Seguro vê adversários a atacarem-se. Alerta para "inimigos da democracia"

Janeiro 8, 2026 - 02:00
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Seguro vê adversários a atacarem-se. Alerta para "inimigos da democracia"

"Esta é uma das eleições mais importantes do nosso regime democrático, porque à espreita estão os inimigos da democracia. E o voto no Seguro é também um voto para fortalecer a nossa democracia e combater os populismos em Portugal", defendeu hoje o candidato num comício na Casa do Campino, em Santarém.

 

O candidato apoiado pelo PS observou ainda que os adversários se estão a atacar uns aos outros, e até já o incluem a si, preferindo focar-se nos "problemas do país".

"Enquanto os meus adversários se entretêm a atacar uns aos outros, e agora pelos vistos também a mim, nós entretemos-nos a discutir os problemas do país e a encontrar soluções para que os portugueses tenham uma vida digna e uma vida melhor", referindo que esse é a razão da sua candidatura.

Seguro acredita até que "os portugueses já viram a diferença" e, por isso, é que "todos os dias chegam mais mulheres e mais homens" chegam à sua candidatura.

"Venham de onde vierem, da esquerda, da direita, do centro, de sítio absolutamente nenhum do ponto de vista das opções políticas ou partidárias, cada portuguesa e cada português são muito bem-vindos", salientou António José Seguro.

O antigo líder do PS voltou ainda a posicionar-se como representante do equilíbrio do sistema político nacional, dando como exemplo as alterações à legislação laboral.

"Vejam o exemplo das alterações à legislação laboral, que verdadeiramente não tinham absoluta nenhuma razão de ser. Eu fui claro e disse, se o diploma chegasse a Belém como estava, eu vetaria esse diploma", recordou.

Seguro apontou que os seus adversários à direita, "bloco que tem quase todo o poder em Portugal", ou "fariam precisamente o contrário, ou então entrariam em hesitações, ou mudaram rapidamente de opiniões quando viram que os portugueses não queriam essa legislação".

"Aqui está um exemplo do que o equilíbrio pode fazer a diferença. O equilíbrio é a garantia que aqui estamos contra os abusos de poder. Porque quando o poder é excessivo, deve haver vigilância. Deve haver pesos e contrapesos. Deve haver limites. O poder não é fazer-se o que se quer. Isso é nas ditaduras", asseverou.

Já na democracia, "o poder deve respeitar todas e todos os portugueses, deve respeitar maiorias e deve respeitar minorias", para garantir "um Portugal moderno e justo", referiu.

O comício de Santarém contou com a presença da viúva do capitão de Abril Salgueiro Maia, Natércia Maia, e a mandatária distrital da candidatura, a enóloga Maria Alexandra Vicente, ofereceu ao candidato uma garrafa de vinho "António José Seguro - Vintage 1962" - o ano de nascimento de Seguro - cujo rótulo tem o Palácio de Belém no fundo, mas o presente é só "para abrir no dia 18 de janeiro", dia das eleições.

A campanha eleitoral, que arrancou no domingo, termina em 16 de janeiro.

[Notícia atualizada às 23h09]

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