex-funcionário</media:keywords>
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<title>Onde está o iPhone 18? Ainda terá de esperar um pouco mais</title>
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<description><![CDATA[ A Apple já lançou no mercado o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max e, com o iPhone Duo a ter chegada marcada para este mês de outubro, os clientes habituais da Apple já se podem ter questionado se a empresa tem planos para lançar um modelo padrão do iPhone 18.
 
A dúvida é legítima e surge a partir daquela que tem sido a estratégia adotada pela Apple nos últimos anos uma vez que, sempre que é lançada uma nova geração de telemóveis da marca, temos direito um modelo padrão, a dois modelos Pro e (normalmente) um modelo que, em anos anteriores, deu pelo nome de Mini, Plus e também Air.
Pois bem, não foi isso que se passou este ano uma vez que, em setembro, a Apple anunciou apenas os dois modelos Pro da série iPhone 18 e muitos seguidores da tecnológica de Cupertino podem ter ficado a interrogar-se sobre os planos da empresa de lançar novos modelos.
Acontece que, conforme apontavam os rumores que têm circulado nos últimos meses, a Apple tem sim intenções de lançar um iPhone 18. Prevê-se que este modelo seja lançado oficialmente durante a primavera de 2027 e, para corroborar esta possibilidade, temos uma publicação na rede social chinesa Weibo a apontar o início da produção do iPhone 18 para o mês de novembro.



 Tem o iPhone 17 Pro? Aqui tem 5 motivos para não comprar o iPhone 18 Pro 
É normal que, nos primeiros tempos depois de ter chegado um novo iPhone, os clientes da Apple se mostrem tentados a ir para o novo modelo. É o caso do iPhone 18 Pro mas, se já tem o antecessor, a compra pode não fazer grande sentido.
 Miguel Patinha Dias | 08:22 - 24/09/2026 

O responsável por partilhar a informação sugere que a Apple planeia ter no lançamento uma quantidade substancial de unidades do iPhone 18. Os rumores indicam que a chegada às lojas pode ter lugar em março e que o telemóvel pode estar equipado com um ecrã de 6,3 polegadas e um processador A20.
Há ainda rumores que apontam para que o iPhone 18 seja anunciado acompanhado pelo (mais acessível) iPhone 18e e também por uma nova geração do iPhone Air.
O que esperar do novo iPhone Air?
Muitos fãs da Apple esperavam que fosse anunciada este ano uma nova geração do iPhone Air lançado no ano passado mas, infelizmente, a empresa não revelou um novo modelo do telemóvel ultrafino.
Contudo, isso não significa que a Apple não tenha intenções de lançar um iPhone Air 2. Nos últimos meses não faltaram rumores a dar conta que a “Empresa da Maçã” tinha intenções de lançar um sucessor do iPhone Air e, agora, um conhecido leaker coreano - conhecido como yeux1122 - partilhou na plataforma Naver novos rumores que andam a circular sobre o novo dispositivo.
De acordo com estas informações, a Apple tem planos para tornar o iPhone Air 2 ainda mais fino do que o antecessor. Ainda que o iPhone Air original tivesse uma espessura de apenas 5,6mm - inferior aos 5.8mm do Galaxy S25 Edge da rival Samsung - parece que a Apple quer que o iPhone Air 2 tenha apenas 5,2mm.
Regra geral, lançar um telemóvel tão fino significaria que a bateria seria a principal prejudicada mas, ao que parece, isso não se verificará. O mesmo leaker nota que a Apple tem intenções de equipar o iPhone Air 2 com uma bateria de alta densidade e que permitirá dar ao telemóvel uma maior autonomia.



 Nenhum iPhone carrega tão rapidamente quanto o novo topo de gama 
De acordo com dados que estão a circular a partir das primeiras análises ao iPhone 18 Pro Max, é possível carregar 55% da bateria em apenas 15 minutos e 100% em menos de uma hora.
 Miguel Patinha Dias | 11:08 - 18/09/2026 

Alegadamente, esta bateria poderá apresentar uma autonomia superior à do iPhone Air original, que contava com uma capacidade de 3.149mAh e foi um dos elementos mais criticados deste telemóvel quando foi lançado no mercado.
Além de responder a esta crítica, parece que a Apple também tenciona responder a outra insatisfação dos utilizadores do primeiro iPhone Air. Este modelo estava equipado com uma câmara com um único sensor, mas as informações disponíveis notam que a segunda geração terá uma câmara dupla: a qual contará com o mesmo sensor principal de 48MP e uma ultra grande angular também com 48MP.
A Apple continua em silêncio em relação ao iPhone Air 2 e não partilhou quaisquer informações sobre os seus planos para a segunda geração do seu telemóvel ultrafino. Estas novidades pertencem ainda ao domínio dos rumores e, como tal, futuros desenvolvimentos podem vir a resultar em alterações aos planos da Apple.
Ainda não se sabe ao certo quando é que a tecnológica de Cupertino deverá apresentar o iPhone Air 2 mas, a confiar nos rumores que têm circulado, o lançamento deverá acontecer algures durante a primavera de 2027.
Leia Também: Apple diz que vai corrigir erro de software que bloqueia iPhone 18 Pro ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Onde, está, iPhone, 18, Ainda, terá, esperar, pouco, mais</media:keywords>
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<title>Vereadores do PS no Porto lamentam violência &amp;quot;desproporcional&amp;quot;</title>
<link>https://noticias.moosala.co/vereadores-do-ps-no-porto-lamentam-violencia-desproporcional</link>
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<description><![CDATA[ Os vereadores do Partido Socialista na Câmara do Porto lamentaram hoje a &quot;violência desproporcional usada contra uma manifestação pacífica&quot; pela habitação, na Praça D. João I, de que resultaram 37 feridos, segundo o movimento que organiza a acampada.
 
&quot;Os vereadores do PS na Câmara Municipal do Porto lamentam e condenam a violência desproporcional usada contra uma manifestação pacífica que estava em curso na Praça D. João I desde sábado&quot;, pode ler-se em comunicado hoje enviado às redações.
Segundo os socialistas, que são a principal força da oposição no executivo liderado por Pedro Duarte (PSD-CDS-IL), as autoridades policiais &quot;devem esclarecer com prontidão as motivações de uma operação realizada a meio da noite que, sem adequada justificação aparente, pôs em risco a integridade física dos manifestantes e dos agentes policiais envolvidos&quot;.
&quot;Nos termos em que foi realizada, esta operação atenta contra o espírito de defesa da liberdade que sempre caracterizou o Porto e não parece consentânea com os valores do Estado de Direito&quot;, acrescentam.
Os vereadores do PS pedem ainda &quot;sindicância aos procedimentos adotados&quot;, bem como a preparação e a forma da intervenção policial, tendo enviado uma participação à Provedoria da Justiça.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado, com uma acampada que ali começou nesse dia, denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
&quot;Na madrugada desta quinta-feira, às 02:56, as forças policiais intervieram na acampada pela habitação na Praça D. João I, no Porto, numa operação destinada a pôr termo ao protesto&quot;, refere o movimento em comunicado.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
A agência Lusa está a tentar contactar a PSP, mas até agora sem sucesso. Já a Câmara do Porto remeteu qualquer esclarecimento para mais tarde.
Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, ter dito na quarta-feira que seria &quot;absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas&quot; na Praça D. João I&quot;.
Na nota de hoje, o movimento &quot;denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência&quot;, considerando a carga &quot;inaceitável&quot; e pedindo responsabilidades.
Na quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades, como o que já está convocado para Lisboa no sábado.
Na segunda-feira, a Polícia Municipal retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.
Leia Também: Praça D. João I no Porto amanhece vazia após carga policial com feridos ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
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<title>BE questiona MAI sobre carga policial contra manifestantes no Porto</title>
<link>https://noticias.moosala.co/be-questiona-mai-sobre-carga-policial-contra-manifestantes-no-porto</link>
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<description><![CDATA[ O deputado do Bloco de Esquerda (BE) Fabian Figueiredo questionou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI) sobre quem ordenou a carga policial contra manifestantes no Porto e as razões de a operação ter sido feita de madrugada.
 
Em questões remetidas hoje ao Ministério da Administração Interna, Fabian Figueiredo quer saber &quot;quem decidiu, com que fundamento, com que força e com que feridos&quot;, após o movimento que organiza a denominada acampada ter criticado a ação, que ocorreu por volta das 03:00 na Praça D. João I, causando 37 feridos.
&quot;Quem determinou a intervenção de 15 de outubro na Praça D. João I, a que horas e por que via? Que autoridade de polícia, nos termos do artigo 32.º da Lei de Segurança Interna, a decidiu? Foi solicitada pela Câmara Municipal do Porto? O Ministro, o Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna e o Diretor Nacional da PSP foram informados antes ou depois?&quot;, pode ler-se na missiva enviada pelo deputado.
Fabian Figueiredo quer saber se houve detidos, se houve pessoas atingidas por filmarem a atuação policial, se as câmaras portáteis usadas pelos agentes vão ser entregues para preservação de imagens, e o que acontece com os bens apreendidos.
&quot;Em que consistiu a &#039;resistência&#039; que a PSP invocou, se os participantes desmontaram as tendas e as arrumaram a um canto? Que meios coercivos foram usados, por ordem de quem e com que justificação, quando os manifestantes já cumpriam a ordem?&quot;, lança.
O deputado bloquista confronta ainda o Governo sobre as afirmações do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte (PSD-CDS-IL), que quarta-feira disse que os manifestantes queriam &quot;provocar distúrbios&quot; por &quot;ligações internacionais a outras forças&quot; de algumas lideranças.
&quot;Considera o Governo aceitável que quem tutela a Polícia Municipal anuncie na véspera que será &#039;implacável&#039; com uma manifestação pacífica?&quot;, nota.
Por outro lado, pergunta sobre &quot;quem decidiu que serviços municipais recolhessem, sob proteção policial, tendas já desmontadas, cartazes, faixas e mochilas com documentos, telemóveis e carteiras? Foi lavrado auto de apreensão ou inventário?&quot;.
O BE quer saber quantos agentes foram empenhados na ação, quem autorizou a ação &quot;e com que avaliação de risco, tratando-se de um acampamento pacífico de algumas dezenas de pessoas&quot;.
&quot;Porque foi a operação marcada para as três da manhã? Confirma o Governo que começou depois de os jornalistas terem abandonado o local e que decorreu sem a presença de qualquer órgão de comunicação social?&quot;, acrescenta.
O movimento pela habitação que tem protestado no Porto desde sábado, com uma acampada que ali começou nesse dia, denunciou uma carga policial esta madrugada que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
&quot;Na madrugada desta quinta-feira, às 02:56, as forças policiais intervieram na acampada pela habitação na Praça D. João I, no Porto, numa operação destinada a pôr termo ao protesto&quot;, refere o movimento em comunicado.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, ter dito na quarta-feira que seria &quot;absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas&quot; na Praça D. João I&quot;.
Na nota de hoje, o movimento &quot;denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência&quot;, considerando a carga &quot;inaceitável&quot; e pedindo responsabilidades.
Na segunda-feira, a Polícia Municipal retirou cerca de 50 tendas que estavam armadas na praça, fundamentando a câmara que o acampamento ocupava indevidamente o espaço público, levando os manifestantes a dormir ao relento, mantendo o protesto mesmo sem isso.
Na quarta-feira, numa assembleia popular, as pessoas votaram por manter o protesto e voltar a dormir em tendas, manifestando o grupo vontade de &quot;continuar a crescer e não só no Porto&quot;, apelando a outras cidades, como o que já está convocado para Lisboa no sábado.
Leia Também: Vereadores do PS no Porto lamentam violência &quot;desproporcional&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>As melhores câmaras de viagem que cabem no bolso do casaco</title>
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<description><![CDATA[ Os telemóveis de hoje em dia permitem-nos captar os momentos mais especiais das nossas vidas sem precisar de comprar uma câmara propriamente dita e, por serem tão pequenos, podem ser facilmente transportados por todo o lado.
 
Ainda que sejam úteis para o dia a dia, em viagens pode sentir falta de ter uma câmara de melhor qualidade e que não se sinta sempre obrigado a ter de tirar o telemóvel do telemóvel.
Por outro lado, o tamanho das câmaras convencionais faz com que não sejam recomendadas para a maioria das pessoas tendo em conta o espaço adicional que ocupam na bagagem.



 Nothing pode lançar em breve os seus primeiros óculos inteligentes 
Um rumor a circular por uma conhecida página na rede social Bluesky indica que a Nothing está a planear o lançamento dos seus primeiros óculos inteligentes, que chegarão em dois modelos com e sem câmaras.
 Miguel Patinha Dias | 19:30 - 14/10/2026 

Felizmente, hoje em dia já não tem de reservar muito espaço na sua mala de viagem para levar uma câmara de qualidade. Muitas marcas no dia de hoje já vendem câmaras de pequenas dimensões e que são capazes de rivalizar com as que estão integradas em telemóveis comuns.
O site SlashGear decidiu olhar para o panorama deste tipo de câmaras e, caso esteja com uma viagem no horizonte e tenha pensado em investir num gadget deste tipo, recomendamos que dê uma olhadela à galeria acima para saber alguns dos melhores modelos que pode comprar atualmente.
Leia Também: As 5 características que todos os telemóveis devem ter em 2026 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Netflix. Uma das séries mais aguardadas de outubro recebeu novo trailer</title>
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<description><![CDATA[ É já na próxima semana que os aficionados por séries de animação japonesa e pelo jogo “Cyberpunk 2077” poderão assistir a “Cyberpunk: Edgerunners 2” - a muito aguardada segunda temporada da aclamada série lançada em setembro de 2022.
 
A segunda temporada conta com um elenco de personagens completamente novo, mas continua a ter lugar na metrópole Night City e a contar com o ambiente frenético, violento e psicadélico que marcou a primeira temporada.
Tal como aconteceu com a primeira temporada, “Cyberpunk: Edgerunners 2” contará uma história independente ao longo de 10 episódios. Desta forma, mesmo que não tenha visto “Cyberpunk: Edgerunners” ou jogado a “Cyberpunk 2077” poderá ser capaz de apreciar esta nova série desenvolvida pela produtora CD Projekt RED e pelo estúdio de animação Studio Trigger (“Kill la Kill”, “Delicious in Dungeon”).



 O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas 
A Netflix partilhou o primeiro trailer de &quot;Nárnia: O Sobrinho do Mágico&quot;, um novo filme baseado na saga de C. S. Lewis e dirigido por Greta Gerwig, que é o primeiro filme da realizadora desde &quot;Barbie&quot;. Começará por estar disponível apenas nas salas de cinema.
 Miguel Patinha Dias | 10:48 - 14/10/2026 

A estreia de “Cyberpunk: Edgerunners 2” está marcada para o dia 20 de outubro, com todos os episódios a ficarem disponíveis em simultâneo. Sublinhar que, mesmo que ainda não tenha sido confirmada uma eventual terceira temporada, sabemos já que está em desenvolvimento um filme baseado em “Cyberpunk 2077”.
Quem o diz é o site Deadline, que nota que “Cyberpunk 2077” está a caminho do cinema com um filme produzido pela Paramount Pictures. Ao contrário de “Cyberpunk: Edgerunners”, este não será um filme de animação e contará com atores de carne e osso.
A produtora de “Cyberpunk 2077”, a CD Projekt RED, já confirmou a existência do projeto, mas infelizmente ainda não revelou pormenores sobre realizador, produtores, argumentistas ou elenco de atores.
“Estamos entusiasmados por termos a Paramount Pictures como um futuro parceiro que partilha as nossas ambições criativas para a franchise ‘Cyberpunk’”, pode ler-se no comunicado do CEO da CD Projekt RED, Michał Nowakowski, que foi partilhado na rede social X. “Estamos entusiasmados por partilhar mais detalhes na altura apropriada”.



 Surpresa para os fãs. Netflix anuncia nova prequela de &quot;Bridgerton&quot; 
A Netflix anunciou o lançamento de uma nova prequela de &quot;Bridgerton&quot; focada na juventude de Violet e Edmund, com a quinta temporada já confirmada para 2027 e sexta temporada também garantida.
 Miguel Patinha Dias | 08:08 - 11/10/2026 

Apesar da falta de detalhes, a Deadline afirma que o produtor dos filmes “Transformers”, Lorenzo di Bonaventura, também será um dos produtores desta adaptação cinematográfica de “Cyberpunk 2077”.
Lembrar que, apesar de ser hoje em dia um título aclamado pela crítica pelos jogadores, “Cyberpunk 2077” não desfrutou deste estatuto quando foi lançado no final de 2020.
Na altura, o jogo foi duramente criticado pelo estado em que foram lançadas as versões para a PlayStation 4 e Xbox One - chegando mesmo a ser removido da loja virtual da PlayStation. 
Entretanto, a CD Projekt RED focou-se em eliminar os muitos problemas técnicos, corrigir os bugs que impediam a progressão, lançou o jogo para a PlayStation 5 e Xbox Series e até uma expansão. Tudo isto ajudou a mudar a opinião dos jogadores em relação a “Cyberpunk 2077”, com a narrativa a também ter sido alterada com o sucesso de “Cyberpunk: Edgerunners” na Netflix em setembro de 2022.
Leia Também: As 10 minisséries que vai adorar ver na Netflix ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Auriculares sem fios não ligam ao telemóvel? Aqui tem 10 soluções fáceis</title>
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<description><![CDATA[ Os auriculares sem fios estão entre os gadgets mais úteis que pode usar no dia a dia. Além de confortáveis, este tipo de auriculares podem ser usados em qualquer parte sem ter de se preocupar com o comprimento dos fios.
 
Tirando este elemento da “equação”, significa isto que os auriculares sem fios são úteis para usar enquanto pratica corrida, vai ao ginásio, cozinha ou até limpa a sua casa durante o fim de semana. Para o utilizador comum, não sobram dúvidas que há bons motivos para usar auriculares sem fios.
Apesar disso, há problemas que são verificados com alguma frequência nos auriculares sem fios de praticamente todas as marcas e modelos. O facto de a ligação sem fios acontecer via Bluetooth faz com que, de vez em quando, a conexão entre os auriculares e o telemóvel tenha alguns problemas.



 Dormir no avião? É possível com estes auscultadores e auriculares 
Quem já usou auscultadores ou auriculares equipados com tecnologia de cancelamento de ruído sabe bem que é uma das funcionalidades mais úteis destes gadgets, sobretudo para quem tem problemas em adormecer durante viagens de avião.
 Miguel Patinha Dias | 11:13 - 06/10/2026 

Ao encontrar este tipo de problemas poderá pensar que os seus auriculares sem fios se estragaram e que não tem outra solução a não ser contactar a assistência técnica especializada. A verdade é que não tem de ir tão longe e, no que diz respeito aos auriculares sem fios, há imensas questões que podem ser facilmente resolvidas sem necessitar da ajuda de especialistas.
Abaixo pode encontrar as nossas dicas para resolver alguns dos problemas mais comuns com auriculares sem fios.
Como resolver problemas de ligação entre os auriculares e o telemóvel:

Verifique se os auriculares estão ligados;
Coloque os auriculares na caixa com a tampa aberta e tente emparelhar com o telemóvel;
Assegure-se que os auriculares não estão conectados a outro dispositivo;
Selecione a opção Esquecer dos auriculares e tente emparelhar novamente;
Verifique se os auriculares (e a caixa) estão devidamente carregados;
Trate de reiniciar o telemóvel, computador ou portátil;
Desative e ative novamente a ligação Bluetooth;
Atualize o sistema operativo do telemóvel e também os auriculares;
Verifique se as saídas de som nos auriculares estão obstruídas;
Teste os auriculares em outros dispositivos, o que lhe vai indicar a origem do problema.

Leia Também: São bons, mas estes 4 auscultadores não valem o preço que têm ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 10:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Livre quer explicações sobre intervenção da PSP em protesto da Habitação</title>
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<description><![CDATA[ O porta-voz do Livre Jorge Pinto pediu hoje explicações sobre a intervenção da madrugada da PSP no Porto, onde o Movimento pela Habitação se concentrava, alegando &quot;uso desproporcional da força&quot; sobre os manifestantes.
 
&quot;Completamente inaceitável o uso desproporcional da força por parte da PSP esta madrugada, no Porto. Uma ação que foi sempre pacífica e ordeira, reprimida à força e que levou tudo à frente, exigem-se explicações&quot;, escreve Jorge Pinto, na rede social Bluesky.
O Movimento pela Habitação, em protesto no Porto desde sábado, denunciou, em comunicado, que durante a madrugada de hoje houve uma intervenção policial que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
&quot;Na madrugada desta quinta-feira, às 02:56, as forças policiais intervieram na acampada pela habitação na Praça D. João I, no Porto, numa operação destinada a pôr termo ao protesto&quot;, refere o movimento em comunicado.
De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.
Leia Também: Praça D. João I no Porto amanhece vazia após carga policial com feridos ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Anthropic gera 16,8 mil milhões de dólares antes de entrar na bolsa</title>
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<description><![CDATA[ A Anthropic anunciou receitas de 16,8 mil milhões de dólares (14,8 mil milhões de euros) no terceiro trimestre, mais 45% face ao trimestre anterior, informaram vários &#039;media&#039;, a poucas semanas de entrar na bolsa.
 
Estes números, não auditados, foram apresentados na quarta-feira durante um evento reservado a investidores institucionais na sede da empresa, em São Francisco, de acordo com a Bloomberg e o Financial Times (FT). A empresa norte-americana de inteligência artificial (IA) recusou-se a fazer comentários.
No entanto, o crescimento está a abrandar: o as receitas tinham mais do que duplicado na primavera, passando de 4,8 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros) no primeiro trimestre para 11,6 mil milhões (10,6 mil milhões de euros) no segundo.
A empresa afirma ainda ter sido rentável pelo segundo trimestre consecutivo, numa &quot;base ajustada&quot;, um indicador não normalizado que exclui, nomeadamente, a remuneração em ações, de acordo com o Financial Times.



 Líder da Anthropic recebeu 16 milhões de euros em 2025 
A informação sobre a compensação total do cofundador e CEO da Anthropic, Dario Amodei, tornou-se conhecida a partir de documentos submetidos pela empresa em preparação para uma entrada em bolsa.
 Miguel Patinha Dias | 19:30 - 07/10/2026 

Segundo documentos consultados pela Bloomberg e outros meios de comunicação social, a empresa registou prejuízos de quase 42 mil milhões de dólares (37,5 mil milhões de euros) em 2025. Desse total, cerca de 34 mil milhões (30,4 mil milhões de euros) resultam de ajustamentos contabilísticos que não implicaram uma saída efetiva de dinheiro.
O prejuízo operacional, mais próximo das despesas efetivamente realizadas, ultrapassou os oito mil milhões de dólares (7,14 mil milhões de euros), para receitas de 4,6 mil milhões de dólares (4,1 mil milhões de euros) em 2025.
A Anthropic afirma também que, atualmente, gera mais caixa do que consome e arrecada 1,7 dólares (1,61 euros) de receitas por cada dólar gasto em capacidade de computação, de acordo com estas fontes.
Estes indicadores não podem ser verificados na ausência de contas publicadas: o prospeto, apresentado de forma confidencial em junho, ainda não foi divulgado.
No entanto, estas receitas continuam a ser muito inferiores aos montantes investidos na corrida à IA. Cada geração de modelos exige mais capacidade de computação para ser treinada e, posteriormente, para responder a uma procura que excede as capacidades disponíveis.



 Anthropic proíbe que utilizadores sejam cruéis com os seus modelos de IA 
A Anthropic atualizou as regras de utilização dos seus modelos de IA, proibindo comportamentos abusivos ou cruéis com os modelos, como o Claude e o Claude Code.
 Miguel Patinha Dias | 10:40 - 09/10/2026 

A Anthropic, que aluga a maior parte da capacidade de computação à Amazon, ao Google ou à SpaceX, prevê mais de 500 mil milhões de dólares (446,6 mil milhões de euros) em despesas de infraestruturas ao longo de dez anos, de acordo com o FT.
A Anthropic poderá iniciar a venda de ações já na semana de 09 de novembro, com vista a uma cotação antes do Dia de Ação de Graças, a 26 de novembro, antecipa a Bloomberg, atualizando um calendário já adiado várias vezes: no final de agosto, a agência norte-americana tinha anunciado a publicação do dossiê de cotação nos dias seguintes.
A empresa nunca confirmou uma data.
Os investidores avaliam a empresa entre 1.800 e 2.000 mil milhões de dólares (1.607 e 1.786 mil milhões de euros), o dobro da valorização em maio (965 mil milhões de dólares/862 mil milhões de euros).
A entrada na bolsa poderá ultrapassar o recorde estabelecido pela SpaceX, que angariou 85,7 mil milhões (76,5 mil milhões de euros) em junho.
Numa versão preliminar do prospeto, a Anthropic reiterou a potenciais investidores que a IA que está a desenvolver poderá representar &quot;riscos existenciais para a humanidade&quot;, de acordo com o documento citado pelo FT.
Leia Também: Anthropic: IA coloca &quot;riscos catastróficos e existenciais à humanidade&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
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<title>NOS testa 5G e satélite para garantir conectividade em rotas marítimas</title>
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<description><![CDATA[ A NOS participou no projeto piloto que combina 5G e satélite, em parceria com a CAPTEMP e a FOSSA Satellite, que garante a conectividade em rotas marítimas mais remotas, sem cobertura de rede móvel terrestre, foi hoje divulgado.
 
&quot;Desenvolvida no âmbito da TestBed 5G da NOS, a solução foi testada para garantir a monitorização contínua de contentores refrigerados durante o transporte marítimo&quot;, refere a NOS, em comunicado.
Segundo a operadora, &quot;o transporte marítimo de mercadorias com requisitos de controlo térmico, como produtos farmacêuticos, enfrenta um desafio crítico: a ausência de cobertura de redes móveis terrestres em alto mar impede a monitorização contínua de parâmetros essenciais, como temperatura, humidade e estados de alarme. Qualquer falha na cadeia de frio pode representar riscos para a saúde pública, bem como desperdício e perdas económicas significativas&quot;.



 Meo cria rede móvel tática 4G/5G para Exército em cenários de emergência 
A Meo anunciou que desenvolveu e forneceu ao Exército português uma solução móvel de comunicações táticas 4G/5G, que permite criar uma rede móvel privada e autónoma para assegurar comunicações em cenários de emergência.
 Lusa | 13:36 - 14/10/2026 

Face a este desafio, foi desenvolvida uma solução híbrida, que combina as redes 5G e satélite, &quot;com comutação automática entre as duas tecnologias de acordo com a disponibilidade de cobertura&quot;.
Esta solução &quot;foi testada durante uma viagem marítima entre Lisboa e o Funchal, a bordo de um navio da GS Lines&quot;.
Nas zonas costeiras e portuárias, &quot;os dispositivos de monitorização da CAPTEMP utilizaram a rede 5G (com benefícios energéticos e alta fiabilidade)&quot;, acrescenta a NOS.
Em alto mar, &quot;quando deixou de existir cobertura terrestre, o sistema passou automaticamente para comunicações não terrestres através da constelação de nano satélites da FOSSA Satellite&quot;.
Os dados recolhidos pelos dispositivos da CAPTEMP são encaminhados para a sua plataforma central, onde são armazenados, analisados e disponibilizados aos utilizadores.



 Internet fraca? Estes são os 8 &quot;inimigos&quot; do Wi-Fi de sua casa 
Ainda que muitos levem em conta que o router deve ser colocado num local central de sua casa, há quem ignore que determinados objetos podem interferir com a qualidade do sinal Wi-Fi.
 Miguel Patinha Dias | 11:34 - 12/10/2026 

Deste modo, &quot;é possível acompanhar parâmetros como a temperatura e identificar desvios em tempo útil, bem como manter o histórico de cada viagem para efeitos de auditoria e rastreabilidade&quot;.
Em síntese, esta solução contribui para a preservação da integridade dos produtos transportados e para reduzir o desperdício associado a eventuais falhas na cadeia de frio.
&quot;Ao combinarmos a nossa rede móvel 5G com conectividade por satélite, conseguimos estender o alcance da nossa infraestrutura para além das zonas com cobertura terrestre e reforçar a resiliência das comunicações&quot;, afirma o administrador com pelouro tecnológico (CTO) da NOS, Jorge Graça, citado em comunicado.
Este projeto &quot;demonstra, de forma concreta, como a integração destas duas tecnologias pode responder a necessidades reais de diferentes setores, seja ele o de transporte de mercadorias sensíveis ou de missão crítica&quot;, conclui.
&quot;Estamos extremamente orgulhosos do sucesso desta demonstração da nossa conectividade IoT por satélite num ambiente marítimo real e particularmente exigente&quot;, diz, por sua vez, o presidente executivo (CEO) da FOSSA, Julián Fernández.
Este projeto &quot;comprova que a nossa constelação de satélites pode complementar de forma integrada as redes terrestres 5G, permitindo a monitorização contínua e fiável de ativos críticos, mesmo nas localizações mais remotas&quot; e, além &quot;da conquista tecnológica, representa um importante marco comercial para a FOSSA&quot;, refere o gestor.
&quot;Encaramos este resultado como o início de uma nova fase de crescimento comercial da nossa constelação e de adoção crescente dos nossos serviços de IoT [Internet das Coisas] por satélite a nível mundial&quot;, remata o CEO.
Leia Também: Rússia vai investir em sistemas de bloqueio de Internet ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>WhatsApp permite chamadas sem conta ou app instalada</title>
<link>https://noticias.moosala.co/whatsapp-permite-chamadas-sem-conta-ou-app-instalada</link>
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<description><![CDATA[ O WhatsApp anunciou o lançamento de uma nova funcionalidade que permitirá aos utilizadores do serviço convidarem para uma chamada pessoas que não tenham a app instalada no dispositivo ou sequer uma conta criada. A atualização já começou a chegar a alguns utilizadores, adivinhando-se que fique disponível para todos os sistemas operativos em breve.
 
Para convidar uma pessoa que não tenha conta no WhatsApp para participar numa videochamada é fácil e só terá de abrir a aplicação, ir até ao separador de Chamadas, pressionar o botão verde no canto inferior esquerdo e escolher a opção Nova ligação para chamada.
Será então levado para uma nova página onde terá as opções de enviar o link via WhatsApp, copiar o link para enviar manualmente ou até selecionar a opção partilhar que lhe permite enviar através de apps que já tenha instaladas - como é o caso do Gmail, do Teams, etc.



 Uma das funcionalidades mais pedidas do WhatsApp está (quase) a chegar 
Há anos que os utilizadores do WhatsApp pedem que a empresa lance a funcionalidade que permite agendar o envio de mensagens e, ao que parece, a opção chegou agora à versão beta da app.
 Miguel Patinha Dias | 12:06 - 12/10/2026 

“Os convidados podem usar as mesmas funcionalidades essenciais da chamada, como partilhar o ecrã do computador para colaborar e rever materiais, reagir com um polegar para cima ou um emoji de coração ou levantar a mão para participar”, pode ler-se na publicação de blogue do WhatsApp.
É importante também mencionar que o utilizador que seja convidado para participar por via destes links poderá ter que ser aprovado pelo criador da videochamada para entrar na sessão, com uma opção nas definições a ativar esta medida de segurança adicional.
“Qualquer pessoa que adira como convidado/a precisa da aprovação do organizador da chamada. Os convidados vão entrar numa sala de espera até que o organizador os deixe entrar e os convidados podem ser removidos da chamada em qualquer altura. Os convidados não podem ver os números de telemóvel dos outros participantes, enviar mensagens nem adicionar outras pessoas diretamente à chamada”, explica a empresa.



 WhatsApp testa funcionalidade para lembrar aniversários dos seus contatos 
Uma nova versão beta do WhatsApp para a app Android revela que a empresa se encontra a desenvolver um novo separador dedicado a contatos, incluindo lembretes para datas de aniversário.
 Miguel Patinha Dias | 09:00 - 08/10/2026 

Estas chamadas são completamente gratuitas, suportam um total de 32 pessoas, não têm limites de duração e contam com a encriptação ponto a ponto do WhatsApp, garantindo assim a privacidade dos utilizadores.
O WhatsApp promete não se ficar por aqui e adianta que “ainda este ano”, irá “implementar novas integrações de calendário para que possa criar uma chamada pelo WhatsApp diretamente a partir do seu calendário Google ou Outlook”.
Leia Também: WhatsApp: Atualização impede uso em telemóveis com sistema desatualizado ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Anthropic gera16,8 mil milhões de dólares antes de entrar na bolsa</title>
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<description><![CDATA[ A Anthropic anunciou receitas de 16,8 mil milhões de dólares (14,8 mil milhões de euros) no terceiro trimestre, mais 45% face ao trimestre anterior, informaram vários &#039;media&#039;, a poucas semanas de entrar na bolsa.
 
Estes números, não auditados, foram apresentados na quarta-feira durante um evento reservado a investidores institucionais na sede da empresa, em São Francisco, de acordo com a Bloomberg e o Financial Times (FT). A empresa norte-americana de inteligência artificial (IA) recusou-se a fazer comentários.
No entanto, o crescimento está a abrandar: o as receitas tinham mais do que duplicado na primavera, passando de 4,8 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros) no primeiro trimestre para 11,6 mil milhões (10,6 mil milhões de euros) no segundo.
A empresa afirma ainda ter sido rentável pelo segundo trimestre consecutivo, numa &quot;base ajustada&quot;, um indicador não normalizado que exclui, nomeadamente, a remuneração em ações, de acordo com o Financial Times.



 Líder da Anthropic recebeu 16 milhões de euros em 2025 
A informação sobre a compensação total do cofundador e CEO da Anthropic, Dario Amodei, tornou-se conhecida a partir de documentos submetidos pela empresa em preparação para uma entrada em bolsa.
 Miguel Patinha Dias | 19:30 - 07/10/2026 

Segundo documentos consultados pela Bloomberg e outros meios de comunicação social, a empresa registou prejuízos de quase 42 mil milhões de dólares (37,5 mil milhões de euros) em 2025. Desse total, cerca de 34 mil milhões (30,4 mil milhões de euros) resultam de ajustamentos contabilísticos que não implicaram uma saída efetiva de dinheiro.
O prejuízo operacional, mais próximo das despesas efetivamente realizadas, ultrapassou os oito mil milhões de dólares (7,14 mil milhões de euros), para receitas de 4,6 mil milhões de dólares (4,1 mil milhões de euros) em 2025.
A Anthropic afirma também que, atualmente, gera mais caixa do que consome e arrecada 1,7 dólares (1,61 euros) de receitas por cada dólar gasto em capacidade de computação, de acordo com estas fontes.
Estes indicadores não podem ser verificados na ausência de contas publicadas: o prospeto, apresentado de forma confidencial em junho, ainda não foi divulgado.
No entanto, estas receitas continuam a ser muito inferiores aos montantes investidos na corrida à IA. Cada geração de modelos exige mais capacidade de computação para ser treinada e, posteriormente, para responder a uma procura que excede as capacidades disponíveis.



 Anthropic proíbe que utilizadores sejam cruéis com os seus modelos de IA 
A Anthropic atualizou as regras de utilização dos seus modelos de IA, proibindo comportamentos abusivos ou cruéis com os modelos, como o Claude e o Claude Code.
 Miguel Patinha Dias | 10:40 - 09/10/2026 

A Anthropic, que aluga a maior parte da capacidade de computação à Amazon, ao Google ou à SpaceX, prevê mais de 500 mil milhões de dólares (446,6 mil milhões de euros) em despesas de infraestruturas ao longo de dez anos, de acordo com o FT.
A Anthropic poderá iniciar a venda de ações já na semana de 09 de novembro, com vista a uma cotação antes do Dia de Ação de Graças, a 26 de novembro, antecipa a Bloomberg, atualizando um calendário já adiado várias vezes: no final de agosto, a agência norte-americana tinha anunciado a publicação do dossiê de cotação nos dias seguintes.
A empresa nunca confirmou uma data.
Os investidores avaliam a empresa entre 1.800 e 2.000 mil milhões de dólares (1.607 e 1.786 mil milhões de euros), o dobro da valorização em maio (965 mil milhões de dólares/862 mil milhões de euros).
A entrada na bolsa poderá ultrapassar o recorde estabelecido pela SpaceX, que angariou 85,7 mil milhões (76,5 mil milhões de euros) em junho.
Numa versão preliminar do prospeto, a Anthropic reiterou a potenciais investidores que a IA que está a desenvolver poderá representar &quot;riscos existenciais para a humanidade&quot;, de acordo com o documento citado pelo FT.
Leia Também: Anthropic: IA coloca &quot;riscos catastróficos e existenciais à humanidade&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Lei australiana visa proteger crianças dos gigantes da tecnologia</title>
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<description><![CDATA[ O Governo australiano apresentou hoje um projeto de lei que visa combater o acesso &quot;sem limites&quot; dos gigantes da tecnologia às crianças e permitir que os utilizadores das redes sociais se mantenham à distância dos poderosos algoritmos.
 
No projeto de lei sobre o &quot;dever de vigilância digital&quot;, o Governo trabalhista de centro-esquerda pretende obrigar Facebook, TikTok ou Instagram, entre outros, a permitir que os utilizadores desativem os algoritmos de recomendação que determinam o conteúdo exibido nos respetivos &#039;feeds&#039;, para que possam escolher melhor o que consultam.
O texto prevê que os gigantes da tecnologia sejam também diretamente responsabilizados pela proteção dos menores de 18 anos contra a pornografia, o assédio online, os conteúdos que glorificam a criminalidade ou aqueles que incentivam distúrbios alimentares.



 OpenAI admite falhas na resposta a ataque a sistema de saúde australiano 
O diretor de estratégia da OpenAI, Jason Kwon, admitiu que a resposta da empresa ao acesso não autorizado de um agente de IA a um portal de saúde pública australiano foi insuficiente.
 Lusa | 08:03 - 06/10/2026 

&quot;O problema é que deixámos que os gigantes da tecnologia testassem os seus produtos em condições reais nos australianos&quot;, declarou a ministra das Comunicações, Anika Wells, no National Press Club de Camberra, depois de ter apresentado o projeto de lei ao Parlamento australiano.
Em causa, no &quot;argumento simples&quot; invocado pela ministra, a questão resume-se ao seguinte: &quot;se criares algo, és responsável pelos riscos que isso comporta&quot;.
&quot;Um dia (...), diremos a nós próprios: &#039;Não consigo acreditar que, há pouco tempo, tenhamos permitido que os gigantes da tecnologia tivessem acesso ilimitado aos nossos filhos&#039;&quot;.
A Austrália aprovou no ano passado uma legislação, até então inédita em todo o mundo, que proíbe as crianças com menos de 16 anos de aceder a uma série de redes sociais. No entanto, dados publicados em agosto revelam que esta faixa etária utiliza cada vez mais plataformas como o Instagram ou o TikTok, apesar da proibição.



 Turquia proíbe acesso a redes sociais a menores de 15 anos 
A Turquia proibiu a utilização das redes sociais a menores de 15 anos, juntando-se a países que procuram proteger crianças dos perigos das plataformas digitais. A medida entra em vigor em novembro e exige verificação de idade pelos fornecedores.
 Lusa | 10:50 - 10/10/2026 

&quot;Não hesitaremos em pedir contas às empresas tecnológicas quando a segurança dos nossos cidadãos mais jovens estiver em jogo&quot;, assegurou a ministra.
O percurso legislativo do projeto de lei é, porém, incerto: o Partido Trabalhista precisa do apoio dos Verdes (esquerda) para que seja aprovado pelo Senado.
A oposição conservadora comprometeu-se a &quot;lutar contra este projeto em todas as etapas&quot; e considera que a proposta confere ao Governo um poder excessivo em matéria de controlo da liberdade de expressão.
Leia Também: Facebook testa nova funcionalidade de personalização do feed com IA ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Passos vs. Montenegro? &amp;quot;Estou sempre disponível para ser o casamenteiro&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, que chegou a ser membro do Governo de Pedro Passos Coelho e está agora no Executivo de Luís Montenegro, brincou, esta quarta-feira, confessando estar &quot;sempre disponível para ser o casamenteiro&quot; entre os dois, mas garantiu que ambos mantêm uma relação de respeito, apesar das críticas recentes do antigo primeiro-ministro à forma como o atual tem conduzido o país.
 
&quot;Eu estou sempre disponível para ser o casamenteiro do regime&quot;, assegurou, frisando, ainda assim que Passos e Montenegro são &quot;amigos há muitos anos&quot;.
&quot;Aliás somos todos amigos há muitos anos. Um defende um caminho, outro defende outro. Agora, isto não está cá para cupidos, e o Miguel Pinto Luz tem muito que fazer, não tem tempo para essas coisas&quot;, ironizou.
No final da entrevista que deu esta noite na CNN Portugal, o ministro das Infraestruturas assegurou que a relação entre Luís Montenegro e Passos Coelho é &quot;uma relação descomplexada&quot;.
&quot;Fui membro, com muita honra, do Governo de Pedro Passos Coelho&quot;, ressalvou. &quot;E, hoje, sou membro, com muita honra, do Governo de Luís Montenegro. Ambos têm algo em comum: o compromisso absoluto com Portugal. Têm visões diferentes dos caminhos que têm de ser trilhados para chegar a esse compromisso com Portugal.&quot;
Na ótica do ministro das Infraestruturas, o &quot;Governo não pode meter a cabeça debaixo de água e não ouvir um antigo primeiro-ministro. Ainda por cima da sua área política e do seu partido&quot;. Ainda assim, Pinto Luz acredita que Montenegro ouviu e &quot;ouve sempre todos&quot;.
Por outro lado, Pinto Luz acha &quot;difícil&quot; o Governo fazer um caminho diferente do que aquele que tem feito na sua relação com o Chega.
&quot;Objetivamente, o mandato que foi conferido a Luís Montenegro foi claro&quot; e este mandato &quot;é um mandato que lhe confere capacidade de governar mas tem de ser com equilíbrios, tem de governar com o Chega, com o PS, e conseguindo fazer políticas à Direita e à Esquerda consoante pode implementar políticas&quot;.
A entrevista de Passos e a resposta de Montenegro
Luís Montenegro já tinha reagido à entrevista que Passos Coelho deu no domingo, na SIC Notícias, onde o antigo primeiro-ministro considerou que, no início da legislatura, o Partido Social Democrata (PSD) &quot;tinha a obrigação&quot; de ter tentado um acordo com o Chega e a Iniciativa Liberal (IL). Em resposta, Montenegro vincou que &quot;este PSD não precisa, não deve e o país não ganha nada se estiver acorrentado ao partido que está à nossa Direita&quot;.
&quot;Tivemos uma eleição, tivemos um congresso. Já tínhamos tido a eleição nacional, portanto temos agora um duplo compromisso: o compromisso com o povo e o compromisso com os militantes do PSD, e esse compromisso é para cumprir. Não vamos andar mês a mês, trimestre a trimestre, ou semestre a semestre a repetir as decisões. As decisões estão tomadas e são para levar até ao fim. Não tenho dúvidas: este PSD não precisa, não deve e o país não ganha nada se estiver acorrentado ao partido que está à nossa direita e que é, hoje, o segundo partido com maior representação parlamentar na Assembleia da República&quot;, disse Montenegro, no jantar de comemoração da vitória autárquica de Pedro Duarte à Câmara Municipal do Porto, na segunda-feira.
De notar que Pedro Passos Coelho argumentou, em entrevista à SIC Notícias, que o PSD &quot;tinha a obrigação&quot; de ter tentado um acordo com o Chega e a IL, no início da legislatura, porque os três partidos somaram mais de 60% dos votos no último sufrágio.
&quot;Se no fim de todo este período não for possível a estas três forças políticas apresentarem um suporte mínimo para reformas importantes que o país precisa de fazer, eu julgo que todos eles serão penalizados. Uns mais do que outros, mas todos eles serão penalizados&quot;, advertiu, no domingo, defendendo que o PSD deveria chegar-se à frente, por ter sido o partido mais votado.
Passos Coelho manifestou ainda a expectativa de que o PSD possa vir a ser &quot;bem-sucedido&quot; na governação, assim como que possa sair do que classificou como uma &quot;armadilha política imensa&quot; de fazer acordos ora com o PS ora com o Chega, uma conjetura que, na sua ótica, impede o Executivo de fazer reformas profundas.



 Passos defende acordo com Chega e IL. Regresso? &quot;Se um dia equacionar...&quot; 
Pedro Passos Coelho considerou que o PSD devia procurar apoio à Direita, sublinhando que havia a &quot;obrigação de explorar essa possibilidade&quot;. O antigo primeiro-ministro garantiu ainda que, apesar das suas recentes críticas ao Governo, não é candidato a nada.
 Márcia Guímaro Rodrigues | 22:34 - 11/10/2026 
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<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Corvo? &amp;quot;Em pleno 2026 temos uma ilha sem abastecimento marítimo regular&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS/Açores responsabilizou hoje o Governo Regional pela falta de planeamento que deixou a ilha do Corvo sem abastecimento marítimo regular de mercadorias, alertando para implicações no fornecimento de bens essenciais e transporte.
 
&quot;Estamos em pleno ano de 2026 e temos uma ilha dos Açores sem abastecimento marítimo regular há mais de três semanas. Faltam bens de primeira necessidade, há estabelecimentos em risco de fechar portas e os agricultores acumulam prejuízos. Isto é uma vergonha e é absolutamente inaceitável&quot;, afirmou Francisco César.
Citado numa nota de imprensa do partido, o líder regional do PS considerou &quot;absolutamente inaceitável&quot; que a mais pequena ilha açoriana esteja há quase um mês sem abastecimento marítimo regular de mercadorias, criticando ainda o executivo açoriano (PSD/CDS-PP/PPM) pela ausência de uma alternativa eficaz à paragem do navio Thor B para manutenção.
O líder socialista açoriano destaca particularmente a situação dos agricultores do Corvo, que, segundo a nota, aguardam há três semanas pelo transporte de mais de 100 animais para fora da ilha, enfrentando custos adicionais e prejuízos que aumentam diariamente.
&quot;Cada dia que passa representa mais encargos e mais dificuldades para os nossos agricultores. O Governo Regional não pode continuar a ignorar uma situação que está a causar elevados prejuízos a quem trabalha e produz no Corvo&quot;, aponta Francisco César.
O líder do PS/Açores alerta também para a escassez de bens essenciais no comércio local e para o risco de encerramento do único restaurante da ilha.
A situação ocorre &quot;numa altura em que o Corvo recebe dezenas de visitantes de várias partes do mundo para a observação de aves, uma atividade que há vários anos contribui para prolongar a época turística e dinamizar a economia local&quot;, assinala o partido.
Francisco César sustenta que a resposta do Governo Regional tem sido insuficiente.
&quot;E perante tudo isto, o que faz o Governo Regional? Anuncia, promete, mas não resolve. Sabia que o navio iria parar para manutenção e tinha a obrigação de garantir uma alternativa eficaz&quot;, critica.
Para o líder regional do PS, &quot;o envio pontual de algumas paletes de água e leite a partir das Flores&quot; não resolve a situação, nem resolve o problema do transporte dos animais e não substitui o abastecimento marítimo regular.
Francisco César exige que o Governo Regional apresente ainda hoje uma solução concreta para restabelecer o abastecimento e garantir o transporte dos mais de 100 animais.
&quot;Caso não exista uma resposta marítima imediata&quot;, o líder do PS/Açores defende que seja solicitado o apoio da Força Aérea Portuguesa para o transporte urgente de bens essenciais, salientando que se trata apenas de uma medida de emergência.
&quot;O Corvo não pode continuar esquecido. Os corvinos merecem respeito, os agricultores precisam de soluções e o Governo Regional tem de assumir as suas responsabilidades e agir já&quot;, reforça Francisco César, citado na nota do PS/Açores.
Leia Também: Embalagem com 1,4 kg de cocaína dá à costa na ilha do Corvo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Apple lança coluna da Beats inspirada em &amp;quot;Pokémon&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Poderá estar certamente lembrado de uma recente visita do Pikachu à sede da Apple em Cupertino, nos EUA. Tal como se previa, parece que a ocasião resultou numa colaboração entre a The Pokémon Company e a Apple que toma agora a forma de uma edição especial da coluna Beats Pill.
 
Como pode ver no vídeo acima, esta edição da Beats Pill é praticamente idêntica à que já se encontra disponível, mas conta com o (popular) Pikachu e com o (menos conhecido, mas igualmente apreciado pelos fãs) Mimikyu na face frontal.
“Os treinadores de Pokémons estão entre os mais apaixonados do mundo e vimos uma oportunidade de canalizar essa energia para algo divertido”, declarou o CMO da Beats, Chris Thorne. “Esta colaboração une duas marcas enraizadas na cultura, oferecendo aos fãs uma nova forma de expressarem o seu amor pelos Pokémons através do som”.
Infelizmente, não é ainda claro se esta edição da coluna Beats Pill chegará a Portugal. No entanto, sabe-se que no Reino Unido custará 149,99 libras - o equivalente a 177,40 euros.
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Netflix vai transmitir jogos do Mundial 2030 em Espanha e Andorra</title>
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<description><![CDATA[ A Netflix anunciou que, pela primeira vez, vai transmitir todos os jogos do Mundial 2030. Porém, esta transmissão apenas poderá ser vista em Espanha e em Andorra, o que significa que nestes territórios só será preciso ter uma subscrição ativa para assistir à competição.
 
Não são conhecidos os termos do acordo entre a FIFA e a Netflix, mas sabe-se que os termos estendem-se a todos os 104 jogos que vão compor a próxima edição do Mundial. De acordo com as leis locais, a Netflix compromete-se ainda a disponibilizar gratuitamente - via canais tradicionais - um jogo por dia, incluindo todos os jogos da seleção de Espanha.
Lembrar que esta é a mesma edição que será organizada por Portugal, Espanha e Marrocos.



 O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas 
A Netflix partilhou o primeiro trailer de &quot;Nárnia: O Sobrinho do Mágico&quot;, um novo filme baseado na saga de C. S. Lewis e dirigido por Greta Gerwig, que é o primeiro filme da realizadora desde &quot;Barbie&quot;. Começará por estar disponível apenas nas salas de cinema.
 Miguel Patinha Dias | 10:48 - 14/10/2026 

“Poucos eventos unem as pessoas como o Mundial”, declarou em comunicado partilhado com a revista Variety a diretora de conteúdos da Netflix, Bela Bajaria. “A nossa parceria em expansão com a FIFA, que inclui o Campeonato do Mundo Feminino em 2027 e 2031 nos EUA e Canadá, reflete o nosso compromisso contínuo de aproximar os fãs dos maiores eventos desportivos do mundo”.
Além dos jogos propriamente ditos, sabe-se que a cobertura da Netflix incluirá conteúdos antes e depois dos jogos e ainda para os intervalos.
“A ambição que partilhamos é aproximar os adeptos do jogo e permitir que o maior número possível de pessoas partilhe a emoção da competição”, declarou o secretário-geral da FIFA, Mattias Grafström.
Leia Também: Os 10 filmes de suspense (e sedução) que precisa de ver na Netflix ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Campanha de Lula aciona Justiça contra Meta por uso enviesado de IA</title>
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<description><![CDATA[ A campanha do Presidente brasileiro, Lula da Silva, candidato à reeleição, acionou hoje a Justiça Eleitoral contra a Meta por acusar a plataforma de viés em favor de Flávio Bolsonaro, e reportou a denúncia a entidades internacionais.
 
Na petição protocolizada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Lula acusa a empresa de «restringir o alcance de publicações da campanha» de Lula e de seus apoiantes, enquanto «conteúdos associados à candidatura de Flávio Bolsonaro teriam recebido distribuição desproporcional.»
No fim de semana, a própria Meta erros técnicos ao não impulsionar conteúdo da campanha do Lula e interrupções na contagem de visualizações, mas negou viés no algoritmo.
A ação do candidato do Partido dos Trabalhadores também questiona o funcionamento da ferramenta de inteligência artificial Meta AI, disponível no WhatsApp, «e pede medidas urgentes para corrigir o que classifica como tratamento desigual na disputa eleitoral».
A partir de relatos de utilizadores nas redes sociais, a Lusa testou o uso da ferramenta de IA e identificou problemas parecidos ao associar o nome dos candidatos e seus respetivos números nas runas.
A ferramenta gera imagens de bandeiras e camisas com «Flávio 22», mas não de «Lula 13». No entanto, se o comando for «Flávio Bolsonaro 22» a plataforma não gera o conteúdo.
A reportagem questionou a própria interface de comando e a Meta IA gerou uma reposta em que explica ser «neutra» e foi feita «para tratar todos os pedidos políticos da mesma forma, seja do Flávio, do Lula ou de qualquer outro».
«O que aconteceu aqui foi que o meu sistema de geração de imagens tem filtros automáticos de segurança, e alguns pedidos acabaram sendo bloqueados por esses filtros. Isso não foi uma escolha para favorecer um lado», explicou.
Para o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, as big techs sempre favoreceram a extrema, e citou, como exemplo o Brexit no Reino Unido em 2016.
«Eles estão objetivamente interferindo nas eleições brasileiras», declarou a jornalistas o chegar no comité de campanha de Lula da Silva, em Brasília.
Durante conferência de imprensa, a coordenação de campanha do petista explicou que o partido fez reunião com partidos e entidades representativas em defesa da democracia de 11 países para expor o que chamaram de «interferência externa nas eleições brasileiras».
Os países são: Estados Unidos, Reino Unido, Argentina, Chile, Espanha, Colômbia, Guatemala, Honduras, Moçambique, Uruguai e Venezuela.
«São parlamentares, são partidos, são entidades da sociedade civil organizada que defendem a democracia, que defende eleições limpas no mundo inteiro», explicou um dos coordenadores da campanha de Lula, o senador e ex-ministro da Educação Camilo Santana.
«Então são com esses organismos que temos procurado conversar e que podem falar nos seus parlamentos, que possam reverberar essa denúncia em todo mundo», completou.
Para quinta-feira, o PT convidou observadores internacionais credenciados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre eles Organização dos Estados Americanos (OEA), para apresentar um relatório com todos os problemas ligados «à interferência externa» das big techs, ao citar especificamente a Meta.
A campanha de Lula também formalizará denúncia junto à OEA e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – autoridade brasileira responsável por fiscalizar e regular as redes sociais no país – sobre o tema.
«Não é razoável que a página oficial [no Instagram] do atual presidente da República, candidato à reeleição, fique sem o botão de repost disponível durante tantas horas como tem ficado», avaliou Edén Valadares, secretário de comunicação PT.
«Não é possível que as postagens do presidente Lula não tenham o botão do stories indisponibilizado, como tem feito», realçou.
De maneira geral, os interlocutores do Partido dos Trabalhadores e da campanha de Lula disseram à imprensa que querem eleições limpas, e que a Justiça Eleitoral, através do TSE, faça cobrança dura às plataformas digitais.
Leia Também: Lula escreve aos evangélicos e Flávio Bolsonaro responde com ironia ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:00:05 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Espanha está a colher o que semeou&amp;quot; na imigração ilegal e na habitação</title>
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<description><![CDATA[ O CDS-PP defendeu hoje que &quot;Espanha está a colher o que semeou&quot;, com problemas como a imigração ilegal e a crise na habitação, alertando para &quot;ameaças graves&quot; nas fronteiras portuguesas como o tráfico de pessoas e de droga.
 
Nas declarações políticas hoje no Parlamento, o deputado do CDS-PP João Almeida defendeu que a fronteira ocidental da União Europeia, que se situa em Portugal, &quot;não pode ser desconsiderada&quot; tendo em conta as &quot;ameaças graves&quot; à sua segurança.
João Almeida considerou haver uma ameaça do tráfico de droga e do tráfico de pessoas, usando este último para voltar a acusar a governação do PS de ter levado a cabo uma &quot;política de portas abertas&quot; que &quot;beneficiou e muito as redes criminosas&quot;.
&quot;E se dúvidas houvesse sobre esta realidade basta olhar para o que está a acontecer em Espanha que é uma tragédia. A regularização extraordinária promovida pelo Governo espanhol do PSOE apoiada pela extrema-esquerda é um verdadeiro branqueamento de imigração ilegal&quot;, sustentou.
Mais à frente no debate, numa resposta ao PS, o deputado do CDS-PP considerou que &quot;seja no controlo de fronteiras, seja na questão da imigração ilegal, seja na questão do tráfico de pessoas, mas seja também na questão da habitação, Espanha está a colher o que semeou&quot;.
&quot;E aí, eu estranho que o PS não tenha seguido, por exemplo, aquela que foi a posição de Felipe González, líder histórico do PSOE, aliado de muito tempo de Mário Soares, e que claramente se demarcou da condução política deste Governo&quot;, acusou.
No seu pedido de esclarecimento, o deputado do PS João Torres ironizou que João Almeida tenha percorrido &quot;quase o mundo inteiro para chegar a Espanha, onde de facto queria marcar uma posição política&quot;.
&quot;Reconhece que as ameaças híbridas, os ataques híbridos são uma realidade muito importante e que Espanha foi vítima dessa mesma realidade&quot;, perguntou o socialista ao centrista.
Pelo PSD, Nuno Jorge Gonçalves referiu que &quot;o tráfico de droga não conhece fronteiras e o crime organizado não respeita limites nacionais&quot;.
&quot;Não considera que a União Europeia deve reforçar o papel operacional da Frontex na vigilância das rotas marítimas do Atlântico e na deteção de tráficos de estupefacientes apoiando Estados-membros?, questionou o deputado do PSD, considerando que &quot;uma fronteira externa da União Europeia não pode ser apenas uma responsabilidade nacional&quot; mas sim &quot;uma responsabilidade europeia, partilhada e efetiva&quot;.
Já Jorge Miguel Teixeira, da IL, referiu que o Governo, apoiado também pelo CDS-PP, &quot;defende o adiamento do pagamento da dívida do PRR&quot; e não quer que se mexem noutros fundos.
&quot;Portanto, neste momento, o Governo de Portugal é muito possivelmente um empecilho ao maior investimento da União Europeia na sua capacidade de segurança e defesa&quot;, lamentou.
Pelo Chega, Nuno Simões de Melo, perguntou ao CDS-PP o que &quot;irá fazer o Governo para devolver a liberdade de ação aos agentes do Estado, coartado por leis draconianas que parecem proteger quem prevarica&quot;.
&quot;Independentemente do esforço no reforço do controlo das fronteiras ou da compra de novos meios marítimos, como é que o CDS e o Governo que apoia irá repor a autoridade do Estado, deteriorada por todo um movimento &#039;woke&#039;, liderado por uma esquerda que nos desgovernou durante oito anos&quot;, perguntou.
Leia Também: Aguiar-Branco alerta sobre limites legais de CPI ao MAI. Ventura responde ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:06 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Espanha, está, colher, que, semeou, imigração, ilegal, habitação</media:keywords>
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<title>Livre requer audição de Pinto Luz sobre novo regime de reabilitação urbana</title>
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<description><![CDATA[ O Livre requereu hoje a audição urgente do ministro das Infraestruturas e da Habitação sobre o novo regime jurídico de reabilitação urbana, considerando que pode estar em causa um eventual conflito de interesses.
 
No requerimento, a bancada do Livre lembra que, em julho, o Ministério Público &quot;intentou uma ação com vista à suspensão das obras de um hotel e de edifícios de apartamentos em Cascais, por alegadas irregularidades no processo de licenciamento&quot;.
Os deputados apontam que a ação tem como visados, entre outros, a Câmara Municipal de Cascais e o então vice-presidente, Miguel Pinto Luz, atual Ministro das Infraestruturas e da Habitação, &quot;que subscreveu despachos relevantes no âmbito deste processo&quot;.
A bancada do Livre, liderada por Isabel Mendes Lopes, apontou que já como ministro, Miguel Pinto Luz promoveu a alteração ao regime jurídico da reabilitação urbana, que reduz para três anos o prazo para a impugnação de licenciamentos, &quot;dificultando a contestação das decisões das autarquias&quot;.
&quot;Importa, por isso, esclarecer se esta alteração poderia produzir efeitos no processo em curso, no qual um membro do Governo é visado, e se, caso tivesse estado em vigor à data dos factos, teria dificultado a contestação do licenciamento por parte do movimento de cidadãos que a promoveu&quot;, argumenta o Livre.
A bancada refere que &quot;a coincidência entre a autoria da alteração legislativa e a posição do Ministro no processo em causa suscita dúvidas fundadas sobre a existência de um potencial conflito de interesses e sobre o cumprimento dos deveres de isenção, imparcialidade e transparência a que estão sujeitos os titulares de cargos públicos&quot;.
O Livre requer a audição parlamentar urgente, com o objetivo de apurar &quot;as diligências adotadas pelo senhor ministro para prevenir e acautelar situações de conflitos de interesse na elaboração e aprovação&quot; deste regime.
O partido pede ainda o envio à Comissão &quot;de cópia da documentação relativa à elaboração do diploma, incluindo pareceres e versões preliminares&quot;.
Leia Também: Reabilitação? PS e BE querem ouvir Pinto Luz. Ministro nega lei à medida ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Projeto de IA vence Regiostars na categoria onde concorria TeamUp4Cancer</title>
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<description><![CDATA[ O projeto &quot;AI Holopresence&quot;, da Eslováquia, venceu hoje a categoria dos prémios Regiostars onde também concorria o único representante português da edição 2026, o Porto Comprehensive Cancer Centre - TeamUp4Cancer, foi hoje anunciado em Bruxelas.
 
A edição 2026 do Regiostars Awards registou um número recorde de 274 candidaturas, tendo sido selecionados 25 projetos para a fase final, distribuídos por cinco categorias, e os vencedores foram anunciados hoje, numa cerimónia em Bruxelas, inserida na Semana Europeia das Regiões e dos Municípios.
A categoria &quot;Uma Europa competitiva e inteligente&quot; foi ganha pelo projeto eslovaco &quot;AI Holopresence&quot;, desenvolvido pela empresa Matsuko, que utiliza inteligência artificial generativa para criar representações humanas tridimensionais fotorrealistas, permitindo reuniões imersivas em realidade alargada.
Este projeto tem aplicações na formação industrial, educação e colaboração à distância e deu origem a três pedidos de patente e a um produto pronto para o mercado.
Nesta categoria concorria também o Porto Comprehensive Cancer Centre - TeamUp4Cancer, que aproximou a investigação científica dos doentes oncológicos, o único concorrente só português e da área da saúde entre os finalistas dos Regiostars.
Desenvolvido pelo Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO Porto) e o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto, em 2011, o projeto criou o primeiro programa de oncologia de precisão de Portugal, que já dá a mais de 1.700 doentes acesso a diagnósticos de ponta e permite que centenas participem em ensaios clínicos, incluindo estudos em fase inicial.
Até ao momento, potenciou a fixação de 33 profissionais.
O projeto teve um investimento de cerca de 17 milhões de euros, financiado por fundos comunitários e coordenado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).
Um investimento que, segundo Júlio Oliveira, do IPO, &quot;possibilitou a criação do primeiro programa de medicina de precisão em oncologia em Portugal&quot; e &quot;permitiu também a criação do maior espaço dedicado à investigação clínica em oncologia no país&quot;.
Para Júlio Oliveira, estar entre os finalistas Regiostars foi, &quot;acima de tudo, o reconhecimento de um trabalho bem feito&quot; e da dedicação de investigadores, médicos, enfermeiros e muitos outros profissionais de saúde, realçando ainda que este era o único projeto na área da saúde, entre outros ligados à inteligência artificial, de hologramas, de novas técnicas de produzir alimentos.
O TeamUp4Cancer foi o único projeto português selecionado, havendo, no entanto, ainda uma outra participação nacional através do Atlantic on Bike – EuroVelo1, que junta ainda a França, Noruega, Reino Unido, Irlanda, Bélgica e Espanha.
Este projeto, que também não venceu na categoria onde concorria, teve como objetivo desenvolver e promover um destino turístico europeu sustentável baseado numa das rotas europeias de longa distância para ciclismo, o EuroVelo 1 – Atlantic Coast Route.
O projeto foi financiado pelo programa Interreg da Área Atlântica da União Europeia e teve um orçamento de quase 5 milhões de euros.
Leia Também: Vinhos Verdes usam IA para detetar erros em rótulos até 2027 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Nothing pode lançar em breve os seus primeiros óculos inteligentes</title>
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<description><![CDATA[ A Nothing é mais conhecida enquanto marca de telemóveis e de auriculares/auscultadores sem fios, mas circulam agora rumores que a empresa pode estar prestes a lançar-se numa nova categoria de produtos - óculos inteligentes.
 
