Medvedev nega submarino de Trump: "Mais um episódio deste thriller"

Outubro 1, 2025 - 11:00
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Medvedev nega submarino de Trump: "Mais um episódio deste thriller"

O antigo presidente russo, Dmitry Medvedev, decidiu refutar as alegações do presidente norte-americano, Donald Trump, que alegou ter enviado submarinos nucleares para vigiar a Rússia. 

 

As afirmações do líder dos Estados Unidos da America aconteceram esta terça-feira, quando Trump afirmou que o envio aconteceu após uma provocação de Medvedev. "A Rússia ameaçou-nos um pouco recentemente, e enviei um submarino nuclear”, disse.

Em resposta, o russo recorreu às redes sociais, para se referir às alegações de Trump como “mais um episódio deste thriller”, refere a Reuters.

“Mais uma vez, o Trump veio com a teoria dos submarinos que alegadamente enviou para a costa russa, alegando que estão muito bem escondidos”, começa por escrever.

“Como se costuma dizer, é muito difícil encontrar um gato preto num quarto escuro – especialmente se ele não estiver lá”, acrescenta.

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Trump fala em "guerra interna" nos EUA e gaba-se de arsenal nuclear

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu hoje que o país enfrenta "uma guerra interna" ligada à imigração, e afirmou que as forças militares norte-americanas são superiores às chinesas e russas, elogiando o arsenal nuclear norte-americano. Lusa | 17:08 - 30/09/2025

O chefe de Estado norte-americano destacou, esta terça-feira, o poderio nuclear dos Estados Unidos, garantindo que Washington dispõe do "melhor" e "mais recente" arsenal do mundo, superior ao da Rússia e da China.

Trump recordou o envio, no início do mês, de dois submarinos nucleares para perto da costa russa, após declarações do ex-presidente russo Dmitri Medvedev, atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia.

"A Rússia ameaçou-nos um pouco recentemente, e enviei um submarino nuclear. A arma mais gira alguma vez fabricada", afirmou Trump, acrescentando que esse submarino "é impossível de detetar" e que os EUA estão "25 anos à frente" de Moscovo e Pequim nesta área.

Contudo, e apesar de garantir a superioridade norte-americana, Trump alertou que Rússia e China poderão igualar os EUA em cinco anos.

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