Estes dois alimentos foram os que mais encareceram desde 2024. Quanto?

Setembro 6, 2025 - 14:00
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Estes dois alimentos foram os que mais encareceram desde 2024. Quanto?

Os produtos que integram o cabaz alimentar de 63 bens essenciais cujo preço mais subiu no período homólogo de 4 de setembro de 2024 e de 3 de setembro de 2025 podem ser encontrados em diferentes fatias da roda alimentar, de acordo com a análise da DECO PROteste.

 

No primeiro lugar do pódio ficaram o café torrado moído e os ovos, com um aumento de 38%, o que se traduz numa diferença de 1.31 euros e de 57 cêntimos, respetivamente.

Seguiu-se o novilho carne para cozer, que encareceu na ordem dos 30%. Significa isto que, agora, custa mais 2.62 euros.

Por fim, o preço da couve-coração subiu 29%, o que equivale a mais 36 cêntimos.

Os especialistas deram conta de que, esta semana, o cabaz alimentar custa 240.56 euros.

Recorde-se que o cabaz inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, sendo considerados, entre outros, produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo, manteiga.

Como está a taxa de inflação?

A taxa de inflação aumentou 2,8% em agosto, ficando 0,2 pontos percentuais acima da variação de julho, segundo a estimativa provisória divulgada no final do mês pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A informação apurada pelo instituto, ainda sujeita a revisão, aponta para uma aceleração do Índice de Preços no Consumidor (IPC).

Depois de em julho a diferença no índice em relação ao mesmo mês do ano passado ser de 2,64%, a taxa passou para 2,78% este mês, indica o INE na síntese estatística.

Taxa de inflação acelera para 2,8% em agosto

Taxa de inflação acelera para 2,8% em agosto

A taxa de inflação aumentou 2,8% em agosto, ficando 0,2 pontos percentuais acima da variação de julho, segundo a estimativa provisória divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Lusa | 11:11 - 29/08/2025

O indicador de inflação subjacente - o índice total excluindo os produtos alimentares não transformados e energéticos - registou uma variação de 2,5% face ao valor do índice em agosto do ano passado. Neste caso, a diferença é igual à de julho.

"A variação do índice relativo aos produtos energéticos foi -0,2% (-1,1% em julho) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá voltado a acelerar para 7,0% (6,1% no mês anterior)", detalha o INE.

A variação global do IPC em relação a julho (em cadeia) foi negativa, com a diferença mensal a ser de -0,2%. A descida foi menor do que a registada de junho para julho, que foi de -0,4%. 

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