Entre mortos e feridos, Pyongyang já sofreu seis mil baixas na Ucrânia
A mesma fonte refere que as tropas do regime ditatorial de Kim Jong Un foram primeiro enviadas para a região de Kursk, mas que terão sido entretanto destacadas para outras zonas do conflito, desencadeado em 24 de fevereiro de 2022, pelo Kremlin.
O Exército de Pyongyang assumiu na passada semana que os seus militares no terreno participavam em missões de vigilância e ajuda técnica para as operações de ataque da Federação Russa, dentro da Ucrânia, algo destacado como sendo inédito pelos responsáveis de Londres.
Os peritos britânicos concluíram que a Coreia do Norte quer aproveitar as oportunidades para melhorar a sua própria capacidade militar, sobretudo no recurso a 'drones' (aeronaves telepilotadas), algo já executado em bombardeamentos da região ucraniana de Sumy.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 2014, anexando a Península da Crimeia e lançou uma ofensiva de grande escala contra todo o território ucraniano há três anos e meio, justificando-a com a necessidade de "desnazificar" o regime de Kyiv e travar a aproximação daquele 'vizinho' - ex-república da União Soviética - à União Europeia e à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla inglesa).
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