West Ham pode deixar Nuno Espírito Santo no desemprego… de mãos a abanar

Fevereiro 3, 2026 - 16:00
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West Ham pode deixar Nuno Espírito Santo no desemprego… de mãos a abanar

O trajeto de recuperação do West Ham sofreu, no passado fim de semana, um revés, com a derrota sofrida na visita ao Chelsea, por 3-2, que colocou um ponto final num ciclo de três triunfos consecutivos, sobre Queens Park Rangers (por 2-1, para a Taça de Inglaterra), Tottenham (por 1-2, para a Premier League) e Sunderland (por 3-1, também para o campeonato inglês).

 

Este desaire, em Stamford Bridge, atirou com os hammers para o 18.º e antepenúltimo lugar da tabela. Neste momento, soma 20 pontos ao cabo de 24 jornadas, menos seis do que a dupla formada por Leeds United e Nottingham Forest, que se encontra já em 'zona de salvação', um cenário que pode mesmo vir a colocar em causa a continuidade de Nuno Espírito Santo no leme da equipa principal.

Isto porque, de acordo com informações adiantadas, esta terça-feira, pelo portal britânico The Athletic, o contrato que une ambas as partes (assinado em setembro de 2025 e válido até junho de 2028) contempla uma cláusula que prevê a rescisão, sem direito a qualquer tipo de indemnização, em caso de despromoção ao Championship, o segundo escalão do futebol inglês.

Uma 'chicotada psicológica' que, no entanto, a confirmar-se, só terá lugar no final da presente temporada de 2025/26, até porque, até este momento, acrescenta a mesma publicação, a direção do clube não deu qualquer sinal de que esteja, efetivamente, a ponderar dispensar os serviços do antigo guarda-redes.

Nuno Espírito Santo, recorde-se, começou a época sentado no banco de suplentes do Nottingham Forest, mas acabou por ser despedido ao cabo de apenas três encontros, nos quais registou um triunfo (sobre o Brentford, por 3-1), um empate (com o Crystal Palace, a uma bola) e uma derrota (ante o West Ham, o seu atual clube, por 0-3).

Curiosamente, o 'salto' para os hammers deu-se menos de um mês depois, na sequência da demissão de Graham Potter, mas a verdade é que a experiência no Estádio Olímpico de Londres não está a correr como o próprio pretendia, visto que, ao fim de 20 partidas, leva dez derrotas, cinco empates e outras tantas vitórias.

Derrota "frustrante" no final de um defeso agitado

Na conferência de imprensa que se seguiu à derrota frente ao Chelsea, Nuno Espírito Santo assumiu que este fora um resultado "frustrante": "É triste que este jogo nos tenha escapado. A ideia é mantermo-nos iguais à maneira como jogámos na primeira parte. O Chelsea iria reagir, mas nós não defendemos".

"Os cruzamentos criaram-nos muitos problemas. Temos de reagir. Esta semana, o importante vai ser reagir, dar a volta e voltar ao mesmo", acrescentou, a propósito de um jogo no qual chegou ao intervalo a vencer, graças aos golos de Jarrod Bowen e Crys Summerville, antes da reviravolta causada por João Pedro, Marc Cucurella e Enzo Fernández.

Ainda assim, o sentimento que reina no clube é de otimismo, sobretudo, após um mercado de transferências de inverno particularmente agitados, que culminou nas aquisições de Pablo Felipe (ao Gil Vicente), Taty Castellanos (à Lazio), Adama Traoré (ao Fulham), Axel Disasi (ao Chelsea) e Keiber Lamadrid (ao Esppor Club).

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