"Não foi sorte nenhuma. Foi um grande resultado, fruto da confiança"
O candidato presidencial António José Seguro disse, esta segunda-feira, que está "preparado para tudo" o que as próximas três semanas até à 2.ª volta guardam, mostrou-se "confiante" com a nova ida às urnas e, sem revelar quem, disse que novos apoios à sua candidatura iam surgir.
"Não foi sorte nenhuma. Foi um grande resultado, fruto da confiança que se estabelece comigo e com os portugueses e dos portugueses comigo", disse, quando questionado sobre os resultados da ida às urnas no domingo.
Seguro foi também questionado sobre os apoios que têm surgido nas últimas horas, inclusive, da Direita - são destes exemplo Miguel Poiares Maduro ou José Miguel Júdice.
"Representa que o apelo que eu ontem fiz está a ser bem sucedido. Ontem apelei a democratas, a todos progressistas e humanistas para se juntarem a esta candidatura, que é uma candidatura pela liberdade e pela democracia num momento muito exigente da vida do nosso país, Europa e até do mundo", apontou, acrescentando: "E sei que há outros [apoios] que estão em vias de ser tornados públicos, e isso é muito bom."
Seguro deixou claro que o trabalho não parou, dado que já teve uma reunião de trabalho esta segunda-feira, e a agenda não ficou por aí: "Para prepararmos estas três semanas de campanha."
Rejeitando revelar se os telefonemas que foi recebendo nas últimas horas vieram mais da Direita ou da Esquerda, Seguro mostrou-se confiante que a candidatura "está seguir o seu caminho".
Questionado sobre se já tinha falado com o atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, Seguro disse que "não, não". "Isto foi só a 1.ª volta. É normal que todas as personalidades que desempenham cargos como o cargo de chefe de Estado, telefonem apenas quando há um vencedor. Espero que receber essa chamada a 8 de fevereiro", atirou, dando conta, por outro lado, recebeu chamadas de todos os candidatos, inclusive do agora do único adversário: "Felicitou pela vitória."
"Sou um democrata, recebo os telefonemas de todas as pessoas. Geralmente é essa, digamos, a praxe. Os candidatos que felicitam quem ganhou as eleições", apontou.
Já 'ao trabalho' e com "confiança", Seguro adiantou ainda que a sua posição irá em linha com aquela que assumiu na campanha para a primeira volta: "Não está nada ganho. Há uma 2.ª volta no dia 8. É necessário que todos aqueles que votaram na minha candidatura o voltem a fazer e que se somem a esses votos mais votos."
"Não vou parar até ao dia 8 de março de 2031. Pelo menos, até aí, não pararei. Ainda não fui eleito, tenho essa expetativa, muita confiança. Tomarei posse a 9 de março e depois trabalhei todos os dias do meu mandato, cinco anos", sublinhou.
"Estou preparado para tudo", reforçou Seguro, quando questionado sobre a estratégia política de Ventura, inclusive quando no domingo Ventura disse que "o socialismo mata".
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, no domingo, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23%.
Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, com 16,%, à frente de Gouveia e Melo, com 12%, e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS, com 11%.
À esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2%, António Filipe (PCP) teve, 1,6% e Jorge Pinto (Livre) 0,6%, que ficou abaixo do cantor Manuel João Vieira que conseguiu 1%. O sindicalista André Pestana recolheu 0,2% e Humberto Correia 0,08%.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, no domingo, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23%.
Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, com 16,%, à frente de Gouveia e Melo, com 12%, e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS, com 11%.
À esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2%, António Filipe (PCP) teve, 1,6% e Jorge Pinto (Livre) 0,6%, que ficou abaixo do cantor Manuel João Vieira que conseguiu 1%. O sindicalista André Pestana recolheu 0,2% e Humberto Correia 0,08%.
[Notícia atualizada às 16h29]
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