Roberto Martínez não vê fim para Cristiano Ronaldo: "Pode durar, durar…"
Roberto Martínez concedeu, este sábado, uma extensa entrevista à estação televisiva britânica BBC Sport, na qual abordou diversos temas, começando, desde logo, começando, desde logo, como tem sido trabalhar com Cristiano Ronaldo, desde que assumiu o comando técnico da principal seleção de Portugal, em janeiro de 2023.
"É muito fácil, devido aos padrões elevados que ele tem, às expetativas que ele tem sobre como o trabalho deve ser feito e ao compromisso dele para com o jogo. Ele é, verdadeiramente, um exemplo do que deve ser feito para representar Portugal e a seleção nacional. E, agora, adaptou-se, obviamente, depois de 21 anos na seleção nacional", começou por afirmar.
"Ele é um goleador, é um jogador importante para nós, e é o jogador que ele é, agora, que é importante para mim. Enquanto selecionador nacional, um jogador que marcou 25 golos nos 30 últimos jogos internacionais... Não é que ele esteja a jogar devido àquilo que fez no passado, está a jogar devido ao que faz, agora", acrescentou.
O treinador espanhol recusou, de seguida, colocar um 'prazo de validade' no avançado do Al Nassr (clube no qual passa por um momento mais conturbado), que festejou o 41.º aniversário no passado dia 5 de fevereiro: "Bem, nós temos todos os números. Se vais analisar um jogador que está em quebra, no nível físico... Não é esse o caso".
"Os dados físicos dele são os de um jogador que pode durar, durar e durar. Eu penso que é mais uma questão de quando ele sentir que chegou a altura certa. Eu penso que ele é um jogador que é muito crítico de si mesmo. Quando ele não vir que é capaz de ajudar a equipa, vai ser ele que irá decidir quando parar", sublinhou.
"Portugal conquistou tudo com exceção do Mundial"
Nesta mesma entrevista, Roberto Martínez insistiu que a pressão que está a ser colocada sobre Portugal, na antecâmara do Campeonato do Mundo de 2026, é "desfrutável", pelo que o plano passa por ir jogo a jogo, ainda que reconheça que não lhe falta 'mão de obra' para sonhar com um feito que seria histórico.
"Nós chegamos a Portugal, um país com enorme tradução, que criou sempre grandes jogadores, ao longo da história, e, agora, celebrámos o momento no qual Eusébio conquistou a Bola de Ouro, em 1965. Tivemos jogadores como Luís Figo, João Pinto, Rui Costa... É uma tradição, em Portugal, mas eles conquistaram tudo com exceção do Mundial", atirou.
"Nós temos um compromisso incrível por parte dos jogadores, porque este é, provavelmente, um misto de quatro gerações. Temos desde o capitão [Cristiano Ronaldo], que tem 41 anos de idade, ao jogador mais jovem [João Neves], que nasceu no ano em que o capitão fez a sua estreia pela seleção nacional", prosseguiu.
"Por isso, estamos ansiosos. O primeiro passo foi conquistar a qualificação. Fizemos isso, e eu acredito sempre que nunca houve uma equipa vencedora que assim tenha chegado à competição. A equipa vencedora torna-se na equipa vencedora durante o torneio", completou o timoneiro da equipa das quinas.
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