Trabalhou com José Mourinho na AS Roma e deixou garantia: "É como ser..."

Setembro 7, 2025 - 20:00
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Trabalhou com José Mourinho na AS Roma e deixou garantia: "É como ser..."

Guido Fienga, antigo CEO da AS Roma, concedeu, no sábado, uma extensa entrevista ao podcast italiano Thriving Minds na qual, entre outros temas, recordou o tempo em que trabalhou com o treinador ao serviço do emblema italiano.

 

Embora admita que mantém uma relação muito boa com o treinador português, a quem deixou rasgados elogios, o dirigente italiano  reconhece que é muito difícil lidar com o setubalense.

"Em privado, é uma pessoa muito divertida. É um grande desafio ser o CEO do Mourinho, mas não estive lá muito tempo. Num dos primeiros jogos, tivemos quatro cartões vermelhos. Foi uma bela receção, ao estilo Mourinho. Tenho uma boa relação com ele, provavelmente porque não trabalhei muito com ele. Só o trouxe para a AS Roma e trabalhámos juntos durante alguns meses, mas mantemos contacto", começou por dizer Guido Fienga, citado pela Gazzetta dello Sport.

"Quando decidi deixar a AS Roma, Mourinho veio ter comigo e disse: 'Guido, só há dois machos alfa neste clube, e agora um deles está de saída'. E eu respondi: 'Que bom para si'. É por isso que mantive uma boa relação com ele. Para um CEO, trabalhar com um treinador que está constantemente em desacordo com o sistema de arbitragem e a liga é como ser bombeiro na Califórnia [n.d.r região dos Estados Unidos da América onde existem muitos incêndios]. Mas Mourinho é muito inteligente e talentoso. Tenho muito a dizer, mas não posso por causa da reputação de ambos", acrescentou o dirigente italiano.

Guido Fienga foi ainda desafiado a descrever José Mourinho. O antigo CEO da AS Roma descreveu o treinador português em duas palavras… que deveriam ser três.

"Super inteligente, talentoso no que faz, mas a terceira palavra não consigo dizer", finalizou.

Presidente do Fenerbahçe 'ataca' Mourinho

Ali Koç, presidente do Fenerbahçe, quebrou, este domingo, o silêncio sobre o despedimento de José Mourinho e revelou as razões que culminaram na saída do treinador português.

"Foi uma despedida amarga. A nossa química era perfeita. Os sucessos dele são inquestionáveis. Só o facto de poder trazê-lo para cá já foi uma grande conquista. Acima de tudo, foi difícil separar-me de alguém de quem eu era amigo. Sabíamos que nosso treinador jogaria defensivamente quando o trouxemos, mas, no final da última temporada, discutimos a necessidade de jogar de forma mais dominante. O nosso ADN é marcar 99 golos e somar 99 pontos", começou por dizer Ali Koç, citado pelo Fanatik, prosseguindo. 

"Sermos eliminados pelo Benfica não foi um problema, mas a forma como fomos eliminados foi inaceitável. Isso fez-me sentir que o estilo de jogo do ano passado iria continuar. Rescindimos contrato porque acreditávamos que esta equipa poderia jogar melhor neste momento. Este tipo de futebol funciona na Europa, mas na Turquia, temos de esmagar os nossos adversários na maioria dos jogos. Estamos com dificuldades para darmos a volta depois de estarmos a perder em quase todos os jogos", lamentou o líder do Fenerbahçe.

José Mourinho não conquistou qualquer título ao serviço do emblema turco e ficou, assim, na condição de treinador livre.

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