Luís Filipe Vieira tenta falar, não consegue e AG do Benfica é suspensa
A Assembleia Geral do Benfica destinada à votação do Relatório e Contas relativo à passada temporada de 2024/25 foi, ao final da manhã deste sábado, interrompida, ao cabo de, sensivelmente, três horas, devido ao clima de contestação que se fez sentir no Pavilhão da Luz.
Tudo começou quando Luís Filipe Vieira, antigo presidente e candidato às eleições do próximo dia 25 de outubro, procurava discursar, mas sem sucesso, dadas as vaias e os insultos de que foi alvo, quando subiu ao púlpito. Rui Costa, atual líder máximo do clube, ainda procurou serenar os ânimos, mas sem sucesso.
Luís Filipe Vieira chegou ao local, aproximadamente, 15 minutos depois do arranque da reunião magna, rodeado de uma equipa de seguranças, e sentou-se ao lado de João Correia, candidato à presidência da Mesa da Assembleia Geral pela lista que lidera, e desde cedo foi alvo de protesto.
Um dos primeiros sócios a dirigir-se ao público apontou, de resto, de imediato o dedo ao antecessor de Rui Costa, face ao "legado" que deixou. Quando o próprio se levantou, foi 'brindado' por cânticos de alguns presentes, tendo-se ouvir "O Benfica é nosso e há-de ser".
Foi então que, à chegada ao púlpito, o cenário 'descambou'. Por entre assobios, não conseguiu pronunciar-se, gerando um clima de tensão que culminou, inclusive, em agressões entre associados, quando Nuno Magalhães tentava encontrar maneira de prosseguir com o evento.
[Notícia em atualização]
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