Quem o diz é o conhecido leaker Roland Quandt que, na respetiva página na rede social Bluesky, afirma que a Nothing se está a preparar para lançar dois óculos inteligentes: com e sem câmaras.
De acordo com estas informações disponíveis, os óculos inteligentes sem câmaras da Nothing poderão ser usados como “um leitor de música” e permitirão “atender chamadas e interagir com o assistente de voz no telemóvel”. Os óculos equipados com câmaras terão estas mesmas funcionalidades, mas permitirão captar fotografias e vídeos, além de aceder ao ChatGPT e também desfrutar de traduções.



 CEO da Nothing: &quot;iPhone Duo é um desperdício de dinheiro&quot; 
O CEO da Nothing, Carl Pei, criticou o iPhone Duo, afirmando que é um &quot;desperdício de dinheiro&quot; devido ao seu preço elevado e à falta de funcionalidades em comparação com outros modelos da Apple.
 Miguel Patinha Dias | 11:41 - 14/10/2026 

Não se sabe quando é que a Nothing pretende lançar estes óculos inteligentes, mas é importante notar que a empresa liderada por Carl Pei revelou logo em janeiro de 2026 que não iria lançar qualquer telemóvel premium. Entretanto, a empresa fez chegar ao mercado dois telemóveis de gama média - o Phone (4a) e o Phone (4a) Pro - além de novos auscultadores, tanto de média como topo de gama - os Headphone (a) e os Headphone (1) Pro.
Especula-se que, ao invés de investir os seus recursos num telemóvel com especificações avançadas e para o segmento premium, a Nothing terá decidido apostar no lançamento dos seus próprios óculos inteligentes.
Novamente, é importante sublinhar que estas informações são meramente rumores e até especulativas, com a Nothing a continuar em silêncio no que diz respeito a perspectivas de lançar óculos inteligentes.

whodathunk. Nothing is launching 1) audio equipped &quot;smart glasses&quot; soon. working as an audio player, auto tinting photocromic lenses, can take calls and interact with the voice assistant on your phone. 2) camera equipped &quot;smart glasses&quot;. same as above but with a camera, ChatGPT, translation, more.
— Roland Quandt (@rquandt.bsky.social) 14 de outubro de 2026 às 00:34



Leia Também: Marca detida pela Nothing lançou colunas com design como nunca viu ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Projeto português TeamUp4Cancer vence prémio do público dos Regiostars</title>
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<description><![CDATA[ O projeto português Porto Comprehensive Cancer Centre – TeamUp4Cancer, que aproximou a investigação científica dos doentes oncológicos, venceu hoje o prémio do público da edição 2026 do Regiostars, foi anunciado em Bruxelas.
 
O People&#039;s Choice Award (Prémio do Público) dos prémios Regiostars distingue o projeto financiado pela União Europeia (UE) mais votado pelo público entre 25 finalistas.
O Porto Comprehensive Cancer Centre - TeamUp4Cancer era o único só português e da área da saúde entre os finalistas dos Regiostars.
Júlio Oliveira, um dos representantes do projeto presente hoje na cerimónia de entrega dos prémios, em Bruxelas, realçou que este prémio foi o reconhecimento pelo trabalho de todos os envolvidos, desde os investigadores aos profissionais de saúde.
Este era também o único projeto na área da saúde entre os finalistas, entre outros ligados à inteligência artificial, de hologramas, de novas técnicas de produzir alimentos.
Desenvolvido pelo Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO Porto) e o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto, em 2011, o projeto criou o primeiro programa de oncologia de precisão de Portugal, que já dá a mais de 1.700 doentes acesso a diagnósticos de ponta e permite que centenas participem em ensaios clínicos, incluindo estudos em fase inicial.
Até ao momento, potenciou a fixação de 33 profissionais.
O projeto teve um investimento de cerca de 17 milhões de euros, financiado por fundos comunitários e coordenado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).
Um investimento que, segundo Júlio Oliveira, do IPO, &quot;possibilitou a criação do primeiro programa de medicina de precisão em oncologia em Portugal&quot; e &quot;permitiu também a criação do maior espaço dedicado à investigação clínica em oncologia no país&quot;.
O TeamUp4Cancer concorreu na categoria &quot;Uma Europa competitiva e inteligente&quot;, que foi ganha pelo projeto eslovaco &quot;AI Holopresence&quot;, desenvolvido pela empresa Matsuko que utiliza inteligência artificial generativa para criar representações humanas tridimensionais fotorrealistas, permitindo reuniões imersivas em realidade alargada.
Este foi o único projeto só português selecionado, havendo, no entanto, ainda uma outra participação nacional através do projeto Atlantic on Bike – EuroVelo1, que junta ainda a França, Noruega, Reino Unido, Irlanda, Bélgica e Espanha.
A edição 2026 do Regiostars Awards registou um número recorde de 274 candidaturas, tendo sido selecionados 25 projetos para a fase final, distribuídos por cinco categorias, e os vencedores foram anunciados, numa cerimónia em Bruxelas, inserida na Semana Europeia das Regiões e dos Municípios.
Organizado anualmente, desde 2008, este concurso distingue os projetos mais inovadores e com maior impacto no desenvolvimento das regiões da UE.
O objetivo é reconhecer projetos financiados pela UE que melhoram a vida das pessoas, promovem a sustentabilidade e contribuem para o desenvolvimento económico e social das regiões.
Leia Também: Projeto de IA vence Regiostars na categoria onde concorria TeamUp4Cancer ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:05 +0100</pubDate>
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<title>BE questiona Governo sobre documentação enviada pela Lusa à AR</title>
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<description><![CDATA[ O deputado único do BE pediu hoje esclarecimentos ao Governo sobre documentação enviada pelo Conselho de Administração da agência Lusa ao Parlamento acerca de contratos de delegados denunciados como ilegais.
 
No requerimento, Fabian Figueiredo recorda que o Conselho de Redação da Lusa foi ouvido no Parlamento a 29 de setembro &quot;e denunciou que a nova administração da agência estaria a propor a chefes de delegação contratos com cláusulas que a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) tinha considerado ilegais e totalmente incompatíveis com a atividade jornalística&quot;.
Os deputados presentes pediram então ao Conselho de Administração que enviasse os contratos para avaliação pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.
O bloquista cita um artigo da revista Sábado segundo o qual a administração &quot;enviou ao Parlamento, não os contratos pedidos, mas uma minuta não assinada e expurgada dos elementos que a CCPJ considerara ilegais, quando o mesmo clausulado constaria de três contratos já assinados&quot;.
&quot;A administração terá posteriormente invocado um lapso, versão que, segundo a publicação, não corresponde às datas, já que os contratos assinados são anteriores à minuta corrigida&quot;, lê-se no texto.
Fabian Figueiredo salienta que este episódio &quot;surge num contexto de crescente tensão entre o Conselho de Administração, nomeado pelo Governo em fevereiro, e a redação&quot;, lembrando que a diretora de informação, Luísa Meireles, foi dispensada a 08 de outubro.
O BE quer saber se o Governo tinha conhecimento de que o Conselho de Administração da Lusa &quot;terá enviado ao Parlamento uma minuta não assinada e corrigida, em vez dos contratos efetivamente celebrados e pedidos pelos deputados&quot;, e que avaliação faz da conduta da administração perante a Assembleia da República, &quot;bem como da existência de contratos assinados com cláusulas consideradas ilegais pela Comissão da Carteira Profissional de Jornalista&quot;.
O BE quer também saber que diligências é que o executivo adotou ou pretende adotar enquanto acionista e responsável pela tutela da agência, &quot;para apurar os factos, garantir que os contratos reais são entregues ao Parlamento e assegurar a correção dos clausulados que a CCPJ considerou incompatíveis com a atividade jornalística&quot;.
Por último, Fabian Figueiredo pede ao executivo garantias de que &quot;será respeitada a independência editorial da Lusa, designadamente quanto à escolha dos jornalistas e à nomeação da futura direção de informação&quot;, e quer saber como é que o Governo &quot;avalia o voto de repúdio da redação à administração que nomeou em fevereiro&quot;.
O deputado do BE requereu também ao Conselho de Administração da Lusa a &quot;cópia integral dos contratos assinados com chefes de delegação que contenham as cláusulas apreciadas pela CCPJ, com indicação das datas de assinatura&quot; e uma cópia &quot;da minuta enviada à comissão parlamentar, de todas as versões anteriores do mesmo clausulado e da comunicação de envio, incluindo qualquer documento em que seja invocado o alegado lapso&quot;.
O BE solicitou toda a correspondência trocada entre o Governo e a administração da Lusa sobre o tema.
A 02 de outubro, a administração da Lusa enviou ao Conselho de Redação (CR) uma minuta do contrato de delegado internacional da Lusa, mas que, segundo o CR, &quot;é um documento diferente do contrato assinado a que os membros eleitos tiveram acesso e que denunciaram na Assembleia da República&quot;.
Entretanto, numa reunião realizada entre a Comissão de Trabalhadores (CT) da Lusa e o CA, este informou que esta minuta, também enviada à comissão parlamentar e à CCPJ, &quot;é a minuta de um novo contrato, corrigido, com os delegados&quot;.
A 09 de outubro a administração da Lusa anunciou que iria alterar e clarificar o clausulado dos contratos dos delegados internacionais da agência na sequência das &quot;dúvidas e sugestões de melhoria&quot; apresentadas pelos próprios e pela direção de informação.
Leia Também: Aprovada audição de diretora e Conselho de Administração da Lusa na AR ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Privatização da TAP divide partidos: Governo a &amp;quot;falhar&amp;quot; ou a &amp;quot;reformar&amp;quot;?</title>
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<description><![CDATA[ O anúncio da privatização parcial da TAP está a dividir os partidos: à Esquerda, há críticas ao Governo pela venda parcial da companhia à alemã Lufthansa, considerando que este é o primeiro passo para uma privatização total da companhia aérea; já à Direita, há, pelo contrário, quem exija garantias de que a privatização total está em curso.
 
O socialista Filipe Santos Costa salientou, esta quarta-feira, que o Partido Socialista (PS) &quot;defende a manutenção de uma posição estratégica do Estado na TAP&quot;, na sequência do anúncio do Governo dando conta que a Lufthansa foi escolhida para a privatização parcial da TAP. 
&quot;Recuperada e reprivatizada a TAP importa que o crescimento da sua atividade e das suas contribuições fiscais permitam que o estado recupere a prazo os 3,2 mil milhões de euros investidos&quot;, começou por dizer, em conferência de imprensa, na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa. 
E acrescentou: &quot;Que seja mantida a marca TAP, a sua autonomia e que seja desenvolvida e não retraída a sua atividade de e para o nosso território nacional na pluralidade dos seus aeroportos do norte, centro, sul e ilhas. Que a TAP continue a assegurar o serviço público entre Lisboa, Faro, Porto, Açores e Madeira, a ligação privilegiada às comunidades portuguesas no estrangeiro, aos países lusófonos e aos principais destinos relevantes para os nossos fluxos de negócios de turismo&quot;. 
Filipe Santos Costa pediu ainda &quot;que seja tido em conta que o PS defende a manutenção de uma posição estratégica do Estado na TAP e que futuras evoluções teriam de obter o necessário consenso político e parlamentar até porque como sabemos o atual Governo é frágil e sobreviveu apenas graças ao sentido de estado do PS&quot;.
O Livre, por sua vez, defendeu que o Governo, &quot;ao privatizar uma parte da TAP e tendo muito provavelmente como intenção privatizar a totalidade da TAP, é um Governo que está a falhar ao país porque está a fazer o que é mais fácil, que é vender os seus ativos&quot;.
O porta-voz do Livre, Jorge Pinto, insistiu que &quot;um Governo que tem um ativo como a TAP pública e abdica de ter a totalidade do controlo, podendo pensar na transformação do setor aéreo, na transformação e na transição ecológica também dentro da aviação, é um Governo que falha ao país&quot;.
Pelo PCP, o secretário-geral Paulo Raimundo manifestou uma &quot;profunda incompreensão pelo ar alegre e satisfatório&quot; dos membros do Governo no anúncio de hoje, e considerou que &quot;há duas coisas que estão escritas nas estrelas&quot;.
&quot;Uma é que o objetivo do Governo é privatizar a TAP a 100%. E a segunda coisa que está escrita nas estrelas é que não vale a pena confiar em nada do que foi dito, em nada do que está escrito, nem em nada do que está assinado. Porque nada do que são as chamadas contrapartidas vai ser concretizado&quot;, antecipou.
Paulo Raimundo considerou que &quot;ainda há espaço para travar este crime económico&quot;, apelando à mobilização dos trabalhadores e da sociedade civil para que insurjam contra a entrega da &quot;única empresa de bandeira do país ao capital estrangeiro&quot;.
O deputado único do BE, Fabian Figueiredo, considerou que o Governo &quot;deu uma má notícia ao país&quot; e deixou &quot;evidente que o seu objetivo continua a ser a privatização integral&quot;.
&quot;Creio que a primeira pergunta que se deve fazer é porque é que uma grande empresa de aviação alemã quer adquirir a TAP. Há uma razão simples: porque a TAP é um grande ativo no mercado aeronáutico internacional, por causa do seu &#039;hub&#039;, por causa das linhas que tem, por causa dos quadros que tem, é por isso que a Lufthansa quer ficar com a TAP, razão pela qual Portugal não deve vender a TAP&quot;, sustentou.
O bloquista adiantou que o seu partido já solicitou toda a documentação relativa ao processo de privatização &quot;porque ele levanta várias dúvidas&quot;.
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, manifestou-se preocupada com uma &quot;intenção de privatização a 100%&quot;, considerando que o primeiro-ministro deve dizer ao país &quot;onde é que estas fases de reprivatização têm um limite&quot;.
Inês Sousa Real alertou ainda para algumas &quot;preocupações que não estão em cima da mesa, nomeadamente com a expansão aeroportuária e com o novo aeroporto&quot; em matéria ambiental, &quot;a própria pressão turística que vai gerar esta nova capacidade do ponto de vista dos voos, ou até mesmo a preocupação com a terceira via sobre o Tejo&quot;.
À Direita, o Chega indicou hoje que quer conhecer o caderno de encargos do processo de venda parcial da TAP à Lufthansa e a IL pediu garantias &quot;de que existe um caminho para a privatização total&quot; da companhia aérea.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado do Chega Francisco Gomes afirmou que a TAP &quot;tem atravessado um longo processo de gestão danosa do dinheiro público&quot; e um &quot;longo historial de falhas sucessivas negociais&quot;.
&quot;Antes de tudo, queremos perceber qual é o caderno de encargos e nesse caderno de encargos queremos ver garantidas aquelas que nós consideramos cinco prioridades estratégicas para a TAP&quot;, afirmou.
Para o Chega, é prioritária a &quot;ligação às comunidades portuguesas da diáspora, as ligações às regiões autónomas, a manutenção de Lisboa como hub estratégico da TAP, a manutenção dos postos de trabalho e a manutenção do português como língua institucional e operacional da empresa&quot;.
O deputado da Iniciativa Liberal Jorge Miguel Teixeira afirmou que, da primeira vez que se tentou privatizar a TAP, a empresa acabou por ser renacionalizada e &quot;os portugueses foram obrigados a investir 3.200 milhões de euros num enorme buraco financeiro, sem que conseguissem obter algum retorno disso&quot;.
Para o liberal, o país está &quot;outra vez a viver a mesma história, sem nenhuma garantia de que a empresa irá ser privatizada na totalidade&quot;.
&quot;É isto que verdadeiramente nos preocupa. É que nós podemos realmente acabar a viver o mesmo calvário que vivemos aqui há alguns anos&quot;, frisou.
Por isso, a IL, apesar de achar que o processo está num &quot;bom início&quot;, quer uma &quot;garantia de que existe um caminho para a privatização total&quot; da companhia aérea, argumentando que &quot;os portugueses não aguentam mais o fardo de ter de sustentar os sonhos e as caravelas do Partido Socialista e do Chega&quot; e pedindo que o país &quot;siga em frente&quot;.
Já do lado dos partidos que suportam o Governo, o deputado do PSD Alexandre Poço afirmou que, com o atual executivo, &quot;acabou o tempo em que a TAP era um brinquedo nas mãos de governos e de ministros&quot; e considerou que a decisão anunciada pelo Governo &quot;permite começar a recuperar o investimentos que os contribuintes portugueses fizeram&quot; na companhia aérea.
&quot;Por isso, este dia de hoje é um dia positivo para o país, para a economia e para a TAP&quot;, considerou.
Para o social-democrata, o interesse que a TAP despertou na Lufthansa e na Air France-KLM são indicadores do &quot;bom momento que a economia portuguesa vive e o momento positivo que o país atravessa&quot;.
Insistindo que o &quot;tempo da confusão na TAP acabou&quot;, Alexandre Poço salientou que o negócio contempla a &quot;preservação de rotas muito importantes para o povo português&quot; e o &quot;respeito pelos trabalhadores&quot;, permitindo à companhia &quot;crescer num grande grupo de aviação&quot;.
Por sua vez, o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, dirigiu as suas críticas, sem nomear ninguém, &quot;àqueles que acusam o Governo de governar apenas para o dia a dia e não fazer reformas estruturais&quot;.
&quot;Esta decisão é uma decisão estruturante que prova que o Governo governa a pensar no futuro do país&quot;, disse.
O centrista considerou também que hoje é um bom dia para o país e para o Governo, que, acrescentou, &quot;cumpre o seu programa e organizou um processo absolutamente transparente e competitivo para concretizar a primeira fase da reprivatização da TAP&quot;.
&quot;É desde logo também um bom dia para a TAP, que mantém a sua sede e a sua marca em Portugal e que fica, desde hoje, associada ao maior grupo de aviação europeu, o que abre portas para a capitalização e para o desenvolvimento da atividade futura&quot;, sublinhou.
O líder da bancada centrista afirmou também que esta operação é &quot;boa para os contribuintes portugueses&quot; depois de os executivos socialistas, disse, &quot;terem enterrado de forma absolutamente irresponsável 3,2 mil milhões de euros na companhia&quot;.
O Governo selecionou hoje a Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.
A decisão, anunciada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, foi tomada em Conselho de Ministros, após a análise das propostas vinculativas finais melhoradas apresentadas pela Air France-KLM e pela Lufthansa, os dois grupos que chegaram à fase decisiva da privatização da companhia aérea portuguesa.
O Governo pretende manter Luís Rodrigues como presidente executivo da TAP e afasta uma cogestão com a Lufthansa antes da conclusão da privatização, prevista para 2028, afirmou hoje o ministro das Infraestruturas, Pinto Luz, também na conferência após o Conselho de Ministros.



 Estado mantém maioria na Administração. Lufthansa com gestão operacional 
O Estado terá cinco dos nove membros do Conselho de Administração da TAP, enquanto a gestão corrente ficará entregue à Comissão Executiva de quatro elementos, com três nomeados pela Lufthansa.
 Lusa | 16:02 - 14/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Livre defende descida da taxa de IVA de 23% para 21%</title>
<link>https://noticias.moosala.co/livre-defende-descida-da-taxa-de-iva-de-23-para-21</link>
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<description><![CDATA[ O co-porta-voz do Livre, Jorge Pinto, insistiu hoje na defesa de uma medida que desça a taxa normal de IVA dos atuais 23% para 21%, alegando que essa é uma via eficaz para beneficiar a classe média.
 
No discurso que proferiu em plenário, durante o período de declarações políticas, Jorge Pinto lembrou que a taxa normal de IVA permanece nos atuais 23% desde os governos de José Sócrates (2005/2011) e considerou que o caminho para a sua redução é viável e, sobretudo, essencial num país com &quot;uma classe média cada vez mais comprimida&quot;.
O ex-candidato presidencial apoiado pelo Livre advogou ser possível, em termos de finanças públicas, descer a taxa normal de IVA &quot;de forma progressiva&quot;. Uma descida progressiva em 0,5 pontos percentuais em cada ano, até se estabelecer finalmente em 21%. Alegou, igualmente, que a maioria dos países europeus tem a taxa de IVA normal nos 21%.
Em contraponto, o co-porta-voz do Livre criticou a decisão do Governo de descer &quot;de forma cega&quot; e transversal o IRC, estendendo essa redução a todas as empresas, incluindo as maiores, em vez de beneficiar, por exemplo, apenas as pequenas e médias, e aquelas que reinvestem os seus lucros.
Num discurso dedicado à questão do &quot;aumento do custo de vida&quot;, Jorge Pinto fez uma alusão à tese defendida por Luís Montenegro, quando era líder parlamentar do PSD, num Governo chefiado por Pedro Passos Coelho. O atual primeiro-ministro disse então que &quot;o país estava melhor, mas os portugueses não&quot;.
Jorge Pinto, no seu discurso, introduziu uma mudança. Disse: &quot;O país não está melhor e as pessoas ainda estão pior&quot;.
Já no plano político, o co-porta-voz do Livre procurou associar o Chega, à Iniciativa Liberal, PSD e CDS. Invocou então que o deputado Filipe Melo afirmou recentemente que as pequenas e médias empresas em nada contribuem para o aumento da produtividade nacional.
Jorge Pinto criticou ainda a proposta do Governo de revisão da lei do arrendamento, considerando que facilitará os despejos ao desproteger os inquilinos e beneficiar os senhorios, mas, também, o processo de privatização da TAP.
&quot;Podendo pensar numa TAP pública ao serviço do país, de topo mundial e liderando o esforço de transição ecológica no setor da aviação, o Governo escolhe o mais fácil: Vender&quot;, declarou.
Perante este discurso, o deputado do PSD Martim Syder pegou nas críticas de Jorge Pinto ao atual processo de privatização da TAP para falar em &quot;falta de noção&quot; por parte do Livre. No mesmo sentido, o deputado da Iniciativa Liberal Jorge Miguel Teixeira referiu-se com ironia à ideia de a TAP empresa exclusivamente pública ser &quot;ponta de lança&quot; de um modelo de transição energética.
&quot;Mas será isso tudo com o dinheiro de quem? Quem paga?&quot;, questionou o deputado da Iniciativa Liberal, dirigindo-se ao candidato presidencial que foi apoiado pelo Livre.
Pela parte do Chega, João Tilly referiu-se a Jorge Pinto como &quot;deputado da extrema-esquerda&quot;. Na sua interpelação, o deputado eleito pelo círculo de Viseu pegou nas críticas do Livre à proposta do Governo para a revisão da lei do arrendamento.
&quot;Os culpados da crise na habitação sãos os senhores. Meteram cá cerca de dois milhões de imigrantes, que têm de viver em algum lado&quot;, disse.
João Tilly acusou ainda o Livre de pretender baixar a produtividade com &quot;a semana de quatro dias&quot; na função pública e com a descida do horário semanal de 35 para 30 horas semanais. Jorge Pinto contrapôs que os dados existentes provam que a produtividade aumenta quando são tomadas essas medidas de revisão dos tempos de trabalho.
Já o deputado do CDS João Almeida acusou o Livre de querer &quot;nivelar por baixo na economia&quot;, contrapondo que as maiores empresas nacionais são precisamente &quot;as que pagam melhores salários e que criam mais empregos&quot;.
Leia Também: Privatização da TAP divide partidos: Governo a &quot;falhar&quot; ou a &quot;reformar&quot;? ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PSD responde a críticas: &amp;quot;Ninguém pode dizer que não toma decisões&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O PSD defendeu hoje no Parlamento que a &quot;reforma das reformas é garantir um futuro melhor&quot; aos portugueses, com a oposição a acusar o Governo e a maioria que o suporta de estarem desligados da realidade.
 
Numa declaração política no plenário da Assembleia da República, o deputado social-democrata Miguel Santos enumerou algumas das medidas tomadas pelo Governo PSD/CDS-PP em matérias como impostos, salários, pensões e habitação ou &quot;decisões estruturantes&quot; como a decisão da localização do novo aeroporto ou a vendar parcial da TAP à Lufthansa hoje anunciada.
&quot;O Governo está obrigado a criar condições para os portugueses construírem as suas vidas. É a reforma das reformas garantir um futuro melhor&quot;, defendeu Miguel Santos.
Apesar de o deputado do PSD nunca se ter referido ao antigo líder do partido Pedro Passos Coelho – que tem considerado o atual executivo lento na concretização prática de reformas -, quer o Chega quer o PS aproveitaram as palavras do ex-primeiro-ministro social-democrata.
&quot;Um Governo reformista? Nem Passos Coelho acredita que o seja. Ou melhor, fez duas reformas: a reforma do Tribunal de Contas, que faz o facilitismo à corrupção, e a reforma da ética governativa, quando mantêm ministros que não têm condições para lá estar com medo do que sabem sobre vocês&quot;, acusou o deputado do Chega Ricardo Reis.
Já o deputado PS Armando Mourisco recorreu às críticas de Passos, mas também às do antigo vice-presidente do PSD David Justino ou do economista Óscar Afonso (que chegou a eleito pela bancada social-democrata), para apelar ao Governo e à AD que &quot;deixem o discurso triunfalista&quot;.
&quot;Quando é que o Governo deixa a retórica de que está tudo bem e verdadeiramente se preocupa em resolver o problema que aflige os portugueses?&quot;, questionou.
Na resposta, o deputado do PSD Miguel Santos criticou os oito anos de governação socialista, que acusou de ter deixado de tomar decisões para não &quot;chatear ninguém&quot;.
&quot;Ninguém pode dizer que este Governo não toma decisões porque está a tomá-las estruturantes nos vários domínios&quot;, afirmou, assegurando que o lema do PSD continua a ser o do hino do partido: dar &quot;paz, pão, povo e liberdade&quot; aos portugueses.
De forma implícita, também o líder parlamentar do CDS-PP procurou responder às críticas de Passos Coelho.
&quot;Para quem acusa o Governo de só reformar para o dia-a-dia e não fazer reformas, não serão estas decisões a prova de que o Governo governa a pensar no futuro do país?&quot;, questionou Paulo Núncio.
Pelo Livre, a deputada Isabel Mendes Lopes questionou o caminho que a maioria PSD/CDS-PP tem seguido para lá chegar para chegar à desejada &quot;paz e prosperidade&quot;.
&quot;Na prática, as pessoas não têm mais rendimento disponível ao fim do mês e estão aflitas com o preço do pão, habitação ou combustíveis&quot;, lamentou.
Já a líder parlamentar do PCP, Paula Santos, acusou o PSD de &quot;não ter ligação à realidade&quot;, dizendo que &quot;metade dos portugueses têm um salário bruto até mil euros&quot; e nem sequer beneficiam das descidas do IRS destacadas pelo Governo.
Miguel Santos contestou este argumento, dizendo que quem não paga IRS &quot;tem logo um benefício à cabeça, que é não pagar IRS&quot;.
&quot;E o segundo benefício é o facto de, por esse motivo, estar a beneficiar de aumentos extraordinários do Salário Mínimo Nacional&quot;, frisou.
Leia Também: PSD fala em fim da &quot;confusão&quot;. CDS: Decisão prova que Governo reforma ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Falta menos de um mês para um dos jogos mais esperados de 2026</title>
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<description><![CDATA[ O remake de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” é um dos jogos mais esperados deste final de ano e, sendo um dos próximos grandes exclusivos da Switch 2, a Nintendo decidiu dedicar-lhe um novo trailer que mostra todas as novidades que os jogadores poderão encontrar.
 
É preciso lembrar que este título é um remake daquele que é considerado um dos melhores jogos de sempre.
O jogo original foi lançado em 1998 para a Nintendo 64 e, além de se ter tornado rapidamente um favorito entre os fãs de “The Legend of Zelda”, teve uma influência tal no género e na indústria que o elevou ao estatuto de clássico.



 PlayStation 5 ou Switch 2: As 5 razões para escolher uma delas 
As consolas de jogos da Sony e da Nintendo são as mais populares do mercado e, se estiver indeciso, apontamos as 5 razões para apostar em cada uma delas.
 Miguel Patinha Dias | 11:52 - 12/10/2026 

O novo trailer mostra o que os jogadores poderão esperar deste remake de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”, com o jogador a controlar Link e a explorar Hyrule à medida que procura salvar o reino de um destino terrível.
Claro está, o jogador terá de resolver dezenas de puzzles espalhados por diversas masmorras com ajuda de equipamentos que encontrará ao longo da aventura. As viagens no tempo fazem parte da história, com Link a ser controlável tanto na sua versão de criança, como no futuro já adulto.
No trailer é possível ver as zonas que serão exploradas e também as novidades incluídas nesta nova versão, com o grafismo atualizado a ser a maior (e mais notória) evolução.
O remake de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” tem lançamento marcado para o dia 5 de novembro. Pode ver acima o mais recente trailer.
Leia Também: A tempo do Halloween. Há três jogos &quot;Resident Evil&quot; a chegar à Switch 2 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Rotas de migração para a Europa estendem&#45;se até Guiné&#45;Bissau, diz agência da ONU</title>
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<description><![CDATA[ OIM alerta sobre mais perigos nas viagens; fluxo migratório desloca-se para o sul com o aumento do controle no norte da África Ocidental; novo trajeto adiciona 650 km à viagem, e agência pede mais cooperação transfronteiriça para salvar vidas. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Arrendamento. PS acusa Chega de estar contra famílias: &amp;quot;Responsabilizado&amp;quot;</title>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:09 +0100</pubDate>
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<title>IL levanta suspeitas sobre o &amp;quot;que Luís Neves sabe sobre o Governo&amp;quot;</title>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:09 +0100</pubDate>
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<title>PCP acusa Governo de ser especulador imobiliário. IL e Chega &amp;apos;respondem&amp;apos;</title>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:09 +0100</pubDate>
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<title>Netflix despede 6% dos seus trabalhadores em todo o mundo</title>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:08 +0100</pubDate>
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<title>PS/Açores exige atualização do financiamento às misericórdias e IPSS</title>
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<description><![CDATA[ O PS/Açores exigiu hoje ao Governo Regional que atualize as verbas destinadas às Santas Casas da Misericórdia e às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), alertando para &quot;uma grande incerteza&quot; no financiamento deste setor.
 
&quot;Neste momento, há uma grande incerteza ao nível do financiamento para estas instituições&quot;, afirmou o deputado socialista Marco Martins, que falava no âmbito de uma reunião com a URMA – União Regional das Misericórdias dos Açores, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
O parlamentar do PS/Açores, citado numa nota de imprensa divulgada pelo partido, considerou que &quot;as misericórdias e as IPSS nos Açores vivem uma situação extremamente desafiante&quot;.
Marco Martins recordou que, &quot;no ano passado, muitas instituições não conseguiram ter condições financeiras para assegurar, por exemplo, o subsídio de Natal aos seus colaboradores&quot;.
&quot;Nós, de maneira alguma, queremos que volte a acontecer esta situação&quot;, alertou o socialista.
Na reunião, o socialista criticou a atualização do financiamento prevista no acordo de cooperação que foi efetivado este ano para os Açores, que &quot;foi apenas de um aumento de 2,4%&quot;, abaixo dos 4,7%, registados a nível nacional, &quot;acrescido de majorações&quot;, afirmando que &quot;nada impede o Governo da República de efetivar um aumento, mesmo sem a apresentação do estudo sobre custos das respostas sociais.&quot;
De acordo com a nota do grupo parlamentar do PS/Açores, o deputado repudiou a postura do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) relativamente ao estudo para aferir o custo real das várias respostas sociais na região.
&quot;Este estudo encontra-se atrasado cerca de três meses e a culpa não tem outro nome a não ser a sra. secretária regional da Segurança Social e o próprio presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro&quot;, criticou.
Marco Martins recordou ainda que, durante a Assembleia-Geral da URMA, realizada no fim de semana, na ilha das Flores, &quot;foi lançado um alerta público para as dificuldades enfrentadas pelas instituições, nomeadamente no pagamento a funcionários e fornecedores&quot;.
&quot;O Governo de Bolieiro tem de passar das palavras aos atos e não culpabilizar estas instituições que trabalham diariamente com afinco pelos erros do seu Governo&quot;, defendeu.
Marco Martins exigiu ao executivo açoriano que &quot;articule com o Governo da República, que tenha voz grossa, que tenha mão firme&quot; e que deixe de &quot;ser subserviente nesta matéria&quot;.
Para o deputado, as várias IPSS dos Açores e Misericórdias, &quot;precisam de uma resposta atempada&quot;, garantindo que &quot;o PS vai continuar atento e a exigir uma resposta cabal e ajustada&quot;.
Leia Também: PJ detém suspeito de tentativa de homicídio em São Miguel ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Paulo Muacho apresenta queixa contra o líder parlamentar do CDS</title>
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<description><![CDATA[ O deputado do Livre Paulo Muacho apresentou queixa formal contra o líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, por alegada violação do código de conduta, estando acusado de gritar a palavra &quot;assassinos&quot; durante a intervenção de outro deputado.
 
Esta queixa, à qual a agência Lusa teve hoje acesso, foi já admitida na Comissão Parlamentar de Transparência na terça-feira, e é a segunda que visa Paulo Núncio em consequência de um debate travado em sede de Comissão de Assuntos Constitucionais relativo à revisão da lei sobre autodeterminação da identidade e expressão de género.
A socialista Isabel Moreira apresentou uma primeira queixa contra Paulo Núncio e também contra o deputado do PSD Bruno Vitorino por violação do código de conduta dos deputados. Por sua vez, o presidente do Grupo Parlamentar do CDS também apresentou uma queixa contra a deputada do PS, igualmente por violação do Estatuto dos Deputados.
Em relação a esta nova queixa contra Paulo Núncio, o deputado do Livre Paulo Muacho considera que o ambiente da reunião da qual resultaram todos estes casos, em 22 de setembro, &quot;foi tão hostil que levou a uma avaliação de risco pelos serviços de segurança da Assembleia da República&quot;.
Os serviços do Parlamento, adianta, &quot;passaram a acompanhar as restantes sessões da audição pública&quot;.
Nessa sessão do passado dia 22, Paulo Muacho diz que usou da palavra fazendo referência ao facto de uma das entidades oradoras, autointitulando-se &quot;juventude em (des) transição&quot; - e que &quot;alegadamente representa jovens que terão decidido encetar um processo de reversão de uma transição de género&quot; -, não se ter feito representar por &quot;nenhum/a jovem nessas circunstâncias&quot;.
Durante essa intervenção, de acordo com Paulo Muacho, Paulo Núncio &quot;interrompeu diversas vezes&quot; e &quot;gritou&quot; num primeiro momento &quot;irresponsáveis&quot; e, logo de seguida, por duas vezes, &quot;assassinos&quot;.
O deputado do Livre realça, depois, que &quot;os apartes são audíveis no registo audiovisual da sessão (ARTV)&quot;, do qual diz ter juntado &quot;excerto em anexo devidamente legendado&quot;.
Perante este episódio, Paulo Muacho assinala que o código de conduta &quot;impõe que os deputados exerçam as suas funções com respeito pelos demais deputados e pelos cidadãos e que intervenham nos trabalhos parlamentares com urbanidade e lealdade institucional, abstendo-se de comportamentos que não prestigiem a instituição parlamentar&quot;.
&quot;Gritar assassinos durante a intervenção de outro deputado não é crítica política, por mais veemente que esta seja: é uma imputação gravíssima, sem qualquer base, que visa perturbar e desqualificar quem fala. A gravidade é acrescida por ocorrer numa audição pública, destinada a ouvir cidadãos e entidades, perante pessoas de uma minoria particularmente exposta a discriminação e que presenciaram essa imputação&quot;, acrescenta o deputado do Livre.
Segundo fonte da Comissão Parlamentar de Transparência, esta queixa contra o líder parlamentar do CDS terá como relator o ex-líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, que também é o relator da anterior queixa de Isabel Moreira contra Paulo Núncio.
Por sua vez, Paulo Núncio tem uma queixa contra a socialista Isabel Moreira igualmente apresentada na sequência da mesma audição pública de 22 de setembro.
Paulo Núncio afirma que, dois dias depois desta audição, a deputada do PS divulgou na sua conta pessoal, na rede social Instagram, um vídeo contendo excertos da intervenção que proferira enquanto deputado do CDS. Isabel Moreira acrescentou, designadamente, a expressão &quot;Este discurso pode matar. Porque a mentira mata (…)&quot;.
Paulo Núncio considera que, através dessa publicação, lhe é imputado um propósito contrário ao que afirma ter orientado a sua intervenção, entendendo tratar-se de uma acusação grave dirigida à sua honra e probidade enquanto deputado.
Já Isabel Moreira, na participação que apresentou, sustenta estarem em causa não divergências de natureza política, mas comportamentos de Paulo Núncio e de Bruno Vitorino que, no seu entender, terão contribuído para a &quot;criação de um ambiente intimidatório e hostil para cidadãos, associações e especialistas participantes nas referidas audições públicas&quot;.
Leia Também: Aguiar-Branco alerta sobre limites legais de CPI ao MAI. Ventura responde ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Esquerda e PAN criticam caminho para privatização total da TAP</title>
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<description><![CDATA[ Livre, PCP, BE e PAN criticaram hoje o Governo pela venda parcial da TAP à alemã Lufthansa, considerando que este é o primeiro passo para uma privatização total da companhia aérea, hipótese admitida pelo primeiro-ministro.
 
&quot;O Governo, ao privatizar uma parte da TAP e tendo muito provavelmente como intenção privatizar a totalidade da TAP, é um Governo que está a falhar ao país porque está a fazer o que é mais fácil, que é vender os seus ativos&quot;, criticou o porta-voz do Livre Jorge Pinto, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O deputado reagia ao facto de o Governo ter selecionado hoje Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.
Na ótica de Jorge Pinto, &quot;um Governo que tem um ativo como a TAP pública e abdica de ter a totalidade do controlo, podendo pensar na transformação do setor aéreo, na transformação e na transição ecológica também dentro da aviação, é um Governo que falha ao país&quot;.
Distanciando-se da decisão do executivo PSD/CDS-PP, o dirigente considerou ainda que &quot;parece haver um gato escondido com o rabo de fora&quot;, argumentando que &quot;há muitas coisas ainda por esclarecer, muitas incertezas até relacionadas com o que será o futuro da pista de Tancos&quot;.
Pelo PCP, o secretário-geral Paulo Raimundo manifestou uma &quot;profunda incompreensão pelo ar alegre e satisfatório&quot; dos membros do Governo no anúncio de hoje, e considerou que &quot;há duas coisas que estão escritas nas estrelas&quot;.
&quot;Uma é que o objetivo do Governo é privatizar a TAP a 100%. E a segunda coisa que está escrita nas estrelas é que não vale a pena confiar em nada do que foi dito, em nada do que está escrito, nem em nada do que está assinado. Porque nada do que são as chamadas contrapartidas vai ser concretizado&quot;, antecipou.
Paulo Raimundo considerou que &quot;ainda há espaço para travar este crime económico&quot;, apelando à mobilização dos trabalhadores e da sociedade civil para que insurjam contra a entrega da &quot;única empresa de bandeira do país ao capital estrangeiro&quot;.
O deputado único do BE, Fabian Figueiredo, considerou que o Governo &quot;deu uma má notícia ao país&quot; e deixou &quot;evidente que o seu objetivo continua a ser a privatização integral&quot;.
&quot;Creio que a primeira pergunta que se deve fazer é porque é que uma grande empresa de aviação alemã quer adquirir a TAP. Há uma razão simples: porque a TAP é um grande ativo no mercado aeronáutico internacional, por causa do seu &#039;hub&#039;, por causa das linhas que tem, por causa dos quadros que tem, é por isso que a Lufthansa quer ficar com a TAP, razão pela qual Portugal não deve vender a TAP&quot;, sustentou.
O bloquista adiantou que o seu partido já solicitou toda a documentação relativa ao processo de privatização &quot;porque ele levanta várias dúvidas&quot;, lembrando a privatização da TAP em 2015 também protagonizada por Miguel Pinto Luz, que disse, &quot;se veio a revelar um cambalacho&quot;.
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, manifestou-se preocupada com uma &quot;intenção de privatização a 100%&quot;, considerando que o primeiro-ministro deve dizer ao país &quot;onde é que estas fases de reprivatização têm um limite&quot;.
Inês Sousa Real alertou ainda para algumas &quot;preocupações que não estão em cima da mesa, nomeadamente com a expansão aeroportuária e com o novo aeroporto&quot; em matéria ambiental, &quot;a própria pressão turística que vai gerar esta nova capacidade do ponto de vista dos voos, ou até mesmo a preocupação com a terceira via sobre o Tejo&quot;.
Leia Também: PSD fala em fim da &quot;confusão&quot;. CDS: Decisão prova que Governo reforma ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Chega quer caderno de encargos, IL pede garantias de privatização total</title>
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<description><![CDATA[ O Chega indicou hoje que quer conhecer o caderno de encargos do processo de venda parcial da TAP à Lufthansa e a IL pediu garantias &quot;de que existe um caminho para a privatização total&quot; da companhia aérea.
 
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado do Chega Francisco Gomes afirmou que a TAP &quot;tem atravessado um longo processo de gestão danosa do dinheiro público&quot; e um &quot;longo historial de falhas sucessivas negociais&quot;.
&quot;Antes de tudo, queremos perceber qual é o caderno de encargos e nesse caderno de encargos queremos ver garantidas aquelas que nós consideramos cinco prioridades estratégicas para a TAP&quot;, afirmou.
Para o Chega, é prioritária a &quot;ligação às comunidades portuguesas da diáspora, as ligações às regiões autónomas, a manutenção de Lisboa como hub estratégico da TAP, a manutenção dos postos de trabalho e a manutenção do português como língua institucional e operacional da empresa&quot;.
&quot;Queremos saber que garantias foram dadas ao governo português, queremos saber como é que vai ser feito o investimento e queremos, acima de tudo, garantir rigor e respeito pelos portugueses&quot;, acrescentou.
O deputado da IL Jorge Miguel Teixeira afirmou que, da primeira vez que se tentou privatizar a TAP, a empresa acabou por ser renacionalizada e &quot;os portugueses foram obrigados a investir 3.200 milhões de euros num enorme buraco financeiro, sem que conseguissem obter algum retorno disso&quot;.
Para o liberal, o país está &quot;outra vez a viver a mesma história, sem nenhuma garantia de que a empresa irá ser privatizada na totalidade&quot;.
&quot;É isto que verdadeiramente nos preocupa. É que nós podemos realmente acabar a viver o mesmo calvário que vivemos aqui há alguns anos&quot;, frisou.
Por isso, a IL, apesar de achar que o processo está num &quot;bom início&quot;, quer uma &quot;garantia de que existe um caminho para a privatização total&quot; da companhia aérea, argumentando que &quot;os portugueses não aguentam mais o fardo de ter de sustentar os sonhos e as caravelas do Partido Socialista e do Chega&quot; e pedindo que o país &quot;siga em frente&quot;.
Leia Também: Esquerda e PAN criticam caminho para privatização total da TAP ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>PS diz que abstenção retira ao Chega &amp;quot;possibilidade de chantagear o país&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O PS considerou hoje que a viabilização do Orçamento do Estado pela abstenção retira ao Chega a &quot;possibilidade de chantagear o país&quot; e o partido de André Ventura criticou os socialistas por darem uma &quot;carta branca&quot; ao Governo.
 
O Chega abriu as declarações políticas do plenário de hoje com uma intervenção sobre a proposta do Governo de Orçamento do Estado (OE) para o próximo ano, que foi apresentada na semana passada e será votada na generalidade no final do mês. O documento tem aprovação garantida uma vez que o PS já anunciou a abstenção.
E foi precisamente nesse ponto que tocou o deputado Carlos Pereira, do PS, que questionou o Chega sobre &quot;o que incomoda mais&quot; o partido, se é o orçamento ou &quot;é a circunstância de o anúncio do voto de abstenção do Partido Socialista no orçamento retirar completamente do Chega a possibilidade de chantagear o país para deixar o país numa crise de instabilidade&quot;.
O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS acusou o Chega de estar &quot;aflito&quot; e de apresentar, como alternativa, &quot;um martelanço total das contas&quot;.
Carlos Pereira referiu que este &quot;não é um orçamento do PS, não é um excelente orçamento, mas é um orçamento que dá, neste momento, ao PS tranquilidade para haver paz política, que é o que o país quer e os portugueses querem&quot;.
O deputado João Ribeiro, do Chega, disse que o seu partido &quot;não tem medo nenhum da posição do PS&quot; e disse que aquilo que &quot;preocupa é um partido como o PS, não sei se com medo das sondagens, dar uma carta branca ao Governo&quot;.
O parlamentar, que integra a Comissão de Orçamento e Finanças, considerou que este OE será &quot;o orçamento do brutal aumento do custo de vida&quot; e questionou o PS se vai acompanhar as propostas do Chega para implementar medidas que também defende.
Pelo PSD, o deputado Marco Claudino, defendeu que a AD &quot;tem conseguido fazer uma governação com contas justas, isto é, contas que são certas e que também conseguem investir nos serviços públicos, investir nas pessoas&quot;, referindo que o rendimento líquido dos portugueses aumento &quot;em mais de 15%&quot; nos últimos dois anos.
Assinalando o custo de algumas propostas do Chega, o social-democrata contrapôs que o Chega não sabe &quot;fazer as contas&quot;.
&quot;Vou-vos oferecer a tabelada do ratinho para que para a próxima possam oferecer contas certas aos portugueses&quot;, afirmou.
Marco Claudino argumentou que &quot;os factos prevalecem sempre sobre as perceções&quot; do Chega e assinalou que, apesar das dificuldades, Portugal vai &quot;crescer mais o dobro da União Europeia&quot; e conseguir &quot;uma dívida pública tão baixa como há 16 anos&quot;.
O líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, disse que o Chega &quot;está sempre a olhar para a esquerda&quot; e desafiou esta bancada &quot;apoiar o Governo deste lado direito do hemiciclo em vez de continuar as aproximações aos grupos parlamentares mais do lado esquerdo&quot;.
&quot;Não estará na altura do Chega dar um sinal de alguma responsabilidade política e dar um sinal de sentido de Estado que até hoje nunca deu? Ou será que isso é esperar algo que nunca vai acontecer?&quot;, questionou.
O deputado do Chega recusou as críticas de Paulo Núncio e devolveu as acusações de proximidade à esquerda, dizendo que &quot;é o PS que vai viabilizar&quot; o OE do Governo.
Por seu turno, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, questionou qual o impacto da descida do IRC &quot;em matéria de crescimento e de criação de postos de trabalho&quot; e defendeu que esse dinheiro &quot;estaria muito melhor se fosse investido para baixar o preço do combustível, da prestação da casa e preço dos alimentos&quot;.
Neste ponto, João Ribeiro, do Chega, referiu que, apesar de ser uma medida defendida pelo partido, a descida do IRC &quot;só vai ter efeitos práticos no ano a seguir&quot;.
&quot;Por isso, é uma medida que demora muito tempo e é uma descida muito pífia. Não damos um sinal às economias que queremos receber as empresas porque, ao contrário dos senhores, nós não encaramos as empresas como um inimigo, eles são os criadores de emprego e os criadores de riqueza&quot;, defendeu.
Leia Também: AHDPP: OE2027 não traz &quot;impulso real&quot; para construção de habitação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Ciberataque a supermercados na França pode estar em andamento</title>
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<description><![CDATA[ A autoridade francesa de cibersegurança alertou hoje para a probabilidade de um ciberataque a supermercados ainda estar em curso, depois de sistemas de refrigeração de centenas de lojas de todo o país terem sido alvo de &#039;hackers&#039; na segunda-feira.
 
Admitindo um aumento das preocupações com a segurança das cadeias vitais de abastecimento alimentar, a agência de cibersegurança recomendou que as lojas voltem a ligar os frigoríficos à Internet apenas através de uma ligação VPN segura ou rede protegida, e que instalem atualizações ou troquem as palavras-passe.
Os &#039;hackers&#039; (piratas informáticos) assumiram o controlo remoto dos sistemas de refrigeração em centenas de supermercados e lojas independentes de toda a França na madrugada de segunda-feira, aumentando as temperaturas para 50 graus Celsius durante cerca de seis horas.
A situação obrigou as lojas a deitar fora produtos frescos e congelados, sendo que só a cadeia de supermercados Intermarché reportou prejuízos de &quot;dezenas de milhões de euros&quot; num único dia.
A Europol (a agência da União Europeia para a Cooperação Policial) está a investigar o caso, em paralelo com um episódio semelhante registado nos Países Baixos.



 Piratas informáticos atacam frigoríficos de supermercados em França 
Várias centenas de supermercados em França foram alvo de um ciberataque na noite passada, que visou sobretudo as instalações frigoríficas, destruindo produtos frescos e congelados, segundo informações divulgadas por distribuidores.
 Lusa | 13:53 - 12/10/2026 

No mesmo dia, uma grande rede de supermercados estava a reiniciar os sistemas que tinha desligado por precaução quando aconteceu o que a empresa-mãe, a Ahold Delhaize, classificou de &quot;incidente de cibersegurança&quot;.
O Centro Nacional de Cibersegurança neerlandês afirmou que vários ciberincidentes afetaram o setor alimentar europeu, mas que &quot;não há motivos, neste momento, para acreditar que os casos estejam relacionados&quot;.
Nenhum autor foi identificado publicamente e nenhuma reivindicação de responsabilidade foi divulgada.
Segundo avançou à agência de notícias Associated Press (AP) o antigo diretor de operações da Agência Francesa de Cibersegurança François Deruty, os responsáveis tanto podem ser agentes sofisticados patrocinados por um Estado como um estudante francês insatisfeito.
Os protestos de alunos do ensino secundário, revoltados com as escolas degradadas e com a falta de pessoal, têm abalado França desde meados de setembro.



 Ciberataques a empresas japonesas afetam milhões de utilizadores 
A cadeia de livrarias de segunda mão Bookoff confirmou hoje um ciberataque que expôs 6,43 milhões de registos de clientes, incluindo nomes, datas de nascimento, números de telefone e moradas. A empresa juntou-se a uma longa lista de entidades afetadas por ataques cibernéticos no Japão.
 Lusa | 07:44 - 09/10/2026 

&quot;Ainda não consigo determinar se está a ser orquestrado por alguém ou se é um indivíduo que tenta aproveitar o caos reinante para exibir as suas capacidades ou enviar uma mensagem&quot;, disse Deruty, que é agora diretor dos serviços de informações da empresa de cibersegurança Sekoia.
Para o especialista, as vulnerabilidades de &#039;software&#039; exploradas no ataque em França &quot;são um acidente anunciado&quot;, mas o caso também demonstrou que &quot;as pessoas simplesmente não tinham atualizado os seus equipamentos&quot; com as atualizações de segurança.
Segundo o ministro das Finanças francês, Roland Lescure, cerca de 700 dos 10 mil supermercados do país foram afetados.
Embora tenha garantido que não há risco para o abastecimento alimentar de França, o ministro reconheceu que o ataque &quot;atinge o cerne da segurança alimentar&quot; do país e considerou o incidente como &quot;um alerta para todos&quot;.
Nos Países Baixos, o Governo recomendou que as famílias armazenem bens que garantam alimentação suficiente para três dias, seguindo um relatório que sugeria que cada casa devia ter uma reserva para &quot;pôr comida na mesa durante oito dias&quot;.
O investigador sénior do Instituto Clingendael Pieter Zwaan, coautor do relatório, avisou que, naquele país, os supermercados dependem de entregas &quot;just in time&quot; (no momento em que são necessárias), feitas várias vezes por dia para manter as prateleiras abastecidas.
&quot;Sem tecnologias de informação e eletricidade, é impossível encomendar e entregar produtos aos supermercados&quot; com tanta frequência, pelo que é melhor ter algumas provisões em casa, alertou.
Leia Também: Polícia sul-coreana investiga ciberataques a instituições financeiras ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Putin ordena medidas de segurança digital após ataques na Rússia</title>
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<description><![CDATA[ O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou hoje o reforço imediato dos mecanismos de segurança digital do país, considerando que as ameaças informáticas contra a economia russa atingiram &quot;um novo nível&quot;.
 
Durante uma reunião sobre cibersegurança no Kremlin, Putin relacionou o aumento das ameaças com a guerra na Ucrânia e o avanço da digitalização.
Segundo o chefe de Estado, a combinação destes fatores representa um perigo para &quot;a logística, os transportes, os serviços sociais, os sistemas de suporte vital e a administração pública&quot;.
Putin exigiu melhorias em &quot;todos os componentes do sistema nacional de segurança digital&quot; e nas &quot;ferramentas para uma resposta rápida aos ciberataques&quot;.



 Ciberataque expõe dados não classificados das secretas portuguesas 
Um ciberataque a uma empresa que trabalhou para o SIRP expôs dados não classificados de entidades públicas e privadas, segundo o SIRP.
 Lusa | 12:38 - 08/10/2026 

O Presidente russo pediu ainda maior coordenação entre as forças de segurança, os serviços de informações, os operadores de telecomunicações, as instituições financeiras, as empresas de Internet e outras entidades.
A reunião ocorreu após uma série de ataques realizados pela Ucrânia nos últimos dias contra centros de dados da empresa tecnológica russa Yandex.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, reconheceu na terça-feira que a empresa estava a atravessar &quot;dificuldades&quot;, manifestando confiança de que conseguiria resolvê-las pelos seus próprios meios.
Na reunião participou também o presidente executivo do Sberbank, Herman Gref, numa altura em que o maior banco russo confirmou um novo ataque ucraniano contra um dos seus centros de dados na região de Saratov.
O vice-presidente do conselho de administração do banco, Alexander Vediakhin, afirmou à agência Interfax que, apesar do ataque, todos os sistemas funcionam &quot;normalmente&quot; e não foram registadas vítimas.
Leia Também: Ciberataque a supermercados na França pode estar em andamento ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:00:04 +0100</pubDate>
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<title>PSD fala em fim da &amp;quot;confusão&amp;quot;. CDS: Decisão prova que Governo reforma</title>
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<description><![CDATA[ Os partidos que suportam o Governo reagiram no Parlamento à decisão do Governo, anunciada hoje, de selecionar a Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.
 
O deputado do PSD Alexandre Poço afirmou que, com o atual executivo, &quot;acabou o tempo em que a TAP era um brinquedo nas mãos de governos e de ministros&quot; e considerou que a decisão anunciada pelo Governo &quot;permite começar a recuperar o investimentos que os contribuintes portugueses fizeram&quot; na companhia aérea.
&quot;Por isso, este dia de hoje é um dia positivo para o país, para a economia e para a TAP&quot;, considerou.
Para o social-democrata, o interesse que a TAP despertou na Lufthansa e na Air France-KLM são indicadores do &quot;bom momento que a economia portuguesa vive e o momento positivo que o país atravessa&quot;.
Insistindo que o &quot;tempo da confusão na TAP acabou&quot;, Alexandre Poço salientou que o negócio contempla a &quot;preservação de rotas muito importantes para o povo português&quot; e o &quot;respeito pelos trabalhadores&quot;, permitindo à companhia &quot;crescer num grande grupo de aviação&quot;.
&quot;Um grande orgulho no caminho percorrido até aqui e uma alegria que, a partir de hoje, a TAP possa ter uma nova fase auspiciosa de um grande futuro à sua frente. Para a empresa, para os trabalhadores, para os seus fornecedores, para os seus clientes e para toda a economia portuguesa&quot;, sublinhou.
Por sua vez, o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, dirigiu as suas críticas, sem nomear ninguém, &quot;àqueles que acusam o Governo de governar apenas para o dia a dia e não fazer reformas estruturais&quot;.
&quot;Esta decisão é uma decisão estruturante que prova que o Governo governa a pensar no futuro do país&quot;, disse.
O centrista considerou também que hoje é um bom dia para o país e para o Governo, que, acrescentou, &quot;cumpre o seu programa e organizou um processo absolutamente transparente e competitivo para concretizar a primeira fase da reprivatização da TAP&quot;.
&quot;É desde logo também um bom dia para a TAP, que mantém a sua sede e a sua marca em Portugal e que fica, desde hoje, associada ao maior grupo de aviação europeu, o que abre portas para a capitalização e para o desenvolvimento da atividade futura&quot;, sublinhou.
O líder da bancada centrista afirmou também que esta operação é &quot;boa para os contribuintes portugueses&quot; depois de os executivos socialistas, disse, &quot;terem enterrado de forma absolutamente irresponsável 3,2 mil milhões de euros na companhia&quot;.
Leia Também: Ministro considera privatização da TAP &quot;reforma estrutural&quot; ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Os 4 eletrodomésticos em que não deve poupar dinheiro</title>
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<description><![CDATA[ Sempre que compramos um novo eletrodoméstico é preciso iniciar o processo de comparar diferentes modelos das mais diversas marcas, procurando entender qual é a melhor proposta consoante o que se procura.
 
O preço é, claro, um factor importante no processo de compra e muitos podem ter a tentação de poupar na compra dos seus eletrodomésticos. No entanto, nota o site SlashGear que em alguns casos compensa investir na compra de determinados equipamentos, evitando gastar mais a longo prazo.
Seja pela perspetiva da eficiência energética, presença de mais funcionalidades e maior capacidade ou potência, alguns eletrodomésticos justificam realmente o investimento extra de forma a desfrutar de uma maior longevidade no tempo de vida destes equipamentos eletrónicos.



 Os 6 pontos a considerar antes de comprar um novo eletrodoméstico 
A compra de um eletrodoméstico é muito mais complexa do que possa imaginar e deverá passar por considerações sérias sobre o tipo de utilização que pretende dar a um equipamento, assim como sobre o seu estilo de vida.
 Miguel Patinha Dias | 10:44 - 02/10/2026 

Caso esteja prestes a mudar de casa ou à procura de novos eletrodomésticos, recomendamos que dê uma vista de olhos à lista abaixo de equipamentos em que vale a pena investir e que convém não poupar sob risco de gastar mais do que pretendia no futuro.
Os 4 eletrodomésticos em que não deve poupar:

Frigorífico;
Máquina de Lavar Loiça;
Aspirador;
Máquina de Lavar Roupa.

Leia Também: Limpar o ecrã da TV: 7 dicas para evitar danos ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:00:05 +0100</pubDate>
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<title>PSD destaca aumento das verbas para a Madeira, mas exige mais</title>
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<description><![CDATA[ O PSD/Madeira destacou hoje que a região recebeu em média mais 123 milhões de euros do Orçamento do Estado dos Governos liderados pelo partido, em comparação com os do PS, mas nunca &quot;vai abdicar&quot; de reivindicar os seus direitos.
 
&quot;A média dos Governos do PS representaram […] transferências de 256 [milhões de euros]&quot;, disse o deputado social-democrata Bruno Macedo no plenário da Assembleia Legislativa da Madeira, no Funchal, apontando que em 2025, com o executivo da AD (PSD/CDS-PP), o valor anual foi de 345 milhões, somando as diferentes rubricas de transferências.
Realçando a importância do diálogo entre os executivos nacional e regional nas negociações orçamentais, o eleito do PSD complementou que existem &quot;outras questões pendentes com a República das quais a região não vai abdicar&quot;.
&quot;Há uma grande diferença como o PS e o PSD olham para os orçamentos&quot;, reforçou, complementando: &quot;Não abdicamos daqui dos que são os nossos direitos.&quot;
Bruno Macedo mencionou, como exemplo, que &quot;a região não tinha direito a verba nenhuma do Fundo de Coesão&quot; e houve um &quot;reconhecimento do Governo da República de que há uma iniquidade que devia ser corrigida&quot;.
No seu entender, &quot;quando o PS governa, vive para fazer asfixia à Região Autónoma da Madeira&quot; (que em democracia foi sempre gerida pelos sociais-democratas).
No debate, o líder parlamentar do PS, Paulo Cafôfo, e o deputado não inscrito (ex-Chega) Miguel Castro questionaram quais as garantias na proposta do Orçamento do Estado para 2027 para financiar o Hospital Central e Universitário da Madeira, obra atualmente em curso e comparticipada pelo Estado.
Por seu turno, o deputado do JPP Luís Martins criticou a ausência de verbas para a ligação ferry entre a Madeira e o território continental.
A Região Autónoma da Madeira vai receber 308,6 milhões de euros de transferências do Orçamento do Estado em 2027, mais 14,3 milhões do que este ano, segundo a proposta do Governo entregue no parlamento na semana passada.
Segundo o relatório que acompanha a proposta, o montante destinado à Madeira inclui uma transferência extraordinária de 79,9 milhões de euros relativos ao Fundo de Coesão, valor idêntico ao que foi transferido este ano.
O documento especifica que serão transferidos 228,7 milhões de euros ao abrigo do artigo 48.º da Lei das Finanças das Regiões Autónomas (transferências orçamentais) e 79,9 milhões de euros a título excecional, correspondentes à verba do Fundo de Coesão a que região autónoma já não tem acesso, devido à subida do Produto Interno Bruto (PIB) regional.
O parlamento madeirense rejeitou hoje - com os votos contra do PSD e do CDS-PP, a abstenção da IL, do Chega e do deputado não inscrito (ex-Chega) e votos a favor do PS e JPP - um projeto de resolução, da autoria do JPP, recomendando ao Governo da República &quot;a inscrição da operacionalização da ligação marítima regular de passageiros e carga rodada entre a Região Autónoma da Madeira e o território continental português no Orçamento de Estado para 2027&quot;.
Este diploma foi discutido em conjunto com outro projeto de resolução, da autoria da Iniciativa Liberal que recomendava ao Governo nacional que &quot;avalie a viabilidade de uma ligação ferry estruturada e operada em articulação com as ligações entre a península de Espanha e as ilhas Canárias&quot; e que foi aprovado com os votos favoráveis das várias bancadas, excetuando a do Chega, que votou contra.
Leia Também: PS de Guimarães acusa Câmara de nomear PSD para cargos técnicos ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;PS defende manutenção de posição estratégica do Estado na TAP&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O socialista Filipe Santos Costa salientou, esta quarta-feira, que o Partido Socialista (PS) &quot;defende a manutenção de uma posição estratégica do Estado na TAP&quot;, na sequência do anúncio do Governo dando conta que a Lufthansa foi escolhida para a privatização parcial da TAP. 
 
Recorde-se que o Governo selecionou hoje a Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em conferência de imprensa. 
&quot;Recuperada e reprivatizada a TAP importa que o crescimento da sua atividade e das suas contribuições fiscais permitam que o estado recupere a prazo os 3,2 mil milhões de euros investidos&quot;, começou por dizer, em conferência de imprensa, na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa. 
E acrescentou: &quot;Que seja mantida a marca TAP, a sua autonomia e que seja desenvolvida e não retraída a sua atividade de e para o nosso território nacional na pluralidade dos seus aeroportos do norte, centro, sul e ilhas. Que a TAP continue a assegurar o serviço público entre Lisboa, Faro, Porto, Açores e Madeira, a ligação privilegiada às comunidades portuguesas no estrangeiro, aos países lusófonos e aos principais destinos relevantes para os nossos fluxos de negócios de turismo&quot;. 
Destacou ainda que &quot;ao crescimento da atividade corresponda a proteção, a expansão, a qualificação e a apreciação do emprego direto e indireto da TAP, das compras de bens e serviços às redes de fornecedores nacionais e o desenvolvimento de novas atividades industriais em Portugal&quot;. 
E continuou: &quot;Que acordos para-sociais sobre a gestão operacional da TAP preservem o papel do Estado na gestão estratégica deste ativo crítico para o interesse nacional&quot;. 
Filipe Santos Costa apontou ainda &quot;que seja tido em conta que o PS defende a manutenção de uma posição estratégica do Estado na TAP e que futuras evoluções teriam de obter o necessário consenso político e parlamentar até porque como sabemos o atual Governo é frágil e sobreviveu apenas graças ao sentido de estado do PS&quot;.
O Governo escolheu a Lufthansa como vencedora da privatização da TAP, processo que agora segue para a Comissão Europeia e pode demorar até 24 meses. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e envolve a aquisição de 44,9% do capital da empresa.
&quot;Estamos a garantir o crescimento da TAP&quot;, assegurou Montenegro, garantindo que esta é a proposta que melhor avalia a companhia de bandeira portuguesa. &quot;Com esta decisão, o Governo concluiu com sucesso a primeira fase da privatização da companhia aérea&quot;, referiu.
O primeiro-ministro destacou ainda que ambas &quot;as propostas eram robustas e muito equivalentes&quot;, sublinhando que asseguravam o reforço do &#039;hub&#039;, a manutenção das rotas dos países lusófonos, bem como &quot;o respeito pelos trabalhadores e sustentabilidade financeira [da TAP] a médio e longo prazo&quot;.
Tomou depois a palavra o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento que, numa breve intervenção, sublinhou: &quot;É um momento muito importante para o futuro da TAP&quot; e &quot;um dia importante para Portugal&quot;. 



