Jorge Pinto quer TAP a liderar transição ecológica na aviação
Em declarações aos jornalistas no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, em Lisboa, Jorge Pinto considerou que Portugal tem "condições únicas no que diz respeito aos novos combustíveis" e que a TAP deve fazer parte de uma política pública para o setor.
Para o candidato, os novos combustíveis são "essenciais para uma transição ecológica na aviação".
"Por que é que nós não apostamos numa TAP pública, coordenada com uma política de produção de novos combustíveis, que lidere também, a nível mundial até, a transição do setor da aviação? Eu acho que o que podemos fazer, e acho que um Presidente da República deve ser ambicioso em relação à visão que tem para o país e, neste caso, em relação também à companhia aérea de bandeira em Portugal", afirmou.
Quanto aos resultados trimestrais da TAP, hoje divulgados, que apontam para um lucro de 126 milhões de euros, o candidato afastou preocupações e afirmou que a empresa só passou a apresentar resultados positivos quando foi renacionalizada, voltando a rejeitar a perspetiva de privatização.
Em relação à greve geral convocada pela UGT e CGTP para o dia 11 de dezembro, Jorge Pinto disse que "ficaria surpreendido" se a paralisação não se concretizasse, mas que respeita qualquer que seja a decisão das centrais intersindicais.
O candidato presidencial falava aos jornalistas à margem da visita à exposição cultural "Complexo Brasil", no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, em Lisboa, que considerou representar a ideia de uma "cultura que abre Portugal ao mundo".
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