Trump usa homicídio de refugiada para e responsabiliza democratas
Na sua rede social, Trump disse que a vítima - Iryna Zarutska, de 23 anos - que tinha chegado aos EUA como refugiada, foi emboscada por um homem com antecedentes penais e "problemas mentais".
O crime ocorreu em 22 de agosto, mas a sua divulgação foi viral este fim de semana, depois da divulgação de imagens gravadas por câmaras de videovigilância do 'metro' no momento anterior ao apunhalamento.
Trump acrescentou que o autor do ataque "tinha sido detido em 14 ocasiões e libertado sob fiança".
Na sua mensagem, criticou as políticas judiciais democratas e atribuiu a situação ao ex-governador estadual, Roy Cooper, que saiu do cargo em janeiro e se prepara para disputar as eleições para o Senado.
O Departamento de Polícia de Charlotte-Mecklenburg informou que a jovem foi atacada com uma faca por Decarlos Brown Jr., de 34 anos, que foi detido e enfrenta uma acusação de assassínio em primeiro grau.
Trump, que desde 11 de agosto assumiu o controlo federal da segurança em Washington D.C., procura replicar essa medida em outras cidades governadas por autoridades democratas, com o argumento de existência de "crimes sem precedentes".
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