Pesar do Livre pelas "vítimas de violência política" nos EUA chumbado
A iniciativa contou com os votos favoráveis do PS, IL, Livre, PCP, BE, PAN e Juntos Pelo Povo (JPP).
No projeto apresentado pelo Livre lê-se que "o aumento da intolerância e aceitação do ódio divide todas as sociedades" e que "esta realidade tem sido particularmente visível nos EUA, onde se têm verificado vários feridos e várias vítimas mortais nos últimos anos".
"Sublinha-se que nenhuma morte é justificada por mais obscena que seja a opinião de cada indivíduo. Na política, violência nunca é solução", defendem os deputados do Livre.
O Livre enumera um conjunto de episódios que considera "particularmente graves", recuando ao ataque ao capitólio dos EUA, em 2021, "após a derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais" no qual "cinco pessoas perderam a vida".
Mais recentemente, em setembro deste ano, o Livre refere o assassinato do influenciador ultraconservador norte-americano Charlie Kirk, que gerou forte polémica.
O partido refere ainda que em 2022 o marido da democrata e antiga Presidente da Câmara dos Representantes dos EUA Nancy Pelosi foi "agredido em sua casa"; em junho deste ano "a deputada democrata Melissa Hortman e o seu marido foram assassinados em Minnesota" e, no mesmo mês, "um senador democrata do Senado do Minnesota, John Hoffman, e a sua mulher, foram atacados, tendo ficado feridos", entre outros episódios.
O projeto pretendia que a Assembleia da República manifestasse "o seu pesar por todas as vítimas de violência política nos EUA" e enviasse as condolências para a Embaixada norte-americana, mas não mereceu o consenso de todas as bancadas.
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