 Lufthansa paga 1.201 milhões e vence privatização da TAP: Os detalhes 
O Governo escolheu a Lufthansa como vencedora da privatização da TAP, processo que agora segue para a Comissão Europeia e pode demorar até 24 meses. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e envolve a aquisição de 44,9% do capital da empresa.
 Beatriz Vasconcelos | 12:57 - 14/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<media:keywords>PS, defende, manutenção, posição, estratégica, Estado, TAP</media:keywords>
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<title>BE pede audição de Pinto Luz sobre novo regime de reabilitação urbana</title>
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<description><![CDATA[ O BE requereu hoje a audição urgente no parlamento do ministro das Infraestruturas e Habitação sobre o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, considerando que o diploma suscita dúvidas de isenção.
 
Num requerimento dirigido ao presidente da Comissão parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, lembra que a 29 de maio o Governo aprovou o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana que &quot;encurtou o prazo de caducidade para a impugnação judicial de decisões autárquicas, que passou de dez para apenas três anos&quot;.
&quot;O Governo impôs, desta forma, uma severa compressão temporal ao escrutínio de operações urbanísticas que, pela sua natureza, revestem frequentemente elevada complexidade e impacto estrutural&quot;, critica o deputado do BE.
Fabian Figueiredo considera que a aprovação desta norma &quot;suscita legítimas e inadiáveis interrogações institucionais que o Parlamento não deve ignorar&quot;, uma vez que o atual ministro das Infraestruturas e Habitação desempenhou, &quot;durante mais de uma década e até data muito recente, as funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais com o pelouro do urbanismo&quot;.
O bloquista aponta ainda que existem atualmente &quot;ações a decorrer sob a alçada do Ministério Público relativas a esse mesmo período e pelouro&quot;.
&quot;O atual governante é, por inerência das suas anteriores funções, signatário de decisões autárquicas cujo prazo de escrutínio e impugnação é agora abruptamente encurtado, precisamente por via de uma lei proposta pelo Ministério que hoje dirige&quot;, sustenta.
Na ótica do deputado do BE, &quot;em nome do princípio basilar da transparência, a produção legislativa que altera as regras de responsabilização administrativa e de controlo de legalidade das autarquias deve estar blindada por uma absoluta clareza, não podendo subsistir zonas de sobreposição entre a prossecução do interesse público e os percursos executivos prévios dos governantes&quot;.
&quot;É do maior interesse da democracia, e do próprio Governo, que não pairem quaisquer suspeitas no espaço público quanto à isenção que presidiu à redação deste diploma&quot;, sustenta.



 Portaria que fixa limite de rendas acessíveis &quot;tardia&quot; e mantém barreiras 
A ALP considera que a publicação da portaria sobre rendas acessíveis é tardia e alerta para obstáculos que persistem no regime.
 Lusa | 21:47 - 13/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
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<media:keywords>pede, audição, Pinto, Luz, sobre, novo, regime, reabilitação, urbana</media:keywords>
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<title>Livre quer saber se ação da Polícia Municipal no Porto foi legal</title>
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<description><![CDATA[ O Livre quer saber qual a base legal para a intervenção da Polícia Municipal ao retirar tendas da acampada na praça D. João I, em questões hoje enviadas pelo grupo municipal à Câmara do Porto.
 
&quot;Qual a base legal e regulamentar invocada para a ação da Polícia Municipal do Porto nesta ação? De que forma é que essa base legal e regulamentar se sobrepõe ao artigo 45.º da Constituição da República Portuguesa que diz expressamente, no seu ponto n.º 1: &#039;Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização&#039;?&quot;, questiona o grupo parlamentar na Assembleia Municipal, em questões enviadas ao executivo.
Quem deu a ordem de intervenção por parte da Polícia Municipal para a retiradas das tendas da Praça Dom João I? Quando é que essa ordem foi dada e que documentos comprovam essa ordem?&quot;, questiona o grupo parlamentar na Assembleia Municipal.
O Livre quer ainda saber quem deu a ordem de intervenção para a ação desta força de segurança, que removeu segunda-feira as tendas instaladas naquela praça, &quot;quando é que essa ordem foi dada e que documentos comprovam essa ordem&quot;.
Por outro lado, o Livre pretende também saber onde está a propriedade retirada &quot;pela Polícia Municipal e serviços camarários&quot;, e como é que os manifestantes podem reaver esses bens.
&quot;Por que razão está a ser pedida a identificação dos manifestantes para esse efeito? Qual a norma legal ou regulamentar para este pedido de identificação? Caso os manifestantes se identifiquem para reaver a sua propriedade existe a possibilidade de serem abertos processos contra estas pessoas?&quot;, questionam ainda.
Cerca de 50 manifestantes passaram a noite ao relento na praça, de segunda para terça-feira, garantindo que o protesto vai continuar, com assembleias populares e atividades durante o dia para mobilizar a adesão.
Um porta-voz adiantou que a câmara municipal autorizou, entretanto, a reinstalação das tendas dentro de cerca de 48 horas e explicou que a retirada na segunda-feira foi justificada com questões legais relacionadas com a ocupação do espaço público sem aviso prévio e com a instalação de infraestruturas.
O protesto deverá prolongar-se por tempo indeterminado, mas as decisões serão tomadas em assembleia marcada para as 19:00 de hoje, no local.
Na manhã de segunda-feira, a Polícia Municipal retirou as cerca de 50 tendas que estavam armadas naquela praça no centro do Porto ao abrigo de uma manifestação ocorrida no sábado contra o aumento do custo de vida e dos custos da habitação, organizada pela plataforma &quot;Não dá mais para viver assim&quot;.
Os manifestantes permaneceram na praça durante o dia e noite de segunda-feira, e promovem uma assembleia popular na quarta-feira.
Na segunda-feira, a autarquia garantiu que o acampamento em protesto contra os preços da habitação estava a ocupar indevidamente o espaço público, razão pela qual foi retirado pelas autoridades.
Em comunicado, a autarquia indicou que &quot;a ocupação da Praça D. João I através da instalação de um acampamento foi avaliada pelas entidades competentes e forças de segurança, a quem cabe atuar em conformidade com a lei, não permitindo a ocupação ilegal e degradação do espaço público&quot;.
&quot;Nesse sentido, na manhã de hoje [segunda-feira] deu-se início a uma ação conjunta entre a PSP, a Polícia Municipal e a Porto Ambiente [empresa municipal], para remover os objetos que ocupavam indevidamente o espaço público da Praça D. João I&quot;, justificou.



 BE pede explicações sobre remoção de acampamento no Porto 
O Bloco de Esquerda quer saber quem autorizou a remoção, esta manhã, do acampamento contra os preços da habitação no Porto, pela Polícia Municipal e pela PSP, e com que fundamento legal foram apreendidos os pertences dos manifestantes.
 Lusa | 16:41 - 12/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
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<title>PS pede audição de Pinto Luz por suspeitas de conflito de interesses</title>
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<description><![CDATA[ O PS pediu hoje uma audição parlamentar urgente do ministro das Infraestruturas e Habitação por suspeitar de conflito de interesses na aprovação do novo regime de reabilitação urbana, alegando que o governante pode ter beneficiado dessas alterações.
 
O anúncio foi feito pelo líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias, em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, na sequência de uma notícia da revista &#039;Sábado&#039; que revela que o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, aprovado em maio pelo Governo, encurtou prazos para impugnar licenciamentos, podendo assim impedir a contestação a decisões tomadas pelo atual ministro Miguel Pinto Luz enquanto vice-presidente da Câmara de Cascais.
Entre os casos referidos está o hotel Hilton, em Carcavelos, cujo licenciamento foi contestado pelo Ministério Público antes da entrada em vigor das novas regras.
Para Brilhante Dias, as notícias conhecidas hoje levantam a possibilidade de o ministro Miguel Pinto Luz, que representou o Governo na discussão do diploma no Parlamento, ter conduzido um processo legislativo em &quot;claro conflito de interesses&quot;.
&quot;O conflito de interesses no processo legislativo é um dos aspetos que mais mácula deixa na atividade política. Eu diria que é provavelmente dos aspetos mais graves que pode haver na atividade política&quot;, sublinhou.
O deputado do PS disse ter havido um processo administrativo em Cascais que, segundo disse, &quot;eximiu um grupo empresarial de pagar compensações monetárias de elevado valor&quot;, questionado se as alterações legislativas poderão impedir que sejam apuradas as responsabilidades políticas de Pinto Luz pelas decisões tomadas enquanto autarca no concelho.
&quot;Há legislação que foi alterada, e foi alterada precisamente a partir da fonte, o Ministério das Infraestruturas, do ministro Miguel Pinto Luz&quot;, acrescentou, referindo que o PS quer perceber se o governante declarou o alegado conflito de interesses e se o restante Governo tinha conhecimento de &quot;que aquilo que estavam a aprovar eximia o ministro Miguel Pinto Luz das suas responsabilidades&quot;.
Brilhante Dias salientou, no entanto, que o PS &quot;não faz julgamentos apriorísticos&quot;, insistindo que há uma suspeita que deve ser esclarecida no Parlamento.
Também hoje, o BE requereu a audição urgente no parlamento do ministro das Infraestruturas e Habitação sobre o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, considerando que o diploma suscita dúvidas de isenção.



 BE pede audição de Pinto Luz sobre novo regime de reabilitação urbana 
O BE requereu hoje a audição urgente no parlamento do ministro das Infraestruturas e Habitação sobre o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, considerando que o diploma suscita dúvidas de isenção.
 Lusa | 13:05 - 14/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
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<media:keywords>pede, audição, Pinto, Luz, por, suspeitas, conflito, interesses</media:keywords>
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<title>Ventura afirma que &amp;quot;houve bloqueios&amp;quot; ao inquérito a Luís Neves</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega considerou hoje que &quot;houve bloqueios&quot; ao inquérito parlamentar aos mandatos de Luís Neves como diretor da Polícia Judiciária e defendeu que este deve funcionar durante a discussão do Orçamento do Estado.
 
&quot;Nós vamos mesmo avançar com a comissão de inquérito, vamos pedir que ela não se suspenda e que rapidamente possamos chegar ao ritmo dos nossos trabalhos e àquilo que temos que fazer&quot;, afirmou.
André Ventura falava aos jornalistas na Assembleia da República, minutos depois da posse da comissão parlamentar de inquérito (CPI) aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária (PJ), de que é presidente, que ditou o arranque oficial dos trabalhos.
&quot;Acho que é importante que o Parlamento compreenda a urgência e a importância desta comissão de inquérito, e tive a oportunidade de transmitir também aos senhores deputados que é isso que transmitirei ao presidente da Assembleia da República, que é essa a nossa vontade de não suspender os trabalhos, evidentemente, tendo em conta aquilo que ele terá para dizer sobre esta matéria&quot;, acrescentou.
O presidente da CPI deixou igualmente um &quot;compromisso e garantia&quot; de que, independentemente da sua posição, &quot;esta comissão funcionará no respeito de todos os partidos, dizendo o que entenderem, promovendo as linhas de investigação que entenderem, pedindo os documentos que entenderem, chamando quem quiser chamar, fazendo as diligências que querem fazer&quot;.
&quot;Daremos espaço a todos dentro, evidentemente, do objeto da comissão&quot;, indicou.
&quot;Essa função até é garantida por uma coisa que eu acho sagrada, é esta comissão não ter bloqueios, não ter condicionamentos e podermos chegar à verdade independentemente dos interesses instalados&quot;, acrescentou.
André Ventura aproveitou esta declaração aos jornalistas para responder ao presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, que disse não ter havido bloqueios a esta CPI.
&quot;Não me cabia ali dentro responder diretamente ao presidente da Assembleia da República, mas sim houve bloqueios, sim houve tentativas de condicionamento, sim houve tentativas de paragem, e isso é tudo o que não deve acontecer numa comissão parlamentar de inquérito&quot;, argumentou.
Ventura disse &quot;respeitar muito as instituições&quot; e vai procurar salvaguardá-las enquanto presidir a esta CPI.
&quot;Outra é entender que há muito tempo que Luís Neves devia ter saído do cargo de ministro. Mas a comissão de inquérito continuaria a funcionar mesmo que Luís Neves saia do cargo de ministro&quot;, referiu, voltando a insistir na demissão do ministro da Administração Interna.
Sobre o Livre ter ter anunciado que vai pedir a sua audição na CPI, André Ventura acusou este partido de tentar &quot;mais uma vez bloquear a comissão de inquérito&quot;, mas disse estar disponível para depor.
&quot;Eu sou ouvido todos os dias, em todo lado. Acho que se há alguma pessoa que não pode dizer que não é ouvida e que não é questionada todos os dias, sou eu […]. A minha diferença para Luís Neves é esta, eu nunca fujo à verdade, nunca, e nunca fujo às perguntas&quot;, afirmou.



 Aguiar-Branco alerta sobre limites legais de CPI ao MAI. Ventura responde 
O presidente da Assembleia da República avisou que o inquérito sobre o ministro Luís Neves está subordinado aos limites da lei e à lealdade democrática. O líder do Chega rejeitou &quot;bloqueios&quot;.
 Lusa | 13:28 - 14/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Ventura, afirma, que, houve, bloqueios, inquérito, Luís, Neves</media:keywords>
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<title>PS acusa Governo de propor &amp;quot;uma mão cheia de nada&amp;quot; para Castelo Branco</title>
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<description><![CDATA[ O PS de Castelo Branco acusou hoje o Governo de propor uma mão cheia de nada e um vazio de ideias e de projetos para o concelho no Orçamento de Estado (OE) para 2027.
 
&quot;A proposta de Orçamento do Estado para 2027 confirma uma recorrente realidade: o PSD e o CDS falam do Interior, mas não investem no seu desenvolvimento&quot;, afirmou, em comunicado enviado à agência Lusa, o secretariado da Concelhia de Castelo Branco do PS.
Os socialistas acusam mesmo o Governo de propor para Castelo Branco &quot;uma mão cheia de nada e um vazio de ideias e de projetos&quot;.
Defendem que o IC31, em perfil de autoestrada e sem portagens, é fundamental para ligar Castelo Branco a Espanha, melhorar a mobilidade e reforçar a competitividade económica, não só da região da Beira Baixa, como de todo o país.
&quot;Após um milhão de euros inscrito em 2026 [no OE], o Governo finalmente assume que não quer concretizar o projeto [IC31] e prevê agora zero euros para 2027. Não se compreende que, sendo o PSD agora Governo, os seus militantes albicastrenses não se associem à defesa da construção desta infraestrutura fundamental e, pior, desvalorizem aqueles que continuam a protagonizar essa luta&quot;, sublinham.
Segundo o PS de Castelo Branco, o mesmo acontece com a instalação do Tribunal Central Administrativo Centro.
&quot;Não estamos perante uma nova promessa nem uma opção que o Governo possa simplesmente ignorar. O Tribunal foi criado por lei, tem sede legal em Castelo Branco e o artigo 237.º do OE2026, incluído contra a vontade do PSD, determina expressamente que o Governo adote, ainda durante 2026, as medidas necessárias à sua instalação definitiva&quot;, vincaram.
Em setembro, o Parlamento voltou a recomendar ao Governo a concretização deste Tribunal em Castelo Branco.
&quot;Perante tudo isto, o Governo apresenta um Orçamento para 2027 sem qualquer referência ao projeto, e a ministra da Justiça questiona publicamente a viabilidade de uma decisão que já está na lei. É necessário que o PSD esclareça se, de facto, não quer a criação do Tribunal Central Administrativo Centro, como indicam as declarações da ministra, ou se simplesmente não o quer em Castelo Branco e no interior&quot;, salientam.
Os socialistas querem ainda que os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Castelo Branco esclareçam se querem defender o seu partido ou se querem defender as populações.
Exigem ainda que a discussão do OE para 2027 faça correções, com dotação de verbas para o IC31, com avanços reais na instalação do Tribunal Central Administrativo do Centro e com respostas para as necessidades de investimento da região.
Leia Também: IC31? PSD acusa presidente da Câmara de Castelo Branco de &quot;populismo&quot; ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:08 +0100</pubDate>
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<title>Meo cria rede móvel tática 4G/5G para Exército em cenários de emergência</title>
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<description><![CDATA[ A Meo anunciou hoje que desenvolveu e forneceu ao Exército português uma solução móvel de comunicações táticas 4G/5G, o qual permite criar uma rede rede móvel privada e autónoma que assegura as comunicações em cenários de emergência.
 
De acordo com a operadora liderada por Ana Figueiredo, esta solução permite &quot;criar no terreno uma rede móvel privada, autónoma e rapidamente mobilizável&quot;.
A tecnologia &quot;foi concebida para assegurar a continuidade das comunicações críticas em cenários de emergência, catástrofe, falha de energia ou indisponibilidade das redes convencionais&quot;, salienta a Meo, em comunicado.



 Internet fraca? Estes são os 8 &quot;inimigos&quot; do Wi-Fi de sua casa 
Ainda que muitos levem em conta que o router deve ser colocado num local central de sua casa, há quem ignore que determinados objetos podem interferir com a qualidade do sinal Wi-Fi.
 Miguel Patinha Dias | 11:34 - 12/10/2026 

A solução, designada por &#039;bolha tática&#039;, disponibiliza serviços de voz, vídeo, dados e geolocalização em tempo real, assentes numa combinação entre conectividade móvel 4G e 5G com comunicações satélites Eutelsat OneWeb, criando uma infraestrutura de comunicações independente das redes móveis convencionais, segundo a Meo.
&quot;Esta primeira rede móvel tática integra módulos transportáveis e mochila podendo ser rapidamente instalada e utilizada em diferentes contextos operacionais. Em campo aberto, permite assegurar uma cobertura de mais de 10 quilómetros, enquanto a ligação por satélite garante a conectividade com outras estruturas e centros de comando&quot;, detalha.
Desenvolvida para responder às necessidades operacionais do Exército, a tecnologia tem potencial de utilização em operações de proteção civil e resposta a emergências, nomeadamente em situações em que as infraestruturas de telecomunicações estejam danificadas ou indisponíveis, permitindo apoiar estruturas de comando, equipas de socorro e autoridades responsáveis pela gestão de crises em cenários de elevada exigência, de acordo com a Meo.



 Apenas 15% dos moçambicanos conseguem pagar acesso à internet móvel 
Apenas 15% dos moçambicanos conseguem pagar acesso à internet móvel, apesar da expansão das redes de telecomunicações no país, segundo dados apresentados hoje por especialistas que apoiam o Governo na elaboração da estratégia nacional &quot;Internet para Todos&quot;.
 Lusa | 13:21 - 07/10/2026 

&quot;A bolha tática demonstra como uma rede móvel pode ser criada e mobilizada rapidamente onde as estruturas convencionais deixaram de estar disponíveis e as comunicações são críticas&quot;, afirma o administrador da Meo com o pelouro da tecnologia (CTO), José Pedro Nascimento, citado em comunicado.
&quot;Ao combinar 4G, 5G e conectividade por satélite com a nossa capacidade de engenharia e integração, conseguimos criar uma solução que permite manter equipas e centros de operações ligados mesmo em cenários de elevada exigência. É um exemplo concreto de como a tecnologia pode contribuir para aumentar a resiliência das comunicações e a segurança em Portugal&quot;, remata.
Leia Também: Rússia vai investir em sistemas de bloqueio de Internet ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Aguiar&#45;Branco quer CPI sobre exames livre de &amp;quot;jogos partidários&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República salientou hoje a importância da educação para o futuro do país e afirmou esperar que a comissão parlamentar de inquérito sobre os exames nacionais fique livre de jogos partidários.
 
Esta posição foi transmitida por José Pedro Aguiar-Branco após ter empossado a comissão parlamentar de inquérito relativa às decisões, contratações e responsabilidades na conceção e execução da classificação digital dos exames nacionais de 2025 e 2026.
Uma comissão parlamentar de inquérito proposta pelo Bloco de Esquerda e que será presidida por Emídio Guerreiro (PSD), tendo como vice-presidentes os deputados Rita Matias (Chega) e Paulo Lopes da Silva (PS).
Na sua breve intervenção, o presidente da Assembleia da República considerou que &quot;nenhuma área política pública é tão determinante para o futuro do país como a educação&quot;.
&quot;O Parlamento tem o dever de acompanhar, debater e escrutinar as políticas educativas com o rigor e sentido de responsabilidade, seja na Comissão Parlamentar da Educação, seja em outras instâncias, como nesta comissão parlamentar de inquérito. Todos temos consciência que é na educação que começa efetivamente a construção do nosso futuro coletivo&quot;, defendeu.
Por isso, na perspetiva de José Pedro Aguiar-Branco exige-se &quot;um grande sentido de responsabilidade, porque não basta reconhecer que a educação é fundamental, é preciso também estar à altura da responsabilidade que essa importância exige&quot;.
&quot;É um tema demasiado importante para ficar refém de jogos partidários ou de polémicas da circunstância. Os portugueses esperam um trabalho sério, rigoroso e construtivo, centrado no que verdadeiramente importa: Os alunos, as famílias e as escolas. Tenho a certeza que é esse também o sentido com que todos [os deputados] estão nesta comissão parlamentar de inquérito&quot;, frisou o presidente da Assembleia da República.
Logo a seguir, Emídio Guerreiro prometeu tudo fazer para que se consiga atingir os objetivos a que a comissão parlamentar de inquérito se propõe.
&quot;Uma comissão parlamentar de inquérito tem especificidades muito próprias e tem responsabilidades acrescidas. E também uma responsabilidade para com os cidadãos. Por isso, penso que temos um excelente ponto de partida para nos focarmos no objeto desta comissão, conforme foi deliberado pelo plenário da Assembleia da República, tendo em vista atingir os objetivos propostos&quot;, acrescentou o presidente da comissão parlamentar de inquérito.
Leia Também: Ventura presidir CPI a MAI? Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:00:10 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Aguiar-Branco, quer, CPI, sobre, exames, livre, jogos, partidários</media:keywords>
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<title>Disney+ traz nova versão de &amp;quot;Ficheiros Secretos&amp;quot; com Ryan Coogler</title>
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<description><![CDATA[ A Disney decidiu avançar com a aprovação de uma nova versão de “Ficheiros Secretos” (“X-Files”, em inglês) criada por Ryan Coogler - o responsável por “Creed”, “Pantera Negra” e “Pecadores”.
 
Sabe-se que esta nova versão foi encomendada pela Hulu (da Disney) e contará com novas personagens interpretadas por Danielle Deadwyler (“Station Eleven”, “Rooster”) e Himesh Patel (“Tenet”, “The Odyssey”). Sim, significa isto que a série não procurará reinventar os icónicos Fox Mulder e Dana Scully interpretados por David Duchovny e Gillian Anderson (respetivamente).
Os novos atores interpretarão “dois agentes do FBI altamente condecorados, mas completamente diferentes, que formam um laço improvável quando são designados para uma divisão há muito desativada e dedicada a casos que envolvem fenómenos inexplicáveis”.



 Disney+. Saiba tudo o que pode ver em outubro 
Os destaques do mês de outubro são uma nova série da Marvel, uma nova temporada de “Médicos e Estagiários” e também um novo documentário da jornalista portuguesa Mariana Van Zeller.
 Miguel Patinha Dias | 18:02 - 05/10/2026 

Sabe-se que a decisão de avançar com o projeto foi tomada pela Hulu depois de ter visto o episódio piloto com realização, argumento e produção executiva de Coogler. Sabe-se que o criador da série original, Chris Carter, está envolvido como produtor executivo.
“Há muito que adoro ‘Ficheiros Secretos’, por isso ter a oportunidade de escrever e realizar o piloto significou muito para mim”, afirmou Coogler de acordo com a revista Variety. “O que o Chris Carter criou é especial e quisemos honrar tudo o que fez com que a série original se conectasse com tantas pessoas, ao mesmo tempo que encontrávamos o nosso próprio caminho para entrar neste mundo. A Danielle [Deadwyler] e o Himesh [Patel], juntamente com o resto do elenco, trouxeram perspectivas e interpretações muito originais a estas personagens e ver tudo isto a concretizar-se tem sido uma das partes mais gratificantes desta experiência”.



 Disney+ garante jogos da NBA durante os próximos 10 anos 
Os subscritores da Disney+ poderão assistir a determinados jogos da época regular, assim como a partidas dos NBA Playoffs, das Finais de Conferência e das NBA Finals. O acordo é válido até à época 2035/2036.
 Miguel Patinha Dias | 18:12 - 06/10/2026 

Lembrar que a série original de “Ficheiros Secretos” teve um total de 11 temporadas e conseguiu 61 nomeações para os Emmy, alcançando 15 vitórias nestes prémios.
Infelizmente, ainda não há uma previsão de lançamento para esta nova versão de “Ficheiros Secretos”, com a estreia na Disney+ a estar, no entanto, já assegurada.
Leia Também: Disney+ lança nova série de super-herói da Marvel este mês. Eis o trailer ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:00:09 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Polémica com MAI? &amp;quot;Não podemos continuar a viver esta instabilidade&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, descreveu a situação do ministro da Administração Interna como &quot;insustentável&quot;, defendendo que Luís Neves não tem condições para continuar no cargo.
 
José Luís Carneiro abordou a mais recente polémica que envolve o ministro da Administração Interna, Luís Neves, numa entrevista na RTP, na noite de terça-feira.
O socialista descreveu a situação como &quot;insustentável&quot;, reforçando que Luís Neves não tem condições para continuar no cargo.
&quot;Se esta situação de instabilidade se mantiver, não vejo como é que o primeiro-ministro possa tomar uma decisão que não seja a de uma remodelação do Ministério da Administração Interna&quot;, apontou, notando que &quot;não podemos continuar a viver esta instabilidade permanente num dos mais importantes ministérios&quot;. 
José Luís Carneiro sublinhou ainda que os factos relatados pelo secretário-geral do MAI exonerado são &quot;graves e merecem um esclarecimento cabal e eventual apuramento de responsabilidades&quot;.
De salientar que o PS pediu na terça-feira uma audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna e do anterior secretário-geral da Administração Interna para esclarecer &quot;os fundamentos da decisão&quot; do governante de demitir Ricardo Carrilho e questões levantas sobre o SIRESP.
&quot;O PS não estará na origem de qualquer crise política&quot;
Na mesma entrevista, e quando questionado sobre o porquê de admitir viabilizar o Orçamento do Estado quando ainda não o conhecia na totalidade, José Luís Carneiro salientou que Montenegro correspondeu às exigências feitas pelo PS. 
&quot;A primeira exigência é garantir que a revisão da Constituição se fará com o PS e os dois partidos fundadores da democracia serão o garante da defesa dos valores constitucionais&quot;, começou por explicar, acrescentando também a não alteração do regime das pensões, o financiamento para os investimentos pós-PRR que estão por concluir e a resposta ao municípios e famílias afetados pelas tempestades no início do ano. 
&quot;Estas foram as questões que coloquei. Quando o primeiro-ministro assumiu publicamente querer cumprir todos estes compromissos, entendi que deveria assumir esta posição&quot;, sublinhou. 
O líder do PS referiu ainda que vai propor &quot;aos órgãos do PS a abstenção&quot;. &quot;Mas vamos olhar para o orçamento. O orçamento foi entregue, estamos a analisá-lo e vamos levar à especialidade várias propostas, nomeadamente, em relação ao que tem que ver com o custo de vida, com a saúde, com a habitação, com os salários e com o regime dos impostos&quot;, frisou. 
A propósito da abstenção, José Luís Carneiro vincou que &quot;o PS não estará na origem de qualquer crise política&quot;. Quanto às propostas que serão levadas pelo partido à especialidade, destacou que &quot;serão sustentáveis do ponto de vista orçamental&quot;. 



 PS pede audição urgente de Luís Neves e de ex-secretário-geral do MAI 
O PS pediu a audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna e do ex-secretário-geral do MAI para esclarecer a demissão de Ricardo Carrilho e questões sobre o SIRESP.
 Lusa | 14:18 - 13/10/2026 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Facebook testa nova funcionalidade de personalização do feed com IA</title>
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<description><![CDATA[ O Facebook anunciou o lançamento de uma nova funcionalidade que permite aos utilizadores da rede social personalizarem os conteúdos que querem ver nos respectivos feeds e também nos vídeos Reels. A funcionalidade recorre a Inteligência Artificial.
 
A empresa partilhou uma publicação de blogue onde explica que a nova funcionalidade - de nome “Your Algorithm” (O Teu Algoritmo, em português) - permite aos utilizadores adicionarem tópicos em que estão interessados, com a Meta a indicar que o sistema de recomendações responde de imediato.
Os utilizadores podem aceder a esta nova funcionalidade pressionando os botões “Com interesse” e “Sem interesse”, acessíveis ao carregar no ícone de três pontos encontrado no canto superior direito das publicações que são apresentadas. A Meta refere que, ao escolher uma destas duas opções, poderá fazer perguntas para saber detalhes sobre o que agradou ou desagradou.



 Facebook testa nova versão de app com acesso direto a vídeos Reels 
O Facebook começou a testar uma nova versão da sua app onde os utilizadores são levados diretamente para o separador de vídeos assim que abrem a aplicação da rede social.
 Miguel Patinha Dias | 13:56 - 07/10/2026 

“Podes dizer-nos, pelas tuas próprias palavras, o que gostarias de ver mais ou menos e as tuas recomendações são atualizadas em tempo real”, explica a Meta, indicando que a Inteligência Artificial é usada para que o utilizador possa explicar, de forma orgânica e natural, aquilo que quer ver mais ou menos na rede social.
A Meta também explica que recorrerá a grandes modelos de linguagem para melhorar o sistema de recomendações do Facebook. 
“Os grandes modelos de linguagem podem incorporar os interesses, contexto e intenção por trás da linguagem natural, desbloqueando um algoritmo com o qual podes falar”, explica a Meta. “Diz-lhe o que queres ver mais ou menos e as tuas recomendações responderão em tempo real, adaptando dentro da mesma sessão para refletir o que importa para ti naquele momento”.
Leia Também: Meta lançou nova IA e &quot;roubou&quot; páginas da banda Muse nas redes sociais ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Facebook, testa, nova, funcionalidade, personalização, feed, com</media:keywords>
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<title>Samsung considera aumentar preços dos Galaxy S27 em 2027</title>
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<description><![CDATA[ O ano de 2026 tem ficado marcado por aumentos sucessivos dos preços de novos telemóveis e, ao que tudo indica, esta continuará a ser uma realidade durante os próximos meses.
 
Assim, é esperado que a próxima geração de dispositivos móveis da Samsung - a série Galaxy S27, prevista para o primeiro trimestre de 2027 - apresente preços mais elevados em comparação com os que foram praticados pela empresa com a série Galaxy S26, lançada no começo de 2026.
Diz a publicação coreana Chosun que a Samsung está a considerar aumentar os preços dos telemóveis da série Galaxy S27 entre os 75 e os 100 dólares - equivalente entre 67 e 89 euros. Tal como tem acontecido com aumentos semelhantes, este é o resultado da crescente escassez de componentes de memória.



 Os melhores telemóveis (de sempre) lançados pela Samsung 
Além da Apple, a Samsung é uma das empresas que melhor soube tirar proveito do mercado de smartphones e continua a ser até hoje uma das empresas mais consistentes na qualidade dos telemóveis que lança no mercado.
 Miguel Patinha Dias | 08:00 - 14/10/2026 

Recentemente também começou a circular um rumor na rede social X que indicavam que só um dos novos Galaxy S27 teria direito a um aumento de memória RAM.
A grande maioria dos novos modelos deverá manter os 12GB de memória RAM que já estavam presentes nos antecessores. Contudo, haverá uma exceção sob forma do Galaxy S27 Ultra, que terá direito a 16GB de memória RAM na configuração com armazenamento interno de 1TB - o que deverá servir de incentivo para quem quiser um desempenho (ainda) mais rápido do que outros modelos.



 Novos topos de gama da Samsung terão mais bateria do que o S26 Ultra 
Os dois topos de gama da série Galaxy S27 terão mais bateria do que o Galaxy S26 Ultra. Apesar disso, a velocidade de carregamento deverá manter-se a mesma do telemóvel lançado no começo do ano.
 Miguel Patinha Dias | 12:11 - 21/09/2026 

Ainda teremos de aguardar pelo primeiro trimestre de 2027 para termos certezas em relação à série Galaxy S27. Acontece que a Samsung só deverá revelar estes novos telemóveis em fevereiro do próximo ano pelo que, entretanto, teremos de nos contentar com os rumores que vão surgindo.
Pode ficar a conhecer abaixo as configurações da série Galaxy S27 que estão a ser apontadas por estes rumores.
Galaxy S27
12GB RAM – 256GB, 512GB
Galaxy S27+
12GB RAM – 256GB, 512GB
Galaxy S27 Pro
12GB RAM – 256GB, 512GB, 1TB
Galaxy S27 Ultra
12GB RAM – 256GB, 512GB
16GB RAM – 1TB
Leia Também: O próximo de topo de gama da Samsung tornará as fotos mais realistas ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Samsung, considera, aumentar, preços, dos, Galaxy, S27, 2027</media:keywords>
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<title>CEO da Nothing: &amp;quot;iPhone Duo é um desperdício de dinheiro&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A poucos dias de começar o período de pré-venda do iPhone Duo começaram a circular informações que a Apple terá decidido aumentar as metas de produção do seu primeiro telemóvel de ecrã dobrável.
 
Tal notícia está a ser vista como um sinal de otimismo da Apple dado o interesse do público, mas nem todos consideram que a compra do iPhone Duo faça sentido. Uma dessas pessoas é Carl Pei, cofundador e CEO da Nothing e que também é conhecido por ter sido um dos criadores da OnePlus.
Num pequeno vídeo partilhado no YouTube, Pei afirma que comprar um iPhone Duo &quot;é um desperdício de dinheiro”, afirmando que tem menos funcionalidades e capacidades do que outros telemóveis da Apple - como é o caso do recém-lançado iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.



 Marca detida pela Nothing lançou colunas com design como nunca viu 
A CMF, uma marca detida pela Nothing, apresentou as colunas caseiras CMF Speakers S&amp;M. Estão disponíveis em dois tamanhos e em quatro cores com um design que dá nas vistas.
 Miguel Patinha Dias | 12:00 - 13/10/2026 

“Custa mais do que um iPhone 18 Pro com menos funcionalidades, por isso estás a pagar mais por menos”, afirma Pei, apontando para as ausências do sistema de reconhecimento facial Face ID e de uma teleobjetiva, assim como da câmara frontal com menor qualidade.
O líder da Nothing nota, contudo, que a animação de abrir e fechar o iPhone Duo foi bem concebida pela Apple e um detalhe que salta à vista, argumentando que (no final do dia) acaba por ser “apenas uma animação” e não uma inovação propriamente dita.
Pode ver acima o vídeo de Carl Pei com as declarações do líder da Nothing.
Apple parece estar confiante no sucesso do iPhone Duo
O mais recente relatório da Securities Times da China (via 9to5mac) que a Apple terá aumentado a produção do iPhone Duo. Ao contrário dos 6 a 7 milhões de unidades que esperava produzir inicialmente até ao final de 2026, as novas informações apontam para que sejam produzidas 10 milhões de unidades durante este ano.



 Apple já está a trabalhar em novas gerações do iPhone Duo 
O jornalista Mark Gurman da Bloomberg acredita que o iPhone Duo terá tanto sucesso que levará outras fabricantes de telemóveis a “aumentar dramaticamente” o investimento na categoria de telemóveis dobráveis.
 Miguel Patinha Dias | 20:00 - 19/09/2026 

É importante sublinhar que o iPhone Duo é o primeiro telemóvel da Apple na categoria dos dobráveis, a qual já conta com a presença de marcas conhecidas do mundo dos telemóveis como a Samsung, a Huawei, a Oppo, a Google e a Motorola.
O iPhone Duo estará disponível em configurações de 256GB, 512GB, 1TB e 2TB, com a versão mais barata a custar 2.399 euros e a versão mais cara a chegar até aos 3.899 euros. O lançamento está marcado para o dia 23 de outubro.
Leia Também: Dúvidas com o iPhone Duo? Os 5 detalhes (exclusivos) que o vão convencer ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Apple TV 4K de nova geração chega a Portugal em novembro</title>
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<description><![CDATA[ A Apple desvendou esta terça-feira, dia 13 de outubro, uma nova geração da Apple TV 4K que inclui como grande novidade a compatibilidade com a mais recente versão da assistente digital com Inteligência Artificial da empresa - a Siri AI.
 
No interior desta nova Apple TV 4K encontramos um A19, processador que de acordo com a Apple permite desfrutar de uma melhoria no desempenho do CPU de 50% e um desempenho de GPU duas vezes superior ao modelo anterior. Estará à venda um único modelo com 128GB de armazenamento interno.
A Apple TV 4K também inclui microfones que permitem aos utilizadores interagir com comandos de voz, sem necessidade de recorrente ao comando Siri Remote. Falando neste elemento, o novo comando conta agora com suporte Find My, com os utilizadores a poderem usar a funcionalidade para encontrar o comando recorrendo a som.



 Apple apresenta o HomeView. Novo produto não chega (por agora) à Europa 
A Apple anunciou oficialmente o HomeView e adianta que o seu mais recente produto não será vendido na União Europeia, uma vez que a assistente digital Siri AI ainda não está disponível neste mercado.
 Miguel Patinha Dias | 14:31 - 13/10/2026 

No entanto, é importante mencionar que a Siri AI não estará disponível para os clientes portugueses que decidam adquirir esta nova geração da Apple TV 4K. “A Siri AI não estará inicialmente disponível na União Europeia com o iOS e o iPadOS”, pode ler-se no anúncio oficial da Apple.
Lembrar que tal também acontece com outras novidades anunciadas pela Apple e que, devido ao facto de a Siri AI ainda não estar na Europa, continuam com disponibilidade limitada. É o caso, por exemplo, do novo HomeView que, por enquanto, não será lançado na União Europeia. A coluna HomePod mini 2 será lançada em alguns territórios europeus, mas também não incluirá acesso à Siri AI, o que significa que as funcionalidades serão mais limitadas.
Quanto ao lançamento e preço, sabe-se que esta Apple TV 4K poderá ser adquirida por 349 euros e que estará disponível nas lojas a partir do dia 13 de novembro.
Pode ver acima algumas imagens da nova versão da Apple TV 4K.
Leia Também: Não um, mas dois. Apple prepara mais um evento para o final de outubro ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>O grande filme da Netflix para 2027 terá estreia absoluta nos cinemas</title>
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<description><![CDATA[ A Netflix partilhou oficialmente o primeiro trailer de “Nárnia: O Sobrinho do Mágico”, um novo filme baseado na saga de C. S. Lewis e que é realizado por Greta Gerwig (“Little Women”, “Barbie”).
 
Lembrar que este filme não é uma nova versão da adaptação de “As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” que foi lançada em 2005. “Nárnia: O Sobrinho do Mágico” adapta o livro homónimo lançado em 1955 e que é, cronologicamente, o primeiro filme da história.
O filme conta com um elenco recheado de novos talentos e também com atores bem conhecidos do público, como é o caso de Daniel Craig, Emma Mackey, Carey Mulligan e também Meryl Streep - que interpreta o icónico leão Aslan.



 Ben Affleck volta à direção com novo filme (e sucesso) da Netflix 
A Netflix lançou o novo filme de Ben Affleck, &quot;Instinto Animal&quot;, que já se tornou o mais visto em 79 países. O filme, que também é dirigido e escrito por Affleck, está disponível desde sexta-feira.
 Miguel Patinha Dias | 18:07 - 12/10/2026 

Mais importante é o facto de “Nárnia: O Sobrinho do Mágico” ter lançamento marcado para as salas de cinema. A estreia está apontada para o dia 11 de fevereiro, com a chegada ao streaming a acontecer somente no começo de abril.
Acontece que “Nárnia: O Sobrinho do Mágico” é o primeiro filme de Greta Gerwig após o sucesso de “Barbie”, com o lançamento no cinema a ter sido uma exigência da realizadora de 43 anos.
“Disse ao Ted [Sarandos, da Netflix] que apenas sabia fazer filmes para o grande ecrã”, contou Gerwig em entrevista à revista Variety. “Ele disse-me: ‘Faz o filme no maior ecrã possível e confia no processo’”.
Pode ver acima o novo trailer de “Nárnia: O Sobrinho do Mágico”.
Leia Também: Os 10 filmes de suspense (e sedução) que precisa de ver na Netflix ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>grande, filme, Netflix, para, 2027, terá, estreia, absoluta, nos, cinemas</media:keywords>
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<title>&amp;quot;Girls&amp;quot; está de volta à HBO. Produção com elenco original arranca em 2027</title>
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<description><![CDATA[ A HBO anunciou que encomendou cinco novos episódios de “Girls” - a icónica série de Lena Dunham com seis temporadas e que terminou em 2017. A produção será iniciada em 2027 e, neste momento, não há informações sobre uma possível data de estreia.
 
Por outro lado, há boas notícias para os fãs que esperavam rever as icónicas personagens de “Girls”. Além de Dunham estar de volta como Hannah Horvath, Allison Williams regressa como Marnie Michaels, Jemima Kirke como Jessa Johansson, Zosia Mamet como Shoshanna Shapiro e Andrew Rannells como Elijah Krantz.
&quot;Sempre dissemos que só voltaríamos a ‘Girls’ se houvesse uma história específica que estivéssemos com muita vontade de contar”, conta Dunham no comunicado oficial. “Senti falta destas personagens, mas durante muito tempo não as consegui imaginar nos dias de hoje. É raro ter a hipótese de voltar a algo que mudou a nossa vida com a vantagem da retrospetiva e um novo nível de gratidão e compreensão”.



 HBO Max tem programação de outubro pensada para o Halloween 
A HBO Max partilhou oficialmente as séries e filmes que ficarão disponíveis no serviço de streaming ao longo deste mês de outubro, com um foco especial em filmes pensados para o Halloween.
 Miguel Patinha Dias | 09:15 - 02/10/2026 

Além de estar de volta como protagonista, Dunham também é produtora executiva dos novos episódios juntamente com Judd Apatow (“The 40-Year-Old Virgin”, “Knocked Up”).
É importante lembrar que, ao longo das suas seis temporadas, “Girls” recebeu 19 nomeações para os Emmy e ganhou dois prémios, incluindo o de Melhor Elenco para Série de Comédia.
“Estamos muito felizes por ver a Lena [Dunham] a virar o seu olhar do tumulto dos vinte e poucos anos para o marco dos quarenta”, declarou a responsável pela Programação de Comédia da HBO e da HBO Max, Amy Gravitt. “Dizer que o mundo mudou desde a última vez que vimos Hannah, Marnie, Shoshanna, Jessa e Elijah épouco, mas sabemos que os fãs - antigos e novos - ficarão felizes por ver como cresceram e aliviados por ver que ainda são as miúdas que conhecíamos antes”.
 © HBO  
Leia Também: HBO confirma que série de &quot;The Last of Us&quot; termina com 3.ª temporada ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Engenheiro da OpenAI detido por instalar dispositivo de gravação</title>
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<description><![CDATA[ Um engenheiro da OpenAI foi detido esta terça-feira, dia 13, por ter instalado um dispositivo de gravação de áudio numa sala de conferências da empresa nos escritórios de San Francisco, nos EUA.
 
O funcionário em questão é Abdulrahman Alfozan, tem 35 anos, nacionalidade saudita e trabalha na OpenAI desde julho de 2025. De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, o dispositivo foi conectado à entrada USB de uma televisão localizada nesta sala de conferência.
“Abdulrahman Alfozan terá escondido um dispositivo de gravação secreto na sala de conferências da administração do seu empregador para captar discretamente comunicações sensíveis sobre a tecnologia de Inteligência Artificial da empresa”, pode ler-se no comunicado do diretor do FBI, Kash Patel, partilhada pela Reuters.



 Sam Altman: &quot;Elon Musk é um bully&quot; 
Apesar de considerar Elon Musk um &quot;bully&quot;, o CEO da OpenAI, Sam Altman, está disposto a trabalhar com o dono da Tesla e da SpaceX na área da Inteligência Artificial.
 Miguel Patinha Dias | 14:02 - 09/10/2026 

As informações disponíveis notam que este dispositivo de pequenas dimensões estava equipado com um microfone e podia ser conectado a uma câmara. Alegadamente, estava escondido com papel higiénico e armazenava dados com encriptação e acredita-se que a instalação terá acontecido por volta de 28 de setembro. A descoberta do dispositivo aconteceu dois dias depois.
Os agentes do FBI que trataram da detenção encontraram um dispositivo semelhante entre os pertences de Alfozan. A descoberta deste segundo dispositivo levou a OpenAI e as autoridades a acreditarem que Alfozan planeava instalar mais deste dispositivos em outras salas para interceptar comunicações.
O caso ilustra bem o crescente clima de desconfiança que se vive entre as empresas de Inteligência Artificial, tendo sido a própria OpenAI a descobrir o dispositivo e a ter identificado o responsável usando os seus modelos de Inteligência Artificial.



 OpenAI: Investigadores despedidos alertam sobre riscos da IA 
Três investigadores despedidos pela OpenAI partilharam numa carta novos alertas sobre os riscos de sistemas de IA cujo raciocínio não pode ser compreendido por humanos, segundo o Wall Street Journal.
 Lusa | 07:45 - 08/10/2026 

A OpenAI fez uma publicação na respetiva página na rede social X sobre o caso, notando que analisou o dispositivo usando os seus próprios modelos para “compreender o dispositivo e saber de onde veio, identificando o funcionários específico que o plantou alguns dias antes”.
“Encaminhámos o caso para o FBI e estamos agradecidos aos agentes e procuradores que agiram rapidamente para fazer a detenção”, pode ler-se na publicação, que nota que a investigação continua a decorrer e que a empresa continuará a colaborar para apurar o sucedido.
“Atè à data, não temos indícios de que este indivíduo terá acedido ou extraído de forma imprópria modelos, códigos-fonte ou dados de clientes. O funcionário foi despedido”, confirmou a OpenAI, não especificando que tipo de informações foram captadas pelo dispositivo. “Levamos muito a sério a proteção da nossa tecnologia, dados e pessoas e como uma questão de importância nacional. O nosso programa de segurança foi criado para proteger contra uma vasta gama de agentes maliciosos, desde riscos internos, a cibercriminosos e até nações e este caso é um exemplo como a Inteligência Artificial pode ajudar a combater estas ameaças de segurança sofisticadas&quot;.

We discovered a sophisticated recording device that was hidden inside one of our offices. We used our models to understand the device and where it had come from, identifying that a specific employee had planted it a few days earlier. We referred the matter to the FBI, and we’re grateful to the agents and prosecutors who moved quickly to make an arrest. The FBI’s investigation is ongoing and we will continue to support their work. At this time, we have no indications of this individual inappropriately accessing or exfiltrating model weights, source code, or customer data. The employee was terminated. We take protecting our technology, data, and people seriously, and as a matter of national importance. Our security program is designed to protect against a wide range of threat actors, from insider risks to cybercriminals to nation states, and this case is an example of how AI can help address these sophisticated security threats.
— OpenAI Newsroom (@OpenAINewsroom) October 13, 2026



Leia Também: Meta revela novos modelos de IA: Muse Wonder e Muse Wonder Full ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Engenheiro, OpenAI, detido, por, instalar, dispositivo, gravação</media:keywords>
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<title>Os melhores telemóveis (de sempre) lançados pela Samsung</title>
<link>https://noticias.moosala.co/os-melhores-telemoveis-de-sempre-lancados-pela-samsung</link>
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<description><![CDATA[ O mercado dos telemóveis passou, em 2007, por uma autêntica revolução com o anúncio do primeiro iPhone. O telemóvel da Apple ajudou a popularizar o conceito de smartphone e algumas marcas (até então) populares - como a Nokia - acabaram por ficar para trás.
 
Porém, entre tantas fabricantes e empresas a competir pelo seu espaço no segmento dos telemóveis inteligentes, a Samsung destacou-se e continua a ser até hoje uma das marcas de telemóveis mais populares em todo o mundo.
Mais ainda, consegue frequentemente o primeiro lugar nas tabelas de telemóveis mais vendidos, sendo assim o grande “bastião” do sistema operativo Android na rivalidade com o iOS da Apple.



 Samsung reduz produção de telemóveis em 30% devido a custos crescentes 
A Samsung está a planear reduzir a produção de telemóveis, no quarto trimestre, em até 30% devido ao aumento dos custos de componentes de memória, segundo uma fonte da indústria.
 Miguel Patinha Dias | 19:34 - 08/10/2026 

É importante olhar então para a história da Samsung até aqui e o site SlashGear decidiu tentar perceber quais são considerados os melhores telemóveis de sempre da empresa sul-coreana.
Ainda que a Samsung nunca tenha sido especialmente inovadora no que diz respeito ao design, a verdade é que os telemóveis desta marca sempre se destacaram pelos ecrãs e experiência de câmara - duas qualidades que continuam bem presentes nos telemóveis atuais.
Sem mais demoras, pode ficar a conhecer acima aqueles que são considerados os melhores telemóveis já lançados pela Samsung.
Leia Também: Mercado de telemóveis tem pior desempenho dos últimos 14 anos ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Robô humanoide apreendido na Alemanha por suspeitas de abuso sexual</title>
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<description><![CDATA[ As autoridades alemãs começaram a investigar um caso de possível abuso sexual de um robô humanoide que, enquanto andava nas ruas de Colónia acompanhado por dois homens, tocou nas nádegas de uma mulher e fez movimentos de teor sexual.
 
O incidente ocorreu na cidade alemã durante a noite de sábado para domingo e foi transmitido na Internet, com a investigação a ter confiscado o robô. Porém, os dois homens - um de 16 e outro de 19 anos - ainda não foram formalmente acusados, estando no entanto a ser tratados como suspeitos.
A polícia quer agora perceber se os dois homens que acompanhavam o robô estavam a controlá-lo em tempo real ou tinham programado previamente as suas ações. 
Os telemóveis dos dois suspeitos também foram confiscados. 
Em declarações à Associated Press, o porta-voz da polícia de Colónia, Christoph Bermel, admitiu que o caso de investigar um robô sob suspeitas de abuso sexual é “novo território”. “Até aqui não tínhamos ideia deste fenómeno”, contou Bermel.



 Vídeo de mão robótica (a andar) é um dos mais arrepiantes que vai ver 
Um grupo de engenheiros do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, acredita que esta mão robótica pode apresentar soluções mais versáteis na forma como se lida com problemas no mundo real.
 Miguel Patinha Dias | 18:11 - 25/09/2026 

Como pode ver acima num dos vídeos sobre o caso que circulou na Internet após o incidente, o robô - vermelho e dourado, com cerca de 120cm de altura - envergava uma camisola branca de alças, calças pretas óculos de sol, fios de ouro e tinha até um bigode postiço. 
É importante mencionar que, no futuro próximo, é possível que vejamos cada vez mais robôs humanoides a circular entre nós e a Tesla é uma das empresas mais empenhadas no objetivo de escalar este número.
Tesla quer produzir mil robôs Optimus até ao final de 2026
Apesar de ter grandes ambições para os seus robôs humanoides Optimus, a Tesla está com dificuldades em acelerar a produção de forma a cumprir as metas estabelecidas para o final de 2026.
De acordo com o site The Information, a Tesla decidiu aumentar a produção dos robôs Optimus nos últimos meses e pretendia até produzir 1.000 unidades por semana até ao final do ano. Contudo, a empresa tem tido dificuldades em diversas áreas, incluindo com a própria fábrica onde estão a ser produzidos estes robôs.
Em maio, os robôs Optimus começaram a ser produzidos na mesma fábrica que estava anteriormente dedicada ao fabrico de carros elétricos Model S e Model X, em Fremont. No entanto, parece que o equipamento presente nesta fábrica não é o adequado para os componentes de menores dimensões dos robôs - sobretudo nas mãos/antebraços, em que cada um conta com mais de 100 parafusos.



 Robô corre maratona com uma única bateria em 4 horas e 19 minutos 
Um robô quadrúpede completou uma maratona em 4 horas e 19 minutos com uma única carga de bateria, um feito destacado não tanto pelo tempo alcançado, mas pela eficiência energética.
 Lusa | 07:13 - 24/09/2026 

“Não só as linhas de produção dos Optimus são novas, como as diferentes partes do Optimus são muito menores e têm de se encaixar de forma mais precisa do que peças de carros”, escreve o The Information.
De momento parece que cada robô que sai da linha de produção tem de ser verificado individualmente, com os funcionários a procurarem garantir que todos os parafusos e componentes estão devidamente integrados nos robôs.
A Tesla também decidiu adiar algumas funcionalidades que estavam previstas para a versão V3 do Optimus. Mãos robóticas sensíveis ao toque, por exemplo, foram adiadas para um futuro modelo do Optimus previsto para o próximo ano, com a versão atual a mostrar-se pouco fiável.
Leia Também: Do Porto a Xangai, português compete no maior mercado mundial de robótica ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
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<title>PAR diz que Livre pode recorrer à Comissão da Transparência sobre CPI</title>
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<description><![CDATA[ O gabinete do presidente da Assembleia da República considera que o Livre pode recorrer diretamente à Comissão da Transparência sobre o eventual conflito de interesses de André Ventura presidir ao inquérito sobre o ministro de Luís Neves.
 
Em carta hoje dirigida à líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, à qual a agência Lusa teve acesso, refere-se que a Comissão da Transparência tem a competência &quot;para apreciar a eventual existência de conflitos de interesses que não tenham sido objeto de declaração, emitindo o respetivo parecer, podendo qualquer deputado suscitar a apreciação dessas situações junto da comissão&quot;.
Na mesma carta, o gabinete de José Pedro Aguiar-Branco observa que essa possibilidade de recurso direto à Comissão da Transparência &quot;já se encontrava ao dispor do Grupo Parlamentar do Livre aquando da apresentação da exposição inicial, não dependendo de qualquer intervenção ou autorização prévia do presidente da Assembleia da República&quot;.
Esta posição surge após o Livre ter pedido ao presidente da Assembleia da República que remetesse à comissão parlamentar de Transparência o potencial conflito de interesses de André Ventura para presidir ao inquérito sobre Luís Neves.
Um pedido que surgiu da parte do Livre logo após o presidente da Assembleia da República, através de despacho, ter considerado que nenhum elemento demonstra que o líder do Chega esteja em situação de conflito de interesses para presidir à comissão de inquérito parlamentar sobre a atuação do ministro Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ.
Na resposta ao despacho de José Pedro Aguiar-Branco, o Livre indicou que &quot;a apreciação de eventuais conflitos de interesses de deputados é matéria da competência da 15.ª Comissão&quot;, a comissão parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados. O Livre esperava por isso que a sua exposição ao presidente do Parlamento &quot;tivesse sido remetida à referida Comissão&quot;.
No entanto, de acordo com o chefe de gabinete de José Pedro Aguiar-Branco, em momento algum anterior o Livre requereu isso ao presidente da Assembleia da República.
&quot;Na exposição apresentada em 8 de outubro de 2026, o Grupo Parlamentar do Livre solicitou expressamente ao presidente da Assembleia da República que avaliasse a eventual existência de um conflito de interesses suscetível de impedir o deputado André Ventura de integrar ou presidir à Comissão Parlamentar de Inquérito à atuação de Luís Neves (…). Não foi, nessa ocasião, solicitada a remessa da exposição à Comissão de Transparência&quot;, frisa-se na missiva do gabinete de Aguiar-Branco.
Salienta-se, depois, na mesma carta, que &quot;compete ao presidente da Assembleia da República conferir posse aos membros das comissões parlamentares de inquérito, cabendo-lhe, nesse âmbito, assegurar o cumprimento das condições legalmente exigidas para o efeito. Porém, tal não prejudica, naturalmente, as competências que o (…) Estatuto dos Deputados atribui àquela Comissão [de Transparência] em matéria de conflitos de interesses&quot;, acrescenta-se.



 Aguiar-Branco reafirma não haver conflito de interesses de Ventura 
O presidente da Assembleia da República reafirmou hoje não existir qualquer conflito de interesses de André Ventura na presidência da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves, frisando que o Livre pode recorrer da sua decisão.
 Lusa | 16:33 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 23:00:07 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;GTA VI&amp;quot; pode ser lançado no PC no começo de 2027</title>
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<description><![CDATA[ Apesar de “GTA VI” já ter lançamento marcado para o dia 19 de novembro, é importante sublinhar que esta chegada do mais recente jogo da Rockstar Games está, por enquanto, apenas confirmada para a PlayStation 5 e Xbox Series.
 
Ainda assim, isso não impede que continuem a ser partilhados rumores sobre a (inevitável) chegada de “GTA VI” ao PC.
O site GamesBeat diz agora que o jogo já tem lançamento planeado para esta plataforma, acrescentando que a chegada acontecerá algures durante o primeiro trimestre de 2027.
É preciso lembrar que esta não é a primeira vez que o lançamento de “GTA VI” no PC é apontado para o começo do próximo ano.



 Edição especial de &quot;GTA VI&quot; custa 400 euros… mas não tem o jogo 
A Rockstar Games anunciou o lançamento de uma edição especial de “GTA VI” que, apesar de incluir uma série de itens para colecionadores, não inclui o jogo (nem sequer em versão digital).
 Miguel Patinha Dias | 18:01 - 26/09/2026 

Mais recentemente, o CEO da Twitch, Dan Clancy, afirmou em entrevista à Bloomberg que o lançamento de “GTA VI” no PC poderá acontecer no começo de 2027 e coincidir com os planos para disponibilizar uma nova versão do modo online.
“Passámos muito tempo a conversar com a Rockstar Games sobre os planos deles e também a ajudá-los a pensar sobre como podem lidar com os nossos criadores de conteúdos”, explicou Clancy durante a entrevista. “Verão um grande aumento com ‘GTA VI’, mas verão um aumento ainda maior no próximo ano quando for lançado o modo multijogador”.
Mesmo com toda esta especulação, não é ainda claro quando é que “GTA VI” será lançado no PC. No entanto, tendo em conta que os últimos jogos da Rockstar Games acabaram por chegar ao PC após o lançamento na consolas, é garantido que será uma questão de tempo.
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 22:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS de Guimarães acusa Câmara de nomear PSD para cargos técnicos</title>
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<description><![CDATA[ O PS de Guimarães acusou hoje o presidente da Câmara de nomear antigos dirigentes e responsáveis do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, considerando que a opção de Ricardo Araújo &quot;suscita dúvidas&quot; legais, institucionais e éticas.
 
&quot;O Partido Socialista de Guimarães considera politicamente grave a opção do presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, de promover antigos dirigentes e responsáveis partidários do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, recorrendo a nomeações em regime de substituição, sem concurso público prévio e sem demonstrar adequadamente os fundamentos legais que justificam essas escolhas&quot;, sustenta a concelhia do PS de Guimarães, em comunicado.
Em resposta enviada à agência Lusa, a Câmara de Guimarães &quot;esclarece que a reestruturação orgânica da autarquia decorreu em estrita e rigorosa observância da lei e sob critérios de absoluta transparência&quot;.
Na reunião de câmara de segunda-feira, André Sousa Casalta, &quot;com um percurso de responsabilidade política no PSD&quot;, foi proposto pela maioria PSD/CDS-PP para diretor municipal de Planeamento, Desenvolvimento do Território e Turismo.
&quot;A esta nomeação junta-se a recente designação de Tiago Laranjeiro, antigo dirigente da JSD e até então adjunto do presidente da Câmara, para diretor do Departamento de Investimento, Inovação, Economia e Turismo, igualmente em regime de substituição e sem concurso público prévio&quot;, refere a concelhia do PS.
Segundo o PS de Guimarães, esta opção &quot;suscita sérias dúvidas de legalidade&quot;, sublinhando que &quot;o regime de substituição constitui um mecanismo excecional e transitório, não podendo ser utilizado para afastar, sem fundamentação suficiente, os princípios de transparência, mérito e igualdade de oportunidades que devem orientar o recrutamento de dirigentes municipais&quot;.
&quot;Não está em causa o direito de qualquer cidadão, independentemente da sua filiação partidária, de exercer funções na Administração Pública. Está em causa a obrigação de garantir que o acesso aos cargos de direção técnica obedece a critérios objetivos, procedimentos transparentes e exigências de mérito, competência e independência&quot;, lê-se na nota.
Para os socialistas, &quot;a passagem direta de elementos de confiança política do presidente da Câmara para posições de direção técnica da administração municipal levanta uma questão ética e institucional que não pode ser desvalorizada&quot;.
&quot;Os gabinetes políticos existem para apoiar os titulares de cargos políticos. Os dirigentes municipais existem para assegurar a continuidade, a competência técnica, a imparcialidade e a autonomia da Administração, independentemente de quem exerce o poder político&quot;, sustenta a concelhia.
Na resposta enviada à Lusa, o município explica que &quot;foram criadas novas unidades orgânicas na estrutura municipal, perfazendo atualmente a totalidade de 67 unidades orgânicas&quot;, visando &quot;dar resposta às necessidades emergentes do concelho e em cumprimento do programa político sufragado pela maioria dos vimaranenses&quot;.
&quot;É função do município assegurar a continuidade da prestação do serviço público, que não pode ser interrompido, razão por que a lei prevê todo um sistema de designação de dirigentes em regime de substituição. Seria, aliás, uma enorme irresponsabilidade aguardar pela realização de mais de 20 concursos para prover os novos cargos dirigentes, com as conhecidas delongas que os procedimentos concursais tipicamente acarretam&quot;, justifica a autarquia.
A Câmara afirma que &quot;não desconhece os procedimentos legais de nomeação de dirigentes&quot;, reiterando que &quot;cumpriu e cumprirá com rigor&quot; a legalidade.
&quot;É, assim, no estrito cumprimento da lei que irá submeter todos os dirigentes nomeados em regime de substituição ao necessário procedimento concursal, dentro dos prazos que a lei estabelece e com criteriosas regras de avaliação e transparência, que, ademais, serão públicas e escrutináveis&quot;, assume o município do distrito de Braga.
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 21:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS/Aveiro quer incluir ampliação do Hospital de Aveiro no OE2027</title>
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<description><![CDATA[ Os deputados do PS eleitos pelo círculo de Aveiro vão apresentar uma proposta para incluir no Orçamento do Estado (OE) para 2027 as obras de ampliação do Hospital de Aveiro, foi hoje anunciado.
 
Num comunicado enviado aos jornalistas, a Federação de Aveiro do PS diz que, face à ausência da ampliação do Hospital de Aveiro na proposta de OE para 2027, os deputados socialistas vão apresentar uma proposta de alteração na fase de debate na especialidade.
&quot;O objetivo é assegurar que a requalificação, ampliação e modernização desta unidade de saúde fique expressamente inscrita no documento, com as condições que permitam garantir a continuidade do investimento&quot;, refere a mesma nota.
Este passo materializa o compromisso assumido pela Federação de Aveiro do PS, que assume que tudo fará para que a obra volte a estar contemplada no orçamento, à semelhança do que aconteceu em 2026.
O PS afirma ainda que continua empenhado na concretização deste investimento, que considera indispensável para melhorar a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde e as condições de prestação de cuidados à população de toda a região.
Na sequência da apresentação da proposta do OE para 2027, o presidente da Câmara de Aveiro, Luís Souto Miranda (PSD/CDS-PP/PPM), disse confiar no cumprimento dos compromissos do Governo, nomeadamente em relação às obras de ampliação e requalificação do Hospital.
Apesar de reconhecer as preocupações suscitadas pela ausência de uma referência expressa a este investimento na proposta orçamental, o autarca considera que essa circunstância não deve ser interpretada, por si só, como um abandono do projeto.
&quot;Confiamos que o Governo cumprirá os compromissos assumidos com Aveiro e continuará empenhado na ampliação e requalificação do nosso Hospital. Trata-se de um investimento essencial para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde prestados à população de Aveiro e de toda a região&quot;, afirmou, citado numa nota camarária.
A autarquia lembra ainda que o processo de ampliação do Hospital tem vindo a desenvolver-se, embora condicionado por questões de natureza procedimental e judicial relacionadas com a contratação do projeto.
A Câmara considera, por isso, importante distinguir a fase de elaboração do projeto da fase de execução da obra, assegurando a superação dos constrangimentos existentes e as condições financeiras necessárias à concretização do investimento.
&quot;É importante que o processo prossiga e que sejam ultrapassados os constrangimentos existentes, garantindo, no momento adequado, as condições financeiras para a realização da obra&quot;, acrescentou o presidente da Câmara.
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 21:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Aprovada audição de diretora e Conselho de Administração da Lusa na AR</title>
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<description><![CDATA[ As audições da diretora de Informação cessante da Lusa, Luísa Meireles, dos diretores-adjuntos e do Conselho de Administração da agência de noticias foram hoje aprovadas pelos deputados, no seguimento dos requerimentos apresentados pelo Livre, PS e PCP.
 
