No relatório Acção Humanitária para a Infância, apresentado em Madrid e citado pela Lusa, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) sublinhou que o aumento dos conflitos, o agravamento da fome, os cortes no financiamento a nível mundial e o colapso dos serviços básicos estão a levar as necessidades humanitárias da infância a níveis extremos em todo o mundo.
O pedido para 2026 representa um corte de cerca de 22 por cento face ao de 2025, que ascendia a cerca de 8.500 milhões de euros.
Numa conferência de imprensa, o director-executivo da UNICEF Espanha, José María Vera, salientou que “é indispensável” que o sector privado e as administrações públicas mantenham o compromisso, uma vez que o sistema humanitário está sob forte “pressão”, devido ao aumento das necessidades e à diminuição dos recursos.
Fonte- Jornal de Angola