Parlamento unânime no pesar pela morte de Liberto Cruz
Liberto Cruz, que faleceu no passado dia 09, em Sintra, foi também poeta, ensaísta, tradutor e docente na Universidade da Alta Bretanha, em Rennes, onde esteve com o antigo Presidente da República e fundador do PS, Mário Soares.
Na Universidade de Vincennes, em Paris, introduziu em França o estudo das literaturas africanas de expressão portuguesa, foi conselheiro cultural da embaixada em França e diretor na Fundação Oriente.
Liberto Cruz destacou-se também por ter fundado a revista Sibila. Dirigiu uma coleção na editora Ulisseia, foi presidente da Associação Portuguesa de Críticos Literários, membro da direção da Sociedade Nacional de Belas Artes e responsável pela gestão cultural do Convento da Arrábida.
No voto apresentado pelo PS refere-se que ainda que publicou os seus primeiros livros de poemas ainda jovem, em edições de autor: Momento (1956), A tua Palavra (1958), Névoa ou Sintaxe (1959).
"Da sua vida poética, ressalta a profunda ligação que em se operou entre o escritor e o cidadão", acrescenta-se no texto da bancada socialista, que foi lido pelo deputado Porfírio Silva.
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