Na votação, que decorreu na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, os requerimentos do Livre e do PCP foram aprovados com o voto contra do PSD e o do PS com a abstenção do Partido Social Democrata.
O requerimento do Livre visa esclarecer as circunstâncias da saída da diretora de Informação da Lusa, pedindo &quot;a audição urgente de Luísa Meireles e do Conselho de Administração&quot; da agência de notícias.
Também o PCP requereu a audição urgente de Luísa Meireles e respetivos adjuntos e da Administração da Lusa.
O PS pede &quot;a audição do Conselho de Administração, da diretora de Informação cessante e dos diretores-adjuntos da Lusa sobre a cessação de funções da Direção de Informação e a independência editorial da agência&quot;.
Luísa Meireles anunciou que deixava a Direção de Informação da agência de notícias, na quinta-feira, depois de ter aceitado uma proposta de saída feita pelo Conselho de Administração.
Entretanto, foi apresentado um texto de substituição conjunto do PS e PCP sobre os novos estatutos da Lusa, o qual foi chumbado pelos deputados do Chega e do PSD.
Todos os projetos sobre os novos estatutos sobem a plenário, incluindo o projeto de resolução do Chega.
Foram adiadas as votações dos projetos de resolução que recomenda ao Governo a realização de uma auditoria abrangente à RTP e o acompanhamento reforçado do aumento de capital de 20 milhões de euros (Chega), pela defesa, valorização e sustentabilidade do serviço público de rádio e de televisão (PS) e pela sustentabilidade, modernização e adequação do serviço público de media (PSD).



 Livre e PCP querem ouvir diretora de informação cessante da Lusa 
O PCP e o Livre apresentaram requerimentos para ouvir a diretora de informação cessante da Lusa, Luísa Meireles, e o Conselho de Administração, após o anúncio de que iria abandonar o cargo, depois de uma proposta da gestão.
 Lusa | 16:13 - 09/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 20:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Meta revela novos modelos de IA: Muse Wonder e Muse Wonder Full</title>
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<description><![CDATA[ O departamento da Meta dedicado ao desenvolvimento de Inteligência Artificial, o Superintelligence Lab, lançou no começo desta semana aqueles que diz ser os seus dois modelos mais avançados.
 
Estes dois novos modelos chamam-se Muse Wonder (mais leve e rápido) e Muse Wonder Full (maior e mais capaz) e alcançam avaliações semelhantes ao Fable 5.1 da Anthropic e ao GPT-6 Astra da OpenAI. A ideia foi criar modelos de Inteligência Artificial que fossem capazes de lidar com tarefas mais complexas, como é o caso da programação.
“Juntos, [o Muse Wonder e o Muse Wonder Full] marcam o próximo passo na nossa escalada um grande salto em direção à superinteligência pessoal”, pode ler-se no comunicado da Meta sobre o lançamento destes modelos.



 Tamagotchi com IA? Meta desvenda novo gadget chamado Muse Charm 
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, aproveitou o evento anual da empresa, o Meta Connect, para apresentar oficialmente o Muse Charm. O novo gadget tem um ecrã com apenas 2 polegadas, está equipado com duas câmaras e permite ter contacto mais rápido com o agente de Inteligência Artificial da tecnológica.
 Miguel Patinha Dias | 10:47 - 24/09/2026 

Lembrar que estes são os modelos mais avançados lançados pela divisão de Inteligência Artificial da Meta deste que esta passou a ser liderada por Alexandr Wang, mais conhecido por ser fundador da Scale AI.
Sabe-se que estes novos modelos de Inteligência Artificial foram especialmente desenvolvidos para reter informação e permitir que os utilizadores possam desempenhar tarefas ao longo do tempo.
“Colocámos uma quantidade tremenda de esforço em garantir que o teu modelo se possa lembrar do que é importante para ti ao longo de dias, semanas, meses e além disso”, afirmou uma das responsáveis pelo desenvolvimento destes novos modelos de Inteligência Artificial da Meta, Kavya Kopparapu, de acordo com o site TechCrunch.
Leia Também: Microsoft: &quot;Os pacotes de leite são mais regulados do que IA&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 20:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Invasão a rádio em Coimbra &amp;quot;é coisa ridícula&amp;quot;. &amp;quot;Mas está tudo maluco?&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do Chega, André Ventura, defendeu hoje que chamar invasão à entrada de uma comitiva liderada pelas deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro no estúdio da Rádio Universidade de Coimbra (RUC) é &quot;uma coisa ridícula&quot;.
 
&quot;Eu ontem vi as notícias sobre aquilo que era noticiado quase como se tivesse sido uma invasão a um órgão de comunicação social, e isso é uma coisa ridícula&quot;, afirmou, recusando que as deputadas tenham entrado &quot;à força&quot; naquele órgão de comunicação social.
André Ventura falava aos jornalistas em conferência de imprensa na sede do Chega, em Lisboa, um dia depois de uma delegação do partido, liderada pelas deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro, terem invadido o estúdio da RUC, em protesto contra a proibição da Associação Académica de Coimbra (AAC) de entrada no edifício, por parte de elementos daquele partido, numa decisão aprovada por larga maioria em assembleia magna em fevereiro.
&quot;Os meus deputados sabem que tudo o que defende a liberdade e o pluralismo merece o meu apoio&quot;, indicou, quando questionado se tinha sido avisado desta inciativa.
O líder do Chega criticou a decisão da AAC e recusou que os dirigentes do partido sejam &quot;tratados discriminatoriamente&quot;.
&quot;Mas está tudo maluco, aceitamos isso normalmente em democracia?&quot;, questionou, comparando a uma proibição de acesso a certos órgãos de comunicação social à sede do Chega por &quot;não gostar&quot; do trabalho de alguns meios.
André Ventura considerou também que o &quot;único mecanismo&quot; que o partido tem para contestar é os dirigentes do Chega estarem nos locais e manifestarem que querem ser ouvidos.
&quot;A lei é o que é. Aliás, penso que a lei também não permite que um órgão de comunicação social exclua uma pessoa do Chega de entrar nas suas instalações&quot;, argumentou.
O líder do Chega criticou a postura da RUC, sustentando que é &quot;uma má atitude&quot; o &quot;segundo maior partido do país ter de ficar à distância porque há uma deliberação da associação que não quer o partido dentro das suas instalações&quot; e acusou a rádio de Coimbra de tratamento diferenciado &quot;por razões ideológicas&quot;.
Na altura, o líder do Chega foi questionado também sobre a alegada invasão ao seu gabinete na Assembleia da República, no final de julho, e disse ainda não ter prestado depoimento por escrito por ainda não ter recebido as perguntas.
Vários membros do Chega invadiram na manhã de segunda-feira o estúdio da RUC e a deputada Rita Matias foi identificada pela PSP, &quot;enquanto responsável por uma manifestação que não cumpria os requisitos legais&quot;.
No estúdio da RUC, que se situa no edifício da AAC, decorria um novo programa de debate político, em que participariam as várias juventudes partidárias dos partidos com assento na Assembleia da República.
O Chega também tinha sido convidado a participar no programa, mas de forma remota, face à decisão aprovada em magna em fevereiro, contou à agência Lusa Jaime Raposo Nunes, do Departamento de Informação da RUC.
O locutor disse que o líder da distrital do partido, Paulo Seco, tinha dado indicação de que o partido não estaria presente no programa, mas, na manhã de segunda-feira, o debate acabou interrompido, com a entrada de vários elementos do Chega, com Rita Matias a pegar num dos microfones do estúdio.
O Sindicato dos Jornalistas repudiou esta ação do Chega, considerando que o ato configura um crime, e espera abertura de inquérito pelo Ministério Público.
O Movimento Associativo Estudantil (MAE) endereçou hoje uma carta dirigida ao presidente do Chega a condenar a invasão, considerando que poderá tratar-se de um atentado contra a liberdade de programação e informação, consagrada na legislação portuguesa.



 Rita Matias identificada pela PSP após invasão de rádio em Coimbra 
A deputada do Chega Rita Matias foi identificada pela PSP após a invasão do estúdio da RUC por membros do partido, segundo fonte oficial da PSP.
 Lusa | 13:15 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Invasão, rádio, Coimbra, é, coisa, ridícula., Mas, está, tudo, maluco</media:keywords>
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<title>Ventura quer polémica com SIRESP na CPI a Neves e admite &amp;quot;investigação&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do Chega afirmou hoje que vai tentar perceber se o inquérito parlamentar aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária pode incluir a polémica com o SIRESP, admitindo uma &quot;investigação autónoma&quot; caso não seja possível.
 
Em declarações aos jornalistas, na sede nacional do partido, em Lisboa, André Ventura disse esperar que a Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves tome posse na quarta-feira, na qual assumirá o cargo de presidente, sem &quot;bloqueios&quot; por parte do Parlamento.
Ventura disse que pretende organizar uma &quot;reunião imediata&quot; desta comissão para definir os documentos que serão solicitados a várias entidades, mas também para &quot;estudar se o objeto aprovado da Comissão de Inquérito (…) pode permitir que alguma desta abordagem [sobre o SIRESP] seja investigada também&quot;.
&quot;Se não for possível fazê-lo, vamos pedir uma investigação autónoma ao caso do SIRESP&quot;, acrescentou.
Na ótica de André Ventura, a exoneração de Ricardo Carrilho do cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna, em confronto direto com Luís Neves, &quot;vem demonstrar não só a gestão errada que tem sido feita do SIRESP, como o conjunto de suspeitas e de ilegalidades que se acumulam neste centro&quot;.
O líder do Chega apontou a Luís Neves &quot;um histórico de saneamentos perturbador&quot;, que vai desde a &quot;Polícia Judiciária ao próprio Ministério da Administração Interna, ao saneamento de António Pombeiro, que também denunciou as irregularidades e as ilegalidades cometidas no SIRESP&quot;.
&quot;Junta-se agora a de Ricardo Carrilho pelo mesmo motivo de exigir transparência, de exigir cumprir a lei e de exigir que estas informalidades tenham base legal quando se está a usar o dinheiro público&quot;, sustentou.
O secretário-geral do Ministério da Administração Interna, demitido na segunda-feira pelo ministro Luís Neves, lançou várias suspeitas à SIRESP SA, nomeadamente a de que recebe anualmente a indemnização compensatória de cerca de 26 milhões euros &quot;sem qualquer fiscalização externa ou independente&quot;.
Sobre esta matéria, Ventura admitiu que possa estar em causa &quot;uma questão de cultura de má gestão permanente desta entidade&quot;, que não se centre apenas na conduta de Luís Neves, apesar de insistir nas críticas ao governante.
O líder do Chega realçou que Ricardo Carrilho terá recomendado a extinção do SIRESP e que tal terá sido recusado pelo ministro, segundo o responsável exonerado, querendo saber porquê.
&quot;O Ministro da Administração Interna, nos casos dos seus próprios deveres perante a lei, no caso da gestão da Polícia Judiciária, no caso da gestão da Administração Interna e neste caso do SIRESP que está sob tutela, não tem nenhum padrão de ética, não tem nenhuma capacidade de isenção e não tem nenhum sentido de cumprimento da lei&quot;, acusou.
André Ventura abordou ainda o facto de o Livre ter alegado um conflito de interesses da sua parte que o impediria de presidir ao inquérito parlamentar a Luís Neves, entendimento recusado pelo presidente do parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, mas no qual a bancada liderada por Isabel Mendes Lopes insistiu.
O presidente do Chega considerou que esta é &quot;uma tentativa não séria de tentar atrasar a CPI&quot; e acusou o Livre de &quot;ter medo&quot; que o seu partido presida ao inquérito.
Ventura apelou ainda para que &quot;não seja o próprio parlamento a bloquear&quot; esta investigação.



 PS pede audição urgente de Luís Neves e de ex-secretário-geral do MAI 
O PS pediu a audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna e do ex-secretário-geral do MAI para esclarecer a demissão de Ricardo Carrilho e questões sobre o SIRESP.
 Lusa | 14:18 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Ventura, quer, polémica, com, SIRESP, CPI, Neves, admite, investigação</media:keywords>
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<title>IL pede ao Governo auditoria extraordinária ao SIRESP</title>
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<description><![CDATA[ A IL recomendou hoje ao Governo que peça à Inspeção-Geral de Finanças (IGF) que faça uma auditoria extraordinária ao SIRESP sobre a gestão financeira, o cumprimento das obrigações de serviço público e a fiscalização desta empresa pública.
 
Num projeto de resolução, sem força de lei, entregue na Assembleia da República, a IL refere as divergências entre o ministro da Administração Interna e o secretário-geral do deste ministério entretanto exonerado sobre a empresa SIRESP, que foram tornadas públicas na segunda-feira, dia em que Luís Neves demitiu Ricardo Carrilho.
&quot;O antigo secretário-geral apresentou publicamente alegações de desperdício e de insuficiência de controlo, que carecem de verificação independente. Por seu turno, o ministério fundamentou a cessação de funções na reorganização da secretaria-geral e na adoção de uma nova orientação para a gestão do serviço&quot;, pode ler-se no texto.
Para o partido liderado por Mariana Leitão, o &quot;que está em causa ultrapassa a apreciação de divergências entre dirigentes&quot; e é preciso saber se o Estado &quot;conhece, verifica e controla os custos da rede&quot;, se tem &quot;informação fiável para autorizar pagamentos&quot; e &quot;se as opções de contratação e subcontratação são economicamente justificadas&quot;.
&quot;Uma auditoria extraordinária da IGF, centrada nos exercícios mais recentes e complementada pela verificação do seguimento dado às recomendações anteriores, é um instrumento adequado para apurar factos, identificar riscos e propor medidas concretas&quot;, justificam os liberais.
A IL defende que o objeto desta auditoria &quot;deverá abranger a legalidade, a regularidade financeira, a economia, a eficiência e a eficácia da gestão&quot; e não deve &quot;antecipar conclusões ou substituir a avaliação técnica e judicial de matérias que sejam da competência de outras entidades&quot;.
&quot;Solicite à Inspeção-Geral de Finanças, no prazo máximo de 15 dias, a realização de uma auditoria extraordinária à SIRESP – Gestão de Redes Digitais de Segurança e Emergência, S.A., com incidência prioritária nos exercícios de 2024, 2025 e 2026, assegurando a autonomia técnica da entidade auditora e a articulação com os procedimentos de controlo já realizados ou em curso&quot;, recomenda.
Na segunda-feira, o Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou que o secretário-geral daquele ministério, Ricardo Carrilho, cessou funções por determinação do ministro Luís Neves.
Mais tarde, o agora ex-secretário-geral do MAI considerou a exoneração &quot;um ato de retaliação&quot; e acusou o ministro da Administração Interna de &quot;pressões ilegítimas&quot; e &quot;de uma interferência política asfixiante&quot;.
Na sequência destas declarações, o ministro emitiu um comunicado no qual justificou a demissão do secretário-geral com &quot;quebra de confiança&quot;, resultante de situações, incluindo algumas &quot;de particular gravidade&quot;, que &quot;comprometeram o funcionamento dos serviços&quot;.
Luís Neves acusou Ricardo Carrilho de ter nos últimos meses &quot;uma permanente atitude de confronto, procurando, por todos os meios, prejudicar o funcionamento do SIRESP&quot; e, &quot;em plena época de incêndios, extinguiu o Centro de Operações e Gestão (COG) do SIRESP – o &quot;centro nevrálgico&quot; da rede de comunicações de emergência - à revelia da tutela, sem apresentar soluções alternativas&quot;.
Leia Também: IL critica PS sobre habitação e pede fim às rendas congeladas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>pede, Governo, auditoria, extraordinária, SIRESP</media:keywords>
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<title>Ainda não é desta que a coluna HomePod da Apple vai chegar a Portugal</title>
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<description><![CDATA[ A Apple aproveitou a apresentação desta terça-feira, dia 13 de outubro, para revelar oficialmente uma nova geração da sua coluna caseira de menores dimensões - a HomePod mini 2.
 
A HomePod mini 2 tem o mesmo design esférico da versão original mas, graças a um novo processador S10, permite que os utilizadores consigam aceder à assistente digital Siri AI que foi introduzida com a atualização iOS 27 para iPhones.
“Quando emparelhada com um iPhone ou iPhone compatível com a Apple Intelligence, a HomePod mini 2 consegue aceder ao contexto pessoal do utilizador para os ajudar a encontrar aquilo que precisam naquele momento”, pode ler-se no comunicado da Apple.



 Apple apresenta o HomeView. Novo produto não chega (por agora) à Europa 
A Apple anunciou oficialmente o HomeView e adianta que o seu mais recente produto não será vendido na União Europeia, uma vez que a assistente digital Siri AI ainda não está disponível neste mercado.
 Miguel Patinha Dias | 14:31 - 13/10/2026 

Além disso, caso tenha duas unidades da HomePod mini 2 e uma Apple TV 4K (de 4.ª geração), pode ainda usá-las para criar uma experiência de cinema em casa e desfrutar de um som mais imersivo.
Infelizmente, a HomePod mini 2 não está disponível em Portugal. Contudo, na loja online da Apple em Espanha pode adquirir esta nova coluna inteligente por 169 euros. Esta nova coluna pode ser adquirida em preto, branco, rosa, azul e verde.
No entanto, é preciso lembrar que a Siri AI ainda não está disponível na União Europeia e que, desta forma, o acesso a todas as funcionalidades da nova coluna será mais limitado.
Leia Também: Apple parece estar confiante no sucesso do iPhone Duo ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Ainda, não, desta, que, coluna, HomePod, Apple, vai, chegar, Portugal</media:keywords>
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<title>PSD e PS aprovam licença parental paga a 100% até aos seis meses</title>
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<description><![CDATA[ O PSD e o PS chegaram a acordo para alargar a licença parental paga a 100% até aos seis meses, numa proposta conjunta aprovada hoje pelo grupo de trabalho parlamentar.
 
A proposta foi aprovada na íntegra pelo grupo de trabalho dedicado ao alargamento da licença parental inicial em votação indiciária, seguindo agora para a comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão.
Os dois partidos chegaram a acordo para o alargamento da licença parental inicial paga a 100% durante os primeiros 150 dias (cinco meses) sem partilha ou durante os primeiros 180 dias (seis meses) se partilhada entre os dois progenitores.
O diploma aprovado hoje resulta de uma proposta de substituição da iniciativa legislativa de cidadãos apresentada pelo PSD e subscrita pelo PS, que abdicou de levar a sua iniciativa à votação do grupo de trabalho.
Pelo caminho ficaram as propostas dos restantes partidos, todas rejeitadas pelo PSD com a abstenção do PS.



 Há acordo para aumentar licença parental: O que está em cima da mesa? 
O PS e PSD apresentaram uma proposta conjunta para alargar a licença parental, com diferentes opções de duração e remuneração. A proposta ainda precisa de ser aprovada, mas descubra já o que está em cima da mesa.
 Beatriz Vasconcelos | 07:00 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>PSD, aprovam, licença, parental, paga, 100, até, aos, seis, meses</media:keywords>
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<title>Passos Coelho &amp;quot;estará sempre disposto a ajudar&amp;quot;, diz Aguiar&#45;Branco</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República considerou, esta terça-feira, que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho &quot;deseja sempre o melhor do país&quot; e que &quot;estará sempre disposto a ajudar&quot;. José Pedro Aguiar-Branco distanciou-se de Eduardo ferro Rodrigues, que lhe teceu duras críticas hoje, e disse que ambos - que ocuparam ou ocupam o cargo de PAR - têm uma forma diferente de ver a democracia. &quot;E ainda bem&quot;.
 
Questionado em Aveiro sobre se a últimas declarações de Pedro Passos Coelho  podem significar uma tentativa de regresso à liderança do Partido Social Democrata, Aguiar-Branco afirmou: &quot;São sempre importantes - e é sempre de ouvir com muita atenção as declarações de um antigo primeiro-ministro. E, portanto, também do dr. Pedro Passos Coelho&quot;.
&quot;Conheço bem também o dr. Pedro Passos Coelho porque até fui ministro num governo em que ele foi primeiro-ministro. A única coisa a esse propósito que posso dizer é que tenho a certeza absoluta de que ele estará sempre disposto a ajudar quer o primeiro-ministro, quer o Governo, a fazerem o melhor desemprenho possível. Inclusivamente, o melhor desempenho do Governo há de ser sempre aquilo que é bom para o país. Acredito que Pedro Passos Coelho deseja sempre o melhor do país&quot;, acrescentou.
Confrontado sobre se as declarações feitas no domingo são uma crítica à liderança de Luís Montenegro, Aguiar-Branco foi assertivo: &quot;Relativamente a matérias que têm a ver já com uma avaliação político-partidária, já não as devo fazer&quot;.
&quot;Sei que aquilo que o move é ajudar sempre o país. Neste caso, ajudar o país é ajudar o Governo e o primeiro-ministro&quot;, concluiu.
Já quanto às críticas que Eduardo Ferro Rodrigues deixou em entrevista ao Público, esta terça-feira, tendo acusado Aguiar-Branco de ser um &quot;dos responsáveis por se ter entrado numa normalização da extrema-direita&quot;, o parlamentar deixou claro: &quot;Também tenho por bom hábito, penso eu, não fazer comentários ou avaliações relativamente àqueles que foram os meu predecessores neste cargo. A única coisa que tenho a dizer é que é óbvio que temos formas diferentes de ver quer o exercício de presidente da Assembleia da República, quer aquilo que tem a ver com a democracia. E eu diria que ainda bem&quot;.
Leia Também: Paulo Raimundo acusa Passos Coelho de ter &quot;saudades do tempo dos cortes&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Passos, Coelho, estará, sempre, disposto, ajudar, diz, Aguiar-Branco</media:keywords>
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<title>Aguiar&#45;Branco reafirma não haver conflito de interesses de Ventura</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República reafirmou hoje não existir qualquer conflito de interesses de André Ventura na presidência da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves, frisando que o Livre pode recorrer da sua decisão.
 
&quot;A minha conclusão é que em relação ao objeto, que são vários desta comissão, não há esse conflito de interesses e, portanto, é essa relação jurídica que foi estudada e vista com muito cuidado para poder-me pronunciar sobre esta matéria&quot;, disse José Pedro Aguiar-Branco.
O presidente do Parlamento falava aos jornalistas à margem de uma visita à Casa do Estudante-Atleta e ao Museu da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) em Aveiro.
Aguiar-Branco referiu que os argumentos que nortearam a sua decisão sobre a existência de um eventual conflito de interesses do presidente do Chega estão espelhados num despacho que classificou como &quot;denso do ponto de vista daquilo que é a avaliação jurídica do caso&quot;.
Questionado sobre o pedido do partido Livre para que o caso seja apreciado pela Comissão da Transparência e Estatuto dos Deputados, Aguiar-Branco respondeu que essa matéria é uma competência do Presidente da Assembleia da República, admitindo que a mesma poderá ser objeto de recurso.
&quot;O partido Livre, se não está de acordo com o meu despacho, faz o respetivo recurso e depois segue aquilo que é a tramitação normal&quot;, concluiu.
O Livre pediu hoje ao presidente do Parlamento que remeta à comissão parlamentar de Transparência o potencial conflito de interesses de André Ventura para presidir ao inquérito sobre Luís Neves, após Aguiar-Branco ter rejeitado este entendimento.
Numa resposta a um despacho de José Pedro Aguiar-Branco, à qual a Lusa teve acesso, o Livre salienta que &quot;a apreciação de eventuais conflitos de interesses de deputados é matéria da competência da 15.ª Comissão&quot;, a comissão parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados.
O presidente da Assembleia da República considerou que os elementos apresentados pelo Livre &quot;não demonstram a existência de um conflito de interesses que obste à integração do deputado André Ventura na comissão parlamentar de inquérito ou ao exercício da respetiva presidência, caso seja indicado&quot; pelo Chega.
No despacho do presidente da Assembleia da República, salienta-se que a apreciação da existência de eventuais conflitos de interesses &quot;deve ter por referência o objeto concreto do inquérito, tal como juridicamente delimitado, não podendo assentar em relações meramente circunstanciais com a comissão ou com a iniciativa parlamentar que lhe deu origem&quot;.
Ou seja, o objeto da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves encontra-se circunscrito, &quot;não abrangendo a investigação do alegado assalto ao gabinete do deputado André Ventura, nem das circunstâncias do desaparecimento de documentos que aí se encontrariam, ainda que relacionados com a iniciativa parlamentar&quot;, refere José Pedro Aguiar-Branco.
Em relação a outro ponto suscitado pelo Livre, o presidente da Assembleia da República frisa que &quot;a qualidade de assistente no processo criminal relativo àqueles acontecimentos não determina, por si só, a existência de um conflito de interesses&quot;.



 Passos Coelho &quot;estará sempre disposto a ajudar&quot;, diz Aguiar-Branco 
O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, diz ter a certeza &quot;absoluta&quot; de que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho estará sempre &quot;disposto a ajudar, quer o primeiro-ministro, que o Governo&quot;.
 Notícias ao Minuto | 16:16 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>PS vai defender estabilidade do financiamento dos centros de tecnologia</title>
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<description><![CDATA[ O líder socialista, José Luís Carneiro, assegurou hoje, que na discussão orçamental, o PS vai defender a estabilidade do financiamento dos Laboratórios Colaborativos (CoLAB) e Centros de Tecnologia e Inovação (CTI), assim como a presença destas estruturas no território.
José Luís Carneiro encerrou hoje a reunião do grupo parlamentar do PS com representantes dos CoLAB e CTI sobre o modelo e perspetivas de financiamento destas estruturas, que considerou que a única coisa que pedem &quot;é o bom senso nas políticas públicas&quot;.
O secretário-geral do PS assumiu o compromisso de, caso assuma responsabilidades governativas, &quot;manter a capilaridade destas estruturas no território e garantir estabilidade de financiamento, independentemente do ciclo comunitário&quot;.
&quot;A garantia também de que o nosso grupo parlamentar procurará defender estes dois princípios agora na discussão em sede do Orçamento&quot; do Estado para 2027 (OE2027), comprometeu-se.
Carneiro referiu que o PS está disponível &quot;para acompanhar esse esforço de qualificação, de organização, de capacitação&quot; sem pôr em causa o &quot;princípio da capilaridade e da articulação&quot; entre estes centros e os territórios, as empresas e as economias locais.
Recordando uma fase da sua vida em que dirigiu durante quatro anos uma cooperativa de desenvolvimento regional, o líder do PS apontou que um dos principais problemas, a questão do financiamento, ainda hoje se mantém.
&quot;A interrupção do financiamento destas estruturas deita por terra, por vezes, anos e anos de esforços. Tem de se encontrar um mecanismo de financiamento que garanta, mesmo na transição de ciclos de fundos europeus, uma base de continuidade que garanta que há uma estrutura mínima que se mantém&quot;, defendeu.
De acordo com Carneiro, este é um problema que acontece &quot;em muitas outras áreas&quot;, em que os ciclos de financiamento não são os mesmos do retorno e dos primeiros resultados.
&quot;O que significa que, além da estabilidade de uma base mínima de financiamento, é fundamental garantir períodos mínimos de financiamento, para que o retorno do investimento realizado possa permitir o reforço da capacidade de autofinanciamento destas unidades, que são unidades de inovação e desenvolvimento&quot;, considerou.
Referindo que muitas vezes se procuram &quot;soluções miraculosas&quot;, o socialista afirmou que muitas vezes são &quot;questões muito simples&quot; que estão em causa.
&quot;E tem muito a ver com a estabilidade na política e com a estabilidade das políticas, para poder haver resultados dos esforços realizados por equipas que vivem estes momentos sempre com uma grande amargura&quot;, afirmou.
Na abertura deste encontro, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, alertou para os riscos que estes centros correm neste momento porque, depois de ter terminado o financiamento de base, &quot;o país não sabe qual é o modelo que garantirá a continuidade destas estruturas&quot;.
&quot;A solução transitória encontrada — uma linha de 45 milhões de euros do Compete 2030, cofinanciada a 85% pelo FEDER — é melhor do que nada, mas não é uma solução&quot;, disse, criticando o alcance e o prazo.
Eurico Brilhante Dias defendeu um novo instrumento de financiamento de base para os CoLAB e os CTI que seja &quot;estável e plurianual, nacional e exigente&quot;.
&quot;O debate do Orçamento do Estado para 2027 está a começar. É o momento certo para esta discussão sair dos gabinetes e entrar no Parlamento. O grupo parlamentar do PS levará as preocupações que hoje aqui deixarem a esse debate e ao diálogo com o Governo. Queremos que a transição seja curta, que não se percam competências e que, no fim, o país saia com um modelo melhor do que aquele que tinha&quot;, adiantou. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Confiantes que cancro será curado, investigadores de IA começaram a fumar</title>
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<description><![CDATA[ O debate em torno do futuro da Inteligência Artificial tem sido marcado por duas grandes posições. Se por um lado há quem acredite que a tecnologia devia ser fortemente regulada para evitar impactos negativos na sociedade, há quem defenda que o progresso não deve ser travado de forma a não adiar os benefícios que a tecnologia nos pode reservar.
 
Entre os mais otimistas há até a convicção que a Inteligência Artificial será capaz de encontrar uma cura para o cancro e, pelos vistos, há investigadores que acreditam tanto nesta possibilidade que começaram a fumar.
Quem o diz é o CTO da Palantir, Shyam Sankar, que em entrevista à CBS News comentou que a prática de fumar tornou-se comum entre os investigadores de Inteligência Artificial para sinalizarem a sua confiança no futuro que a tecnologia representa.



 CEO da Microsoft propõe &quot;travão de emergência&quot; para IA avançada 
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, defendeu a necessidade de um &quot;travão de emergência&quot; para modelos de IA avançados, destacando a importância de mecanismos de contenção e controle.
 Miguel Patinha Dias com Lusa | 08:24 - 12/10/2026 

“Muitos investigadores de Inteligência Artificial começaram a fumar como forma de sinalizar a outros investigadores o quanto acreditam em Inteligência Artificial”, explicou Sankar, que afirmou que operam na lógica de “acredito tanto que a Inteligência Artificial será capaz de curar o cancro” que “vou mostrar onde coloquei todas as minhas fichas”.
Sankar aproveita a entrevista para criticar esta postura dos investigadores de Inteligência Artificial, notando que se trata de uma “psicose em massa” e “ilusão social” em torno da tecnologia. Mais ainda, o executivo da Palantir sublinha que os defensores mais acérrimos decidiram tratar a Inteligência Artificial Geral (AGI, em inglês) como se fosse um Deus.



 Líder da Anthropic quer que IA seja capaz de &quot;curar cancro&quot; 
O cofundador e CEO da Anthropic, Dario Amodei, acredita que as empresas dedicadas ao desenvolvimento de Inteligência Artificial devem ultrapassar a “crise de confiança” com o grande público e atingir objetivos como “curar o cancro”.
 Miguel Patinha Dias | 08:45 - 17/08/2026 

O executivo afirmou que acredita que os humanos têm um vazio dentro de si que só pode ser preenchido por Deus, afirmando que muitos investigadores de Inteligência Artificial e personalidades de Silicon Valley decidiram preencher esse desafio com a tecnologia.
“Penso que é importante compreender que muitas destas pessoas em Silicon Valley que estão a desenvolver esta tecnologia preencheram esse vazio com o deus-máquina da AGI”, declarou Sankar.
Pode ver abaixo a participação do executivo da Palantir.

Leia Também: Microsoft: &quot;Os pacotes de leite são mais regulados do que IA&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
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<title>BE acusa Governo de ocultar contestação popular à mina de Boticas</title>
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<description><![CDATA[ A eurodeputada do BE acusou hoje o Governo de ter ocultado à Comissão Europeia a contestação popular à prospeção da mina em Covas do Barroso, em Boticas, permitindo a obtenção do estatuto de projeto estratégico.
 
Catarina Martins fez esta acusação depois de, com a eurodeputada espanhola Ana Miranda, que pertence ao grupo dos Verdes Europeus, se ter reunido esta manhã com a diretora-geral da Comissão Europeia encarregada do Fundo de Competitividade e dos projetos estratégicos.
À agência Lusa, a eurodeputada do BE indicou que pediu a reunião à Comissão Europeia para denunciar dois casos de exploração mineira que, na ótica do partido, &quot;não cumprem os critérios para serem escolhidos como projetos estratégicos&quot; da União Europeia (UE).
Um dos casos foi o da mina em Covas do Barroso, Boticas, alvo de &quot;forte contestação popular&quot;, o que devia ter impedido que fosse escolhida como projeto estratégico precisamente porque um dos requisitos definidos é o de que tem de ser aceite pela comunidade local.
&quot;E a verdade é que a mina em Covas do Barroso não é aceite pela população. Aliás, a população recusou vender terrenos privados e terrenos comuns baldios para a mina, o que levou a este processo inacreditável das servidões administrativas para as máquinas passarem por terrenos que não são da empresa para a prospeção&quot;, salientou.
Catarina Martins frisou que a Comissão Europeia lhe indicou que &quot;não tinha nenhuma destas informações sobre a contestação popular e o que está a acontecer&quot;, o que a eurodeputada atribui a uma ocultação propositada do Governo, que é responsável por transmitir a Bruxelas &quot;os dados de avaliação global&quot; dos projetos passíveis de virem a ser escolhidos como estratégicos.
&quot;O Governo português ocultou dois fatores fundamentais na avaliação destes projetos estratégicos: um é a contestação popular, o outro é que a empresa nem sequer tem os terrenos de que necessita para fazer a prospeção a que se propõe. Portanto, o Governo português não defendeu os interesses portugueses duplamente&quot;, acusou.
A eurodeputada do BE considerou que o &quot;Governo claramente acha que o seu papel é servir as multinacionais mineiras, em vez de servir a população portuguesa&quot;.
O segundo caso que a eurodeputada do BE transmitiu à Comissão Europeia é relativo à mina de San Juan, na Galiza, perto da fronteira portuguesa, que recebeu o estatuto de projeto estratégico sem ter sido feita uma &quot;avaliação de impacto ambiental transfronteiriça&quot; que seria importante para Portugal, porque corre o Rio Rabaçal à frente da mina que segue depois para Portugal.
Mais uma vez, Catarina Martins acusou o Governo de, também neste caso, &quot;não ter feito valer o interesse de Portugal&quot; nem querer &quot;proteger a população transfronteiriça&quot;, porque optou por &quot;não pedir a avaliação de impacto ambiental que devia ter pedido&quot;.
&quot;Isto é muito grave. Há pouco tempo tivemos na mesma zona, perto de Vinhais, por causa de incêndios e depois das chuvas, uma série de aldeias que ficaram sem fornecimento de água porque o rio trouxe uma série de detritos da floresta e a água ficou imprópria. O governo português, numa coisa que é muito mais grave – porque são minas e, portanto, com muito mais detritos –, não pediu a avaliação do impacto para perceber as consequências que teria em Portugal&quot;, criticou.
A eurodeputada do BE referiu que a Comissão Europeia está a proceder a uma reavaliação dos projetos estratégicos até março e, na reunião de hoje, informou que as comunidades locais podem participar nesse processo de reavaliação.
&quot;Eu falarei depois com a comunidade em Covas do Barroso sobre os mecanismos que podem usar e que foram indicados aqui&quot;, indicou.
Questionada se o seu objetivo agora é garantir que estas duas minas perdem o estatuto de projetos estratégicos, Catarina Martins respondeu: &quot;Vamos lutar por isso&quot;.



 BE entrega queixa à Provedora de Justiça por erro da CGA em pagamentos 
O Bloco de Esquerda entregou uma queixa à Provedora de Justiça por suposto erro da CGA que levou ao pagamento de valores acima do previsto a pensionistas, rejeitando que estes assumam a responsabilidade.
 Lusa | 12:30 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PS questiona Governo sobre obstáculos a empreendimento na Estação do Côa</title>
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<description><![CDATA[ Deputados do grupo parlamentar do PS questionaram o Governo sobre os obstáculos levantados a um investimento turístico na Estação do Côa, na linha do Douro, no concelho de Foz Côa.
 
Em comunicado enviado à Lusa, os deputados dizem ter questionado na segunda-feira o Governo sobre os obstáculos que continuam a impedir a entrada em funcionamento do investimento turístico na Estação do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, defendendo uma solução que permita conciliar a proteção do património e da paisagem com a valorização económica e turística do território.
Segundo a mesma nota, &quot;em causa está o projeto promovido pela Marialvamed Turismo Histórico e Lazer, Lda., ao abrigo de um contrato de subconcessão celebrado com a Instituto publico Património e que contou com financiamento do Turismo de Portugal&quot;.
&quot;A obra está concluída e dispõe de autorização de utilização emitida pelo município de Vila Nova de Foz Côa desde julho de 2025, mas o empreendimento continua sem poder iniciar a atividade por falta de fornecimento de energia elétrica&quot;, indicam.
Segundo os parlamentares do PSM, o problema reside &quot;na ligação à rede elétrica&quot;.
&quot;A E-Redes apresentou uma solução para a instalação de uma linha aérea de média tensão, que foi rejeitada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) devido ao impacto da infraestrutura na paisagem e no património&quot;, afirmam.
Segundo a informação recolhida pelo PS, &quot;após uma reunião técnica, a hipótese de instalação subterrânea terá sido considerada excessivamente dispendiosa, tendo sido identificada uma alternativa com postes de menor impacto visual, aproveitando um poste já existente e acompanhando o vale&quot;.
Os seis deputados subscritores do documento (Aida Carvalho, Pedro Coimbra, Armando Mourisco, Elza Pais, Rui Santos e Júlia Rodrigues) referem que &quot;o município de Vila Nova de Foz Côa terá assumido o compromisso de reformular o pedido com base nessa solução, mas, de acordo com a informação transmitida aos deputados, essa reformulação não terá avançado, tendo sido antes solicitada à E-Redes a desistência do pedido de ligação&quot;.
&quot;Esta situação exige esclarecimentos e uma intervenção que permita ultrapassar o impasse, sem desvalorizar as exigências de proteção patrimonial e ambiental aplicáveis à zona&quot;, defendem os socialistas.
&quot;É necessário encontrar uma solução que proteja o património e a paisagem, mas que também permita concretizar um investimento já realizado e criar atividade económica no território. Não podemos aceitar que um projeto concluído continue parado por falta de articulação entre as entidades envolvidas&quot;, acrescentam, lembrando que a Estação do Côa constitui um ativo com potencial turístico para Vila Nova de Foz Côa, num território onde a valorização do património e da paisagem pode contribuir para dinamizar a economia local, atrair visitantes e criar emprego.
Para os parlamentares socialistas, &quot;a questão poderá ter ainda uma dimensão de segurança pública já que, segundo a informação transmitida aos deputados, a ligação elétrica poderá beneficiar não apenas o empreendimento turístico, mas também as condições de funcionamento e segurança dos Passadiços do Côa&quot;.
Os deputados do PS pretendem que o Governo desenvolva junto da IP Património, do município de Vila Nova de Foz Côa, da E-Redes, da CCDR-N e das entidades responsáveis pela proteção do património cultural para encontrar uma solução para o fornecimento de energia.
Questionam igualmente se o Governo está disponível para promover uma reunião de trabalho entre todas as entidades envolvidas, com vista a ultrapassar os constrangimentos e a estabelecer um calendário para a entrada em funcionamento do empreendimento.
Leia Também: Aulas suspensas em Vila Nova de Foz Côa após chuva forte ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PAN/Açores defende financiamento estável para bombeiros</title>
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<description><![CDATA[ O PAN/Açores defende um financiamento estável para as corporações de bombeiros e manifestou abertura à criação de uma taxa semelhante à municipal de proteção civil para reforçar os recursos das associações, anunciou hoje o partido.
A representação parlamentar do PAN/Açores reuniu-se na segunda-feira com o secretariado regional dos Açores da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais para debater os principais desafios do setor, com destaque para o financiamento das associações, condições de trabalho, valorização da carreira e a situação dos bombeiros nos aeroportos da região, adianta o partido.
Segundo uma nota de imprensa divulgada pelo PAN/Açores, a reunião decorreu num contexto de preocupação em torno da situação dos bombeiros nos aeroportos açorianos, nomeadamente o caso dos bombeiros que prestam serviço no aeroporto de Santa Cruz das Flores, sublinhando o partido a importância de acompanhar esta situação e de salvaguardar as condições de funcionamento dos serviços de proteção e segurança.
A partir de março do próximo ano, os serviços de socorro nos aeroportos açorianos de Santa Maria, Ponta Delgada (São Miguel), Faial e Flores, sob gestão da ANA – VINCI, deixarão de ser assegurados pelas associações de bombeiros voluntários e passarão a ser prestados por um privado.
Perante este cenário, o porta-voz e deputado único do PAN/Açores, Pedro Neves, defendeu a urgência de implementar medidas de valorização da carreira, de forma a evitar &quot;uma dramática redução&quot; do número de bombeiros nos Açores.
O partido alertou ainda para &quot;a persistente falha no cumprimento das responsabilidades financeiras do Governo e municípios para com as corporações&quot;.
Segundo o partido, esta situação compromete a capacidade operacional das associações, que asseguram diariamente um serviço público essencial à proteção das populações, &quot;apesar de operarem com recursos insuficientes e de verem o seu papel continuamente desvalorizado&quot;.
Pedro Neves reiterou que é fundamental garantir um modelo de financiamento estável, previsível e adequado às reais necessidades das corporações, permitindo-lhes planear a sua atividade, renovar a frota e equipamentos, assegurar a manutenção dos meios existentes e garantir condições dignas para os profissionais que desempenham funções de elevado risco.
O partido refere que o parlamentar &quot;vê com bons olhos a criação de uma espécie de taxa destinada à proteção civil, de valor residual, em que as receitas revertem para as associações&quot;.
O PAN/Açores recorda que apresentou, em 2024, uma proposta que visava a criação de um Estatuto dos Bombeiros Profissionais, que &quot;acabou rejeitada&quot;.
O partido garante também que &quot;acompanha ainda a exigência da antecipação da idade da reforma&quot;, uma reivindicação &quot;reclamada desde 2021, ano em que foi aprovada a iniciativa do partido para atribuição de subsídio de risco aos bombeiros&quot;.
Na perspetiva do PAN/Açores, &quot;a natureza particularmente exigente e desgastante&quot; da atividade justifica medidas concretas de proteção social, incluindo um regime de aposentação ajustado às especificidades da profissão.
&quot;Os bombeiros merecem um financiamento justo, um estatuto profissional digno e uma reforma antecipada que reconheça o risco e o desgaste acumulado ao longo de uma carreira exigente e determinante para a proteção da população&quot;, sublinha o porta-voz e deputado do PAN/Açores, Pedro Neves, citado na nota. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Paulo Raimundo acusa Passos Coelho de ter &amp;quot;saudades do tempo dos cortes&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, afirmou hoje que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho &quot;está com saudades do tempo dos cortes&quot;, em reação à entrevista do antigo governante à SIC.
 
&quot;O doutor Passos Coelho está com saudades de 2015. Está com saudades desse tempo, está com saudades do tempo dos cortes das pensões, está com saudades do tempo do corte dos feriados, está com saudades do tempo em que os manuais escolares não eram gratuitos, está com saudades do tempo em que não havia passe social na dimensão em que há hoje&quot;, disse Paulo Raimundo, reagindo às declarações de Passos Coelho.
O líder do PCP falava aos jornalistas à margem de uma visita à fábrica de pastelaria Just Baked no Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, um exemplo de empresa onde o &quot;aumento brutas dos preços&quot; das matérias-primas e em particular do gás fez disparar os custos.
Nesta empresa, o custo da fatura mensal do gás aumentou para 3.700 euros, &quot;mais 1.000 euros daquilo que pagava em média no ano passado&quot;.
&quot;Nós temos que olhar para isto. Não há nenhuma possibilidade de garantir que estas empresas se mantenham com gente com muito amor ao que fazem, com muita dedicação, com muitos trabalhadores, e mantém uma situação destas&quot;, alertou.
Para fazer face ao aumento dos custos, o PCP propôs no Parlamento a redução do IVA do gás 23% para 6%, o fim da &quot;tributação dupla do Imposto sobre Produtos Petrolíferos&quot; e um apoio do Governo na diferença do aumento dos custos para as empresas, em vez da redução do IRC, como quer o Governo.



 Raimundo critica &quot;posicionamentos diferentes&quot; do ministro Luís Neves 
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, criticou hoje em Sobral de Monte Agraço os &quot;posicionamentos muito diferentes&quot; do ministro da Administração Interna, Luís Neves, pedindo explicações ao Governo sobre o que se passa no ministério.
 Lusa | 13:49 - 13/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Carneiro defende relançamento de aliança entre Europa e África</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do Partido Socialista (PS) defendeu hoje o relançamento de uma aliança entre a Europa e África para responder aos desafios demográficos e reforçar a autonomia estratégica europeia.
 
«Eu não vejo como é que a Europa possa enfrentar os desafios do futuro que não seja com o reforço das relações com África», afirmou José Luís Carneiro, durante o debate «Portugal-Moçambique: Diálogo, Cooperação e Desenvolvimento», na Fundação Mário Soares e Maria Barroso, em Lisboa.
No evento, que contou com a participação do antigo Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa e do antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano, num painel moderado por Jamila Madeira, o líder do PS apontou a demografia e os recursos estratégicos como duas dimensões fundamentais dessa aproximação, reiterando o compromisso do PS com o objetivo de relançar uma aliança entre os dois continentes.
Carneiro defendeu que o crescimento da população africana e a «debilidade estrutural demográfica» europeia devem ser tratados de forma integrada e sustentada, mediante uma complementaridade entre os dois continentes.
Tem de se encontrar um mecanismo de complementaridade de regulação de fluxos regulados que tem que estar articulado com os domínios da formação, da educação, da qualificação, precisamente preparando as novas gerações para os desafios que se colocam&quot;, precisou.
José Luís Carneiro sublinhou ainda a importância dos recursos energéticos e as terras raras existentes em África como fundamentais para reforçar a autonomia estratégica europeia.
«Todos os materiais de platina, que são 75%, estão em África, que são fundamentais para toda a indústria europeia de defesa ou de aeronáutica», frisou.
O dirigente socialista apontou ainda «as questões da saúde, da biotecnologia, da economia dos oceanos, da economia do mar».
Leia Também: Carneiro critica &quot;confusões do Governo&quot; e apela a Montenegro ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Livre pede que Transparência avalie conflito de interesses de Ventura</title>
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<description><![CDATA[ O Livre pediu hoje ao presidente do Parlamento que remeta à comissão parlamentar de Transparência o potencial conflito de interesses de André Ventura para presidir ao inquérito sobre Luís Neves, após Aguiar-Branco ter rejeitado este entendimento.
 
Numa resposta a um despacho de José Pedro Aguiar-Branco, à qual a Lusa teve acesso, o Livre salienta que &quot;a apreciação de eventuais conflitos de interesses de deputados é matéria da competência da 15.ª Comissão&quot;, a comissão parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados.
O partido liderado por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto esperava que a sua exposição ao presidente do Parlamento &quot;tivesse sido remetida à referida Comissão&quot;, argumentando que esta tem competências para &quot;apreciar, quando tal for solicitado pelos declarantes ou a pedido do presidente da Assembleia da República, os conflitos de interesses suscitados, emitindo sobre eles o respetivo parecer&quot;.
&quot;Nesse sentido, solicitamos que a exposição deste Grupo Parlamentar seja remetida pelo Senhor Presidente da Assembleia da República à 15.ª Comissão, para que a análise da questão suscitada seja feita em sede própria&quot;, lê-se na resposta da bancada do Livre ao presidente do Parlamento.
Esta resposta surge depois de o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, ter considerado que os elementos invocados pelo Livre não demonstram conflito de interesses que obste ao líder do Chega, André Ventura, presidir à comissão de inquérito sobre o ministro Luís Neves.
Esta posição consta de um despacho de José Pedro Aguiar-Branco ao qual a agência Lusa teve hoje acesso e em que também se determina &quot;o prosseguimento dos procedimentos relativos à posse da comissão eventual de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor Nacional da PJ entre 2018–2026&quot;, posse prevista para esta quarta-feira.
Na semana passada, o Livre alegou que André Ventura se terá constituído assistente num processo criminal relativo ao alegado assalto ao seu próprio gabinete parlamentar, ocorrido em 28 de julho passado. Um assalto em que terão desaparecido documentos e dispositivos de armazenamento de informação, entre os quais, &quot;segundo declarações públicas atribuídas ao próprio deputado André Ventura, documentação relacionada com a comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves&quot;.
O Livre considerou ainda que a qualidade de assistente naquele processo criminal confere a André Ventura &quot;um interesse pessoal e processual diretamente relacionado com o objeto do inquérito parlamentar, suscetível de configurar um conflito de interesses&quot;.
Porém, para o presidente da Assembleia da República, os elementos apresentados pelo Livre &quot;não demonstram a existência de um conflito de interesses que obste à integração do deputado André Ventura na comissão parlamentar de inquérito ou ao exercício da respetiva presidência, caso seja indicado&quot; pelo Chega.
No despacho do presidente da Assembleia da República, salienta-se que a apreciação da existência de eventuais conflitos de interesses &quot;deve ter por referência o objeto concreto do inquérito, tal como juridicamente delimitado, não podendo assentar em relações meramente circunstanciais com a comissão ou com a iniciativa parlamentar que lhe deu origem&quot;.
Ou seja, o objeto da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves encontra-se circunscrito, &quot;não abrangendo a investigação do alegado assalto ao gabinete do deputado André Ventura, nem das circunstâncias do desaparecimento de documentos que aí se encontrariam, ainda que relacionados com a iniciativa parlamentar&quot;, refere José Pedro Aguiar-Branco.
Em relação a outro ponto suscitado pelo Livre, o presidente da Assembleia da República frisa que &quot;a qualidade de assistente no processo criminal relativo àqueles acontecimentos não determina, por si só, a existência de um conflito de interesses&quot;.
Leia Também: Movimento estudantil questiona Ventura sobre invasão de estúdio da RUC ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
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<title>PS pede audição urgente de Luís Neves e de ex&#45;secretário&#45;geral do MAI</title>
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<description><![CDATA[ O PS pediu hoje a audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna e do anterior secretário-geral da Administração Interna para esclarecer &quot;os fundamentos da decisão&quot; do governante de demitir Ricardo Carrilho e questões levantas sobre o SIRESP.
 
Na segunda-feira, numa primeira reação a esta polémica, o líder do PS, José Luís Carneiro, tinha dito aos jornalistas que concordava que Luís Neves fosse ouvido no Parlamento para esclarecer todas as questões sobre a decisão de demitir Ricardo Carrilho do cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna.
&quot;Impõe-se, por isso, que o ministro da Administração Interna esclareça a Assembleia da República sobre os fundamentos desta decisão, incluindo os episódios agora invocados pelo Governo, e sobre as questões suscitadas quanto à gestão e ao financiamento da rede SIRESP, e que seja igualmente ouvido o anterior secretário-geral, enquanto autor das declarações em causa&quot;, pode ler-se no requerimento do Grupo Parlamentar do PS a que a agência Lusa teve acesso.
O PS quer que estas audições sejam feitas com caráter de urgência, detalhando que o pedido para ouvir Ricardo Carrilho é &quot;a convite&quot;.
Os deputados do PS fazem, no requerimento, o filme dos acontecimentos desta demissão e referem que &quot;os dois comunicados do Governo apresentam fundamentações distintas para a mesma decisão&quot;, a reorganização do serviço, num primeiro momento, e a quebra de confiança, num segundo.
&quot;Por outro lado, as versões do Governo e do anterior secretário-geral coincidem quanto à existência de divergências sobre o pagamento da indemnização compensatória à SIRESP, S.A., ainda que com leituras opostas quanto ao seu fundamento e às suas consequências&quot;, pode ler-se ainda no texto.
Tendo esta matéria &quot;relevância pública evidente&quot;, para os socialistas não se deve &quot;formular juízos sobre a veracidade das afirmações de parte a parte ou sobre eventuais responsabilidades&quot;.
&quot;Estão em causa a legalidade e o controlo da despesa pública associada à rede SIRESP – infraestrutura crítica para as comunicações de emergência e segurança do Estado –, o regular funcionamento dos serviços do MAI e as condições em que os dirigentes da Administração Pública exercem as suas competências técnicas. Está igualmente em causa a fundamentação de uma decisão de cessação de funções tomada num contexto invulgar, em que a coincidência temporal entre a decisão e as divergências agora tornadas públicas exige um esclarecimento cabal das questões suscitadas por ambas as partes&quot;, justificam.
Na segunda-feira, o Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou que o secretário-geral daquele ministério, Ricardo Carrilho, cessou funções por determinação do ministro Luís Neves.
Mais tarde, o agora ex-secretário-geral do MAI considerou a exoneração &quot;um ato de retaliação&quot; e acusou o ministro da Administração Interna de &quot;pressões ilegítimas&quot; e &quot;de uma interferência política asfixiante&quot;.
Na sequência destas declarações, o ministro emitiu um comunicado no qual justificou a demissão do secretário-geral com &quot;quebra de confiança&quot;, resultante de situações, incluindo algumas &quot;de particular gravidade&quot;, que &quot;comprometeram o funcionamento dos serviços&quot;.
Luís Neves acusou Ricardo Carrilho de ter nos últimos meses &quot;uma permanente atitude de confronto, procurando, por todos os meios, prejudicar o funcionamento do SIRESP&quot; e, &quot;em plena época de incêndios, extinguiu o Centro de Operações e Gestão (COG) do SIRESP – o &quot;centro nevrálgico&quot; da rede de comunicações de emergência - à revelia da tutela, sem apresentar soluções alternativas&quot;.
Leia Também: BE diz que MAI é &quot;novela permanente de casos&quot; e pede esclarecimentos ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Tekever expande atividade para Munique com 15 pessoas na equipa inicial</title>
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<description><![CDATA[ O unicórnio Tekever, fabricante de drones, expandiu a sua atividade para Munique, Alemanha, que será o seu centro estratégico e sede e contará com uma equipa inicial de 15 pessoas altamente qualificadas, disse à Lusa fonte oficial.
De acordo com a mesma fonte, a equipa inicialmente terá maioritariamente engenheiros.
&quot;O nosso compromisso com a Alemanha é de longo prazo e já demos um conjunto de passos para lançar bases sólidas para o futuro, com a criação da Tekever Alemanha, com o estabelecimento de uma equipa de engenharia que já está a contribuir para o desenvolvimento dos nossos produtos, e com o estabelecimento de parcerias locais com a Bundeswehr [Forças Armadas alemãs] e com o ecossistema tecnológico&quot;, acrescentou a mesma fonte, quando contactada pela Lusa.
Para o unicórnio, &quot;mais do que anunciar montantes de investimento específicos, é importante gerar crescimento sustentável, assim como parcerias de confiança e valor a longo prazo&quot; para os seus clientes.
A abordagem &quot;baseia-se em investir antecipadamente, demonstrar capacidade, consolidar relações e expandir a nossa presença à medida que a procura dos clientes cresce. Foi o que fizemos no Reino Unido e em França, e é o que pretendemos fazer na Alemanha&quot;, remata fonte oficial.
A líder europeia no fornecimento de sistemas autónomos assentes em inteligência artificial (IA) refere que o lançamento da Tekever Alemanha marca &quot;um passo significativo na expansão contínua da empresa pela Europa e reforçando o seu compromisso a longo prazo com os setores alemães da defesa, segurança e indústria&quot;, de acordo com o comunicado.
Esta expansão &quot;surge na sequência da histórica ronda de financiamento da Série D da Tekever, no valor de 580 milhões de dólares, com uma avaliação de 6,4 mil milhões de dólares, o que confere um novo impulso ao investimento da empresa em capacidades avançadas de autonomia&quot;, segundo a tecnológica.
A Tekever já está a colaborar com as Forças Armadas alemãs (Bundeswehr) para explorar o futuro das operações autónomas num vasto leque de missões, incluindo logística e apoio às forças armadas, refere a tecnológica.
&quot;No âmbito da sua avaliação contínua das capacidades autónomas de próxima geração, a Bundeswehr recebeu o seu primeiro sistema aéreo não tripulado da Tekever&quot;, plataforma de carga pesada que &quot;servirá de base para avaliar as vantagens operacionais das capacidades autónomas de longa autonomia e ajudará a definir futuros conceitos de operação em ambientes de missão cada vez mais complexos&quot;.
Com sede em Munique, a Tekever Alemanha vai funcionar como sede da empresa na região DACH (Alemanha, Áustria e Suíça), reunindo capacidades de engenharia, desenvolvimento de negócios e relacionamento com os clientes, e ao mesmo tempo, apoiando a colaboração local a longo prazo com parceiros industriais, tecnológicos e de investigação, segundo a tecnológica.
A Tekever Alemanha &quot;representa um marco importante na nossa estratégia de crescimento europeia e reflete o nosso compromisso a longo prazo com a Alemanha&quot;, afirma o presidente executivo (CEO) da tecnológica, Ricardo Mendes, citado em comunicado.
A Tekever Alemanha faz parte da estratégia mais ampla da tecnológica para estabelecer operações nacionais sólidas em mercados europeus-chave, complementando a sua presença já existente em Portugal, no Reino Unido, em França, na Ucrânia e na Estónia. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Apple apresenta o HomeView. Novo produto não chega (por agora) à Europa</title>
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<description><![CDATA[ Tal como estava previsto, a Apple apresentou oficialmente esta terça-feira, dia 13, o HomeView. Trata-se de um novo produto desenvolvido pela Apple com o objetivo de dar aos utilizadores uma forma de controlarem todos os dispositivos caseiros - como câmaras de vigilância, fechaduras, termóstatos, etc - a partir de um único gadget.
 
O HomeView está equipado com uma coluna (que serve também como base) e um ecrã Liquid Retina de 7 polegadas que permite aceder a funcionalidades de entretenimento e segurança, além de também possibilitar a realização de videochamadas via FaceTime.
Este ecrã é capaz de identificar os utilizador através de reconhecimento facial e dar-lhes acesso às suas informações como lembretes, agendamentos no calendário e também acesso a mensagens. Além disso, o HomeView funciona por via da Siri AI e permite aos utilizadores interagirem com a assistente digital através de comandos de voz.



 Apple parece estar confiante no sucesso do iPhone Duo 
A Apple aumentou as metas de produção do iPhone Duo, prevendo uma produção de até 10 milhões de unidades até o final de 2026, segundo relatório partilhado por instituição chinesa.
 Miguel Patinha Dias | 09:50 - 13/10/2026 

Os interessados poderão adquirir o HomeView em duas versões. Uma delas é a já referida versão com uma base e que faz com que o HomeView possa ser pousado em qualquer superfície, como uma cómoda, uma mesa ou no tampo da cozinha. Por outro lado, existe outra versão do HomeView que pode ser presa à parede.
A versão com coluna integrada pode ser adquirida em cinzento, prateado, rosa e dourado, enquanto a versão de parede só está disponível em cinzento e prateado. O HomeView será lançado nos EUA no dia 13 de novembro por 299 dólares (267 euros).
Pode ver acima algumas imagens do HomeView.
Infelizmente, a Apple nota que o HomeView não será (por agora) lançado na União Europeia uma vez que a Siri AI ainda não se encontra presente neste mercado.
“O HomeView da Apple não está disponível para venda na União Europeia, uma vez que a Siri AI não está atualmente disponível para o iOS na União Europeia”, pode ler-se no site oficial da Apple. “A Apple está a trabalhar de forma construtiva com a União Europeia para tentar encontrar um caminho em frente”.
Apple adia lançamento da Siri AI na Europa
A Apple lançou recentemente a versão iOS 27 do seu sistema operativo, uma atualização responsável por disponibilizar a tão esperada nova geração da assistente digital Siri equipada com Inteligência Artificial - chamada Siri AI.
Apesar de o iOS 27 ter sido lançado em setembro em todo o mundo, a Siri AI continua a não estar disponível em todos os territórios onde a Apple está presente. Entre eles temos a China e também a União Europeia, com a Apple a tentar articular com as entidades reguladoras destes mercados uma forma de disponibilizar esta nova versão da assistente digital.
Enquanto os clientes da Apple esperam novidades, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, não tem boas notícias para partilhar e adianta que a Apple não tem planos para disponibilizar a Siri AI na União Europeia “em breve”.



 Não um, mas dois. Apple prepara mais um evento para o final de outubro 
Além do evento do dia 13 de outubro, a Apple prepara um segundo evento no dia 27, segundo o jornalista Mark Gurman da Bloomberg.
 Miguel Patinha Dias | 08:06 - 10/10/2026 

De acordo com Gurman, o plano da Apple é atrasar a chegada da Siri AI aos territórios da União Europeia como forma de pressionar os reguladores. A ideia da Apple é continuar a lançar produtos sem uma das funcionalidades que mais tem sido alvo de atenção,com a empresa a esperar que os clientes reclamem e pressionem os reguladores a deixarem colocar obstáculos.
Tendo em conta esta estratégia, não se sabe quando é que a Apple deverá lançar a Siri AI na União Europeia. Gurman acredita que a Apple deverá seguir o mesmo calendário de lançamento da Apple Intelligence, que foi lançada nos EUA em outubro de 2024 e só chegou aos países europeus em março de 2025.
O jornalista da Bloomberg acredita que este será “o melhor cenário possível”, mas nota que na pior das hipóteses a Siri AI pode demorar “consideravelmente mais” a chegar aos países europeus.
Leia Também: Transição de liderança na Apple &quot;começou há vários anos&quot;, diz Tim Cook ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:00:04 +0100</pubDate>
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<title>IC31? PSD acusa presidente da Câmara de Castelo Branco de &amp;quot;populismo&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O PSD de Castelo Branco acusou hoje o presidente da Câmara de Castelo Branco de &quot;populismo puro&quot; em reação às declarações de Leopoldo Rodrigues sobre a ausência de verbas no Orçamento de Estado (OE) para 2027 para o IC31.
 
&quot;Como pode quem conhece perfeitamente o calendário do IC31 apresentar a ausência de verba para a construção em 2027 como um sinal de paralisação, quando sabe que o início da obra está previsto para 2028?&quot;, questiona, em comunicado enviado à agência Lusa, o presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Castelo Branco.
Segundo Manuel Frexes, o projeto de execução, incluindo a avaliação ambiental, tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2027, seguindo-se o concurso da empreitada ainda nesse ano e o início da construção em 2028, conforme o calendário anunciado pelo Ministério das Infraestruturas.
O presidente da Câmara de Castelo Branco, o socialista Leopoldo Rodrigues, manifestou-se na segunda-feira &quot;surpreendido e estupefacto&quot; com a ausência de qualquer verba na proposta de OE para 2027 para o início das obras da ligação transfronteiriça com Espanha.
&quot;Tínhamos a expectativa que o OE contemplaria um valor para a construção do IC 31 e foi com muita surpresa e estupefação que verificamos que existem zero euros previstos para o IC 31 no OE de 2027. Isto não condiz com aquilo que é o compromisso que o ministro das Infraestruturas e supostamente também do primeiro-ministro&quot;, afirmou Leopoldo Rodrigues.
O IC31, entre o nó da A23 em Alcains (concelho de Castelo Branco) e as Termas de Monfortinho (Idanha-a-Nova), continua na lista nacional de investimentos estruturantes, com 45 milhões de euros de valor total a cargo da Infraestruturas de Portugal, mas sem dotação relevante em 2027 (zero euros), após um milhão de euros inscrito em 2026.
O presidente da distrital social-democrata realça que se está perante uma obra que exige estudos, avaliações ambientais e procedimentos de contratação pública.
&quot;São etapas indispensáveis que qualquer autarca experiente conhece&quot;, sublinha Manuel Frexes.
&quot;Quem teve anos para fazer avançar o IC31 e nada fez, tem pouca autoridade moral para vir agora exigir aquilo que sabe estar a decorrer nos trâmites normais e dentro dos prazos anunciados. O anterior Governo socialista não colocou a obra no terreno. Agora que o processo está finalmente a avançar, parece haver quem tenha dificuldade em reconhecer esse facto&quot;, vincou.
Manuel Frexes deixa ainda um reparo ao presidente da Câmara: &quot;Em Castelo Branco há obras anunciadas há cinco anos que continuam sem sair do papel. Talvez fosse útil aplicar a mesma exigência aos compromissos municipais.&quot;
Para o social-democrata, &quot;o IC31 não precisa de alarmismo nem de populismo&quot;, mas sim de &quot;projetos concluídos, concursos lançados e máquinas no terreno. É isso que continuaremos a exigir&quot;, sustentou.
Leia Também: &quot;País não ganha se o PSD estiver acorrentado ao partido à nossa direita&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Raimundo critica &amp;quot;posicionamentos diferentes&amp;quot; do ministro Luís Neves</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, criticou hoje em Sobral de Monte Agraço os &quot;posicionamentos muito diferentes&quot; do ministro da Administração Interna Luís Neves, pedindo explicações ao Governo sobre o que se passa neste ministério.
 
