Reconhecimento da Palestina afigura-se um "passo essencial" para a paz
"O reconhecimento do Estado da Palestina significa afirmar que a paz só será possível com dois Estados viáveis, reconhecidos e seguros, que vivam lado a lado", reiterou o socialista.
Para António José Seguro, este passo "é também uma afirmação de respeito pelo direito internacional, pela dignidade humana e pela paz".
O candidato presidencial salientou ainda a necessidade de Portugal estar do lado da "solução política que permita uma paz duradoura, baseada no diálogo e na coexistência pacífica entre Israel e Palestina".
O socialista já se tinha manifestado relativamente a este tema, numa publicação do Facebook em 01 de agosto, onde escreveu que "o reconhecimento não é, nem deve ser, um gesto contra Israel".
Portugal reconheceu hoje formalmente o Estado da Palestina, segundo anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
"Hoje, dia 21 de setembro de 2025, o Estado português reconhece oficialmente o Estado da Palestina", disse o chefe da diplomacia portuguesa, numa declaração na missão portuguesa junto às Nações Unidas, em Nova Iorque.
Portugal juntou-se assim ao Reino Unido, Canadá e Austrália, que comunicaram essa decisão ao início da tarde de hoje, tornando-se o 13.º país da União Europeia a reconhecer o Estado palestiniano.
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