Arruada de Catarina Martins em Lisboa contou com cerca de 100 pessoas

Janeiro 14, 2026 - 23:00
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Arruada de Catarina Martins em Lisboa contou com cerca de 100 pessoas

Visivelmente emocionada, Catarina Martins desceu do Largo do Carmo até ao Largo da Boa Hora rodeada de apoiantes, naquela que foi a maior ação de rua até ao momento e quase em jeito de fim de campanha, antes de rumar a Norte.

 

"Há bocadinho, um senhor veio ter comigo e veio-me dizer "no domingo eu voto em si, porque é preciso alguém que fale de coisas a sério. Estou farta de uma campanha em que não se diz nada". E eu acho que é mesmo isso", disse aos jornalistas.

Entre o barulho dos bombos - ao ritmo dos quais não resistiu dançar - os cânticos de apoio - como "Catarina a Presidente, um país para toda a gente" - e debaixo de uma bandeira gigante com o logótipo da candidatura, a candidata a Belém foi recebendo cumprimentos e abraços de algumas pessoas que iam passando.

Na mobilização de amigos, colegas do partido e desconhecidos apoiantes, vê a convicção de que "Portugal pode ser um país melhor e a política pode ser a resposta à vida das pessoas".

"Tenho muito gosto, mesmo muito gosto, em poder ter na minha campanha gente que vem das forças de segurança, gente que nasceu noutros países, gente que nasceu em Portugal, sobretudo gente que constrói este país e que não desiste de um Portugal melhor", sublinhou.

Questionada se a arruada em Lisboa reforçou a confiança de que, no domingo, terá respostas ao seu apelo pelo voto de convicção, Catarina Martins disse desejar, sobretudo, uma demonstração de força.

"Tenha a minha candidatura a força e essa é a força do salário, é a força da habitação, a força da saúde, a força de um país que não se resigna a viver pior e, pelo contrário, tem esperança em poder construir um Portugal melhor. Essa esperança, essa força na primeira volta vai dar soluções muito mais fortes também na segunda volta.

Em pleno Chiado, a candidata apoiada pelo BE às eleições presidenciais de 18 de janeiro sublinhou também a necessidade "comunidades vivas, com gente".

"E é importante ocuparmos os centros das cidades também quando fazemos campanha, quando reivindicamos a democracia. Trazer as campanhas aos centros das cidades, mesmo quando o turismo já ocupou todo o espaço, é também uma reivindicação", afirmou.

Já no Largo da Boa Hora, Catarina Martins serviu-se de um dos megafones para deixar uma mensagem aos seus apoiantes.

"Cada voto na minha candidatura será um voto nessa convicção de que podemos ser melhores, de que nos podemos cuidar, de que podemos viver muito melhor neste país. Essa força vai levar-nos na primeira volta e em todas as voltas que o mundo der", sublinhou.

Antecipando os últimos dois dias da campanha, que serão passados nos distritos do Porto e Braga, Catarina Martins disse que serão dois dias para "falar com toda a gente e para lembrar a toda a gente o mais importante da democracia, que é a convicção".

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