"Em Belém, não serei o Presidente de um partido. Eu falarei menos"
O candidato presidencial discursou hoje num almoço de campanha, que segundo a candidatura junta quatro centenas de pessoas na Guarda, e agradeceu o apoio do PS, pelo qual disse sentir "um enorme orgulho e uma enorme responsabilidade", mas reforçando "a natureza suprapartidária" da candidatura.
"Mas em Belém, se merecer a vossa confiança, eu não serei o Presidente de um partido nem de uma fação. Eu ambiciono ser o Presidente de todos os portugueses", comprometeu-se.
Para Seguro, essa é a natureza do mandato presidencial, ou seja "alguém que está acima dos partidos e trata todos os partidos por igual", principalmente numa altura em que o país precisa de união.
"Eu não quero ser Presidente da República por ser Presidente da República. Eu quero ser Presidente da República porque tenho a lucidez de compreender o estado de urgência em que o país se encontra", defendeu.
O antigo líder do PS deixou um compromisso: "Não estejam à espera que eu seja um Presidente da República que esteja a falar todos os dias, mas podem ter a certeza que serei um Presidente da República que estará a trabalhar todos os dias para que tenhamos uma saúde a tempo e horas para todos os portugueses e para todas as portuguesas".
"Volto a dizer. O Presidente da República não governa, mas reúne todas as quintas-feiras com o primeiro-ministro. O Presidente da República não governa, mas inspira", enfatizou.
Seguro sublinhou ainda que o chefe de Estado "não governa, mas fala" e abriu a porta para aquilo que será a sua forma de exercer o mandato caso seja eleito.
"Eu falarei menos porque quero que a minha palavra tenha consequência, tenha ação", disse.
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