DJ Seguro dá música e tira finos para "fazer coligação com os jovens"

Janeiro 16, 2026 - 11:00
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DJ Seguro dá música e tira finos para "fazer coligação com os jovens"

No Café Concerto RUM by Mavy, espaço de convívio dos jovens bracarenses que já estava a rebentar pelas costuras, Seguro trocou o habitual discurso de cerca de meia hora por poucas palavras antes de beber um fino e abrir a pista com um curto DJ set de quatro músicas do seu tempo.

 

Y.M.C.A., dos Village People, A Minha Casinha, dos Xutos e Pontapés, Chiclete, dos Táxi, e Daddy Cool, de Boney M., foram as escolhas do DJ Tony 62, como se apelidou numa entrevista ao humorista Guilherme Geirinhas no programa Bom Partido.

"Eram músicas do meu tempo, e eu achei que em vez de fazer um discurso devia partilhar essas músicas com eles, e foi, de facto, um momento de comunhão muito bom", disse aos jornalistas enquanto a música de fundo continuava a tocar.

Lançados os êxitos, Seguro foi novamente 'engolido' pelos jovens com muitas solicitações para selfies e dois dedos de conversa, indo depois para trás do balcão tirar finos.

O primeiro saiu uma 'gravata', mas a insistência deu frutos e, com a técnica aperfeiçoada, Seguro tirou vários finos e acabou com um na mão durante o resto da noite.

"Eu quero ser o presidente dos novos tempos, o presidente do futuro, e preciso muito de fazer uma coligação com os jovens portugueses para que me ajudem a construir esse país. Eu quero liderar essa mudança", assinalou.

Num ambiente bem "mais informal" do que das suas lições, o professor Seguro, sempre acompanhado pelos mandatários da juventude Rita Saias e Renato Daniel, garantiu que nas suas aulas "é outro ambiente".

Já quase a despedir-se antes de descansar para o último dia de campanha, que arranca hoje às 08:30 em Vila do Conde para terminar só à noite em Lisboa, o candidato apoiado pelo PS ainda teve tempo de receber uma carta em mãos de um jovem, e também a pergunta de outro sobre por que motivo deveria votar nele, tendo ficado à conversa a dois durante vários minutos.

"Não há lutas fáceis, mas são as lutas difíceis que nos dão mais energia e sobretudo testam melhor as nossas convicções. E eu vim, de facto, para mudar e quero mudar muito para que os jovens em Portugal tenham uma possibilidade de ter oportunidades e ter futuro", concluiu.

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