&quot;Aquilo que eu assisti nestas últimas horas foram dois posicionamentos muito diferentes, muito diferentes do ministro ou do ministério da Administração Interna&quot;, afirmou Paulo Raimundo, referindo-se à demissão e posterior nomeação do secretário-geral do MAI.
Em declarações aos jornalisras à margem de uma visita a uma fábrica de pastelaria no Sobral de Monte Agraço, distrito de Lisboa, Raimundo defendeu que &quot;é preciso clarificar o mais rapidamente possível&quot; o que se passou.
&quot;Já não é um problema do ministro, é um problema do Governo há uns meses esta parte&quot;, acrescentou Paulo Raimundo, pedindo por isso esclarecimentos ao primeiro-ministro Luís Montenegro, enquanto chefe do Governo.
&quot;É preciso esclarecer tudo. E, portanto, na nossa parte, não estamos aqui para encobrir nada, pelo contrário, esclarecer o que há para esclarecer&quot;, enfatizou.
A demissão de Paulo Carrilho da secretaria-geral do MAI relacionada com a gestão da rede SIRESP levou o comunista a defender que o &quot;país está a ser vendido às fatias&quot; e que o Governo está a entregar serviços do Estado a empresas privadas, como é o caso da rede SIRESP.
&quot;Um país &#039;Portugal S.A.&#039; não é o caminho para Portugal&quot;, concluiu.
Leia Também: Carrilho acusa MAI: &quot;Proibiu-me de mandar mails. Não queria nada escrito&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE entrega queixa à Provedora de Justiça por erro da CGA em pagamentos</title>
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<description><![CDATA[ O Bloco de Esquerda recusou hoje que sejam os pensionistas a assumir o &quot;suposto erro&quot; da Caixa Geral de Aposentações (CGA) que levou ao pagamento de valores acima do previsto e entregou uma queixa à Provedora de Justiça.
 
A queixa, com mais de 40 páginas e que tem por base 116 denúncias, foi entregue hoje à Provedora de Justiça pelo coordenador do BE, José Manuel Pureza, e pelo deputado único do partido, Fabian Figueiredo.
No documento, os dirigentes pedem a Luísa Neto que &quot;dê tratamento urgente&quot; à participação e recomende à CGA que não tome &quot;decisões finais de alteração das pensões&quot; nem emita notificações para a devolução de valores enquanto a queixa estiver a ser analisada.
Em declarações aos jornalistas depois de entregar a queixa, o coordenador do BE considerou que os cerca de três mil pensionistas afetados viram &quot;a sua relação de confiança com o Estado traída por uma carta, por um &#039;email&#039;, que comunica a estas pessoas que, de repente, sem que essas pessoas tivessem qualquer tipo de responsabilidade, a pensão que lhes foi assegurada, cujo valor lhes foi transmitido, é objeto de um corte&quot;.
José Manuel Pureza argumentou que está em causa &quot;um suposto erro&quot; da CGA e que a &quot;responsabilização foi passada para cima de quem não teve qualquer responsabilidade&quot;, sustentando que &quot;não foram os pensionistas que configuraram o algoritmo que faz as contas, não foram os pensionistas que configuraram os parâmetros de funcionamento do sistema informático&quot;.
O bloquista considerou &quot;absolutamente inqualificável&quot; que os pensionistas tenham de devolver o valor que foi pago a mais e que esta situação &quot;quebra profundamente a confiança das pessoas no Estado&quot;.
&quot;Se o Estado é uma pessoa de bem, então deve assumir a responsabilidade e ser coerente com a assunção de responsabilidade, arcando com as consequências de um suposto erro que vai prejudicar significativamente a vida de muita gente no final da sua vida ativa, naturalmente&quot;, salientou.
José Manuel Pureza pediu também a intervenção do Presidente da República e que António José Seguro &quot;tenha uma posição de defesa dos cidadãos que foram objeto de corte nas suas pensões&quot;.
O coordenador do BE assinalou que em campanha eleitoral o primeiro-ministro disse que se demitiria se tivesse de cortar pensões e sustentou que aquilo &quot;que está aqui em causa para estas pessoas é realmente um corte, é um corte na pensão que lhes foi garantida, que lhes foi assegurada pela CGA&quot;.
Pureza acusou também a ministra do Trabalho de &quot;arrogância e prepotência sem limites&quot;.
&quot;Que a ministra do Trabalho venha, em tom quase ameaçador, dizer aos pensionistas que eles hão de arcar com as responsabilidades até ao fim, eles que são as vítimas deste caso, é qualquer coisa que brada aos céus&quot;, criticou.
O bloquista salientou que a situação &quot;é grave&quot; e disse que a Provedora Luísa Neto lhe transmitiu que &quot;já recebeu bastantes mais queixas de pessoas que estão afetadas por este tipo de situação inqualificável&quot;.
Na quarta-feira foi noticiado que a CGA vai corrigir 2.937 pensões atribuídas entre maio e agosto deste ano, depois de ter detetado um erro no cálculo que levou a que fossem fixadas acima do valor previsto na lei. O valor pago a mais terá de ser devolvido.
Leia Também: BE diz que MAI é &quot;novela permanente de casos&quot; e pede esclarecimentos ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Os 10 filmes de suspense (e sedução) que precisa de ver na Netflix</title>
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<description><![CDATA[ Uma das grandes vantagens da Netflix é o facto de ter opções de conteúdos para todos os gostos e, no que diz respeito a filmes, há um género que tem sido particularmente ignorado nos últimos anos e que neste serviço de streaming já conta com uma boa quantidade de opções.
 
Falamos de filmes de suspense recheados de sedução e que, mais recentemente, tem sido representado nas salas de cinema por filmes como “A Criada” ou até “Verity” (que se encontra atualmente em exibição).
Caso tenha visto algum destes filmes e quer saber o que tem a Netflix que ocupe o mesmo género, recomendamos uma lista de 10 filmes do serviço de streaming que serão capazes de satisfazer quem procure uma proposta deste género.
Sem mais demoras, pode ficar a saber na galeria acima os 10 filmes de suspense e erotismo que vai encontrar no catálogo da Netflix.
Leia Também: Ben Affleck volta à direção com novo filme (e sucesso) da Netflix ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Marca detida pela Nothing lançou colunas com design como nunca viu</title>
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<description><![CDATA[ A CMF, marca conhecida por ser uma subsidiária da Nothing, anunciou uma série de novas colunas caseiras que contam com um design bem diferente daquele que costumamos ver neste tipo de produtos.
 
Os CMF Speakers S&amp;M são colunas portáteis que contam com um “design geométrico expresso”, contando com uma pega que facilita o transporte para todo o lado.
O CMF Speaker S (mais pequeno) está equipado com uma saída de som, enquanto o CMF Speaker M conta com duas. Ambos estão equipados com Bluetooth 6.0, certificação IP68 de resistência a água e têm modos Stereo e Festa.



 Nothing volta a impressionar com novos auscultadores premium 
Mesmo que apresentem menor autonomia do que os Headphone (a), os novos Headphone (1) Pro apresentam melhor qualidade de som e de cancelamento de ruído, além de uma aposta em materiais premium.
 Miguel Patinha Dias | 10:53 - 29/09/2026 

Os dois modelos também contam com ligação UBC-C, NFC para facilitar o emparelhamento com telemóveis e podem ser conectados a dois dispositivos em simultâneo. No que diz respeito a bateria, ambos oferecem até 18 horas de autonomia e carregamento rápido que permite uma utilização de 1 hora com apenas 10 minutos de carregamento.
Os CMF Speakers S&amp;M estarão disponíveis a partir da loja oficial da Nothing em preto, branco, turquesa e laranja. O CMF Speaker S custa 59 euros enquanto o CMF Speaker M fica por 99 euros.
Pode ver acima algumas imagens destas novas colunas da CMF.
Leia Também: Dormir no avião? É possível com estes auscultadores e auriculares ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Mercado de telemóveis tem pior desempenho dos últimos 14 anos</title>
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<description><![CDATA[ O mais recente relatório partilhado pela Counterpoint Research relativo ao terceiro trimestre de 2026 indica que o número de telemóveis enviados para as lojas teve uma queda de 20% - sendo este o pior resultado desde 2012.
 
Em relação ao mesmo período do ano passado, só a Samsung e a Apple conseguiram aumentar as quotas de mercado durante o terceiro trimestre. Enquanto em 2025 a Samsung e a Apple tinham quotas de mercado 19% e 18% (respetivamente), em 2026 estão nos 23% e nos 22%.
Neste período encontramos em terceiro lugar a Xiaomi com 10% (menos do que os 14% de 2025), a Oppo com 9% (que tinha 12%) e a Vivo com 8% (menos do que os 9% que tinha no ano passado.



 Os 5 gadgets que podem ficar (ainda) mais caros em 2027 
A escassez de componentes de memória que se tem verificado nos últimos tempos poderá continuar em 2027 e, com esta realidade, há cinco gadgets que podem vir a ficar ainda mais caros.
 Miguel Patinha Dias | 22:50 - 09/10/2026 

O relatório conclui que esta quebra no mercado de telemóveis se deve à escassez de memória RAM que se tem feito sentir no mundo da tecnologia, sendo resultado direto da maior procura que estes componentes têm tido de empresas de Inteligência Artificial que estão dedicadas ao desenvolvimento dos próprios modelos de linguagem.
Quanto ao facto de a Samsung e a Apple terem sido as exceções a esta “quebra”, a Counterpoint Research indica que o segmento premium se manteve resiliente e, no caso da Samsung, a tecnológica sul-coreana tem a agradecer o bom desempenho nas lojas dos dobráveis Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra e Flip8.
Quanto a previsões para o futuro, acredita-se que o mercado de telemóveis continuará a ter grandes desafios, com as fabricantes a procurarem manter as margens de lucro enquanto reduzem o número de unidades que são enviadas para as lojas.
Leia Também: As 5 características que todos os telemóveis devem ter em 2026 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE diz que MAI é &amp;quot;novela permanente de casos&amp;quot; e pede esclarecimentos</title>
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<description><![CDATA[ O coordenador do BE, José Manuel Pureza, pediu hoje esclarecimentos sobre o afastamento do secretário-geral do ministério da Administração Interna, considerando &quot;um bocadinho constrangedor&quot; a sucessão de &quot;casos e trapalhadas&quot; naquele ministério.
&quot;É um bocadinho constrangedor tudo isto, um ministério como o Ministério da Administração Interna […] ser palco de uma novela permanente de casos, de trapalhadas, de situações que degradam a vida política, degradam a democracia&quot;, afirmou.
O coordenador do Bloco de Esquerda falava aos jornalistas sobre este tema à margem da entrega de uma queixa junto da Provedora de Justiça sobre o erro no cálculo de pensões, que levou a que perto de três mil fossem fixadas acima do valor previsto na lei.
José Manuel Pureza disse que o ministro da Administração Interna tem &quot;essa imagem de alguém que decide, muitas vezes não cumprindo escrupulosamente os procedimentos que são necessários&quot; e &quot;acumula situações de confusão, de atrapalhada&quot;.
&quot;O Bloco de Esquerda naturalmente acha que é necessário que no Parlamento, desde logo, se prestem todos os esclarecimentos, neste caso através destas duas figuras que são o ministro da Administração Interna e o anterior secretário-geral do ministério. Mas, mais do que tudo, o que nós desejamos é que esta sucessão de situações que apoucam a democracia, as instituições, que termine de uma vez por todas&quot;, defendeu.
O coordenador do BE defendeu que &quot;aquilo que a democracia exige é que haja esclarecimentos cabais&quot; e indicou que o partido irá contribuir para isso através da representação parlamentar.
O bloquista insistiu que Luís Neves &quot;não tem condições para ser ministro&quot;, mas Pureza recusou &quot;associar à procissão de atrapalhadas uma procissão de pedidos de demissão&quot;.
&quot;O ministro Luís Neves tem sido o protagonista de uma série de situações de confusão, de trapalhada, e, portanto, já há tempo que deixou de ter essas condições para governar um ministério tão sensível como é o Ministério da Administração Interna com rigor, com capacidade plena, sem estar permanentemente manchado por suspensões, por acusações&quot;, criticou.
Na segunda-feira, o Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou que o secretário-geral daquele ministério, Ricardo Carrilho, cessou funções por determinação do ministro Luís Neves.
Mais tarde, o agora ex-secretário-geral do MAI considerou a exoneração &quot;um ato de retaliação&quot; e acusou o ministro da Administração Interna de &quot;pressões ilegítimas&quot; e &quot;de uma interferência política asfixiante&quot;.
Na sequência destas declarações, o ministro emitiu um comunicado no qual justificou a demissão do secretário-geral com &quot;quebra de confiança&quot;, resultante de situações, incluindo algumas &quot;de particular gravidade&quot;, que &quot;comprometeram o funcionamento dos serviços&quot;.
Luís Neves acusou Ricardo Carrilho de ter nos últimos meses &quot;uma permanente atitude de confronto, procurando, por todos os meios, prejudicar o funcionamento do SIRESP&quot; e, &quot;em plena época de incêndios, extinguiu o Centro de Operações e Gestão (COG) do SIRESP – o &quot;centro nevrálgico&quot; da rede de comunicações de emergência - à revelia da tutela, sem apresentar soluções alternativas&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Huawei pode lançar nova marca para telemóveis (e nome já é conhecido)</title>
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<description><![CDATA[ A Huawei parece ter intenções de criar mais uma marca de telemóveis que, de acordo com informações a circular nas redes sociais chinesas, se chamará Xingmang. Como nota o site GSMArena, de momento não é claro se os telemóveis desta nova marca serão lançados fora da China.
 
É bom lembrar que, antes das restrições impostas à Huawei pelo governo dos EUA em maio de 2019, a empresa chinesa contava com a Honor como subsidiária.
Com o acesso cortado aos serviços da Google e obriga a recorrer ao seu próprio sistema operativo HarmonyOS, a Huawei decidiu afastar-se da Honor e, enquanto empresa independente, manteve acesso ao sistema operativo Android e também aos processadores da Qualcomm e da MediaTek.
Agora, parece que a Huawei quer voltar a ter uma marca secundária de telemóveis e, de acordo com as informações a circular atualmente, parece que a Xingmang estará dedicada ao lançamento de dispositivos de gama média.



 Huawei anuncia lançamento do dobrável triplo Mate XT 2 fora da China 
O novo dobrável triplo da Huawei, o Mate XT 2, será lançado no mercado global, segundo confirmou o líder da empresa, Richard Yu, durante uma entrevista com jornalistas internacionais.
 Miguel Patinha Dias | 09:00 - 07/10/2026 

É bom sublinhar que a Huawei continua na “lista negra” dos EUA e, desta forma, a Xingmang continuará sem acesso aos serviços da Google. Acredita-se que os telemóveis lançados pela Xingmang continuarão a contar com os processadores Kirin, com o sistema operativo HarmonyOS e as câmaras XMAGE que têm estado presentes nos telemóveis da Huawei.
Há também sinais que a Xingmang poderá apostar em mais dispositivos além dos telemóveis e, tendo em conta o sucesso que a Huawei tem tido no mundo dos wearables, é possível que vejamos alguns dispositivos de fitness desta nova marca.
É importante sublinhar que a criação da Xingmang ainda não foi anunciada oficialmente pela Huawei, mas acredita-se que a apresentação terá lugar mais perto do final do mês.
Huawei quer expandir HarmonyOS para fora da China
A Huawei revelou os seus planos para lançar fora da China o sistema operativo HarmonyOS, criado para rivalizar com os dois maiores sistemas operativos para telemóveis - o Android e o iOS.
A empresa chinesa não revelou datas nem o calendário que pretende seguir para lançar o HarmonyOS em mercados fora da China, mas o presidente da Huawei, Richard Yu, afirmou numa entrevista com meios de comunicação internacionais que o lançamento acontecerá de forma gradual.
“Estamos a considerar levar o HarmonyOS para o mercado global gradualmente no futuro”, afirmou o executivo de acordo com o site Android Headlines. “Contudo, esse é apenas o nosso plano inicial. Faremos isso lentamente, passo a passo”.



 Huawei quer competir com Nvidia nas infraestruturas para IA 
A chinesa Huawei estabeleceu como objetivo competir com a Nvidia nas infraestruturas para inteligência artificial, recorrendo aos seus próprios chips e sistemas de computação para tentar compensar a desvantagem da China face aos Estados Unidos em capacidade de processamento.
 Lusa | 12:08 - 16/09/2026 

A Huawei diz que o ecossistema HarmonyOS tem neste momento mais de 90 milhões de dispositivos, 450 mil apps e serviços, 11 milhões de developers e 23 mil parceiros de inovação. Apesar disso, Yu reconheceu a dificuldade que é desenvolver um sistema operativo para telemóveis.
“Desenvolver um sistema operativo não é tarefa fácil”, afirmou Yu. “Anteriormente houve tentativas de outras marcas como o Windows Phone da Microsoft, o Bada OS da Samsung e o Symbian da Nokia. Não foram bem-sucedidos. Mesmo que o tenhamos feito muitos anos depois, tivemos sucesso. Penso que é certamente algo incrivelmente difícil de conseguir”.
Leia Também: Motorola inspira-se na Huawei, Samsung e Apple para novo dobrável ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Huawei, pode, lançar, nova, marca, para, telemóveis, nome, já, conhecido</media:keywords>
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<title>Os 10 filmes de suspense (e sedução) que você precisa ver na Netflix</title>
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<description><![CDATA[ Uma das grandes vantagens da Netflix é o facto de ter opções de conteúdos para todos os gostos e, no que diz respeito a filmes, há um género que tem sido particularmente ignorado nos últimos anos e que neste serviço de streaming já conta com uma boa quantidade de opções.
 
Falamos de filmes de suspense recheados de sedução e que, mais recentemente, tem sido representado nas salas de cinema por filmes como “A Criada” ou até “Verity” (que se encontra atualmente em exibição).
Caso tenha visto algum destes filmes e quer saber o que tem a Netflix que ocupe o mesmo género, recomendamos uma lista de 10 filmes do serviço de streaming que serão capazes de satisfazer quem procure uma proposta deste género.
Sem mais demoras, pode ficar a saber na galeria acima os 10 filmes de suspense e erotismo que vai encontrar no catálogo da Netflix.
Leia Também: Ben Affleck volta à direção com novo filme (e sucesso) da Netflix ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Onda de destruição impacta emprego e economia após inundações no Nepal</title>
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<description><![CDATA[ Efeito humano e econômico inclui 1,4 mil mortes; mais de 5 mil pessoas desapareceram; 21,4 mil trabalhadores das zonas alagadas perderam estabilidade, renda e rotina; comércio transfronteiriço paralisado limita rotas comerciais com China; choque econômico é sentido em toda a região. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Ventura presidir CPI a MAI? Aguiar&#45;Branco rejeita conflito de interesses</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia da República considera que os elementos invocados pelo Livre não demonstram conflito de interesses que obste ao líder do Chega, André Ventura, presidir à comissão de inquérito sobre o ministro Luís Neves.
 
Esta posição consta de um despacho de José Pedro Aguiar-Branco ao qual a agência Lusa teve hoje acesso e em que também se determina &quot;o prosseguimento dos procedimentos relativos à posse da comissão eventual de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor Nacional da PJ entre 2018–2026&quot;, posse prevista para esta quarta-feira.
Na quinta-feira, o Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de integrar ou presidir à comissão de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ.
O Livre alegou que André Ventura se terá constituído assistente num processo criminal relativo ao alegado assalto ao seu próprio gabinete parlamentar, ocorrido em 28 de julho passado. Um assalto em que terão desaparecido documentos e dispositivos de armazenamento de informação, entre os quais, &quot;segundo declarações públicas atribuídas ao próprio deputado André Ventura, documentação relacionada com a comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves&quot;.
O Livre considerou ainda que a qualidade de assistente naquele processo criminal confere a André Ventura &quot;um interesse pessoal e processual diretamente relacionado com o objeto do inquérito parlamentar, suscetível de configurar um conflito de interesses&quot;.
Porém, para o presidente da Assembleia da República, os elementos apresentados pelo Livre &quot;não demonstram a existência de um conflito de interesses que obste à integração do deputado André Ventura na comissão parlamentar de inquérito ou ao exercício da respetiva presidência, caso seja indicado&quot; pelo Chega.
No despacho do presidente da Assembleia da República, salienta-se que a apreciação da existência de eventuais conflitos de interesses &quot;deve ter por referência o objeto concreto do inquérito, tal como juridicamente delimitado, não podendo assentar em relações meramente circunstanciais com a comissão ou com a iniciativa parlamentar que lhe deu origem&quot;.
Ou seja, o objeto da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves encontra-se circunscrito, &quot;não abrangendo a investigação do alegado assalto ao gabinete do deputado André Ventura, nem das circunstâncias do desaparecimento de documentos que aí se encontrariam, ainda que relacionados com a iniciativa parlamentar&quot;, refere José Pedro Aguiar-Branco.
Em relação a outro ponto suscitado pelo Livre, o presidente da Assembleia da República frisa que &quot;a qualidade de assistente no processo criminal relativo àqueles acontecimentos não determina, por si só, a existência de um conflito de interesses&quot;.
Desta forma, não foram &quot;identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado [André Ventura] e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção&quot;.
&quot;A eventual sujeição de elementos daquele processo criminal a segredo de justiça determina a observância dos correspondentes deveres legais de reserva e confidencialidade, não constituindo, por si só, causa de impedimento à integração ou ao exercício de funções numa comissão parlamentar de inquérito&quot;, sustenta-se no despacho.
José Pedro Aguiar-Branco observa, ainda, que a questão relacionada com a exigência de isenção no apuramento dos factos &quot;não se confunde com a ausência de posições políticas prévias, devendo ser interpretada em conformidade com a natureza parlamentar do inquérito e sem prejuízo dos deveres de objetividade, imparcialidade e respeito pelos limites legais dos poderes de investigação&quot;.
Por outro lado, acrescenta-se, &quot;tratando-se de uma comissão parlamentar de inquérito de constituição potestativa, cuja presidência cabe Chega, não compete ao presidente da Assembleia da República substituir-se ao grupo parlamentar competente na escolha do deputado que exercerá essas funções, sem prejuízo da verificação das condições legais da tomada de posse&quot;.
Leia Também: Aguiar-Branco &quot;de consciência tranquila&quot; sobre inquérito a Luís Neves ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Cerca de 50 manifestantes passaram noite ao relento no Porto</title>
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<description><![CDATA[ Cerca de 50 manifestantes passaram a noite ao relento na Praça de D. João I, no Porto, em protesto contra os preços da habitação, depois de na segunda-feira a autarquia ter mandado retirar as tendas, por falta autorização.
 
Em declarações à Lusa, André Migueis disse que a adesão a este protesto, que se iniciou no sábado, &quot;tem aumentado e as pessoas têm-se juntado cada vez mais&quot; ao grupo, considerando, por esse motivo, que a mobilização demonstra que &quot;o acesso à habitação é uma causa que ultrapassa o grupo de manifestantes&quot;.
Apesar do frio durante a noite, e da retirada das tendas, na segunda-feira, o manifestante garantiu que o protesto vai continuar.
&quot;A noite foi complicada&quot; por terem dormido ao relento, mas André Migueis destacou a solidariedade entre os participantes.
Segundo a mesma fonte, a assembleia realizada na segunda-feira, pelas 19:30, reuniu um número significativo de participantes, tendo a praça D. João I, junto ao Rivoli, ficado &quot;quase cheia&quot;.
O porta-voz adiantou que a Câmara Municipal autorizou, entretanto, a reinstalação das tendas dentro de cerca de 48 horas e explicou que a retirada na segunda-feira foi justificada com questões legais relacionadas com a ocupação do espaço público sem aviso prévio e com a instalação de infraestruturas.
André Migueis criticou a preocupação com a degradação do espaço público, defendendo que &quot;deveria ser dada maior atenção aos edifícios devolutos e às necessidades de habitação&quot;.
Entre as reivindicações dos manifestantes estão o acesso a habitação a preços comportáveis, a reversão das alterações legislativas relativas aos despejos, o reforço da construção de habitação social e o aproveitamento de imóveis devolutos para fins habitacionais.
O porta-voz defendeu também a tributação das empresas imobiliárias que obtenham lucros elevados, considerando que a habitação não deve ser tratada apenas como um negócio.
O protesto deverá prolongar-se por tempo indeterminado, mas as decisões serão tomadas em assembleia marcada para as 19:00 de quarta-feira, no local.
A concentração foi organizada pela plataforma &quot;Não dá mais para viver assim&quot;, que promoveu protestos também em cidades como Aveiro, Braga e Lisboa.
Leia Também: Porto. Manifestantes pernoitam na Praça D. João I após remoção de tendas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
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<title>PCP exige requalificação da Linha do Vouga até Águeda</title>
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<description><![CDATA[ A direção de Aveiro do PCP defende que a reabilitação da Linha Férrea do Vouga &quot;não pode esperar 15 a 20 anos&quot; nem limitar-se ao troço Espinho/Oliveira de Azeméis sem incluir Sernada do Vouga, no concelho de Águeda.
 
Em comunicado esta segunda-feira, a estrutura distrital dos comunistas exige &quot;a revisão integral&quot; do projeto, na sequência de um recente incêndio numa carruagem do chamado &quot;Vouguinha&quot; e de declarações públicas de responsáveis da empresa Transportes Metropolitanos do Porto afirmando que o Governo estava a equacionar apenas a conversão da linha para bitola ibérica ou a implementação de um sistema &#039;BRT - Bus Rapid Transit&#039;, também conhecido por metrobus.
&quot;Face ao perigo que constitui a atual visão do Governo, da Área Metropolitana do Porto e da Transportes Metropolitanos do Porto relativamente à Linha do Vouga, o PCP continua intransigente na sua defesa e (…) afirma a necessidade de se proceder à revisão integral da via-férrea, à abertura da Linha entre Azeméis e Sernada, à reabilitação e modernização das estações, e à melhoria da eficiência e segurança nas passagens de nível&quot;, enumera o comunicado.
No que se refere em concreto aos prazos de execução da obra, o PCP diz que &quot;o &#039;mais importante e impactante projeto no sul da Área Metropolitana&#039; não pode esperar 15 a 20 anos para ser concluído&quot; e argumenta: &quot;Não serve o interesse das populações alimentar soluções que, para lá de conduzirem ora à destruição da linha, ora a investimentos de grande envergadura e de duvidosa aplicabilidade, empurram a sua conclusão para daqui a duas décadas&quot;.
Quanto à extensão geográfica da obra, os comunistas explicam que a empreitada não pode restringir-se ao troço entre Espinho e Azeméis, porque &quot;a Linha do Vouga e o Ramal Ferroviário de Aveiro formam uma rede de 96 quilómetros entre Espinho e Aveiro, e formavam uma rede de 177 quilómetros entre Espinho, Aveiro e Viseu&quot;, o que se reveste de &quot;uma importância estratégica para a mobilidade regional&quot;. Assim sendo, essa ferrovia pode &quot;ter soluções diferenciadas para distintos troços&quot;, mas &quot;não deve ser amputada numa lógica exclusivamente metropolitana de ligação à cidade do Porto&quot;.
Os comunistas recomendam ainda a relocalização de alguns apeadeiros ao longo da Linha, a automatização do seu sistema de bilhética, a melhoria das carruagens, o aumento da frequência de comboios, a eletrificação da via em toda a sua extensão e a garantia do transbordo de passageiros em Espinho para a Linha do Norte &quot;em comodidade e segurança&quot;.
A direção regional do PCP admite que o Plano Nacional Ferroviário prevê um investimento de 100 milhões de euros para requalificar e eletrificar a Linha do Vouga até 2030, mas, face a tudo o que é necessário fazer, afirma que &quot;é cada vez mais duvidoso que o Governo venha de facto a concretizar este projeto nos termos que melhor servem as populações&quot;.
Para justificar essa perspetiva, a direção de Aveiro menciona outros aspetos que continuam por esclarecer, a começar pela hipótese de a linha passar a ser utilizada como metrobus. Isso seria, &quot;na realidade, um autocarro em canal dedicado e, na prática, corresponde à destruição da linha do Vouga, comprometendo a mobilidade entre os concelhos atravessados e as ligações ao Porto e a Aveiro&quot;, o que &quot;contraria qualquer lógica de valorização do transporte coletivo e há muito se percebe que é um erro&quot;.
Outras duas questões mal explicadas são as relativas à largura entre carris e à lotação das carruagens.
No primeiro caso, o PCP alerta que &quot;um projeto em bitola ibérica – mais largo do que a atual bitola métrica – implicaria um investimento muito significativo na alteração completa do perfil da Linha do Vouga, com impactos substanciais para as populações dos concelhos de Espinho, Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Oliveira de Azeméis&quot;. Obrigaria a demolir casas e a alterar a localização de estações e passagens de nível, por exemplo, com o &quot;ganho na duração da viagem [a ser] muito reduzido&quot;, quando, em alternativa, já existem condições para &quot;proceder à eletrificação da linha em bitola métrica, garantindo um serviço com maior frequência e qualidade&quot;.
Quanto à lotação, o comunicado refere que qualquer projeto visando encaminhar mais passageiros para a Linha do Norte deve considerar &quot;a absoluta saturação&quot; dessa ferrovia na atualidade, com &quot;comboios sobrelotados, frequência insuficiente, atrasos constantes devido ao já elevado tráfego, falta de condições em muitas estações e apeadeiros, e o adiamento criminoso da construção da Linha de Alta Velocidade Porto-Lisboa&quot; – que se &quot;arrasta há mais de 30 anos&quot; e &quot;insiste&quot; numa concretização em forma de parceria público-privada.
Leia Também: Porto-Lisboa em 1h15: Onde vai parar a linha de alta velocidade?  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Movimento estudantil questiona Ventura sobre invasão de estúdio da RUC</title>
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<description><![CDATA[ O Movimento Associativo Estudantil (MAE) endereçou hoje uma carta ao presidente do Chega, André Ventura, questionando o líder partidário sobre a invasão do estúdio da Rádio Universidade de Coimbra por uma comitiva liderada por duas deputadas do partido.
 
A carta, dirigida a André Ventura e que condena a invasão que ocorreu na segunda-feira e consequente interrupção da emissão da rádio, é subscrita pelas associações académicas das universidades do Algarve, Aveiro, Beira Interior, Coimbra, Évora, Madeira, Minho e Trás-os-Montes e Alto Douro, federações académicas de Lisboa e do Porto e Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico.
No documento a que a agência Lusa teve acesso, é recordado que a legislação portuguesa &quot;consagra expressamente a liberdade de programação e de informação dos operadores de rádio, atribuindo-lhe uma proteção que encontra tradução, designadamente, na tipificação do crime de atentado contra a liberdade de programação e informação&quot;.
&quot;Sem prejuízo de caber às autoridades competentes a apreciação e qualificação jurídica dos factos, a interrupção forçada de uma emissão em direto suscita preocupações sérias à luz dos princípios que esta norma visa salvaguardar&quot;, sublinham os signatários.
O MAE questiona André Ventura sobre se teve conhecimento prévio da ação promovida pela comitiva do Chega, liderada pelas deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro, e se &quot;autorizou ou autorizaria a entrada das senhoras deputadas nas instalações&quot; da Rádio Universidade de Coimbra (RUC).
&quot;Concorda e subscreve as ações de interferência na programação e emissão da RUC, protagonizadas por parte das senhoras deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro&quot;, questiona ainda a carta.
No documento, os signatários sublinham a gravidade da situação ocorrida na segunda-feira, assinalando a &quot;importância da proteção efetiva da liberdade de imprensa e da independência editorial&quot;.
A carta pede ainda que André Ventura avance com um esclarecimento público sobre a situação até ao final da manhã de hoje, &quot;de modo a permitir a compreensão das responsabilidades políticas associadas a estes acontecimentos&quot;.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), José Machado, salientou a união do movimento em torno deste tema, tendo as diferentes associações e estruturas estudantis decidido reunir ainda no dia de segunda-feira para tomar uma posição sobre o assunto e redigir a carta.
Vários membros do Chega invadiram na manhã de segunda-feira o estúdio da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), em protesto contra a proibição da Associação Académica de Coimbra de entrada no edifício.
No estúdio da RUC, que se situa no edifício da Associação Académica de Coimbra (AAC), decorria um novo programa de debate político, em que participariam as várias juventudes partidárias dos partidos com assento na Assembleia da República.
O Chega também tinha sido convidado a participar no novo programa, mas de forma remota, face à decisão, aprovada em assembleia magna em fevereiro, de proibição de participação do partido liderado por André Ventura em eventos da AAC e de entrada nas suas instalações, contou à agência Lusa Jaime Raposo Nunes, do Departamento de Informação da RUC.
O locutor disse que o líder da distrital do partido, Paulo Seco, tinha dado indicação de que o partido não estaria presente no programa, mas, na manhã de segunda-feira, o debate acabou interrompido, com a entrada de vários elementos do Chega, com Rita Matias a pegar num dos microfones do estúdio.
Os elementos do Chega, incluindo as duas deputadas, apenas abandonaram o estúdio quando chegaram três agentes da PSP, disse Jaime Raposo Nunes.
Contactada pela Lusa, a deputada Rita Matias considerou &quot;ofensivo&quot; os moldes de participação do Chega no programa semanal promovido pela RUC, afirmando que &quot;não proporciona a todos os membros das juventudes partidárias igualdade de circunstâncias para o debate&quot;.
Leia Também: Invasão de estúdio da RUC pelo Chega? &quot;Comportamento que repudiamos&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Google desvendou nova pulseira de fitness. Chama&#45;se Fitbit Edge</title>
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<description><![CDATA[ Fiel à sua palavra, a Google apresentou oficialmente uma nova pulseira de fitness chamada Fitbit Edge que foi lançada para dar aos aficionados por estes wearables uma proposta mais acessível do que o seu relógio Pixel Watch-
 
O Fitbit Edge está equipado com um ecrã AMOLED de 1,34 polegadas envolvida numa estrutura de alumínio com 11,5mm de espessura e um peso de 17,7 gramas. A nível de software, não está presente o sistema operativo Wear OS mas o Fitbit Edge ainda permite ter acesso ao Google Maps, controlos de reprodução de media e informação relevante como contagem de passos, estado do tempo, qualidade de sono, etc.
Falando de funcionalidades, o Fitbit Edge é capaz de monitorizar mais de 50 modos de exercício físico e está equipado com GPS, permitindo ainda registar a frequência cardíaca, o nível de oxigénio no sangue, fazer eletrocardiograma e também medir a temperatura corporal.



 Sem Apple Watch? O próximo gadget da Apple pode convencê-lo 
A Apple continua a ter o Apple Watch como o único wearable de fitness e bem-estar no seu catálogo. No entanto, há rumores que a empresa está a desenvolver uma nova proposta baseada nos modelos da Whoop e da Google.
 Miguel Patinha Dias | 10:28 - 24/09/2026 

A bateria do Fitbit Edge tem uma capacidade de 65mAh, com a Google a afirmar que este wearable tem uma autonomia para até 7 dias com uma utilização normal.
O Fitbit Edge tem um preço de 179,99 euros nos EUA e estará à venda no dia 27 de outubro. Infelizmente, este novo wearable da Google não parece ter (por agora) lançamento previsto para Portugal.
Pode ver acima algumas imagens do Fitbit Edge nas várias cores que estarão disponíveis, incluindo uma edição especial do jogador de basquetebol Stephen Curry.
Leia Também: Primeiros óculos inteligentes da Samsung são lançados em novembro ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Fotografias desfocadas no iPhone? Veja como melhorar com estas dicas</title>
<link>https://noticias.moosala.co/fotografias-desfocadas-no-iphone-veja-como-melhorar-com-estas-dicas</link>
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<description><![CDATA[ As câmaras de telemóveis têm tido uma evolução assinalável ao longo dos últimos anos, com os mais recentes topos de gama a já terem câmaras que (em alguns casos) conseguem obter resultados comparáveis ao de equipamentos profissionais.
 
Contudo, por muito tecnicamente avançadas que sejam estas câmaras de telemóveis, uma parte substancial dos resultados obtidos dependem de quem tira a fotografia e também das condições da própria câmara.
Se está frustrado com a qualidade das fotografias que tem captado mesmo depois de investir num iPhone mais recente, temos algumas sugestões que podem ajudar.



 As 5 características que todos os telemóveis devem ter em 2026 
Com os preços dos telemóveis em alta, é essencial escolher um modelo com características que garantam durabilidade e qualidade. Veja quais são as 5 funcionalidades que são inegociáveis em 2026.
 Miguel Patinha Dias | 08:22 - 13/10/2026 

Acontece que as fotografias desfocadas podem ter várias causas e podem resultar não só de sujidade na lente da câmara, como também de definições que precisam ser ajustadas ou equipamento que pode dar-lhe uma importante vantagem. 
Seja qual for o caso, pode encontrar abaixo alguns dos nossos conselhos para melhorar as fotografias tiradas com o seu iPhone.
Como limpar a câmara do iPhone:

Use um pano de microfibras
Passe o pano na lente de forma suave;
Caso as manchas continuem, recorra a água água destilada;
Aplique uma pequena porção de água destilada no pano de microfibras;
Passe o pano na área mais problemática.

As definições que deve ajustar na Câmara:

Opte por resoluções acima dos 720p para melhorar a qualidade de imagem;
Em condições de iluminação mais fraca, recorra ao modo Noite;
Enquanto está a tirar fotografias, toque no objeto em que quer que a câmara se foque até aparecer o sinal “AE/AF LOCK”;
Considere comprar um tripé para tirar fotografias mais estáveis;
Recorra a apps como a Camera+ (disponível na App Store) para obter um controlo mais granular das definições da câmara, permitindo por exemplo alterar o ISO da imagem.

Leia Também: Limpar o ecrã da TV: 7 dicas para evitar danos ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>André Ventura é candidato único à liderança do Chega</title>
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<description><![CDATA[ O prazo para a entrega de candidaturas terminou na segunda-feira à noite e o atual líder foi o único a apresentar-se.
 
André Ventura formalizou a sua recandidatura durante a tarde de segunda-feira, com a entrega na sede nacional do Chega, em Lisboa, dos documentos da candidatura, bem como da moção que vai levar à sétima convenção do partido.
De acordo com o próprio, a sua candidatura foi subscrita por todos os presidentes das estruturas distritais e regionais do partido, bem como todo o grupo parlamentar.
Em conferência de imprensa depois da formalização, o presidente do partido disse ter &quot;a esperança e a expectativa&quot; de voltar a ganhar e manter-se à frente do Chega, que fundou e lidera desde 2019.
O objetivo de André Ventura é preparar o partido para ser governo, não abdicando da &quot;capacidade de ser disruptivo&quot;.
O presidente do Chega voltou a dizer que o seu objetivo para a próxima convenção é o partido mostrar que está pronto para governar o país: &quot;O objetivo é estar pronto para governar o país. Se for reeleito presidente do partido, quero um partido pronto para governar quando esse momento chegar, e esse momento seja quando a legislatura for cumprida, seja em algum momento antes&quot;.
André Ventura disse querer o Chega como &quot;um partido de governo com capacidade ao mesmo tempo de ser disruptivo onde tem que ser disruptivo&quot;.
&quot;E isto nas palavras é fácil, nos atos não é. Eu acho que esta adaptação, esta capacidade do partido de não perder aquilo que as pessoas querem que um partido desta natureza não tenha, ou que não perca, é o grande desafio que temos&quot;, considerou.
As eleições diretas para a liderança do Chega estão marcadas para 31 de outubro e a próxima Convenção Nacional do partido acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de novembro, a dois dias da votação final global do Orçamento do Estado para 2027.
Esta reunião magna terá como objetivos eleger os órgãos nacionais e responder às questões de natureza orgânica e estatutária levantadas pelo Tribunal Constitucional.
Esta será a sétima convenção nacional do Chega em sete anos de vida do partido. O local da reunião magna ainda não foi anunciado.
Ventura já tinha indicado por várias vezes que avançaria com uma recandidatura. É presidente do partido desde a fundação, em 2019.
Esta vai ser a primeira convenção do Chega desde que o partido subiu a segunda maior força no parlamento e depois do resultado de André Ventura nas eleições presidenciais do início do ano.
A última Convenção Nacional do partido aconteceu em janeiro de 2024, em Viana do Castelo, e a eleição dos órgãos nacionais do Chega nessa reunião magna foi invalidada pelo Tribunal Constitucional (TC). O mesmo tinha sido decidido relativamente à convenção anterior.
O TC tem vindo também a &#039;chumbar&#039; as sucessivas alterações aos estatutos do partido, pelo que atualmente são válidos os originários, de 2019.



 André Ventura formaliza recandidatura à liderança do Chega 
O líder do Chega, André Ventura, formalizou a recandidatura à liderança do partido, com o objetivo de preparar o Chega para governar, mantendo a capacidade de ser disruptivo.
 Lusa | 19:29 - 12/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
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<media:keywords>André, Ventura, candidato, único, liderança, Chega</media:keywords>
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<title>Apple parece estar confiante no sucesso do iPhone Duo</title>
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<description><![CDATA[ O período de pré-venda do primeiro telemóvel de ecrã dobrável da Apple - o iPhone Duo - arranca esta sexta-feira, dia 16 de outubro, e parece que a tecnológica de Cupertino prevê uma procura acima do que havia esperado.
 
Diz o mais recente relatório da Securities Times da China (via 9to5mac) que a Apple terá aumentado a produção do iPhone Duo. Ao contrário dos 6 a 7 milhões de unidades que esperava produzir inicialmente até ao final de 2026, as novas informações apontam para que sejam produzidas 10 milhões de unidades durante este ano.
É importante sublinhar que o iPhone Duo é o primeiro telemóvel da Apple na categoria dos dobráveis, a qual já conta com a presença de marcas conhecidas do mundo dos telemóveis como a Samsung, a Huawei, a Oppo, a Google e a Motorola.



 Dúvidas com o iPhone Duo? Os 5 detalhes (exclusivos) que o vão convencer 
O iPhone Duo é lançado oficialmente no dia 23 de outubro com um preço de 2.399 euros. Se ainda tem dúvidas em relação ao telemóvel dobrável da Apple, há 5 funcionalidades exclusivas que o vão convencer.
 Miguel Patinha Dias | 08:10 - 19/09/2026 

O iPhone Duo estará disponível em configurações de 256GB, 512GB, 1TB e 2TB, com a versão mais barata a custar 2.399 euros e a versão mais cara a chegar até aos 3.899 euros. O lançamento está marcado para o dia 23 de outubro.
Apple já está a trabalhar em novas gerações do iPhone Duo
A confiança da Apple no iPhone Duo parece estender-se além dos objetivos de produção até ao final do ano, com a empresa a encontrar-se (alegadamente) já a pensar em futuras gerações do dobrável.
Quem o diz é o jornalista Mark Gurman da Bloomberg, que indica que a Apple até já tem idealizados mais alguns modelos, que apresentarão diferenças no que diz respeito à dimensão e capacidades.
De acordo com Gurman, a Apple está a planear lançar um modelo de maiores dimensões (iPhone Duo Max), com ecrã mais pequeno (iPhone Duo mini) e também um dispositivo mais modesto (iPhone Duo SE).



 iPhone Duo pode levar Samsung a antecipar lançamento do Galaxy Z TriFold 
O sucessor do Galaxy Z TriFold poderá ser lançado mais cedo do que estava previsto graças à forma como o iPhone Duo foi recebido no mercado. Há quem especule que pode chegar às lojas no primeiro semestre.
 Miguel Patinha Dias | 20:09 - 15/09/2026 

Notar que nenhum destes modelos e respetivos nomes são oficiais, mas estão a ser considerados pela Apple de forma a complementar a sua oferta de telemóveis dobráveis no mercado.
Gurman acrescenta ainda que acredita que “no começo do próximo ano”, o iPhone Duo se tornará “o telemóvel dobrável predominante no mercado”. Mais ainda, o jornalista acredita que a procura pelo iPhone Duo será “tão intensa que as pessoas revenderão o dispositivo no estrangeiro, os preços no eBay dispararam e a escassez de oferta atingirá níveis extremos”.
Além disso, prevê-se ainda que o sucesso do iPhone Duo “levará o resto da indústria a aumentar dramaticamente o investimento na categoria”.
Leia Também: iPhone Duo pode acabar com o iPad? O que diz a Apple ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:00:04 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Apple, parece, estar, confiante, sucesso, iPhone, Duo</media:keywords>
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<title>As 5 características que todos os telemóveis devem ter em 2026</title>
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<description><![CDATA[ O ano de 2026 será certamente lembrado pelos aumentos sucessivos nos preços dos telemóveis, o que faz com que a compra de um novo modelo seja hoje em dia um processo (muito) mais ponderado.
 
Afinal, com os preços dos telemóveis tão elevado, convém apostar num telemóvel que ofereça não só alguns padrões de qualidade, como também garantias de que poderá ser mantido por algum tempo.
Felizmente, nunca houve tantos telemóveis de gama média com qualidade e com funcionalidades que, antigamente, encontrávamos apenas em dispositivos do segmento topo de gama.



 Os melhores telemóveis que pode comprar neste final de ano 
Se está à procura de um novo telemóvel e quer opções tanto nos iPhones como nos telemóveis Android de acordo com os seus parâmetros e orçamentos, convidamo-lo a dar uma espreitadela a esta galeria.
 Miguel Patinha Dias | 10:13 - 06/10/2026 

Assim, os consumidores podem sentir-se muito mais à vontade no que diz respeito a estabelecerem “mínimos” para o que procuram nos seus telemóveis, com o site SlashGear a apontar quais são as 5 funcionalidades cuja presença é inegociável para quem procura um novo telemóvel em 2026.
Pode encontrar abaixo a lista com estas 5 funcionalidades.
As 5 funcionalidades obrigatórias para um telemóvel em 2026:

Ecrã OLED de 120Hz;
Bateria com autonomia para todo o dia com carregamento rápido;
Câmara fotográfica com qualidade;
Memória RAM suficiente para utilização sem soluços;
Compromisso de atualizações e apoio ao cliente durante vários anos;

Leia Também: Os melhores telemóveis (de ecrã grande) que pode comprar atualmente ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Seguro? &amp;quot;Presidência positiva&amp;quot;, embora &amp;quot;discorde de muitas ausências&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Eduardo Ferro Rodrigues considerou a presidência de António José Seguro como &quot;positiva&quot;, embora &quot;discorde de muitas ausências que tem tido em matérias fundamentais&quot;. Como exemplo, o antigo presidente da Assembleia da República apontou &quot;as alterações ao Código de Processo Penal, que são muito graves&quot;.
 
Em entrevista ao Público, publicada esta terça-feira, dia 13 de outubro, Ferro Rodrigues fez uma apreciação ao mandato do Presidente da República, começando por recordar que &quot;foi dos últimos socialistas a apoiar António José Seguro antes da primeira volta&quot;. 
E vincou: &quot;Penso que tem feito uma presidência positiva, embora discorde de muitas ausências que tem tido em matérias fundamentais.&quot;
Questionado sobre de que temas estaria a falar, o socialista deu como exemplo &quot;as alterações ao Código de Processo Penal, que são muito graves&quot;, uma vez que &quot;dão ainda mais poder à magistratura, tanto do Ministério Público como judicial, que já, muitas vezes, age sem qualquer critério, sem qualquer explicação e de forma totalmente fechada&quot;.
Para Ferro Rodrigues, &quot;estas alterações, penalizando aqueles que querem exercer direitos de defesa, são algo que um Presidente da República não podia deixar de mandar para o Tribunal Constitucional. E lamento muito que não o tenha feito.&quot; 
No estado em que está o país e o mundo, penso que é positivo que haja vozes de bom senso
Na mesma entrevista, o antigo presidente da Assembleia da República salientou ainda não considerar o &quot;discurso político&quot; do Presidente da República &quot;surpreendente&quot;. 
&quot;Já o discurso político de António José Seguro é aquilo de que estava à espera, não é surpreendente. E no estado em que está o país e o mundo, penso que é positivo que haja vozes de bom senso&quot;, assinalou. 
Também na opinião de Eduardo Ferro Rodrigues, &quot;não choca nada&quot; que &quot;António José Seguro, como Presidente da República, diga que apoia este acordo parlamentar para o Orçamento do Estado&quot;. &quot;Não me choca nada também que haja personalidades de vários partidos e independentes a apelar a uma proximidade maior entre o PS e o PSD&quot;, frisou ainda. 
Recorde-se que António José Seguro tomou posse como Presidente da República em 9 de março depois de ter sido eleito na segunda volta das eleições presidenciais, em 8 de fevereiro, com mais de 3,5 milhões de votos, um número recorde, correspondentes a 66,84% dos votos expressos, contra André Ventura, presidente do Chega.



 Seguro recebeu Obama em Belém: &quot;Troca de impressões sobre atualidade&quot; 
O Presidente da República, António José Seguro, recebeu Barack Obama no Palácio de Belém para uma &quot;conversa informal&quot; sobre a &quot;atualidade internacional&quot;. O antigo chefe de Estado norte-americano está em Lisboa para participar como orador principal na sexta edição do Game Changers Forum.
 Márcia Guímaro Rodrigues com Lusa | 21:11 - 10/10/2026 
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:00:06 +0100</pubDate>
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<title>ESA reforça apoio a competição de foguetes universitários em Portugal</title>
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<description><![CDATA[ A Agência Espacial Europeia vai reforçar o apoio ao European Rocketry Challenge (EuRoC), a competição organizada pela Agência Espacial Portuguesa que põe estudantes universitários a projetar, construir e lançar foguetes em Constância.
 
A agência europeia já participava na competência através da equipa de avaliação, mas reforça agora esse apoio no âmbito de um acordo bilateral com a Agência Espacial Portuguesa, que anunciou hoje a parceria.
Além do apoio financeiro, a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) vai também apoiar a aproximação dos estudantes ao mercado de trabalho espacial, o reconhecimento público dos projetos e a promoção internacional da competição.



 &quot;Parece um quadro&quot;. SpaceX partilha fotos de descolagem do Starship 
O foguetão Starship da SpaceX entrou pela primeira vez na órbita da Terra numa missão com duração prevista de dez horas. No entanto, são as fotografias do lançamento que estão a dar que falar.
 Miguel Patinha Dias | 08:29 - 29/09/2026 

Em comunicado, a agência portuguesa explica que o acordo foi assinado no âmbito do programa da ESA &quot;New University Initiative&quot;, que procura reforçar a ligação entre o ensino superior e o setor espacial europeu.
&quot;Ao associar-se à competição, a ESA reconhece que o EuRoC contribui diretamente para estes objetivos&quot;, considera a gestora de programas de Educação e Ciência da agência portuguesa, Marta Gonçalves, citada em comunicado.
Pela ESA, o diretor de Recursos e Serviços sublinha que &quot;a Europa precisa de licenciados com talento, prontos a contribuir desde o primeiro dia&quot;.



 Coreia do Sul coloca 15 satélites em órbita com recurso ao foguetão Nuri 
A Coreia do Sul conseguiu colocar hoje em órbita 15 novos satélites que viajaram a bordo do foguetão espacial de fabrico nacional Nuri, no seu quinto voo, o quarto bem-sucedido, desde que entrou em funcionamento em 2021.
 Lusa | 07:15 - 07/10/2026 

&quot;Com projetos exigentes e de aplicação prática, o EuRoC ajuda os estudantes a transformar o conhecimento académico em competências, experiência e confiança necessárias para lançar carreiras de sucesso no setor espacial&quot;, acrescenta Marco Ferrazzani.
A sétima edição do European Rocketry Challenge (EuRoC) realiza-se de 15 a 21 de outubro em Constância, distrito de Santarém, com cerca de 600 participantes.
A competição criada em 2020 recebeu este ano 64 candidaturas de equipas de 26 países, tendo sido selecionadas 25 equipas.
Leia Também: Há mais de 5 mil dias em Marte, Curiosity envia &quot;postal&quot; para a Terra ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>ESA, reforça, apoio, competição, foguetes, universitários, Portugal</media:keywords>
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<title>Os 5 melhores telemóveis de sempre da Nokia</title>
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<description><![CDATA[ Se cresceu durante os anos 90 e começo dos anos 2000 lembrar-se-á certamente que a Nokia era a grande marca de telemóveis na altura e, mesmo que a empresa finlandesa nunca tenha conseguido chegar ao mesmo nível da Samsung ou da Apple nos tempos de hoje, continua a ser uma das mais icónicas marcas de dispositivos móveis.
 
Decidimos então olhar para trás e ver, entre os telemóveis da Nokia, quais são aqueles que mais saudades deixaram, com o site BGR a fazer uma lista com aqueles que são considerados os 5 melhores telemóveis de sempre desenvolvidos pela marca.
Atenção que estes modelos não são aqueles que oferecem o design mais icónico ou os que introduziram tecnologias ou funcionalidades que acabaram por influenciar futuros modelos.



 Os melhores telemóveis que pode comprar neste final de ano 
Se está à procura de um novo telemóvel e quer opções tanto nos iPhones como nos telemóveis Android de acordo com os seus parâmetros e orçamentos, convidamo-lo a dar uma espreitadela a esta galeria.
 Miguel Patinha Dias | 10:13 - 06/10/2026 

Estes modelos foram considerados os melhores pelas opiniões dos utilizadores que os usaram e, como seria de esperar, o incontornável 3310 continua bem presente na memória.
Sem mais demoras, pode ficar a conhecer na galeria acima aqueles que são considerados os 5 melhores telemóveis de sempre da Nokia.
Leia Também: Os melhores telemóveis (de ecrã grande) que pode comprar atualmente ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Demissão de SG do MAI é &amp;quot;degradar sem precedentes das instituições&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A líder da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, afirmou hoje que a demissão do secretário-geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) pelo ministro Luís Neves representa um &quot;degradar sem precedentes das instituições&quot;, pelo qual responsabiliza o primeiro-ministro, &quot;incapaz de tomar decisões&quot;.
 
Em mensagem no X, a presidente da IL frisa que exigiu &quot;por várias vezes a demissão de Luís Neves para salvaguardar o funcionamento das instituições e assim preservar a democracia liberal&quot;.
&quot;Estamos a assistir a um degradar sem precedentes das nossas instituições por culpa de um primeiro-ministro incapaz de tomar decisões&quot;, defende Mariana Leitão.
O SGMAI, demitido hoje pelo ministro, considerou a exoneração &quot;um ato de retaliação&quot; e acusou Luís Neves de &quot;pressões ilegítimas&quot; e &quot;de uma interferência política asfixiante&quot;.
&quot;Esta exoneração foi um ato de retaliação, e um aviso a todos quantos contribuem, diariamente, para a ação do Estado: no MAI de Luís Neves, e no Governo atual, quem cumpre a lei e protege o dinheiro público é punido; quem protege o sistema, e alimenta a inação, é preservado&quot;, escreve Ricardo Carrilho num artigo de opinião no Expresso.
&quot;Em duas décadas de serviço público de primeira linha, nunca fui alvo de tantas pressões ilegítimas e de uma interferência política tão asfixiante como no período em que exerci as funções de Secretário-Geral sob a atual tutela de Luís Neves&quot;, escreve.
Contactado pela Lusa, Ricardo Carrilho reafirma &quot;integralmente tudo&quot; o que consta no artigo no Expresso, intitulado: &quot;A ditadura da incompetência: como o respeito pela Lei e o mérito técnico se tornaram alvos a abater na Administração Interna&quot;.
Avança ainda à Lusa que neste momento ainda não decidiu se vai tomar &quot;algumas providências&quot; em resultado de um processo que considera ilegal.
O ministro Luís Neves justificou a exoneração com a &quot;reorganização da Secretaria-Geral, com a preparação de uma nova estrutura orgânica e de procedimentos adequados às responsabilidades do ministério, imprimindo uma nova orientação à gestão do serviço&quot;.
Para o cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Luís Neves designou hoje o major-general da GNR Nuno Parreira da Silva.
A Lusa pediu uma reação ao Ministério da Administração Interna, mas até ao momento não obteve qualquer resposta.
O afastamento de Ricardo Carrilho acontece cerca de quatro meses depois de o secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, se ter demitido do cargo depois de ser conhecida a renomeação do general Paulo Viegas Nunes para a liderança da empresa que gere o SIRESP.
Leia Também: Carneiro critica &quot;confusões do Governo&quot; e apela a Montenegro ]]></description>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 00:00:06 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Demissão, MAI, degradar, sem, precedentes, das, instituições</media:keywords>
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<title>Neil deGrasse Tyson traz ciência e humor a Portugal em espetáculo ao vivo</title>
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<description><![CDATA[ Os aficionados pela astronomia, exploração do Espaço e expansão do conhecimento sobre o Universo podem ver esta quinta-feira, dia 15 de outubro, um espetáculo muito especial na Sala Tejo da Meo Arena, em Lisboa.
 
É a primeira vez que StarTalk Live!, do astrofísico Neil deGrasse Tyson, chega a Portugal e permitirá aos espectadores portugueses assistirem ao espetáculo que mistura ciência, política e também humor.
Além de Neil deGrasse Tyson, marcam também presença o humorista Chuck Nice e as cientistas portuguesas Zita Martins e Marta Cortesão. Sublinhar que Portugal é o primeiro país europeu a receber este espetáculo.



 Lua tem nova cratera com dimensão de dois campos de futebol 
A descoberta da NASA foi feita graças ao Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). Acredita-se que o asteroide (ou cometa) responsável por esta cratera tenha uma dimensão semelhante a um prédio com altura entre os três e os seis andares.
 Miguel Patinha Dias | 08:57 - 22/09/2026 

“O que têm em comum os navegadores portugueses que se orientavam pelas estrelas e os cientistas que hoje procuram sinais de vida para além da Terra? É a partir desta ligação entre a história da exploração dos oceanos e a exploração do Universo que Neil deGrasse Tyson traz pela primeira vez a Portugal o StarTalk Live!, o formato ao vivo do conhecido programa de ciência que há mais de uma década aproxima o conhecimento científico de uma audiência alargada através da cultura popular e do humor”, pode ler-se no comunicado oficial.
Lembrar que este espetáculo tem origem no podcast “StarTalk”, iniciado em 2009 e que conta com apresentação de Neil deGrasse Tyson. O espetáculo ao vivo começa às 20:00.
Leia Também: Há mais de 5 mil dias em Marte, Curiosity envia &quot;postal&quot; para a Terra ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 22:00:04 +0100</pubDate>
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<media:keywords>Neil, deGrasse, Tyson, traz, ciência, humor, Portugal, espetáculo, vivo</media:keywords>
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<title>OIM: Pelo menos 139 mortos em naufrágio ao largo de Djibuti</title>
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<description><![CDATA[ OIM descreve o naufrágio como um dos mais mortais na rota entre Chifre de África e Península Arábica; Unicef diz que 15 crianças morreram na emborcação  onde seguiam 305 migrantes.  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 21:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>OIM:, Pelo, menos, 139, mortos, naufrágio, largo, Djibuti</media:keywords>
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<title>Nintendo mantém jogos físicos, ao contrário da PlayStation</title>
<link>https://noticias.moosala.co/nintendo-mantem-jogos-fisicos-ao-contrario-da-playstation</link>
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<description><![CDATA[ Desde o início de julho que a Sony e a sua divisão de videojogos PlayStation estão a ser duramente criticadas pela decisão de abandonar os jogos em formato físico a partir de janeiro de 2028.
 
Porém, parece que nem todas as grandes empresas na indústria de videojogos têm estes planos.
A Nintendo, que conta atualmente com a sua Switch 2, não parece ter planos para deixar de lançar jogos em formato físico. Quem o diz é o vice-presidente e General Manager da Nintendo na América Latina, Bill van Zyll, em entrevista ao canal de YouTube de Rodrigo Coelho.



 PlayStation 5 ou Switch 2: As 5 razões para escolher uma delas 
As consolas de jogos da Sony e da Nintendo são as mais populares do mercado e, se estiver indeciso, apontamos as 5 razões para apostar em cada uma delas.
 Miguel Patinha Dias | 11:52 - 12/10/2026 

“Não há planos para abandonar os jogos em formato físico”, afirmou o executivo, notando que a empresa japonesa sabe bem o quanto o formato continua a ser apreciado pelos jogadores da Nintendo.
É preciso sublinhar, no entanto, que a Nintendo continuará a apostar em formato físico enquanto tal fizer sentido para a empresa. O próprio van Zyll nota que tal decisão é informada pela preferência do público e que, enquanto tal se mantiver, não há planos para a Nintendo mudar de direção.
“Historicamente, temos sido muito agnósticos, certo? Baseamo-nos nas preferências dos consumidores e levamos isso muito em conta. Temos também uma plataforma que acabou de ser lançada. Faz pouco mais de um ano que lançámos a Switch 2. Tem tanto capacidades digitais como físicas”, apontou van Zyl, indicando que (pelo menos) até ao lançamento de uma nova consola não haverá planos para abandonar o formato físico.
Leia Também: A tempo do Halloween. Há três jogos &quot;Resident Evil&quot; a chegar à Switch 2 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 21:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Nintendo, mantém, jogos, físicos, contrário, PlayStation</media:keywords>
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<title>PS/Açores: Votação Orçamento 2027 depende respostas Governo</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do PS/Açores afirmou hoje que a votação do partido no Plano e Orçamento para 2027 vai depender da &quot;postura&quot; do Governo Regional e das respostas sobre a economia e aumento do custo de vida.
 
&quot;Tudo dependerá da postura do Governo [Regional], da vontade que tiver de negociar e sobretudo das respostas que forem dadas aos problemas relacionados com o custo de vida e o crescimento económico&quot;, afirmou Francisco César aos jornalistas, após uma reunião com a Câmara do Comércio e Indústria dos Açores, Associação do Alojamento Local e delegação da Associação da Hotelaria de Portugal, em Ponta Delgada.
O líder regional dos socialistas, que respondia após ter sido questionado sobre a posição do partido no próximo Orçamento dos Açores, afirmou ainda que o &quot;PS irá esperar até ao debate&quot; para &quot;tomar uma posição sobre o assunto&quot;.
Francisco César destacou a importância da implementação de medidas para responder à queda do turismo e ao aumento do custo de vida.
&quot;O Plano vai ser decisivo para percebermos o que está a ser feito, quer para ajudar as pessoas que com o que têm compram cada vez menos, quer para ajudar aqueles que, com os turistas que têm, cada vez têm menos rendimentos&quot;, salientou.
O socialista rejeitou, contudo, a existência de &quot;linhas vermelhas&quot; para a viabilização dos documentos.
&quot;Linhas vermelhas criam sempre ruturas. O PS não é um partido de rutura. É um partido de conversas&quot;, disse.
A anteproposta de Plano dos Açores para 2027 prevê um investimento global de 1.057 milhões de euros, 650 de &quot;responsabilidade direta&quot; do Governo Regional, uma redução de 134 e 340,9 milhões face a 2026.
As antepropostas preveem um aumento da verba para o turismo de 17,2 milhões de euros e apontam a saúde como prioridade, com um reforço para a área de 270 milhões de euros para um total de 760 milhões, que inclui a transformação de dívida e transferências do Estado.
A discussão e votação do Plano e Orçamento dos Açores para 2027 vai acontecer em novembro na Assembleia Legislativa Regional, na cidade da Horta, na ilha do Faial.
O Plano e Orçamento da região para 2026 foram aprovados em novembro de 2025 com votos a favor de PSD, CDS-PP, PPM, votos contra de BE, IL e PAN e abstenção do PS e do Chega.
O executivo saído das eleições legislativas antecipadas de 04 de fevereiro de 2024 governa a região sem maioria absoluta no parlamento açoriano e, por isso, necessita do apoio de outros partidos com assento parlamentar para aprovar as suas propostas.
PSD, CDS-PP e PPM elegeram 26 deputados, ficando a três da maioria absoluta. O PS é a segunda força no arquipélago, com 23 mandatos, seguido do Chega, com cinco. BE, IL e PAN elegeram um deputado regional cada, completando os 57 eleitos.
Leia Também: Anecra critica proposta do OE2027 e pede reforma fiscal ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>André Ventura formaliza recandidatura à liderança do Chega</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega, André Ventura, formalizou hoje a sua recandidatura à liderança do partido nas eleições diretas do final do mês, com o objetivo de preparar o partido para ser governo, não abdicando da &quot;capacidade de ser disruptivo&quot;.
 
