Consultas jurídicas em Benguela recebem apoio da TV Zimbo e da Ordem dos Advogados

.Para dimensionar o seu décimo sétimo aniversário, a TVZIMBO, em Benguela, em parceria com o Conselho Provincial da Ordem dos Advogados de Angola, promove uma consulta jurídica, na sequência de uma série de situações de cidadãos, que, desprovidos de recursos financeiros, volta-e-meia, recorrem à televisão à procura de assistência judiciária – justificou Divaldo da Rocha, coordenador das festividades.

Dezembro 11, 2025 - 17:09
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Consultas jurídicas em Benguela recebem apoio da TV Zimbo e da Ordem dos Advogados
Opais

O coordenador das festividades da TVZIMBO, Divaldo da Rocha, justificou que a iniciativa surge em virtude de, nos últimos tempos, às instalações da instituição irem dar vários cidadãos com situações jurídicas por resolver, maior parte dos quais pessoas desprovidas de recursos financeiros. Divaldo da Rocha sustenta que, em muitos casos, alguns cidadãos se vêm de braços cruzados.

Foi a pensar nisso que a TVZIMBO resolveu promover uma acção dessa natureza para, de forma gratuita, alguns cidadãos poderem expôr as suas preocupações aos mais de dez advogados presentes.

“Nessa senda, a TVZIMBO achou por bem, para abertura das festividades do 17 aniversário, começar com uma consulta jurídica aqui, no nosso estabelecimento”, disse o responsável.

Por sua vez, a coordenadora da Comissão de Assistência Judiciária do Conselho Provincial da Ordem dos Advogados de Angola, Itelvina de Carvalho Pereira, admite a existência de um número considerável de cidadãos a necessitar de acompanhamento judiciário, mas, no casco urbano, ainda há muita gente complexada.

Ressalta que, a nível da Ordem dos Advogados, têm estado a receber pedidos de muitos cidadãos desprovidos de recursos à procura de assistência judiciária. Quando tal acontece, disse, o cidadão é orientado a tratar um atestado de pobreza e, “posteriormente, fazer um requerimento dirigido à Ordem e juntar a documentação e o pedido e entregue à comissão. Esta vai nomear um escritório para poder efectivamente trabalhar no processo”, afirmou.

Fonte- Jornal de Angola

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