Movimento 2031? Cotrim agradece "adesão em massa": "Mais de 15 mil"

Janeiro 27, 2026 - 23:00
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Movimento 2031? Cotrim agradece "adesão em massa": "Mais de 15 mil"

O ex-candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo anunciou, na passada sexta-feira, dia 23 de janeiro, o lançamento de um "movimento cívico" - numa revelação que surgiu menos de uma semana depois de ter sido derrotado na corrida a Belém, ficando à margem da 2.ª volta, que será disputada por António José Seguro e André Ventura. Agora, veio agradecer o apoio que já conseguiu.

 

Esta terça-feira, o liberal fez uma 'atualização' nas redes sociais, onde quis agradecer ao apoiantes: "Não podia deixar de vos dar um enorme abraço pela adesão em massa que fizeram ao Movimento 2031", começou por salientar. 

"Ontem eram mais de 15 mil, estamos a caminho das 20 mil [inscrições], gostaria imenso que chegássemos às 25 mil - era um sinal de pujança fantástico de todos aqueles que nas Presidenciais, e de uma forma geral, querem que Portugal mude, seja mais moderno, e que seja mais vivo e possa realmente realizar todo o seu potencial", disse ainda.

João Cotrim de Figueiredo revelou também que o Movimento 2031 está "a tratar da parte organizativa" para "podermos ter os primeiros eventos e os primeiros grandes anúncios tão rapidamente quanto possível"

A mensagem - que pode ver abaixo - termina com um "muito obrigado" aos seus apoiantes.

Cotrim lançou "movimento cívico", "apartidário"

No anúncio deste movimento, na semana passada em entrevista à SIC Notícias, João Cotrim de Figueiredo revelou: "Vou lançar hoje um movimento, o Movimento 2031. Já se podem inscrever para um movimento que é um movimento cívico-político, apartidário. Não é um partido político, que fique claro". 

O candidato, que foi apoiado pela Iniciativa Liberal (IL) nas Presidenciais, explicou que este movimento "pretende apenas que esses 900 mil votos que aderiram - e aderiram em massa - a uma forma de fazer política mais positiva, mais otimista, exigente e com mais ambição, não fiquem sem um sítio onde possam manter aquela energia e vontade de colaborar e participar."

Cotrim Figueiredo apontou ainda que o movimento está aberto "a todos os portugueses", vindos de qualquer partido. E salientou: "É um movimento apartidário, mas não é apolítico. Vamos tentar congregar vontades."

O antigo presidente da IL deu ainda como exemplo o caminho que fez com a sua candidatura a Belém, apontando que "não teve particulares recursos" e que esta foi uma candidatura que partiu de uma base eleitoral "baixa."

"Mas à custa apenas da sua positividade, alegria e da forma positiva como comunicávamos, atraiu esta gente toda: do Partido Socialista até ao Chega", atirou.

Cotrim lança

Cotrim lança "movimento cívico". Presidenciais? "Não votarei Ventura"

O ex-candidato presidencial João Cotrim Figueiredo anunciou o lançamento de um "movimento cívico". Para a 2.ª volta das Presidenciais, o liberal disse que "certamente" não vai votar em André Ventura, mas não foi tão esclarecedor quando questionado sobre um voto em branco ou em António José Seguro. Ana Teresa Banha com Lusa | 22:05 - 23/01/2026

Recorde-se que o terceiro candidato mais votado na primeira volta das eleições presidenciais, reiterou, já esta terça-feira, que não vai votar em André Ventura na segunda volta, mas sublinhou que anunciar um apoio público a António José Seguro é dar ao candidato apoiado pelo Chega "aquilo que ele mais deseja". 

"Já tive ocasião de deixar claro em quem é que ia votar. Acho é que verbalizar isto da forma como tem vindo a ser feito, criando este autêntico desfile de apoios a um único candidato, está a dar a outro candidato aquilo que ele mais deseja: a característica de ser o único num determinado campo", afirmou, em declarações à CNN Portugal.

"Escolha é entre estar parado e andar para trás. Eu prefiro estar parado"

João Cotrim de Figueiredo, o terceiro candidato mais votado na primeira volta das eleições presidenciais de 2026, reiterou que não vai votar em André Ventura na segunda volta. Ainda assim, lamentou que António José Seguro queira um Portugal "parado". Márcia Guímaro Rodrigues com Lusa | 11:54 - 27/01/2026

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