André Ventura entregou na sede nacional do Chega, em Lisboa, os documentos da candidatura, bem como a moção que vai levar à sétima convenção do partido. Em conferência de imprensa depois da formalização, o presidente do partido disse ter &quot;a esperança e a expectativa&quot; de voltar a ganhar e manter-se à frente do Chega, que fundou e lidera desde 2019.
O prazo para a apresentação de candidaturas termina hoje e André Ventura deverá ser mais uma vez candidato único. De acordo com o próprio, a sua candidatura foi subscrita por todos os presidentes das estruturas distritais e regionais do partido, bem como todo o grupo parlamentar.
&quot;Isso dá-me um enorme orgulho por sentir que esta é uma candidatura representativa do partido e da unidade que nós precisamos demonstrar no próximo congresso, de que estamos prontos para governar&quot;, afirmou.
As eleições diretas para a liderança do Chega estão marcadas para 31 de outubro e a próxima Convenção Nacional do partido acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de novembro, a dois dias da votação final global do Orçamento do Estado para 2027.
O presidente do Chega voltou a dizer que o seu objetivo para a próxima convenção é o partido mostrar que está pronto para governar o país: &quot;O objetivo é estar pronto para governar o país. Se for reeleito presidente do partido, quero um partido pronto para governar quando esse momento chegar, e esse momento seja quando a legislatura for cumprida, seja em algum momento antes&quot;.
&quot;O que espero é que o debate na próxima convenção não seja tanto sobre o partido, mas sobre o país, sobre o país que queremos, sobre as propostas para o futuro e sobre como é que vamos fazer para merecer então a confiança da larga maioria dos cidadãos e poder formar um governo estável com uma maioria clara para governar e para transformar Portugal&quot;, indicou.
Ventura indicou igualmente que &quot;um dos grandes desafios&quot; para esta reunião magna &quot;é como lidar e assumir todos os dias o ser um dos maiores ou até o maior partido do país, mas não perder a sua identidade de disrupção, de escrutínio, de exigência&quot;.
O líder e candidato disse que quer o Chega como &quot;um partido de governo com capacidade ao mesmo tempo de ser disruptivo onde tem que ser disruptivo&quot;.
&quot;E isto nas palavras é fácil, nos atos não é. Eu acho que esta adaptação, esta capacidade do partido de não perder aquilo que as pessoas querem que um partido desta natureza não tenha, ou que não perca, é o grande desafio que temos&quot;, considerou.
Outro dos desafios identificados por Ventura é a adaptação interna de um partido de sete anos, considerando que o Chega &quot;não tem a estrutura&quot; de outras forças políticas mais antigas mas &quot;tem a vontade, os militantes, o crescimento&quot;, defendendo que &quot;isso neste congresso pode fazer toda a diferença&quot;.
Na ocasião, questionado sobre o Orçamento do Estado, o presidente do Chega adiantou que no último Conselho Nacional, na sexta-feira à noite, os conselheiros &quot;delegaram à direção do partido uma decisão final&quot; sobre o sentido de voto, mas &quot;ainda não houve proposta nenhuma&quot;, apesar das críticas ao documento.
O deputado insistiu que a descida do IVA dos combustíveis, a descida da idade da reforma, o IVA zero no cabaz alimentar ou o combate ao &quot;desperdício nas estruturas do Estado&quot; serão &quot;questões decisivas&quot; para o Chega.
Sobre a lei do arrendamento, André Ventura voltou a avisar que &quot;qualquer iniciativa do Governo que venha a ter como resultado final o aumento descontrolado das rendas não terá o nosso favorável&quot; do Chega.
Leia Também: As imagens da invasão de membros do Chega em rádio de Coimbra ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Carneiro critica &amp;quot;confusões do Governo&amp;quot; e apela a Montenegro</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS mostrou-se hoje &quot;triste e preocupado&quot; com as &quot;permanentes confusões&quot; do Governo, lamentando a permanente intranquilidade no Ministério da Administração Interna, como o caso da exoneração do secretário-geral.
 
José Luís Carneiro disse aos jornalistas que concorda que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, seja ouvido no Parlamento para esclarecer todas as questões sobre a decisão de demitir Ricardo Carrilho do cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna.
&quot;Eu devo dizer que estou triste, por um lado, e preocupado, por outro. Preocupado porque o Governo está em permanentes confusões. São umas confusões atrás das outras. Triste porque algumas dessas confusões são nos setores mais nevrálgicos da vida do Estado&quot;, sustentou.
O secretário-geral do PS, que já exerceu funções como ministro da Administração Interna, lembrou a importância deste ministério &quot;para as liberdades, direitos e garantias dos cidadãos&quot;.
&quot;Sinto-me, portanto, preocupado com o Governo, que é fonte de instabilidade permanente. (…) Desde a primeira hora [do Governo PSD/CDS-PP] que o Ministério da Administração Interna não esteve tranquilo&quot;, criticou.
Questionado se Luís Neves tem sido a principal fonte de intranquilidade no Ministério da Administração Interna, Carneiro optou por não personalizar no ministro.
&quot;Todo o Governo tem sido uma fonte de intranquilidade. Temos sido nós a cuidar de dar condições ao Governo para a estabilidade e para cumprir os deveres que tem para com a população portuguesa e o que verificamos é que o Governo é, em regra, a fonte da instabilidade, da intranquilidade, do desconforto que cria na própria vida das instituições&quot;, respondeu.
O líder do PS deixou um apelo direto a Luís Montenegro: &quot;que o primeiro-ministro esteja muito atento a tudo o que está a passar nas diferentes instituições&quot;.
O ministro da Administração Interna designou hoje o major-general Nuno Parreira da Silva para o cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI).
O novo secretário-geral do MAI é designado no mesmo dia em que Ricardo Carrilho foi demitido pelo ministro da Administração Interna e quando vários órgãos de comunicação social noticiam divergências deste com Luís Neves sobre o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), a rede de comunicação de emergência do Estado português.
Leia Também: &quot;No MAI, quem cumpre a lei é punido; quem alimenta a inação é preservado&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 20:00:08 +0100</pubDate>
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<title>Ben Affleck volta à direção com novo filme (e sucesso) da Netflix</title>
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<description><![CDATA[ A Netflix recebeu no final da semana passada o mais recente filme de Ben Affleck, que é não só o protagonista como também o realizador, produtor e argumentista. Chama-se “Instinto Animal” e está disponível no serviço desde sexta-feira, dia 9 de outubro.
 
Dado que a Netflix só costuma atualizar semanalmente as suas tabelas de visualizações, ainda não é possível termos informações oficiais sobre o desempenho de “Instinto Animal”. Contudo, o site Flixpatrol já nos permite perceber que a Netflix tem mais um sucesso em mãos.
De acordo com o site, “Instinto Animal” já é o filme mais visto do serviço em 79 dos 94 países onde a Netflix está presente. No caso de Portugal, “Instinto Animal” entrou automaticamente para a primeira posição dos filmes mais visto do serviço e por lá continua, adivinhando-se que mais pessoas o façam ao longo desta semana.



 Surpresa para os fãs. Netflix anuncia nova prequela de &quot;Bridgerton&quot; 
A Netflix anunciou o lançamento de uma nova prequela de &quot;Bridgerton&quot; focada na juventude de Violet e Edmund, com a quinta temporada já confirmada para 2027 e sexta temporada também garantida.
 Miguel Patinha Dias | 08:08 - 11/10/2026 

Apesar do elevado número de visualizações, “Instinto Animal” não se tem saído também bem nas avaliações online. Na plataforma Rotten Tomatoes, por exemplo, a avaliação da crítica especializada está nos 35%, enquanto o público lhe dá 41%.
“Quando o filho é raptado, um candidato à câmara de Los Angeles e a mulher lutam para conseguir o resgate e tomam decisões que podem destruir tudo o que construíram”, pode ler-se na sinopse oficial.
Além de Ben Affleck (“Gone Girl”, “Argo”), no elenco contamos com Kerry Washington (“The Six Triple Eight”, “Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery”), Gillian Anderson (“The Crown”, “The X-Files”), Steven Yeun (“Beef”, “Minari”), Adriana Paz (“Emilia Pérez”, “Spectre”), Luis Gerardo Méndez (“Club de Cuervos”, “Murder Mystery”), Ray Fisher (“Zack Snyder’s Justice League”, “The Piano Lesson”), Mark Kassen (“Puncture”, “PH-1”) e ainda Christopher Woodley (“Our Son”, “Law &amp; Order: Special Victims Unit”).
O filme é uma produção da Netflix em colaboração com o estúdio Artists Equity, fundado por Affleck e Matt Damon, com os dois a também servirem como produtores.
Leia Também: &quot;Os Altruístas&quot;. Netflix traz série sobre o escândalo FTX em novembro ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Bloco formaliza queixa&#45;crime por tentativa de arrombamento em Évora</title>
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<description><![CDATA[ O Bloco de Esquerda formalizou hoje uma queixa-crime na Polícia Judiciária (PJ) contra desconhecidos por tentativa de arrombamento da sede distrital de Évora, que considerou resultar da &quot;intolerável escalada de violência e ódio&quot; na sociedade, divulgou o partido.
 
Em comunicado, a Comissão Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda indicou que a sua sede, localizada no centro histórico da cidade alentejana, foi alvo de uma tentativa de arrombamento e assalto, no final da semana passada.
&quot;A PJ tomou conta da ocorrência logo na passada sexta-feira, deslocando ao local inspetores e peritos científicos&quot;, realçou o partido, salientando que &quot;os autores não foram desde logo identificados&quot;.
Contactada pela agência Lusa, Maria Helena Figueiredo, dirigente distrital do Bloco de Esquerda, salientou que os bloquistas de Évora encontraram a porta da sede danificada na sexta-feira de manhã.
&quot;A almofada da porta e o aro ficaram partidos&quot;, descreveu a responsável.
Maria Helena Figueiredo referiu que, também na semana passada, foi afixado na porta da sede um autocolante de propaganda de grupos de extrema-direita e neonazis, no qual se podia ler &quot;Remigração - Portugal é para os portugueses&quot;.
No comunicado, o BE disse que &quot;não se trata de um caso isolado&quot;, frisando que esta foi &quot;a quarta tentativa de arrombamento&quot;, a que se somam &quot;uma tentativa de assalto pelo telhado e outras ações de destruição de bens e propaganda política&quot;.
&quot;O Bloco de Esquerda repudia veementemente estas ações, que demonstram, mais uma vez, a intolerável escalada de violência e de ódio a que se assiste na sociedade portuguesa&quot;, sublinhou.
O partido acrescentou que espera agora que &quot;as autoridades políticas, judiciais e policiais adotem as medidas adequadas para travar a atividade criminosa dos grupos e indivíduos que minam a democracia e o Estado de Direito&quot;.



 BE pede explicações sobre remoção de acampamento no Porto 
O Bloco de Esquerda quer saber quem autorizou a remoção, esta manhã, do acampamento contra os preços da habitação no Porto, pela Polícia Municipal e pela PSP, e com que fundamento legal foram apreendidos os pertences dos manifestantes.
 Lusa | 16:41 - 12/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PCP alerta sobre políticas de isolamento no distrito de Portalegre</title>
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<description><![CDATA[ O PCP alertou hoje que &quot;prosseguem as políticas de isolamento&quot; social e económico no distrito de Portalegre, acusando PS, PSD/CDS-PP, Chega e IL pelo aumento das assimetrias ao longo dos anos.
 
&quot;O distrito de Portalegre continua a enfrentar um isolamento socioeconómico, que é histórico e decorrente das políticas centralistas dos diferentes governos da direita, liderados por PS ou por PSD/CDS, agora com o apoio do Chega e da IL, que tem levado ao aumento das suas assimetrias&quot;, acusam.
Em comunicado, a Direção Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP, adianta que esta é uma das conclusões de uma reunião da estrutura, onde foi analisada a situação social e política no Alto Alentejo.
Para os comunistas, as &quot;consequências do desinvestimento público agravam-se&quot;, num contexto de &quot;acelerado empobrecimento e perda de poder de compra&quot; da população.
&quot;O PCP e as organizações sociais do distrito têm sido as únicas forças a remar contra a maré, a proporem soluções e a estimularem e organizarem a luta das populações&quot;, lê-se no documento.
&quot;Uma mudança é possível, é urgente e indispensável para contrariar o processo de isolamento das populações do Alto Alentejo&quot;, alertam, destacando as áreas da saúde, educação, infraestruturas de comunicação e mobilidade e o acesso a serviços, como correios ou rede de multibanco.
O PCP considera que &quot;continua ausente&quot; uma estratégia para a mobilidade da população no distrito de Portalegre, alertando que &quot;faltam investimentos concretos&quot; na rodovia e na ferrovia.
Numa vasta lista de propostas para a modernização da ferrovia é apontada, entre outras medidas, a &quot;eletrificação integral&quot; da Linha do Leste.
Os comunistas defendem também um &quot;estudo e execução&quot; de uma variante ferroviária que &quot;aproxime a via do perímetro urbano&quot; de Portalegre, &quot;eliminando o atual constrangimento de isolamento&quot; da estação que se situa a 12 quilómetros do centro da cidade.
&quot;É ainda urgente&quot;, segundo os comunistas, a expansão e requalificação&quot; rodoviária, &quot;ligando de forma cabal&quot; os polos industriais do distrito à malha de autoestradas, com a conclusão total do Itinerário Complementar 13 (IC13).
Entre outras reivindicações, a DORPOR defende igualmente &quot;mais e melhores serviços públicos&quot;, exigindo &quot;as obras há muito prometidas e adiadas&quot;, para a construção da Escola de Formação da GNR em Portalegre.
A DORPOR quer também melhores cuidados de saúde a partir do hospital de Portalegre, rejeitando todos os projetos que visam o &quot;encerramento ou a fusão&quot; de serviços.



 Obras no Tribunal de Portalegre suspensas por revisão do projeto 
A obra de remodelação do Tribunal de Portalegre está suspensa devido à revisão do projeto, mas a sua execução está prevista, segundo o Governo.
 Lusa | 16:55 - 12/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>IL pede audição urgente de Luís Neves e ex&#45;secretário&#45;geral do MAI</title>
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<description><![CDATA[ A Iniciativa Liberal requereu hoje a audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna e do secretário-geral do ministério que foi demitido pelo membro do Governo.
 
O pedido de audição urgente foi entregue hoje pela bancada liberal depois de ter sido noticiado que o secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI), Ricardo Carrilho, cessou funções por determinação do ministro Luís Neves.
Na exposição de motivos, a IL aponta que o jornal Expresso noticiou hoje, &quot;com base em correspondência e documentação internas, graves divergências&quot; entre o ministro e o secretário-geral &quot;entretanto exonerado, relativas à fiscalização, ao funcionamento e ao financiamento do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP)&quot;.
&quot;Segundo o noticiado, o SGMAI terá recusado validar transferências relacionadas com a indemnização compensatória anual, da ordem dos 26 milhões de euros, por considerar insuficientes os mecanismos de controlo e os elementos necessários à verificação independente do desempenho da SIRESP, S. A. Terá igualmente suscitado dúvidas quanto ao enquadramento contratual dos pagamentos após o termo do contrato de serviço público, em 2021, e solicitado instruções expressas e escritas da tutela&quot;, lê-se no texto apresentado pela IL.
Os deputados da bancada liberal apontam que o MAI &quot;sustenta que existem instrumentos de acompanhamento e pareceres jurídicos que fundamentam as suas decisões&quot;, posições que importa &quot;confrontar e esclarecer, sem antecipar conclusões&quot;.
A bancada realça que estas informações foram tornadas públicas no mesmo dia em que Ricardo Carrilho foi afastado do seu cargo, exercidas em regime de substituição.
&quot;A coincidência temporal, a natureza dos alertas reportados e o interesse público inerente à segurança das comunicações de emergência tornam indispensável esclarecer os motivos da decisão e a atuação da tutela. Acresce que esta é uma nova controvérsia relativa à gestão do SIRESP, depois da saída do então Secretário-Geral Adjunto, António Pombeiro, e das audições parlamentares promovidas, em junho, na sequência de um requerimento da IL&quot;, é realçado no texto.
Entretanto, o ministro da Administração Interna designou o major-general Nuno Parreira da Silva para o cargo de secretário-geral do Ministério.
De acordo com vários órgãos de comunicação social, o afastamento do ex-secretário-geral está relacionado com divergências deste com Luís Neves sobre o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), a rede de comunicação de emergência do Estado português.



 Luís Neves já nomeou novo secretário-geral da SGMAI 
O ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, designou o Major-General Nuno Miguel Parreira da Silva para o cargo de secretário-geral da Secretaria-Geral do ministério, em substituição de Ricardo Carrilho, hoje afastado.
 Natacha Nunes Costa | 14:13 - 12/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Situação financeira dos hospitais? Chega/Açores agenda debate de urgência</title>
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<description><![CDATA[ O debate agora agendado para a próxima semana é justificado tendo em conta &quot;a saúde financeira dos hospitais&quot;, que &quot;exige respostas e transparência&quot;, sublinha o partido em nota de imprensa, alertando que &quot;a evolução da despesa dos hospitais da Região tem vindo a aumentar exponencialmente&quot;.
 
Para o Chega/Açores, &quot;a saúde dos açorianos não tem preço&quot;, defendendo que &quot;a sustentabilidade financeira dos hospitais não pode ser analisada separadamente da qualidade dos cuidados prestados, do acesso dos açorianos aos tratamentos de que necessitam e da estabilidade das empresas que asseguram diariamente o funcionamento dos serviços&quot;.
O partido pretende obter esclarecimentos sobre a evolução da despesa dos hospitais, o montante das dívidas a fornecedores e as consequências para os utentes, para os profissionais de saúde e economia regional, destacando a situação do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.
Segundo o Chega/Açores, a situação do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), &quot;é uma das principais preocupações&quot;, denunciando que as últimas contas apresentadas mostram que a maior unidade de saúde dos Açores &quot;está a gerar, por mês, perto de 4,6 milhões de euros de prejuízo&quot;.
Trata-se de &quot;um valor que quase quadruplicou nos primeiros seis meses de 2026, comparativamente com o primeiro semestre do ano passado&quot;, aponta o Chega/Açores.
Para o partido, é fundamental &quot;perceber onde se gasta e como se gasta&quot;, alegando que &quot;não basta aumentar a despesa com a saúde se os açorianos continuam à espera de consultas, exames e cirurgias&quot;. &quot;É preciso perceber para onde vai o dinheiro dos contribuintes e por que razão o aumento dos encargos não se traduz numa resposta mais rápida e eficaz para os doentes&quot;, refere a deputada Hélia Cardoso, citada na nota de imprensa.
No entender do Chega/Açores, o debate deverá permitir &quot;esclarecer também as consequências das dívidas hospitalares a fornecedores&quot;, considerando que os &quot;atrasos podem colocar pressão sobre empresas que fornecem medicamentos, dispositivos médicos, equipamentos, serviços de alimentação, limpeza e manutenção&quot;, podendo afetar a capacidade de manter postos de trabalho e &quot;cumprir os seus próprios compromissos&quot;.
&quot;As dívidas dos hospitais não desaparecem. Alguém acaba por suportar os seus custos: os contribuintes, os fornecedores ou os próprios utentes, quando a falta de recursos compromete a resposta dos serviços. Não podemos ignorar o impacto destas responsabilidades na economia Açoriana&quot;, sublinha Hélia Cardoso.
A parlamentar defende que a gestão dos recursos públicos na saúde deve ser acompanhada de &quot;rigor, transparência e resultados mensuráveis&quot;.
Nos Açores existem três hospitais públicos afetos ao Serviço Regional de Saúde, nas ilhas de São Miguel, Terceira e Faial.
Existe ainda um hospital privado localizado na Lagoa, na ilha de São Miguel.
Leia Também: Bombeiros das Flores repudiam acusações da ANA sobre incumprimentos ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:00:05 +0100</pubDate>
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<title>PCP acusa Governo de &amp;quot;corte brutal&amp;quot; no investimento público</title>
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<description><![CDATA[ &quot;O país não pode aceitar um corte brutal de mais de 30% no investimento público, que pode ser ainda maior se se mantiverem os baixos níveis de execução dos últimos anos&quot;, disse Paula Santos em conferência de imprensa na Assembleia da República.
 
Para a dirigente comunista, o corte, que &quot;não pode ser explicado apenas pelo fim do PRR [Programa de Recuperação e Resiliência]&quot;, &quot;deixa centenas de escolas por reabilitar e construir, hospitais e centros de saúde, estradas, ferrovia e floresta por cuidar e equipamentos públicos e infraestruturas há muito reivindicadas e prometidas que se arrastam ano após ano&quot;.
Paula Santos defendeu que o investimento público em Portugal &quot;não pode assentar somente em fundos comunitários&quot;.
&quot;E esta circunstância, em que no próximo ano não haverá PRR, deixa claro de facto o baixíssimo nível de investimento público que é feito no nosso país de há um conjunto de anos para cá&quot;, sustentou, lamentando que vários investimentos passem de proposta em proposta orçamental &quot;sem saírem do papel&quot;.
O secretário-geral do partido, Paulo Raimundo, já anunciou que o PCP vai votar contra a proposta de orçamento, ao contrário do PS, que deverá abster-se, o que motivou críticas da deputada Paula Santos.
&quot;Por mais voltas que o PS procure dar, a viabilização deste orçamento, pelo terceiro ano consecutivo, não só o torna cúmplice da política de desastre nacional que está em curso, como permite aos Chega e à IL continuarem a fingir oposição a uma política com a qual estão comprometidos&quot;, criticou.
Questionada sobre se ainda espera uma mudança de posição do PS, Paula Santos afirmou que o partido liderado por José Luís Carneiro &quot;assumirá os seus próprios posicionamentos&quot;, sem deixar de apontar uma contradição.
A líder parlamentar lembrou que há cerca de duas semanas PSD, CDS-PP e Chega aprovaram na generalidade a nova lei do arrendamento, criticada pela bancada socialista, que já exigiu ao executivo que deixe cair o acordo com o partido de André Ventura.
&quot;Mas o PS, ao viabilizar este Orçamento, está a viabilizar e a permitir a concretização desta política, como este exemplo, mas poderíamos dar aqui muitos exemplos que são de facto um desastre que tem levado à degradação das condições de vida&quot;, argumentou.
Nesta declaração, Paula Santos apontou ao Governo falhas no investimento em diversas áreas, desde o Serviço Nacional de Saúde, Ensino Superior (com o descongelamento das propinas), bem como na habitação ou nos transportes, criticando ainda os valores previstos para o Salário Mínimo Nacional ou para a atualização das pensões, num momento em que o executivo antecipa um saldo positivo na Segurança Social.
&quot;Não há, contrariamente ao que diz o Governo, nenhuma prudência orçamental face a riscos futuros. O que esta proposta transporta é o risco, esse sim, de uma degradação significativa das condições de vida, dos serviços públicos, da atividade económica no nosso país. O risco que o país corre não é o de &quot;cair no défice&quot;, mas o de milhares de portugueses caírem na pobreza, no endividamento e em situações de privação material que são inaceitáveis&quot;, criticou Paula Santos.
A deputada remeteu a apresentação de propostas de alteração para as próximas semanas.
O Parlamento vai debater na generalidade a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027 a 27 e 28 de outubro, estando a votação final global prevista para 24 de novembro.
[Notícia atualizada às 15h41]
Leia Também: Costa adverte para repercussões de atraso na aprovação do orçamento da UE ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Microsoft: &amp;quot;Os pacotes de leite são mais regulados do que IA&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O presidente da Microsoft, Brad Smith, acredita que é necessário regular o desenvolvimento de Inteligência Artificial, juntando-se assim ao coro de vozes dentro da indústria tecnológica que apela ao maior envolvimento das entidades governamentais.
 
Em entrevista ao podcast Big Boss, Smith afirmou que, entre as regras de segurança que devem ser aplicadas, deve haver uma obrigação legal de notificar pessoas ou entidades cujos sistemas tenham sido invadidos por agentes de Inteligência Artificial que tenha agido de forma autónoma.
“Neste momento, a tua máquina de lavar roupa está sujeita a mais regras de segurança do que a Inteligência Artificial”, afirmou Brad Smith. “Todos os pacotes de leite que vês nos supermercados são sujeitos a mais regras de segurança e inspeção”.



 Obama aponta &quot;grande desafio&quot; na coordenação entre EUA e China sobre IA 
O ex-presidente dos EUA Barack Obama defendeu a necessidade de uma regulação internacional da inteligência artificial, mas alertou para os desafios de coordenação entre os Estados Unidos e a China, destacando a falta de confiança entre os dois países.
 Lusa | 20:24 - 10/10/2026 

Para Smith, a Inteligência Artificial é “uma ferramenta e uma arma”, o que significa que é cada vez mais urgente regular o desenvolvimento da Inteligência Artificial para evitar problemas futuros.
Notar que, além de Smith, também o CEO da Microsoft, Satya Nadella, apontou recentemente para a importância de criar mecanismos de segurança para o desenvolvimento de Inteligência Artificial.



 Microsoft suspensa por alegada fraude em programa de vistos nos EUA 
O governo dos EUA anunciou a suspensão da Microsoft por alegada fraude de um programa que permite trabalhadores estrangeiros solicitar residência permanente e criticou universidades que trazem estudantes internacionais.
 Lusa | 07:33 - 09/10/2026 

Nadella aproveitou o fim de semana para partilhar na rede social X alguns pensamentos sobre o desenvolvimento de Inteligência Artificial e as principais questões sobre os desafios adiante.
“Devemos assumir que um modelo está comprometido e devemos contê-lo desde o início”, escreveu Nadella. “Pensem nisso como se fosse um travão de emergência. Uma pessoa com autorização deve ser sempre capaz de pausar ou suspender um modelo a meio de uma tarefa. Modelos mais avançados exigirão tecnologias de contenção mais avançadas e que precisamos de padronizar”.
Leia Também: Trump avisa quem falar em IA em vez de superinteligência: &quot;Inimigo&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:00:04 +0100</pubDate>
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<title>André Ventura desafia Montenegro sobre atitudes de Luís Neves</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega acusou hoje o ministro da Administração Interna de afastar toda a gente que &quot;exija transparência&quot; e questionou o primeiro-ministro &quot;até quando vai permitir que estas atitudes de Luís Neves continuem de forma arrogante&quot;.
 
&quot;Esta atuação de Luís Neves mostra como sempre que alguém se lhe mete na frente e exige transparência, ou exige verdade, ou afasta, ou intimida, ou tenta condicionar&quot;, afirmou André Ventura, numa reação à saída do secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI), por determinação do ministro Luís Neves.
O presidente do Chega falava à margem de uma concentração de agricultores, em frente à Assembleia da República.
André Ventura afirmou que a cessação do exercício de funções de Ricardo Carrilho &quot;vem no seguimento da exigência de transparência e de informação pública que este secretário-geral terá feito&quot;.
&quot;Isto é uma cultura. Talvez as pessoas com isto comecem a abrir os olhos para quem é Luís Neves, para a forma como atua, quer no Governo, quer fora&quot;, disse.
O líder do Chega voltou também a pedir a intervenção do primeiro-ministro, deixando um desafio: &quot;Até quando é que vai permitir que estas atitudes de Luís Neves continuem de forma arrogante, ostensiva, e a fazer o que quer só quando lhe exigem transparência?&quot;.
&quot;Este secretário-geral foi afastado porque exigiu transparência. Eu acho que alguma coisa não está certa com Luís Neves e convinha Montenegro olhar para isso&quot;, defendeu.
Entretanto, após as declarações de André Ventura, o Chega anunciou que pediu a audição urgente no Parlamento do ministro da Administração Interna, para prestar esclarecimentos &quot;sobre as circunstâncias da saída de Ricardo Carrilho e as divergências noticiadas relativamente à gestão e fiscalização do SIRESP&quot;.
O secretário-geral do MAI, Ricardo Carrilho, cessou funções por determinação do ministro da Administração Interna, Luís Neves, anunciou hoje a tutela.
&quot;O ministro da Administração Interna, Luís Neves, determinou a cessação do exercício de funções, em regime de substituição, de Ricardo Alberto Gasiba Carrilho no cargo de secretário-geral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna&quot;, adiantou a tutela, em comunicado, sem referir quem irá passar a ocupar o cargo.
Segundo o MAI, &quot;a decisão enquadra-se na reorganização da Secretaria-Geral, com a preparação de uma nova estrutura orgânica e de procedimentos adequados às responsabilidades do ministério, imprimindo uma nova orientação à gestão do serviço&quot;.
De acordo com vários órgãos de comunicação social, o afastamento do secretário-geral está relacionado com divergências deste com Luís Neves sobre o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), a rede de comunicação de emergência do Estado português.
O líder do Chega, acompanhado de outros deputados do partido, esteve durante alguns minutos na concentração de dirigentes associativos agroflorestais, em frente à Assembleia da República, para manifestar apoio a este setor e recebeu simbolicamente um cabaz com alguns produtos alimentares.
Em declarações aos jornalistas, André Ventura juntou-se às reivindicações por mais apoios e disse estar disponível para negociar a aprovação de propostas neste sentido.
O presidente do Chega adiantou que o partido vai apresentar propostas no âmbito do Orçamento do Estado, durante a fase de especialidade, para &quot;garantir pelo menos que os agricultores portugueses estão no mesmo nível de competitividade que os agricultores espanhóis&quot; no que toca aos fertilizantes e para descer os custos com o gasóleo verde.
&quot;Em toda esta luta que estamos aqui a tratar de agricultores, estamos a falar de 140 milhões [de euros], isto não é uma questão de défice nem de margem, isto é uma questão de opções políticas. O Governo optou por desbaratar dinheiro em empresas públicas, por andar a investir em e fazer investimentos que ninguém compreende muito bem para que é que servirão, senão para ter empresas onde possa depois colocar mais gente nos seus lugares habituais, e em vez de ajudar os setores, e é que neste momento era mesmo daqueles na história em que os setores estão tão a estrangular que era preciso intervenção do Estado&quot;, defendeu.



 Ventura afirma que tempo para acordo de legislatura já passou 
O líder do Chega, André Ventura, afirmou que o tempo para um acordo de legislatura já passou, destacando que o PSD não quis a colaboração e que o partido está disponível para trabalhar em matérias concretas.
 Lusa | 13:57 - 12/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Gato Mikas terá sofrido AVC e Sousa Real falta a debate na AR: &amp;quot;Família&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Inês Sousa Real faltou, na passada sexta-feira, ao debate com o primeiro-ministro Luís Montenegro na Assembleia da República e, através das redes sociais, publicou uma mensagem onde explicou a razão para tal ter ocorrido: o seu gato Mikas terá sofrido &quot;um AVC&quot;. &quot;Quem partilha, ou já partilhou, a vida com um animal de companhia sabe que eles são família&quot;, salientou. 
 
Na mensagem, Sousa Real começou por agradecer as &quot;mensagens de carinho e apoio a torcer pelo Mikas&quot;, salientando: &quot;Dizem que os gatos têm sete vidas, mas o Mikas já desafiou todas as probabilidades e parece que até já vai nas suplentes!&quot;
No post - divulgado no passado sábado, dia 10 de outubro -, a deputada vincou que &quot;é muito difícil ver o estado de saúde dos nossos melhores amigos a degradar-se e passar por um episódio como o de sexta-feira. A médica acredita que o mais provável é que terá sido um AVC&quot;.
&quot;Felizmente&quot;, prosseguiu Sousa Real, &quot;o Mikas está a recuperar e, a avaliar pelo seu geniozinho, parece que foi sobretudo a parte motora que ficou afetada. Até porque está consciente, come e reclama! Hoje [sábado] já veio dormir a casa, o que deixa o meu coração menos apertado&quot;. 
A deputada única deixou ainda um agradecimento &quot;em particular&quot; ao hospital onde Mikas é acompanhado e &quot;à Dra. Ana, pela prontidão com que o receberam nesta emergência&quot;. &quot;Em momentos tão sensíveis como este, essa resposta faz toda a diferença.&quot;
Haverá mais debates e mais trabalho parlamentar. Mas nada nem ninguém poderia substituir-me num momento tão difícil como aquele que o Mikas viveu na sexta-feira
&quot;A política exige responsabilidade, mas também humanidade&quot;
Após explanar o estado de saúde de Mikas, Inês Sousa Real fez questão de vincar que tal situação fez com que &quot;pela primeira vez&quot; faltasse a um debate com o primeiro-ministro: &quot;Quem acompanha o meu trabalho sabe que nunca faltei a um debate com o primeiro-ministro e conhece o sentido de responsabilidade e compromisso com que exerço diariamente o mandato que me foi confiado em nome do PAN.&quot; 
&quot;Infelizmente, na sexta-feira, vi-me forçada a faltar pela primeira vez. Não por desconsideração, nem por falta de compromisso, mas porque quem partilha, ou já partilhou, a vida com um animal de companhia sabe que eles são família&quot;, advogou na mesma nota. 
E continuou: &quot;Estão sempre lá para nós, sem pedir nada em troca, sobretudo nos momentos mais difíceis. O Mikas está comigo desde os dois meses de vida e, ao longo destes quase 17 anos, não houve um momento de adversidade em que não fosse o primeiro a perceber que algo não estava bem e a estar presente, literalmente, ao meu lado.&quot;
Deste modo, a deputada única do PAN salientou que &quot;a política exige responsabilidade, mas também humanidade&quot;. &quot;E acredito que, se não soubermos reconhecer onde temos de estar nos momentos mais difíceis, estaremos a defraudar precisamente a confiança que depositam em nós.&quot;
Considerou ainda que &quot;haverá mais debates e mais trabalho parlamentar. Mas nada nem ninguém poderia substituir-me num momento tão difícil como aquele que o Mikas viveu na sexta-feira&quot;. 
&quot;E foi por isso que estive, e estarei sempre, onde ninguém me poderia substituir e onde o meu coração estava: com o Mikas&quot;, terminou Inês Sousa Real.

Leia Também: PAN defende medidas para adaptar território às alterações climáticas ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Universidade de Coimbra lidera iniciativa de IA responsável em Portugal</title>
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<description><![CDATA[ A Universidade de Coimbra (UC) vai coordenar uma rede nacional de promoção do uso responsável e sustentável da Inteligência Artificial (IA) no ensino superior, que será lançada quinta-feira.
 
&quot;A DEFIA Portugal Network pretende não ser apenas um fórum de discussão, mas sim uma rede orientada para a ação, capaz de mobilizar o conhecimento das instituições portuguesas e contribuir para o debate nacional e internacional sobre o papel das universidades na transformação digital e no desenvolvimento de uma IA responsável e orientada para o bem público&quot;, explicou a vice-reitora da UC Patrícia Pereira da Silva.
A responsável defendeu que &quot;a IA deve desenvolver-se dentro de limites centrados no ser humano, com transparência, responsabilização, avaliação independente e participação das universidades e dos estudantes&quot;.



 Obama aponta &quot;grande desafio&quot; na coordenação entre EUA e China sobre IA 
O ex-presidente dos EUA Barack Obama defendeu a necessidade de uma regulação internacional da inteligência artificial, mas alertou para os desafios de coordenação entre os Estados Unidos e a China, destacando a falta de confiança entre os dois países.
 Lusa | 20:24 - 10/10/2026 

&quot;O seu desenvolvimento futuro deve servir a sociedade no seu conjunto: uma boa governação não é um travão à inovação, é aquilo que permite inovar sem perder o controlo sobre a direção em que estamos a avançar&quot;, considerou.
A DEFIA Portugal Network, que reunirá a maioria das instituições de ensino superior (IES) nacionais, integra a Digital Education for Impact Alliance (DEFIA), uma aliança internacional cofundada pela Global Enabling Sustainability Initiative (GeSI), pela Universidade de Coimbra e pela Huanghe Science and Technology University.
O diretor executivo da GeSI, Luís Neves, frisou que &quot;o lançamento da DEFIA Portugal Network representa um passo importante na concretização dos objetivos da aliança internacional&quot;.
&quot;Sob a liderança da Universidade de Coimbra, esta iniciativa demonstra como a cooperação entre instituições de ensino superior pode transformar compromissos globais em ações concretas a nível nacional, constituindo também um modelo de referência para o desenvolvimento de redes semelhantes noutros países e regiões&quot;, acrescentou.



 Trump avisa quem falar em IA em vez de superinteligência: &quot;Inimigo&quot; 
Donald Trump ameaçou tratar como inimigo quem utilizar o termo inteligência artificial em vez de superinteligência, que pretende impor oficialmente em comunicados governamentais.
 Lusa | 20:36 - 08/10/2026 

A rede visa potenciar a adoção responsável da inteligência artificial e melhorar a capacitação e a literacia em IA de estudantes, docentes, investigadores e pessoal técnico.
A inovação nas práticas de ensino e aprendizagem, a articulação entre transformação digital e sustentabilidade e o reforço da cooperação entre academia, setor público, empresas e sociedade civil são outros objetivos.
Após a primeira iniciativa, na quinta-feira, durante a conferência internacional &quot;Appropriate Guardrails for AGI: the Crucial Role of Universities&quot;, serão constituídos grupos de trabalho temáticos, envolvendo as instituições participantes na definição de um plano de ação conjunto, do qual &quot;deverão sair iniciativas colaborativas, recomendações, orientações e boas-práticas para o trabalho das IES nesta área&quot;.
A conferência internacional reunirá representantes de universidades, organizações internacionais, governos, empresas e sociedade civil para debater o papel das instituições de ensino superior no desenvolvimento e na governação responsáveis dos sistemas avançados de inteligência artificial e, assim, promover &quot;uma reflexão conjunta sobre os desafios éticos, sociais e institucionais associados à evolução destas tecnologias&quot;.
Haverá intervenções do secretário-geral da ONU, António Guterres (por vídeo), do diretor-geral adjunto da UNESCO para a Educação, Qun Chen (online), e da secretária-geral da União Internacional das Telecomunicações (UIT), Doreen Bogdan-Martin (por vídeo).
Leia Também: CEO da Microsoft propõe &quot;travão de emergência&quot; para IA avançada ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Ventura afirma que tempo para acordo de legislatura já passou</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega afirmou hoje que foi o PSD que não quis um acordo de legislatura e considerou que agora &quot;esse tempo já passou&quot;, mas mostrou-se disponível para continuar a trabalhar em matérias concretas.
 
André Ventura esteve hoje presente numa concentração de dirigentes associativos agroflorestais, em frente à Assembleia da República, para manifestar o apoio do partido. À margem, foi questionado sobre a entrevista do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho à SIC Notícias, na qual insistiu que o PSD &quot;tinha obrigação&quot; de explorar um acordo de legislatura com Chega e IL.
O presidente do Chega lembrou que nas últimas eleições legislativas defendeu que deveriam ser criadas &quot;condições de unidade para fazer reformas na área da saúde, da segurança, da agricultura, da justiça&quot;.
&quot;Mas francamente esse tempo já passou, os protagonistas do PSD na altura entenderam que isso não devia ser feito, nós respeitámos isso e a vida continua. Portanto, eu acho que essa crítica, que é justa, não é certamente para o Chega, o Chega esteve disponível para construir essa maioria, que depois, por decisões de líderes do PSD e não do Chega, acabaram por não se construir&quot;, indicou.
No entanto, não fechou a porta a entendimentos pontuais, salientado que &quot;o Chega esteve sempre disponível para resolver todos os assuntos que têm de ser resolvidos&quot; e também para &quot;fazer importantes reformas para o país&quot;.
&quot;Ainda agora se viu isso em várias matérias, que vão desde a imigração ao IRC, o arrendamento, nós sempre que houve necessidade de trabalhar, trabalhámos. Se o Governo apresentar propostas para a agricultura ou quiser viabilizar as nossas, sabem que não somos nós que as vamos impedir, nós vamos trabalhar para isso. Isso é uma coisa, outra é, com estes protagonistas que estão agora, penso que há muito tempo que esse tempo passou por vontade do próprio PSD&quot;, indicou.
Ventura valeu-se também dos mais recentes barómetros e sondagens divulgados que dão o Chega à frente da AD nas intenções de voto para defender que &quot;não faz muito sentido agora estar a falar de um Governo liderado por Montenegro nestas condições com o Chega como parceiro&quot;.
&quot;Acho que o Governo escolheu o PS como parceiro, essa é a principal crítica que Pedro Passos Coelho faz, e eu acho que ele tem razão, o Governo escolheu governar com o Partido Socialista. Noutro contexto, noutro futuro em que as coisas mudem, eu estou certo que esse dia há de ter de chegar em que com o Chega a liderar, espero eu, nós tínhamos de fazer um corte profundo com o país e com reformas que o país precisa&quot;, disse.
Questionado se nessa altura estará disponível para um acordo com o PSD, o presidente do Chega defendeu que, por agora, o partido tem de &quot;liderar as alternativas à governação&quot;.
&quot;E eu tenho de construir essa alternativa à governação, porque quando governar, e eu espero que isso aconteça, eu quero ter um Governo maioritário, quero ter um Governo com condições de governar, e quero poder fazer reformas&quot;, acrescentou.
Ainda sobre a entrevista de domingo a noite, André Ventura disse que Passos Coelho &quot;tem razão em muita coisa&quot;, por exemplo quando defende que &quot;o Governo devia ter feito mais reformas do que aquelas que fez&quot;, mas referiu também as discordâncias, nomeadamente no que toca à descida da idade da reforma.
&quot;Eu acho que isto não tem a ver com concordar com tudo ou discordar de tudo, há uma coisa que é evidente, há uma grande maioria não socialista hoje em Portugal e no Parlamento, e essa maioria não socialista não está a contribuir para fazer a transformação que o país precisava, e aí Pedro Passos Coelho tem toda a razão, é isso que verdadeiramente importa na entrevista, o resto são &#039;timings&#039; internos de outro partido&quot;, indicou.
Questionado se o futuro político do antigo líder do PSD pode passar pelo Chega, André Ventura considerou que &quot;ficou evidente que há vontade e ambição e energia de Pedro Passos Coelho em ter um papel interventivo na vida nacional&quot;
&quot;Outra coisa é, como é que isso acontece… No PSD, dentro do PSD, fora do PSD… Eu sou o presidente do Chega, não sei como é que isso acontece, não sei como é que acontecerá&quot;, referiu.



 Invasão de estúdio da RUC pelo Chega? &quot;Comportamento que repudiamos&quot; 
A Associação Académica de Coimbra (AAC) repudiou, esta segunda-feira, o comportamento das deputadas do Chega, Rita Matias e Madalena Cordeiro, após terem invadido o estúdio da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), considerando ter sido &quot;um claro desrespeito&quot;.
 Notícias ao Minuto | 13:46 - 12/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 14:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Piratas informáticos atacam frigoríficos de supermercados em França</title>
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<description><![CDATA[ Várias centenas de supermercados em França foram alvo, na noite passada, de um ciberataque, que visou sobretudo as instalações frigoríficas, destruindo produtos frescos e congelados, indicaram dois distribuidores à AFP.
 
Segundo a agência noticiosa France-Presse (AFP), entre 150 e 200 lojas Intermarché e cerca de uma centena de pontos de venda das Coopératives U foram afetados.
Segundo a estação de televisão BFMTV, também foram afetados estabelecimentos Leclerc, o que o grupo, contactado pela AFP, ainda não confirmou.
Os piratas informáticos terão, segundo o canal de informação, &quot;conseguido ativar remotamente o degelo forçado&quot; das instalações frigoríficas de numerosas lojas.
Estas serão obrigadas a &quot;deitar fora a totalidade dos produtos&quot; frescos e congelados afetados, precisou a cadeia Intermarché à AFP.
Segundo o Ministério Público de Paris, também houve &quot;inícios de incêndio&quot;.
Na rede social X, o presidente executivo da Coopérative U, Dominique Schelcher, confirmou que um &quot;ciberataque&quot; estava a afetar &quot;desde a noite de domingo as instalações de produção de frio de várias lojas&quot; da sua rede, considerando-o &quot;inaceitável&quot;.
&quot;Atacar equipamentos essenciais à conservação dos produtos frescos e ao abastecimento alimentar dos franceses é extremamente grave e inédito&quot;, lamentou.
&quot;As nossas equipas estão totalmente mobilizadas, em articulação com os técnicos de refrigeração, para restabelecer a situação o mais rapidamente possível&quot;, enquanto &quot;uma investigação deverá permitir esclarecer cabalmente&quot; esta situação, acrescentou.
Contactado pela AFP, o Ministério Público de Paris anunciou a abertura, por iniciativa própria, de uma investigação sobre &quot;o ciberataque em larga escala que afeta os frigoríficos ligados à internet de várias grandes superfícies de distribuição alimentar em todo o território francês&quot;.
A investigação deverá permitir identificar os locais afetados e estabelecer a ligação com os danos comunicados, em termos de perdas de géneros alimentares e de inícios de incêndio.
Segundo o portal especializado Je Bosse En Grande Distribution, também foram afetadas lojas da Carrefour Market e Monoprix, o que estas cadeias ainda não confirmaram à AFP.
Por seu lado, o Ministério do Comércio francês indicou estar &quot;em contacto com os distribuidores&quot;, sem dispor, nesta fase, de &quot;informações adicionais&quot;.
A Intermarché lamenta o &quot;desperdício alimentar&quot; e as perdas financeiras provocadas por este ataque, sem avançar números. &quot;Um dos principais problemas&quot; estará relacionado com os seguros, que não &quot;cobrem este tipo&quot; de incidente em loja, precisou a cadeia à AFP.
Segundo a BFMTV, o ciberataque visou sobretudo &quot;os sistemas de regulação frigorífica do fabricante dinamarquês Danfoss&quot;, que &quot;equipam um grande número de lojas francesas&quot;.
As temperaturas terão assim sido &quot;alteradas remotamente, provocando a destruição de &#039;stocks&#039; de produtos frescos e congelados&quot;.



 Ciberataques a empresas japonesas afetam milhões de utilizadores 
A cadeia de livrarias de segunda mão Bookoff confirmou hoje um ciberataque que expôs 6,43 milhões de registos de clientes, incluindo nomes, datas de nascimento, números de telefone e moradas. A empresa juntou-se a uma longa lista de entidades afetadas por ataques cibernéticos no Japão.
 Lusa | 07:44 - 09/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 14:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Uma das funcionalidades mais pedidas do WhatsApp está (quase) a chegar</title>
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<description><![CDATA[ Os utilizadores do WhatsApp que esperam há anos que a aplicação permita agendar o envio de mensagens podem celebrar, uma vez que a versão beta do serviço de mensagens já conta com esta funcionalidade.
 
Lembrar que esta opção é uma das mais pedidos pelos utilizadores do WhatsApp, sobretudo tendo em conta que a principal rival - a Telegram - já conta com esta mesma funcionalidade desde 2019.
Agora, diz o site WABetaInfo que a atualização 2.26.8.11 para a versão beta do WhatsApp no Android já conta com esta funcionalidade. Significa isto que os utilizadores desta versão do WhatsApp já podem experimentar a possibilidade de agendarem o envio de mensagens, o que é um bom sinal de que a versão final poderá receber esta opção muito em breve.



 WhatsApp: Atualização impede uso em telemóveis com sistema desatualizado 
O WhatsApp recebeu uma nova atualização - tanto para Android como para iOS - que impede que a app seja usada caso o telemóvel tenha o sistema operativo desatualizado. É exibida uma notificação que incentiva os utilizadores a atualizarem o telemóvel.
 Miguel Patinha Dias | 09:14 - 06/10/2026 

“Os utilizadores podem agendar uma mensagem a partir de uma conversa”, explica o WABetaInfo. “Depois de escreverem uma mensagem no campo de introdução de texto, têm de pressionar por alguns momentos o botão de envio na conversa. Se a funcionalidade estiver disponível, esta ação mostra uma interface onde os utilizadores podem decidir quando querem enviar a mensagem. A app não envia a mensagem imediatamente, mas agenda o seu envio até ao momento escolhido. Depois, o WhatsApp envia-a automaticamente na altura escolha, mesmo com a app fechada”.
A publicação nota que, além de texto, a funcionalidade também permite agendar o envio de fotografias, vídeos e links para sites. Porém, esta possibilidade está acompanhada pela limitação de que só é possível agendar um ficheiro de cada vez.



 WhatsApp testa funcionalidade para lembrar aniversários dos seus contatos 
Uma nova versão beta do WhatsApp para a app Android revela que a empresa se encontra a desenvolver um novo separador dedicado a contatos, incluindo lembretes para datas de aniversário.
 Miguel Patinha Dias | 09:00 - 08/10/2026 

Caso os utilizadores queiram gerir as mensagens que têm agendadas, será introduzida uma nova área nas informações da conversa onde é possível ver a mensagem, gerir o envio e até apagá-la - com os destinatários a nunca receberem qualquer notificação de que uma mensagem agendada foi apagada.
Ainda não se sabe ao certo quando é que o WhatsApp disponibilizará a capacidade de agendar mensagens na versão final da app, mas com a chegada à versão beta parece certo que é apenas uma questão de tempo até termos novidades.
 © WABetaInfo  
Leia Também: WhatsApp dá mais opções aos pais para monitorizar adolescentes ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>CEO da Revolut quer tornar a empresa tão grande quanto a Google e a Meta</title>
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<description><![CDATA[ A Revolut é atualmente conhecida sobretudo por operar na área da banca e por oferecer serviços digitais que permitem aos clientes gerir as suas vidas financeiras. Porém, a empresa sediada em Londres, no Reino Unido, tem planos para ir além disso.
 
O cofundador e CEO, Nik Storonsky, marcou presença no evento Wave by Vento em Turim, Itália, e deixou bem claro o objetivo que tem traçado para a Revolut de a tornar uma empresa global na área da tecnologia financeira com uma dimensão semelhante a algumas das maiores tecnológicas do mundo.
“O nosso sonho americano, neste caso sonho europeu, seria construir uma empresa tecnológica global semelhante à Meta, à Google ou à OpenAI, mas a partir da Europa”, declarou Storonsky.
O líder da Revolut notou que este caminho deverá ser feito a partir da aposta em novos serviços que vão além da banca, mas que ainda estariam relacionados com o mundo financeiro.



 Revolut diz que entrar no crédito à habitação é complexo 
A &#039;fintech&#039; Revolut não tem ainda uma data para entrar com o crédito à habitação em Portugal, mas garante que quer &quot;oferecer todos os produtos da banca tradicional&quot;.
 Lusa | 09:44 - 11/10/2026 

De acordo com o site The Next Web, Storonsky adiantou que a empresa conta com os seus próprios grandes modelos de linguagem treinados com dados de transações dos seus clientes, com a Revolut a planear oferecer aconselhamento com Inteligência Artificial.
Storonsky sublinhou que o objetivo para o futuro não passa por competir com gigantes tecnológicas, mas sim atingir uma escala que seja semelhante à apresentada hoje em dia por empresas conhecidas.
Leia Também: Revolut vítima de usurpação de identidade. Partilhou dados de clientes ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Internet fraca? Estes são os 8 &amp;quot;inimigos&amp;quot; do Wi&#45;Fi de sua casa</title>
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<description><![CDATA[ Ninguém gosta de ter mau sinal de Internet em casa e, especialmente para quem trabalha remotamente, ter uma boa rede Wi-Fi é essencial não só para ser produtivo, como também para manter a sanidade mental.
 
É por isso que é importante escolher bem o local onde coloca o seu router, garantindo assim que não há qualquer obstrução ao sinal de Internet independentemente de onde esteja na sua casa.
Deverá então procurar manter o router num local central da sua casa de forma a que o sinal chegue a todas as divisões, mas o que pode não saber é que há determinados objetos que podem interferir com o Wi-Fi e resultar numa velocidade muito aquém do que poderia esperar.
Objetos com metal, água ou que emitam os próprios sinais sem fios são potenciais “inimigos” do seu router e que deverá evitar colocar nas proximidades do equipamento. Posto isto, indicamos abaixo os 8 “inimigos” do seu router que evitar colocar junto ao seu router se quer ter uma rede Wi-Fi com qualidade.
Os 8 “inimigos” do seu router que enfraquecem o sinal de Internet:

Televisões
Telefones sem fios
Câmaras de segurança
Intercomunicadores de bebés
Micro-ondas
Paredes especialmente grossas
Espelho
Aquários

Leia Também: Península Ibérica é primeira capital digital do mundo preparada para IA ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PlayStation 5 ou Switch 2: As 5 razões para escolher uma delas</title>
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<description><![CDATA[ Ainda estamos em outubro mas, com o Natal a aproximar-se, começa a ser a altura de começar a pensar em prendas e, no que diz respeito a entretenimento, há poucas alternativas melhores a comprar uma consola de jogos.
 
Mesmo que a Xbox Series da Microsoft seja sempre uma alternativa a ter em conta, a verdade é que a PlayStation 5 da Sony e a Switch 2 da Nintendo são atualmente as consolas mais populares do mercado e apresentam-se as duas como propostas altamente viáveis tendo em conta as virtudes que apresentam.
É certo que a possibilidade de emprestar/trocar jogos com amigos será sempre um factor importante na hora da escolha mas, se está aberto às duas opções, decidimos ajudá-lo a escolher apontando os 5 argumentos de cada uma delas e que passam não só pelos jogos, como também nas capacidades de cada uma.
Pode ficar a saber abaixo quais são as 5 razões para apostar numa PlayStation 5 ou numa Switch 2:
Razões para comprar uma PlayStation 5:

Exclusivos como “God of War”, “The Last of Us”, “Ghost of Yōtei” e “Marvel’s Spider-Man”;
Grafismo mais realista;
Jogos são reproduzidos com maior fluidez (frames por segundo, ou fps);
Possibilidade de jogar em realidade virtual;
Pode ser usada como centro de entretenimento com acesso a apps como a Netflix, Spotify, Apple TV, Disney+, etc;

Razões para comprar uma Switch 2:

Exclusivos de estúdios da Nintendo como “Mario”, “The Legend of Zelda”, “Animal Crossing”, “Splatoon” e “Metroid”;
Consola híbrida pode ser ligada à televisão ou usada enquanto portátil;
Na compra da consola estão incluídos dois comandos;
É mais fácil expandir a capacidade de armazenamento;
Preço mais baixo;

Leia Também: Outubro será um mês &quot;complicado&quot; para quem gosta de videojogos ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Topo de gama da Xiaomi a caminho do ocidente. Eis os primeiros detalhes</title>
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<description><![CDATA[ A Xiaomi confirmou no final de setembro que tem planos para lançar fora da China a sua nova geração de telemóveis - a série Xiaomi 18 Pro. Enquanto continuamos a aguardar por informações sobre uma eventual data de lançamento, começaram agora a circular alguns detalhes sobre as versões internacionais destes dispositivos.
 
Conforme partilhado na rede social X, informações obtidas através da plataforma de análise de desempenho Geekbench revelam algumas das especificações de um dos novos modelos - o Xiaomi 18 Pro Max.
A confiar nestas informações, este topo de gama contará com um processador Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e 12GB de memória RAM. É preciso lembrar que, na China, este Xiaomi 18 Pro Max também se encontra disponível com uma configuração de 16GB de RAM, pelo que teremos de aguardar um pouco mais para sabermos se, nos mercados internacionais, esta versão também estará disponível.



 Xiaomi 18 Pro será lançado fora da China. Veja amostras de fotografias 
A Xiaomi revelou oficialmente o Xiaomi 18 Pro e o CEO da empresa confirmou que será lançado no ocidente até ao final do ano. Os telemóveis estão equipados com um poderoso novo processador e câmara com dois sensores de 200MP.
 Miguel Patinha Dias | 09:00 - 24/09/2026 

Outra informação oficialmente confirmada por esta publicação é de que o Xiaomi 18 Pro Max terá pré-instalada a versão Android 17 do sistema operativo da Google, com o HyperOS 4 da própria Xiaomi a dar aos utilizadores uma experiência exclusiva dos telemóveis desta marca.
Além de confirmar que a série Xiaomi 18 Pro chegaria ao ocidente ainda este ano, a empresa chinesa ainda não revelou oficialmente para quando está a planear este lançamento. Teremos então de esperar pelo anúncio oficial para sabermos mais detalhes sobre estes modelos.
No entanto, a versão que se encontra a ser vendida no mercado chinês permite-nos ter uma ideia bastante aproximada das especificações que poderemos encontrar na versão global.



 Xiaomi apresenta estendal que revoluciona a secagem de roupas em casa 
A Xiaomi revelou o Mijia Smart Clothes Dryer 3 Max, um estendal inteligente que, além de permitir secar roupas em casa de forma rápida e sem ocupar espaço em sua casa, também pode servir como candeeiro de teto.
 Miguel Patinha Dias | 11:30 - 08/10/2026 

Na China, o Xiaomi 18 Pro Max está equipado com um ecrã AMOLED LPTO de 6,9 polegadas com 1.208 x 2.624 de resolução e 120Hz de taxa de atualização e uma iluminação máxima de 4.000 nits. Na face traseira encontra-se também presente um ecrã AMOLED LPTO de 2,9 polegadas com 596 x 976 de resolução e 120Hz de taxa de atualização e os mesmos 4.000 nits de iluminação máxima.
De resto, esta versão chinesa do mais recente topo de gama da Xiaomi está disponível com opções de armazenamento de 256GB, de 512GB e de 1TB, câmara com um sensor principal de 200MP, uma teleobjetiva de 200MP, uma ultra grande angular de 50MP e uma câmara frontal com um único sensor de 50MP.
Leia Também: Xiaomi anuncia novo topo de gama esta semana. Eis as imagens ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Topo, gama, Xiaomi, caminho, ocidente., Eis, primeiros, detalhes</media:keywords>
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<title>Ucrânia: Rússia cria rede para operar drones com IA</title>
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<description><![CDATA[ A Rússia criou uma rede neuronal militar que vai permitir a operação de drones com recurso a Inteligência Artificial, anunciou hoje o Ministério da Defesa russo.
 
&quot;Ensinamos os drones a vencer com inteligência: o Ministério da Defesa russo criou um serviço para treinar redes neuronais militares&quot;, escreveu o comando militar russo numa mensagem publicada na plataforma de distribuição de conteúdos Telegram.
Uma rede neuronal militar consiste na aplicação de modelos de Inteligência Artificial em sistemas de defesa, segurança e operações de combate.
Estas redes mimetizam o funcionamento do cérebro humano para processar grandes volumes de dados, identificar padrões complexos e tomar ou apoiar decisões no terreno em frações de segundo.



 Elon Musk integra equipa que vai conceber armas do futuro dos EUA 
O bilionário da tecnologia Elon Musk vai integrar um comité encarregado de identificar as tecnologias e armamentos de que os Estados Unidos vão necessitar no futuro, anunciou na quarta-feira o secretário da Defesa, Pete Hegseth.
 Lusa | 14:14 - 01/10/2026 

Segundo o ministério russo, este novo serviço &quot;concede aos desenvolvedores de sistemas não tripulados [drones] acesso a uma base de dados especial contendo vídeos da utilização de drones FPV [pilotados através de óculos semelhantes aos de realidade virtual], quadricóteros [que se deslocam no ar utilizando quatro rotores] e drones de asa fixa&quot; na frente ucraniana.
Atualmente, adiantou o vice-ministro da Defesa russo, Dmitry Shcherbinin, que lidera o projeto, &quot;mais de 40 entidades dedicadas ao treino de redes neuronais para integração nos seus sistemas de combate não tripulados estão ligadas ao serviço&quot;.
Os especialistas militares russos &quot;criaram um classificador unificado de identificação de dados para o treino de sistemas de inteligência artificial, permitindo aos programadores trabalhar com a base de dados de forma eficiente e estruturada, com base num único conceito&quot;, referiu o Ministério da Defesa.
&quot;Os resultados do trabalho dos desenvolvedores de sistemas militares não tripulados são enviados de volta para o serviço, onde as informações são verificadas para garantir que estão completas e em conformidade com o formato do classificador&quot;, afirmou o ministério.



 Obama aponta &quot;grande desafio&quot; na coordenação entre EUA e China sobre IA 
O ex-presidente dos EUA Barack Obama defendeu a necessidade de uma regulação internacional da inteligência artificial, mas alertou para os desafios de coordenação entre os Estados Unidos e a China, destacando a falta de confiança entre os dois países.
 Lusa | 20:24 - 10/10/2026 

De acordo com a mesma fonte, isto permitirá ao Ministério da Defesa &quot;utilizar este conjunto de dados para criar e treinar as suas redes neuronais&quot;.
Tudo isto visa &quot;melhorar a resiliência e a adaptabilidade das Forças Armadas russas face aos desafios atuais no domínio da Inteligência Artificial&quot;, explicou.
&quot;O serviço possui segurança da informação baseada em ferramentas certificadas de proteção de dados que utilizam criptografia e autenticação modernas&quot;, concluiu o Ministério da Defesa.
As novas tecnologias, incluindo drones e outros veículos aéreos não tripulados, bem como a Inteligência Artificial, assumiram o protagonismo na guerra na Ucrânia, mudando completamente as táticas militares no campo de batalha e impulsionando as partes beligerantes para uma corrida tecnológica sem precedentes.
Leia Também: Trump avisa quem falar em IA em vez de superinteligência: &quot;Inimigo&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Ucrânia:, Rússia, cria, rede, para, operar, drones, com</media:keywords>
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<title>Novo iPad mini pode ser &amp;quot;consideravelmente mais caro&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ Ainda que a Apple esteja a preparar uma apresentação para esta terça-feira, dia 13, terá de esperar pelo final do mês para (alegadamente) ficar a conhecer um novo modelo do iPad mini.
 
Quem o diz é o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, e que afirma que o novo modelo será mais caro do que o iPad mini atualmente disponível. Lembrar que o modelo existente foi lançado em 2024 e, em Portugal, está disponível por 699 euros.
No que diz respeito à próxima geração do iPad mini, diz Gurman que o novo modelo contará com um ecrã OLED com moldura mais reduzida e um processador A20 Pro (o mesmo incluído no iPhone 18 Pro). Acredita-se também que o iPad mini pode deixar de estar disponível com 128GB de armazenamento interno, com a versão base a passar a ser de 256GB.



 Não um, mas dois. Apple prepara mais um evento para o final de outubro 
Além do evento do dia 13 de outubro, a Apple prepara um segundo evento no dia 27, segundo o jornalista Mark Gurman da Bloomberg.
 Miguel Patinha Dias | 08:06 - 10/10/2026 

Estas novidades farão com que este iPad mini seja “consideravelmente mais caro” do que o antecessor, com o jornalista a indicar que deverá aproximar-se dos 799 dólares. Lembrar que, nos EUA, o atual modelo do iPad mini custa 599 dólares.
A confirmar-se este aumento de 200 dólares nos EUA, é de esperar que, em Portugal, o iPad mini passe a custar cerca de 1.000 euros mas, por enquanto, trata-se somente de especulação.
Além do iPad mini, as informações disponíveis indicam que o evento da Apple previsto para o final de outubro servirá também para revelar novos modelos do MacBook Pro e do iMac, além de um novo portátil equipado com um ecrã sensível ao toque.
Leia Também: Transição de liderança na Apple &quot;começou há vários anos&quot;, diz Tim Cook ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Apple revela novo produto esta terça&#45;feira: O que se sabe até agora</title>
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<description><![CDATA[ Depois de um primeiro evento no começo de setembro onde foi apresentada uma nova geração de iPhones e também o primeiro telemóvel dobrável, a Apple fará esta terça-feira, dia 13 de outubro, mais uma apresentação onde - a confiar nos rumores - será revelado um produto totalmente novo.
 
De acordo com as informações que têm circulado, a Apple deverá apresentar esta terça-feira um produto que mistura o conceito da coluna HomePod com o ecrã de um iPad. Alegadamente, este dispositivo servirá para interagir com a Siri AI, controlar dispositivos caseiros conectados à Internet e ainda realizar videochamadas,
Até aqui conhecido como “HomePad”, diz agora o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, que este novo produto será chamado de “HomeView”, estará equipado com um processador A18 e será oficialmente lançado no mês de novembro. 



 &quot;A melhor série a chegar este ano à Apple TV&quot; 
A Apple TV recebeu &quot;Small Prophets&quot;, uma série que está a ser apontada pelos críticos como &quot;a melhor a chegar este ano&quot; ao serviço de streaming da “Empresa da Maçã”.
 Miguel Patinha Dias | 18:09 - 07/10/2026 

Diz Gurman que o “HomeView” terá um design semelhante ao icónico iMac G4, com o ecrã a “flutuar” a partir de uma base que servirá como coluna. Os interessados poderão adquirir dois modelos: um que poderá ser pousado em qualquer superfície e outro que poderá ser fixado a uma parede.
Alegadamente, a versão que poderá ser pousada em cima de uma mesa estará disponível em cinzento, prateado, dourado claro e também rosa. Já o modelo que pode ser fixado à parede só estará disponível em cinzento e prateado.



