Segundo a OMM, há 55% de probabilidade de o La Niña influenciar os padrões climáticos, mas mesmo com o efeito de arrefecimento associado, muitas regiões deverão continuar mais quentes do que o normal.
As projecções indicam que, entre Dezembro de 2025 e Fevereiro de 2026, grande parte do hemisfério norte e vastas áreas do hemisfério sul registarão temperaturas superiores ao habitual.
A organização, citada pela mesma fonte, acrescenta que as previsões de precipitação são semelhantes às verificadas em episódios de La Niña fracos.
O fenómeno corresponde ao arrefecimento periódico da superfície do oceano Pacífico, provocando alterações na circulação atmosférica tropical e nos padrões de vento, pressão e chuva, avança a agência noticiosa portuguesa.
Fonte- Jornal de Angola