Pereira Santana, colocado na província de Luanda, venceu o 1º lugar na categoria de “Imprensa” com a reportagem intitulada “Irmãos que moldam sonhos em couro no Huambo”, publicada no passado mês de Junho, tendo obtido 95 pontos.
Em segundo lugar da mesma categoria, sagrou-se vencedor o jornalista do Novo Jornal João Marcos, que concorreu com uma peça, do género dossier, intitulada “Famílias camponesas no lado inglório do Corredor do Lobito”, que obteve 92 pontos.
O jornalista Miguel Ângelo, do Jornal de Angola, colocado também em Luanda, conquistou o 3.º lugar na categoria de “Imprensa”, com a reportagem intitulada “Sem sessão para Zorro, nem matinée de Domingo”, publicada em Agosto do ano em curso.
Dome Semedo, fotógrafo do Jornal de Angola , venceu, pela segunda vez consecutiva, o 1.º lugar da categoria de “Fotojornalismo”, com a peça, do género foto singular, intitulada “Corredor do Lobito aposta de todos”, publicada em Abril deste ano. Na mesma categoria, granjeou o 2.º lugar o também jornalista do Jornal de Angola Contreiras Pipa, tendo apresentado uma peça, do género foto singular, intitulada “Dança Omufuenga – Grupo Étnico Vátua”.
Em 3.º lugar venceu Leonardo Castro, jornalista da Agência Angola Press (ANGOP), colocado na província do Bié, com a peça, também do género foto singular, intitulada “Carnaval: Ex-militar aproveita manifestação cultural para mostrar talento com artesanato”.
Na categoria de “Rádio” foi indicado, em 1.º lugar, o profissional da Rádio Nacional de Angola (RNA) dos Estúdios Centrais Fowen Macanja, tendo convencido o júri com uma reportagem intitulada “Criptomoedas na vida prática”.
Em 2.º lugar venceu a jornalista da RNA Elizabeth Smith, colocada em Luanda, tendo conquistado o prémio com a peça, do género entrevista, com o título “Trajectória da história com Filipe Zau, político, nacionalista e académico”.
Daniel Marques, de 35 anos, também jornalista da RNA, conquistou o 3.º lugar, com a reportagem intitulada “Impacto da vandalização de equipamentos eléctricos e consequências para o sector”.
Na categoria de “Televisão”, foram indicados os profissionais da Televisão Pública de Angola (TPA) Francisco Lundi em 1.º lugar, com a peça “Paz: Elementos da Flec abandonam as matas de Cabinda”, e Júdice Samaándo em 2º lugar, com a reportagem sobre “Transtornos de neurodesenvolvimento”. Em 3.º lugar, na mesma categoria, o prémio foi arrebatado pela jornalista da TV Zimbo Maria Pedro, com a reportagem “Jarda–Os perigos da sensualidade”, publicada em Setembro do ano passado.
Em nota, a Comissão de Adjudicação felicita os vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo de Angola 2025 e informa que, em tempo oportuno, vai comunicar a data e o local da realização da cerimónia de outorga de certificados e troféus aos distinguidos.
O Prémio Nacional de Jornalismo de Angola tem por objectivo incentivar e distinguir a criatividade e a investigação jornalísticas, bem como promover a qualidade e o mérito no exercício da profissão.
Fonte- Jornal de Angola