 Transição de liderança na Apple &quot;começou há vários anos&quot;, diz Tim Cook 
O antigo CEO, Tim Cook, explicou que a transição para John Ternus &quot;começou há vários anos&quot; e mostrou-se satisfeito com o primeiro mês de trabalho do novo líder da Apple.
 Miguel Patinha Dias | 15:12 - 09/10/2026 

Sabe-se que os comandos de voz serão o principal método de interagir com a “HomeView”, com os utilizadores a poderem “projetar” apps a partir dos respectivos iPhones. Não está previsto que este novo dispositivo conte com a sua própria loja de aplicações.
É preciso sublinhar que nenhuma destas informações foi oficialmente partilhada e confirmada pela Apple, tratando-se de momento apenas de rumores que - caso se confirmem - ficaremos a saber esta terça-feira.
Mais uma apresentação em outubro?
Além deste evento de 13 de outubro, Gurman afirma que a Apple está a preparar uma segunda apresentação para este mês.
Alegadamente, o segundo evento de outubro da Apple terá lugar no dia 27 e será focado na apresentação de novos modelos do MacBook Pro e do iMac equipados com o processador M6 e de um iPad mini com ecrã OLED.



 Problemas com o iPhone? Apple lança atualização para corrigir erros 
Pouco depois de lançar oficialmente a versão iOS 27 para o sistema operativo dos seus iPhones, a Apple disponibilizou uma primeira atualização para corrigir erros e outros problemas encontrados pelos utilizadores.
 Miguel Patinha Dias | 08:55 - 30/09/2026 

No entanto, diz Gurman que a grande “estrela” deste evento da Apple no final de outubro será um novo portátil equipado com um ecrã sensível ao toque. De acordo com o jornalista da Bloomberg, este portátil chamar-se-á MacBook Ultra e estará equipado com processadores M5 Pro ou M5 Max - tal como acontece com os atuais MacBook Pro.
É importante lembrar que nenhuma destas informações foram oficialmente confirmadas pela Apple, que ainda tem de vir a público anunciar a realização do evento. Entretanto, teremos ainda o dia 13 de outubro para vermos as mais recentes novidades da “Empresa da Maçã”.
Leia Também: iPhone Air 2: Design mais fino e bateria mais potente em 2027 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Apple, revela, novo, produto, esta, terça-feira:, que, sabe, até, agora</media:keywords>
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<title>Série de &amp;quot;Blade Runner&amp;quot; da Prime Video recebe novo trailer</title>
<link>https://noticias.moosala.co/serie-de-blade-runner-da-prime-video-recebe-novo-trailer</link>
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<description><![CDATA[ A Prime Video aproveitou a Comic Con em Nova Iorque para partilhar o trailer daquela que será uma das suas próximas grandes séries. Trata-se de “Blade Runner 2099”, uma série que tem lugar 50 anos depois dos acontecimentos de “Blade Runner 2049” - filme 2017 dirigido por Denis Villeneuve.
 
Acontece que a série tem lugar após a revolta dos “replicants”, com “Blade Runner 2099” a procurar mostrar o que acontece quando os humanos podem estar perto de serem substituídos por robôs.
“Estamos 50 anos depois de ‘Blade Runner 2049’ e, infelizmente, o pior aconteceu”, contou a showrunner Silka Luisa durante o painel que teve lugar na Comic Con de Nova Iorque. “A revolta dos ‘replicants’, que vinha a tomar forma nos filmes, finalmente aconteceu e os humanos perderam. As criações ultrapassaram os criadores e a grande questão que é colocada pela série é: ‘O que acontece quando a era da nossa espécie chega ao fim?’. A história tem lugar num momento em que uma espécie está a desaparecer e outra está a surgir”.
A série é protagonizada por Michelle Yeoh e Hunter Schafer e tem lançamento marcado para o dia 25 de novembro deste ano. Conta o site Ars Technica que o realizador do primeiro filme, Ridley Scott, está envolvido no papel de produtor executivo.
Pode ver acima o novo trailer.
Leia Também: Saiba tudo o que poderá ver este mês na Prime Video ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Série, Blade, Runner, Prime, Video, recebe, novo, trailer</media:keywords>
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<title>Cotrim Figueiredo aponta seis &amp;quot;mitos&amp;quot; sobre o Orçamento do Estado: Quais?</title>
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<description><![CDATA[ João Cotrim de Figueiredo &quot;desfez&quot; aqueles que considerou serem seis &quot;mitos&quot; relativos ao Orçamento do Estado para 2027 - documento apresentado pelo Governo na passada quinta-feira.
 
No habitual espaço de comentário aos domingos na SIC Notícias, o eurodeputado começou por apontar o &quot;superavit&quot;: &quot;Vamos para o quarto ano seguido de superavit se cumprirmos este Orçamento mas, tal como os anteriores, este superavit - se for atingido -, é porque há um saldo positivo do lado da Segurança Social de sete mil milhões de euros&quot;. 
&quot;Portugal tem défice no Orçamento do Estado. Não é um superavit estruturalmente saudável&quot;, considerou. 
Outros dos &quot;mitos&quot; passa pelo &#039;tema&#039; da despesa pública: &quot;Olha-se para o rácio e diz-se &#039;sim, passa de 45% que vamos ter em 2026 para 42% que vamos ter em 2027&#039;. Parece ótimo, não é. O que sai do Orçamento é a execução do PRR, que tem uma despesa pública de um lado e tem fundos europeus do outro. Sai dos dois lados. A despesa pública não baixou&quot;. 
Em terceiro lugar, Cotrim Figueiredo destacou o consumo. &quot;Diz-se que o consumo é que vai puxar pela economia e fazer crescer aqueles 2,1%. É um bocadinho por exclusão de partes porque - saberão aqueles que estudaram Economia -, no PIB ou é consumo, ou é investimento ou é poupança&quot;, asseverou. 
Poupança &quot;com o atual custo de vida não vai ser de certeza&quot;, o investimento &quot;cai em 2027 no Orçamento 31%, portanto só sobra o consumo&quot;. 
Já quanto à carga fiscal, o antigo líder da Iniciativa Liberal frisou que esta &quot;não&quot; baixou - tratando-se de outro dos &quot;mitos&quot;. &quot;Fica em 30% do PIB, os impostos diretos perdem importância e os indiretos ganham importância, nomeadamente dois ligados ao automóvel&quot;. 
&quot;Será que é este o consumo que estamos a falar aqui?&quot;, questionou. 
O quinto &quot;mito&quot; considerado por Cotrim Figueiredo é que &quot;a AD faz uma nova descida do IRS&quot;. &quot;Não, não faz. Na verdade, tudo o que vai acontecer no IRS do ano que vem já estava ou negociado mais cedo durante este ano ou resulta da lei&quot;, disse. 
E deu como exemplo que a atualização dos escalões &quot;resulta da lei&quot;, assim como o &quot;aumento do mínimo de existência que resulta do aumento do Salário Mínimo&quot; e &quot;o aumento das deduções específicas que resulta do aumento do Índice de Apoios Sociais&quot;. 
Por fim, como sexto &quot;mito&quot;, o liberal falou acerca da dívida pública: &quot;A nossa dívida vai chegar quase a 300 mil milhões [...] Nós devemos quase mais 90 mil milhões de euros hoje do que devíamos em 2001. A dívida não baixa. Como a inflação acumulada são os tais 40% - e os saldos primários permitem que isso aconteça - conseguimos ter esta descida muito bem vinda da dívida, mas que para o Orçamento do ano que vem ainda vamos gastar oito mil milhões e tal de euros em juros&quot;. 
Já questionado sobre como votaria este Orçamento se ainda fosse deputado, João Cotrim Figueiredo foi taxativo, afirmando que votava &quot;contra&quot;, por &quot;falta de ambição&quot;. 
Eis os mitos do Orçamento do Estado, segundo Cotrim: 

Que superavit é este?;
A despesa pública baixou; 
O consumo vai puxar pela Economia?;
A carga fiscal baixou; 
AD faz nova descida do IRS; 
A dívida pública está controlada. 

De recordar que o Orçamento do Estado para 2027 foi apresentado pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, na passada quinta-feira. 
Ainda antes de ser conhecida a proposta do Governo, José Luís Carneiro anunciou, em entrevista ao jornal ECO, que ia propor aos órgãos do partido que os socialistas se abstivessem e assim viabilizassem o documento, depois das garantias que tinham sido deixadas pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre condições colocadas pelo PS.



 IRS, dívida e recados: As explicações de Sarmento após entregar OE2027 
O Governo entregou a proposta do Orçamento do Estado para 2027 na Assembleia da República, antes do prazo de 10 de outubro. O documento é o terceiro orçamento da equipa de Joaquim Miranda Sarmento e já tem viabilização garantida.
 Notícias ao Minuto com Lusa | 13:54 - 08/10/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Cotrim, Figueiredo, aponta, seis, mitos, sobre, Orçamento, Estado:, Quais</media:keywords>
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<title>CEO da Microsoft propõe &amp;quot;travão de emergência&amp;quot; para IA avançada</title>
<link>https://noticias.moosala.co/ceo-da-microsoft-propoe-travao-de-emergencia-para-ia-avancada</link>
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<description><![CDATA[ O CEO da Microsoft, Satya Nadella, tornou-se a mais recente personalidade das grandes tecnológicas a vir a público defender a necessidade de um “travão de emergência” para os modelos mais avançados de Inteligência Artificial.
 
Nadella aproveitou o fim de semana para partilhar na rede social X alguns pensamentos sobre o desenvolvimento de Inteligência Artificial e as principais questões sobre os desafios adiante.
“Devemos assumir que um modelo está comprometido e devemos contê-lo desde o início”, escreveu Nadella. “Pensem nisso como se fosse um travão de emergência. Uma pessoa com autorização deve ser sempre capaz de pausar ou suspender um modelo a meio de uma tarefa. Modelos mais avançados exigirão tecnologias de contenção mais avançadas e que precisamos de padronizar”.



 Sam Altman diz que mundo deve aceitar &quot;algumas coisas más&quot; da IA 
O líder da OpenAI, Sam Altman, reconheceu que a Inteligência Artificial poderá criar &quot;algumas coisas más&quot; e que, apesar disso, a tecnologia não deve ser regulada ao ponto de bloquear os benefícios que poderá apresentar.
 Miguel Patinha Dias | 08:25 - 06/10/2026 

Além das suas considerações sobre Inteligência Artificial, Nadella também fala sobre a tecnologia usando a terminologia defendida (e até imposta) pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Ao invés de Inteligência Artificial, Trump defende que se deve falar em “Super Inteligência” e, além disso, considera que quem não o fizer é um “inimigo”.
&quot;A Casa Branca considera como INIMIGO quem utilizar o termo &#039;inteligência artificial&#039; em vez do novo termo muito bem aceite e mais exato &#039;superinteligência&#039;&quot;, escreveu Trump na sua rede social Truth Social.



 Obama aponta &quot;grande desafio&quot; na coordenação entre EUA e China sobre IA 
O ex-presidente dos EUA Barack Obama defendeu a necessidade de uma regulação internacional da inteligência artificial, mas alertou para os desafios de coordenação entre os Estados Unidos e a China, destacando a falta de confiança entre os dois países.
 Lusa | 20:24 - 10/10/2026 

Tal como outros líderes de empresas tecnológicas, Nadella já começou a fazer uso do termo e, neste texto partilhado no X, é possível vermos várias referências a “Super Inteligência”. O líder da Microsoft notou que devem ser criados mecanismos para observar e testar o comportamento dos modelos de Inteligência Artificial.
“Não podemos tratar a Super Inteligência como um conjunto de caixas negras e simplesmente aceitar ou rejeitar as suas recomendações, respostas e ações”, escreveu Nadella. “Devemos construir sistemas contidos cujo comportamento possamos observar, limites que possamos testar e ações que possamos sempre controlar”.
Pode ler abaixo na íntegra o texto partilhado por Nadella na rede social X.

https://t.co/MjwFy73LOF
— Satya Nadella (@satyanadella) October 10, 2026



Leia Também: Sam Altman: &quot;Elon Musk é um bully&quot; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>CEO, Microsoft, propõe, travão, emergência, para, avançada</media:keywords>
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<title>Proteja o seu telemóvel com estas 5 aplicações de segurança</title>
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<description><![CDATA[ A segurança é uma preocupação cada vez maior entre os utilizadores de telemóveis, que têm de se preocupar hoje em dia com uma série de ataques e tentativas de burla que podem ser feitas através das mais variadas frentes.
 
Entre os principais riscos está a possibilidade de fazer download para o telemóvel de alguma aplicação ou ficheiro “contaminado” e que, sem perceber, acabe por instalar software malicioso que lhe pode acabar por roubar dados pessoais ou de autenticação.
Felizmente, há uma série de aplicações e serviços disponíveis para telemóveis que são capazes de garantir a sua segurança. Entre as recomendadas estão aplicações que funcionem como antivírus, que permitam criar redes privadas ou até que o ajudem a manter uma autenticação de dois fatores nas plataformas em que está inscrito.



 Os 6 cuidados que deve ter com o seu novo telemóvel dobrável 
Por muito tentadora que seja a compra de um telemóvel dobrável, a verdade é que estes modelos exigem determinados cuidados. O ecrã interno é especialmente memorável e temos alguns conselhos para lidar com ele.
 Miguel Patinha Dias | 20:34 - 06/10/2026 

Caso esteja à procura de uma boa seleção que será capaz de assegurar que se mantém livre de tentativas de ataque, o site BGR fez uma lista com as 5 apps que serão capazes de melhorar a segurança do seu telemóvel.
Claro está que, mesmo que instale estas aplicações continua a recomendar-se que tenha em mente algumas práticas para o manter seguro. Isso significa que não deve instalar apps desconhecidas ou recorrer a lojas virtuais pouco confiáveis, desconfiar de mensagens de números estranhos que lhe enviem links para sites ou até chamadas com ofertas demasiado tentadoras.
Sugerimos que dê uma olhadela à galeria acima para saber as apps recomendadas pela publicação para melhorar a segurança do seu telemóvel.
Leia Também: WhatsApp: Atualização impede uso em telemóveis com sistema desatualizado ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Proteja, seu, telemóvel, com, estas, aplicações, segurança</media:keywords>
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<title>Crise e escuta: o peso da voz real na transformação da saúde mental</title>
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<description><![CDATA[ Brasileiro, que lidera setor sobre do braço da OMS nas Américas, diz que tensões econômicas, guerras e redes sociais afetam coletivo; ele defende mais ação comunitária, combate ao estigma e cuidado com quem presta atenção; este 10 de outubro é o Dia Mundial da Saúde Mental. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 06:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Crise, escuta:, peso, voz, real, transformação, saúde, mental</media:keywords>
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<title>Passos defende acordo com Chega e IL. Regresso? &amp;quot;Se um dia equacionar...&amp;quot;</title>
<link>https://noticias.moosala.co/passos-defende-acordo-com-chega-e-il-regresso-se-um-dia-equacionar</link>
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<description><![CDATA[ O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho defendeu que o PSD &quot;tinha obrigação de explorar&quot; um entendimento parlamentar com o Chega e a Iniciativa Liberal. O ex-governante alertou ainda que o atual modelo do Governo é uma &quot;armadilha política&quot; e garantiu que, apesar das críticas, não é candidato a nada.
 
Em entrevista à SIC Notícias, a primeira em televisão após sair do governo, Passos Coelho começou por explicar que as suas declarações sobre a atualidade têm como objetivo &quot;contribuir para o debate público e, de certa maneira, para dar às pessoas uma visão sobre aquilo que podia ser útil fazer nas circunstâncias que estamos a viver&quot;. 
&quot;Isso pode ser útil para o Governo também, se o Governo entender ouvir outras visões, uma vez que é o Governo do meu partido&quot;, destacou.
Passos Coelhos disse &quot;achar&quot; que tem &quot;algumas responsabilidades&quot; pelas funções que teve no passado e que &quot;não se esgotaram por ter deixado de ser governante&quot;. 
&quot;O tempo em que estive à frente do PSD e do Governo foi um tempo bastante marcante, mas foi também um tempo em que as pessoas que se habituaram a olhar para mim como alguém - julgo eu - que está atento àquilo que é o longo e médio prazo, que é o futuro&quot;, acrescentou.
&quot;É um exercício que eu acho que tenho o dever de fazer&quot;, frisou.
No entanto, garantiu: &quot;Nesta altura não sou candidato a nada, nem estou a preparar nenhuma candidatura. Se o estivesse a fazer, dizia-o. Não há nenhuma razão para não o fazer&quot;.
&quot;País esperava uma mudança significativa&quot;
Passos Coelho seguiu com críticas ao Partido Socialista (PS), lembrando que o país viveu &quot;um tempo muito exigente&quot; durante a sua governação e, depois, &quot;mergulhou em gestão corrente&quot;.
&quot;Quando nos limitamos a gerir o dia–a-dia e a pensar menos do que devíamos no longo prazo, quando o longo prazo chega, normalmente temos razão para estarmos insatisfeitos&quot;, sublinhou.
Neste sentido, considerou que &quot;para que possamos oferecer às pessoas uma perspectiva de esperança maior para o futuro, alguma coisa tem de se fazer mais transformada&quot;.
O ex-primeiro-ministro sublinhou que, após a eleição da AD, em 2024, &quot;o país esperava uma mudança significativa na orientação política do Governo e ela tardou em perceber-se&quot;.
Apesar de reconhecer que o atual Governo tem &quot;um programa com alguma ambição transformadora&quot;, Passos Coelho considerou que &quot;essa ação transformadora tem sido lenta a passar do programa para as ações do Governo e para a realidade do país&quot;.
Acordo com Chega ou IL? &quot;O PSD tinha obrigação de explorar essa possibilidade&quot;
Referindo-se ao Chega e à Iniciativa Liberal, o antigo primeiro-ministro sublinhou que &quot;60% dos deputados do Parlamento sentam-se à direita do Partido Socialista&quot; e &quot;estão disponíveis para fazer alguma coisa de diferente&quot; do que foi feito durante os anos de governação socialista. 
&quot;O PSD tinha obrigação de explorar essa possibilidade. Não estou a dizer que seria uma possibilidade fácil, porque talvez não fosse fácil um entendimento parlamentar entre o PSD, o CDS, o Chega e a Iniciativa Liberal… Mas era importante tentá-lo&quot;, referiu.
&quot;Sabemos que os governos para poderem transformar alguma coisa de importante precisam de apoio: no país e no Parlamento&quot;, atirou.
Para Passos Coelho, o &quot;atual modelo é uma armadilha política imensa&quot; porque &quot;dá impressão que ao PSD tanto lhe faz negociar medidas à Esquerda e à Direita, apresentar-se como uma espécie de charneira, à espera que as pessoas lhe dêem a maioria por qualquer razão&quot;.
André Ventura &quot;é uma pessoa com bastante mérito&quot;
Questionado sobre a sua relação com o líder do Chega, André Ventura, Passos Coelho referiu que conhece o político &quot;há alguns anos&quot; e descreveu-o como &quot;uma pessoa com bastante mérito&quot;.
&quot;Conheço-o o suficiente para achar que é uma pessoa com bastante mérito, ou não tivesse criado um partido com a expressão que hoje tem, e que é um político que tem mostrado um poder de iniciativa notável&quot;, considerou.
Voltar à vida política ativa? Só se PSD &quot;não for bem-sucedido&quot;
Voltando a falar sobre o PSD, Passos Coelho referiu que, apesar de &quot;gostar muito&quot; do seu partido, a sua &quot;preocupação é com o país&quot; e &quot;há muitas pessoas no país que estão muito ansiosas e preocupadas&quot;.
No entanto, sublinhou que só voltaria a equacionar voltar à vida política ativa se tiver a &quot;possibilidade de diferente&quot;. 
O antigo primeiro-ministro disse ainda ter a expectativa de que o PSD possa vir a ser &quot;bem-sucedido&quot; na governação e que possa sair do que classificou como &quot;armadilha política imensa&quot; de fazer acordos ora com o PS com o Chega, considerando que tal impede o executivo de fazer reformas mais profundas.
&quot;Se eu tivesse de equacionar uma possibilidade dessas, isso teria de corresponder a uma situação em que o PSD não tivesse a possibilidade de entregar um resultado satisfatório, face àquilo que o país precisa, e de eu achar que eu o poderia fazer... Se isso vier a acontecer, eu ponderarei e tomarei uma iniciativa, se for caso disso&quot;, frisou.
&quot;Não é muito confortável a ideia de regressar. Estou de bem com a minha consciência. Não ando à procura de nenhum protagonismo especial. Se um dia voltar a equacionar voltar, será para oferecer alguma coisa que não seja mais do mesmo&quot;, acrescentou. 
[Notícia atualizada às 23h23]



 Passos Coelho defende mais &quot;agilidade&quot; nas decisões do Estado 
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho considerou hoje que o Estado não é suficientemente ágil nas decisões, defendendo uma reforma administrativa que torne os processos mais simples, mas com garantia de fiscalização e a responsabilização dos poderes públicos.
 Lusa | 15:15 - 28/09/2026 
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<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 00:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Acordo com Chega ou IL? &amp;quot;PSD tinha obrigação de explorar possibilidade&amp;quot;</title>
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Em entrevista à SIC Notícias, a primeira em televisão após sair do governo, Passos Coelho começou por explicar que as suas declarações sobre a atualidade têm como objetivo &quot;contribuir para o debate público e, de certa maneira, para dar às pessoas uma visão sobre aquilo que podia ser útil fazer nas circunstâncias que estamos a viver&quot;. 
&quot;Isso pode ser útil para o Governo também, se o Governo entender ouvir outras visões, uma vez que é o Governo do meu partido&quot;, destacou.
Passos Coelhos disse &quot;achar&quot; que tem &quot;algumas responsabilidades&quot; pelas funções que teve no passado e que &quot;não se esgotaram por ter deixado de ser governante&quot;. 
&quot;O tempo em que estive à frente do PSD e do Governo foi um tempo bastante marcante, mas foi também um tempo em que as pessoas que se habituaram a olhar para mim como alguém - julgo eu - que está atento àquilo que é o longo e médio prazo, que é o futuro&quot;, acrescentou.
&quot;É um exercício que eu acho que tenho o dever de fazer&quot;, frisou.
No entanto, garantiu: &quot;Nesta altura não sou candidato a nada, nem estou a preparar nenhuma candidatura. Se o estivesse a fazer, dizia-o. Não há nenhuma razão para não o fazer&quot;.
&quot;País esperava uma mudança significativa&quot;
Passos Coelho seguiu com críticas ao Partido Socialista (PS), lembrando que o país viveu &quot;um tempo muito exigente&quot; durante a sua governação e, depois, &quot;mergulhou em gestão corrente&quot;.
&quot;Quando nos limitamos a gerir o dia–a-dia e a pensar menos do que devíamos no longo prazo, quando o longo prazo chega, normalmente temos razão para estarmos insatisfeitos&quot;, sublinhou.
Neste sentido, considerou que &quot;para que possamos oferecer às pessoas uma perspectiva de esperança maior para o futuro, alguma coisa tem de se fazer mais transformada&quot;.
O ex-primeiro-ministro sublinhou que, após a eleição da AD, em 2024, &quot;o país esperava uma mudança significativa na orientação política do Governo e ela tardou em perceber-se&quot;.
Apesar de reconhecer que o atual Governo tem &quot;um programa com alguma ambição transformadora&quot;, Passos Coelho considerou que &quot;essa ação transformadora tem sido lenta a passar do programa para as ações do Governo e para a realidade do país&quot;.
Acordo com Chega ou IL? &quot;O PSD tinha obrigação de explorar essa possibilidade&quot;
Referindo-se ao Chega e à Iniciativa Liberal, o antigo primeiro-ministro sublinhou que &quot;60% dos deputados do Parlamento sentam-se à direita do Partido Socialista&quot; e &quot;estão disponíveis para fazer alguma coisa de diferente&quot; do que foi feito durante os anos de governação socialista. 
&quot;O PSD tinha obrigação de explorar essa possibilidade. Não estou a dizer que seria uma possibilidade fácil, porque talvez não fosse fácil um entendimento parlamentar entre o PSD, o CDS, o Chega e a Iniciativa Liberal… Mas era importante tentá-lo&quot;, referiu.
&quot;Sabemos que os governos para poderem transformar alguma coisa de importante precisam de apoio: no país e no Parlamento&quot;, atirou.
Para Passos Coelho, o &quot;atual modelo é uma armadilha política imensa&quot; porque &quot;dá impressão que ao PSD tanto lhe faz negociar medidas à Esquerda e à Direita, apresentar-se como uma espécie de charneira, à espera que as pessoas lhe dêem a maioria por qualquer razão&quot;.
André Ventura? &quot;É uma pessoa com bastante mérito&quot;
Questionado sobre a sua relação com o líder do Chega, André Ventura, Passos Coelho referiu que conhece o político &quot;há alguns anos&quot; e descreveu-o como &quot;uma pessoa com bastante mérito&quot;.
&quot;Conheço-o o suficiente para achar que é uma pessoa com bastante mérito, ou não tivesse criado um partido com a expressão que hoje tem, e que é um político que tem mostrado um poder de iniciativa notável&quot;, considerou.
Voltar à vida política? Só se PSD falhar
Voltando a falar sobre o PSD, Passos Coelho referiu que, apesar de &quot;gostar muito&quot; do seu partido, a sua &quot;preocupação é com o país&quot; e &quot;há muitas pessoas no país que estão muito ansiosas e preocupadas&quot;.
No entanto, sublinhou que só voltaria a equacionar voltar à vida política ativa se tiver a &quot;possibilidade de diferente&quot;. 
&quot;Se eu tivesse de equacionar uma possibilidade dessas, isso teria de corresponder a uma situação em que o PSD não tivesse a possibilidade de entregar um resultado satisfatório, face àquilo que o país precisa, e de eu achar que eu o poderia fazer... Se isso vier a acontecer, eu ponderarei e tomarei uma iniciativa, se for caso disso&quot;, frisou.
[Notícia em atualização]



 Passos Coelho defende mais &quot;agilidade&quot; nas decisões do Estado 
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho considerou hoje que o Estado não é suficientemente ágil nas decisões, defendendo uma reforma administrativa que torne os processos mais simples, mas com garantia de fiscalização e a responsabilização dos poderes públicos.
 Lusa | 15:15 - 28/09/2026 
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 23:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Acordo, com, Chega, IL, PSD, tinha, obrigação, explorar, possibilidade</media:keywords>
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<title>Google revela data de lançamento da Fitbit Edge</title>
<link>https://noticias.moosala.co/google-revela-data-de-lancamento-da-fitbit-edge</link>
<guid>https://noticias.moosala.co/google-revela-data-de-lancamento-da-fitbit-edge</guid>
<description><![CDATA[ Depois de alguns rumores que davam conta que a Google estava a preparar-se para anunciar uma nova pulseira de fitness, eis que a empresa confirmou que tem (de facto) novidades para partilhar. A boa notícia é que não terá de esperar muito para ter novidades.
 
Trata-se da Fitness Edge, uma nova pulseira de fitness equipada com ecrã que, de acordo com uma publicação partilhada pela tecnológica de Mountain View na respetiva página na rede social X, será oficialmente anunciada esta segunda-feira, dia 12.
As informações que têm circulado indicam que o Fitbit Edge estará equipado com um ecrã AMOLED de 1,34 polegadas, Bluetooth 5.4, GPS, acelerómetro, barómetro, giroscópio, sensor de frequência cardíaca, monitorização de nível de oxigénio no sangue, sensor para eletrocardiograma e também contador de passos.



 Google prepara nova pulseira fitness. Os detalhes, as imagens e o preço 
A Google está a preparar a Fitbit Edge, uma nova pulseira de fitness com ecrã AMOLED, sensores avançados e bateria de até 7 dias. As informações sobre o preço e as especificações já estão a circular.
 Miguel Patinha Dias | 11:00 - 07/10/2026 

Esta nova pulseira de fitness estará equipada com 40 modos de exercício e deteção automática de atividade, com o assistente digital de Inteligência Artificial Gemini a proporcionar sessões de treino personalizadas. É praticamente certo que este Fitbit Edge será compatível com telemóveis Pixel e outros dispositivos Android, ficando ainda por esclarecer se os iPhones também serão suportados.
No que diz respeito à bateria, os rumores apontam para uma autonomia de até 7 dias de utilização. Caso o utilizador queira que o ecrã fique sempre ligado, a autonomia da bateria será de apenas 2 dias.
O Fitbit Edge estará disponível nas mesmas cores do Pixel Watch 5, o que significa que pode esperar adquirir esta pulseira de fitness em preto, prateado, verde e também rosa. O preço, alegadamente, será de 179 euros.
Ainda há poucas informações oficiais sobre a Fitbit Edge, mas a Google aproveitou a publicação do anúncio no X para dar aos interessados um pequeno vislumbre da pulseira propriamente dita.
Teremos agora de aguardar por esta segunda-feira para termos direito a mais novidades e informações sobre a Fitbit Edge.

Get an Edge on your health. 10.12.26 https://t.co/1zRU0eoAS7
— Google Health (@googlehealth) October 9, 2026



Leia Também: Google Maps sem Internet? Saiba as funcionalidades que (ainda) pode usar ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 19:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Google, revela, data, lançamento, Fitbit, Edge</media:keywords>
</item>

<item>
<title>PS/Gaia acusa Governo de deixar Hospital Eduardo Santos Silva &amp;quot;esquecido&amp;quot;</title>
<link>https://noticias.moosala.co/psgaia-acusa-governo-de-deixar-hospital-eduardo-santos-silva-esquecido</link>
<guid>https://noticias.moosala.co/psgaia-acusa-governo-de-deixar-hospital-eduardo-santos-silva-esquecido</guid>
<description><![CDATA[ O PS de Gaia acusou hoje o Governo de ter deixado o Hospital Eduardo Santos Silva &quot;esquecido&quot; do Orçamento do Estado (OE) para 2027 ao não prever &quot;um único euro de investimento para os novos edifícios&quot;.
 
Em comunicado hoje divulgado, os socialistas recordaram que, na inauguração do heliporto do Hospital de Gaia, em junho, o presidente do conselho de administração da ULS Gaia/Espinho pediu ao primeiro-ministro que incluísse no OE uma verba de 10% dos 280 milhões de euros necessários para a construção de três novos edifícios.
&quot;O Governo respondeu com zero&quot;, acusa o PS de Gaia, que lamentou os &quot;dois anos consecutivos sem um euro de investimento estruturante inscrito para um dos maiores hospitais do país&quot;.
Para o PS, que elencou os investimentos feitos neste equipamento quando o partido estava no Governo, &quot;a ausência de investimento é também mais uma machadada na aspiração de elevação do Hospital de Gaia a hospital universitário&quot;.
&quot;Os profissionais que seguram este hospital e os utentes de Gaia e de Espinho merecem mais e merecem melhores serviços&quot;, consideram.
Os socialistas de Gaia, que exigem que o Governo corrija o OE neste campo, acusaram ainda o presidente da autarquia, Luís Filipe Menezes, de &quot;falta de influência e intervenção política neste processo&quot;.
A 08 de junho, quando o presidente (ULS) de Vila Nova de Gaia/Espinho pediu ao Governo a inscrição de 10% dos 280 milhões de euros necessários para a construção de três novos edifícios, Luís Matos considerou tratar-se do &quot;passo estruturante&quot; que o projeto precisa para avançar com segurança.
Em causa, explicou à data o responsável, está um plano de renovação integrado que visa aproveitar as infraestruturas existentes e construir o necessário para &quot;dar corpo a um hospital moderno, funcional e digno&quot;.
O presidente da ULS Gaia/Espinho ressalvou que o propósito é construir três novos edifícios, nomeadamente o centro da mulher e da criança, que concentrará os serviços de obstetrícia, ginecologia, neonatologia e pediatria, o ambulatório oftalmológico, que vai integrar toda a atividade oftalmológica, e o edifício de internamento das especialidades médicas e o instituto do coração.
Leia Também: Câmara de Gaia rejeita estação de Alta Velocidade em Santo Ovídio ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
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<title>As imagens das auroras boreais pela Europa. E por cá, o que se viu?</title>
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<description><![CDATA[ O céu proporcionou, nas últimas duas noites, um espetáculo pouco habitual nos países europeus. As imagens partilhadas nas redes sociais e agências noticiosas mostram as auroras boreais em países como a Alemanha, Suíça e Escócia, num fenómeno associado ao aumento da atividade solar.
 
Na galeria que acompanha esta notícia, pode ver algumas das imagens registadas na Alemanha e no Reino Unido.
Mas o fenónemo também foi visível na Suíça e no Luxemburgo, por exemplo.
As fotografias mostram que, nestes países, o céu noturno iluminou-se de tonalidades coloridas, num cenário que despertou a atenção dos amantes de meteorologia e astronomia.
Por cá, imagens partilhadas pela página de Facebook Meteo Trás os Montes - Portugal mostram que o fenómeno também foi visível, ainda que a uma escala menor, em Ferreira do Zêzere e em Caminha, por exemplo.


De acordo com o serviço meteorológico do Reino Unido, os avistamentos podem continuar em dias de céu limpo até à próxima terça-feira.
A aurora boreal é um fenómeno luminoso natural que ocorre no céu da Terra, impulsionado pela atividade solar e pela interação de tempestades geomagnéticas com a atmosfera superior.
As auroras boreais ocorrem quando partículas carregadas colidem com gases na atmosfera terrestre ao redor dos polos magnéticos. À medida que colidem, emitem luz em vários comprimentos de onda, criando espetáculos coloridos no céu.
Leia Também: Pico das Dracónidas. Saiba como observar esta noite a chuva de meteoros ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 15:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Montenegro apela ao fim da conjuntura que leva à subida dos preços</title>
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<description><![CDATA[ O primeiro-ministro condenou hoje a conjuntura internacional &quot;difícil&quot; que leva à insensatez da subida do preço do petróleo, que tem &quot;penalizado as economias e as pessoas&quot;, pedindo o seu fim.
 
&quot;Nós temos de resolver esta questão (...) nas próximas semanas, nos próximos tempos, esta insensatez de estarmos a penalizar as economias e as pessoas, de uma forma geral, de que ninguém está a tirar partido, e resolver este impasse&quot;, afirmou Luís Montenegro.
O chefe do Governo falava na cerimónia que assinalou o centenário do município de São João da Madeira, em Aveiro, celebrado na Casa da Criatividade.
O governante aludiu a esse contexto e à &quot;incerteza que acarreta&quot; para apontar ao &quot;efeito que está a ter no abastecimento de bens essenciais, em particular nos combustíveis, cujo preço sobe de uma forma insensata&quot;.
&quot;Porque não há nenhuma economia no mundo que não esteja a sofrer algum efeito do aumento do preço do petróleo, e por via disso, dos combustíveis, e muitos outros produtos cujo preço é inflacionado&quot; pelo custo do transporte, atirou.
&quot;Aqui, em São João da Madeira, quero evocar o princípio de não desperdiçarmos a força de ninguém, valorizarmos a força de todos. É isso que tem estado, e eu quero que esteja, nesta semana em que apresentámos o Orçamento do Estado, mais ainda, na visão da sociedade portuguesa, num tempo que nós sabemos que é um tempo extraordinariamente difícil. É um tempo muito difícil, fruto da instabilidade que sentimos no panorama internacional&quot;, lembrou.
Resolver a questão dos combustíveis não será suficiente, uma vez que &quot;há outros fatores de instabilidade&quot;, das &quot;guerras políticas, geopolíticas, e comerciais&quot;. &quot;Não podemos deixar-nos ir abaixo, não podemos fraquejar perante a dificuldade&quot;, comentou.
Leia Também: Varandas reage a &#039;boca&#039; de Montenegro e deixa indireta... ao FC Porto ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 12:00:10 +0100</pubDate>
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<title>Surpresa para os fãs. Netflix anuncia nova prequela de &amp;quot;Bridgerton&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ A Netflix anunciou que vai lançar uma segunda prequela de “Bridgerton” focada na juventude de Edmund e Violet, considerada pelos fãs como uma das personagens mais importantes da série.
 
Sabe-se que esta segunda prequela será uma minissérie que explorará a juventude de Violet e a origem do romance com Edmund, que morreu após uma reação alérgica à picada de uma abelha antes dos acontecimentos da primeira temporada de “Bridgerton”.
Ainda não há enredo ou elenco anunciado para esta nova prequela de “Bridgerton”, sendo que os fãs terão entretanto a muito aguardada quinta temporada da série da Netflix. Esta nova temporada será lançada na primeira metade de 2027 e terá como principal casal Lady Francesca Stirling e Michaela Stirling, personagens que serão interpretadas por Hannah Dodd e Masali Baduza.



 As 10 minisséries que vai adorar ver na Netflix 
Se aproveitou o feriado na segunda-feira, dia 5, para marcar férias e ter uma semana de descanso, sugerimos 10 minisséries da Netflix para relaxar e aproveitar o tempo livre da melhor maneira.
 Miguel Patinha Dias | 09:46 - 07/10/2026 

“A quinta temporada de ‘Bridgerton” centra-se na introvertida filha do meio Francesca (Dodd)”, pode ler-se na sinopse da Netflix. “Dois anos após perder o seu amado marido, John, Fran decide voltar ao mercado matrimonial por razões práticas. Mas quando a prima de John, Michaela (Baduza), regressa de Londres para cuidar da propriedade em Kilmartin, os sentimentos complexos de Fran levam-na a questionar se deve manter as suas intenções pragmáticas ou seguir as suas paixões internas”.
Além desta quinta temporada e da já confirmada prequela, também já está garantida uma sexta temporada.
Leia Também: &quot;Os Altruístas&quot;. Netflix traz série sobre o escândalo FTX em novembro ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 09:00:04 +0100</pubDate>
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<title>PS quer ouvir 16 entidades afetados pelo aumento do custo da energia</title>
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<description><![CDATA[ O PS pediu hoje a audição parlamentar urgente de 16 entidades que representam os setores económicos e sociais afetados pelo aumento dos custos da energia para fazer um diagnóstico das diferentes realidades e impactos e identificar eventuais medidas.
 
No requerimento enviado à comissão parlamentar de Ambiente e Energia, e ao qual a agência Lusa teve acesso, os deputados do PS referem que o aumento dos preços da energia &quot;continua a produzir impactos significativos sobre as empresas, os trabalhadores e as entidades dos setores social e associativo&quot;.
&quot;Estes impactos não se distribuem de forma homogénea entre os diferentes setores da economia e da sociedade&quot;, explica o PS no requerimento que pede a audição de 16 entidades, com caráter de urgência.
Segundo os socialistas, a diversidade das realidades &quot;exige uma avaliação diferenciada dos impactos da crise energética e da adequação das medidas de mitigação&quot;, sendo obrigação do Parlamento &quot;dispor de informação direta, atualizada e tão completa quanto possível sobre os efeitos concretos que estão a ser sentidos pelos diferentes setores económicos e sociais&quot;.
&quot;A audição das entidades representativas permitirá conhecer, de viva-voz, a evolução dos custos energéticos suportados por cada setor, o respetivo peso na estrutura de custos, os impactos sobre a atividade, a competitividade, o investimento, o emprego e a prestação de serviços, bem como avaliar a adequação das medidas atualmente em vigor e identificar eventuais respostas adicionais para o curto e médio prazo&quot;, justifica o partido liderado por José Luís Carneiro.
Da lista de entidades que o PS quer ouvir no parlamento faz parte a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Consumidores de Energia Elétrica (APIGCEE), a Associação Portuguesa das Indústrias de Cerâmica e de Cristalaria (APICER) e a Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem (AIVE).
A Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP), a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), a Federação Portuguesa do Táxi e a Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados (APTAD) também integram este requerimento.
Os deputados socialistas querem ainda no Parlamento a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (CONFAGRI) e a Associação dos Armadores das Pescas Industriais (ADAPI).
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) e Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) concluem esta lista de 16 entidades.
Leia Também: Negociar? Sindicato dos chefes da PSP alerta para desmotivação ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 08:00:04 +0100</pubDate>
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<title>Obama aponta &amp;quot;grande desafio&amp;quot; na coordenação entre EUA e China sobre IA</title>
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<description><![CDATA[ O antigo Presidente norte-americano Barack Obama defendeu hoje, em Lisboa, a necessidade de regular a inteligência artificial a nível internacional, mas reconheceu que será &quot;um grande desafio&quot;, apontando a falta de confiança entre Estados Unidos e China.
 
&quot;Ainda não temos as guias de segurança de que precisamos. [A regulação] tem de começar nos Estados Unidos, a China é outro país&quot;, comentou o 44.º Presidente dos Estados Unidos (2009-2017) e Nobel da Paz 2009, numa conversa no final da sexta edição do Game Changers Forum, no Meo Arena, perante uma plateia de mais de 10 mil pessoas, segundo a organização.
Obama apontou EUA e China como os países mais avançados em termos de inteligência artificial (IA), mas ressalvou que &quot;não há neste momento muita confiança entre eles&quot;.
&quot;Temos de regular e coordenar entre nações e isso vai ser um grande desafio&quot;, comentou.



 Barack Obama chega a Portugal para conversa sobre liderança e resiliência 
O antigo presidente norte-americano Barack Obama é hoje o orador principal na sexta edição do Game Changers Forum, em Lisboa, quando faltam menos de um mês para as eleições intercalares dos Estados Unidos (EUA).
 Lusa | 06:08 - 10/10/2026 
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 21:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Sofia Pereira anuncia recandidatura à liderança da JS</title>
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<description><![CDATA[ A atual secretária-geral da Juventude Socialista (JS), Sofia Pereira, anunciou hoje que vai recandidatar-se ao cargo com o lema &quot;Habitar o nosso tempo&quot;, num Congresso que se realizará em dezembro.
 
Em comunicado enviado à Lusa, a líder da JS e deputada refere que a recandidatura &quot;parte da constatação de que a promessa de que cada geração viveria melhor do que anterior ficou por cumprir&quot;.
&quot;A habitação tornou-se inacessível, os salários não acompanham o custo de vida e a precariedade continua a marcar o início da vida adulta. Em dois anos e meio, o preço das casas aumentou cerca de 40%, enquanto arrendar um quarto é, para muitas pessoas, a única alternativa possível&quot;, critica.
A secretária-geral da estrutura jovem do PS aponta também o aumento do custo de vida nos supermercados e no ensino superior, onde considera que &quot;em vez de se reforçar a confiança na escola pública, apresenta-se frequentemente o endividamento individual como resposta para estudar&quot;.
&quot;A tecnologia prometeu libertar tempo, mas tornou muitas pessoas permanentemente disponíveis, alertas e sujeitas a uma competição constante. A ansiedade e a solidão perante o futuro são bem mais do apenas problemas individuais, marcam as consequências de uma sociedade que exige mais, mas oferece menos&quot;, acrescenta.
A candidata rejeita a ideia de que a resposta para estes problemas possa ser encontrada apenas no esforço individual.
&quot;Recandidato-me porque acredito nesta casa e nesta esquerda jovem, aberta ao mundo e incapaz de se resignar ao destino que outros querem escolher por nós&quot;, afirma Sofia Pereira, no comunicado.
A atual secretária-geral da JS foi eleita em dezembro de 2024, no XXIV Congresso Nacional, na Nazaré, derrotando o eurodeputado Bruno Gonçalves.
Nessa altura, a liderança da JS não era disputada há 18 anos. A última vez tinha sido em 2006, quando Pedro Nuno Santos foi eleito para um segundo mandato derrotando João Tiago Henriques.
Natural de Lamego e nascida em 25 de julho de 1999, Sofia Pereira é militante da JS desde os 16 anos.



 Líder da JS leva cabaz de 256 euros à residência oficial de Montenegro 
A líder da Juventude Socialista (JS), Sofia Pereira, entregou um cabaz alimentar na residência oficial do primeiro-ministro para chamar a atenção para o aumento dos preços, acusando o Governo de dar uma resposta insuficiente e pedindo mais medidas.
 Lusa | 18:55 - 24/09/2026 
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 19:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Os 5 motivos para instalar uma fechadura inteligente em sua casa</title>
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<description><![CDATA[ Numa altura em que a Apple se prepara para anunciar uma série de dispositivos caseiros inteligentes como parte da sua entrada no segmento, circulam também rumores que alguns destes gadgets foram desenvolvidos em colaboração com a LG.
 
As informações que têm circulado sobre esta colaboração dão conta que, entre os primeiros produtos que serão lançados como resultado da parceria entre as duas empresas, estará uma fechadura inteligente.
Este é um dos produtos mais comuns entre as empresas que apostam no desenvolvimento e lançamento de dispositivos inteligentes, permitindo aos utilizadores desfrutarem de uma maior versatilidade na hora de entrar ou sair de casa. Além da tradicional chave, as portas podem ser trancadas ou destrancadas com ajuda de senhas que podem ser partilhadas com amigos ou familiares em caso de necessidade.



 Apple confirma evento para a próxima semana. Eis o que será anunciado 
A Apple confirmou oficialmente que o seu próximo evento terá lugar no dia 13 de outubro com o lema &quot;Bem-vindo a Casa&quot;, indicando que serão revelados novos produtos para casa.
 Miguel Patinha Dias | 09:06 - 09/10/2026 

Caso esteja interessado em adquirir uma fechadura inteligente para sua casa, mas tem-se questionado sobre as vantagens inerentes a esta compra, saiba que o site BGR fez uma lista com as principais vantagens de comprar uma fechadura inteligente.
Pode ficar a conhecer abaixo os 5 grandes argumentos para apostar neste tipo de dispositivo inteligente para a sua casa.
Os 5 motivos para instalar uma fechadura inteligente em casa:

Pode trancar e destrancar a porta estabelecendo parâmetros específicos, como a aproximação de um sensor NFC;
Pode fechar e abrir a sua casa remotamente e com notificações em tempo real;
Pode escolher método de acesso, como senhas, códigos PIN;
Pode partilhar o método de acesso com familiares ou amigos sem precisar de se encontrar fisicamente com eles;
Emparelhamento com câmaras e outros dispositivos conectados (com campainhas) faz com que funcionem ainda melhor.

Leia Também: Apple planeia lançar câmara de vigilância com IA e sem gravação de vídeo ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 19:00:05 +0100</pubDate>
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<media:keywords>motivos, para, instalar, uma, fechadura, inteligente, sua, casa</media:keywords>
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<title>IL quer maior autonomia para a Madeira no Orçamento do Estado</title>
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<description><![CDATA[ A presidente da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, defendeu hoje a importância do aprofundamento das autonomias regionais e indicou que o partido vai apresentar propostas relacionadas com as reivindicações dos madeirenses em sede de Orçamento do Estado.
 
&quot;Há a questão da autonomia, que para nós é algo importante, uma autonomia que precisava ser reforçada &quot;, disse a também deputada da IL aos jornalistas à margem de um almoço na cidade de Machico, na zona leste da Madeira, que marcou a &#039;rentrée&#039; do núcleo territorial do partido na região, reunindo militantes e simpatizantes.
Mariana Leitão assegurou que o partido continuará a &quot;insistir para que essa maior autonomia seja uma realidade&quot; e destacou que o aprofundamento poderia ser alcançado &quot;através da questão fiscal, dando à Madeira o poder de decidir fiscalmente qual o melhor enquadramento, fazer uma gestão própria dos recursos&quot;.
&quot;Essa autonomia precisa ser reforçada. Uma das formas é através da Lei de Finanças Regionais e outra forma [é] também através da revisão constitucional que, tudo indica, foi agora posta na gaveta pelo PSD&quot;, complementou.
No seu entender, esta é &quot;mais uma oportunidade perdida para esse aprofundamento da autonomia que permitiria que a Madeira pudesse ter uma maior capacidade de tomar as suas próprias decisões, da forma que entendesse mais adequada, sem depender tanto da boa vontade de um qualquer governo em Lisboa&quot;.
Quanto ao Orçamento do Estado para 2027, Mariana Leitão afirmou que a proposta &quot;continua a manter a mão no bolso dos portugueses, continua com uma carga fiscal muito elevada, é um orçamento que volta a aumentar a despesa&quot;.
A dirigente criticou também as &quot;política públicas erradas&quot; do Governo PSD/CDS-PP, como a participação no capital da REN e a anunciada aquisição de quotas do BCP, defendendo não fazer sentido &quot;que o Estado continue a gastar dinheiro em empresas que não têm qualquer benefício para o cidadão&quot;.
O Governo disse na sexta-feira, em comunicado, que se encontra concluído o objetivo de participação do Estado no capital da REN, após acordo com a Fidelidade para a aquisição de 5,3% da empresa.
Mariana Monteiro realçou ainda que este &quot;é um Orçamento que não serve as pessoas em lado nenhum e na Madeira não é exceção&quot;.
Por isso, o partido &quot;certamente que irá apresentar propostas na especialidade também para a Madeira&quot;, por haver reivindicações concretas desta região autónoma que &quot;fazem sentido, nomeadamente as questões da mobilidade&quot;.
&quot;Este Orçamento, não servindo as pessoas e que fica aquém das necessidades do país, fica obviamente aquém das necessidades da Madeira&quot;, enfatizou.
Sobre a sua visita à região, referiu acontecer no âmbito do &quot;trabalho contínuo&quot; que o partido faz para &quot;ajudar a passar a mensagem de que o país pode ser muito melhor&quot;.
&quot;Estamos habituados a ser governados sempre pelos mesmos partidos que não dão resposta às pessoas. Aqui na Madeira é ainda mais gritante, há décadas sempre governados pelo mesmo partido [PSD], e as pessoas a sentirem que a sua vida é cada vez mais complicada&quot;, disse.
Mariana Leitão argumentou que &quot;não há respostas para as pessoas&quot; - cada vez mais o Estado gasta &quot;mais dinheiro, acima das suas possibilidades, e está na altura de inverter isso&quot;.



 Montenegro? &quot;Se é eleito para fazer diferente de Costa, espero que faça&quot; 
A presidente da Iniciativa Liberal criticou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, comparando-o com o antecessor, António Costa, e dizendo que, &quot;em termos de gestão do país, não está a fazer muito diferente&quot;. Mariana Leitão adiantou ainda que será candidata à liderança do partido no próximo congresso.
 Notícias ao Minuto | 15:42 - 27/09/2026 
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 18:00:07 +0100</pubDate>
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<title>Comissão Nacional do PS concorda com abstenção no OE2027</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão Nacional do PS manifestou a sua concordância com a viabilização, pela abstenção, do Orçamento do Estado para 2027, adiantou hoje o presidente socialista, Carlos César, que defendeu o &quot;sentido de responsabilidade&quot; no atual contexto de crise internacional.
 
&quot;Eu acho que a manifestação de vontade ocorrida nesta Comissão Nacional foi extremamente significativa. Entre mais de quatro dezenas de oradores, e em cerca de 200 pessoas presentes, não houve uma única que não tivesse expressado a sua concordância com aquilo a que o PS se propõe [abstenção], que no essencial é uma clareza em matéria de abordagem da questão orçamental&quot;, respondeu Carlos César aos jornalistas, no final da reunião de hoje deste órgão do PS, em Lisboa.
O atual contexto internacional e europeu, na perspetiva do presidente do PS, &quot;exige, da parte dos governos e das autoridades, um maior sentido de responsabilidade&quot;.
&quot;Esse sentido de responsabilidade, no caso português, é o de não enfrentar esses riscos, que são riscos muito próximos, forçando situações de instabilidade, de interrupção de Governo ou até de Governo sem orçamento&quot;, justificou.
De acordo com Carlos César, esta decisão &quot;não significa que se concorde com o orçamento&quot;, mas sim &quot;com a necessidade de não correr riscos que seriam penosos para todo o país e para a administração portuguesa&quot;.
No discurso de abertura desta Comissão Nacional, o líder do PS, José Luís Carneiro, voltou a propor a viabilização, pela via da abstenção, do OE2027, apesar de admitir que as &quot;convicções mais profundas&quot; levariam a um voto contra num &quot;mau Orçamento do Estado&quot;, mas que o PS faz oposição ao Governo e não ao país.



 Carneiro: &quot;Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027&quot; 
O líder do PS, José Luís Carneiro, admitiu que as &quot;convicções mais profundas&quot; levariam a um voto contra o Orçamento do Estado 2027, mas justificou a abstenção por considerar que a oposição é ao Governo e não ao país.
 Lusa | 12:03 - 10/10/2026 
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 16:00:07 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Carneiro alerta PS para &amp;quot;momentos difíceis&amp;quot; e pede &amp;quot;caráter temperado&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, avisou hoje o partido para &quot;momentos difíceis&quot; e pediu &quot;um caráter temperado&quot; para os &quot;muitos obstáculos&quot; que serão colocados à frente dos socialistas, observando que &quot;não há montanhas sem vales&quot;.
 
Na reta final da sua intervenção de abertura da Comissão Nacional do PS, que decorre em Lisboa para analisar a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) e a posição socialista, José Luís Carneiro deixou avisos ao partido sobre os próximos tempos, recordando que tem &quot;uma experiência política e profissional muito longa&quot;.
&quot;Vamos viver momentos difíceis pela nossa frente. Vamos subir e descer nas sondagens, umas vezes subiremos mais, outras vezes sobem outros. Há algo que é fundamental, é termos um caráter temperado&quot;, pediu.
Para o líder do PS, este caráter é necessário para enfrentar todos os desafios.
&quot;Vão-nos ser colocados muitos obstáculos, alguns já nos colocaram. Vocês têm estado atentos, imagino eu, na forma como a nossa mensagem passa para o espaço público, ou como não passa, ou como passam as partes que menos contribuem para afirmar o nosso projeto&quot;, alertou.
Carneiro pediu ainda aos socialistas para acreditar na &quot;razão estratégica fundamental da opção&quot; que propôs à Comissão Nacional do PS, ou seja, a viabilização, por via da abstenção, do OE2027.
&quot;Mas mais importante não é aquela que vos proponho hoje, é a exigência que vos faço para que com a força e com a energia de cada uma e de cada um sejamos capazes de atravessar este desfiladeiro&quot;, pediu, socorrendo-se a partir daqui de uma imagem para tentar lembrar os últimos tempos do partido.
De acordo com o dirigente, o PS já esteve &quot;num vale, num desfiladeiro, num planalto&quot;.
&quot;Agora poderemos voltar a um vale, mas lá ao fundo haverá uma montanha e nós vamos percorrer essa montanha. E não se esqueçam: não há montanhas sem vales, nem há vales sem montanhas, na vida e na política&quot;, observou.
Leia Também: OE? Carneiro promete propostas para responder ao aumento da energia ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 15:00:06 +0100</pubDate>
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<title>OE? Carneiro promete propostas para responder ao aumento da energia</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS anunciou hoje que, na especialidade do Orçamento do Estado para 2027, vai apresentar propostas para responder ao aumento do custo de vida, concretamente combustíveis, energia e alimentação, sem &quot;comprometer o equilíbrio das contas públicas&quot;.
 
José Luís Carneiro abriu hoje a Comissão Nacional do PS, que decorre em Lisboa para discutir o OE2027, um &quot;mau orçamento&quot; em relação ao qual propõe a viabilização pela abstenção dos socialistas por considerar ser dever de todos &quot;evitar uma crise política&quot;.
&quot;Não é naturalmente o nosso orçamento e não são as nossas opções, mas é também a pensar nas pessoas que nós, na especialidade, vamos apresentar as nossas propostas. Propostas para que o orçamento possa dar respostas ao aumento com o custo de vida. Manteremos essa linha de coerência&quot;, anunciou.
De acordo com o líder do PS, no processo da especialidade os socialistas vão &quot;apresentar propostas para responder ao aumento dos custos com os combustíveis, com o gás, com a eletricidade, com os bens alimentares essenciais&quot;.
&quot;E, quero ser claro, sem comprometer o equilíbrio das contas públicas e mantendo a responsabilidade com as futuras gerações. Fá-lo-emos, e devo dizer-vos, saberemos como fazê-lo, mantendo as prioridades e o equilíbrio das contas do Estado&quot;, assegurou.
O objetivo de Carneiro é sugerir outra &quot;hierarquia nas prioridades políticas para servir as portuguesas e os portugueses&quot;.
&quot;Perante o quadro internacional que estamos a viver, impedir uma crise política deveria ser um dever de todos&quot;, justificou, admitindo as &quot;divergências profundas em relação ao caminho político que está a ser feito&quot;.
Considerando que são precisas &quot;mais do que palavras&quot;, o líder do PS referiu que &quot;há quem pense mais no interesse partidário do que no interesse do país&quot;.
&quot;Eu não fui eleito secretário-geral do PS para pensar no interesse estrito do PS. Eu fui eleito para pensar e colocar em primeiro lugar o interesse de Portugal&quot;, explicou.
Logo no arranque da sua intervenção, Carneiro admitiu que as &quot;convicções mais profundas&quot; levariam a um voto contra num &quot;mau Orçamento do Estado&quot;, mas explicou que optou pela abstenção porque a oposição é ao Governo e não ao país.



 Carneiro: &quot;Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027&quot; 
O líder do PS, José Luís Carneiro, admitiu que as &quot;convicções mais profundas&quot; levariam a um voto contra o Orçamento do Estado 2027, mas justificou a abstenção por considerar que a oposição é ao Governo e não ao país.
 Lusa | 12:03 - 10/10/2026 
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 14:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Chega afirma que ex&#45;trabalhadores da Base das Lajes foram roubados</title>
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<description><![CDATA[ O deputado do Chega/Açores Francisco Lima afirmou hoje que os antigos trabalhadores portugueses na Base das Lajes foram &quot;roubados pelo sistema&quot;, devendo ser ressarcidos das verbas que lhes foram retiradas entre 2015 e 2024.
 
No final de uma reunião com a comissão de ex-trabalhadores da Base das Lajes, na ilha Terceira, o deputado lembrou que a 450 trabalhadores foi aplicada uma penalização, com o fator de sustentabilidade, entre 2015 e 2024, aquando da reforma antecipada, devido à redução de efetivos naquela estrutura militar.
Mas o fator de sustentabilidade foi reposto em 2024 e os trabalhadores que entre 2015 e 2024 saíram da base &quot;não foram ressarcidos daquele dinheiro, que corresponde a cerca de 7,8 milhões de euros&quot;, segundo refere-se numa nota de imprensa.
Francisco Lima lembrou que sempre que, na Assembleia da República, é apresentada legislação para resolver este problema, &quot;o Chega vota favoravelmente, por reconhecer a importância que tem para os antigos trabalhadores portugueses na Base das Lajes&quot;.
&quot;Desafiamos o PS e o PSD a votar a favor para ser feita a reposição desse dinheiro aos antigos trabalhadores, que até têm flexibilidade para receber a prestações os 7,8 milhões de euros que o Estado lhes deve&quot;, afirmou.
Na reunião com os ex-trabalhadores, foi também abordada a questão da contaminação dos solos da Praia da Vitória devido à utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos da América.
Um assunto que os ex-trabalhadores também querem ver esclarecido, sem politizar o tema, e sem estudos &quot;que se podem transformar num problema económico para a ilha Terceira, a troco de egos e de teses de doutoramento&quot;, refere-se.
Francisco Lima considerou que &quot;o mais importante é os próprios trabalhadores saberem que impacto isso teve na sua saúde.&quot;
Leia Também: PM afirma que uso da Base das Lajes cumpriu regras jurídicas ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 14:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Aclamado pela crítica e jogadores, &amp;quot;Cyberpunk 2077&amp;quot; também vai ter filme</title>
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<description><![CDATA[ A série de animação japonesa “Cyberpunk: Edgerunners” da Netflix já é considerada por muitos como uma das melhores adaptações de um jogo. Tanto que até tem uma segunda temporada a caminho e com lançamento marcado para este mês de outubro.
 
Se está entre os fãs desta série, vai certamente gostar de saber que o jogo que a inspirou também terá direito a uma adaptação - desta vez para o cinema.
Quem o diz é o site Deadline, que nota que “Cyberpunk 2077” está a caminho do cinema com um filme produzido pela Paramount Pictures. Ao contrário de “Cyberpunk: Edgerunners”, este não será um filme de animação e contará com atores de carne e osso.
A produtora de “Cyberpunk 2077”, a CD Projekt RED, já confirmou a existência do projeto, mas infelizmente ainda não revelou pormenores sobre realizador, produtores, argumentistas ou elenco de atores.
“Estamos entusiasmados por termos a Paramount Pictures como um futuro parceiro que partilha as nossas ambições criativas para a franchise ‘Cyberpunk’”, pode ler-se no comunicado do CEO da CD Projekt RED, Michał Nowakowski, que foi partilhado na rede social X. “Estamos entusiasmados por partilhar mais detalhes na altura apropriada”.
Apesar da falta de detalhes, a Deadline afirma que o produtor dos filmes “Transformers”, Lorenzo di Bonaventura, também será um dos produtores desta adaptação cinematográfica de “Cyberpunk 2077”.
Lembrar que, apesar de ser hoje em dia um título aclamado pela crítica pelos jogadores, “Cyberpunk 2077” não desfrutou deste estatuto quando foi lançado no final de 2020.
Na altura, o jogo foi duramente criticado pelo estado em que foram lançadas as versões para a PlayStation 4 e Xbox One - chegando mesmo a ser removido da loja virtual da PlayStation. 
Entretanto, a CD Projekt RED focou-se em eliminar os muitos problemas técnicos, corrigir os bugs que impediam a progressão, lançou o jogo para a PlayStation 5 e Xbox Series e até uma expansão. Tudo isto ajudou a mudar a opinião dos jogadores em relação a “Cyberpunk 2077”, com a narrativa a também ter sido alterada com o sucesso de “Cyberpunk: Edgerunners” na Netflix em setembro de 2022.
Quanto à segunda temporada de “Cyberpunk: Edgerunners 2”, saiba que a estreia está marcada para o dia 20 de outubro.
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 14:00:04 +0100</pubDate>
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<title>Carneiro: &amp;quot;Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O líder do PS admitiu hoje que as &quot;convicções mais profundas&quot; levariam a um voto contra num &quot;mau Orçamento do Estado&quot;, mas explicou que optou pela abstenção porque a oposição é ao Governo e não ao país.
&quot;A razão de ser fundamental desta nossa Comissão Nacional tem muito que ver com a proposta que tenho para vos apresentar de abstenção em relação à proposta do Orçamento do Estado. Faço-o por razões ponderosas. Bem sei que, no fundo de cada uma e de cada um de vós, estão razões também ponderosas para que nós pudéssemos propor um voto contra este Orçamento do Estado&quot;, disse José Luís Carneiro na intervenção inicial da reunião do órgão do PS, em Lisboa.
De acordo com o secretário-geral do PS, as &quot;convicções mais profundas&quot; do PS levariam para a &quot;ideia do voto contra&quot; no Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
&quot;Mas nós não somos um partido qualquer. Nós fazemos oposição ao Governo, mas nós não fazemos oposição a Portugal. É uma grande diferença em relação a outros&quot;, justificou.
Segundo Carneiro, este é um &quot;mau Orçamento&quot; e Portugal &quot;está mal&quot;, alertando que com &quot;as más opções do Governo o país pode ficar pior&quot;.
Na semana passada, e ainda antes de ser conhecida a proposta do Governo, José Luís Carneiro anunciou, em entrevista ao jornal Eco, que ia propor aos órgãos do partido que os socialistas se abstivessem e assim viabilizassem o documento, depois das garantias que tinham sido deixadas pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre condições colocadas pelo PS. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 13:00:08 +0100</pubDate>
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<title>Turquia proíbe acesso a redes sociais a menores de 15 anos</title>
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<description><![CDATA[ A Turquia proibiu hoje a utilização das redes sociais a menores de 15 anos, juntando-se a um número crescente de países que procuram proteger crianças e adolescentes dos perigos das plataformas digitais.
 
