Seguro recusa fazer "aproveitamento político" de investigações judiciais
No final de um encontro com o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, que decorreu hoje em Lisboa, Seguro foi questionado pelos jornalistas sobre a notícia de hoje da revista Sábado de que o Ministério Público (MP) de Almada está a investigar vários ajustes diretos aprovados por Gouveia e Melo enquanto comandante Naval da Marinha.
"Quero dizer duas coisas muito claras. Primeiro, a lei aplica-se a todos. Segundo, eu não aproveito processos de investigação para fazer aproveitamento político", respondeu, sinteticamente, António José Seguro.
Sobre se teme que as duas semanas de campanha eleitoral para as eleições presidenciais de 18 de janeiro sejam marcadas por casos como este, o candidato presidencial apoiado pelo PS assegurou que, por si, não.
"Desejo que não seja porque o que é preciso é apresentar propostas para resolver os problemas dos portugueses", enfatizou.
O candidato presidencial Gouveia e Melo manifestou-se hoje tranquilo sobre a investigação a ajustes diretos realizados na Marinha, afirmando que "quem não deve não teme", e declarou-se disponível para responder se for notificado.
"Eu sou totalmente transparente. Quem não deve, não teme. Se for notificado, vou responder. Nós não escondemos nada", afirmou, em resposta a jornalistas em Angra do Heroísmo, nos Açores, à margem de uma visita à incubadora de empresas Start Up Angra.
A revista Sábado noticiou hoje que o Ministério Público (MP) de Almada está a investigar vários ajustes diretos aprovados por Henrique Gouveia e Melo enquanto comandante Naval da Marinha, entre 2017 e 2020.
Confrontado com esta notícia, Gouveia e Melo disse que nunca foi notificado, nem ouvido em nenhuma das qualidades, acrescentando que nem conhecia a existência do processo no DCIAP de Almada, tendo descoberto apenas pela Sábado.
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