Anúncio de ambulâncias "já não salva nenhuma das mortes que aconteceram"

Janeiro 8, 2026 - 20:00
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Anúncio de ambulâncias "já não salva nenhuma das mortes que aconteceram"

"Isso já não salva nenhuma das mortes que aconteceram, pois não? Tem que haver planeamento, racionalidade. O nosso país não pode ter um Estado a abrir fendas nem pode ter um Estado com pés de barro", criticou Seguro, durante uma arruada pelo centro de Évora, após questionado sobre o anúncio do primeiro-ministro de que serão adquiridas mais ambulâncias.

 

Assegurando que, caso vença as eleições, "a primeira conversa" sobre esta situação será com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, o candidato presidencial apoiado pelo PS foi questionado diversas vezes sobre se a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem condições para continuar no cargo, escusando-se sempre a abordar a questão por esse ângulo.

"A minha preocupação como candidato a Presidente da República não é fazer o jogo partidário. O meu papel e a minha responsabilidade é de exigir ao Governo, em particular, mas também aos partidos que olhem para o sofrimento que está a acontecer no nosso país e para as dificuldades", enfatizou.

Para Seguro, esta é a uma "situação indigna de um país europeu e de um país no século XXI".

"Claro. Tem que haver responsabilização. O meu ponto é encontrarem-se as soluções para resolver os problemas dos portugueses", disse.

O candidato presidencial referiu ainda que há opositores que "têm uma estratégia partidária", contrapondo que está "acima dos partidos".

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Luís Montenegro abriu o debate quinzenal com uma mensagem sobre as três mortes que ocorreram nos últimos dias na sequência de alegadas falhas no socorro. Tomásia Sousa | 15:10 - 08/01/2026

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