Seguro considera que vitória "é possível": "Está ao nosso alcance"
"Conto com cada um de vós, conto com os portugueses, conto com Portugal para começarmos um novo futuro e para construirmos um país moderno e um país justo, para deixarmos aos nossos filhos um país melhor do que aquele que recebemos dos nossos pais. Sim, a vitória é possível. A vitória está ao nosso alcance", defendeu Seguro esta tarde, em Lisboa.
O candidato presidencial apoiado pelo PS escolheu a apresentação da sua Comissão de Honra para o arranque oficial da campanha às presidenciais, tendo juntado muitos desses nomes numa sessão que contou com muitas figuras do PS, desde logo o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, que integra a Comissão de Honra.
Segundo os dados disponibilizados pela candidatura, são mais de 1.500 as pessoas que integram esta lista, entre os quais 49 deputados do PS, seis eurodeputados socialistas, 129 presidentes de câmara e 21 presidentes de federação do PS.
Fazem parte da Comissão de Honra os ex-ministros Adalberto Campos Fernandes, Alberto Martins, Alexandra Leitão, Ana Jorge, Ana Mendes Godinho, Duarte Cordeiro, Fernando Medina, João Costa, João Soares, José Vera Jardim, Luís Braga da Cruz, Luís Campos e Cunha, Luís Filipe Castro Mendes, Manuel Caldeira Cabral e Nuno Severiano Teixeira.
Integram também as ex-candidatas presidenciais Ana Gomes e Maria de Belém Roseira, bem como Manuel Alegre, além do capitão de Abril Vasco Lourenço.
Da comissão fazem também parte figuras do PS como Álvaro Beleza, André Moz Caldas, António Lacerda Sales, Ascenso Simões, Basílio Horta, Isabel Soares, Jamila Madeira, João Proença, José Maria Costa, Sérgio Sousa Pinto ou Vitalino Canas, assim como os economistas António Rebelo de Sousa (irmão de Marcelo Rebelo de Sousa) e Luís Aguiar-Conraria, a historiadora Irene Flunser Pimentel ou o consultor de políticas anticorrupção João Paulo Batalha.
Integram ainda a lista personalidades da cultura, desporto e entretenimento, como Ana Cabecinha (atleta), Henrique Calisto (treinador de futebol), Beatriz Batarda (atriz), Francisco Moita Flores (escritor), Inês Pedrosa (escritora), José Jorge Letria (presidente da Sociedade Portuguesa de Autores), Luís Represas (músico), Rita Ferro Rodrigues (apresentadora) e Válter Hugo Mãe (escritor).
A sessão serviu também para apresentar os mandatários, tendo o mandatário distrital de Lisboa, Guilherme d'Oliveira Martins, recordado no seu discurso que, quando ele e Seguro integravam o Governo de António Guterres, pôde "testemunhar as suas qualidades de governante".
O antigo ministro da Educação, Finanças e ex-presidente do Tribunal de Contas lembrou que o Presidente da República, na atual Constituição, é "um moderador ativo", sendo a questão fundamental "garantir o respeito pela separação e interdependência de poderes".
Já a mandatária da Juventude, Rita Saias, defendeu que Seguro "é o único candidato que reúne as características indispensáveis" para os tempos atuais como "a decência, a coragem, a verticalidade".
Rita Saias destacou a "capacidade de juntar todos à mesma mesa para um desígnio comum" que tem o candidato apoiado pelo PS, estando do "lado da decência de quem não deixa ninguém para trás" e de quem "não ostraciza aqueles que pensam diferente porque sabe que o caminho se faz com todos".
Por fim, a mandatária nacional Maria do Carmo Fonseca elogiou a escolha de uma mulher e de uma cientista, ela própria, para a posição, dando "voz a todos os cientistas e à Ciência que se faz em Portugal".
Além disso, considerou que António José Seguro "traz uma visão muito inovadora para o chamado magistério de influência que o Presidente da República pode fazer", dando como exemplo o pacto para a saúde proposto pelo candidato.
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