Imigração, economia e… "Vieirópolis" num debate marcado por trocas acesas
Os 11 candidatos à Presidência da República confrontaram-se, na noite de terça-feira, no único debate televisivo com todos os potenciais sucessores de Marcelo Rebelo de Sousa, na antena da RTP.
O tema da imigração voltou a estar em cima da mesa e ficou marcado por divergências entre os candidatos a Belém. Desde logo, há quem defenda que é necessário haver uma imigração regulada e há, por outro lado, quem defenda que há quem se dedique a “atacar os imigrante porque não querem debater a economia”.
O confronto foi igualmente marcado por trocas acesas e acusações mútuas, protagonizadas por Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo, mas também por André Pestana e André Ventura. O líder do Chega entrou também em rota de colisão com Jorge Pinto, que acusou de estar a defraudar os portugueses com a proposta de um pacto à Esquerda, por forma a garantir que um candidato desse espetro político siga até à segunda volta.
Além de ter criticado este hipotético pacto, Ventura considerou que, “quando acabamos de ouvir Seguro, ficamos exatamente onde estávamos”, já que, na sua ótica, o antigo líder socialista propõe pactos sem soluções verdadeiras para o problema do país.
Com o seu natural tom satírico, Manuel João Vieira defendeu que um Presidente da República deve inscrever “o direito à felicidade” na Constituição da República e apelou à criação de uma “cidade única”.
O último debate ficou marcado também por uma ronda de perguntas fora de caixa ao 11 candidatos presidenciais, com uma pitada de humor. Veja os principais momentos abaixo.
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