O diário oficial publicou a decisão após a aprovação da lei pelo parlamento em abril.
A medida entrará em vigor em 01 de novembro, de acordo com a agência francesa AFP.
Os fornecedores de redes sociais devem &quot;tomar as medidas técnicas e administrativas necessárias, incluindo a verificação da idade, para aplicar&quot; a proteção dos jovens, estabelece a lei.
&quot;Nenhum serviço suscetível de causar efeito de adição nas crianças pode ser disponibilizado&quot;, ainda segundo a legislação, citada pela AFP.
A lei surge num período marcado por restrições à liberdade de expressão na Turquia, afetando comunidades LGBT, os meios de comunicação social e a oposição política.
Nas últimas semanas, numerosas contas nas redes sociais foram bloqueadas no país.
Cada vez mais países a nível mundial começaram, ou estão a ponderar, proibir o acesso de crianças às redes sociais.
O objetivo é protegê-las dos riscos associados ao meio digital, como a dependência dos ecrãs, a privação do sono, o &#039;cyberbullying&#039; ou os distúrbios alimentares.
O primeiro país onde a proibição foi imposta a menores de 16 anos foi a Austrália, mas França e Indonésia seguiram o mesmo caminho e Reino Unido agendou a entrada em vigor da restrição para 2027.
Em Portugal, tal como em Espanha, Noruega, Dinamarca, Itália e Áustria, estão a ser preparadas ou debatidas legislações semelhantes.
No caso português, um projeto de lei para restringir o livre acesso de menores de 16 anos às redes sociais, apresentado pelo PSD, foi aprovado na generalidade em fevereiro.
O texto final na especialidade deverá ser votado ainda em outubro.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, anunciou em setembro que vai propor a proibição de acesso a redes sociais às crianças com menos de 13 anos e de ter contas pessoais a jovens com menos de 15.
Leia Também: Ben Affleck: &quot;Fui banido duas vezes do Instagram&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 11:00:04 +0100</pubDate>
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<title>Não um, mas dois. Apple prepara mais um evento para o final de outubro</title>
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<description><![CDATA[ A Apple marcou oficialmente um novo evento para o dia 13 de outubro que, de acordo com o lema escolhido e com os rumores que têm circulado, será dedicado à apresentação de produtos caseiros conectados.
 
Pois bem, parece que este não será o único evento da Apple em outubro. Quem o diz é o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, e que escreve que a Apple está a planear realizar uma segunda apresentação ainda este mês.
Alegadamente, o segundo evento de outubro da Apple terá lugar no dia 27 e será focado na apresentação de novos modelos do MacBook Pro e do iMac equipados com o processador M6 e de um iPad mini com ecrã OLED.



 iPhone Air 2: Design mais fino e bateria mais potente em 2027 
A Apple tem planos para lançar o iPhone Air 2, que será mais fino do que o modelo atual, com uma bateria de alta densidade para manter a autonomia. As informações são baseadas em rumores e não em anúncios oficiais.
 Miguel Patinha Dias | 10:05 - 08/10/2026 

No entanto, diz Gurman que a grande “estrela” deste evento da Apple no final de outubro será um novo portátil equipado com um ecrã sensível ao toque. De acordo com o jornalista da Bloomberg, este portátil chamar-se-á MacBook Ultra e estará equipado com processadores M5 Pro ou M5 Max - tal como acontece com os atuais MacBook Pro.
É importante lembrar que nenhuma destas informações foram oficialmente confirmadas pela Apple, que ainda tem de vir a público anunciar a realização do evento. Entretanto, teremos ainda o dia 13 de outubro para vermos as mais recentes novidades da “Empresa da Maçã”.
O que está a Apple a preparar para 13 de outubro?
conforme partilhado na rede social X pelo vice-presidente sénior de Marketing Global da Apple, Greg Joswiak, o lema já permite ter uma ideia do que a empresa mostrará: “Bem-vindo a Casa”.
Com base neste lema (e nas muitas fugas de informação que têm sido partilhadas nos últimos meses) é altamente provável que o evento seja dedicado à apresentação de produtos para casa. Entre eles devem estar novas gerações da coluna HomePod mini e da Apple TV 4K, assim como o muito esperado “HomePad” - um dispositivo inteiramente novo descrito como uma coluna HomePod com um ecrã de iPad.

Welcome home. October 13. https://t.co/ChelGSDOTI
— Greg Joswiak (@gregjoz) October 8, 2026



As informações disponíveis sobre a “HomePad” indicam que se trata de um centro de controlo para dispositivos caseiros conectados à Internet com a Siri AI no centro da experiência. Através da assistente digital equipada com Inteligência Artificial, o utilizador poderá interagir com todos os dispositivos conectados de sua casa por via de linguagem natural, com a “HomePad” a também permitir realizar videochamadas através do ecrã de 6 polegadas.
Este evento deverá ser visto como a grande entrada da Apple no mundo dos dispositivos caseiros conectados e, com este objetivo, há sinais que a empresa terá entrado numa colaboração com a LG para fazer chegar ao mercado os seus primeiros produtos inteligentes nesta área - nomeadamente uma fechadura, um termóstato e também uma campainha.
Ainda teremos de esperar para ver se a Apple pretende mostrar estes produtos no evento marcado para o dia 13 de outubro mas, tendo em conta o foco da apresentação, há uma probabilidade significativa.
O evento tem início marcado para as 14:00 (hora de Lisboa).
Leia Também: A história de Steve Jobs que inspira o novo CEO da Apple ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 09:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Comissão Nacional do PS analisa hoje a proposta do OE2027</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão Nacional do PS reúne-se hoje para analisar a proposta de Orçamento do Estado para 2027 e a posição do partido, documento em relação ao qual o líder socialista já defendeu a viabilização através da abstenção.
 
A reunião do órgão máximo do PS entre congressos está marcada para as 10:45, num hotel em Lisboa, sendo a intervenção inicial do secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, aberta à comunicação social.
Da agenda da Comissão Nacional do PS, convocada pelo presidente do partido, Carlos César, faz parte a análise da proposta do OE2027 e da posição do PS sobre esta proposta do Governo.
Também as alterações ao regime do arrendamento urbano serão discutidas pelos socialistas, uma proposta do Governo que está no Parlamento para discussão na especialidade e em relação à qual há um acordo assinado entre PSD e Chega.
Na semana passada, e ainda antes de ser conhecida a proposta do Governo, José Luís Carneiro anunciou, em entrevista ao jornal Eco, que ia propor aos órgãos do partido que os socialistas se abstivessem e assim viabilizassem o documento, depois das garantias que tinham sido deixadas pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre condições colocadas pelo PS.
&quot;Optámos pela abstenção, porque o primeiro-ministro deu um sinal muito positivo ao responder a todas as questões que tínhamos colocado, quer em relação à Constituição e os termos em que se referiu ao PS merecem o nosso apreço&quot;, disse então.
O líder socialista tem justificado esta opção com o facto de não querer empurrar o &quot;país para um precipício político&quot; no atual contexto, reiterando que este &quot;não é o orçamento do PS&quot;.
Na quinta-feira, quando a proposta de orçamento foi entregue na Assembleia da República, o vice-presidente da bancada socialista António Mendonça Mendes manifestou dúvidas quanto ao cumprimento por parte do Governo de duas condições: os investimentos para conclusão de projetos PRR e a recuperação dos prejuízos das tempestades.
Na manhã seguinte, no debate quinzenal, Carneiro questionou diretamente o primeiro-ministro, Luís Montenegro, para saber se estes eram ou não &quot;compromissos para honrar&quot;.
&quot;O senhor deputado sabe que, quer no que diz respeito ao PRR, quer no que diz respeito à resposta às tempestades, o Governo tem o seu plano completamente a ser executado e, portanto, não há nenhuma matéria sobre isso&quot;, garantiu Montenegro a Carneiro.
Já em relação às alterações à lei do arrendamento urbano, o secretário-geral do PS trem sido muito crítico destas opções e exigiu ao Governo que deixasse cair o acordo com o Chega, desafiando o primeiro-ministro a aprovar as propostas do PS nesta área.
Montenegro respondeu, no debate quinzenal, que &quot;na área da habitação, o PS não tem a mínima autoridade&quot; e considerou que &quot;todos os constrangimentos que Portugal vive hoje em matéria de habitação&quot; são &quot;em muitos casos mais agravados por via das políticas do PS&quot;.
&quot;Disponibilidade para a negociação e o diálogo temos toda, mas para fazer asneiras isso não temos&quot;, justificou o primeiro-ministro.
Leia Também: Chega reúne Conselho Nacional para marcar convenção e analisar OE 2027 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 07:00:06 +0100</pubDate>
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<title>André Ventura quer Chega a mostrar que está pronto para governar</title>
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<description><![CDATA[ O líder do Chega pediu hoje aos dirigentes que na próxima convenção, que deverá realizar-se em novembro, o partido mostre que está pronto para governar e voltou a deixar apelos à união interna.
 
No discurso de abertura do Conselho Nacional desta noite, que decorre num hotel em Lisboa, André Ventura voltou a apelar à união do partido, mensagem que já tinha marcado o seu discurso na última reunião do órgão máximo entre convenções, em maio.
Na reunião que deverá convocar a próxima convenção do Chega para os dias 20, 21 e 22 de novembro, o líder voltou a confirmar que será recandidato nas eleições diretas previstas para 31 de outubro. Esta será a sétima convenção em sete anos de vida do partido.
&quot;Porque entendo e penso que vos posso unir a todos num propósito que um partido que se tornou muito grande pode ainda levar a cabo. Era impensável, há uns anos, olharmos para o nível e para o grau de implantação, mas esse grau e esse nível de implantação não me mete medo&quot;, disse.
Após as eleições para as distritais, em que várias mudaram de líder, André Ventura considerou normal que existam diferenças num partido &quot;que recentemente atingiu 100 mil militantes&quot;, mas voltou a pedir que sejam ultrapassadas: &quot;Se queremos ganhar o país, antes temos que mostrar que temos um partido unido e pronto para governar&quot;.
&quot;Eu sinto-me preparado. Gostava de saber e gostava de sentir que terei, não atrás de mim, mas ao meu lado esquerdo, ao meu lado direito, em todos os lados, um partido com essa força, com essa energia e que sabe uma coisa, [que] a história desta vez não se vai repetir, desta vez nós vamos ganhar&quot;, afirmou.
O presidente do Chega pediu aos dirigentes que mostrem que &quot;o seu amor pelo país ainda é muito maior do que qualquer guerrilha ou qualquer luta interna&quot;, avisando que &quot;o tempo da confiança cega e das cartas em branco já passou&quot; e que &quot;o país também estará de olho&quot; nas caras do partido.
&quot;Não tem a ver nem com votos, nem com candidaturas, nem com direções, nem com delegados, tem que ver com o país. Perderemos se nos focarmos dentro de nós próprios, perderemos se passarmos a olhar para dentro durante três dias […]. É mesmo sermos capazes de perceber que o momento não é o de nos perdermos a lutar uns com os outros, o momento é de juntar essa força e essa energia a lutarmos para vencer. Em muitos anos, provavelmente, não voltaremos a ter a mesma oportunidade&quot;, salientou.
Num discurso de cerca de 45 minutos, Ventura admitiu que nos sete anos desde que fundou e tem vindo a liderar o partido, existiram &quot;momentos melhores e momentos piores&quot;, e disse querer contrariar aqueles que dizem que o Chega é uma força política &quot;um homem só&quot;.
Na sua intervenção, o líder do Chega falou também do &quot;aumento brutal&quot; do custo de vida e justificou que o partido não quer &quot;nem embirrar, nem destruir o Estado&quot;.
André Ventura voltou também a criticar a anunciada viabilização do Orçamento do Estado pelo PS e considerou que o país é &quot;o mesmo&quot; de há sete anos, &quot;um país de gente pobre, com políticos, alguns deles ricos, misteriosamente, com um Estado rico, mas com a grande maioria das famílias sem saber e sem conseguir sequer olhar para o futuro com alguma esperança&quot;.
Ventura salientou que o Chega &quot;é disruptivo&quot; e considerou que no dia em que deixar de o ser e em que &quot;começar a fazer parte do mesmo esquema de manutenção do poder de há 50 anos&quot;, o partido &quot;morreu na sua génese e no seu ADN, na sua energia, na sua força e na sua ambição&quot;.
Leia Também: Primeiro-ministro rejeita corte nas pensões: &quot;Houve um erro&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 00:00:06 +0100</pubDate>
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<title>Os 5 gadgets que podem ficar (ainda) mais caros em 2027</title>
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<description><![CDATA[ Se tem estado atento às últimas tendências no mundo da tecnologia de consumo, terá certamente reparado que praticamente todas as fabricantes têm aumentado os preços dos seus produtos.
 
Telemóveis, tablets, computadores e consolas de jogos têm sido apenas alguns dos produtos tecnológicos cujos preços têm sofrido aumentos nos últimos meses. Este é o resultado da procura cada vez maior de componentes de memória RAM por empresas dedicadas ao desenvolvimento de Inteligência Artificial, uma realidade que tem levado ao aumento dos custos de produção.
O aumento tem sido tal que empresas como a Samsung já terão começado a tomar medidas, sobretudo tendo em conta os sinais de que esta realidade continuará em 2027. De acordo com o site Money Today, a Samsung terá reduzido a produção dos seus telemóveis, encomendando entre 20% a 30% menos componentes aos seus fornecedores.



 PlayStation pode lançar consolas portáteis, uma delas com ecrã OLED 
Novas certificações partilhadas pela Wi-Fi Alliance indicam que a PlayStation pode estar prestes a anunciar novas consolas portáteis e que uma delas poderá ser uma versão da PlayStation Portal equipada com ecrã OLED.
 Miguel Patinha Dias | 11:26 - 07/10/2026 

O relatório que havia circulado anteriormente da IDC indicava que, ao invés dos 59 milhões de telemóveis produzidos pela Samsung no terceiro trimestre, a empresa produziria apenas 52 milhões de dispositivos no quarto trimestre - resultando assim numa queda de cerca de 12%. No entanto, a redução será maior do que se pensava.
Lembrar que, de acordo com dados da TrendForce, 12GB de memória LPDDR5X passou a custar 145 dólares (130 euros) no segundo trimestre do ano - o que equivale ao triplo do preço um ano antes.
A decisão da Samsung deve-se sobretudo ao facto de, aparentemente, a empresa não estar a ter lucro quando vende os seus telemóveis. Quem o diz é uma fonte próxima da indústria ao Money Today.



 Dormir no avião? É possível com estes auscultadores e auriculares 
Quem já usou auscultadores ou auriculares equipados com tecnologia de cancelamento de ruído sabe bem que é uma das funcionalidades mais úteis destes gadgets, sobretudo para quem tem problemas em adormecer durante viagens de avião.
 Miguel Patinha Dias | 11:13 - 06/10/2026 

“Devido aos preços crescentes de memória e de semicondutores, os telemóveis da Samsung não geram atualmente qualquer lucro quando são vendidos”, diz a fonte da publicação.
Desta forma, vale a pena lembrar que é possível que certos produtos eletrónicos continuem a ficar mais caros ao longo dos próximos meses, com o site BGR a fazer uma lista com os 5 dispositivos que mais serão afetados por esta tendência. Pode saber abaixo os gadgets que poderão ficar mais caros em 2027.
Os 5 gadgets que podem ficar mais caros em 2027:

Telemóveis;
Power Banks;
Sticks de streaming;
Consolas de jogos;
Routers.

Leia Também: Sem Apple Watch? O próximo gadget da Apple pode convencê-lo ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 23:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>gadgets, que, podem, ficar, ainda, mais, caros, 2027</media:keywords>
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<title>Samsung pode lançar novos auscultadores premium com nome Galaxy Studio</title>
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<description><![CDATA[ Começaram a circular durante o verão alguns rumores que apontavam para a possibilidade de a Samsung voltar a lançar auscultadores para o segmento premium, apostando assim numa nova proposta para competir com os AirPods Max da Apple.
 
Pois bem, um conhecido leaker fez agora uma publicação na respetiva página na rede social X onde não só reforça o rumor de que a Samsung lançará novos auscultadores, como também menciona o nome. Lembrar que os últimos auscultadores topo de gama lançados pela Samsung foram os Level Over, em 2014.
“Esqueçam os Galaxy Buds On”, escreve Dy numa publicação na rede social X, mencionado os recém-anunciados auriculares sem fios com design open ear. “Mal posso esperar por ver os Galaxy Studio”.



 Samsung reduz produção de telemóveis em 30% devido a custos crescentes 
A Samsung está a planear reduzir a produção de telemóveis, no quarto trimestre, em até 30% devido ao aumento dos custos de componentes de memória, segundo uma fonte da indústria.
 Miguel Patinha Dias | 19:34 - 08/10/2026 

De acordo com o leaker, os auscultadores premium que a Samsung pretende lançar nos próximos tempos chamar-se-ão Galaxy Studio. Lembrar que este é o mesmo nome avistado como marca registada em documentos submetidos pela Samsung no dia 14 de setembro.
Infelizmente, não se conhecem mais detalhes sobre estes novos auscultadores da Samsung, sendo que ainda não há especificações, imagens ou sequer uma data de lançamento ou preço para este novo produto.
Contudo, tratando-se de uma proposta para o segmento premium, acredita-se que os auscultadores Galaxy Studio contarão com funcionalidades habitualmente presentes em outras propostas semelhantes - como é o caso de cancelamento de ruído, capacidade de serem ligados a múltiplos dispositivos em simultâneo e possibilidade de usar um assistente digital de Inteligência Artificial.
No entanto, tratando-se de momento de especulação, teremos de aguardar que a Samsung partilhe mais detalhes ou surjam novas fugas de informação sobre este tema.

Forget Galaxy Buds On. I can&#039;t wait to see Galaxy Studio ()
— Dy 🪷 (@evowizz) October 8, 2026



Leia Também: Samsung anuncia previsões de lucro recorde de 71,7 mil milhões de euros ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 22:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Carneiro questiona verbas para pós&#45;PRR e acusa Governo de insensibilidade</title>
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<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS manifestou hoje dúvidas sobre se as verbas previstas no Orçamento do Estado para projetos pós-PRR e prejuízos das tempestades são suficientes, acusando o Governo de revelar &quot;insensibilidade&quot; perante os problemas enfrentados pelas pessoas.
 
À margem de uma visita à Feira de Outubro, em Vila Franca de Xira, José Luís Carneiro disse que o partido vai analisar detalhadamente a proposta orçamental para perceber se os montantes inscritos são suficientes para responder a duas das condições colocadas pelo PS para viabilizar o documento.
&quot;O que vamos verificar é se os recursos financeiros previstos são suficientes para realizar esses investimentos. Se não forem suficientes em sede de Orçamento do Estado, queremos saber quais são as outras fontes de financiamento&quot;, afirmou.
O líder socialista referia-se, por um lado, à conclusão de projetos inicialmente enquadrados no PRR e, por outro, às intervenções destinadas a compensar os danos provocados pelas tempestades que afetaram vários concelhos do país.
Segundo José Luís Carneiro, continuam a existir autarquias, empresas e famílias à espera da concretização dos apoios prometidos, considerando que o Governo tem a obrigação de garantir os meios necessários para responder a essas situações.
As declarações surgem horas depois de o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ter garantido no debate quinzenal, no Parlamento, que os planos do executivo para os investimentos pós-PRR e para a recuperação dos prejuízos das tempestades estão &quot;completamente a ser executados&quot;.
O chefe do Governo respondia a uma interpelação do líder socialista sobre duas das quatro condições apontadas pelo PS para viabilizar o OE2027.
Apesar de reiterar que o PS não pretende provocar uma crise política e que agirá com sentido de responsabilidade na apreciação do orçamento, José Luís Carneiro voltou a marcar distâncias em relação às opções do executivo.
&quot;Este não é o orçamento do Partido Socialista, nunca seria o nosso orçamento&quot;, afirmou, defendendo que os socialistas teriam definido outras prioridades.
O secretário-geral do PS criticou ainda aquilo que considera ser a falta de resposta do Governo perante o agravamento do custo de vida e acusou o executivo de estar afastado das dificuldades sentidas pela população.
&quot;Temos infelizmente um Governo incompetente e muito insensível aos problemas das pessoas. O Governo fala como se nada se estivesse a passar&quot;, declarou.
O secretário-geral do PS acusou ainda o Governo de agravar a crise da habitação e de estar a &quot;ofender os jovens&quot; com as alterações à lei das rendas, afirmando que o PS continua empenhado em construir um &quot;Serviço Nacional de Habitação&quot;.
&quot;Esta proposta que este Governo apresentou agora, com o apoio dos liberais e do Chega, relativa à lei de rendas, é uma ofensa grave aos mais jovens que são confrontados com dificuldades acrescidas para entrar no mercado de arrendamento&quot;, sustentou.
O dirigente socialista defendeu que o PS tem apresentado alternativas destinadas a estimular o mercado de arrendamento, garantindo &quot;simultaneamente segurança aos proprietários e proteção aos inquilinos, especialmente aos jovens entre os 18 e os 35 anos&quot; e às pessoas abrangidas por rendas acessíveis.
Questionado sobre o risco de crescimento da tensão social associado à crise da habitação, numa altura em que estão anunciados protestos em Portugal e noutros países europeus, José Luís Carneiro respondeu que esse cenário &quot;pode acontecer&quot;.
O secretário-geral do PS recordou que, há cerca de um ano, alertou o primeiro-ministro para a necessidade de respostas urgentes em territórios afetados pela falta de habitação, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa, considerando que o Governo ignorou as propostas socialistas.
De acordo com o líder do PS, as medidas adotadas pelo executivo do lado da procura contribuíram para o aumento dos preços, referindo que os custos com a habitação cresceram mais de 28% nos últimos dois anos.
José Luís Carneiro afirmou também que mais de 18% dos jovens vivem atualmente em casas partilhadas, apontando este dado como um sinal da dificuldade de acesso à habitação.



 Rendas? Carneiro desafia Montenegro, que diz que PS não tem &quot;autoridade&quot; 
O líder do PS desafiou o primeiro-ministro a viabilizar as propostas do PS para o arrendamento, dizendo que o Governo recusa &quot;fazer asneiras&quot; numa área em que não vê &quot;mínima autoridade&quot; aos socialistas.
 Lusa | 12:38 - 09/10/2026 
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 21:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Prepare&#45;se para ver mais videojogos a chegarem ao cinema e televisão</title>
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<description><![CDATA[ A divisão de videojogos da Microsoft, a Xbox, anunciou a criação de um novo departamento dedicado ao desenvolvimento de séries televisivas, adaptações para o cinema, produtos e eventos baseados em algumas das suas franchises e propriedades intelectuais mais populares.
 
A notícia foi partilhada numa publicação de blogue, onde o Chief Strategy Officer da XBox, Matthew Ball, revelou que este novo departamento se chamará simplesmente XP e que terá como objetivo levar “os mundos e personagens [da Xbox] a novos públicos por via de filmes, televisão e outras formas lineares de contar histórias”.
A XP terá como missão fazer da empresa “a empresa de entretenimento número um do mundo” e será liderada por Kayleen Walters. Antes de chegar a este cargo, Walters passou 13 anos na Lucasfilm (“Star Wars”, “Indiana Jones”) e, após juntar-se à Microsoft, tornou-se também a presidente da Mojang - o estúdio responsável por “Minecraft”.



 Bill Skarsgård, de &quot;It&quot;, protagonizará novo jogo de Hideo Kojima 
O produtor japonês de videojogos Hideo Kojima, conhecido por “Metal Gear Solid” e “Death Stranding”, revelou os primeiros nomes do elenco do seu próximo jogo - de nome “Physint”. Foi recentemente anunciado que o jogo deixou de ser exclusivo da PlayStation e passou para a Xbox.
 Miguel Patinha Dias | 18:07 - 17/09/2026 

Lembrar que a Microsoft tem alcançado algum sucesso com as adaptações das suas franchises para a televisão e para o cinema, com “Fallout” e “Minecraft” a serem especialmente bem-sucedidos.
Diz o site The Hollywood Reporter que este novo departamento XP dedicar-se-á a mais adaptações de franchises detidas pelos estúdios internos da Xbox - entre as quais estarão “Gears of War”, “Candy Crush”, “Diablo”, “Forza” e “The Elder Scrolls”.
Xbox revela planos para &quot;família de dispositivos&quot; na próxima geração
A responsável pela divisão de videojogos da Microsoft, Asha Sharma, dirigiu-se aos funcionários da empresa numa reunião na última terça-feira, dia 6, onde falou sobre a próxima geração de consolas Xbox - conhecida atualmente como Project Helix.
Conta o site Windows Central que, nesta reunião, Sharma adiantou que a próxima geração de consolas da Microsoft não será composta por apenas um ou sequer dois dispositivos e sim por uma “família de dispositivos”.
Sharma não partilhou detalhes sobre estes novos dispositivos, mas deu a entender que alguns deles podem ser consolas portáteis que permitam aos utilizadores continuarem a jogar mesmo fora de casa.



 Microsoft afasta-se dos videojogos? Líder da Xbox tem resposta 
A CEO da divisão de videojogos da Microsoft, Asha Sharma, afirmou que a Xbox não está à venda. O plano da executiva de reestruturação deverá ter sido aceite pelo CEO e CFO da tecnológica de Redmond.
 Miguel Patinha Dias | 19:38 - 01/10/2026 

“Vamos transitar para uma família de dispositivos na próxima geração”, terá afirmado Sharma. “Não existe um único dispositivo que seja certo para todos. Certamente teremos primeiro uma grande consola, mas também sabemos que muitos jogadores estarão em movimento”.
Além de adiantar que a próxima geração da Xbox será formada por múltiplos dispositivos, a CEO também confirmou que alguns deles podem vir a ser produzidos em parceria com outras fabricantes, à semelhança do que aconteceu com a Asus no lançamento da portátil ROG Xbox Ally.
“Há algumas coisas em que somos os melhores do mundo a produzir e há outras coisas em que faremos parcerias. Partilharmos mais à medida que os nossos planos se forem desenvolvendo. O sistema operativo parece estar a começar a ficar muito bom. Estamos muito entusiasmados com isto”, afirmou Sharma.
Leia Também: &quot;Forza Horizon 6&quot; adiado para 2027 na PS5. Mas há bons motivos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 20:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Ex&#45;alta&#45;comissária da ONU, sul&#45;africana Navi Pillay ganha Prêmio Nobel da Paz</title>
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<description><![CDATA[ Ao receber a notícia, juíza aposentada surpreendeu-se e pensou se tratar de “brincadeira”; ela dedicou vitória aos “sobreviventes de crimes internacionais”; laureada é a quinta sul-africana a receber o prêmio em lista que inclui Nelson Mandela e Desmond Tutu. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 19:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>SpaceX pode tornar&#45;se a próxima grande operadora de telecomunicações</title>
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<description><![CDATA[ A SpaceX poderá tornar-se muito em breve uma das grandes operadoras de telecomunicações dos EUA e competir diretamente com empresas conhecidas deste ramo - como é o caso da Verizon, da T-Mobile e da AT&amp;T.
 
Como conta o site The Verge, a empresa de Elon Musk adquiriu uma série de licenças que permite operar num espetro de baixas frequências e que, na prática, permitirá que o serviço de Internet via satélite Starlink opere de forma mais eficaz dentro de portas e não apenas ao ar livre.
Caso a Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) aprove o acordo, a SpaceX afirma que poderá lançar uma nova arquitetura que combina o sinal da sua constelação de satélites com a rede terrestre.



 Elon Musk integra equipa que vai conceber armas do futuro dos EUA 
O bilionário da tecnologia Elon Musk vai integrar um comité encarregado de identificar as tecnologias e armamentos de que os Estados Unidos vão necessitar no futuro, anunciou na quarta-feira o secretário da Defesa, Pete Hegseth.
 Lusa | 14:14 - 01/10/2026 

“A Starlink já opera a mais avançada rede de banda larga do mundo a partir do Espaço, servindo Internet de alta velocidade a milhões de clientes nos EUA e em todo o mundo”, pode ler-se no comunicado partilhado pela SpaceX no seu site oficial. “Com este espectro de baixa frequência e a nossa constelação de segunda geração, a Starlink Mobile pode agora tornar-se o primeiro operador de rede a lançar um espectro tanto em satélite como terrestre. Uma rede que providencie aos americanos um serviço fiável dentro e fora de portas, em zonas sem sinal de telemóvel e em todos os espaços”.
Elon Musk condecorado por Trump
O Presidente norte-americano, Donald Trump, condecorou quinta-feira Elon Musk com a Medalha Nacional de Ciência, destacando o seu papel como figura relevante na ciência e tecnologia.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, condecorou quinta-feira Elon Musk com a Medalha Nacional de Ciência, assinalando o regresso do à órbita presidencial do bilionário, antigo aliado caído em desgraça no ano passado.
Além do responsável da Tesla e da SpaceX, receberam a distinção, numa cerimónia em Washington, Jensen Huang (líder da gigante de processadores Nvidia), Sergey Brin (cofundador da Google) e Lisa Su (CEO da fabricante de semicondutores AMD).



 &quot;Parece um quadro&quot;. SpaceX partilha fotos de descolagem do Starship 
O foguetão Starship da SpaceX entrou pela primeira vez na órbita da Terra numa missão com duração prevista de dez horas. No entanto, são as fotografias do lançamento que estão a dar que falar.
 Miguel Patinha Dias | 08:29 - 29/09/2026 

Trump foi particularmente elogioso em relação a Musk, figura omnipresente na Casa Branca nos primeiros meses do mandato presidencial em 2025 e anteriormente encarregado de cortes orçamentais no governo federal.
&quot;Elon Musk é o nosso Thomas Edison (inventor da lâmpada elétrica) dos tempos modernos&quot;, elogiou Trump, classificando o bilionário como um &quot;tesouro nacional&quot;.
&quot;Elon, quero felicitá-lo. É meu amigo e alguém realmente, verdadeiramente excecional&quot;, acrescentou o republicano no evento intitulado &quot;Ciência: Uma Nova Era Dourada&quot;.
Leia Também: Em documentário, ex-mulher diz que Elon Musk &quot;prospera no caos&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 19:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Parlamento aprova voto de pesar pelas vítimas dos ataques a Israel</title>
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<description><![CDATA[ O Parlamento aprovou hoje, com abstenção do PCP e BE, um voto de pesar pelas vítimas dos ataques de 07 de outubro de 2023, perpetrados em Israel por milícias palestinianas de Gaza lideradas pelo Hamas.
 
No voto, apresentado pelo Grupo de Amizade Portugal-Israel (composto apenas por deputados do PSD, Chega e CDS-PP), lê-se que o parlamento manifesta &quot;o mais profundo pesar pelas vítimas resultantes deste ataque terrorista&quot; e expressa &quot;a sua solidariedade para com todo o povo israelita e em particular para com as famílias das vítimas&quot;.
Este projeto contou com a abstenção dos deputados do PCP e BE, que ouviram acusações de &quot;vergonha!&quot; por parte das bancadas à direita, nomeadamente do Chega e CDS-PP, no momento da votação. O Governo associou-se a este voto e o embaixador de Israel em Portugal estava a assistir nas galerias.
As bancadas do PCP e do BE apresentaram um segundo voto de pesar, que acabou chumbado, &quot;pelas centenas de vítimas inocentes no ataque de 07 de outubro de 2023, pelas mais de 70 mil vítimas mortais causadas nos últimos três anos na Palestina e pelas demais vítimas no Médio Oriente causadas pela política de colonização e genocídio de Israel&quot;.
O voto, que contou com os votos contra de PSD, Chega, IL, CDS-PP, e a abstenção do &#039;vice&#039; da bancada do PS Pedro Delgado Alves, expressava ainda &quot;solidariedade para com o povo palestiniano&quot; e instava &quot;à imediata concretização do Estado da Palestina e a uma paz justa e duradoura em toda a região&quot;.
No texto apresentado pelo grupo de amizade Israel-Portugal, o único que foi aprovado, refere-se que a 07 de outubro de 2023, &quot;o grupo terrorista Hamas lançou um ataque em larga escala contra Israel&quot;.
&quot;O dia 07 de outubro evoca todos aqueles que foram mortos e foram vítimas de violência quando o Hamas lançou este bárbaro ataque. O ataque causou cerca de 1.200 mortos, na sua maioria civis, entre os quais pelo menos 36 crianças e 364 jovens que participavam no festival de música Nova, e um imenso sofrimento nas famílias e comunidades&quot;, é recordado.
O grupo aponta ainda que foram sequestradas &quot;251 pessoas, homens, mulheres, crianças e idosos, com idades entre os nove meses e os 86 anos, levadas para a Faixa de Gaza como reféns&quot;.
&quot;Entre elas encontrava-se o cidadão luso-israelita Idan Shtivi, raptado junto ao festival Nova, cuja morte o Ministério dos Negócios Estrangeiros lamentou com profunda consternação&quot;, realçam.
No texto, lê-se que várias &quot;organizações internacionais de direitos humanos documentaram a prática, pelos atacantes, de execuções sumárias de civis, tomada de reféns, violação e outras formas de violência sexual, incêndio deliberado de habitações, tortura e maus-tratos, uso de civis como escudos humanos, mutilação e profanação de cadáveres e disparo indiscriminado de &#039;rockets&#039; sobre zonas civis, qualificando estes atos como crimes de guerra e crimes contra a humanidade&quot;.
&quot;As Nações Unidas concluíram, por seu lado, existirem motivos razoáveis para crer que foram cometidos atos de violação e de violação em grupo, bem como violência sexual contra reféns em cativeiro&quot;, termina o texto.
Leia Também: Parlamento aprova regime para corrigir ultrapassagens na carreira docente ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 18:00:04 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Livre e PCP querem ouvir diretora de informação cessante da Lusa</title>
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<description><![CDATA[ O PCP e o Livre apresentaram requerimentos para ouvir a diretora de informação cessante da Lusa, Luísa Meireles, e o Conselho de Administração, após o anúncio de que iria abandonar o cargo, depois de uma proposta da gestão.
 
No seu requerimento, o PCP disse que &quot;as mais recentes notícias sobre os últimos desenvolvimentos na Lusa - Agência de Notícias de Portugal, especialmente sobre a destituição da diretora de informação e dos respetivos adjuntos e sobre alegadas divergências acerca da nomeação de jornalistas para a delegação de Bruxelas, lançam sobre esta empresa estratégica de comunicação social do Estado inquietante quadro que importa clarificar&quot;.
Já o Livre lembrou que na quinta-feira a diretora de informação da Agência Lusa, Luísa Meireles, &quot;comunicou à redação que deixará o cargo a 12 de outubro&quot;, uma saída que &quot;resulta de um acordo de revogação do contrato de trabalho, celebrado depois de o Conselho de Administração lhe ter proposto a saída. Na mesma comunicação, a Diretora de Informação classificou a situação como tendo ficado &#039;insustentável&#039;&quot;.
Segundo o relato da própria, destacou o partido, &quot;os fundamentos para o seu afastamento foram apresentados publicamente pelo Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Carreira, na audição realizada na Assembleia da República a 29 de setembro, tendo sido invocados a aproximação do limite legal para exercício de funções bem como um potencial conflito de interesses decorrente da presidência da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ)&quot;.
Lembrou ainda um comunicado do Conselho de Administração, divulgado no mesmo dia, que refere apenas que &#039;as partes chegaram a acordo quanto às condições da cessação contratual&#039;, referindo que ficam, &quot;no entanto, por esclarecer, a razão pela qual a saída foi antecipada face à data em que a diretora completa 70 anos bem como a razão pela qual o alegado conflito de interesses com a presidência da CCPJ só foi invocado agora, quando a acumulação de funções existe desde fevereiro de 2026&quot;.
Segundo o PCP, tais episódios ocorrem &quot;num contexto de especial atenção em relação à Agência Lusa, em particular no âmbito da discussão, nesta Comissão Parlamentar [Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto], de diversas iniciativas legislativas relativas aos seus Estatutos, bem como da manifestação de receios de controlo governamental da atividade noticiosa da empresa&quot;.
Para o partido justifica-se que a Comissão &quot;obtenha os esclarecimentos que são devidos, desde logo por tratar-se de uma empresa do Estado, que deve estar ao abrigo de quaisquer suspeitas&quot;.
O Livre acompanha as preocupações, apontando que &quot;estes factos ocorrem num contexto de tensão crescente na agência&quot;, tendo os membros eleitos do Conselho de Redação denunciado em audições na Comissão &quot;decisões administrativas que permitem, alegadamente, interferências do Conselho de Administração em matérias editoriais&quot;.
Além disso, lembrou, o Sindicato dos Jornalistas apresentou &quot;queixa à Comissão Europeia relativa aos novos estatutos da Lusa e as negociações salariais terminaram sem acordo&quot;.
Os partidos querem assim ouvir, com &quot;caráter de urgência&quot;, a diretora cessante, os restantes membros da direção de informação e o Conselho de Administração.
Leia Também: Lusa vai reformular cláusulas dos contratos dos delegados internacionais ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
<media:keywords>Livre, PCP, querem, ouvir, diretora, informação, cessante, Lusa</media:keywords>
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<title>Parlamento aprova redução intercalar das taxas do IRS em 2026</title>
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<description><![CDATA[ A proposta do Governo para baixar o IRS em 2026 através da redução das taxas dos primeiros seis escalões de rendimento, entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais, foi hoje aprovada no parlamento.
 
O PCP votou contra a proposta na generalidade, especialidade e votação final global, enquanto o Bloco de Esquerda (BE), Livre e PS abstiveram-se.
O Chega, o Livre e a Iniciativa Liberal (IL) apresentaram igualmente projetos de lei com distribuições diferentes do alívio fiscal nos vários escalões, mas foram rejeitados.
Leia Também: Montenegro &#039;chama&#039; o Sporting ao Parlamento: &quot;Para o ano é que vai ser&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Parlamento aprova regime para corrigir ultrapassagens na carreira docente</title>
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<description><![CDATA[ A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, o reposicionamento na carreira docente decorrente da contabilização do tempo de serviço dos professores, corrigindo ultrapassagens na progressão que foram reconhecidas por todos os grupos parlamentares.
 
Com origem numa iniciativa de cidadãos, o diploma cria um regime excecional de revisão e correção do posicionamento na carreira docente, reconhecendo o &quot;tempo de serviço efetivamente prestado&quot;.
O texto final, apresentado pela Comissão de Educação e Ciência, mereceu os votos favoráveis de todos os partidos, incluindo do PSD, que tinha votado contra a iniciativa de cidadãos na generalidade.
Antes da votação final global, o plenário discutiu e votou, por requerimento do Chega, do PCP e do Livre, propostas de alteração ao texto final global que foram, no entanto, rejeitadas pelo PSD, CDS-PP e IL, com a abstenção do PS.
Os três partidos pretendiam introduzir no diploma garantias que constavam da iniciativa de cidadãos, mas ficaram excluídas do texto final, como o recalculo das pensões no caso dos docentes já aposentados, ou o pagamento das diferenças apuradas desde 2018.
Apesar das diferenças em relação à proposta inicial, os professores responsáveis pela iniciativa que assistiram ao momento da votação nas galerias do hemiciclo reagiram à aprovação do diploma com uma ovação de pé.
Durante a discussão dos requerimentos de avocação pelo plenário do Chega, PCP e Livre, o líder parlamentar do PSD defendeu o texto final, apontando o sentido de responsabilidade do parlamento e do Governo.
&quot;Estamos cientes das injustiças que foram cometidas e votaremos a favor da sua correção, disse Hugo Soares, acrescentando que &quot;é bom que o país saiba (…) que estas opções têm um custo e que as coisas devem ser feitas de forma equilibrada e de forma moderada&quot;.
Pelo PS, que tinha votado favoravelmente a iniciativa de cidadãos em julho, Porfírio Silva afirmou que a responsabilidade de aplicar o regime agora aprovado será do executivo, mas garantiu: &quot;Cá estaremos para fiscalizar a forma como o Governo cumpre as obrigações legais&quot;.
Em junho, quando a proposta foi debatida em plenário, todos os partidos reconheceram que a portaria de 2018 que estabeleceu os termos do reposicionamento na carreira criou situações de injustiça, em que professores viram-se ultrapassados por colegas com menos tempo de serviço.
A portaria garantiu a contagem integral do tempo de serviço dos professores que entraram para os quadros desde janeiro de 2011, mas deixou de fora todos os que vincularam antes.
A iniciativa legislativa de cidadãos &quot;Projeto de Lei pelo Reposicionamento Justo na Carreira Docente&quot;, promovida pelo movimento Professores pela Equidade e Valorização (PEV) foi entregue na Assembleia da República há cerca de um ano, com mais de 24 mil assinaturas.
&quot;O que começou como uma reivindicação de um movimento independente de professores chega agora ao momento decisivo no parlamento&quot;, sublinhou o movimento, num comunicado divulgado na véspera da votação final global.
Antes de saberem se o seu projeto de lei teria luz verde, os professores defenderam ainda que a votação &quot;representa também uma oportunidade para mostrar que a participação cívica e a organização dos cidadãos podem fazer chegar ao parlamento problemas que durante anos permaneceram sem uma resposta satisfatória&quot;.
Leia Também: Parlamento aprova redução intercalar das taxas do IRS em 2026 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>PSD e PS mantêm apoio a recondução de Costa no Conselho Europeu</title>
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<description><![CDATA[ O PS e o PSD garantem que vão manter o compromisso com o atual equilíbrio institucional europeu, incluindo o apoio à renovação do mandato de António Costa à frente do Conselho Europeu, independentemente do resultado das próximas eleições espanholas.
 
Esta garantia foi deixada depois de, no início da semana, o &#039;site&#039; de notícias Politico ter noticiado que altos quadros do grupo europeu dos Socialistas e Democratas (S&amp;D), a que pertence o PS, estão a ponderar passar para a oposição caso o atual presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, perca as próximas eleições legislativas espanholas, em 29 de novembro.
Se isso acontecesse, a proposta do PPE para renovar o atual quadro institucional – que garante que a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu são liderados por personalidades do Partido Popular Europeu (PPE) e o Conselho Europeu por uma figura do S&amp;D – poderia vir a ser posta em causa.
Em declarações à agência Lusa, o eurodeputado do PS Francisco Assis considerou que &quot;seria um erro crasso&quot; o S&amp;D &quot;entrar numa posição dessa natureza&quot;, frisando que uma eventual derrota do PSOE em Espanha não justifica &quot;uma alteração estrutural da situação dos socialistas europeus&quot;.
Assis recordou que os socialistas tiveram um &quot;papel importantíssimo na formação e consolidação do projeto político&quot; europeu e salientou que é impossível continuar a construí-lo &quot;sem um entendimento entre as forças de centro-esquerda e de centro-direita&quot;.
&quot;Isso foi sempre assim: não concebo um projeto europeu sem um entendimento mínimo entre o Partido Popular Europeu (PPE), os liberais, os socialistas e os verdes&quot;, afirmou.
Francisco Assis disse acreditar que &quot;haverá a lucidez suficiente para compreender, independentemente dos resultados das eleições espanholas&quot;, que o S&amp;D tem a &quot;necessidade absoluta de manter este entendimento entre os socialistas e a direita democrática&quot;.
&quot;Se os socialistas denunciassem o entendimento com a direita democrática, evidentemente que isso teria como consequência que perderíamos a presidência do Conselho, e isso é algo que eu acho completamente absurdo, não vejo como é que isso seja sequer pensável&quot;, afirmou, acrescentando que manter António Costa à frente do Conselho Europeu &quot;é muito importante para os equilíbrios políticos europeus&quot;.
Por sua vez, o eurodeputado do PSD Paulo Cunha também frisa que, independentemente do resultado das eleições de Espanha, os sociais-democratas vão continuar a defender a &quot;manutenção do quadro institucional&quot; existente.
&quot;É um quadro que tem dado estabilidade e que, acima de tudo, tem uma dimensão de representatividade daquilo que é a vontade dos cidadãos portugueses. Essa vontade não se mede só pelo número de governos do partido A, B ou C&quot;, destacou.
Paulo Cunha frisou que, apesar de haver o hábito de se reelegerem as lideranças europeias a cada dois anos e meio, o ciclo europeu não deixa de ser de cinco anos e, nesse período, há sempre eleições em vários países europeus.
Nessas eleições, &quot;ora ganha uma tendência mais afeta ao S&amp;D ou mais afeta ao PPE ou aos conservadores ou a outra família política. O que é preciso é que haja uma lógica de estabilidade ao longo do mandato&quot;, referiu.
Para Paulo Cunha, essa lógica &quot;foi assumida no seu início&quot; e espelha a &quot;correlação de forças entre o Parlamento, a Comissão e o Conselho&quot;.
&quot;Essa correlação deve manter-se, mesmo que as circunstâncias em Espanha, como nós desejamos, venham a mudar&quot;, salientou.
Leia Também: António Costa defende aposta da UE em &quot;verdadeira rede multipolar&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:06 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Transição de liderança na Apple &amp;quot;começou há vários anos&amp;quot;, diz Tim Cook</title>
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<description><![CDATA[ O começo de setembro ficou marcado pela transição de liderança da Apple, com Tim Cook a abandonar o cargo de CEO após um período de 15 anos em favor de John Ternus. Cook, que permanece na gigante tecnológica enquanto presidente executivo, foi entrevistado na sede da Apple no Reino Unido onde falou um pouco sobre esta transição.
 
Cook contou ao The Independent que tem sido “uma transição interessante” e que, na verdade, “começou há vários anos”.
“Obviamente, estas coisas não são rápidas e sinto-me tão bem pela forma como as coisas estão a ir”, afirmou Cook. “Penso que tudo correu exatamente como tinha pensado e é excelente. A Apple merecia o melhor”.
O antigo CEO da Apple notou também que a entrada em cena de Ternus no momento em foi anunciado o primeiro telemóvel dobrável da empresa - o iPhone Duo - foi intencional. O objetivo foi dar a Ternus algum impulso inicial.



 A história de Steve Jobs que inspira o novo CEO da Apple 
John Ternus, que assumiu o cargo de CEO da Apple no começo de setembro, é guiado por um maior foco no design e tem até uma história protagonizada por Steve Jobs que o inspira.
 Miguel Patinha Dias | 22:30 - 06/10/2026 

Enquanto presidente executivo, Cook afirmou que está disposto a ajudar o novo CEO de qualquer forma que ele venha a precisar, notando contudo que não vai intrometer-se. 
“O John [Ternus] e eu temos um nível incrível de confiança um no outro. A relação tem de ser baseada em confiança e a comunicação deve ser frequente e significativa”, explicou Cook. “Mas, além disso, aquilo em que estou focado é na política global e relacionar-me com os governos de todo o mundo porque é onde estão as coisas em que estamos a tentar avançar ou a defender mudanças. Há uma quantidade significativa de trabalho nisso e estou a fazer isso e a ajudar o John [Ternus] da forma que precisar. Não me estou a intrometer. Não sou um intrometido”.
Novo CEO da Apple quer despedir e lançar mais produtos
Ainda que tenha acabado de chegar à liderança da Apple, Ternus tem planos para moldar a empresa à sua imagem e, alegadamente, o objetivo passa por reduzir a quantidade de gestores intermédios e acelerar o lançamento de novos produtos.
De acordo com a Bloomberg, Ternus pretende “criar uma organização mais ágil e com maior foco na engenharia”, com os despedimentos a terem como meta “reduzir as camadas entre os engenheiros e os executivos séniores”.
As informações disponíveis indicam que este processamento de despedimentos já está em andamento. A publicação nota que, ao longo das últimas duas semanas, vários trabalhadores de posições intermédias já foram despedidos na divisão de engenharia. “Esses trabalhadores tiveram algumas semanas para encontrarem outras posições dentro da Apple. Aqueles que não conseguirem assegurar novos cargos serão despedidos este ano”, pode ler-se na Bloomberg.



 iPhone Air 2: Design mais fino e bateria mais potente em 2027 
A Apple tem planos para lançar o iPhone Air 2, que será mais fino do que o modelo atual, com uma bateria de alta densidade para manter a autonomia. As informações são baseadas em rumores e não em anúncios oficiais.
 Miguel Patinha Dias | 10:05 - 08/10/2026 

A decisão de Ternus não parece ter sido tomada só quando chegou ao cargo de liderança, com a publicação a indicar que, enquanto vice-presidente sénior da divisão de Engenharia de Hardware, já defendeu que a empresa devia controlar o número de pessoas que contrata.
“Enquanto liderava a divisão de Engenharia de Hardware, [Ternus] contou aos trabalhadores durante uma reunião que a Apple devia contratar menos pessoas, pedir mais dos seus engenheiros atuais e reduzir o excesso organizacional”, conta a Bloomberg. “Durante a apresentação, mostrou um ‘slide’ que mostrava o crescimento anual de trabalhadores e argumentou que a empresa devia conseguir fazer mais com menos funcionários”.
Numa fonte da Bloomberg contou mesmo que o ambiente na Apple está agora mais caótico, notando que os responsáveis por equipas dedicadas ao desenvolvimento de produtos estão a ser pressionados para criarem mais produtos em períodos mais curtos.
Leia Também: Apple adia lançamento da Siri AI na Europa, segundo a Bloomberg ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Sam Altman: &amp;quot;Elon Musk é um bully&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, afirmou em entrevista com a revista Vanity Fair que, apesar de considerar o magnata multimilionário Elon Musk um “bully”, continuaria a trabalhar com ele.
 
As opiniões de Altman sobre Elon Musk foram partilhadas quando o líder da OpenAI foi questionado sobre a colaboração com outras empresas de Inteligência Artificial, com o entrevistar a mencionar a importância de haver colaboração dentro da indústria. Contudo, as disputas entre Altman e Musk nas redes sociais são bem conhecidas, algo que foi apontado como um possível obstáculo a esta colaboração.
“Olha, eu não gosto de ‘bullies’ e eu penso que o Elon [Musk] é um ‘bully’”, afirmou Altman, notando que o tipo de comportamento do líder da Tesla e da SpaceX exigia que, de vez em quando, alguém lhe fizesse frente. “Por isso penso que, de vez em quando, tens de dar um murro no nariz ao ‘bully’”.



 Sam Altman diz que mundo deve aceitar &quot;algumas coisas más&quot; da IA 
O líder da OpenAI, Sam Altman, reconheceu que a Inteligência Artificial poderá criar &quot;algumas coisas más&quot; e que, apesar disso, a tecnologia não deve ser regulada ao ponto de bloquear os benefícios que poderá apresentar.
 Miguel Patinha Dias | 08:25 - 06/10/2026 

Apesar das considerações e opiniões que Altman possa fazer sobre Musk, o líder da OpenAI adiantou que não é contra a ideia de os dois trabalharem juntos. Mais ainda, Altman apontou que Musk só respeita quem lhe responde de igual forma.
“Claro que trabalharei com o Elon [Musk]”, respondeu o CEO da OpenAI, aproveitando ainda que a mesma vontade se aplica a Dario Amodei, o cofundador e CEO da rival Anthropic. “Quero sublinhar o quão estou disposto e quanto penso que toda a nossa empresa está disposta a trabalhar com eles”.
É preciso lembrar que a história entre Sam Altman e Elon Musk não vem de agora e que, na verdade, remonta a 2012 e tem diversos altos e baixos.
A origem do conflito entre Elon Musk e Sam Altman
A história entre Elon Musk e a Sam Altman tem mais de dez anos e remonta a 2012. Na altura, Altman foi apresentado a Musk e teve a oportunidade de partilhar com o líder da Tesla e da SpaceX a ideia inicial para a OpenAI.
Em 2015, Musk fez parte do grupo de 11 cofundadores da OpenAI, que incluia ainda Altman (então presidente da Y Combinator), Greg Brockman (ex-CTO da Stripe), Ilya Sutskever (ex-cientista da Google), entre outros.



 Em documentário, ex-mulher diz que Elon Musk &quot;prospera no caos&quot; 
Justine Musk, que esteve casada com Elon Musk durante 8 anos, revela que o magnata &quot;prospera no caos&quot; no documentário de Alex Gibney, que já gerou uma ameaça legal por parte do empresário.
 Miguel Patinha Dias | 08:38 - 07/10/2026 

A OpenAI começou como uma organização sem fins lucrativos e tinha como missão desenvolver uma Inteligência Artificial que fosse capaz de superar as capacidades humanas, procurando ainda prevenir que a Google ocupasse a liderança desta área.
No entanto, dada a grande necessidade de financiamento para o desenvolvimento da tecnologia, circulou a ideia de transformar a OpenAI numa entidade que visa o lucro. Apesar de, hoje em dia, Musk protestar contra esta transição, a OpenAI alega que o magnata aprovava a ideia antes da sua saída, em 2019.
Acontece que, de acordo com relatos de quem estava na OpenAI na altura, Musk tinha como objetivo assumir a liderança da empresa de Inteligência Artificial e de, eventualmente, fundi-la com a Tesla. Tal acabou por não acontecer e, rejeitado pelos outros fundadores, Musk acabou por abandonar a OpenAI juntamente com os muitos milhões de dólares que havia prometido à empresa.



 Receita da OpenAI caiu 28% em setembro. São quase 20 mil milhões a menos 
A OpenAI informou os investidores de que a receita rondava os 50.000 milhões de dólares (44.700 milhões de euros) no final de setembro, quase 20.000 milhões menos do que o divulgado anteriormente, segundo o Financial Times (FT).
 Lusa | 09:31 - 09/10/2026 

Nos anos que se seguiram, a OpenAI acabou por encontrar a Microsoft como financiadora e, com o lançamento do ChatGPT em 2022, a empresa acabou por se tornar um dos nomes mais reconhecidos do mundo da Inteligência Artificial - reunindo no processo muitos milhares de milhões de dólares em investimentos.
Musk, por outro lado, acabou por fundar a xAI e, desta forma, tornou-se um concorrente da OpenAI sem nunca, contudo, deixar de tecer acusações a Altman - a quem já chamou de “escroque” e chegou a apelidar até de “Scam Altman” (um trocadilho com “scam” que, em português, significa burla).
Leia Também: Elon Musk integra equipa que vai conceber armas do futuro dos EUA ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>BE acusa Governo de cortes nas pensões, Montenegro rejeita &amp;quot;politiquice&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[ O deputado único do BE acusou hoje o Governo de estar a impor cortes nas pensões de cerca de três mil cidadãos, mas o primeiro-ministro insistiu que se trata da devolução de dinheiro indevidamente atribuído e rejeitou &quot;politiquice&quot;.
 
&quot;O seu Governo vai cortar 1.300 euros, em média, a estes pensionistas e a todos que hoje trabalharem mais 40 anos, muitos deles a pedido do seu Governo&quot;, acusou Fabian Figueiredo, durante o debate quinzenal com o primeiro-ministro no parlamento.
Em causa está uma correção da Caixa Geral de Aposentações (CGA) a 2.937 pensões atribuídas entre maio e agosto deste ano, depois de ter sido detetado um erro no cálculo que levou a que fossem fixadas acima do valor previsto na lei.
Fabian Figueiredo criticou este corte, e argumentou que perante o no Supremo Tribunal Administrativo, a CGA não manifestou o entendimento da lei que está a manifestar atualmente.
&quot;O Parlamento, todas as bancadas, têm a obrigação, em sede de especialidade do Orçamento, de garantir que nenhuma pensão é cortada, que a democracia portuguesa é de confiança. Nesse dia não há abstenções, ou se está com as pensões ou se está com o corte&quot;, atirou, numa referência à abstenção do PS na votação na generalidade do Orçamento.
Antes de responder, o primeiro-ministro começou por fazer uma pergunta ao deputado único do BE, cedendo-lhe parte do seu tempo de intervenção: &quot;Se receber indevidamente no pagamento do seu salário mais 93 euros, o senhor deputado devolve ou fica com eles?&quot;.
Fabian Figueiredo respondeu que &quot;se recebesse um cêntimo a mais&quot; indevidamente atribuído devolvê-lo-ia.
&quot;Acontece que as pensionistas descontaram. E agora devolvo-lhe a pergunta: porque é que a CGA, numa sentença num acórdão de há sete meses, teve um entendimento contrário ao que está a ter agora? É que, perante o Supremo, a CGA não teve este entendimento. Entendeu sempre que contam todos os anos de descontos&quot;, argumentou.
Luís Montenegro voltou a rejeitar que esteja em causa qualquer corte de pensões, depois de também o Chega ter feito a mesma acusação no início do debate.
&quot;Se há dúvidas de interpretação jurídica a dirimir, têm de ser dirimidas. Se a conclusão da reflexão a propósito da verificação ou não dos pressupostos jurídicos der o pagamento indevido, ele deve ser devolvido. Em condições socialmente justas&quot;, argumentou.
Montenegro disse ainda que está em causa um universo de cerca de três mil pensionistas, que ganham, em média, 2.475,64 euros, que &quot;têm todo o direito ao cumprimento da legalidade, como qualquer outro&quot;.
&quot;Não faça politiquice com isto. É uma questão de princípio: quem recebe indevidamente deve repor. Quem não recebe indevidamente, naturalmente não deve repor nada&quot;, rematou.
Em média, os pensionistas vão receber menos 93,31 euros brutos por mês, tendo a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, informado entretanto que os valores pagos a mais terão de ser repostos.



 BE acusa Orçamento 2027 de beneficiar os ricos e ignorar trabalhadores 
O Bloco de Esquerda criticou o Orçamento de 2027, acusando o Governo de beneficiar os mais ricos e ignorar os trabalhadores, que, segundo o coordenador José Manuel Pureza, recebem apenas migalhas.
 Lusa | 21:26 - 08/10/2026 
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Mundial2026. Detetadas 240 mil mensagens abusivas nas redes sociais</title>
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<description><![CDATA[ A FIFA detetou mais de 240 mil publicações e comentários abusivos, 20% dos quais classificados como racistas, durante o Mundial2026 de futebol, num universo de mais de 17 milhões de conteúdos analisados, anunciou hoje o organismo.
 
Num relatório divulgado na véspera do Dia da Saúde Mental, a FIFA indica que mais de metade das pessoas protegidas pelo seu Serviço de Proteção nas Redes Sociais (SMPS) &quot;recebeu pelo menos uma mensagem classificada como abusiva&quot; e que &quot;um em cada cinco comentários abusivos foi classificado como racista&quot;.
Segundo o organismo, do total de publicações nas redes sociais analisadas, com recurso à Inteligência Artificial (IA), 477 mil foram encaminhadas para revisão humana e 244 mil foram confirmadas como abusivas.



 &quot;Desinformação será cada vez mais determinada pela IA&quot; 
A IA deixa de ser uma ferramenta operacional e obriga à reconfiguração de toda a cadeia dos media, segundo o relatório do observatório Iberifier Tendências de inovação nos meios de comunicação digitais ibéricos: Cenários da comunicação para 2030.
 Lusa | 14:32 - 28/09/2026 

O documento, no qual a FIFA alerta para o &quot;impacto grave&quot; que o &quot;abuso em linha pode ter na saúde mental das pessoas visadas, podendo contribuir para a ansiedade, o stress crónico e a depressão&quot;, mostra que abusos racistas representam 20%, seguidos das ameaças de violência (14%), e dos abusos xenófobos, que correspondem a 12% do total.
O organismo que gere o futebol mundial refere que a ferramenta de moderação do SMPS - que permite a ocultação de conteúdos indesejados antes de chegarem ao público - analisou automaticamente 60,7 milhões de mensagens de utilizadores nas plataformas oficiais da FIFA e nos canais das associações-membro participantes.
&quot;Deste total, 9,2 milhões de mensagens — 15% de todas as interações — foram bloqueadas e ocultadas do público antes de chegarem à audiência em geral. Entre os conteúdos filtrados encontravam-se publicações que denunciavam atividade claramente fraudulenta, como comportamento semelhante ao de &#039;bots&#039; e &#039;spam&#039;, ou conteúdos prejudiciais&quot;, refere o relatório.
O número de publicações e comentários analisados no Mundial2026 – cerca de 17 milhões - é, segundo a FIFA, inferior ao total de quase 20 milhões registado no Mundial2022, disputado no Qatar
Em sentido inverso, o número total de comentários e publicações revistos por analistas humanos aumentou ligeiramente: de 434 mil na competição realizada em território árabe para 477 mil no torneio organizado conjuntamente por Canadá, Estados Unidos e México.



 RSF: Chatbots de IA permitem acesso a conteúdos de desinformação russos 
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) avisou hoje que os &#039;chatbots&#039; de Inteligência Artificial (IA), como o ChatGPT, permitem o acesso a conteúdos de meios de comunicação estatais russos, tidos como instrumentos de desinformação.
 Lusa | 18:56 - 02/09/2026 

&quot;Isto deve-se ao facto de um maior número de comentários e publicações ter sido intercetado automaticamente, uma vez que a ferramenta de IA se tornou mais eficaz. De facto, o SMPS está a tornar-se cada vez mais eficiente e competente na proteção dos utilizadores e seguidores&quot;, afirma a FIFA, lembrando que &quot;tem colaborado e mantido contactos mais frequentes com as plataformas de redes sociais&quot;.
A FIFA refere ainda que &quot;um total de 2.905 contas atingiu o limiar para uma possível investigação criminal, tendo 786 sido encaminhadas para as autoridades policiais para análise&quot;.
&quot;Destas contas, concluiu-se que 232 tinham publicado conteúdos extremamente graves e ameaçadores, suscetíveis de representar uma ameaça real à segurança, pelo que foram consideradas prioritárias para investigação&quot;, lê-se no relatório.
O SMPS, criado em 2022 antes do Mundial disputado no Qatar, é uma ferramenta da FIFA e do Sindicato Internacional de Futebolistas Profissionais (FIFPro) criada para proteger jogadores, treinadores e árbitros contra o assédio digital em grandes competições.
O sistema utiliza a IA para monitorizar contas públicas, ocultar automaticamente comentários ofensivos ou discriminatórios e denunciar os perfis abusivos às plataformas e autoridades, preservando a saúde mental dos profissionais do futebol.
O Mundial2026, conquistado pela Espanha e que contou com a participação de Portugal, decorreu entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, no Canadá e no México, e foi pela primeira vez disputado por 48 seleções, mais 16 do que nas edições anteriores mais recentes.
Leia Também: Leão XIV considera que preocupações com IA &quot;devem ser levadas a sério&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:00:05 +0100</pubDate>
<dc:creator>Moosala</dc:creator>
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<title>Chega/Açores quer soluções para famílias que não conseguem pagar casa</title>
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<title>OE2027: Montenegro garante a Carneiro planos para PRR e tempestades</title>
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<title>IL critica PS sobre habitação e pede fim às rendas congeladas</title>
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<title>Livre propõe reduzir IVA de 23% para 21% no OE2027</title>
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<title>Montenegro acusa extrema&#45;esquerda de tentar recriar clima de indignação</title>
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<title>Rendas? Carneiro desafia Montenegro, que diz que PS não tem &amp;quot;autoridade&amp;quot;</title>
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<title>AO MINUTO: &amp;quot;Use mentalidade Ronaldo para aumentar rendimentos&amp;quot;</title>
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<title>OE2027: Chega acusa Governo de &amp;quot;traição aos madeirenses&amp;quot;</title>
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<title>Ventura acusa PM de não ter qualidade e é acusado de viver para manchetes</title>
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<title>&amp;quot;Os Altruístas&amp;quot;. Netflix traz série sobre o escândalo FTX em novembro</title>
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<title>AO MINUTO: &amp;quot;São 920 dias sem um único imposto a aumentar&amp;quot;</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Raimundo elogia &amp;quot;dotes de bailarino&amp;quot; de Montenegro, que recusa a dança</title>
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<title>PM nega descontrolo na despesa. &amp;quot;Maior rombo&amp;quot; foram 35h na Função Pública</title>
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<title>Anthropic proíbe que utilizadores sejam cruéis com os seus modelos de IA</title>
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<title>Apple confirma evento para a próxima semana. Eis o que será anunciado</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
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<title>Receita da OpenAI caiu 28% em setembro. São quase 20 mil milhões a menos</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:00:05 +0100</pubDate>
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<title>&amp;quot;Forza Horizon 6&amp;quot; adiado para 2027 na PS5. Mas há bons motivos</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:00:04 +0100</pubDate>
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<title>OE2027. Das &amp;quot;contas sólidas&amp;quot; às &amp;quot;sem certezas&amp;quot;, o que dizem os partidos</title>
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<title>&amp;quot;IA veio reduzir a distância entre uma startup e uma grande empresa&amp;quot;</title>
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<title>Microsoft suspensa por alegada fraude em programa de vistos nos EUA</title>
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<title>Ciberataques a empresas japonesas afetam milhões de utilizadores</title>
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<title>Primeiro&#45;ministro regressa hoje ao Parlamento um dia após entrega do OE</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 07:00:04 +0100</pubDate>
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<title>Chega reúne Conselho Nacional para marcar convenção e analisar OE 2027</title>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 07:00:04 +0100</pubDate>
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<title>Limpar o ecrã da TV: 7 dicas para evitar danos</title>
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<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 23:00:04 +0100</pubDate>
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<title>BE acusa Orçamento 2027 de beneficiar os ricos e ignorar trabalhadores</title>
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<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:00:06 +0100</pubDate>
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<title>OE? Madeira não deve ter de &amp;quot;estender a mão&amp;quot; anualmente a Lisboa</title>
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