Li Qiang pede à UE que evite "politização" económica
Li recordou que tanto a reunião de julho, em Pequim, entre os dois líderes e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, como a cimeira China - União Europeia então realizada serviram para alcançar consensos, que agora devem ser postos em prática, segundo a agência noticiosa oficial Xinhua.
O governante chinês considerou que a relação bilateral se manteve ao longo de cinco décadas, apesar das mudanças internacionais, graças ao "diálogo fluido" e à procura de soluções para as diferenças.
Li defendeu que Bruxelas cumpra os compromissos de manter abertos os mercados de comércio e investimento e reiterou a rejeição de Pequim a que divergências económicas sejam transformadas em instrumentos políticos ou de segurança.
"China e UE devem centrar-se nos interesses comuns e ampliar a cooperação em benefício de ambas as partes", afirmou, segundo a nota divulgada pela Xinhua.
Von der Leyen salientou que, como duas das principais economias do mundo, a União Europeia e a China têm a responsabilidade de reforçar o diálogo, "aumentar a compreensão mútua" e avançar na cooperação em áreas como o comércio, o investimento, o ambiente e a luta contra as alterações climáticas.
O encontro decorreu num contexto de tensões comerciais, marcado pelas tarifas aplicadas por Bruxelas aos veículos elétricos chineses e pelas investigações contra produtos agroalimentares europeus, questões que em julho impediram um maior avanço político na cimeira de Pequim.
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