CDS repudia "aproveitamento eleitoral" e manifesta confiança em Moedas
"O CDS repudia qualquer tentativa de aproveitamento eleitoral de um acidente trágico, com acusações que, nalguns casos, têm vindo a ser desmentidas, como o alegado desinvestimento na Carris", refere o partido.
Em comunicado, o CDS-PP afirma que "não pactua com as tentativas de especulação e de aproveitamento político sem esse mesmo prévio apuramento de factos".
"O CDS apoia todas as averiguações transparentes e exaustivas e expressa a sua confiança na Câmara Municipal de Lisboa e no seu presidente, Carlos Moedas, na gestão desta crise e como garante da transmissão fiel de toda a informação baseada em factos e não em demagogia ou falsidades, colaborando com todas as investigações para o apuramento dos factos", acrescenta.
Os centristas referem também que estão "desde o primeiro minuto ao lado das vítimas e da cidade no luto pelo acidente, tendo cancelado todas as suas iniciativas políticas e partidárias" e que respeitam "o luto oficial e o direito das famílias ao respeito de todos".
O partido liderado por Nuno Melo reitera o "profundo pesar pelo trágico acidente com o ascensor da Glória" e manifesta o seu apreço pelos "serviços envolvidos no socorro e na assistência às vítimas".
O elevador da Glória, em Lisboa, descarrilou na quarta-feira, causando 16 mortos e 23 feridos.
O Governo decretou um dia de luto nacional, nesta quinta-feira. Já a Câmara de Lisboa decretou três dias de luto municipal, entre quinta-feira e sábado.
O elevador da Glória é gerido pela Carris, liga os Restauradores ao Jardim de São Pedro de Alcântara, no Bairro Alto, num percurso de cerca de 265 metros e é muito procurado por turistas.
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