Encomendas de pizza e... operações militares nos EUA? Pode haver ligação

Janeiro 6, 2026 - 10:00
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Encomendas de pizza e... operações militares nos EUA? Pode haver ligação

Pizza e operações militares especiais. Pode parecer uma combinação estranha, mas há décadas que os norte-americanos notam que o número elevado de encomendas coincide com o lançamento de operações militares de grandes proporções.

 

A teoria, aliás, até já tem nome: "Pentagon Pizza Index" ou, em português, o "Índice de Pizza do Pentágono". Apesar de não ter qualquer fundamento científico (e de não passar de especulação online, note-se) a teoria baseia-se numa lógica bastante simples: em dias de operações militares, os funcionários no Pentágono ficam a trabalhar noite adentro e, por isso, acabam por realizar mais encomendas de pizzarias nas redondezas.

Foi o caso, por exemplo, no dia 3 de janeiro, quando os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, presidente e primeira-dama da Venezuela. 

Mas vejamos os números...

A página no X Pentagon Pizza Report (que se dedica a registar a variação de pedidos nas pizzarias nas redondezas do Pentágono) reportou que por volta das 1h43 (hora local) o Papa Johns mais próximo do Pentágono tinha um número de pedidos acima do normal.

Ao mesmo tempo, Freddies Beach Bar (um bar gay) e o Crystal City Sports Pub (onde por norma se veem jogos desportivos) tinham uma afluência de clientes bastante abaixo do normal.

Mais tarde, pouco depois das 2h00, a Pizzato Pizza - que fica aberta até mais tarde - registou uma subida repentina e acentuada no número de encomendas, que durou quase duas horas. Por volta das 3h45, no entanto, a afluência diminuiu tão rapidamente como subiu e a pizzaria ficou sem encomendas pendentes.

Ora, na mesma altura em que o número de pedidos aumentou foram também reportadas explosões na capital venezuelana, onde Maduro e a mulher estavam.

Foi por volta das 2h00 na Venezuela (3h da manhã em Washington DC) que foi inicialmente registado o ataque, com a captura de Madura e de Flores a ser realizada pouco depois. Contudo, a informação só viria a ser conhecida horas mais tarde, quando Donald Trump anunciou o sucesso da operação militar na sua rede social, a Truth Social, já depois das 6h00 em Washington DC.

A operação na Venezuela foi o caso mais recente deste fenómeno, contudo, já há várias décadas que os norte-americanos notam no padrão. A primeira vez de que há registo foi em 1983, com a invasão de Granada. Depois, em 1989, quando os Estados Unidos interviram no Panamá e ainda na década de 90 com a Guerra do Golfo.

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